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  1. Hoje
  2. VIKING OU ELECTRA: QUAL A DIFERENÇA? 🔊🔥 Cada linha tem suas características e foi desenvolvida para atender diferentes necessidades do seu sistema de som! ⚡ ELECTRA: desenvolvida especialmente para reproduzir graves e subgraves. ⚡ VIKING: oferece maior versatilidade, permitindo trabalhar com diferentes faixas de frequência, desde os graves até os médios e agudos, respeitando os ajustes adequados. 🎥 Confira no vídeo as principais diferenças entre essas duas linhas e descubra qual delas atende melhor ao seu projeto! Banda é Banda! 🔥 Quer saber mais? Confira o vídeo na íntegra: https://www.youtube.com/live/ogTtRr0Hzps?si=r14EVuDI1dzk8wG4 #BandaAudioparts #LinhaViking #LinhaElectra #SomAutomotivo #AmplificadoresView the full article
  3. Nem o Porsche Cayenne, um dos SUVs esportivos mais tradicionais da indústria, escapou da eletrificação. Sua quarta geração passa a ser totalmente elétrica, estreando uma nova proposta e um importante título: a versão topo de linha, Turbo, passa a ser o Porsche mais potente da história produzido em série até agora. Testamos o modelo, que chega ao Brasil a partir de R$ 1.410.000 e é o SUV mais potente e rápido já testado por QUATRO RODAS. O Porsche Cayenne Electric mantém a nomenclatura Turbo para sua versão mais cara e poderosa – embora motores elétricos não tenham turbocompressores. A configuração é equipada com dois motores (sem dados de potência e torque individuais divulgados), um em cada eixo, caracterizando tração integral. Juntos, eles entregam 857 cv e 153,1 kgfm. Estes números, porém, aparecem em condições normais de uso, para o dia-a-dia. Com a função push-to-pass, ativada por um botão no volante para situações de mais desempenho, são liberados mais 176 cv durante dez segundos. Ou seja, chega-se aos 1.033 cv. E ainda não é o máximo do Cayenne elétrico. Em largadas, com o Launch Control ativo, é possível atingir o pico de 1.156 cv, responsável pelo recorde de potência. O torque permanece o mesmo em todas as condições. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Com seu máximo, ele levou 2,6 s para ir de 0 a 100 km/h (com todas as retomadas em menos de 2 s) nos nossos testes, um contrassenso para um SUV de 4,99 m e 2.645 kg. Seria óbvio dizer que ele tem acelerações rápidas, mas é preciso falar sobre a largada em um tom mais pessoal: em inúmeras experiências com supercarros, nenhuma arrancada foi tão brutal quanto a do Cayenne Turbo, nem mesmo com o Taycan Turbo GT, que é mais rápido (fez em 2,2 s), mas tem menos potência e torque (1.108 cv e 126,4 kgfm). A sensação é a de uma montanha-russa das mais radicais. Mas o modelo não é sempre tão agressivo e pode ser guiado de forma tranquila e confortável no dia-a-dia. Seus modos de condução (Off-Road, Comfort, Normal, Sport e Sport Plus) ajudam na missão ajustando os parâmetros de motor, suspensão, direção e freios. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade No caso da suspensão a ar, um opcional de R$ 68.085 (exclusivo para a versão Turbo) pode tornar a experiência ainda melhor. O Active Ride é um sistema de controle ativo que gerencia as forças de tração e compressão individualmente em cada roda. Entre as suas vantagens estão a maior estabilidade em terrenos irregulares, além da redução de inclinações laterais em curvas e longitudinais em acelerações e frenagens. A unidade testada tinha o item. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Em trechos urbanos acidentados, a impressão é de se estar na mais lisa das avenidas. Em curvas, o Cayenne se mantém colado ao chão sem inclinações da carroceria, graças à compensação instantânea e imperceptível feita pelo Active Ride. O sistema não ajuda apenas no conforto urbano, mas ainda no desempenho em pista. A estabilidade da carroceria ajuda na aderência e dinâmica do SUV. Quem também auxilia é o esterço de até 5°das rodas traseiras. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Como praxe, o Cayenne elétrico oferece diversos opcionais não apenas de aparência, mas de condução e funcionalidades. Além dos já citados, há outros como o pacote Off-Road, de R$ 11.194, que altera os ângulos de ataque (de máximos 19,2° para 25°) e saída (18,7° para 22,7°), altura do solo (de 19 cm para 24,5 cm) e imersão (de 50 cm para 55,5 cm). O “pack” modifica os para-choques e ajustes de suspensão. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade É fácil esquecer que o Cayenne é um carro elétrico, já que ele mantém as principais (e boas!) características de um Porsche, como a direção direta, a posição ergonômica e a suspensão afiada. Isso sem falar do ronco simulado – mas bastante real – de um V8 nos modos esportivos, com direito a um “borbulhar” em marcha lenta. Porém, ele é alimentado por uma bateria de 113 kWh. Graças à moderna arquitetura elétrica de 800 volts, as recargas rápidas chegam a 390 kW (DC) e, as lentas, a 22 kW (AC). Com a maior potência, a Porsche aponta uma recarga de 10 a 80% em apenas 16 min. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Para breve, haverá a recarga por indução, como um celular, por meio de uma base ligada à rede elétrica. Basta estacionar o veículo sobre a base. O modelo está preparado para o sistema, que chegará em breve ao Brasil com até 11 kW. O Cayenne Turbo tem bons números de alcance, com até 493 km no ciclo nacional, PBEV. Em design, o novo Cayenne mantém elementos da marca na dianteira, como a assinatura luminosa dos faróis (em leds matriciais) com quatro pontos de luzes. Porém, a conversão à eletricidade deu ao SUV uma carroceria mais fechada e aerodinâmica, complementada pela grade inferior ativa. As aletas se abrem e fecham por demanda de resfriamento e, novamente, aerodinâmica. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A traseira tem lanternas cuja iluminação é interrompida pelo nome Porsche, também iluminado. Há funções (mais uma vez) aerodinâmicas na traseira. A primeira e mais simples é o aerofólio, que pode ter seu ângulo ajustado de acordo com a velocidade para auxiliar no downforce (pressão exercida sobre o carro para mantê-lo “colado” ao chão). A segunda função, mais sofisticada, são as aletas embutidas nas extremidades do para-choque. Com o modo de largada armado, as peças se projetam para fora, para auxiliar no fluxo de ar que vem das laterais do veículo, evitando a criação de turbulências na traseira. O recurso é exclusivo da versão Turbo. Todas as diversas opções de rodas, que podem ter 21 ou 22”, têm desenhos que focam na aerodinâmica. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Mistura entre o clássico e o moderno O interior do Cayenne elétrico mescla elementos clássicos e modernos. Entre os clássicos, estão o volante, o relógio no topo do painel e as alças no console central, presentes desde a primeira geração do SUV. Porém, muito se digitalizou, como o quadro de instrumentos curvo de 14,25”, o botão de partida do motor (que, ao menos, permanece do lado esquerdo do volante) e os comandos, levados em massa para as telas. Entre eles, o direcionamento da ventilação, que piora os ajustes. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Aqui, porém, há boas sacadas. A marca manteve poucos botões físicos para funções como ar-condicionado, e criou uma nova tela de 12,5” com uma “dobra” para a multimídia que permite o agrupamento de funções básicas na porção inferior. Estes comandos podem ficar fixos ali, descomplicando a usabilidade – para isso, há um apoio macio logo abaixo para as mãos. Completam o entretenimento uma tela de 14,9” para o passageiro, o head-up display com realidade aumentada e o sistema de som Bose de 14 alto-falantes e 710 Watts. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Os bancos dianteiros e traseiros têm ajustes elétricos e aquecimento, mas apenas os dianteiros têm memórias. Ventilação e massagem são opcionais. O teto solar tem abertura elétrica, mas dispensa cortina ao adotar uma tecnologia que torna o vidro opaco, e o a digital tem quatro zonas. No espaço, o layout não esconde que o SUV quer levar apenas quatro pessoas, já que o assento e encosto centrais traseiros são desconfortáveis. Um túnel central no assoalho (embora seja um carro elétrico) também inibe um ocupante de permanecer por ali. De qualquer forma, os dois ocupantes das extremidades têm conforto e espaço de sobra, além de saídas de ar no console central, nas colunas laterais e abaixo dos bancos dianteiros. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Por falar em ar, o modelo tem quatro zonas – duas dianteiras e duas traseiras. O porta-malas da configuração SUV tem 781 l, mas cai para 747 l com o som Bose, caso da versão Turbo. Com som opcional Burmester, a capacidade é reduzida para 739 l. O compartimento dianteiro, chamado de frunk, tem mais 90 litros. Veredicto O Porsche Cayenne mantém seu posicionamento de luxo com alto nível de tecnologia, mas agora se coloca na seara dos supercarros por ser tão potente e rápido. Ele faz qualquer um repensar preconceitos contra elétricos. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Ficha técnica – Porsche Cayenne Electric Turbo Motor: elétricos, diant. e tras.; 857 cv (1.033 cv c/ push-to-pass; 1.156 cv c/ launch control), 153,1 kgfm Câmbio: aut., 1 marcha, tração integral Bateria: níquel, manganês, cobalto, alumínio (NMCA), 113 kWh; recarga máx., 11 kW (AC por indução), 22 kW (AC), 390 kW (DC) Direção: elétrica Suspensão: a ar, multilink (diant. e tras.) Freios: discos ventilados Pneus: 285/40 R22 (tras.) 325/35 R22 (tras.) Dimensões: compr., 498,5 cm; larg., 219,9 cm; alt., 167,4 cm; entre-eixos, 302,3 cm; porta-malas, 747 l (tras.) e 90 l (diant.); peso, 2.645 kg Testes Quatro Rodas – Porsche Cayenne Electric Turbo Aceleração 0 a 100 km/h – 2,6 s 0 a 1.000 m – 18,8 s / 266 km/h Velocidade máxima – 260 km/h (dado de fábrica) Retomadas D 40 a 80 km/h – 1,1 s D 60 a 100 km/h – 1,3 s D 80 a 120 km/h – 1,6 s Frenagens 60/80/120 km/h a 0 – 11,9/20,8/49,3 m Consumo Urbano – 5,5 km/kWh Rodoviário – 4,6 km/kWh Ruído interno Neutro/RPM máx. – – / – dBA 80/120 km/h – 64,5 / 69,1 dBA Aferição Velocidade real a 100 km/h – 98 km/h Rotação do motor a 100 km/h – n/d Volante – 2,7 voltas Seu bolso Preço básico – R$ 1.410.000 Garantia – 4 anos Publicidade View the full article
  4. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower O iCaur V25 foi apresentado mundialmente durante o iCaur International User Summit 2026, realizado em Wuhu, na China. O novo SUV da fabricante chinesa tem visual quadradão, motorização elétrica ou híbrida com extensor de autonomia e versões com até 455 cv. São fortes as chances de chegada ao Brasil em 2027, possivelmente depois do lançamento do V27, outro utilitário da marca que já foi confirmado para o mercado nacional. O novo iCaur V25 passa a integrar a família V, posicionando-se entre o V23, SUV elétrico de menor porte, e o V27, modelo híbrido de dimensões maiores. Leia mais: Omoda 4 já está no Brasil, e poderá ser híbrido abaixo dos R$ 150 mil iCaur V25 aposta em visual quadradão O desenho do iCaur V25 segue a identidade dos outros integrantes da linha, com carroceria de formas retas, capô elevado e para-brisa quase vertical, além da enorme coluna C. Os faróis circulares de LED remetem aos utilitários clássicos, enquanto paralamas alargados e rodas aro 21 garantem uma pegada mais off-road ao modelo. iCaur V25 – Foto: divulgação Na traseira, o SUV traz tampa do porta-malas com abertura lateral e estepe externo de tamanho integral. As maçanetas são convencionais, parcialmente expostas, enquanto o teto praticamente plano contribui para aumentar o espaço interno, especialmente para os ocupantes do banco traseiro. Segundo a fabricante, a proporção entre altura e largura é de 0,96, enquanto o aproveitamento longitudinal do espaço interno chega a 66,4%. O modelo também foi desenvolvido para receber diferentes acessórios e modificações, com mais de 20 pontos de personalização integrados ao projeto original. iCaur V25 – Foto: divulgação Elétrico ou híbrido com até 455 cv O iCaur V25 terá versões totalmente elétricas (BEV) e híbridas com extensor de autonomia (REEV). Nesse segundo caso, um motor a gasolina funciona como gerador de eletricidade, sem movimentar diretamente as rodas, tarefa que fica exclusivamente com os propulsores elétricos. O funcionamento é semelhante ao encontrado nos Leapmotor B10 e C10 com tecnologia REEV. Nas versões híbridas apresentadas na China, o conjunto utiliza uma bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) de aproximadamente 33,7 kWh, que também pode ser recarregada em fontes externas. iCaur V25 – Foto: divulgação As configurações Pro e Max do iCaur V25 contam com um motor elétrico traseiro de aproximadamente 252 cv e 30,6 kgfm de torque, permitindo acelerar de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos. Já as versões Max+ e Ultra acrescentam um segundo propulsor elétrico, instalado no eixo dianteiro, oferecendo tração integral e potência combinada de 455 cv, além de 51,5 kgfm de torque. Nesse caso, a aceleração de 0 a 100 km/h cai para 5,8 segundos. Nos melhores casos, o SUV é capaz de rebocar até 1.800 kg, também. iCaur V25 – Foto: divulgação Segundo os dados divulgados na China, a autonomia exclusivamente elétrica chega a 210 km nas versões com tração traseira e 200 km nas configurações integrais. Com a atuação do extensor de autonomia, o alcance combinado sobe para 1.240 km e 1.210 km, respectivamente. Os números seguem o ciclo chinês CLTC e não devem ser comparados diretamente aos resultados de outros padrões de medição, como o WLTP e o brasileiro Inmetro. iCaur V25 – Foto: divulgação A fabricante informa ainda que a recarga de 30% a 80% pode ser realizada em aproximadamente 15 minutos, utilizando carregador rápido compatível. O SUV também oferece função V2L, capaz de fornecer até 6 kW de energia para equipamentos externos. Para o Brasil, a iCaur já sinalizou a chegada da configuração com tração integral, embora ainda não tenha divulgado maiores detalhes sobre as especificações nacionais. iCaur V25 – Foto: divulgação Interior tem até 1.549 litros para bagagens A cabine do iCaur V25 é espaçosa. São 41 compartimentos de armazenamento distribuídos pelo interior, enquanto o espaço para bagagens pode alcançar 1.549 litros, considerando a configuração de maior capacidade. Na versão totalmente elétrica, o SUV também oferece um compartimento dianteiro para bagagens, além de outros 22 litros de armazenamento sob o assoalho. Os bancos dianteiros podem ser rebatidos para formar uma espécie de cama gigante junto do banco traseiro. iCaur V25 – Foto: divulgação Entre os equipamentos anunciados estão bancos dianteiros com ajustes elétricos, aquecimento e ventilação, memória de posição para o motorista, teto solar panorâmico com abertura e cortina elétrica, câmeras 540º, estacionamento automático (Park Assist), além de sistema de som com 15 alto-falantes. Na segurança, a estrutura utiliza 80% de aços de alta e ultra-alta resistência, e há um enorme pacote ADAS, junto de 7 airbags, incluindo uma bolsa dianteira central. iCaur V25 – Foto: divulgação iCaur V25 pode chegar ao Brasil em 2027 A chegada do iCaur V25 ao mercado brasileiro é esperada para 2027, possivelmente depois do V27, que também integra a estratégia de expansão da fabricante no país. Por enquanto, não foram anunciados preços, versões ou especificações definitivas para o mercado nacional. O post iCaur V25 é 4×4 com mais de 1.200 km de autonomia, e chega ao Brasil em 2027 apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  5. A União Europeia estabelecerá um limite de importação para 350.000 unidades de carros chineses híbridos, que deverá valer a partir de 1º de dezembro de 2026. Isso representa um corte de mais de 50% das importações desse tipo de automóveis para países do bloco, visto que a projeção para esse ano é de que a UE importe ao menos 800.000 veículos híbridos. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Como funcionará a cota? A medida valerá por quatro anos, sendo que o limite de 350.000 unidades será elevado em 6% ao ano. Ou seja, no segundo ano o volume subirá para 371.000 unidades, e assim sucessivamente. A confirmação ocorreu durante uma coletiva de imprensa realizada no dia 9 de outubro pelo comissário europeu para o comércio e segurança econômica, Maroš Šefčovič. A formalização aconteceu na China após uma reunião com o ministro do comércio chinês, Wang Wentao. “O déficit comercial representa um enorme desafio para a União Europeia, sentido em todos os Estados-membros. E isso é insustentável e exige um caminho credível para o reequilíbrio”, afirmou Maroš Šefčovič. O acordo será apresentado a todos os 27 Estados-membros do bloco, antes de entrar em vigor. Continua após a publicidade BYD Seal U na Europa ou Song Plus, como é conhecido no BrasilDivulgação/BYD Por que a Europa decidiu limitar os híbridos da China? Em nota, a Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA), algo como a Anfavea no Brasil, disse que “este anúncio representa um passo positivo para atenuar as tensões comerciais entre os dois países”, embora aguarde a análise dos detalhes completos do acordo. Continua após a publicidade “A indústria automobilística europeia prosperou durante décadas graças à concorrência aberta e justa. No entanto, o aumento repentino e acelerado das importações de veículos elétricos híbridos plug-in (PHEVs) e veículos híbridos (HEVs) da China tem provocado um efeito desestabilizador no mercado automotivo europeu”, completa a ACEA. Continua após a publicidade Omoda 5 híbrido leveOmoda/Divulgação Durante o primeiro semestre de 2026, as marcas chinesas na Europa representaram 14% de mercado em relação aos carros híbridos (contra 2% em 2024) e de 25% para os híbridos plug-in (também contra 2% em 2024). Continua após a publicidade “Uma desestabilização acentuada e repentina do mercado europeu, juntamente a guerras de preços que espelham a atual situação do mercado chinês, seria altamente prejudicial para a economia europeia como um todo”, afirmou Sigrid de Vries, diretora-geral da ACEA, em nota à imprensa. “O anúncio de hoje pode ajudar a facilitar a transição para uma nova era de presença chinesa no mercado europeu de forma ordenada, o que é do interesse de todas as partes a longo prazo”, completa. Quanto custa a bateria de um carro híbrido e quando deve ser trocada? Continua após a publicidade O Ministério do Comércio da China (MOFCOM), em nota, também parece satisfeito com o acordo já que prevê um crescimento contínuo ao observar números de anos anteriores. Segundo dados do Eurostat, a UE importou 107.000 veículos híbridos da China em 2024 e 302.000 em 2025. “Nenhuma medida terá como alvo específico os produtos chineses, muito menos discriminará as empresas chinesas. A quota concedida à China não será inferior à quota de qualquer outra origem de importações para a UE.” Publicidade View the full article
  6. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower A grandalhona Ram 2500 Laramie Night Edition é a nova versão para a picape no mercado brasileiro. Baseada na 2500 Laramie convencional, de R$ 560 mil, ela é R$ 10 mil mais cara (R$ 570 mil), e aposta no estilo escurecido da carroceria e interior, que lhe garante um aspecto mais esportivo. Essa linha Night Edition, vale falar, é comum nas picapes da marca: além da Ram 2500 Laramie Night Edition, há a 1500 Limited Night Edition, a Dakota Laramie Night Edition e a Rampage Laramie Night Edition, todas na mesma pegada visual. Leia mais: Ram Dakota chega com acessórios originais Ram 2500 Laramie Night Edition é escurecida Carregando o título de picape turbodiesel mais potente do Brasil, a Ram 2500 Laramie Night Edition traz tomada de ar central no capô, saídas de ar especiais nas laterais do capô, rodas aro 18 em preto brilhante, além de capas dos retrovisores, estribos laterais, logotipos e grade escurecidos. Molduras de faróis e parachoque são pintados na cor da carroceria, que pode ser branca, preta, prata, cinza ou azul escura. Por dentro, o acabamento é inteiro escurecido, incluindo painel, laterais de portas, bancos, console, acabamentos de colunas e forro de teto. Ram 2500 Laramie Night Edition – Foto: divulgação 150 mkgf de torque No mais, a picapona é a mesma, usando o motor seis-em-linha Cummins de 6.7 litros turbodiesel, com seus 436 cv de potência e quase 150 mkgf de torque, que é gerenciado pela transmissão automática de oito marchas. O sistema de tração é 4×4 com reduzida e três modos de funcionamento (4×2, 4×4 High e 4×4 Low), com acionamento eletrônico por botão. Esse conjunto, vale falar, é o mesmo da 3500, irmã maior da Ram 2500 Laramie Night Edition. Alguns números são superlativos: 117 litros de capacidade do tanque de combustível, capacidade de reboque de quase 9 toneladas (o equivalente a nove Fiat Mobi), mais de 6 metros de comprimento e peso acima das 3,7 toneladas. Itens de série No pacote de equipamentos, a Ram 2500 Laramie Night Edition inclui retrovisores externos com extensor, câmeras 360º, multimídia de 12 pol., instrumentação digital de 12,3 pol., pacote ADAS completo, bancos dianteiros com ajustes elétricos e climatização, carregador de celular sem fio, iluminação ambiente em LED, partida remota do motor, sistema de som Alpine, entre outros. Vale lembrar que a picapona não pode ser dirigida com CNH B, a de carros de passeio, afinal tem peso bruto total (PBT) bem além das 3,5 toneladas. Ram 2500 Laramie Night Edition – Foto: divulgação O post Ram 2500 Laramie Night Edition: o que muda na nova versão da picapona? apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  7. As picapes compactas, entre os modelos zero-quilômetro, e os SUVs, entre os modelos usados, estão puxando a queda de preços do mercado automotivo nacional. Os dados são do monitoramento mensal da Tabela Auto da B3, feito em parceria com a Bright Consulting, referentes ao mês de setembro. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Carros novos Os preços de transação dos veículos 0km registraram queda média de 0,8% em setembro, após apresentar alta de 2,7% observada em agosto. No acumulado de 12 meses, a média do mercado de veículos novos ficou em -2,4%. “Os carros chineses são um ponto de partida [sobre o motivo da queda] e os outros fabricantes tradicionais têm que reagir na tabela e aumentar incentivos para tentar permanecerem competitivos”, afirma Cassio Pagliarini, diretor de marketing da Bright Consulting. Mercado observa uma queda nos preços dos automóveis nos últimos 12 mesesRafa Neddermeyer/Agência Brasil Continua após a publicidade Destaque para a desvalorização das picapes compactas, com decréscimo de 4,4% no mês e de 11% no acumulado de um ano. Os SUVs de entrada foram os que mais valorizaram no mês, com alta de 2,3%, enquanto na média anual as picapes intermediárias subiram 2,3%. “A saída da VW Saveiro, ela está sendo comercializada com preços bastante agressivos. A Fiat Strada precisa reagir para se manter competitiva. E existe a expectativa da chegada de novos produtos no mercado”, explica Cassio Pagliarini. A VW Saveiro não deverá sair imediatamente de linha com a chegada da VW Tukan. A expectativa é que a Saveiro fique no mercado com uma versão a etanol e cabines simples. Continua após a publicidade Fiat Strada RanchDivulgação/Fiat Veja abaixo a variação de preços de carros novos em setembro de 2026 (B3/Bright): Veículos Novos set/26 Acumulado 12 meses SUV de entrada +2,3% 0,0% Hatchback -0,3% -3,2% Picape intermediária -1,3% +2,3% Picape compacta -4,4% -11,0% Picape média -0,6% +1,1% Sedã -1,6% -3,5% SUV +0,3% -2,8% Média Geral -0,8% -2,4% Preços de carros usados Em setembro, o mercado de veículos usados alcançou variação média de -1,7%, após a queda de 0,1% registrada em agosto. No acumulado de 12 meses, a média do mercado de usados ficou em -5,9%. Continua após a publicidade Os SUVs são os que mais desvalorizaram entre os carros usados, com -2,6% no mês e -10,82% em um ano. A menor queda é observada nos hatches, com -1,1% em setembro e -0,73% nos últimos 12 meses. Vale a pena comprar carro usado de locadora? “No caso dos SUVs, a questão é um pouco mais profunda. O SUV usado, ele tem quatro ou cinco anos. Ao olhar pata trás, quatro ou cinco anos, você não vê um mix de vendas dos SUVs no nível que está hoje, com 40%, 45%, 50% [de participação de mercado]. Com o tempo, os SUVs ficaram sobre valorizados, e agora cada vez mais estão chegando mais SUVs usados no mercado com um mix mais alto do que tinha antes. E isso também faz com que o preço dos usados também caia”, declara o especialista da Bright. Continua após a publicidade Jeep Compass BlackhawkJeep/Divulgação Abaixo, a variação de preços de carros usados em setembro de 2026 (B3/Bright): Veículos Usados set/26 Acumulado 12 meses SUV de entrada -1,9% -8,89% Hatchback -1,1% -0,73% Picape intermediária -1,3% -2,80% Picape compacta -1,7% -9,79% Picape média -1,3% -3,90% Sedã -1,9% -4,44% SUV -2,6% -10,82% MÉDIA -1,7% -5,9% Publicidade View the full article
  8. By Bill Braun, Guest Contributor, Owner, Tune Digital Marketing For some, getting into the lanes has always been about the numbers. Earning the prestige of being among the loudest in a class, state, or even the world carries a nearly magical allure—especially with today’s ability to share scores almost instantly. At the 2026 IASCA &...View the full article
  9. Debuting for the first time at RADwood, Pioneer’s Heritage Collection pairs classic style with modern convenience. Press Release (UNEDITED): ALAMEDA, Calif. – Pioneer, a global leader in in-vehicle sound and aftermarket car electronics, today introduced its Heritage Collection, which makes its public debut at RADwood NorCal driven by Hagerty, where Pioneer serves as Official Sound Partner. The new collection pairs a head unit and speakers to bring its iconic sound to the cabin of vintage cars that defined a generation in the ’80s and ’90s. The collection reimagines the styling that marked those eras for modern-day drivers, including conveniences like Bluetooth, HD Radio, and SiriusXM readiness, while delivering the rich, detailed sound that has established Pioneer as a favorite among car audio enthusiasts. Designed for car owners who want to modernize their classic without compromising its style or sound, the SXT-C10PS head unit brings a single-DIN, period-correct faceplate, while the TS-X40SXT speakers draw from the iconic style of Japanese box speakers. “For over 80 years, Pioneer has left its mark on car audio, and that history still runs through everything we build today,” said Larry Rougas, EVP & Chief Revenue Officer at Pioneer Electronics (USA) Inc. “With the Heritage Collection, we’re going back to our roots, the iconic designs that defined a generation of drivers, and pairing them with the technology those same drivers rely on now. Our goal was to make that history feel present again, not behind glass, but back on the road. There’s no better place to bring that to life than RADwood, which celebrates the cars, fashion, music, and pop culture of that special time in our brand’s history.” “RADwood celebrates the cars and culture of the ‘80s and ‘90s, taking people back to a simpler time when pop-up headlights and neon ruled,” said Hagerty CMO Marc Burns. “And now Pioneer is in on the fun with us, launching the Heritage collection that merges period-correct RAD design with the very latest technology.” A CLASSIC FACEPLATE, BUILT FOR TODAY’S DRIVE The SXT-C10PS head unit pairs a single-DIN, period-correct faceplate inspired by Pioneer’s classic KEH-series with the connectivity drivers expect today. Bluetooth, HD Radio, SiriusXM readiness, and custom EQ come standard, giving owners of 1980s and 1990s classics, like BMW E30s and Porsche 911s, a way to modernize their dash without the out-of-place look of a typical aftermarket unit. CLASSIC BOX SPEAKER STYLE, BUILT FOR RICH BASS From its wire-mesh grille to its dark silver finish, the TS-X40SXT carries forward the design first introduced by the TS-X60 in 1984, now built into a surface-mount 3-way box speaker made for modern-classic interiors. Deep-profile cellulose fiber cone woofers and a double-slit bass-reflex enclosure deliver rich, full-bodied bass, while a larger-diameter cellulose fiber cone tweeter adds clarity and presence in the mid-to-high range. Whether you are behind the wheel of a Mk2 Golf GTI looking to modernize without losing its factory soul, or simply want your classic to keep up with today’s connectivity, the Heritage Collection brings Pioneer’s own history back to life, from the cassette decks that filled dashboards to the box speakers that filled streets with sound decades ago. PRICING AND AVAILABILITY The SXT-C10PS head unit ($499) and TS-X40SXT speakers ($299) are available for pre-order now exclusively at usa.pioneer will be available for purchase at authorized retailers and dealers in November 2026. Pioneer’s Heritage Collection will be showcased at RADwood NorCal. Stop by, take a listen, and hear where it all began. For more information, visit usa.pioneer. ABOUT PIONEER Since 1938, Pioneer has been guided by a single belief: that technology should move the heart and touch the soul. From inventing the car CD player to innovating in-dash GPS to SPHERA spatial audio, our history is one of world firsts in service of a single idea—that the journey matters as much as the destination. Today, Pioneer is the essential driver-first brand for anyone who cares about their vehicle, from the daily commute to the overland trail. We design car electronics, accessories, and connected solutions that make every mile feel intentional, personal, and yours. The post Pioneer Brings Retro Head Unit and Box Speakers at RADwood appeared first on ceoutlook.com. View the full article
  10. Proposta prevê desconto de 60% e parcelamento em até 12 vezes sem juros; benefício não vale para embriaguez ao volanteView the full article
  11. Foto de capa: reprodução/@placaverde no Instagram Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower Depois da estreia do Jaecoo 5, a dupla Omoda Jaecoo deve apostar numa categoria de modelos híbridos ainda mais baratos para o mercado brasileiro com o Omoda 4, que foi revelado na China em abril e lançado oficialmente por lá agora em outubro. Posicionado como um dos menores modelos da marca chinesa, integrante do Grupo Chery, ele inclusive já roda no Brasil em testes, conforme flagra publicado no perfil @placaverde no Instagram. Expectativa de lançamento por aqui? Ainda no primeiro semestre de 2027, caso não ocorram atrasos no cronograma. Leia mais: Hyundai Bayon 2027: anti-Tera e Pulse já roda em testes no Brasil Como é o Omoda 4? Com linhas mais arrojadas, o Omoda 4 já bebe de uma fonte de design mais próxima do irmão maior, o Omoda 5, vendido no Brasil há mais de 1 ano. É cheio de vincos, cantos vivos e linhas arrojadas, seguindo uma linha diferente dos Jaecoo, que são mais limpos, minimalistas e retilíneos. Por dentro, aposta na fórmula tradicional dos SUVs chineses, com console central alto, painel limpo com linhas horizontais, telas grandes e poucos botões. Falamos de um carro com porte não muito distante de um Jeep Compass. Ou seja, cerca de 4,4 m de comprimento, 1,87 m de largura, 1,57 m de altura e distância entre-eixos de 2,70 m (um T-Cross mede 2,65 m, para efeito de comparação). Noutros mercados, onde existe como Omoda O4, ele tem cerca de 380 litros de capacidade do porta-malas, além de uma variante 100% elétrica, que não é cotada para estrear no Brasil num primeiro momento. Omoda 4 – Foto: divulgação Primeiro, híbrido Falando em motorização, o Omoda 4 que devemos conhecer será, de início, híbrido convencional (HEV), num pacote bastante similar ao do Jaecoo 5 que estreou por aqui recentemente. Ele une motor 1.5 turbo sob o capô (que, dependendo do desenvolvimento, pode até nascer flex), com potência na casa dos 135 cv e torque de 20,4 mkgf, aliado a um motor elétrico dianteiro, de outros pouco mais de 200 cv e 31 mkgf. No pacote ainda há uma pequena bateria de tração, com cerca de 1,8 kWh de capacidade, e o conjunto deve render números não muito diferentes dos 224 cv de potência com 30,1 mkgf de torque do Jaecoo 5. Na ocasião da sua apresentação inicial, no começo do ano na China, o Omoda 4 em versão a combustão não foi descartado pelos executivos do Grupo Chery, principalmente para abastecer mercados de exportação, e conseguir um preço básico mais acessível. Além disso, há a variante totalmente elétrica, com seus 218 cv de potência, 28 mkgf de torque e autonomia superior a 550 km (ciclo NEDC chinês). Em todas elas, é comum o refinamento das suspensões independentes nas quatro rodas, com eixo traseiro multilink, bem como todos os freios a disco. Bem recheado Dentre os equipamentos, embora seja um SUV de entrada, o Omoda 4 pode trazer rodas aro 18, tampa do porta-malas elétrica, teto-solar panorâmico, bancos dianteiros com ajustes elétricos e ventilação, iluminação ambiente em LED, iluminação full-LED, pacote ADAS bem servido (até 18 funções), multimídia de 13,2 pol. com conexões sem fio, carregador sem fio de 50 Watts, comandos de voz inteligentes com IA, entre outros luxos. Esses itens, claro, fazem parte do pacote mais completo oferecido mundo afora, mas é possível que ele chegue mais simples por aqui, para conseguir um preço mais atraente. Omoda 4 – Foto: divulgação Pode incomodar compactos Falando nisso, a grande expectativa é ter o Omoda 4 no mercado brasileiro em 2027 por cifras ao redor dos R$ 150 mil, como uma das opções híbridas mais baratas do mercado, peitando o BYD Atto 2, Leapmotor B10 REEV e afins. Além disso, claro, ele tende a cutucar SUVs compactos queridinhos, com VW T-Cross, Hyundai Creta, Chevrolet Tracker, e até mesmo versões mais caras de Fiat Pulse, VW Tera e Renault Kardian, dependendo. Omoda 4 – Foto: divulgação O post Omoda 4 já está no Brasil, e poderá ser híbrido abaixo dos R$ 150 mil apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  12. A Jaecoo responderá rápido às críticas feitas ao quadro de instrumentos do Jaecoo 5 durante o seu lançamento. De acordo com o jornalista Renato Maia, do canal Falando de Carro, um segundo lote do SUV compacto chegará ainda em 2026 com uma substituição do equipamento. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Lançado no final de setembro, o Jaecoo 5 causou polêmica pelo seu simplório quadro de instrumentos, que causou frustração em possíveis clientes do modelo, como apurado por QUATRO RODAS. No lugar de uma tela, há apenas um display de led de sete segmentos, ou seja, que tem o formato de “8” e acende apenas as partes necessárias para mostrar as informações. <span class="hidden">–</span>Jaecoo/Divulgação Continua após a publicidade Porém, o modelo terá um segundo lote importado ao Brasil ainda em 2026 já com uma nova tela, mais moderna e completa, seguindo outros modelos do mercado. A nova tela deverá ser a mesma presente na versão elétrica do Jaecoo 5 e em outros veículos do grupo, como Omoda 7, Jaecoo 7 e até mesmo o recém-apresentado Omoda 4. O Jaecoo 5 chegou ao Brasil em duas versões diferentes, com preços promocionais entre R$ 154.990 e R$ 179.990 – após o período de lançamento, os preços subirão para R$ 159.990 e R$ 184.990. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo A mecânica combina o motor 1.5 turbo de 135 cv e 20,4 kgfm de torque com um elétrico de 204 cv e 31,6 kgfm de torque. A entrega conjunta dos dois motores é de 224 cv e 30,1 kgfm de torque, o que faz do Jaecoo 5 o SUV compacto mais potente do mercado. O 0 a 100 km/h é feito em 7,9 segundos. O câmbio é automático do tipo DHT. Continua após a publicidade Jaecoo 5Jaecoo/Divulgação Entre os itens de série, a versão Comfort tem seis airbags, freio de estacionamento eletrônico, chave presencial, sensor de chuva, rodas de liga leve de 18″ e faróis automáticos. Continua após a publicidade A versão mais cara, Prestige, adiciona câmera 360°, multimídia de 13,2 polegadas, teto panorâmico, faróis full led, sistema de som Sony, carregador de celulares por indução, bancos dianteiros elétricos e ventilados e assistências à condução (ADAS). Publicidade View the full article
  13. O novo Denza B3 será o primeiro SUV elétrico da marca premium da BYD no Brasil e já está no país com seu visual definitivo. O SUV elétrico foi flagrado pela página @autorodmotors. A aparição confirma a estreia nas concessionárias nacionais ainda em 2026, posicionando o modelo na faixa dos R$ 350.000 para ampliar a linha abaixo do Denza B5. No mercado de origem, o modelo integra a divisão Fangchengbao sob o nome Tai 3. Para a estreia nacional, a marca adotou o emblema Denza para formar família com o B5, vendido na China como Leopard 5. Este é um movimento para distanciar os veículos de maior valor da linha comum da BYD e encarar marcas premium tradicionais, mas com nomenclatura mais ocidental. <span class="hidden">–</span>@‌autorodmotors/Quatro Rodas Por que o BYD Denza B3 não terá motor a combustão no Brasil? O BYD Denza B3 chega ao mercado brasileiro exclusivamente elétrico (BEV), sem opções a combustão ou configurações híbridas. A estratégia foca no consumidor do segmento premium que já migrou para a eletrificação total e busca alto rendimento e alguma vocação no off-road. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>@‌autorodmotors/Quatro Rodas A versão escolhida para inaugurar a linha nacional é a topo de linha, equipada com tração integral garantida por motores elétricos que somam 510 cv e 52 kgfm de torque. Pelos dados oficiais da fabricante chinesa, o B2 pode acelerar de 0 a 100 km/h em 4,6 s. Continua após a publicidade Essa entrega de força ajuda a compensar o peso elevado do conjunto de baterias, já que o SUV passa de 1.900 kg. A potência abundante tenta assegurar agilidade, enquanto o gerenciamento eletrônico distribui a atuação da tração entre os eixos dianteiro e traseiro. Como funciona a recarga de 1.000 kW do BYD Denza B3? O BYD Denza B3 utiliza uma arquitetura elétrica de alta tensão compatível com recarga ultrarrápida do tipo flash charging de até 1.000 kW. O sistema foi desenvolvido para a nova rede própria de eletropostos da BYD, permitindo recuperar grande parte da carga em paradas rodoviárias curtas. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Denza O conjunto armazena 75 kWh nas baterias Blade, de química LFP. A capacidade combinada à alta taxa de transferência de corrente promete tempos de espera reduzidos nos pontos de recarga rápida, minimizando a perda de tempo em viagens longas, hoje o principal entrave para compradores de veículos elétricos. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Arthur Hamu/Quatro Rodas O que o BYD Denza B3 trará de equipamentos? A cabine do BYD Denza B3 oferece central multimídia de 15,6 polegadas, head-up display projetado no para-brisa, sistema de som assinado pela Devialet e geladeira integrada ao console. Há ainda carregador de celular por indução de 50 W e acabamento com filetes de iluminação em led. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A unidade flagrada em testes exibe um ressalto na extremidade dianteira do teto para o sensor LiDAR. A peça alimenta o sistema de condução semiautônoma God’s Eye, recurso que pode chegar ao Brasil com funções limitadas durante a fase inicial por depender de mapeamento digital das vias locais. A carroceria tem 4,60 m de comprimento, 1,90 m de largura e 2,74 m de entre-eixos. A base dedicada para elétricos dispensa o cardã sob o assoalho, eliminando o túnel central e ampliando o vão para as pernas no banco traseiro. O modelo tentará repetir o bom ritmo de vendas do B5, que parte de R$ 405.000. Publicidade View the full article
  14. MEGA PACOTE DE ESQUEMAS AUTOMOTIVOS - Simplo para Celular - Ciclo Engenharia - Diagramas de carros - Diagramas de caminhao - Diagrama de barco - Diagramas de motos - Super Brindes - Arquivos da simplotech - Dr i.e - Dicatec E muito mais Diagramas elétricos Diagramas mecanicos Correias de comando Linha diesel, gasolina e etanol Sistema Elétrico; Sistema de Arrefecimento; Sistema de Freio; Sistema de Rodagem; Sistemas de Injeção; Sistema de Ignição; Sistema de Transmissão; Sistema de Suspensão, Tudo sobre manutenção automotiva cursos de Ar condicionado Mecanica Eletrica automotiva Diagnostico avançados Sensores e atuadores Esquema eletrico Modulos Imobilizador Volvo / Scania / Iveco Volkswagen e Volkswagen diesel Suzuki / Jeep renault / citroen / peugeot Mitsubishi / Toyota / Nissan Mercedes Benz Kia / Hyundai / Honda Chevrolet Ford e Ford Diesel Linha Leve e Pesada
  15. O Hyundai Bayon 2027 está a caminho do Brasil para disputar mercado com Volkswagen Tera, Fiat Pulse, Renault Kardian e Chevrolet Sonic. Apresentado mundialmente em 12 de outubro, durante o Salão do Automóvel de Paris, o SUV compacto tem estreia nacional esperada para 2027, possivelmente no primeiro semestre. Unidades camufladas do modelo já foram flagradas em testes no país, conforme registros divulgados pelo perfil @placaverde, no Instagram. Leia mais: Hyundai HB20: o que esperar para o futuro do hatch no Brasil? Na gama da Hyundai, a novidade deverá ficar abaixo do Creta, ampliando a presença da fabricante sul-coreana entre os SUVs de entrada. Embora a estreia brasileira esteja prevista para o próximo ano, ainda não há confirmação de preços, versões ou motorizações para o mercado nacional. Na Europa, o Bayon será oferecido com motores turbo a gasolina e, posteriormente, uma configuração híbrida. Aqui no Brasil, a grande aposta vai para o motor 1.0 turboflex de três cilindros com injeção direta, que hoje rende 115 cv de potência com 17,5 mkgf de torque, e vem acoplado ao câmbio automático de seis marchas. Hyundai Bayon 2027 – Foto: divulgação Hyundai Bayon 2027 tem porte de SUV compacto Com 4,24 metros de comprimento, 1,81 m de largura e 2,60 m de entre-eixos, o Hyundai Bayon 2027 tem dimensões próximas às de outros SUVs compactos vendidos no Brasil. Sua altura varia entre 1,55 m e 1,57 m, dependendo da configuração. O porta-malas comporta 440 litros nas versões exclusivamente a combustão, capacidade que supera a de alguns concorrentes diretos. Portanto, ele será maior do que os principais rivais, que rondam os 4,10 ou 4,15 m de comprimento com distância entre-eixos ao redor dos 2,50 m ou 2,55 m, e porta-malas quase sempre na casa dos 350 litros. Hyundai Bayon 2027 – Foto: divulgação O visual segue a identidade de design denominada Arte do Aço, adotando superfícies angulosas, vincos destacados e elementos de aparência robusta. Na frente, uma faixa horizontal de iluminação acompanha os faróis principais de LED, instalados em posição mais baixa. O para-choque também recebe detalhes que procuram reforçar a identidade de SUV. Hyundai Bayon 2027 – Foto: divulgação O perfil lateral traz caixas de rodas com molduras escuras, colunas com acabamento preto, barras longitudinais no teto e rodas de liga leve que podem chegar a 18 polegadas. Atrás, as lanternas horizontais acompanham o formato da carroceria, enquanto o para-choque tem desenho anguloso. A gama internacional prevê pinturas foscas e combinações de carroceria com teto preto. Hyundai Bayon 2027 – Foto: divulgação Cabine aposta em tecnologia e espaço interno Por dentro, o novo Bayon utiliza um painel de linhas horizontais, com destaque para o conjunto de duas telas de 12,3 polegadas. Uma funciona como quadro de instrumentos digital, enquanto a outra concentra os recursos da central multimídia. Dependendo da versão, ambas ficam reunidas sob uma superfície curva. Entre os equipamentos disponíveis no mercado europeu estão Android Auto e Apple CarPlay sem fio, carregamento de celular por indução, entradas USB-C e sistema de áudio Bose com oito alto-falantes. O SUV também pode receber a tecnologia Digital Key 2, que permite utilizar smartphones e relógios inteligentes compatíveis como chave do veículo. A lista de conforto inclui ar-condicionado digital de duas zonas, bancos dianteiros aquecidos e ventilados, iluminação ambiente e teto solar panorâmico com abertura elétrica. Para quem viaja atrás, estão previstos encostos reclináveis, saídas próprias de ventilação, apoio de braço central e até aquecimento dos bancos, conforme a configuração. Na segurança, o Hyundai Bayon 2027 poderá oferecer controle de cruzeiro adaptativo, frenagem automática de emergência, monitoramento de pontos cegos, assistente de permanência em faixa e câmeras com visão de 360 graus. Hyundai Bayon 2027 – Foto: divulgação Quais serão os motores do Hyundai Bayon 2027? A linha europeia terá duas opções de potência para o motor 1.0 turbo de três cilindros, com injeção direta de gasolina. A configuração de entrada desenvolve 90 cv, enquanto a mais potente entrega 115 cv. Ambas podem utilizar câmbio manual de seis marchas ou transmissão automatizada de dupla embreagem com sete velocidades. Dependendo da combinação mecânica, o SUV alcança velocidades máximas entre 167 e 180 km/h, com aceleração de 0 a 100 km/h realizada em 10,8 a 14,1 segundos. Hyundai Bayon 2027 – Foto: divulgação Outra novidade será a motorização híbrida convencional, prevista para integrar a linha durante 2027. Ela combina um motor 1.6 GDI a gasolina com uma unidade elétrica, entregando 138 cv de potência conjunta. Nesse caso, a transmissão será automatizada de dupla embreagem e seis marchas. Os números de desempenho dessa configuração ainda não foram divulgados. Para o Brasil, uma das possibilidades é a adoção do motor 1.0 turboflex já utilizado pela Hyundai em outros modelos nacionais. Esse conjunto entrega 115 cv com gasolina ou etanol e torque de 17,5 kgfm, trabalhando com transmissão automática de seis marchas. Entretanto, a fabricante ainda não confirmou a escolha para o Bayon brasileiro. Hyundai Bayon N Line terá visual esportivo Hyundai Bayon 2027 – Foto: divulgação Além das configurações tradicionais, o SUV contará com uma versão N Line, destinada a quem procura acabamento de aparência mais esportiva. As modificações incluem para-choques exclusivos, detalhes externos em preto brilhante, rodas de liga leve de 18 polegadas com desenho específico e difusor traseiro com duas saídas de escapamento integradas. Na cabine, a versão utiliza bancos com revestimento próprio, combinando tecido e camurça, além de acabamentos diferenciados. A proposta é oferecer uma identidade visual mais esportiva, sem necessariamente representar uma mudança na motorização. Quando chega ao Brasil? Hyundai Bayon 2027 – Foto: divulgação O lançamento do Hyundai Bayon no Brasil é esperado para 2027, com possibilidade de ocorrer ainda durante o primeiro semestre. Os flagras de unidades camufladas indicam que o SUV já passa por avaliações em território nacional. Enquanto os modelos destinados à Europa serão produzidos na Turquia, a expectativa é de fabricação nacional na unidade de Piracicaba, no interior de São Paulo, onde a Hyundai já faz HB20, I20 e Creta. Também permanecem indefinidos os preços e a quantidade de versões para o Brasil. O post Hyundai Bayon 2027: anti-Tera e Pulse já roda em testes no Brasil apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  16. Entenda como funcionam os sistemas avançados de assistência ao motorista, evite alertas falsos no painel e saiba o que exigir na hora de comprar um seminovo ou fazer a manutençãoView the full article
  17. O lançamento do Omoda 4 no mercado brasileiro sofreu um revés e agora está previsto não para os primeiros meses do próximo ano, mas apenas para o segundo semestre de 2027. O atraso ocorre em meio à indefinição sobre a produção nacional do veículo, o que envolveria a compra da fábrica da Jaguar Land Rover em Itatiaia (RJ), ainda dependente de negociações com o governo local. Com a importação confirmada para a estreia, o SUV chegará mais refinado e caro do que o planejado originalmente. Sem uma fábrica local para garantir o volume de vendas esperado, conjunto híbrido com motor 1.0 turbo ficará para um segundo momento. A tendência é que o O4 seja lançado com o mesmo conjunto híbrido pleno do irmão mais caro, o Omoda 5. Unidades de teste camufladas já rodam pelas rodovias brasileiras para adaptar a calibração do conjunto às condições e ao combustível brasileiros. <span class="hidden">–</span>@gaboveb/Reprodução A mudança de rota afeta diretamente o posicionamento da novidade no Brasil. A expectativa inicial era de um modelo na faixa dos R$ 130.000 para brigar com VW Tera, Renault Kardian e Fiat Pulse. Agora, a estratégia mecânica superior deve elevar os preços para a faixa de R$ 140.000 a R$ 150.000. <span class="hidden">–</span>@gaboveb/Reprodução Continua após a publicidade Qual é a motorização e o consumo do novo Omoda 4? O SUV compacto foi apresentado no Salão de Paris, na última semana, com motorização híbrida plena formada por um quatro cilindros 1.5 turbo de 143 cv e dois motores elétricos. O sistema entrega potência combinada de 224 cv e 30 kgfm, acoplado a uma transmissão de marcha única. Segundo a fabricante, o consumo atinge 19 km/l na Europa. A expectativa é que o motor 1.5 já seja flex no lançamento. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo Uma pequena bateria de 1,83 kWh trabalha para recuperar a energia de frenagens e desacelerações do utilitário. Isso permite que o modelo rode trechos curtos no trânsito ou arranque movido apenas a eletricidade, sem depender de recarga externa na tomada. A autonomia com o tanque cheio pode chegar a 900 km. Continua após a publicidade Quilometragem de carro usado: como ver o histórico no Detran-SP Como o espaço interno do Omoda 4 supera o próprio Omoda 5? O projeto do Omoda 4 utiliza a plataforma T1X e entrega 2,70 m de entre-eixos, superando em 9 cm a medida do Omoda 5. Além disso, o porta-malas acomoda 400 litros. Na prática, trata-se de um veículo com porte de SUV médio que será posicionado no segmento de entrada. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo Continua após a publicidade As dimensões gerais também favorecem a habitabilidade da cabine, com 4,42 m de comprimento, 1,86 m de largura e 1,57 m de altura. Para se ter uma ideia da vantagem estratégica frente aos concorrentes nacionais já estabelecidos, o utilitário chinês supera o entre-eixos de um Volkswagen T-Cross em exatos 5 cm. Design ousado é arma do SUV chinês <span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo O habitáculo traz botão de partida escondido sob uma capa protetora vermelha, recurso herdado da aviação de combate e popularizado por esportivos da Lamborghini. Por fora, as linhas geométricas da dianteira e os recortes da grade remetem sutilmente ao visual do superesportivo Urus. Continua após a publicidade A iluminação externa aposta em faróis afilados em led na dianteira e lanternas traseiras formadas por um padrão em zig-zag luminoso, seguindo a identidade visual que será vista nas ruas com o futuro Omoda 7. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo O minimalismo dita o tom do interior, que elimina botões físicos e centraliza as funções em duas telas horizontais. O motorista tem um quadro de instrumentos de 8,8 polegadas, enquanto a central multimídia de 13,2 polegadas agrupa comandos de climatização, inteligência artificial e entretenimento. Continua após a publicidade Para melhorar o aproveitamento do console central, a alavanca de câmbio foi deslocada para a coluna de direção. Ainda não há confirmação se equipamentos de conforto, como o teto solar panorâmico e o pacote completo de assistência à condução (ADAS), estarão presentes em todas as versões vendidas por aqui. Com informações de Renan Rodrigues Omoda 4 DivulgaçãoOmoda & JaecooOmoda 4 DivulgaçãoOmoda & JaecooOmoda 4 DivulgaçãoOmoda & JaecooOmoda 4 DivulgaçãoOmoda & JaecooOmoda 4 DivulgaçãoOmoda & JaecooOmoda 4 DivulgaçãoOmoda & JaecooOmoda 4 DivulgaçãoOmoda & JaecooOmoda 4 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-012-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-006-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-016-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-007-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-009-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-011-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-003-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-015-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-017-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-008-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-013-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-001-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-001-20260917071320-1600x1067 (1) DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-010-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecoo Quando o Omoda 4 será lançado no Brasil? A estreia do SUV compacto no mercado brasileiro está prevista para acontecer entre os meses de julho e agosto de 2027. Qual é o preço estimado do Omoda 4? Devido à necessidade de importação inicial com um conjunto mecânico mais potente, estima-se que o modelo chegue com valores entre R$ 140.000 e R$ 150.000. O Omoda 4 é maior que o Omoda 5? Sim, na distância do entre-eixos. O Omoda 4 possui 2,70 m de entre-eixos, entregando uma vantagem de 9 cm em relação ao Omoda 5, o que garante mais espaço interno para as pernas dos ocupantes traseiros. Publicidade View the full article
  18. Carros híbridos plenos (HEV) costumam ter baterias pequenas, com algo entre 0,8 kWh e 2 kWh. Mas o Grupo Chery, por meio da Omoda, aposta em uma bateria maior e ainda capaz de se autorecarregar sem tomada, para aumentar ainda mais a autonomia. O novo conjunto mecânico estreará em uma nova versão do Omoda 7 que será lançada no Brasil em 2027. Previsto para estrear em 2027, o Omoda 7 SHS-H é um híbrido pleno (HEV) com bateria de 5 kWh de capacidade, mais que o dobro dos 1,83 kWh que equipa o irmão menor Omoda 5 HEV. Se este é capaz de rodar quase 1.200 km sem reabastecer, o Omoda 7 HEV poderia ter seu alcance elevado até os 1.500 km. Como a bateria de 5 kWh altera o desempenho do Omoda 7 SHS-H? <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas O grande segredo técnico do Omoda 7 SHS-H reside justamente nos 5 kWh disponíveis para o motor elétrico. É uma capacidade equivalente àquela disponível para o Mercedes-AMG C 63 S E Performance, um híbrido plug-in (PHEV) com bateria de 6,1 kWh (com cerca de 4,84 kWh utilizáveis). A engenharia da Chery teria encontrado meios de tornar a regeneração do seu conjunto eficiente a ponto de dispensar a recarga externa. Quanto custa a bateria de um carro híbrido e quando deve ser trocada? Continua após a publicidade Esse ganho de capacidade permite que o SUV rode em modo elétrico por distâncias muito superiores aos convencionais um ou dois quilômetros comuns a outros HEV – como o próprio Omoda 5. Com isso, o motor a combustão pode atuar ainda mais tempo como gerador de eletricidade em uma faixa de operação com consumo otimizado. A redução no peso, por conta da bateria menor, também contribui para um melhor consumo. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Até o momento a Omoda não divulgou detalhes sobre os motores. No Omoda 5 HEV combina-se um 1.5 turbo com injeção direta e 135 cv a um motor elétrico de 204 cv, com entrega combinada de 224 cv. Com mais energia disponível, é possível que o motor elétrico atue por mais tempo em conjunto com o motor a combustão, elevando a potência combinada. Para efeito de comparação, hoje o Omoda 7 é vendido no Brasil na versão SHS-P, com com conjunto híbrido plug-in alimentado por uma bateria de 18,4 kWh (13,4 kWh extras) e consegue entregar até 279 cv com a mesma combinação de motores 1.5 turbo de 135 cv e elétrico de 204 cv, mas com câmbio DHT de três marchas (o Omoda 5 HEV tem apenas uma marcha). Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas O Omoda 7 SHS-H custará menos que os atuais R$ 254.990 cobrados pela versão Luxury. Ou seja, há potencial para que a nova configuração estreie no Brasil numa faixa de preço entre os R$ 199.990 do GWM Haval H6 HEV One e os R$ R$ 225.000 do H6 HEV2. Publicidade View the full article
  19. O Grupo Chery confirmou a estreia da Lepas no Brasil no segundo semestre de 2027. Com uma proposta mais refinada de equipamentos e acabamento, a Lepas será posicionada um degrau acima da Omoda e da Jaecoo, atuando de forma paralela à Icaur. Uma diferença importante é que todos os seus carros serão híbridos flex. A marca tem três SUVs híbridos flex previstos para o Brasil: os L4, L6 e L8. Os três veículos serão importados sempre com motorização híbrida plug-in (PHEV) e tecnologia flex, permitindo o uso de etanol ou gasolina. Quanto custa a bateria de um carro híbrido e quando deve ser trocada? Apesar da definição da gama de produtos, a ordem de chegada dos carros ao longo do segundo semestre de 2027 ainda não está cravada. A empresa ainda tem pela frente o desafio de posicionar cada modelo em meio às suas quatro marcas, sendo que o conjunto mecânico será praticamente o mesmo. Conheça cada um dos três modelos a seguir. Como é o Lepas L8? Lepas L8Lepas/Divulgação Continua após a publicidade O utilitário topo de linha da Lepas é baseado no Chery Tiggo 9, recém lançado no Brasil, mas encurtado em 13 cm, para 4,69 metros. Isso porque só tem capacidade para cinco passageiros, mas ainda preserva os 2,80 m de distância entre-eixos. O maior refinamento é sugerido pela central multimídia de 13,2 polegadas com tela vertical e um quadro de instrumentos digital de 10,2 polegadas. O pacote de segurança embarcada traz assistentes ADAS, bancos com massagem e sete airbags. Lepas L8Lepas/Divulgação Continua após a publicidade Seu conjunto mecânico, é bastante conhecido. Assim como o Jaecoo 7 e o Omoda 7, terá um motor 1.5 turbo de 135 cv e 22,4 kgfm, que neste caso será flex desde o lançamento, combinado a um motor elétricao de 204 cv. Juntos, entregam 279 cv e 37,2 kgfm. A bateria também é a mesma, com 18,4 kWh, a autonomia elétrica ficaria ao redor dos 80 km. Como é o Lepas L6? Lepas L6Lepas/Divulgação O SUV intermediário L6 mede 4,55 m de comprimento e 2,70 m de entre-eixos, tendo um porte pouco maior que os de Jaecoo 7 e Chery Tiggo 7 Pro. Ele será posicionado logo abaixo do L8 e deve ocupar uma faixa de preço imediatamente acima a do Jaecoo 7, que varia entre R$ 189.990 e 256.990. Continua após a publicidade Lepas L6Lepas/Divulgação Nos mercados onde já atua, o Lepas L6 está disponível em versão elétrica, com motor de 242 cv e 28 kgfm, com autonomia declarada de 450 km no ciclo WLTP graças à bateria de 67,1 kWh. Mas também existe a versão PHEV, que usa exatamente o mesmo conjunto do Lepas L8. Continua após a publicidade Como é o Lepas L4? <span class="hidden">–</span>Lepas/Divulgação O modelo de entrada tem 4,40 m e os mesmos 2,70 m do L6, mas será posicionado como compacto. O catálogo internacional do L4 oferece desde o simples motor 1.5 aspirado de 109 cv com câmbio manual de cinco marchas até variantes elétricas com 218 cv e opções de baterias de 61,1 kWh ou 67,1 kWh. No Brasil, ainda poderia usar o mesmo conjunto 1.5 turbo HEV presente no Omoda 5 e que está previsto para chegar ao Omoda 7 em 2027. Continua após a publicidade Lepas L4 EVLepas/Divulgação Quando a Lepas começará a vender carros no Brasil? A estreia da operação comercial da marca no território nacional está confirmada para o segundo semestre de 2027. Quais são os modelos confirmados para o país? A fabricante trará a família de SUVs formada por L4, L6 e L8, todos com motorização híbrida plug-in (PHEV) e sistema flex. Qual é a relação de mercado da Lepas com a Caoa Chery? A Lepas é uma marca pertencente ao Chery International Group, operando em estrutura focada no segmento premium, atuando acima da Omoda Jaecoo e em paralelo com a iCaur. A operação delas não tem qualquer relação com a Caoa, que representa e monta apenas carros da marca Chery no Brasil. Publicidade View the full article
  20. Fabricante estreou a gama de motores Super de 11 litros no Brasil dando origem a novos modelos pesados e semipesadosView the full article
  21. A quick car sound-deadening test! Can you hear the difference? Drop your thoughts in the comments! #Nakamichi #CarAudio #SoundDeadening #CarSoundproofing #realworldtestView the full article
  22. Aroma dos veículos zero-quilômetro é definido por especialistas treinados para cheirar as peçasView the full article
  23. If you got an email from me lately, it's legit. CEoutlook has teamed up with ME Magazine to spotlight this year's award honorees, from the Top 50 Retailers and Top 50 Installers to the Top 20 Sales Professionals, Top 10 Trusted Techs, and Top 5 Rookies. We sent each of them a few questions, and...View the full article
  24. A Jeep deu detalhes dos seus próximos passos para a Europa, que incluem dois novos SUVs compactos e um médio-grande. A lista engloba a chegada da nova geração do Renegade, além de um modelo inédito para a região e o possível retorno da marca Willys. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Segundo a marca, a meta é explorar diversas opções de motorização, necessidades e preferências para seus consumidores durante os próximos anos. Um exemplo disso é que ela promete configurações 4×4 em toda a linha, assim como eletrificação. Com isso, a Jeep tem como objetivo expandir seu portfólio local para até seis modelos e ter uma gama que cubra 90% do mercado europeu. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Stellantis Continua após a publicidade Novo Jeep Renegade Em 2030, o Velho Continente terá a próxima geração do Jeep Renegade, marcando o retorno do SUV compacto à região – ele saiu de linha oficialmente na Europa em novembro de 2025, apesar de aparecer ainda em alguns sites, como no configurador da marca na França. Continua após a publicidade A próxima geração tem como objetivo reforçar a posição da marca em um dos principais segmentos de SUVs da Europa e apresentar a Jeep a um público mais amplo. Desde o seu lançamento em 2014, mais de 610.000 unidades de Renegade foram comercializadas naquele continente. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep Novos carros para a Europa Continua após a publicidade A Jeep promete ainda que retornará ao segmento D-SUV na Europa com um novo modelo médio-grande, cujo lançamento está previsto para 2028. Por fim, apresentou um teaser provocativo de um Willys (foto de destaque), o que remete a um possível retorno do nome. Na imagem está a silhueta da sombra de um carro sobre a caixa, que aparece escrito “Not fragile” ou não frágil. O executivo da marca não confirmou o lançamento do modelo, mas indica o estudo de um modelo compacto e eletrificado. Também não se tem mais detalhes sobre o nome Willys, se pode rebatizar um novo modelo ou uma linha completa. Continua após a publicidade “Estamos confirmando nosso plano para 2030, baseado em veículos compactos, eletrificados e capazes, inspirados no icônico DNA da Jeep, como o Renegade, enquanto continuamos a oferecer aos nossos clientes a liberdade de ir aonde a vida os levar”, disse Xavier Peugeot, diretor da Jeep na Europa. Publicidade View the full article
  25. Pneus desgastados, faróis quebrados e trincas no para-brisa podem chamar a atenção durante uma fiscalização na estrada. Mas quais problemas são considerados infrações e o que a legislação prevê para cada caso? O que significa ter o carro retido? Na retenção, o veículo fica parado até que a irregularidade seja corrigida. Quando não é possível resolver o problema no local e o carro oferece condições de segurança para circular, ele pode ser entregue a um condutor habilitado, com o Certificado de Licenciamento Anual recolhido e prazo de até 30 dias para a regularização, conforme o artigo 270 do CTB. Quais defeitos levam à retenção? O artigo 230 do CTB prevê retenção para quem circula sem equipamento obrigatório ou com ele ineficiente ou inoperante (inciso IX), com equipamento em desacordo com as regras do Contran (inciso X) ou em mau estado de conservação que comprometa a segurança (inciso XVIII). Os três enquadramentos são infrações graves, com multa de R$ 195,23 e 5 pontos na CNH. Defeitos no sistema de iluminação ou sinalização e lâmpadas queimadas são tratados separadamente pelo inciso XXII do artigo 230. A infração é média, com multa de R$ 130,16 e quatro pontos na CNH, sem previsão específica de retenção nesse inciso. O enquadramento, porém, depende da irregularidade constatada: se o problema também caracterizar outra infração prevista no CTB, a medida administrativa poderá ser diferente. Continua após a publicidade Quando o pneu é considerado careca? A Resolução Contran nº 913/2022 proíbe circular com pneus cujo desgaste tenha atingido os indicadores ou cuja profundidade remanescente da banda seja inferior a 1,6 mm. Nesses casos, a infração pode ser enquadrada como mau estado de conservação, com retenção do veículo. Quais danos no para-brisa são proibidos? A Resolução Contran nº 960/2022 proíbe trincas e fraturas circulares na área crítica de visão do motorista, que nos carros é a metade esquerda da região varrida pelos limpadores, e numa faixa de 2,5 cm junto às bordas. Fora dessas regiões, são admitidos até dois danos: trinca de até 10 cm e fratura circular de até 4 cm. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Quando o veículo pode ser removido ao pátio? A remoção pode ocorrer quando a infração prevê essa medida, como o licenciamento vencido e as placas sem condições de legibilidade. Ambas são infrações gravíssimas previstas no artigo 230 do CTB. Em caso de retenção, o veículo também pode ser removido se não houver condutor habilitado no local ou se não tiver condições de seguir em segurança. Nas infrações com remoção, o CTB permite liberar o veículo seguro a condutor habilitado, com prazo de até 15 dias para a regularização. Essa liberação não se aplica ao veículo com licenciamento vencido. Continua após a publicidade Em 15 de outubro de 2026, um Chevrolet Corsa fiscalizado pela PRF na BR-153, em Hidrolândia (GO), tinha pneus carecas, para-brisa e faróis quebrados, iluminação inoperante, placas ilegíveis e licenciamento vencido desde 2023. A carretinha que ele puxava também estava com pneus carecas. O carro e a carretinha foram removidos ao pátio. No depósito, a liberação depende da regularização das pendências, incluindo o reparo dos equipamentos obrigatórios com defeito, e do pagamento das despesas de remoção e estada e dos demais débitos exigíveis. Como conferir o carro antes de viajar? O CTB determina que o condutor verifique os equipamentos obrigatórios antes de circular. Continua após a publicidade Pneus: procure o indicador de desgaste (TWI), um pequeno ressalto no fundo dos sulcos da banda de rodagem. Se a superfície do pneu estiver na mesma altura do indicador, é hora de trocá-lo; Código DOT: confira a marcação na lateral do pneu, que indica a semana e o ano de fabricação; Iluminação: teste faróis, lanternas, setas, luz de freio e luz de ré; Para-brisa: verifique se há trincas ou outros danos; Placas: confira se estão legíveis. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Continua após a publicidade Quanto custa a bateria de um carro híbrido e quando deve ser trocada? Publicidade View the full article
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