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[4r]Porsche venderá menos carros de propósito para focar em lucro e modelos exclusivos
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
A Porsche mudará sua estratégia comercial nos próximos anos. Em vez de buscar volumes de vendas cada vez maiores, a fabricante alemã focará em modelos mais exclusivos e na personalização para aumentar o lucro por carro vendido. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A estratégia, batizada de “Sportwagenschmiede ’35”, mantém como princípio o “Value over Volume”, ou valor acima do volume. A Porsche quer reduzir sua dependência da quantidade de carros vendidos e fazer com que a receita cresça mais do que as vendas, enquanto o lucro avance em ritmo ainda maior. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Para que a conta feche, a fabricante pretende reduzir seu ponto de equilíbrio para menos de 200.000 unidades. Assim, a Porsche poderá operar com rentabilidade mesmo se vender menos veículos, apoiada por um portfólio de alto valor agregado. A marca também estima elevar o preço médio de seus modelos topo de linha em cerca de 20% a médio prazo. A personalização será a chave dessa estratégia: a ideia é ampliar a oferta de opcionais e multiplicar por seis as vendas do Sonderwunsch, programa voltado para veículos feitos sob medida. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Theon Design/Divulgação O catálogo sofrerá cortes, mas ficará mais rentável. A participação de modelos dos segmentos D e E deve crescer 45%, enquanto o número de versões oferecidas cairá aproximadamente 20%. Com uma gama mais enxuta, a expectativa é que o volume de vendas de cada configuração aumente 30%. Entre os planos de expansão, a Porsche prepara uma plataforma para um futuro superesportivo com motor central, posicionado acima do 911. A fabricante também estuda um inédito SUV do segmento D acima do Cayenne [ALERTA: checar informação], com a promessa de lançar pelo menos um novo produto de impacto por ano até 2030. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Porsche A ofensiva ainda inclui os novos 718 Boxster e Cayman elétricos, previstos para 2028, além de um novo SUV do segmento B [ALERTA: checar informação] com opções de motores a combustão e híbrido plug-in. A tática de vender produtos mais caros e posicionados em nichos de alta margem é o que garantirá o crescimento da marca na próxima década. Continua após a publicidade No médio prazo, a fabricante projeta uma margem operacional entre 10% e 15%, com a meta de estabilizar os 15% no longo prazo. Já para a divisão automotiva, o objetivo é alcançar uma margem de fluxo de caixa líquido de 12%. Publicidade View the full article -
[FullPower]VW Taos Comfortline 2026 ou T-Cross Highline: qual vale mais a pena?
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower O VW Taos Comfortline 2026 custa R$ 200 mil, enquanto o T-Cross Highline, versão topo de linha do SUV compacto da marca alemã, parte de R$ 186.290, chegando aos R$ 199.130 com opcionais, mas sem pintura metálica. Apesar de pertencerem a categorias diferentes, os dois modelos podem acabar custando praticamente o mesmo, criando uma dúvida para quem procura um Volkswagen nessa faixa de preço: vale mais levar um SUV médio de entrada ou um compacto completo? Leia mais: Fiat Titano agrada, mas é ultrapassada comparada aos concorrentes VW Taos Comfortline 2026 – Foto: Lucca Mendonça VW T-Cross Highline 2026 – Foto: Lucca Mendonça O Taos 2026 chegou às concessionárias brasileiras no final de janeiro, trazendo mudanças no visual dianteiro e traseiro, novidades na cabine e alterações na lista de equipamentos. Além disso, ficou mais barato, com preços de R$ 200 mil na versão Comfortline e R$ 210 mil na Highline. O modelo disputa mercado com Jeep Compass, Toyota Corolla Cross, Caoa-Chery Tiggo 7 e outros SUVs médios. VW Taos Comfortline 2026 – Foto: Lucca Mendonça VW T-Cross Highline 2026 – Foto: Lucca Mendonça Por outro lado, o VW T-Cross Highline oferece praticamente todos os equipamentos disponíveis na linha do SUV compacto, além de dimensões menores e uma carroceria mais leve. Para entender qual deles pode ser a compra mais interessante, vale comparar motorização, desempenho, consumo, espaço interno, porta-malas e equipamentos de série entre os dois modelos. VW Taos Comfortline 2026 e T-Cross Highline: motores e desempenho VW T-Cross Highline 2026 – Foto: Lucca Mendonça VW Taos Comfortline 2026 – Foto: Lucca Mendonça Os dois Volkswagen compartilham o motor 1.4 turboflex de quatro cilindros, com 16 válvulas, duplo comando variável e injeção direta de combustível. Ele entrega 150 cv de potência e 25,5 mkgf de torque, independentemente do combustível utilizado. A tração também é dianteira nos dois modelos, mas há diferenças importantes nas transmissões: enquanto o VW T-Cross Highline utiliza câmbio automático de seis marchas, o VW Taos Comfortline 2026 traz uma transmissão automática de oito velocidades. A adoção dessa caixa no SUV médio está relacionada à necessidade de atender às exigências de eficiência energética estabelecidas pelo Proconve L8. VW T-Cross Highline 2026 – Foto: Lucca Mendonça VW Taos Comfortline 2026 – Foto: Lucca Mendonça Mesmo sendo aproximadamente 150 kg mais pesado que o T-Cross, o VW Taos Comfortline 2026 não fica muito atrás em desempenho. A transmissão com mais marchas e escalonamento diferente ajuda a compensar parte do peso adicional, permitindo números próximos aos do irmão menor. Segundo a Volkswagen, o Taos Comfortline acelera de 0 a 100 km/h em 9 segundos e alcança velocidade máxima de 197 km/h, considerando etanol no tanque. VW T-Cross Highline 2026 – Foto: Lucca Mendonça VW Taos Comfortline 2026 – Foto: Lucca Mendonça Já o T-Cross Highline, que pesa aproximadamente 1.300 kg, completa a mesma prova em 8,6 segundos e chega aos 202 km/h. Portanto, o SUV compacto leva vantagem de apenas 0,4 segundo na aceleração e 5 km/h na velocidade final. Com gasolina, as diferenças de desempenho entre os dois permanecem semelhantes. Qual SUV é mais econômico? VW T-Cross Highline 2026 – Foto: Lucca Mendonça VW Taos Comfortline 2026 – Foto: Lucca Mendonça O menor peso e as dimensões mais contidas também favorecem o T-Cross no consumo de combustível. Ainda assim, a diferença para o VW Taos Comfortline 2026 não chega a ser tão grande. De acordo com os dados do Inmetro, o T-Cross registra médias de 8,1 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada com etanol. O Taos, por sua vez, consegue 7,7 km/l em percurso urbano e 9,3 km/l no rodoviário, utilizando o mesmo combustível. Com gasolina, o SUV compacto alcança 11,7 km/l na cidade e 14,0 km/l na estrada (11,1 km/l e 13,3 km/l no Taos, respectivamente). VW T-Cross Highline 2026 – Foto: Lucca Mendonça VW Taos Comfortline 2026 – Foto: Lucca Mendonça Outra diferença está na capacidade do tanque de combustível. Na linha 2026, o Taos passou a comportar 48 litros, enquanto o T-Cross oferece 49 litros. Apesar de pequena, essa vantagem se soma ao consumo inferior do modelo menor, proporcionando maior autonomia tanto com gasolina quanto com etanol. Na prática, o VW T-Cross Highline consegue rodar um pouco mais antes de precisar reabastecer, característica que pode ser interessante para quem percorre grandes distâncias com frequência. VW T-Cross Highline 2026 – Foto: Lucca Mendonça VW Taos Comfortline 2026 – Foto: Lucca Mendonça Espaço interno e porta-malas: vantagem do Taos Comfortline Se o T-Cross apresenta números ligeiramente melhores em desempenho e consumo, o VW Taos Comfortline 2026 responde com uma carroceria maior e mais espaço para passageiros e bagagens. O SUV médio oferece aproximadamente 24 cm extras no comprimento, 8 cm na largura e 6 cm na altura em relação ao compacto. A distância entre-eixos também é superior em cerca de 3 cm, favorecendo a acomodação dos ocupantes. VW T-Cross Highline 2026 – Foto: Lucca Mendonça VW T-Cross Highline 2026 – Foto: Lucca Mendonça VW T-Cross Highline 2026 – Foto: Lucca Mendonça Embora o T-Cross seja reconhecido pelo bom aproveitamento do espaço interno dentro de sua categoria, o VW Taos Comfortline 2026 oferece uma cabine mais ampla, como seria esperado de um modelo de porte superior. O mesmo acontece com o porta-malas: o compartimento do Taos se aproxima dos 500 litros de capacidade, oferecendo quase 80 litros adicionais em relação ao T-Cross e seus 420 litros. Para quem costuma viajar com a família ou transportar muitas bagagens, essa diferença pode fazer bastante sentido. Nesse quesito, portanto, o VW Taos Comfortline 2026 leva vantagem, especialmente para quem prioriza espaço e versatilidade. VW Taos Comfortline 2026 – Foto: Lucca Mendonça VW Taos Comfortline 2026 – Foto: Lucca Mendonça VW Taos Comfortline 2026 – Foto: Lucca Mendonça Equipamentos de série A disputa fica mais equilibrada quando analisamos os equipamentos. Afinal, estamos comparando uma versão de entrada de SUV médio com a configuração mais sofisticada de um SUV compacto, ambos posicionados próximos dos R$ 200 mil. Entre os itens compartilhados estão seis airbags, chave presencial com partida por botão, controle de cruzeiro adaptativo (ACC), frenagem automática de emergência, alerta de colisão frontal, detector de fadiga do motorista e sistema de frenagem automática pós-colisão. VW T-Cross Highline 2026 – Foto: Lucca Mendonça VW Taos Comfortline 2026 – Foto: Lucca Mendonça Os dois também contam com câmera de ré, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, carregador de celular por indução, ar-condicionado digital automático, bloqueio eletrônico de diferencial, retrovisor interno fotocrômico, faróis e lanternas em LED, iluminação ambiente em LED, painel de instrumentos digital de 10,2 polegadas, central multimídia de 10 polegadas com conexões sem fio para smartphones e internet embarcada, sistema de som com seis alto-falantes, sensores de chuva e luminosidade, saídas de ventilação traseiras, sistema Start & Stop e aletas para trocas de marcha atrás do volante. VW T-Cross Highline 2026 – Foto: Lucca Mendonça VW Taos Comfortline 2026 – Foto: Lucca Mendonça Ambos também oferecem direção com assistência elétrica e freios a disco nas quatro rodas. Entretanto, existe uma diferença importante no conjunto de suspensões: o Taos utiliza suspensão independente nas quatro rodas, solução mais sofisticada que o eixo de torção empregado na traseira do T-Cross. Essa característica é um dos diferenciais técnicos do SUV médio e ajuda a justificar seu posicionamento superior dentro da gama Volkswagen. Além disso, o acabamento interno do SUV médio é um pouco mais caprichado, com mais partes maciais no painel e laterais de portas, e materiais um pouco mais esmerados pela cabine. VW T-Cross Highline 2026 – Foto: Lucca Mendonça VW Taos Comfortline 2026 – Foto: Lucca Mendonça O que o VW Taos Comfortline 2026 tem a mais? Apesar de ser a configuração mais acessível da linha, o VW Taos Comfortline 2026 oferece alguns equipamentos que não estão presentes no T-Cross Highline: um dos principais é o ar-condicionado digital de duas zonas, permitindo que motorista e passageiro dianteiro escolham temperaturas diferentes. No T-Cross, o sistema possui apenas uma zona de climatização. VW Taos Comfortline 2026 – Foto: Lucca Mendonça O SUV médio também traz freio de estacionamento eletromecânico, banco do motorista com ajustes elétricos, apoio de braço central para os ocupantes traseiros e faróis direcionais. Suas rodas de liga leve de 18 polegadas também são maiores, enquanto o acabamento interno apresenta materiais e soluções mais refinados que os encontrados no compacto. São características que, somadas ao maior espaço interno e ao conjunto de suspensões, ajudam a diferenciar o VW Taos Comfortline 2026 mesmo quando comparado a uma versão topo de linha do T-Cross. VW Taos Comfortline 2026 – Foto: Lucca Mendonça VW Taos Comfortline 2026 – Foto: Lucca Mendonça E quais são as vantagens do T-Cross Highline? Por outro lado, o T-Cross Highline também possui alguns diferenciais de equipamentos frente ao VW Taos Comfortline 2026. Ele oferece bancos revestidos em couro sintético, iluminação dedicada à região dos pés dos ocupantes dianteiros, barra de LED na grade frontal (interligando os faróis), além do seletor de modos de condução. VW T-Cross Highline 2026 – Foto: Lucca Mendonça Dirigibilidade Ambos usam a mesma plataforma e motorização. Portanto, VW Taos Comfortline 2026 e VW T-Cross Highline não fogem muito do mesmo padrão de comportamento no uso diário. Um pouco mais espaçoso e folgado por dentro, o modelo maior também garante um posto de condução ligeiramente mais alto, enquanto o comportamento de direção, suspensões e freios seguem pelo caminho do conforto. Já o T-Cross, até pela proposta de maior desempenho dessas versões 250TSI, segue pelo caminho dos ajustes mais durinhos e precisos, com cockpit mais baixo. VW T-Cross Highline 2026 – Foto: Lucca Mendonça VW Taos Comfortline 2026 – Foto: Lucca Mendonça Na dinâmica em curvas rápidas, frenagens fortes ou condução em altas velocidades, essas calibrações mais durinhas do VW T-Cross Highline acabam equilibrando seu comportamento com o do VW Taos Comfortline 2026, afinal o SUV médio tem construção mais refinada, com suspensões independentes nas quatro rodas e eixo traseiro multilink. No uso geral, praticidade, robustez, estabilidade e ergonomia, não são tão distantes assim. VW T-Cross Highline 2026 – Foto: Lucca Mendonça VW Taos Comfortline 2026 – Foto: Lucca Mendonça VW Taos Comfortline 2026 ou T-Cross Highline: qual comprar? A resposta depende das prioridades de cada motorista. Apesar dos preços semelhantes, os dois SUVs oferecem características diferentes e atendem a necessidades distintas. Para quem procura maior espaço interno, porta-malas mais generoso e um veículo de categoria superior, o VW Taos Comfortline 2026 tende a ser a escolha mais interessante. Seu conjunto de suspensões independentes, acabamento mais refinado e equipamentos como ar-condicionado de duas zonas e banco do motorista com ajustes elétricos ajudam a compensar a ausência de alguns itens encontrados no T-Cross Highline. Já o SUV compacto pode ser mais adequado para quem prefere um carro ligeiramente mais rápido e econômico, além de menor e mais fácil de utilizar na cidade. Suas dimensões favorecem manobras, balizas e estacionamentos, enquanto o consumo inferior também proporciona maior autonomia. Considerando que o T-Cross Highline pode chegar próximo dos R$ 200 mil quando equipado com opcionais, a diferença financeira para o VW Taos Comfortline 2026 praticamente desaparece, e assim ele ainda ganha alguns itens extras, como teto-solar panorâmico, Park Assist (estacionamento semiautônomo), assistentes de faixa, alerta de tráfego cruzado traseiro e monitores de ponto-cego. Briga boa! O post VW Taos Comfortline 2026 ou T-Cross Highline: qual vale mais a pena? apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article -
[JonalCarro2]Renault admite que Europa saiu à frente na eletrificação e aposta na Geely no Brasil
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Marca concentra novos projetos na plataforma GEA, mas mantém desenvolvimento da RGMP e promete novidades eletrificadas para 2027View the full article -
[4r]Motores 1.5 dos carros chineses são todos iguais? Entenda porque eles viraram um padrão
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
A invasão das fabricantes asiáticas no mercado global consolidou uma curiosa unanimidade debaixo do capô. Seja a bordo do GWM Haval H6, do BYD Song Plus ou dos modernos SUVs da Caoa Chery, o motor de quatro cilindros 1.5 tornou-se onipresente. Contudo, esses propulsores são mesmo clones idênticos empacotados por empresas diferentes? A resposta está calçada em legislações tributárias, uma economia de escala gigante e muito aprendizado absorvido do Japão. A herança japonesa moldou a base dos motores chineses? Sim, a indústria automotiva da China iniciou sua expansão técnica copiando e adaptando conjuntos mecânicos consagrados da Toyota e Mitsubishi. Motores de 1.500 cm³ produzidos no Japão entre as décadas de 1970 e 1980 serviram como pilar estrutural para quase todos os projetos asiáticos atuais. Os Toyota Corolla e Mitsubishi Lancer de 1978 tinham os motores que pavimentaram a indústria automotiva chinesaReprodução/IA/Quatro Rodas O movimento comercial tomou corpo real no início dos anos 2000, quando a Toyota e a chinesa FAW uniram forças. Elas iniciaram a produção de pequenos quatro cilindros baseados na famosa arquitetura 8A, que bateu ponto nos cofres da segunda geração do Toyota Corolla de 1978 décadas antes. Foi nesse instante, por volta de 2003, que empresas menores (ao menos àquela época) como a Geely pagaram para incorporar esses motores japoneses em seus carros. No outro front, a Mitsubishi cedeu os direitos de fabricação da durável linha Orion, usado nos Lancer dos anos 1970 — notadamente os 4G15 e 4G18 — para alicerçar seus primeiros esboços antes da era da eletrificação pesada. Nasceriam a partir dele diversos motores por toda a China. Continua após a publicidade Motor Toyota 8AReprodução/Toyota Curiosamente, vestígios práticos desse passado continuam à venda nas concessionárias brasileiras. A velha raiz mecânica da Mitsubishi reside estruturalmente tanto no modelo 1.5 EcoBoost embarcado no Ford Territory chinês, quanto na unidade a combustão que pulsa dentro do elogiado GWM Haval H6. Motor Mitsubishi OrionReprodução/Mitsubishi Continua após a publicidade Hoje, no entanto, esse velho motor japonês está refinada ao extremo. Após as marcas chinesas implementarem sistemas de injeção direta, turbocompressores de geometria variável e controles digitais de alta complexidade, a China encontrou na padronização a grande mágica da amortização de custos. Motor 1.5 turbo da GWM é derivado do motor Orion da MitsubishiDivulgação/GWM Por que os motores estacionaram em exatos 1,5L? O sistema fiscal da China e de países asiáticos vizinhos aplica impostos para qualquer veículo com deslocamento acima de 1.500 cm³. Modelos de exportação pagam apenas 5% de tarifa alfandegária dentro desse limite volumétrico, mas a penalidade salta para 30% com qualquer acréscimo para um 1.8, 2.0 ou 2.5. Continua após a publicidade BYD Yangwang U8 é uma das exceções: usa um 2.0 turbo só para gerar energia para seus quatro motores elétricosDivulgação/BYD Esse imposto levou as montadoras a cortarem o dinheiro investido na produção de blocos maiores. Foi melhor investir o caixa da engenharia para extrair as últimas gotas de fôlego dos motores 1.5, garantindo que o maquinário rendesse o suficiente para quase qualquer tipo de automóvel. É aqui que entra o choque de realidade. Para a montadora, padronizar esse tamanho barateia e simplifica a linha de produção. Porém, para o consumidor, a conta bate direto na bomba de combustível: um motor tão enxuto pena para embalar SUVs de duas toneladas, forçando giros altos e um pé pesado no acelerador. Continua após a publicidade Para contornar o problema, a motorização híbrida virou uma “muleta” necessária. Ao usar pesados motores elétricos para assumir as arrancadas e saídas de farol, o carro disfarça a fraqueza do motor térmico, não esvazia o tanque e ainda livra as fabricantes das multas e sobretaxas da alfândega. Como o reaproveitamento de componentes abaixa os custos de fabricação? A estratégia se baseia na produção em massa e na agressiva economia de escala. Usinar a mesma família de blocos garante um volume industrial constante. Espalhando esse maquinário por catálogos de diferentes submarcas, a montadora dilui o bilionário custo de desenvolvimento inicial e derruba os preços finais. Motor 1.5 turbo está em todos os carros da Chery à venda no BrasilFernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Essa cartilha empresarial puramente pragmática norteia a Chery há mais de vinte anos. A gigante asiática subcontratou o tradicional laboratório europeu AVL em meados de 2003, estruturando uma colaboração direta para lançar a divisão Acteco e criar motores proprietários modernos. Desdobrando variações sem turbo e incrementando calibrações potentes para atuar perfeitamente num conjunto mecânico híbrido, o cardápio da Chery impressiona. Hoje, a marca tem a disposição mais de vinte variações técnicas feitas sobre a mesma base embrionária da Mitsubishi lançada há quase 50 anos. O que compensa a falta de fôlego em arrancadas de SUVs pesados? Para mover utilitários familiares pesados, as montadoras incorporam turbocompressores de geometria variável e injeção direta de combustível que opera em até 350 bar. Sob ciclos térmicos Atkinson ou Miller, esse casamento mecânico assegura picos contínuos e rendimentos superiores aos antigos propulsores de 2.000 cm³. Anunciado como o motor com melhor eficiência térmica do mundo (44,5%), este 1.5 está nos híbridos plug-in da Omoda & Jaecoo e há planos para convertê-lo em flex no futuroDivulgação/Quatro Rodas Com um arranjo capaz de garantir que mais de 40% de todo o combustível queimado se converta efetivamente em potência nas rodas, Dongfeng e GWM entregam bom desempenho. Enquanto isso, marcas da Europa optaram por arrancar o quarto cilindro e usar motores de três cilindros para cortar gastos e o consumo. Motor 1.5 de três cilindros da Forddivulgação/Ford Atualmente controlando a Volvo e atuando na joint-venture Horse, a chinesa Geely transita pelos dois lados da engenharia mecânica. A marca usa os modernos três cilindros europeus de 1.500 cm³, mas se apoia fortemente na velha cartilha de quatro cilindros 1.5 no mercado de origem. O verdadeiro desafio prático mora nas leis brasileiras. O nosso imposto equivalente não liga para essa faixa de 1.500 cm³, isentando apenas os motores até 999 cm³ (os famosos 1.0). Para garantir descontos, os SUVs chineses se agarram fortemente nos incentivos atrelados à eletrificação. Resta saber a partir de 2027 como esse jogo de xadrez responderá quando o IPI começar a medir os veículos unicamente pela potência e não mais pelo volume nos cilindros. Publicidade View the full article -
[4r]CNH do Brasil: como descobrir se você tem multas vinculadas ao seu CPF
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Uma infração de trânsito pode gerar dúvidas mesmo depois de algum tempo: a notificação pode não chegar, o veículo pode ter sido emprestado ou uma cobrança inesperada pode levantar suspeitas. Nesses casos, é importante entender como funciona o registro das multas e quais informações o motorista deve conferir. Onde consultar as infrações e o que é preciso para acessar? A Senatran oferece a consulta de infrações pelo aplicativo CNH do Brasil, que substituiu a Carteira Digital de Trânsito, e pelo Portal de Serviços. O acesso é feito com a conta gov.br, e algumas funções exigem nível prata ou ouro. Os Detrans também oferecem consultas próprias. No aplicativo, a função está disponível na aba “infrações”. A consulta pode ser feita por infrator ou por veículo. A primeira reúne as infrações registradas em nome da pessoa como condutora. A segunda mostra infrações vinculadas aos veículos registrados em seu nome. O CTB (Código de Trânsito Brasileiro) diferencia as infrações atribuídas ao condutor daquelas de responsabilidade do proprietário. Uma infração ligada ao veículo não é, necessariamente, de responsabilidade pessoal do dono, nem gera pontos automaticamente na CNH dele. Como indicar quem estava dirigindo? Quando o infrator não é identificado no momento da ocorrência, o proprietário ou o principal condutor tem 30 dias, contados da notificação da autuação, para indicar o responsável, na forma definida pelo Contran, segundo o artigo 257 do CTB. Passado o prazo, a responsabilidade fica com o principal condutor ou, na ausência dele, com o proprietário. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A indicação deve seguir as instruções da notificação e os procedimentos do órgão autuador. Por isso, é importante respeitar o prazo informado: depois que ele termina, a indicação pelo procedimento regular deixa de estar disponível. Nos órgãos habilitados, ela pode ser feita pelo aplicativo ou pelo Portal de Serviços da Senatran, que publica a lista desses órgãos. Quais são as condições do desconto do SNE? O Sistema de Notificação Eletrônica (SNE) permite receber as notificações pelo aplicativo. Pelo artigo 284 do CTB, quem aderiu ao sistema antes do envio da notificação de autuação correspondente pode pagar 60% do valor da multa, até o vencimento. Continua após a publicidade Para isso, o motorista precisa reconhecer a infração e declarar no SNE que abre mão da defesa prévia e do recurso. A adesão ao sistema, por si só, não garante o benefício. Sem essas condições, a lei prevê o pagamento de 80% do valor até o vencimento indicado na notificação. A consulta mostra todas as multas? Os sistemas podem não apresentar todos os registros da mesma maneira, já que a inclusão pode depender do órgão autuador, da integração entre os sistemas e do tipo de infração. Se algo não aparecer, confira também o site do Detran do estado e o do órgão que aplicou a multa. Continua após a publicidade Como conferir uma cobrança suspeita? Se houver dúvida, não faça o pagamento a partir do link recebido. Consulte a infração no aplicativo CNH do Brasil ou no portal oficial do órgão responsável e confira os dados do beneficiário antes de pagar. A PRF (Polícia Rodoviária Federal) não envia boletos de multas por e-mail, SMS ou WhatsApp. O que é o aplicativo CNH do Brasil? O aplicativo CNH do Brasil reúne recursos relacionados à habilitação, aos veículos e às infrações de trânsito. A disponibilidade de algumas funções depende da integração dos órgãos de trânsito ao sistema da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). Para usar a plataforma, é preciso baixar o aplicativo e entrar com uma conta Gov.br. Continua após a publicidade QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Governo Federal aprova aumento do etanol na gasolina Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Venda de motos cresce e brasileiro dá preferência para modelos de alta cilindrada
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Com produção em alta, mercado brasileiro impulsiona modelos potentes e Abraciclo revisa projeções para o anoView the full article - Yesterday
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[4r]Mercedes-AMG GT se transforma em SUV elétrico exótico com três motores, 1.185 cv e simula V8
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A Mercedes-AMG revelou o Mercedes-AMG GT SUV, o primeiro utilitáRio esportivo desenvolvido do zero pela AMG em seus 59 anos de história. Segundo veículo construído sobre a arquitetura elétrica AMG.EA, o modelo vai disputar o topo do mercado de SUVs elétricos de alto desempenho. Para isso, tem especificações tão superlativas quanto uma potência de recarga de até 710 kW. Ele pode ir do Rio de Janeiro até São Paulo com uma recarga de 10 minutos. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Mercedes-Benz Diferentemente dos utilitários anteriores da marca, que nasciam como versões preparadas de projetos convencionais da Mercedes-Benz, o inédito SUV compartilha a base técnica com o recente AMG GT 4-Door Coupé elétrico. A carroceria tem 5,08 m de comprimento, 2,00 m de largura, 1,66 m de altura e 3,04 m de entre-eixos. A silhueta baixa resulta em coeficiente aerodinâmico de 0,27, auxiliado por aletas frontais móveis e aerofólio ativo que se ajusta acima de 150 km/h. Como funcionam os motores de fluxo axial do Mercedes-AMG GT SUV? O Mercedes-AMG GT SUV utiliza até três motores elétricos de fluxo axial nas versões GT 55 e GT 63, entregando até 1.185 cv e 204,1 kgfm, enquanto o modelo de entrada GT 53 tem dois propulsores síncronos convencionais de 552 cv e 81,6 kgfm com câmbio traseiro de duas marchas. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Mercedes-Benz Nas configurações mais caras, a tração integral variável gerencia dois motores de fluxo axial alojados em conjunto no eixo traseiro — com engrenagens planetárias e inversores de carbeto de silício arrefecidos a água — e um terceiro propulsor na dianteira. Esse motor frontal atua como um reforço sob demanda e tem uma unidade de desacoplamento rápido para reduzir o arrasto mecânico em velocidades de cruzeiro, priorizando a eficiência energética. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Mercedes-Benz Com 1.185 cv e 204,1 kgfm na versão topo de linha GT 63 SUV, o modelo de até 2.695 kg promete acelerar de zero a 100 km/h em 2,7 s e atingir 200 km/h em 7,2 s, com máxima de 270 km/h no pacote opcional Driver’s Package. A opção intermediária GT 55 SUV tem 827 cv e 189,8 kgfm, cumprindo o zero a 100 km/h em 3,1 s. Já o GT 53 SUV, com 552 cv, faz a mesma prova em 4,2 s e chega a 250 km/h. Qual é a autonomia e o tempo de recarga da bateria de 800V? A bateria de 800 volts do Mercedes-AMG GT SUV oferece capacidades úteis de 106 kWh ou 128 kWh, garantindo autonomia de até 700 km no ciclo europeu WLTP e suportando recargas em corrente contínua de até 710 kW, o que adiciona 454 km de alcance em 10 minutos. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Mercedes-Benz Para evitar a queda de rendimento térmico comum em elétricos sob uso severo em pista, a engenharia aplicou conceitos da Fórmula 1 nas células cilíndricas de 10,5 cm de altura por 2,6 cm de diâmetro. Um óleo não condutor circula individualmente ao redor de cada célula de química NCMA com ânodo de silício, controlando a temperatura de forma homogênea. Isso permite que as versões GT 55 e GT 63 sustentem uma potência contínua de 731 cv sem superaquecimento. Na prática, o conjunto de 128 kWh (22 módulos) passa de 10% a 80% de carga em 12 minutos na potência máxima de 710 kW, enquanto a bateria menor de 106 kWh (18 módulos) aceita até 600 kW e cumpre a mesma recarga em 11 minutos. Em carregadores mais comuns de 400 kW, a parada leva entre 14 e 16 minutos. Para mercados de infraestrutura variada, o sistema comuta automaticamente para redes de 400V e suporta cinco padrões globais de plugues, incluindo CCS2 e NACS. Continua após a publicidade Como o SUV elétrico controla o peso nas curvas e simula um motor V8? <span class="hidden">–</span>Divulgação/Mercedes-Benz O controle dinâmico do Mercedes-AMG GT SUV combina suspensão pneumática ativa com estabilização hidráulica de rolagem, esterçamento do eixo traseiro em até seis graus e o sistema AMGFORCE Sport+, que simula trocas de marcha, vibrações nos bancos e o ronco real de motores V8 ou seis cilindros. Batizada de AMG Active Ride Control+, a suspensão substitui as barras estabilizadoras mecânicas por elementos hidráulicos interconectados e molas a ar de três estágios com reservatório de pressão. Segundo a fabricante, o sistema neutraliza a inclinação da carroceria em curvas e o mergulho nas frenagens quase em tempo real. O conjunto soma braços de alumínio forjado na dianteira e freios carbono-cerâmicos de série na versão GT 63 (opcionais na GT 55). Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Mercedes-Benz Para tentar atrair puristas, o modo de condução AMGFORCE Sport+ reproduz gravações feitas com 16 microfones em esportivos a combustão da marca, como o AMG GT R. O software simula os trancos de uma caixa automatizada por meio das aletas no volante e aciona atuadores físicos nos assentos. No console central das versões 55 e 63, três seletores giratórios físicos permitem ajustar em tempo real a resposta do acelerador, a vetorização de torque e os nove níveis do controle de tração. Como é o interior e quando o novo Mercedes-AMG GT SUV chega ao mercado? A cabine do Mercedes-AMG GT SUV adota posição de dirigir rebaixada, painel digital de 10,2 polegadas integrado à central multimídia de 14 polegadas com três agentes de inteligência artificial disponíveis. As encomendas já estão abertas na Europa a partir de 113.050 euros (R$ 695.258 ao câmbio atual). Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Mercedes-Benz <span class="hidden">–</span>Divulgação/Mercedes-Benz Por dentro, o utilitário oferece uma tela adicional de 14 polegadas para o passageiro, teto panorâmico com controle eletrônico de opacidade e o sistema operacional MB.OS, que integra simultaneamente Google Gemini, ChatGPT e Microsoft Bing. Para uso em autódromos, o gerenciador preditivo calcula a topografia de pistas como Nürburgring para poupar energia elétrica e térmica nas descidas, liberando força total apenas nas retas e subidas. Além do compartimento traseiro de 607 litros (expansível a 1.740 litros), há um porta-malas dianteiro de 78 litros (111 litros pelo padrão de medição líquida). Produzido em Sindelfingen, na Alemanha, o SUV tem pré-venda iniciada em 20 de outubro na Europa para a versão de entrada GT 53 SUV, que parte de 113.050 euros (R$ 695.258 ao câmbio atual). As configurações GT 55 e GT 63 estreiam só no segundo trimestre de 2027. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Mercedes-Benz <span class="hidden">–</span>Divulgação/Mercedes-Benz Perguntas e respostas sobre o Mercedes-AMG GT SUV Qual é a potência do novo Mercedes-AMG GT SUV? O novo SUV elétrico da AMG é oferecido em três níveis de potência: a versão de entrada GT 53 entrega 552 cv (400 kW), a intermediária GT 55 desenvolve 827 cv (600 kW) e a topo de linha GT 63 atinge 1.185 cv (860 kW) de potência máxima. Quantos quilômetros o Mercedes-AMG GT SUV roda com uma carga? Com a bateria maior de 128 kWh úteis, as versões GT 55 e GT 63 prometem autonomia entre 620 km e 700 km no ciclo combinado WLTP (chegando a 806 km em uso urbano). Já o modelo GT 53, equipado exclusivamente com a bateria de 106 kWh, declara alcance combinado entre 597 km e 668 km. Quanto custa o Mercedes-AMG GT SUV? Na Europa, a versão de entrada Mercedes-AMG GT 53 SUV parte de 113.050 euros (R$ 695.258 ao câmbio atual). Os preços das versões GT 55 e GT 63, equipadas com três motores de fluxo axial, serão revelados próximo ao lançamento comercial no segundo trimestre de 2027. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Mercedes-Benz Qual é o motor, o consumo e o preço do Mercedes-AMG GT 63 SUV? O Mercedes-AMG GT 63 SUV é equipado com três motores elétricos de fluxo axial que entregam 1.185 cv de potência máxima (731 cv contínuos) e 204,1 kgfm de torque. Alimentado por baterias de 106 kWh ou 128 kWh úteis em arquitetura de 800V, registra consumo combinado entre 20,9 e 23,8 kWh/100 km (WLTP), com preço ainda não divulgado. Mercedes-AMG GT 63 SUV Motor três elétricos de fluxo axial (um diant. com desacoplamento e dois tras. integrados), 1.185 cv (pico) / 731 cv (contínuos), 204,1 kgfm Bateria íons de lítio (química NCMA com ânodo de silício, células cilíndricas resfriadas a óleo), 800V, 106 kWh ou 128 kWh (úteis); autonomia de 525 a 585 km (106 kWh) ou 620 a 700 km (128 kWh) no ciclo WLTP; recarga AC de até 11 kW e DC de até 600 kW (106 kWh, 10 a 80% em 11 min) ou 710 kW (128 kWh, 10 a 80% em 12 min) Câmbio 1 marcha (engrenagem cilíndrica diant. e engrenagens planetárias tras.), tração integral variável (AMG Performance 4MATIC+) com vetorização de torque Direção elétrica, com esterçamento ativo do eixo traseiro em até 6 graus (diam. de giro n/d) Suspensão multilink nos dois eixos (braços diant. de alumínio forjado), molas pneumáticas de três câmaras e estabilização hidráulica ativa de rolagem e arfagem (AMG Active Ride Control+) Freios discos carbono-cerâmicos (diant. e tras.) Rodas e pneus liga leve forjada, medidas n/d Comprimento 508,4 cm Largura 200,1 cm Altura 165,6 cm Entre-eixos 304 cm Vão livre do solo n/d Coeficiente aerodinâmico (Cx) 0,27 (área frontal de 2,80 m²) Peso 2.585 kg (106 kWh) / 2.695 kg (128 kWh) Porta-malas 607 litros (tras., ou 1.740 litros com bancos rebatidos) + 78 litros (diant. VDA, ou 111 litros líquidos) Desempenho declarado 0 a 100 km/h em 2,7 s (2,5 s com rollout); 0 a 200 km/h em 7,2 s (6,8 s com rollout); velocidade máxima de 270 km/h (com Driver’s Package) Publicidade View the full article -
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[Taramps]Eu só precisava de um sinal… e o universo foi bem direto!
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em Som Automotivo na Internet
Eu só precisava de um sinal… e o universo foi bem direto! Agora não tem desculpa, né? O PRO 2.4BT + Áudio já está na lista! Quem aí também estava esperando um sinal desses? #taramps #processadordeaudio #som #somautomotivo #alinhamento #shortsView the full article -
[JonalCarro2]BNDES destina R$ 181,8 milhões para híbrido flex da Renault; modelo ainda é segredo
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Tecnologia será aplicada a um modelo já produzido no País, com lançamento previsto para 2027; projeto faz parte de investimento de R$ 5,8 bilhões da montadoraView the full article -
[4r]BMW iX4: primeiro cupê elétrico de ‘Neue Klasse’ tem até 828 km de alcance com uma carga
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
A BMW apresentou um modelo inédito da geração batizada de Neue Klasse da fabricante: trata-se do iX4. Isso significa que o SUV carrega o design desta arquitetura de carros da marca alemã, assim como suas tecnologias, muitas exibidas no irmão sem o estilo cupê, o BMW iX3, já à venda no Brasil. O lançamento comercial do BMW iX4 está previsto para ocorrer em março de 2027 no mercado europeu. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Quais são os motores e a autonomia do BMW iX4? O novo BMW iX4 terá três opções de motorização elétrica com tração integral (um motor em cada eixo), sendo duas disponíveis na estreia e a topo de gama M60 xDrive prevista para depois. Equipado com arquitetura de 800V e recarga DC de até 400 kW, o SUV cupê entrega potências entre 374 cv e 612 cv, alcançando autonomia máxima de até 828 km no ciclo europeu WLTP. Na configuração topo de linha iX4 M60 xDrive, os dois motores elétricos desenvolvem 612 cv de potência e 89,2 kgfm de torque combinados. Com esse conjunto, a aceleração de 0 a 100 km/h ocorre em 3,9 s, enquanto a velocidade máxima é limitada a 240 km/h. Esta opção tem autonomia máxima declarada de até 777 km no ciclo WLTP, embora a capacidade exata de armazenamento da bateria não tenha sido divulgada pela fabricante. Continua após a publicidade A versão intermediária iX4 50 xDrive oferece 469 cv e 65,7 kgfm, números que permitem ir de 0 a 100 km/h em 4,9 s e atingir velocidade máxima de 210 km/h. Sua bateria tem capacidade de 108,7 kWh, que rende alcance de até 828 km (WLTP). Com potência máxima de recarga de 400 kW, bastam 10 minutos conectado a um carregador ultrarrápido para adicionar energia suficiente para rodar mais 387 km (WLTP). Já a motorização da versão de entrada iX4 40 gera 374 cv de potência e 53 kgfm de torque, também com um propulsor elétrico em cada eixo. Esta configuração precisa de 5,6 s para acelerar de 0 a 100 km/h. Sua autonomia máxima homologada é de 638 km pelo padrão WLTP, energia fornecida pelo pacote de baterias com capacidade de 82,6 kWh posicionado no assoalho. Continua após a publicidade Como é o design externo e o pacote visual do BMW iX4? <span class="hidden">–</span>Divulgação/BMW O design externo do BMW iX4 combina a dianteira da linha Neue Klasse vista no iX3 — marcada pela grade de duplo rim vertical iluminada integrada aos faróis em peça única — com o caimento de teto estilo cupê. O modelo traz vincos pronunciados nos para-lamas, maçanetas embutidas, lanternas traseiras horizontais em formato de “L” e rodas de liga leve de 20 a 22 polegadas. Na dianteira, o conjunto óptico traz a opção das luzes diurnas amarelas batizadas de “M Yellow Lights”, inspiradas nos carros de corrida da marca. Nas laterais, o trabalho dos designers passa por vincos proeminentes nas caixas de rodas e maçanetas embutidas nas portas. Acima está o teto solar panorâmico acompanhando as linhas que concedem ao utilitário a silhueta cupê e terminam em um aerofólio traseiro. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/BMW Atrás, as lanternas são afiladas, horizontais e invadem a tampa do porta-malas, formando uma interpretação abstrata do formato em “L” que remete às luzes de modelos anteriores da BMW, acima do difusor pintado em preto. O pacote M Sport de série inclui rodas de liga leve de 20 polegadas e freios M Sport com pinças azuis. No iX4 M60 xDrive, as rodas são de 21 polegadas, e toda a gama pode receber opcionalmente aros de até 22 polegadas. Como é o interior e a lista de equipamentos do BMW iX4? Por dentro, o BMW iX4 segue o arranjo minimalista do irmão iX3, substituindo o quadro de instrumentos tradicional por uma projeção panorâmica na base do para-brisa, auxiliada por um head-up display e pela central multimídia de 17,9 polegadas com tela inclinada. A cabine oferece ainda volante e bancos esportivos M Sport, além de sistema de som Harman Kardon nas versões superiores. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/BMW O BMW iX4 M60 xDrive vem equipado de série com o volante M Sport em uma configuração específica para o modelo, dotada de marcação central na posição de 12 horas e aletas para regeneração, além de bancos M Sport com ajuste elétrico de 10 posições. Nas versões de entrada, o sistema de áudio padrão conta com sete alto-falantes e potência de 205 watts, enquanto a configuração topo de gama recebe o conjunto assinado pela Harman Kardon com 13 alto-falantes e 430 watts. Publicidade View the full article -
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[FullPower]Royal Enfield Classic 650 Hypershift é R$ 15 mil mais cara; conheça
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Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower A Royal Enfield Classic 650 Hypershift chega ao Brasil por R$ 49.990, valor R$ 15.500 superior ao cobrado pela Classic 650 de entrada, que parte de R$ 34.490. A nova versão comemora os 125 anos da fabricante, com pintura especial, acabamento exclusivo e produção limitada a 625 exemplares no mundo. Desse total, apenas 75 unidades serão destinadas ao mercado brasileiro, com inscrições para intenção de compra já abertas. O frete, ao menos, é gratuito, e a moto poderá ser entregue em qualquer concessionária da marca sem custo adicional. Leia mais: Nova moto da Aston Martin? Royal Enfield Classic 650 Hypershift – Foto: divulgação Royal Enfield Classic 650 Hypershift: o que muda? O principal diferencial da Royal Enfield Classic 650 Hypershift está na pintura especial, que utiliza pigmentos capazes de alterar a percepção das cores conforme a incidência de luz e o ângulo de observação. Dependendo da posição, a motocicleta apresenta tonalidades de vermelho, verde e dourado, além de uma base inspirada no latão utilizado nas primeiras motos da fabricante, em 1901. Royal Enfield Classic 650 Hypershift – Foto: divulgação O acabamento também inclui filetes pintados à mão, emblema comemorativo de 125 anos na parte superior do tanque de combustível e identificações exclusivas nas tampas laterais. O assento recebe revestimento em couro com costuras aparentes, enquanto o motor tem acabamento preto brilhante. Já os escapamentos e os aros das rodas utilizam pintura preta fosca. Royal Enfield Classic 650 Hypershift – Foto: divulgação Apesar dessas alterações, a edição limitada preserva o desenho tradicional da família Classic, com tanque de combustível em formato de gota, farol circular envolvido pela carenagem do tipo nacelle, paralamas envolventes e elementos visuais que remetem às motocicletas antigas da Royal Enfield. Royal Enfield Classic 650 Hypershift – Foto: divulgação Motor 650 com 47 cv Na mecânica, a Royal Enfield Classic 650 Hypershift mantém o conhecido motor bicilíndrico paralelo de 648 cm³, utilizado em outros modelos da fabricante, como Interceptor 650, Continental GT 650, Super Meteor 650 e Shotgun 650. São 47 cv de potência e 5,33 kgfm de torque, associados ao câmbio manual de seis marchas. Royal Enfield Classic 650 Hypershift – Foto: divulgação A fabricante não anunciou alterações de desempenho para a série comemorativa. Também não foram divulgadas modificações nas suspensões, nos freios ou na geometria em relação à Classic 650 convencional. Assim, a exclusividade da Hypershift fica concentrada principalmente no visual e nos detalhes de acabamento, sem mudanças significativas na experiência de pilotagem. Royal Enfield Classic 650 Hypershift – Foto: divulgação O post Royal Enfield Classic 650 Hypershift é R$ 15 mil mais cara; conheça apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article -
[4r]Hyundai Creta despenca de preço com descontos de até R$ 18.400 em outubro
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A Hyundai começou uma promoção para o Creta neste mês de outubro. O SUV compacto recebe descontos que podem chegar a R$ 18.400, somados a políticas de valorização do carro usado na troca. A manobra comercial tenta consolidar a liderança do modelo frente aos rivais diretos no último trimestre do ano, baixando o tíquete inicial para R$ 132.990. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Quais são os descontos do Hyundai Creta em outubro? Os descontos do Hyundai Creta aplicados em outubro chegam a R$ 18.400 na versão Limited e a R$ 16.100 na configuração de entrada Comfort. A manobra comercial inclui ainda bônus de até R$ 15.000 na valorização do veículo usado entregue na negociação, baixando o tíquete inicial do SUV compacto no varejo brasileiro. Na configuração Comfort, tabelada originalmente a R$ 156.590, o corte direto é de R$ 16.100. Se o cliente entregar um veículo usado, ganha mais R$ 7.500 de bônus suplementar, chegando ao preço final de R$ 132.990. Trata-se de um reposicionamento comercial que coloca o modelo sul-coreano para brigar com utilitários de porte menor. Hyundai Creta N LineFernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade O abatimento atinge o teto da campanha no caso da versão Limited: são R$ 18.400 a menos, com o bônus de usado alcançando os R$ 12.000. Isso faz o valor recuar de R$ 173.390 para R$ 142.990. Já a intermediária Platinum conta com uma redução de R$ 8.000 e os mesmos R$ 12.000 de repasse, caindo de R$ 188.890 para R$ 163.490. As configurações topo de linha participam da ação com margens financeiras mais contidas. A variante Ultimate tem R$ 2.600 de desconto direto e até R$ 15.000 no usado. A versão com apelo esportivo N Line recebe dedução de R$ 3.000 na nota e R$ 14.000 de valorização na troca, mantendo o tíquete final em um patamar superior. Continua após a publicidade Hyundai Creta N LineFernando Pires/Quatro Rodas Como funcionam as condições de financiamento para o SUV? As condições de financiamento para o Hyundai Creta incluem taxa zero de juros no parcelamento em 30 meses, desde que o comprador ofereça 60% do valor do carro como entrada. Há também planos alternativos com entrada reduzida de 40% ou 30%, mas com incidência de taxas de juros mensais de 0,99% e 1,19%, respectivamente. O plano sem juros tenta atrair o consumidor que tem liquidez imediata, mas prefere manter parte do capital investido a curto prazo. Para quem busca entradas menores, com 40% de sinal, o saldo é dividido em 48 vezes. Com a entrada restrita a apenas 30%, o prazo estica para 60 meses, elevando o custo final de aquisição do SUV. Continua após a publicidade Os sintomas silenciosos de que o câmbio automático do seu carro está com defeito O que o SUV oferece em equipamentos? O pacote de equipamentos do Hyundai Creta traz de série o sistema ADAS, que engloba frenagem autônoma de emergência para carros e pedestres, assistente de permanência em faixa e detector de fadiga. As versões mais caras adicionam controle de cruzeiro adaptativo, câmeras de 360 graus e teto solar panorâmico. O volume de vendas nas lojas é amparado pelo foco em tecnologia de segurança. Nas configurações mais caras, como Platinum, N Line e Ultimate, o quadro de instrumentos digital de 10,25 polegadas é integrado à central multimídia de mesmo tamanho. Essas opções adicionam monitoramento de ponto cego por vídeo direto no painel. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Até quando são válidos os descontos do Hyundai Creta? A campanha promocional do Hyundai Creta, que abrange os abatimentos de até R$ 18.400 e os bônus suplementares de supervalorização do carro usado na troca, tem validade em toda a rede de concessionárias até o dia 31 de outubro de 2026. As ofertas exigem negociação direta nas lojas físicas autorizadas. Publicidade View the full article -
[4r]Tesla Roadster precisa de 7 horas para poder voar por 6 s; entenda as limitações do esportivo
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O novo Tesla Roadster subverte as leis da física e a lógica dos esportivos elétricos ao trocar motores elétricos superpotentes por propulsores de foguete da SpaceX e turbinas de sucção. Prometido há quase 10 anos, o esportivo mudou por completo para chegar ao mercado em 2028 após demonstração no Texas (EUA). Ele combina tração traseira de até 1.360 cv a dez jatos de ar comprimido para ir de 0 a 96 km/h em 0,55 s, rodar de ponta-cabeça e até saltar no ar sobre outros veículos. Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Quatro Rodas (@quatro_rodas) Enquanto os hipercarros a bateria atuais apelam para três ou quatro motores, tração integral e baterias, pesando facilmente duas toneladas, o projeto da Tesla segue o caminho oposto. A meta é manter a massa abaixo de 1.700 kg na configuração de entrada e enviar a força dos motores elétricos apenas para o eixo traseiro. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Tesla Continua após a publicidade Essa escolha nasce de uma barreira física intransponível para os carros convencionais: o limite de atrito da borracha com o asfalto. Mesmo com pneus de composto macio, despejar mais de 1.000 cv apenas pelas rodas em menos de um segundo apenas faria os pneus virarem fumaça. Para superar isso, decidiram empurrar a carroceria usando o ar, como em um foguete. Como o Tesla Roadster vence o limite dos pneus para ir de 0 a 96 km/h em menos de 1 s? O Tesla Roadster atinge os 96 km/h em menos de um segundo ao somar a tração das rodas traseiras ao empuxo de quatro propulsores a gás frio instalados na traseira. Enquanto ventoinhas de sucção no assoalho pressionam os pneus contra o solo, os jatos de nitrogênio fornecem a força horizontal restante sem depender do atrito da borracha. Os quatro propulsores mais parecem saídas de escapeDivulgação/Tesla Continua após a publicidade A matemática por trás da arrancada de 0,8 s na versão Thrust divide o trabalho em duas frentes. Os dois motores elétricos traseiros rendem mais de 1 MW (1.360 cv) e 142,9 kgfm, entregando cerca de 32,3 kN (3.294 kgf) de empuxo. Os pneus só suportam essa carga porque o sistema de ventoinhas encapsuladas sob o carro suga o ar e gera mais de 2 g de pressão vertical mesmo com o veículo parado. Para um cupê de 1.700 kg cumprir a meta de 0,8 s, faltam ainda 19,8 kN (2.019 kgf) de empuxo, que vêm justamente dos quatro ejetores traseiros. Segundo cálculos de engenharia, o jato de ar sustentado por alguns segundos basta para levar o esportivo à faixa entre 217 km/h e 290 km/h, ponto em que os motores elétricos seguem acelerando sozinhos rumo à velocidade máxima prometida acima de 370 km/h. Como funcionam o tanque e os propulsores a gás frio do Tesla Roadster? Propulsores traseirosDivulgação/Tesla Continua após a publicidade O sistema de propulsão auxiliar utiliza um vaso de pressão revestido por compósito (COPV) instalado atrás dos bancos dianteiros, que armazena ar rico em nitrogênio a 10.000 psi (689 bar). Controlado por válvulas de alta velocidade, esse gás escapa sem queima química através de tubulações de titânio e Inconel até chegar aos quatro bicos ejetores traseiros em velocidade supersônica. Semelhante a uma grande bola de ginástica revestida de trama preta brilhante, o cilindro esférico de 200 litros opera sob a mesma pressão dos tanques de carros a hidrogênio. A solução surgiu nos ônibus espaciais da Nasa: um casco metálico interno impede o vazamento das moléculas de gás, enquanto o envelopamento contínuo de fibra de carbono e Kevlar garante resistência estrutural com baixo peso. Cilindro fica muito próximo às saídas do ar comprimidoDivulgação/Tesla Continua após a publicidade Para dominar a fabricação desses reservatórios usados nos foguetes Falcon e Starship, a SpaceX comprou neste ano a fornecedora especializada Hexagon Masterworks. No Roadster, cada extremidade da esfera exibe um flange espesso preso por 12 parafusos grandes com porcas travadas por arame de segurança. Dois atuadores tipo pistão, que usam motores emprestados do tornozelo do robô humanoide Tesla Optimus, abrem as válvulas. Atuador de válvula de aceleração OptimusDivulgação/Tesla Acima do para-choque traseiro, as quatro saídas que lembram ponteiras de escapamento de um Corvette C8 são, na verdade, propulsores a gás frio (CGT) feitos de titânio, unidos por peças de Inconel, que é uma superliga metálica. Todos os tubos têm comprimento idêntico: qualquer assimetria no fluxo de gás entre os lados faria o carro rodar involuntariamente na largada. Continua após a publicidade Como o Tesla Roadster consegue andar no teto e fazer manobras no ar? O Tesla Roadster anda de cabeça para baixo graças às ventoinhas de efeito solo sob o assoalho, que geram mais de 2 g de força descendente contínua para grudar os pneus no teto. Já os saltos e giros aéreos só são possíveis na versão Rocket, que soma dez propulsores direcionais e tem um total de 600 litros de ar comprimido. Ela sacrifica o banco do passageiro para instalar um tanque extra de 400 litros. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Tesla Andar invertido exige que a sucção aerodinâmica supere o próprio peso do veículo sem depender da velocidade — feito que o protótipo britânico McMurtry Spéirling já havia provado ser possível há mais de um ano. No evento no Texas, porém, o protótipo sem motorista subiu uma rampa vertical que ficou horizontal no topo, saiu voando de ponta-cabeça, acionou os jatos para desvirar no ar e pousou sobre suas quatro rodas. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Tesla Para executar essa manobra e ainda saltar girando sobre toda a gama de veículos da Tesla — incluindo o caminhão pesado Semi —, a versão Rocket aciona quatro propulsores apontados para o chão, posicionados atrás de cada uma das rodas, para ter sustentação vertical e pousos suaves, enquanto dois bicos nas laterais do para-choque dianteiro controlam a rotação do carro. Por que a arquitetura elétrica do Tesla Roadster contraria os rivais a bateria? A arquitetura elétrica do Tesla Roadster rejeita a receita pesada de três ou quatro motores com tração integral vista nos hiperesportivos atuais para adotar apenas tração traseira com dois propulsores compactos. Combinado a baterias com células de dupla refrigeração e comandos sem conexões físicas, o conjunto busca um peso mais baixo. Motores elétricos ficam praticamente integrados à bateriaDivulgação/Tesla Mesmo sem os foguetes, a base mecânica traz soluções relevantes. A bateria supera os 100 kWh e utiliza células cilíndricas 4680 feitas sob medida com invólucro de alumínio, nova química e arrefecimento pelos dois lados para evitar perda de potência por calor. Na versão de entrada, os dois motores traseiros entregam 1.088 cv e 122,4 kgfm, com autonomia estimada entre 483 km e 515 km. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Tesla Por fora, os designers abandonaram as curvas do conceito de 2017 em favor de superfícies angulosas que misturam traços da picape Cybertruck e do Lamborghini Reventón, integrando uma asa traseira ativa com modos de alto e baixo arrasto. O chassi dispensa conexões mecânicas na direção (steer-by-wire), no acelerador e nos freios (brake-by-wire), que devem utilizar o sistema eletrônico Sensify da Brembo. Quanto tempo leva para recarregar o ar comprimido e quanto custa o novo Tesla Roadster? <span class="hidden">–</span>Divulgação/Tesla O reabastecimento completo dos 600 litros de ar comprimido da versão Rocket leva hoje entre seis e sete horas por meio de um compressor integrado ao próprio carro, embora a Tesla prometa reduzir esse tempo para 30 minutos. O esportivo terá quatro configurações, com reservas garantidas por um depósito antecipado de US$ 50.000 (R$ 253.225 ao câmbio atual). A maior concessão técnica do projeto está na duração do empuxo: segundo a imprensa britânica, o tanque de 200 litros da versão Thrust se esvazia por completo em cerca de 6 s. Na prática, a arrancada abaixo de um segundo funciona como um tiro único antes de exigir nova compressão do ar atmosférico captado pelo veículo, ainda que os motores elétricos sigam tracionando normalmente quando o gás acaba. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Tesla A gama prevista para 2028 terá quatro versões: Roadster (de entrada), Performance (para 0 a 96 km/h em menos de 1,6 s mediante sinal de US$ 50.000), Thrust (para menos de 0,9 s com depósito de US$ 250.000) e a monoposto Rocket para 0,55 s, restrita a pessoas selecionadas pela Tesla. Como funciona o sistema de foguetes do novo Tesla Roadster? O esportivo armazena ar rico em nitrogênio a 10.000 psi (689 bar) em tanques de fibra de carbono da SpaceX (de 200 litros na versão Thrust e 600 litros na Rocket) e libera o gás em velocidade supersônica por até dez bicos ejetores de titânio para gerar empuxo longitudinal, vertical e lateral. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Tesla Por que o Tesla Roadster usa jatos de ar em vez de motores elétricos mais fortes? Porque os pneus convencionais possuem um limite físico de aderência com o asfalto e apenas patinariam com mais potência nas rodas. Os jatos de gás frio empurram a carroceria pelo ar com 19,8 kN (2.019 kgf) extras, somando-se aos 32,3 kN (3.294 kgf) dos motores traseiros auxiliados por ventoinhas de sucção. Quanto tempo dura o gás comprimido do Tesla Roadster em uma arrancada? O reservatório de 200 litros da versão Thrust se esgota em cerca de 6 s de acionamento pleno. Já a recarga completa do sistema de 600 litros da versão Rocket por meio do compressor de ar integrado ao veículo leva atualmente de seis a sete horas, com meta de cair para 30 minutos até 2028. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Tesla Quais são as versões e os tempos de 0 a 96 km/h do novo Tesla Roadster? O modelo terá quatro versões sempre com tração traseira: Roadster de entrada (1.088 cv), Performance (0 a 96 km/h em menos de 1,6 s), Thrust com quatro propulsores traseiros (abaixo de 0,9 s, ou 0,8 s nos testes da marca) e a monoposto Rocket com dez propulsores (abaixo de 0,59 s, ou 0,55 s descontando o rollout). Publicidade View the full article -
[4r]Adeus, às telonas? China exige a volta de botões físicos e restringe tecnologias nos carros
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Depois de vetar as maçanetas retráteis embutidas por motivos de segurança, o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China (MIIT) aplicará regras mais rígidas para telas sensíveis ao toque nos automóveis. A ideia é avaliar o nível de distração do motorista e a confiabilidade dos sistemas. A nova diretriz também estabelece que as montadoras testem o comportamento das superfícies de vidro em cenários de colisão. Dessa forma, veículos com grandes centrais de entretenimento e equipamentos como head-up displays passarão por avaliações de segurança viária mais rígidas no país asiático. Quais comandos devem voltar a ter botões físicos nos carros? Entre os comandos que não poderão depender exclusivamente da central multimídia estão a seleção de marchas do câmbio, os desembaçadores dos vidros e o acionamento dos faróis de led. Pelo texto do órgão regulatório, funções consideradas críticas para a dirigibilidade voltarão aos botões físicos e seletores analógicos. Essa exigência caminha em linha com o que o Euro NCAP já definiu para conceder pontuação máxima nos testes europeus dos próximos anos. A determinação deve ser uma boa notícia para os motoristas brasileiros que não se adaptaram à ausência de comandos táteis nos modelos importados do Oriente. Continua após a publicidade BYD KingDivulgação/BYD Por que os bancos de gravidade zero serão restritos na China? Outra tecnologia enquadrada pela autoridade chinesa são os bancos com reclinação total, conhecidos comercialmente como assentos de gravidade zero. A intenção é proibir o uso desses bancos totalmente deitados enquanto o veículo estiver em movimento, devido ao alto risco do efeito submarino em acidentes. Continua após a publicidade O chamado efeito submarino ocorre quando, durante uma colisão, o ocupante muito reclinado desliza por baixo do cinto de segurança, inutilizando a proteção primária do equipamento. A restrição foca em garantir que a postura dos passageiros favoreça o funcionamento correto dos sistemas de retenção. Continua após a publicidade Como fica a personalização das luzes e faróis automotivos? A personalização de luzes externas também sofrerá moderação. As assinaturas luminosas predefinidas em faróis de led continuam autorizadas, mas criações feitas livremente pelos usuários serão restritas para não causar ofuscamento nem confundir outros motoristas durante o uso no trânsito. Embora nenhum modelo chinês homologado e vendido oficialmente no Brasil possua essa função externa totalmente customizável, as demais exigências devem impactar nosso mercado. As fabricantes da China operam em grande escala global, o que unifica os padrões dos veículos exportados para o ocidente. Publicidade View the full article -
[Diy]wasted countless hours
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Learn more at diyaudioguy.com If you found this video helpful then you can support the channel on Patreon for as little as $3 a month: https://www.patreon.com/DIYAudioGuy Join this channel to get access to exclusive membership perks: https://www.youtube.com/channel/UCUj9z2nkIesDh3sa8575qYw/join Use the code DIYAudio to save: 7% off of Savard (https://lddy.no/1jqmp) 10% off of Custom Speaker Pods (https://customspeakerpods.com/) 7.5% at Sky High Car Audio https://skyhighcaraudio.com/?ref=DIYaudio 5% off from Battery Hookup (https://batteryhookup.com) 10% off at Jag35 (jag35.com/DIYaudio) 5% off at B2 Audio https://www.b2audiousa.com/?ref=DIYaudio 5% off at BigJeff Audio: https://bigjeffaudio.com/?ref=DIYaudio 5% off at Parts Express 5% off at Showtime Electronics. 5% at Sparked Innovations (https://sparkedinnovations.com?ta_aff=NGFLAQXZHN) with the code DIY Check out the DIY Auido Guy Amazon Store: Amazon: https://www.amazon.com/shop/diyaudioguy Support DIY audio content by shopping with these affiliates: Shop for Basshead Gear at Down4Sound: https://lddy.no/1065t Shop for Car and Home Audio at Crutchfield: https://howl.me/cg9bCOKLoK7 Carbide 3D: https://shop.carbide3d.com/DIYAUDIOGUY Connect on social media: Facebook: https://www.facebook.com/DIY-Audio-Guy-111428060245602/ Instagram: https://www.instagram.com/diyaudioguy/ Twitter: https://twitter.com/DIYAudioGuy1 Chapters: 0:00 Introduction Music By creatormix.com *As an associate/affiliate marketer I may earn a small commission on qualified purchases on Amazon, Crutchfield, Parts Express, customspeakerpods.com, Savard, Amped Up Car Audio, Designer MotorSports, Carbid 3D or Down4Sound. #affiliate #crutchfieldpartner #amazonaffiliateView the full article -
[4r]CNH do Brasil substitui a carteira física? Entenda o que vale no celular
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Com a carteira de motorista disponível no celular, muitos condutores passaram a deixar o documento impresso em casa. A dúvida é se a versão do aplicativo vale em qualquer situação e o que mudou para quem ainda vai tirar a habilitação. A CNH no celular tem o mesmo valor da impressa? A Resolução Contran nº 1.020 estabelece que a Permissão para Dirigir e a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) são expedidas nos formatos físico e digital. As duas versões equivalem a documento de identidade em todo o território nacional. A versão digital fica no aplicativo CNH do Brasil. Qualquer imagem da CNH no celular vale? A mesma resolução determina que os documentos de habilitação só têm validade quando apresentados no formato digital definido pela Senatran ou no original, em meio físico. Pela regra, uma foto ou captura de tela da carteira não corresponde ao formato oficial. O documento deve ser mostrado diretamente no aplicativo. O QR Code da CNH permite verificar a autenticidade do documento pelo aplicativo Vio, do governo federal. A leitura exibe os dados associados ao código para conferência. Esse recurso não substitui a apresentação da CNH no formato oficial. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Quem está tirando a primeira habilitação ainda recebe a carteira impressa? A Resolução prevê a emissão dos documentos de habilitação nos formatos físico e digital. Para saber como solicitar cada versão e se há cobrança pela impressa, o candidato deve consultar o Detran responsável pelo processo. A CNH digital vale fora do Brasil? A equivalência prevista na resolução vale para o território nacional. No exterior, os documentos aceitos para dirigir dependem das regras do país de destino, que podem incluir a Permissão Internacional para Dirigir. Antes da viagem, consulte essas regras em fontes oficiais do país e, se for alugar um carro, confira também as condições da locadora. Continua após a publicidade O que a versão digital não muda? O formato do documento não altera a situação da habilitação. Datas de validade, categorias e eventuais restrições são as mesmas nas duas versões. Segundo a Senatran, a internet só é necessária para incluir o documento no aplicativo. Depois de baixada, a CNH digital pode ser exibida sem conexão. Por isso, quem pretende dirigir apenas com a versão digital deve baixá-la antes de sair. Continua após a publicidade O que é o aplicativo CNH do Brasil? O aplicativo CNH do Brasil reúne recursos relacionados à habilitação, aos veículos e às infrações de trânsito. A disponibilidade de algumas funções depende da integração dos órgãos de trânsito ao sistema da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). Para usar a plataforma, é preciso baixar o aplicativo e entrar com uma conta Gov.br. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Continua após a publicidade Os carros mais vendidos nos 100 anos da Chevrolet no Brasil Publicidade View the full article - Última semana
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[JonalCarro2]Porsche tira a multimídia de superesportivo e manda o motorista usar o celular
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Conceito Mission S antecipa nova família de esportivos acima do 911, recupera botões físicos e instrumentos clássicos, mas ainda esconde a motorizaçãoView the full article -
[4r]Porsche Mission S indica futura linha de supercarros acima do 911 e com menos telas
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A Porsche escolheu as margens do rio em Nova York, mesmo local onde o clássico 550 Spyder foi revelado ao mundo em 1953, para antecipar o design da sua próxima geração de carros. O conceito Porsche Mission S mostra a direção que os próximos lançamentos da fabricante devem tomar e, de quebra, confirma uma nova linha de superesportivos com motor central, que será posicionada em um patamar superior ao tradicional 911. Como será o novo superesportivo da Porsche? A nova plataforma de motor central traseiro não será usada em um hipercarro de edição limitada, mas sim em um carro permanente no portfólio da fabricante. O objetivo, segundo a marca, é oferecer um nível superior de excelência em engenharia e flexibilidade, utilizando toda a herança estética de modelos consagrados em um produto definitivo e de produção regular voltado à condução purista. Para criar o Mission S, os designers buscaram inspirações na linhagem histórica da fabricante alemã. Os faróis redondos e a musculatura pronunciada nos para-lamas remetem ao Porsche 911, enquanto a junção dos painéis e o formato da dianteira conversam com as séries G e o antigo GT1. A linha descendente do teto até a extremidade da asa traseira ativa resgata soluções aplicadas ao 959. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Porsche Continua após a publicidade A arquitetura voltada para o alto desempenho dita as formas definitivas da carroceria. Detalhes como as rodas inspiradas no estilo disco de telefone do antigo 928 priorizam a construção em liga leve. Já as linhas aerodinâmicas dividem a silhueta, onde a parte superior foca no dinamismo visual e a base expõe os componentes técnicos focados em refrigeração, como a área da ventoinha inspirada no 917. Porsche Mission S abre mão das telas <span class="hidden">–</span>Divulgação/Porsche A cabine do conceito rompe a tendência atual da indústria automotiva e foca na interação direta do motorista com o veículo, reduzindo o excesso de telas de alta resolução. Os tradicionais cinco instrumentos circulares no painel permanecem, agora com o conta-giros centralizado misturando o ponteiro analógico com um painel digital de fundo que se adapta ativamente aos modos de condução escolhidos. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Porsche A fabricante optou por não instalar uma grande central multimídia fixa ou visores dedicados ao passageiro. No lugar desses equipamentos, o painel integra um sistema retrátil magnético com padrão MagSafe para abrigar o smartphone do próprio motorista. O aparelho móvel assume as funções de navegação e de espelhamento por meio de uma interface simplificada do aplicativo oficial My Porsche. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Porsche Continua após a publicidade A união do analógico com o digital também se estende aos comandos mecânicos da cabine. A chave do lado esquerdo foi mantida e os novos botões do tipo empurrar ou puxar reforçam o uso tátil. Com revestimentos em tons clássicos de branco, cinza e vermelho, o habitáculo também remete ao histórico das pistas da fabricante ao integrar o fecho do cinto de segurança diretamente no console central. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Porsche O Porsche Mission S será fabricado em série? Continua após a publicidade O modelo atualizado é apenas um conceito de design, mas a marca já confirma que sua base servirá como plataforma oficial e permanente para a nova linha regular de superesportivos de motor central, que atuará em segmento superior ao do 911. Onde ficam as telas multimídia do Porsche Mission S? A fabricante eliminou as telas fixas convencionais no centro do painel e adotou um suporte magnético retrátil para o uso do smartphone do usuário como a principal central de informações, controle de rotas e telemetria da cabine. Publicidade View the full article -
[Diy]Subwoofer Box Design Easy Step by Step Guide
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Learn more at diyaudioguy.com If you found this video helpful then you can support the channel on Patreon for as little as $3 a month: https://www.patreon.com/DIYAudioGuy Join this channel to get access to exclusive membership perks: https://www.youtube.com/channel/UCUj9z2nkIesDh3sa8575qYw/join Use the code DIYAudio to save: 7% off of Savard (https://lddy.no/1jqmp) 10% off of Custom Speaker Pods (https://customspeakerpods.com/) 7.5% at Sky High Car Audio https://skyhighcaraudio.com/?ref=DIYaudio 5% off from Battery Hookup (https://batteryhookup.com) 10% off at Jag35 (jag35.com/DIYaudio) 5% off at B2 Audio https://www.b2audiousa.com/?ref=DIYaudio 5% off at BigJeff Audio: https://bigjeffaudio.com/?ref=DIYaudio 5% off at Parts Express 5% off at Showtime Electronics. 5% at Sparked Innovations (https://sparkedinnovations.com?ta_aff=NGFLAQXZHN) with the code DIY Check out the DIY Auido Guy Amazon Store: Amazon: https://www.amazon.com/shop/diyaudioguy Support DIY audio content by shopping with these affiliates: Shop for Basshead Gear at Down4Sound: https://lddy.no/1065t Shop for Car and Home Audio at Crutchfield: https://howl.me/cg9bCOKLoK7 Carbide 3D: https://shop.carbide3d.com/DIYAUDIOGUY Connect on social media: Facebook: https://www.facebook.com/DIY-Audio-Guy-111428060245602/ Instagram: https://www.instagram.com/diyaudioguy/ Twitter: https://twitter.com/DIYAudioGuy1 Chapters: 0:00 Introduction Music By creatormix.com *As an associate/affiliate marketer I may earn a small commission on qualified purchases on Amazon, Crutchfield, Parts Express, customspeakerpods.com, Savard, Amped Up Car Audio, Designer MotorSports, Carbid 3D or Down4Sound. #affiliate #crutchfieldpartner #amazonaffiliateView the full article -
[RS]QUAL O MELHOR GRAVE TORMENTO 650 OU ZETTA 1100 RMS?
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✅✅✅Tormento Sbw 650w Rms 12👉👉👉https://meli.la/1KfoNba ✅✅✅ZETTA 1100 RMS👉👉👉https://meli.la/2nBu14Z 🛑🛑🛑COMPRE NA NOVA LOJA DO Raylan Som 👇👇👇👇 ✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y ✅✅✅MINI CURSO RAYLAN SOM👉👉👉https://pay.kiwify.com.br/pCtGOQx ✅ESTRANHO AUDIO PARTS - Use o cupom de desconto 👉👉RAYLLAN5 👈👈e compre direto da fábrica https://loja.estranhoaudioparts.com.br ⭕⭕Meu facebook 👉👉👉https://www.facebook.com/RaylanSom/ °369 ✅Para comprar produtos online segue o link para compra ⭕️AMAZON https://amzn.to/3B5gXlb ⭕️Shopee https://shope.ee/apjpxVjd ⭕️✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y 🔖 Hashtags: #som #somautomotivo #carro #viagem #rayllansom #audio #vendas #negocios #Volkswagen #Fiat #Toyota #Hyundai #JEEP #RENAULT #NISSAN #caixatrio #caixabob #audio Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UCg0mdazek-we_xML7cHrr1g/join 🔴👉Instagram, TikTok , kwai e Facebook→ @raylansom 🔴GRUPO TELEGRAM 👉👉👉LINK DO GRUPO--- https://t.me/joinchat/HAimD4-0PoXFuQz1 QUAL O MELHOR GRAVE TORMENTO 650 OU ZETTA 1100 RMS?View the full article
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