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[4r]Óleo de câmbio dura para sempre? Mito do fluido vitalício causa danos graves
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Diferentemente do lubrificante do motor, que segue prazos e quilometragens rigorosos para a substituição, o fluido de transmissão ainda é cercado de mistério para muitos motoristas. A omissão nos manuais de diversas montadoras fortalece o mito de que o componente seria vitalício. Na prática, essa interpretação leva a descuidos na manutenção e compromete o funcionamento de todo o conjunto mecânico, resultando em consertos caros para o bolso do proprietário. Quando é necessário trocar o óleo do câmbio do carro? A substituição preventiva do fluido de transmissão deve ser feita quando o veículo é submetido ao uso urbano severo, cenário que acelera a oxidação e a perda de aditivos do lubrificante. Wellington Santos, técnico em implantação de tecnologia da Castrol, explica que o óleo perde sua capacidade de lubrificação e controle de atrito no trânsito pesado. As consequências diretas de rodar com o lubrificante vencido e degradado são trancos incômodos ao engatar as marchas, patinação evidente nas arrancadas do veículo, ruídos anormais durante a forte aceleração e o grave superaquecimento de todo o sistema da transmissão. Câmbio automático desmontadoRenato Pizzuto/Quatro Rodas Continua após a publicidade “O termo vitalício não significa ‘nunca trocar’. Significa que, dentro de um cenário ideal, o fluido atenderia à vida projetada da transmissão”, aponta o especialista. Como o uso nas ruas do Brasil raramente reflete as condições ideais de laboratório das montadoras, as inspeções frequentes garantem a proteção das peças mecânicas contra o desgaste prematuro. Um erro comum nas oficinas e concessionárias é avaliar a saúde do lubrificante apenas pelo aspecto visual. Segundo o técnico, há situações em que a coloração do material se mantém aparentemente limpa na vareta, mas as suas propriedades químicas fundamentais já foram completamente degradadas pela rotina de uso. Continua após a publicidade O óleo de câmbio dura até o fim da vida útil do carro? Não. O termo vitalício indica que ele duraria a vida útil do projeto apenas em condições ideais de uso rodoviário contínuo, mas o uso urbano severo exige trocas preventivas para evitar falhas. Continua após a publicidade Como saber se o óleo da transmissão precisa ser trocado? Além da quilometragem preventiva, sinais dinâmicos como trancos nas trocas de marcha, patinação, ruídos e superaquecimento indicam degradação crítica, mesmo que a cor visual do fluido pareça normal. Publicidade View the full article -
[FullPower]BAIC Arcfox T1: quanto custa, o que oferece e qual motor usa
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower Geely EX2, BYD Dolphin, MG4 Urban e companhia devem ficar com a vida um pouquinho mais complicada aqui no Brasil. O motivo é a estreia, finalmente, do BAIC Arcfox T1, novo hatch elétrico que chega para peitar justamente esses modelos citados ali atrás. Na realidade, além do T1, é a estreia da própria BAIC por aqui: a marca chinesa, estatal, foi fundada há quase 70 anos, e é uma das grandes do ramo automotivo naquele mercado. Por aqui, começa a vida com 50 concessionárias (planejam 150 até o fim de 2027), e logística de peças (estoque e distribuição) em parceria com a Foton. Leia mais: Jetour G700 estreia no Brasil: preço, versões, motorização, autonomia e equipamentos BAIC Arcfox T1: versões e preços São duas versões do BAIC Arcfox T1 no Brasil: Pro por R$ 130 mil e Max por R$ 140 mil (preços promocionais até 31 de dezembro). Literalmente, os mesmos nomes de versões do seu arquirrival Geely EX2, por coincidência ou não. A receita é clássica: toda a linha usa a mesma motorização, mesmo pack de baterias e mesma construção básica, se diferenciando apenas pelo pacote de equipamentos, detalhes estéticos e nível de acabamento, principalmente. BAIC Arcfox T1 – Foto: divulgação BAIC e Arcfox: quem são? Se você não conhece a Arcfox, calma lá: é uma submarca do Grupo BAIC, dos maiores automotivos lá da China (é estatal, inclusive), e já soma quase dez anos de existência, focando em SUVs menores e carros de passeio elétricos. No caso do Arcfox T1, o design é um ponto que chama a atenção: mais estiloso e retilíneo, lembra mais um hatch médio do que um monovolume (como o Dolphin, por exemplo), e tem até terceira coluna larga, como é comum nos hatches médios. Ainda assim, aposta no amplo espaço interno, proposta familiar e uso urbano, principalmente. Como é o Arcfox T1? O Arcfox T1 é um dos maiores da categoria, com 4,34 m de comprimento, 1,86 m de largura, 1,57 m de altura e entre-eixos de excelentes 2,77 m. Para que se tenha uma ideia, um VW Golf GTI atual mede 4,29 m de comprimento, 1,80 m de largura, 1,47 m de altura e 2,63 m de entre-eixos, o que dá uma ideia sobre o tamanho avantajado do chinês. Seu porta-malas, com quase 460 litros (1.352 com o banco traseiro rebatido), também conta a seu favor, bem como os bancos dianteiros que se reclinam em até 180º, transformando o interior do carro em uma enorme cama. No powertrain do BAIC Arcfox T1, um motor elétrico dianteiro com 95 cv de potência e 18 mkgf de torque, números bem próximos aos dos seus rivais. Enquanto isso, sua bateria tem 42,3 kWh de capacidade, que garante autonomia de 283 km no ciclo PBEV do Inmetro, ou 425 km no CLTC chinês (310 no WLTC). Na China, ele ainda possui versões com 126 cv, mas essas não tem previsão de chegar no Brasil. Ele suporta até 89 kW de potência de recarga e, nessas condições, é possível recuperar cerca de 50% da carga em menos de 25 minutos (em condições ideais). BAIC Arcfox T1 – Foto: divulgação Segundo dados oficiais, o BAIC Arcfox T1 acelera de 0 a 100 km/h em 12,4 segundos, e atinge cerca de 140 km/h de velocidade máxima. Mecanicamente, não ousa: traz suspensões independentes apenas na dianteira (McPherson), enquanto o conjunto traseiro é convencional, por eixo de torção. Os freios a disco estão nas quatro rodas, pelo menos, e ele traz, de série, função V2L (que transforma o carro em um gerador de energia para aparelhos elétricos e eletrônicos), e função V2V (permite recarregar outro carro elétrico através de um cabo específico). Equipamentos De série, desde a versão Pro mais barata, o BAIC Arcfox T1 vem com seletor de modos de condução, freio de mão eletromecânico com função Auto Hold, controle eletrônico de descidas (HDC), chave presencial, partida por botão, partida remota do motor, controle dos vidros pela chave, sensores de chuva e crepuscular, rodas aro 17, estepe convencional, monitor de pressão dos pneus (TPMS), volante multifuncional em couro sintético, painel digital de 8,8 pol., bancos em couro sintético, banco do motorista com ajustes elétricos, 6 airbags, bancos dianteiros com aquecimento, multimídia de 15,6 pol., comandos de voz inteligentes, câmeras 360º, sensores de estacionamento traseiros, faróis e lanternas em LED, ar digital automático com saídas traseiras, entre outros. BAIC Arcfox T1 – Foto: divulgação Na Max, o BAIC Arcfox T1 acrescenta teto-solar panorâmico com cortina elétrica, retrovisores com rebatimento elétrico e aquecimento, retrovisores externos com memória de posição, rodas aro 18, tampa do porta-malas elétrica, alças de teto para o banco traseiro, bancos dianteiros com ventilação e memória de posição, banco traseiro bipartido com regulagem do encosto, sistema de som com mais alto-falantes (6, contra 4 da Pro), sensores de estacionamento dianteiros, Park Assist (estacionamento automático) e pacote ADAS com mais de 10 funções, principalmente. Garantia e cores A previsão é que as primeiras unidades do Arcfox T1 cheguem nas concessionárias no começo de novembro, com as primeiras entregas a partir do dia 11. Sua garantia é de 6 anos ou 150 mil km para o carro, ou 8 anos/150 mil km para bateria de tração e motor elétrico, enquanto as revisões programadas acontecem a cada 20 mil km. Na paleta de cores, quatro tons: branco, prata, cinza e azul claro. O interior pode ser preto com detalhes dourados, ou preto com detalhes brancos. BAIC Arcfox T1 – Foto: divulgação O post BAIC Arcfox T1: quanto custa, o que oferece e qual motor usa apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article -
[4r]Fiat Strada Freedom CD 2027 tem promoção e passa a custar menos que versão de entrada
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A Fiat Strada Freedom Cabine Dupla 2026/2027 está com preço promocional de R$ 108.660, ou seja, com R$ 24.830 de desconto frente ao praticado na tabela, de R$ 133.490. Com a ação, a picape compacta fica mais barata que as versões de entrada com cabine simples: Endurance (R$ 116.990) e Freedom (R$ 123.990). Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Quem pode comprar a Fiat Strada Freedom CD com desconto? O preço está condicionado ao pagamento à vista, na modalidade venda direta, e é destinado a produtores rurais e empresas (com registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica vigente). Não estão contemplados veículos adquiridos por: PcD, taxista, leilões, frotistas, locadoras e seguradoras. O preço promocional é válido para a cor Preto Vulcano, sem opcionais. A campanha tem duração até o dia 3 de novembro, para 20 unidades ou enquanto durar os estoques. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidade Como é o motor e a lista de equipamentos da Strada Freedom CD? As versões de entrada e intermediárias (Endurance, Freedom e Volcano) são equipadas com o motor 1.3 Firefly flex aspirado. Este propulsor entrega 107 cv de potência quando abastecido com etanol e 98 cv com gasolina, com torques de 13,6 kgfm e 13,1 kgfm, respectivamente. Na versão em promoção, a Freedom Cabine Dupla, o câmbio é manual de cinco marchas. Qual a diferença do etanol misturado na gasolina para o que é vendido nos postos? Continua após a publicidade De série, a Fiat Strada tem ar-condicionado, direção elétrica, controle de estabilidade com sistema TC+ (controle de tração avançado) e assistente de partida em rampa (Hill Holder). Em comodidade e exterior, a Freedom CD dispõe de volante com regulagem de altura, luz na caçamba, capota marítima, repetidores de seta nos retrovisores, tomada 12V, rodas de aço de 15 polegadas, chave presencial com telecomando, vidros e travas com acionamento elétrico, vidro traseiro térmico, sensor de pressão dos pneus, protetor de cárter, porta-luvas iluminado, sistema de som preparado com antena, alto-falantes e porta USB para carregamento, apoios de cabeça no banco traseiro e alça de segurança para o passageiro. Continua após a publicidade Em relação à segurança, há airbags duplos frontais e laterais, fixação Isofix para cadeirinhas infantis e estepe de uso temporário. Publicidade View the full article -
[4r]Jetour F700 no Brasil? Marca teme efeito “Shark”, mas quer ouvir concessionários e clientes
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A Jetour F700 apareceu em registros de patente no Brasil nas últimas semanas e foi mostrada na China em evento recheado de jornalistas brasileiros. Essas aparições geraram expectativa nos fãs da marca nas redes sociais. No entanto, a chegada da picape não é tão simples assim. Apesar de ser derivada do G700, SUV topo de linha da marca que acaba de chegar ao Brasil, a fabricante enxerga a F700 com mais barreiras para penetrar no mercado brasileiro. Não por conta do produto, mas sim pelo comportamento mais conservador do público em relação às picapes médias tradicionais. Henrique Sampaio, Diretor de Marketing Produto e PR da Jetour Brasil, esclareceu que inicialmente a picape não estava nos planos, mas que todo o burburinho recente e a reação dos clientes ao modelo mudaram um pouco a postura. Agora, segundo o executivo, a empresa está ouvindo os concessionários e avaliando as possibilidades. Bateria de carro elétrico dura mais que o previsto; veja o que analisar nos usados Continua após a publicidade Apesar disso, Sampaio destacou que não querem um produto para micar no mercado brasileiro, “como aconteceu com outra picape híbrida plug-in”, sem citar marcas. O grande exemplo da fala está em outra fabricante chinesa, a BYD, que trouxe a Shark ao mercado nacional, mas não conseguiu repetir o mesmo volume de vendas de outros produtos. Continua após a publicidade Qual é o conjunto mecânico, a potência e o consumo da Jetour F700? A Jetour F700 é uma picape híbrida plug-in vendida na China que combina um motor a combustão 2.0 turbo a gasolina com dois propulsores elétricos, um em cada eixo, para entregar 904 cv e 115,7 kgfm de torque. O câmbio é um DHT, específico para veículos eletrificados, com duas marchas. Esse conjunto mecânico faz a picape acelerar de 0 a 100 km/h em cinco segundos. A bateria do sistema híbrido plug-in, fornecida pela CATL, tem 35,4 kWh de capacidade, o que assegura uma autonomia elétrica de 150 km, conforme o ciclo CLTC. A autonomia combinada atinge 1.300 km e o consumo de combustível declarado é de 12,5 km/l. Continua após a publicidade Quais são as dimensões e a capacidade de carga da picape da Jetour? A Jetour F700 mede 5,49 m de comprimento, 2,05 m de largura, 1,98 m de altura e possui 3,35 m de distância entre-eixos. Apesar das grandes dimensões externas, a capacidade de carga útil varia entre 181 kg e 223 kg, patamar muito abaixo dos 1.000 kg que servem como referência tradicional entre as picapes médias vendidas no mercado brasileiro. Publicidade View the full article -
[4r]Volkswagen suspende o projeto do Golf elétrico para reduzir prejuízos
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A Volkswagen decidiu suspender temporariamente o desenvolvimento do ID. Golf, futura versão elétrica de seu tradicional hatch médio. A decisão foi comunicada aos funcionários da fábrica de Wolfsburg, na Alemanha, após a divulgação dos resultados financeiros da montadora, que apontaram a necessidade de reduzir custos operacionais. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A interrupção não significa o cancelamento definitivo do modelo, mas representa mais uma mudança nos planos de eletrificação da fabricante. A prioridade agora é recuperar a rentabilidade da principal unidade produtiva da marca, que não conseguiu atingir as metas financeiras estabelecidas para o período. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade Com isso, os investimentos destinados ao ID. Golf foram congelados até que a Volkswagen consiga estabilizar suas contas. O adiamento também ocorre em meio à desaceleração da demanda por veículos elétricos na Europa e ao aumento da concorrência entre as fabricantes. A decisão não deixa a Volkswagen sem representantes no segmento de hatches elétricos. Atualmente, o ID.3 ocupa essa posição no mercado europeu, permitindo que a empresa adie a chegada do Golf sem abrir mão da categoria. O que muda nos planos da Volkswagen? O ID. Golf deverá utilizar a plataforma SSP, nova arquitetura modular do Grupo Volkswagen desenvolvida para substituir gradualmente as bases MEB e PPE. A tecnologia prevê um sistema elétrico de 800 V, além de melhorias na eficiência energética e na integração dos componentes eletrônicos. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade A fabricante também mantém uma parceria com a norte-americana Rivian para o desenvolvimento de sistemas eletrônicos e softwares destinados às próximas gerações de veículos. Entretanto, os ajustes no cronograma da plataforma SSP já haviam afetado os planos da empresa, empurrando a estreia do Golf elétrico para o final da década. Enquanto isso, a fábrica de Wolfsburg continuará produzindo as versões a combustão e híbridas do Golf convencional. A intenção é manter o modelo no catálogo durante a transição para os elétricos, aproveitando sua participação no mercado europeu. Divulgação/VolkswagenDivulgação/Volkswagen Continua após a publicidade A Volkswagen também pretende concentrar investimentos em veículos elétricos menores e mais acessíveis, que apresentam maior potencial de vendas. A estratégia inclui uma nova geração de modelos urbanos, desenvolvidos com foco na redução dos custos de produção. Com a suspensão do ID. Golf, a montadora passa a priorizar projetos considerados mais viáveis financeiramente, enquanto busca aproveitar melhor as plataformas já existentes. Por enquanto, não há uma nova data confirmada para a retomada do desenvolvimento do hatch elétrico. Publicidade View the full article -
[4r]Combustível adulterado: sinais no carro, como checar o posto e onde denunciar
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O carro começa a engasgar, perde força nas subidas ou passa a consumir mais combustível do que o habitual. Quando os sintomas aparecem pouco depois de abastecer, é natural desconfiar do produto colocado no tanque. É importante saber quais sinais observar, como verificar a qualidade do produto e o que fazer para proteger o veículo e os direitos do consumidor. Quais sinais podem indicar problema no combustível? Combustível de má qualidade pode provocar falhas e engasgos no motor, perda de potência, dificuldade de partida e funcionamento irregular em marcha lenta. Em alguns casos, a luz da injeção acende no painel. O momento em que os sintomas aparecem é uma pista, não uma prova. Problemas na ignição, na injeção, em sensores ou no sistema de alimentação também podem surgir depois de um abastecimento. O aumento de consumo tem muitas causas possíveis, como calibragem dos pneus, condições de trânsito, uso do ar-condicionado e manutenção atrasada, e não deve ser associado automaticamente a combustível irregular. Adulterado, contaminado ou fora da especificação? Combustível fora da especificação é aquele que não atende aos parâmetros de qualidade definidos pela ANP, por qualquer motivo. A adulteração é uma das causas possíveis e envolve a mistura intencional de substâncias não permitidas ou em proporção irregular. A contaminação pode ocorrer sem intenção, por exemplo com a presença de água ou impurezas durante o transporte ou o armazenamento. Continua após a publicidade Em qualquer uma dessas situações, o consumidor pode reclamar e solicitar a apuração do caso. A eventual responsabilização do fornecedor dependerá das circunstâncias e das provas reunidas. O que fazer se o carro apresentar problemas depois de abastecer? Se houver falhas severas, cheiro forte de combustível, fumaça ou risco de o motor apagar no trânsito, pare em um local seguro e solicite assistência, em vez de insistir na viagem. Continua após a publicidade Guarde a nota fiscal, que deve identificar o posto, a data, o produto e o volume abastecido. Leve o carro a uma oficina e informe a data e o local do último abastecimento. Peça que a oficina registre por escrito os códigos de falha lidos no sistema eletrônico e os resultados do diagnóstico, e não apenas o orçamento do reparo. Não tente retirar combustível do tanque por conta própria. Se houver necessidade de preservar uma amostra para análise, peça orientação à oficina ou à autoridade responsável. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade Posso pedir um teste no posto? O consumidor pode pedir ao posto os testes de qualidade previstos nas normas da ANP. Se suspeitar da qualidade da gasolina, peça o teste da proveta, que verifica a proporção de etanol anidro na mistura. O percentual deve respeitar o definido pela legislação vigente. No caso do etanol hidratado, as bombas têm um termodensímetro, que auxilia na avaliação de características do produto. Também é possível observar o aspecto do combustível, que deve estar límpido e sem impurezas. Esses procedimentos são específicos para determinados combustíveis e características, e não permitem avaliar todos os produtos nem todos os tipos de irregularidade. Continua após a publicidade O teste da proveta e o termodensímetro verificam características específicas e não identificam todas as formas de adulteração ou contaminação. Um resultado aparentemente normal não significa que o combustível esteja livre de irregularidades. A confirmação depende de análise laboratorial, como as realizadas pela fiscalização da ANP. Como consultar o posto e denunciar à ANP? Desde julho de 2026, a ANP disponibiliza o aplicativo ANP com VC – Postos, que lista os postos autorizados na região e mostra detalhes como produtos comercializados, CNPJ, endereço, autorização e fornecedor do combustível. Cada posto recebe uma nota de 0 a 5, calculada com base no histórico de fiscalizações, com peso maior para infrações mais recentes. Continua após a publicidade A nota, porém, não é uma certificação de qualidade permanente. Ela resume o histórico disponível e não garante que o combustível vendido em determinado momento esteja dentro das especificações. O mesmo aplicativo tem dois canais de denúncia: um para preços abusivos e outro para infrações em geral, como suspeita de combustível irregular. Ao denunciar, informe a data e o horário do abastecimento, o tipo de combustível, o número da bomba, se possível, e o que motivou a suspeita, como a recusa do posto em fazer os testes. Quem paga o conserto? Pelo Código de Defesa do Consumidor, o fornecedor responde pelos danos causados por produtos com vícios de qualidade, e o posto pode ser responsabilizado pela venda de combustível fora da especificação. Para buscar o ressarcimento, o consumidor precisa reunir provas: a nota fiscal, o diagnóstico da oficina com os códigos de falha, os orçamentos e notas do conserto e, quando houver, o resultado de testes, análises ou fiscalizações. Sem acordo, é possível recorrer ao Procon e à Justiça. Antes de abastecer em um posto desconhecido, consulte no aplicativo da ANP a autorização, a nota e o histórico disponível. No local, verifique se as bombas estão lacradas e identificadas e peça sempre a nota fiscal, mesmo em abastecimentos pequenos. Preços muito abaixo da média da região merecem atenção, mas não são, sozinhos, um indício conclusivo de fraude. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Novo Porsche 911 Turbo S é híbrido com 711 cv e vem ao Brasil Publicidade View the full article - Yesterday
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🔊 Toyota Corolla GR: Alta Fidelidade Italiana com Engenharia Alemã! Como transformar a cabine de um hot hatch de pista em uma sala de concerto, mantendo a garantia de fábrica 100% intacta? Projetamos um sistema Hi-Fi sob medida para este Corolla GR, focado em altíssima definição e integração estética invisível. Combinamos o refinamento da linha Audison Voce com o processamento cirúrgico da alemã Helix e o grave dinâmico da Hertz. 🛠️ O Diferencial do Projeto: • Kit 2 Vias e Coaxial (AV K6 SII / AV X6.5 II): Palco sonoro frontal extremamente detalhado, agudos sedosos, médios encorpados e preenchimento traseiro de alta linearidade. • Processador Helix DSP.3S: O cérebro do sistema. Garante alinhamento de tempo perfeito e correções acústicas ultraprecisas para o posicionamento ideal do palco. • Amplificador Audison SR 5.600: Usina compacta de 5 canais que alimenta todo o estéreo e o subwoofer com máxima eficiência, clareza e controle dinâmico. • Subwoofer Hertz MPS 250 S2: Modelo Slim de 10" instalado em caixa selada personalizada embutida no assoalho do porta-malas. Grave profundo com zero perda de espaço útil. • Tratamento Acústico 3 Camadas: Mantas de borracha butílica nas portas e forros para eliminação de vibrações, controle de ressonâncias e bloqueio de ruídos externos. • Preservação de Garantia: Instalação de nível europeu, 100% plug and play, sem cortes ou alterações no chicote original do veículo. 🎵 O Resultado Final: Um espetáculo acústico para acompanhar a performance das pistas. A precisão alemã do DSP Helix, o timbre orgânico dos falantes Audison e o grave firme do subwoofer Hertz criam uma experiência de áudio tridimensional imersiva a bordo deste Corolla GR. 🏆 Confiança Audio Design: Garantia permanente em nossas montagens. Desde 1994, são mais de 30 anos projetando obras-primas em áudio automotivo premium. 💬 Quer um projeto exclusivo para o seu carro? Deixe seu comentário ou mande um direct! @corollagrclube @toyotadobrasil @gazooracingbrasil #corollagr #somautomotivo #somhifi #audison #helixdspView the full article
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[Taramps]Tem projeto que dispensa apresentações!
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Tem projeto que dispensa apresentações! 🔊 O Reboque Scorpion é um daqueles que chamam atenção pelos detalhes, com um visual marcante e muita potência Taramps. E aí, de 0 a 10, qual nota você dá para esse projeto? #taramps #som #somautomotivo #projeto #reboque #shortsView the full article -
[4r]Vai viajar no feriado de Finados? PRF começa operação hoje; veja o que muda e o que dá multa
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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) deu início nesta sexta-feira (30) à Operação Finados 2026, intensificando a fiscalização em trechos críticos das rodovias até as 23h59 de próxima segunda-feira (2). Com um fluxo intenso de veículos previsto para o feriado prolongado, o principal objetivo da campanha é combater o uso do celular ao volante, prática que completa uma década enquadrada como infração gravíssima no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Entre janeiro e setembro de 2026, a PRF registrou 34.987 infrações de motoristas flagrados segurando ou manuseando o aparelho celular, um aumento de aproximadamente 12% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 31.144 casos. Historicamente, entre 2021 e 2025, os órgãos federais somaram mais de 185 mil autuações pela mesma conduta nas rodovias do país. Pulam, voam e nadam: veja 5 carros com ‘superpoderes’ A 100 km/h, um veículo percorre cerca de 28 metros em apenas um segundo, intervalo em que uma simples olhada na tela pode impedir o motorista de frear a tempo diante de um obstáculo imprevisto na pista. Continua após a publicidade Como o celular impacta nas estatísticas de acidentes? A distração provocada pelos aparelhos portáteis está ligada à ausência de reação ou à resposta tardia dos condutores diante de situações de perigo nas estradas. Somente nos primeiros nove meses deste ano, a corporação identificou 17.134 ocorrências de trânsito em que o fator determinante foi a falta de tempo de reação hábil, superando os 16.193 registros contabilizados no mesmo intervalo de 2025. Pedestres atravessando vias e mudanças bruscas de faixa exigem foco absoluto, tornando qualquer segundo de desatenção um risco com potencial fatal. Quais são as penalidades e os demais focos da fiscalização da PRF? Dirigir segurando ou manuseando o telefone celular é classificado como infração gravíssima, punida com multa de R$ 293,07 e a adição de 7 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Além do foco tecnológico, a Operação Finados intensifica o combate à embriaguez ao volante, ao excesso de velocidade, às ultrapassagens indevidas e à verificação rigorosa do uso do cinto de segurança e dos dispositivos de retenção infantil, as chamadas cadeirinhas. O que muda no trânsito de cargas e nas condições climáticas do feriado? Diferente de outros feriados prolongados de grande movimento, a PRF informou que não haverá restrições de tráfego para veículos de carga em rodovias federais de pista simples sob jurisdição federal. Continua após a publicidade Com previsões meteorológicas indicando chuvas em grande parte do território nacional, a recomendação oficial é reduzir drasticamente a velocidade, aumentar a distância de segurança em relação ao veículo que segue à frente e revisar itens essenciais do carro antes de pegar a estrada. A PRF orienta os motoristas: Revisar as condições do veículo antes de viajar; Descansar antes de iniciar o percurso; Verificar as condições da rodovia e a previsão do tempo; Não consumir bebidas alcoólicas antes de dirigir; Utilizar o cinto de segurança e os equipamentos obrigatórios; Respeitar os limites de velocidade; Não utilizar o celular ao volante; Realizar ultrapassagens somente em locais permitidos e seguros. Continua após a publicidade QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Publicidade View the full article -
[RS]Subwoofer Embaixo Desse Jeito? O Motivo Desse Grave Tocar Tão Forte Sem Forçar
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[4r]Ford Mustang GT Performance volta ao Brasil com motor V8 de 492 cv por R$ 569.000
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O Ford Mustang GT Performance está de volta ao mercado brasileiro. Vendido por muitos anos via importação independente, o modelo chegou oficialmente ao país em 2018. Em 2020, foi sucedido pelo Black Shadow e depois pelo Mach 1, retornando em 2024 com a nova plataforma de sétima geração. Em 2025, foi oferecido apenas durante um curto período no país. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Agora, o cupê esportivo sai por R$ 569.000, ou seja, é R$ 80.000 mais barato que o Mustang Dark Horse. Esta versão topo de linha segue comercializada normalmente no mercado por R$ 649.000 e traz uma calibração dinâmica e acerto mecânico muito mais voltados para o uso extremo em pistas de corrida. Qual é o motor, a potência e o desempenho do Ford Mustang GT Performance? O Ford Mustang GT Performance é equipado com o motor V8 5.0 aspirado, que desenvolve 492 cv de potência e 57,8 kgfm de torque, associado ao câmbio automático de dez marchas. Todo esse conjunto mecânico permite uma aceleração vigorosa de 0 a 100 km/h em apenas 4,3 s, garantindo números expressivos de desempenho na pista. Ford Mustang GT PerformanceDivulgação/Ford Continua após a publicidade Há cinco modos de condução disponíveis: Normal, Esportivo, Escorregadio, Pista e Pista Drag. Eles alteram simultaneamente as configurações do acelerador, trocas de marcha, controle de tração, som do motor e o grafismo do painel. Mas também é possível fazer ajustes separados nos sistemas de suspensão, direção e do escapamento. De acordo com a Ford, o esportivo passou por diversos refinamentos nos sistemas de controle e dinâmica veicular. O acerto dinâmico tem uma distribuição de peso de 55% na frente e 45% na traseira. Ele traz suspensão adaptativa MagneRide, barras estabilizadoras herdadas do Mach 1, freios Brembo e ronco do escapamento por meio de ajuste de válvulas ativo. Como funciona a tecnologia de amortecimento e ronco remoto do cupê? Uma das principais tecnologias presentes é o sistema de detecção de buracos da suspensão adaptativa. Seus sensores monitoram as condições da via 1.000 vezes por segundo e, se há uma queda brusca da roda dianteira, o sistema aciona o fluido magnético para endurecer o amortecedor e evitar trancos no conjunto da roda e pneu. Continua após a publicidade O Remote Rev é outro recurso tecnológico exclusivo e divertido do Mustang GT. Desenvolvido pelo time de engenharia da Ford no Brasil, ele permite acelerar o carro de forma remota, diretamente por meio do chaveiro, e liberar o ronco tradicional do V8 à distância, mesmo antes de o motorista entrar na cabine. Ford Mustang GT PerformanceDivulgação/Ford O esportivo também tem o chamado Track Apps, que se trata de um pacote de tecnologias e aplicativos de desempenho integrado ao painel de instrumentos e à central multimídia. Ele foi desenvolvido especialmente para uso em circuitos fechados e pistas de corrida. Continua após a publicidade O sistema focado em performance também traz recursos exclusivos como o freio de drifting e o Line Lock, que permite travar as rodas de modo independente para aquecer os pneus. O conjunto multimídia ainda oferece cronômetros precisos e medidores auxiliares da dinâmica veicular. O que muda no design e no visual atualizado do novo esportivo? O modelo volta com um design atualizado e toques exclusivos de estilo. O grande destaque visual fica para os itens escurecidos, presentes nos logos e nos emblemas externos da carroceria. A agressividade se completa com as rodas de liga leve de 19 polegadas, teto e retrovisores pintados de preto, além da proeminente asa traseira. Ford Mustang GT PerformanceDivulgação/Ford Continua após a publicidade Quais são os equipamentos de série e os itens de segurança? Por dentro, ele tem bancos de couro com ventilação e aquecimento, ajuste elétrico em seis vias para o motorista e quatro para o passageiro, além de volante revestido em couro com base reta e aquecimento. O painel de instrumentos de 12,4 polegadas é configurável e engloba a opção de modos visuais clássicos. A central multimídia SYNC 4 tem tela de 13,2 polegadas, conectividade com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de GPS embarcado. O sistema de som de 900 W é assinado pela prestigiada marca B&O e tem 12 alto-falantes de alta fidelidade e subwoofer integrado à cabine do modelo. Pulam, voam e nadam: veja 5 carros com ‘superpoderes’ Continua após a publicidade Há ainda os retrovisores externos com ajuste e rebatimento elétrico, que incorporam uma luz de aproximação de cortesia. Esse sistema projeta o clássico ícone do cavalo no chão para iluminar o caminho do motorista durante a noite, agregando ainda mais exclusividade à experiência. Ford Mustang GT PerformanceDivulgação/Ford A lista do pacote de segurança ativa inclui sete airbags, piloto automático adaptativo (ACC) com Stop & Go, frenagem autônoma de emergência (inclusive de ré), assistente de faixa com centralização, alerta de tráfego cruzado e alerta de colisão com detecção de pedestres. O carro conta também com assistente de manobras evasivas, farol alto automático, reconhecimento de placas de velocidade, câmera de ré, monitoramento de ponto cego e sensor de estacionamento traseiro para auxiliar em manobras cotidianas com segurança. Publicidade View the full article -
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[BandaAudioParts]𝗗𝗘𝗟𝗔𝗬 𝗗𝗘 𝗘𝗡𝗧𝗥𝗔𝗗𝗔: 𝗠𝗔𝗜𝗦 𝗣𝗥𝗘𝗖𝗜𝗦𝗔̃𝗢 𝗘 𝗖𝗢𝗡𝗧𝗥𝗢𝗟𝗘 𝗡𝗢 𝗦𝗘𝗨 𝗦𝗜𝗦𝗧𝗘𝗠𝗔! 🔊🎚️ O Exper...
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𝗗𝗘𝗟𝗔𝗬 𝗗𝗘 𝗘𝗡𝗧𝗥𝗔𝗗𝗔: 𝗠𝗔𝗜𝗦 𝗣𝗥𝗘𝗖𝗜𝗦𝗔̃𝗢 𝗘 𝗖𝗢𝗡𝗧𝗥𝗢𝗟𝗘 𝗡𝗢 𝗦𝗘𝗨 𝗦𝗜𝗦𝗧𝗘𝗠𝗔! 🔊🎚️ O Expert X12 chegou trazendo ainda mais possibilidades para o alinhamento do seu som! Além do tradicional Delay individual por canal, o processador conta com uma função que faz toda a diferença: o DELAY DE ENTRADA! 🚀 Uma solução especialmente útil em eventos, onde o posicionamento dos sistemas pode exigir ajustes de tempo para garantir o alinhamento sonoro. Mais praticidade, precisão e liberdade para quem busca o melhor resultado em cada projeto! ▶️ Confira no vídeo como funciona essa novidade! Quer saber mais? Confira o vídeo na íntegra: https://www.youtube.com/live/ogTtRr0Hzps?si=r14EVuDI1dzk8wG4 #BandaAudioparts #ExpertElectronics #ExpertX12 #Delay #AlinhamentoDeAudio #SomAutomotivo #TecnologiaView the full article -
[Taramps]Nem sempre o problema está no alto-falante. Às vezes, o que falta é uma boa regulagem!
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Nem sempre o problema está no alto-falante. Às vezes, o que falta é uma boa regulagem! 🔊 Com o PRO 2.4 BT da Taramps, você pode ajustar a equalização, controlar os níveis das saídas e até compartilhar suas configurações pelo aplicativo Taramps DSP. Porque um som de verdade começa com uma regulagem bem-feita! E aí, como anda a regulagem do seu projeto? #processadordeaudio #taramps #somautomotivo #regulagem #som #shortsView the full article -
[FullPower]Quais estados e cidades mais compram carros elétricos e híbridos no Brasil em 2026?
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Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower São Paulo é o estado brasileiro que mais compra carros elétricos e híbridos, segundo levantamento da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), com dados referentes a setembro de 2026. Foram 14.250 veículos eletrificados emplacados no território paulista durante o mês, o equivalente a 26,8% das vendas nacionais. Minas Gerais aparece na segunda posição, seguido pelo Distrito Federal, Paraná e Rio de Janeiro. Leia mais: Carros híbridos: entenda as diferenças entre MHEV, HEV, PHEV, EREV e super híbridos Audi Q5 PHEV – Foto: Lucca Mendonça Ao todo, o Brasil registrou 53.126 emplacamentos de veículos leves eletrificados em setembro, crescimento de 148,9% em relação ao mesmo período de 2025. O volume considera automóveis e comerciais leves totalmente elétricos (BEV), híbridos plug-in (PHEV) e híbridos convencionais (HEV e HEV Flex), deixando de fora os micro-híbridos (MHEV). Os números também mostram diferenças na distribuição das vendas pelo território brasileiro. Enquanto o Sudeste concentra mais de 40% dos emplacamentos, o Nordeste já responde por aproximadamente um quinto do mercado nacional de eletrificados. GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça Quais estados mais compram carros elétricos e híbridos? São Paulo liderou o ranking estadual de setembro de 2026, com 14.250 unidades, volume superior à soma dos três estados seguintes. Minas Gerais ficou na segunda colocação, com 4.346 emplacamentos, ultrapassando o Distrito Federal, que registrou 4.158 unidades. O Paraná aparece em quarto lugar, com 3.403 veículos eletrificados vendidos, enquanto o Rio de Janeiro completa as cinco primeiras posições, com 3.166 emplacamentos. Confira os cinco estados e unidades federativas que mais emplacaram carros elétricos e híbridos em setembro de 2026: 1º – São Paulo – 14.250 unidades (26,8%) 2º – Minas Gerais – 4.346 unidades (8,2%) 3º – Distrito Federal – 4.158 unidades (7,8%) 4º – Paraná – 3.403 unidades (6,4%) 5º – Rio de Janeiro – 3.166 unidades (6,0%) Juntas, essas cinco unidades federativas responderam por aproximadamente 55,2% das vendas de eletrificados no Brasil durante setembro. Leapmotor B10 REEV – Foto: divulgação Quais cidades mais compram carros elétricos e híbridos? Entre os municípios, a cidade de São Paulo também ocupa a primeira posição na compra de carros elétricos e híbridos. A capital paulista registrou 5.240 emplacamentos de eletrificados em setembro, concentrando 9,9% de todas as vendas nacionais. Brasília aparece na sequência, com 4.158 unidades, mesmo volume registrado pelo Distrito Federal no levantamento estadual. Belo Horizonte ocupa o terceiro lugar, com 2.451 veículos, seguida por Rio de Janeiro e Curitiba. Confira as cinco cidades com mais emplacamentos de carros elétricos e híbridos em setembro de 2026: 1º – São Paulo (SP) – 5.240 unidades (9,9%) 2º – Brasília (DF) – 4.158 unidades (7,8%) 3º – Belo Horizonte (MG) – 2.451 unidades (4,6%) 4º – Rio de Janeiro (RJ) – 1.625 unidades (3,1%) 5º – Curitiba (PR) – 1.467 unidades (2,8%) Somadas, essas cinco cidades concentraram 14.941 emplacamentos, equivalentes a aproximadamente 28,1% das vendas nacionais de eletrificados em setembro. Eletroposto Volvo – Foto: divulgação Sudeste lidera, mas Nordeste já representa 20% das vendas Na divisão por regiões, o Sudeste manteve a liderança do mercado brasileiro de carros elétricos e híbridos, com 23.092 unidades comercializadas em setembro. O volume corresponde a 43,5% dos emplacamentos nacionais. O Nordeste aparece na segunda posição, com 11.039 veículos eletrificados e participação de 20,8%. Já o Sul registrou 8.971 unidades, enquanto o Centro-Oeste somou 7.225 emplacamentos. A região Norte completa o levantamento, com 2.799 veículos. Confira a distribuição das vendas por região: 1º – Sudeste – 23.092 unidades (43,5%) 2º – Nordeste – 11.039 unidades (20,8%) 3º – Sul – 8.971 unidades (16,9%) 4º – Centro-Oeste – 7.225 unidades (13,6%) 5º – Norte – 2.799 unidades (5,3%) Ford Maverick 2025 na versão Hybrid – Foto: divulgação Apesar de apresentar o menor volume absoluto de vendas, o Norte foi a única região brasileira que registrou crescimento nos emplacamentos de eletrificados em relação a agosto de 2026, com avanço de 3,6%. Os dados da ABVE também mostram que as vendas de carros elétricos e híbridos estão distribuídas por todas as regiões brasileiras, embora ainda exista uma concentração expressiva nos principais centros urbanos e econômicos do país. O post Quais estados e cidades mais compram carros elétricos e híbridos no Brasil em 2026? apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article -
[4r]Caoa Changan CS55 PHEV flex já está nas concessionárias, mas prazo de entrega pode assustar
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Os Caoa Changan CS55 mais baratos e mais caros finalmente chegaram às concessionárias. Lançado em setembro no Brasil, apenas a versão Infinity (R$ 154.990) do SUV, com motor 1.5 turbo estava nas lojas. Quem optasse pela de entrada, Prime (R$ 144.990) ou a versão híbrida plug-in flex (R$ 189.990) precisava encomendá-las sem nem sequer poder ver o carro pessoalmente. Mesmo assim, quem fechar negócio no CS55 PHEV enfrentará fila de espera e a impossibilidade de fazer um test-drive. O que não muda é o prazo de entrega, que permanece de 60 dias para as versões recém-chegadas, mesmo que a versão de entrada seja nacional. As duas configurações com motor 1.5 turbo são produzidas na fábrica da CAOA em Anápolis (GO). <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas Quais são os preços e versões do Caoa Changan CS55? A linha do Caoa Changan CS55 é composta por três configurações distintas no mercado brasileiro, com preços oficiais que variam entre R$ 144.990 e R$ 189.990. A gama de utilitários-esportivos inclui opções com motor 1.5 turbo e uma variante topo de linha com conjunto mecânico híbrido plug-in flex. Caoa Changan CS55 Prime Turbo Flex (Entrada): R$ 144.990 Caoa Changan CS55 Infinity Turbo Flex (Intermediária): R$ 154.990 Caoa Changan CS55 PHEV (Híbrido Plug-in Flex – Importado): R$ 189.990 <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas Continua após a publicidade Qual é a motorização do Caoa Changan CS55? O modelo estreia fora da China o sistema BlueCore Ultra-Hybrid, unindo motor quatro cilindros 1.5 turbo flex TGDI a um propulsor elétrico para entregar 286 cv de potência e 47 kgfm de torque. Gerenciado pela transmissão dedicada DHT, o conjunto promete consumo urbano de até 42,2 km/l conjugado com o uso do motor elétrico e autonomia de 1.200 km. <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas Diz a fabricante que a arquitetura híbrida plug-in flex utiliza gerenciamento por inteligência artificial para alternar entre a tração elétrica e o motor térmico conforme a demanda do pedal. A capacidade de beber etanol ou gasolina no motor a combustão representa um diferencial importante, pois está se tornando comum no segmento. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas As versões nacionais Prime e Infinity utilizam motor quatro cilindros 1.5 turbo flex TGDI da família BlueCore com 180 cv de potência e 29,2 kgfm de torque, acoplado ao câmbio automatizado de dupla embreagem de sete marchas. Pelo Inmetro, o SUV faz até 10,4 km/l na cidade e 12,1 km/l na estrada com gasolina. Quando abastecido com etanol, o utilitário faz 7,3 km/l no ciclo urbano e 8,3 km/l no percurso rodoviário. <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas Continua após a publicidade O que muda no Caoa Changan CS55 PHEV? O design das configurações é muito parecido, independentemente do conjunto mecânico escolhido. A grade frontal sem bordas integrada ao para-choque é contornada pelos faróis full-led. Na traseira, as lanternas em led invadem a tampa do porta-malas, enquanto as rodas de liga leve são de 19 polegadas em toda a linha, mas com design exclusivo. Só a versão híbrida plug-in tem acabamento que mescla as cores preta e marrom, vidros acústicos nos para-brisas e nas janelas laterais frontais, e reconhecimento de sinalização de trânsito (TSR). O exterior adota o logotipo da Changan iluminado na traseira e o estepe temporário é substituído por um kit de reparo para os pneus. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas Continua após a publicidade O utilitário, que chega ao mercado para competir diretamente com SUVs médios convencionais como Jeep Compass, Toyota Corolla Cross, e híbridos como BYD Song Pro e Geely EX5 EM-i tem 4,55 m de comprimento, 1,86 m de largura, 1,67 m de altura e 2,65 m de entre-eixos, com porta-malas de 525 litros. Na cabine, o quadro de instrumentos digital de 10,3 polegadas se integra à central multimídia de 14,6 polegadas por meio de um acabamento flutuante em preto brilhante. Há conexão Apple CarPlay e Android Auto sem fio em todas as configurações da linha. <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas Versões, equipamentos e preços do Caoa Changan CS55 Caoa Changan CS55 Prime Turbo Flex – R$ 144.990 Caoa Changan CS55 PrimeBárbara Lira/Quatro Rodas A configuração de acesso já conta com rodas de liga leve de 19 polegadas (pneus 225/55), faróis e lanternas de led, rack de teto e saída de ar-condicionado para o banco traseiro. Na cabine, o painel integra um quadro de instrumentos digital de 10,3 polegadas a uma central multimídia de 14,6 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de abrigar um sistema de som Pioneer com seis alto-falantes. O modelo oferece ar-condicionado de zona única, bancos revestidos em material premium na cor preta, banco do motorista com seis ajustes elétricos, carregador de celular por indução com refrigeração, modos de condução (Eco, Normal e Sport) e câmera 540 graus com função de chassi transparente. O pacote de segurança inclui seis airbags (frontais, laterais e de cortina), controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampas, controle de descida, freio de estacionamento eletrônico com Auto Hold e monitoramento de pressão dos pneus. Caoa Changan CS55 Infinity Turbo Flex – R$ 154.990 A versão intermediária adiciona o pacote de assistência avançada à condução (ADAS), que engloba piloto automático adaptativo (ACC), frenagem automática de emergência com detecção de pedestres e ciclistas, monitoramento de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, alerta e assistente de permanência em faixa, alerta de colisão frontal e traseira, e comutação automática do farol alto. No conforto, a lista de equipamentos é incrementada com ar-condicionado de duas zonas, teto solar panorâmico elétrico, abertura elétrica do porta-malas, sensor de chuva e bancos dianteiros com aquecimento e ventilação, sendo que o assento do motorista ganha ajuste lombar e função de memória. O sistema operacional também passa a contar com fechamento automático dos vidros e teto solar por sensor de chuva. Caoa Changan CS55 PHEV – R$ 189.990 A opção híbrida plug-in mantém a base de equipamentos da versão Infinity, mas agrega o conjunto mecânico eletrificado com modos de energia (IEM, EV e HEV) e novos modos de condução (Eco, Comfort, Sport, Custom e AI Sport). O interior ganha um acabamento exclusivo mesclando as cores preta e marrom, vidros acústicos nos para-brisas e nas janelas laterais frontais, e reconhecimento de sinalização de trânsito (TSR). O exterior adota o logotipo da Changan iluminado na traseira. Além disso, o SUV passa a contar com o sistema V2L, que permite utilizar a energia da bateria do carro para alimentar equipamentos externos em 220V, e substitui o estepe temporário por um kit de reparo para os pneus. Publicidade View the full article -
Sou motorista de app e percebi que meu carro elétrico está perdendo autonomia ao longo do tempo. Há alguma média? Sergio da SIlva, Rio das Pedras (SP) A perda de autonomia da bateria do carro elétrico é uma das maiores preocupações de quem adota a tecnologia, especialmente motoristas de aplicativo que dependem do veículo para trabalhar. Com o passar do tempo, as células de íon-lítio sofrem uma degradação química natural, reduzindo a quilometragem máxima disponível por recarga. Um levantamento global revela exatamente o ritmo desse desgaste. Segundo um estudo realizado em 2025 pela Geotab, gigante global de gestão de frotas, com mais de 22,7 mil automóveis elétricos, a bateria perde, em média, 2,3% de sua capacidade total a cada ano. Isso significa que um carro com 400 km de alcance original perderá quase dez quilômetros de autonomia a cada 12 meses de uso, apenas pela degradação química inevitável e natural do componente de tração. Como o uso de carregador rápido afeta a bateria do carro elétrico? O uso contínuo de carregadores de corrente contínua (DC) acima de 100 kW eleva o estresse térmico das células, acelerando o desgaste químico. Essa prática frequente pode causar uma perda de capacidade de até 3% ao ano, reduzindo consideravelmente a vida útil do conjunto mecânico elétrico em longo prazo e limitando o uso diário. Continua após a publicidade Recarga do Mercedes EQEHenrique Rodriguez/Quatro Rodas Continua após a publicidade Por outro lado, a pesquisa confirma que a paciência recompensa o proprietário. Os veículos elétricos recarregados predominantemente em redes de corrente alternada (AC), como os carregadores residenciais de parede, preservam muito mais a saúde do sistema. Nesses cenários de recarga lenta, a perda anual cai pela metade, ficando estacionada na faixa amena de 1,5% de degradação. Qual é a influência do calor e do uso severo na degradação da bateria? O clima quente e a rodagem intensa penalizam o sistema de gerenciamento térmico do carro. Em regiões com temperaturas elevadas, as células perdem 0,4% a mais de capacidade em comparação com zonas temperadas. Além disso, o uso severo contínuo, como no transporte por aplicativos, soma mais 0,8% à rigorosa taxa de degradação anual do componente. Continua após a publicidade Para motoristas profissionais que rodam centenas de quilômetros diariamente no verão brasileiro, é importante saber calor excessivo altera a dinâmica das reações químicas dentro dos módulos da bateria de alta tensão. Quando somado ao fluxo constante de descargas profundas típicas do trânsito urbano pesado, o estresse sobre o equipamento atingiria seu nível máximo operacional, mas há um sistema de gestão térmica nas baterias – a maioria delas com arrefecimento líquido auxiliado pelo sistema de ar-condicionado. Como proteger o conjunto elétrico e estender a vida útil do carro? O segredo para maximizar a durabilidade do conjunto mecânico elétrico reside em evitar os extremos de carga e no planejamento inteligente das rotas. Manter a energia armazenada na janela ideal entre 20% e 80% alivia a degradação precoce causada pelas descargas totais repetitivas. Continua após a publicidade Carro elétrico sendo carregado em ponto recarga em BrasíliaJosé Cruz/Agência Brasil Embora os modernos sistemas de gerenciamento de bateria (BMS) sejam projetados para blindar os módulos contra falhas críticas, eles não conseguem reverter o envelhecimento natural do lítio. Por isso, a mudança de hábito do condutor, priorizando recargas lentas sempre que possível, é a ferramenta mais eficaz para prolongar a saúde do acumulador no rigoroso uso metropolitano. Publicidade View the full article
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[FullPower]Jetour G700 estreia no Brasil: preço, versões, motorização, autonomia e equipamentos
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Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower Agora, sim: o SUVzão off-road Jetour G700 chegou ao mercado brasileiro. Maior, e mais caro, modelo da marca chinesa, ele estreia em duas versões, de cinco ou seis lugares, ainda com preços abaixo dos R$ 500 mil. A meta é combater os Denza B5, além dos SUVs turbodiesel tradicionais, como Chevrolet Trailblazer ou Toyota SW4, por exemplo. O Jetour G700 Premium de cinco lugares (2+3) sai por R$ 470 mil, enquanto o de seis lugares (2+2+2) custa R$ 500 mil, e ambos tem previsão de chegada nas concessionárias até início de novembro. Leia mais: Leapmotor B10 BEV ou BYD Yuan Pro? Veja o duelo dos SUVs elétricos de R$ 183 mil Jetour G700 anda na água Com capacidades até aquáticas, ele chegou a cruzar o maior rio da China no ano passado, numa prova de 1,48 km, com correntes de 5 a 10 km/h, mantendo velocidade média de 7 km/h durante o percurso, evitando a entrada de água ou o afundamento enquanto isso. Mais recentemente, uma versão específica do Jetour G700 para o mercado chinês também apareceu parcialmente mergulhada durante testes em eventos da própria Jetour. Aqui no Brasil, a marca afirma que ele consegue atravessar trechos alagados com até 90 cm de profundidade. Como ele é? Trata-se de um SUV grandalhão, off-road e quadrado, com aproximadamente 5,20 metros de comprimento, mais de 2 metros de largura, quase 2 metros de altura e 2,87 metros de entre-eixos. A carroceria quadrada, com frente verticalizada e estepe na tampa traseira, lembra utilitários tradicionais como o Land Rover Defender. Por dentro, aposta forte nas telas (multimídia, instrumentação, entretenimento para o copiloto, informações de bordo, televisão para os ocupantes traseiros, comandos do ar-condicionado traseiro e afins), com acabamento esmerado e a fórmula chinesa convencional: volante pequeno, console elevado, painel horizontal e poucos botões. Jetour G700 – Foto: divulgação O Jetour G700 não é monobloco: tem chassi por longarinas separado da carroceria, como em caminhonetes médias e grandes. Isso lhe garante algumas vantagens no uso off-road e na bravura para encarar pisos difíceis, embora as suspensões independentes nas quatro rodas, com esquema Duplo A nos dois eixos, sejam típicas de carros de passeio. Jetour G700 – Foto: divulgação Motorização, desempenho e autonomia Na motorização, um pacote com motor 2.0 turbo a gasolina (211 cv de potência e 34,7 mkgf de torque), e dois motores elétricos, um acoplado a cada eixo (286 cv na frente e 408 atrás), além da bateria de tração com 34,1 kWh. A Jetour informa que ele passa dos 900 cv de potência total, com torque somado de 115,7 mkgf, enquanto a tração é integral permanente e inteligente. Transmissão? Automática DHT com duas velocidades. Nem tudo isso, porém, chega sempre às rodas: na realidade, a potência combinada, que é comumente divulgada nesses casos, segue em segredo. De qualquer forma, o SUVzão Jetour G700 é bem rápido: mesmo com as dimensões generosas e peso que beira 3,2 toneladas, cumpre a prova de aceleração de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos, e tem velocidade máxima limitada em 180 km/h. Já a autonomia combinada promete rondar os 1.300 km, considerando 73 km no modo elétrico (medição Inmetro), mais o tanque de 100 litros cheio de gasolina. A recarga da bateria de tração pode ser feita em fontes de até 170 kW (recupera 50% da energia em 10 minutos, promete a Jetour). Jetour G700 – Foto: divulgação Jetour G700 em alguns números Em outros números interessantes, são mais de 23 cm de altura livre do solo, e ângulos de ataque e saída amplos (28º e 35º, na ordem). Seu porta-malas é tão grande quanto ele: na versão de cinco lugares, o Jetour G700 comporta 719 litros, enquanto a de seis lugares varia entre 224 litros (seis assentos), 966 litros (quatro assentos) e 2.195 litros (dois assentos). Itens de série O pacote de equipamentos das duas versões do Jetour G700 é similar, com algumas diferenças. De série, nas duas, há rodas aro 20 com pneus de perfil alto, 8 tipos de modos de condução, pacote ADAS com tudo que há direito, 8 airbags (incluindo de joelhos para o motorista e central dianteiro), conjunto óptico full-LED com acendimento automático, tela única para instrumentação e entretenimento com 35,4 pol., multimídia de 15,6 pol. com conexões sem fio, retrovisores com tilt-down, sensores de chuva e crepuscular, retrovisor interno fotocrômico, carregador de celular sem fio com 50 Watts, câmeras 540º, ar digital automático dual zone com saídas traseiras, teto-solar panorâmico, iluminação ambiente em LED personalizável, sistema de som Lexicon, entre outros. Jetour G700 – Foto: divulgação A lista segue com bancos dianteiros elétricos e com memória de posição, ventilação para os bancos dianteiros, revestimento interno em couro Nappa, tampa do porta-malas elétrica e afins. Na Premium de seis lugares entram em cena mais airbags (dez, no total), teto-solar duplo, tela de 17,3 pol. para os passageiros traseiros, tela de 8,8 pol. para climatização traseira, terceira zona do ar-condicionado, massagem para os bancos dianteiros, bancos da segunda fileira com ajustes elétricos e massagem, bancos da terceira fileira com ajuste e rebatimento elétricos. Jetour G700 – Foto: divulgação Cores e garantia No mais, o Jetour G700 é oferecido em quatro cores: preto, prata, azul e laranja. Por dentro, ele pode vir revestido em couro preto com costuras vermelhas, ou então em couro laranja com partes em preto. São 7 anos ou 200 mil km de garantia para o carro, ou 8 anos/200 mil km de cobertura para bateria de tração e motores elétricos. O post Jetour G700 estreia no Brasil: preço, versões, motorização, autonomia e equipamentos apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article -
[4r]VW T-Cross elétrico pode ser vendido no Brasil contra GWM Ora 5 e Leapmotor B10
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A nova geração dos carros elétricos da Volkswagen caiu no gosto do mercado Europeu e, agora, a fabricante alemã estuda a viabilidade de ter estes carros em mais mercados, como o Brasil. Os ID.Polo e ID.Cross estariam cotados para serem impotados, mas é a versão elétrica do T-Cross quem tem mais chances. O motivo? É um SUV e isso lhe daria boas chances para enfrentar os chineses GWM Ora 5, BYD Yuan Pro e Leapmotor B10, apesar de ser menor. O Volkswagen ID.Cross tem 4,15 metros de comprimento, sendo 6 cm menor que o T-Cross brasileiro. Contudo, para os passageiros o entre-eixos de 2,60 m da plataforma elétrica é uma desvantagem frente aos 2,65 m do SUV nacional. O porta-malas é maior, com 475 litros e um compartimento frontal adicional (frunk) com 22 litros de capacidade. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade Na traseira, uma barra transversal com luzes de led domina a tampa, logo abaixo do teto alongado que termina em um spoiler. Por dentro, há materiais macios e cores harmoniosas para criar uma cabine mais acolhedora e sofisticada. O grande diferencial fica para o painel digital de 10,3 polegadas, que pode exibir mostradores com visual retrô inspirado no Golf de primeira geração. O que também ajuda os novos elétricos da VW a conquistar clientes é que questões cruciais de ergonomia foram resolvidas. Os comandos do ar-condicionado voltam a ser botões físicos na região central do painel, acima da base de carregamento sem fio. O volante achatado também foi redesenhado, abrigando controles do sistema ADAS no lado esquerdo. O multimídia principal opera através de uma nova tela de 12,9 polegadas alinhada ao condutor. São características que podem se mostrar uma vantagem perto dos rivais chineses, que concentram toda a operação em telas. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Qual é a potência e o motor elétrico do T-Cross elétrico? O SUV compacto usa o novo motor elétrico APP290, capaz de entregar 29,6 kgfm de torque e configurações de potência de 116 cv, 135 cv e até 211 cv. A tração é exclusivamente dianteira, marcando a primeira vez que a base modular da nova geração elétrica da Volkswagen abandona a tração traseira utilizada nos modelos maiores, garantindo maior otimização do espaço traseiro. A configuração topo de linha de 211 cv vai de 0 a 100 km/h em 7,4 segundos. É o motor ideal contra os 204 cv do Ora 5 e os 218 cv do B10. A suspensão dianteira é McPherson, enquanto a traseira usa um eixo de torção convencional, mas com apoios de borracha e buchas projetadas especificamente para anular vibrações, proporcionando uma transposição de piso mais madura e o silêncio típico exigido na condução elétrica. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen O VW ID.Cross está disponível na Europa com duas baterias cell-to-pack de 37 kWh ou 52 kWh, que garantem autonomia média no ciclo WLTP entre 316 km e 436 km. O modelo tem chegada prevista para o mercado europeu em novembro, com preços na casa dos 30.000 euros (R$ 180.000 ao câmbio atual). Ele se posicionará um degrau acima do T-Cross a combustão europeu, tabelado em cerca de 25.000 euros (R$ 150.000 ao câmbio atual). Continua após a publicidade As composições químicas variam entre LFP para a menor bateria e NMC para a unidade de maior densidade, o que possibilita potências de recarga de até 105 kW em corrente contínua. Segundo a fabricante, isso permite elevar o nível de carga de 10% a 80% em 24 minutos. O desenvolvimento do veículo foi inteiramente capitaneado pela espanhola Cupra, com produção prevista em Pamplona, na Espanha. Publicidade View the full article -
[EmmaBR]carro estilo faroeste. #somdequalidade #diy #carsound #fy #carhifi
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[4r]Jetour G700 é SUV de 905 cv, 0 a 100 km/h em 4,8 segundos e custa R$ 499.990
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Mostrado no Festival Interlagos, o Jetour G700 acaba de chegar ao Brasil em duas configurações e preços de até R$ 499.990. O SUV será vendido com cinco ou seis lugares, sempre com sistema híbrido plug-in e autonomia total de até 1.300 km. O Jetour G700 é o primeiro representante da Série G no Brasil, linha que reúne as principais tecnologias da marca, além de materiais nobres de acabamento. A configuração de cinco lugares será oferecida por R$ 469.990 com condições especiais de lançamento. Há supervalorização de usados de R$ 20.000 e até R$ 30.000 para clientes Jetour. <span class="hidden">–</span>Jetour/Divulgação A configuração de seis lugares tem esquema de 2+2+2, ou seja, bancos individuais na segunda fileira. Nessa versão, o SUV ganha alguns diferenciais para além dos bancos. Há uma tela de 8,8 polegadas para controlar funções de climatização, ajustes de bancos e recursos de entretenimento. Há ainda ar-condicionado de três zonas, mesa de apoio, iluminação ambiente e 10 airbags ao todo, uma vez que na segunda fileira há bolsas laterais adicionais. A segunda fileira ainda tem uma tela retrátil de entretenimento de 17,3 polegadas instalada no teto, que permite reproduzir filmes, vídeos, músicas e jogos. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Jetour/Divulgação Somado ao painel de instrumentos de 35,4 polegadas, que se estende quase que por toda a largura do SUV, além da central multimídia de 15,6 polegadas, com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, o G700 tem ao todo 77 polegadas em telas considerando a configuração de seis lugares. Jetour G700 é híbrido plug-in com mais de 900 cv Um carro de meio milhão de reais precisa justificar isso sob o capô e o G700 aposta no conjunto híbrido plug-in que combina um motor 2.0 turbo a gasolina com 211 cv e 34,6 kgfm de torque, além de outros dois motores elétricos, um dianteiro de 286 cv e 36,7 kgfm de torque e um traseiro de 408 cv e 44,4 kgfm de torque. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Jetour/Divulgação A marca não revela a potência combinada, mas ao todo são 905 cv e115,7 kgfm instalados, o que representa apenas a soma de todas as potências, mas sem informar quanto de cada um trabalha em conjunto. O 0 a 100 km/h é feito em 4,8 segundos, uma marca impressionante considerando o porte com mais de 5 metros e peso bruto total de 3.150 kg na configuração de cinco lugares e 3.180 kg na versão de seis lugares. O sistema híbrido é alimentando por uma bateria de 34,13 kWh, o que é próximo a hatches elétricos de entrada, e oferece carregamento rápido em corrente contínua (DC) de até 170 kW. O sistema permite recuperar de 30% a 80% da carga em aproximadamente 10 minutos. O sistema também permite recarga em corrente alternada (AC) com potência de até 11 kW, carregando de 20% a 80% em 1 hora e 54 minutos. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Jetour/Divulgação O tanque de combustível é de 100 litros, o que ajuda o SUV a ter autonomia total de 1.300 km. De acordo com os dados do Inmetro, o modelo registra consumo de 9,3 km/l na cidade e 8,7 km/l na estrada no modo híbrido. Já no modo elétrico a autonomia é de 73 quilômetros. Continua após a publicidade Entre os recursos de conveniência está a visualização panorâmica de 540 graus, que inclui imagens da área inferior do veículo, e a função V2L, capaz de fornecer até 3,3 kW de energia elétrica para equipamentos externos. SUV com estrutura de picape média O Jetour G700 utilizar uma estrutura de carroceria sobre chassi de longarina, a ideia é aumentar a resistência e a rigidez estrutural, ampliando a capacidade off-road. O modelo conta com ângulo de entrada de 35º e saída de 28º, sistema de tração integral elétrico, bloqueios de diferenciais dianteiro, traseiro, central e cruzado e oito modos de condução: Eco, Normal, Sport, Neve, Lama, Areia, Pedra e X. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Jetour/Divulgação São 23 centímetros de altura livre do solo, além de capacidade imersão de até 90 cm, mais que um Jeep Wrangler, por exemplo. A suspensão é independente de duplo “A” nos dois eixos. Uma das funções mais interessantes entre as capacidades fora de estrada é o U-Turn, que bloqueia uma das rodas traseiras, enquanto as rodas dianteiras vão para uma direção e a roda traseira livre gira no sentido contrário, fazendo com que o SUV possa girar no próprio eixo. <span class="hidden">–</span>Jetour/Divulgação Ao todo, o G700 tem 5,19 metros de comprimento, 2,05 metros de largura, 1,96 metro de altura e 2,87 metros de entre-eixos, o porta-malas oferece 966 litros de capacidade na versão de cinco lugares e 224 litros na configuração de seis lugares. A capacidade de navegar em áreas alagadas por até 40 minutos não está disponível fora da China e ainda se trata de um protótipo. A dificuldade de homologação e controle sobre a compra dificultam a possiblidade da tecnologia se tornar mais comum pelo mundo. Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Jetour G700 chega por R$ 469.900 com jeitão de Defender e sem versão anfíbia
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SUV híbrido plug-in oferece configurações de cinco e seis lugares, cabine luxuosa e recursos para o fora de estrada; primeiro contato foi breveView the full article -
[FullPower]Manutenção preventiva do carro: o que revisar antes de pegar a estrada
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Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower O feriado de finados, agora no início de novembro, já bate à porta. E, nesses casos de feriados que emendam com finais de semana, falamos de um dos períodos de maior movimento nas rodovias brasileiras. Com milhares de famílias preparando as malas para viajar, uma simples manutenção preventiva pode fazer toda a diferença para evitar transtornos, gastos inesperados e até situações de risco durante o percurso. Leia mais: Como escolher o pneu certo para cada tipo de carro? Revisão e manutenção no carro – Foto: DPaschoal/divulgação Alguns componentes do veículo merecem atenção especial na manutenção preventiva antes de enfrentar trajetos mais longos. Pneus, freios, suspensão, óleo do motor e bateria estão entre os itens que mais influenciam a segurança e a confiabilidade do automóvel na estrada. Além de reduzir as chances de panes mecânicas, a checagem preventiva ajuda a garantir uma viagem mais tranquila, especialmente em percursos com longos trechos rodoviários, serras ou grande fluxo de veículos. Pneus: primeiro item a ser verificado Pneu e estepe Jeep Renegade Sahara 2027 – Foto: Lucca Mendonça Os pneus estão entre os componentes mais importantes para a segurança do veículo, e não devem ser esquecidos na manutenção preventiva. Antes de viajar, é fundamental verificar o estado da banda de rodagem e observar o TWI (Tread Wear Indicator), marca presente nos sulcos que indica quando a profundidade do desenho atingiu o limite mínimo permitido. Pneus e Rodas – Foto: arquivo FullPower Também é importante conferir a calibragem recomendada pela fabricante, incluindo o estepe. Pneus com pressão inadequada podem aumentar o consumo de combustível, comprometer a estabilidade do carro e acelerar o desgaste irregular da borracha. Outro ponto frequentemente esquecido é a validade do próprio estepe: mesmo sem uso, a borracha envelhece com o passar dos anos e pode perder suas características de segurança. Freios e suspensão: atenção redobrada Freio Brembo do Ford Mustang Mach-1 – Foto: Lucca Mendonça Se houver ruídos durante as frenagens, vibrações no pedal ou sensação de perda de eficiência, uma avaliação especializada, na hora da manutenção preventiva, é recomendada antes de pegar a estrada. Em viagens, especialmente em regiões serranas ou trajetos de descidas prolongadas, o sistema de freios trabalha sob carga elevada. Pastilhas desgastadas, discos comprometidos ou fluido vencido podem comprometer o desempenho do conjunto. Suspensão e direção do Fiat Palio 1996 – Foto: divulgação A suspensão também tem papel fundamental na estabilidade do veículo. Amortecedores desgastados aumentam a tendência de oscilações da carroceria, prejudicam a frenagem e podem acelerar o desgaste dos pneus. São outros pontos importantíssimos do carro que merecem verificação na hora da manutenção preventiva. Conferir o óleo evita dores de cabeça Troca de óleo BMW – Foto: divulgação Uma das verificações mais simples também está entre as mais importantes na manutenção preventiva. Com o veículo estacionado em superfície plana e o motor desligado, é possível conferir o nível do óleo pela vareta de medição. Além de manter a quantidade correta, o motorista deve respeitar os intervalos de troca estabelecidos pela fabricante. Com o tempo, o lubrificante perde suas propriedades e deixa de proteger adequadamente os componentes internos do motor. Troca de óleo – Foto: Mottu/divulgação Outra recomendação é aproveitar a manutenção preventiva para verificar o sistema de arrefecimento, responsável por controlar a temperatura de funcionamento do propulsor. Vazamentos ou nível baixo do líquido podem causar superaquecimento e prejuízos elevados. Bateria costuma avisar antes de parar Bateria de carro – Foto: Omega Baterias/divulgação Dificuldade nas partidas, oscilações na iluminação ou mensagens de alerta no painel costumam ser sinais de que a bateria está chegando ao fim da vida útil. Embora muitas falhas ocorram sem aviso prévio, uma manutenção preventiva pode identificar o estado do componente e evitar que o motorista fique parado no acostamento durante a viagem. Na manutenção preventiva, também vale conferir o funcionamento de faróis, lanternas, luzes de freio, setas e limpadores de para-brisa, itens fundamentais para a visibilidade e a segurança em rodovias. Revisão deve ser feita com antecedência Revisão Peugeot e-208 GT – Foto: divulgação De acordo com Danilo Ribeiro, coordenador do Centro de Tecnologia, Treinamento e Inovação da DPaschoal (CTTi), muitos problemas poderiam ser evitados com uma inspeção preventiva antes das férias. “Muitos motoristas só percebem um problema quando o veículo já apresenta falhas. A revisão preventiva permite identificar desgastes antes que eles se transformem em uma pane ou em uma situação de risco durante a viagem. É uma medida simples que contribui para a segurança e a tranquilidade de toda a família”, afirma o especialista. Por isso, a recomendação é realizar a manutenção preventiva alguns dias antes da viagem. Dessa forma, caso seja necessária alguma manutenção ou substituição de peças, haverá tempo suficiente para resolver a situação sem comprometer os planos das férias. O post Manutenção preventiva do carro: o que revisar antes de pegar a estrada apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
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