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  1. Hoje
  2. Os novos Fiat Grizzly e Grizzly Fastback começam a ser vendidos na Europa no dia 5 de janeiro de 2027, com uma tabela de preços agressiva: 20.000 euros (R$ 120.000 ao câmbio atual). A dupla de compactos antecipa a nova geração dos Fiat Pulse e Fastback no Brasil, seguindo os passos do Argo X, que estreia em breve como a versão brasileira do Grande Panda. O SUV e o SUV cupê terão versões com motor a gasolina, conjunto mecânico híbrido e uma variante puramente elétrica capaz de rodar 400 km com uma carga de bateria. As primeiras entregas na Europa estão previstas para fevereiro. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Fiat A aposta da marca italiana é entregar o máximo de espaço em carrocerias compactas, sempre abaixo dos 4,50 m de comprimento. Trata-se do retorno da Fiat ao mercado de carros familiares, mas desta vez com a missão de atender a mais de 100 países. O movimento global também antecipa a linguagem estética que estará nos próximos carros da marca, inclusive no mercado brasileiro. Os carros estão no Salão de Paris em seu acabamento mais sofisticado, impulsionado por um quatro cilindros 1.2 turbo com sistema híbrido leve de 145 cv, sempre acoplado ao câmbio automático de dupla embreagem. A gama também terá versões de entrada a gasolina com 100 cv e transmissão manual, além da configuração elétrica. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Fiat No Brasil, porém, os motores serão da família GSE: o três cilindros 1.0 turbo com sistema híbrido leve de 116 cv e o quatro cilindros 1.3 turbo com 176 cv. O primeiro terá câmbio CVT, enquanto o segundo usará câmbio automático de seis marchas. Qual é o tamanho do porta-malas dos novos Fiat Grizzly e Fastback? O Fiat Grizzly convencional tem porta-malas de 545 litros e a carroceria mede 4,39 m de comprimento. Já o Fiat Grizzly Fastback acomoda até 608 litros de bagagem, posicionando-se como o maior volume de sua categoria entre os carros com menos de 4,50 m, graças aos 4,49 m de comprimento total e perfil alongado. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Fiat Embora dividam a mesma plataforma modular, a Smart Car — compartilhada com os Citroën Aircross e Basalt para cortar os custos operacionais —, o design traseiro define a personalidade de cada versão. O Grizzly padrão adota uma traseira verticalizada que otimiza o espaço da cabine, visando famílias. Já a variação Fastback aposta na queda de teto acentuada, conferindo uma aerodinâmica mais limpa e um visual esportivo. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Fiat Continua após a publicidade Foi o sucesso do Fiat Fastback brasileiro que estimulou a marca italiana a explorar o segmento dos SUVs cupês também na Europa. Agora, os europeus recebem primeiro aquela que corresponde à segunda geração do modelo. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Fiat Mesmo com a carroceria alongada, o volume interno de 3,5 m³ é rigorosamente o mesmo em ambas as variações. A estratégia da Fiat é garantir que o formato de estilo cupê não obrigue o comprador a abrir mão do espaço na cabine. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Fiat A comercialização simultânea de opções a combustão e eletricidade pura desde o primeiro dia de pedidos mostra que a estratégia mecânica está atrelada às exigências europeias, sem forçar transições repentinas. Contudo, ainda não há um cronograma oficial para o lançamento no Brasil. A expectativa é que pelo menos o Fastback chegue em 2027. Fiat Grizzly 2027 (5) DivulgaçãoFiatFiat Grizzly Fastback 2027 (1) DivulgaçãoFiatFiat Grizzly 2027 (1) DivulgaçãoFiatFiat Grizzly 2027 (6) DivulgaçãoFiatFiat Grizzly 2027 (2) DivulgaçãoFiatFiat Grizzly 2027 (4) DivulgaçãoFiatFiat Grizzly Fastback 2027 (4) DivulgaçãoFiatFiat Grizzly Fastback 2027 (5) DivulgaçãoFiatFiat Grizzly Fastback 2027 (3) DivulgaçãoFiatgrizzly-fastback (3) DivulgaçãoFiatFiat Grizzly Fastback 2027 (2) DivulgaçãoFiat Publicidade View the full article
  3. Trocar o jogo de pneus é uma despesa que faz parte da manutenção do carro. Esse momento varia de um veículo para outro, e o número do hodômetro, sozinho, não diz se a borracha ainda está em condições de uso. Onde conferir a pressão correta e com que frequência calibrar? Os pneus devem ser calibrados ao menos uma vez por semana, sempre a frio, seguindo a especificação da montadora, que aparece no manual do proprietário ou, em alguns carros, no batente da porta do motorista. Em certos modelos, a etiqueta fica na parte interna da tampa do tanque. O valor de pressão gravado na lateral do pneu indica a pressão máxima admissível para ele, e não a pressão recomendada para o uso normal. A pressão abaixo da recomendada aumenta a área de contato com o solo, o atrito e o calor, acelerando o desgaste. Já a pressão acima da indicada concentra o desgaste na parte central da banda. O que o desgaste da banda revela? Arrancadas fortes, frenagens bruscas, curvas em alta velocidade e manobras agressivas aumentam o atrito e o estresse sobre os pneus. Continua após a publicidade Desgaste excessivo nas duas bordas costuma indicar pressão baixa. Quando ele aparece de forma irregular ou concentrada em um lado, pode haver um problema de geometria, já que o alinhamento incorreto provoca desgaste prematuro e irregular. Quando fazer alinhamento e rodízio dos pneus? O alinhamento ajusta a geometria das rodas. Ele deve ser feito a cada 10 mil quilômetros, mas o intervalo pode ser menor conforme o tipo de piso em que o carro costuma rodar. Continua após a publicidade Já o balanceamento corrige a distribuição de massa do conjunto roda e pneu e, quando inadequado, pode gerar vibrações no volante e comprometer a estrutura interna, reduzindo sua durabilidade. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O rodízio, que consiste em trocar a posição dos pneus entre os eixos, ajuda a manter o desgaste uniforme. O esquema e o intervalo devem seguir o manual do veículo. Continua após a publicidade Como saber que está na hora de trocar o pneu? Não existe uma quilometragem única para determinar a troca dos pneus. A vida útil depende das condições de uso, manutenção e desgaste. Para o desgaste, a referência é a Resolução nº 913/2022 do Contran. A norma proíbe a circulação de veículos equipados com pneus cujo desgaste tenha atingido os indicadores ou cuja profundidade remanescente da banda de rodagem seja inferior a 1,6 mm. Esses indicadores, chamados TWI, ficam no fundo dos sulcos. Continua após a publicidade Desgaste, porém, é diferente de dano. Cortes, bolhas, deformações e trincas afetam a estrutura do pneu, e o desgaste irregular pode indicar problema de pressão ou de geometria. Por isso, a inspeção deve considerar o estado da banda de rodagem e das laterais. Se houver dano estrutural, o pneu deve ser substituído independentemente da quilometragem rodada. A inspeção também deve incluir a parte interna dos pneus, que pode ficar fora do campo de visão de quem olha o carro de frente ou de lado. Continua após a publicidade A idade do pneu importa tanto quanto a quilometragem? Idade e quilometragem são medidas diferentes. Um pneu pouco rodado pode apresentar sinais de envelhecimento, porque a borracha perde elasticidade com o tempo. Assim, é necessário realizar inspeção anual por um profissional a partir de cinco anos de uso e substituir o pneu dez anos após a data de fabricação, inclusive o estepe. A data está no código DOT, na lateral do pneu, e corresponde à fabricação, não à instalação no carro. Os quatro últimos dígitos indicam semana e ano: 3521, por exemplo, corresponde à 35ª semana de 2021. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Por que carro elétricos não têm painéis solares no teto para recarregar as baterias? Publicidade View the full article
  4. VAIS Technology, a manufacturer of OEM-grade vehicle integration and access systems, announced the release of...View the full article
  5. The 2026 dB Drag Racing North American Finals brought the season to a close October 3–4 with competitors from across the US and CanadaView the full article
  6. Conhecimento, evolução e paixão pelo verdadeiro som de qualidade! 🔊 Hoje foi dia de participar do Curso de Iniciação ao EMMA e Formação de Juízes EMMA 2026, um importante passo para o fortalecimento do SQ (Sound Quality) no Brasil. O EMMA, instituição europeia dedicada ao som de qualidade automotivo, chega para contribuir com o desenvolvimento da cultura do SQ, elevando o nível técnico, os critérios de avaliação e a busca pela excelência nos sistemas de áudio. Para nós, da SRC, investir em conhecimento é investir em qualidade, evolução e nos melhores resultados para nossos clientes. Seguimos aprendendo, evoluindo e nos preparando para os próximos desafios do som de qualidade no Brasil! SRC — compromisso com a excelência sonora. #EMMA2026 #SoundQuality #SQBrasil #AudioAutomotivo #SRC CarAudioView the full article
  7. Learn more at diyaudioguy.com If you found this video helpful then you can support the channel on Patreon for as little as $3 a month: https://www.patreon.com/DIYAudioGuy Join this channel to get access to exclusive membership perks: https://www.youtube.com/channel/UCUj9z2nkIesDh3sa8575qYw/join Use the code DIYAudio to save: 7% off of Savard (https://lddy.no/1jqmp) 10% off of Custom Speaker Pods (https://customspeakerpods.com/) 7.5% at Sky High Car Audio https://skyhighcaraudio.com/?ref=DIYaudio 5% off from Battery Hookup (https://batteryhookup.com) 10% off at Jag35 (jag35.com/DIYaudio) 5% off at B2 Audio https://www.b2audiousa.com/?ref=DIYaudio 5% off at BigJeff Audio: https://bigjeffaudio.com/?ref=DIYaudio 5% off at Parts Express 5% off at Showtime Electronics. 5% at Sparked Innovations (https://sparkedinnovations.com?ta_aff=NGFLAQXZHN) with the code DIY Check out the DIY Auido Guy Amazon Store: Amazon: https://www.amazon.com/shop/diyaudioguy Support DIY audio content by shopping with these affiliates: Shop for Basshead Gear at Down4Sound: https://lddy.no/1065t Shop for Car and Home Audio at Crutchfield: https://howl.me/cg9bCOKLoK7 Carbide 3D: https://shop.carbide3d.com/DIYAUDIOGUY Connect on social media: Facebook: https://www.facebook.com/DIY-Audio-Guy-111428060245602/ Instagram: https://www.instagram.com/diyaudioguy/ Twitter: https://twitter.com/DIYAudioGuy1 Chapters: 0:00 Introduction Music By creatormix.com *As an associate/affiliate marketer I may earn a small commission on qualified purchases on Amazon, Crutchfield, Parts Express, customspeakerpods.com, Savard, Amped Up Car Audio, Designer MotorSports, Carbid 3D or Down4Sound. #affiliate #crutchfieldpartner #amazonaffiliateView the full article
  8. A Volkswagen lançou a Saveiro Robust Etanol com argumento estritamente financeiro: ela custa R$ 4.200 a menos que a opção bicombustível. Tabelada a R$ 111.490, a picape surge como ferramenta para baratear o Custo Total de Propriedade (TCO) de empresas, mas exige calculadora na mão. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O primeiro impacto favorável no TCO é o custo de aquisição. Em frotas maiores, o desconto por unidade gera uma economia inicial considerável. Esse abatimento no faturamento reduz o capital imobilizado da companhia, influenciando no cálculo anual do IPVA e barateando custos com seguro corporativo. Na bomba, o motor quatro cilindros 1.6 MSI de 116 cv e 16,1 kgfm traz ganhos práticos. O motor não tem diferenças mecânicas, só mesmo uma nova programação voltada para o uso de etanol e Isso melhorou o consumo combinado de 8,1 km/l na flex para 8,5 km/l na picape a álcool. Continua após a publicidade Para medir o impacto, cruzamos os números com preços da ANP apurados na primeira semana de outubro de 2026: Versão Combustível Consumo (km/l) Custo p/ 50.000 km Diferença Robust Etanol Etanol (R$ 4,14/l) 8,5 R$ 24.353,00 – Robust Flex Etanol (R$ 4,14/l) 8,1 R$ 25.556,00 + R$ 1.203,00 Robust Flex Gasolina (R$ 6,54/l)* 11,2 R$ 29.196,00 + R$ 4.843,00 *Dados de consumo homologados junto ao Inmetro. Continua após a publicidade Os cálculos provam que rodar 50.000 km com a configuração exclusiva gera economia de R$ 1.203 ante o modelo bicombustível usando o mesmo derivado da cana. Se comparado ao cenário da gasolina, a vantagem de eficiência dispara, poupando quase R$ 4.850 na logística da empresa ao longo da jornada. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade Contudo, a Saveiro Etanol pode ser uma versão viável apenas em algumas regiões. A planilha de custos só fecha no azul em estados onde a paridade de preços favorece o combustível vegetal. O mesmo levantamento da ANP mostrou que o preço do litro do etanol variou em 113,2% no Brasil, do preço mínimo de R$ 3,09 ao máximo de R$ 6,59. Os valores mais caros estão nas regiões sudeste, sul e centro-oeste, na ordem. A variação do litro da gasolina comum foi de 66,8%, de R$ 5,39 a R$ 8,99. Continua após a publicidade Um risco repousa na depreciação. O mercado de usados historicamente costuma penalizar modelos sem flexibilidade de abastecimento, enquanto a opção flex possui liquidez imediata. Para carros que pertencem a empresas e que têm depreciação artificial, isso pode ser um problema menor. Para pessoas físicas, porém, é algo que precisa ser considerado. Por fim, conta a favor o peso das metas de descarbonização para a indústria. Ao emitir escassas 50 g/km de CO2 equivalente na metodologia poço à roda – ante 106 g/km do projeto convencional –, a picape destrava certificados de agenda ESG, compensando limitações de abastecimento do modelo. Publicidade View the full article
  9. Yesterday
  10. Foram 4 dias de muito aprendizado, troca de experiências e paixão pelo som de qualidade! 🇧🇷🇪🇸🇲🇽 O curso EMMA reuniu profissionais do Brasil, Espanha e México em uma jornada de formação de juízes, com aulas teóricas e práticas voltadas à avaliação, regulagem e montagem de sistemas de som de alta qualidade. Uma imersão em conhecimento técnico, critérios de avaliação, precisão e excelência sonora, preparando profissionais para identificar cada detalhe que faz a diferença em um verdadeiro sistema de qualidade. Mais do que aprender a ouvir, aprendemos a entender, analisar e valorizar cada detalhe do som. #EMMABrasilView the full article
  11. Agradeço o @emma_brasil_oficial , por proporcionar essa oportunidade especial! O meu muito obrigado aos juízes José de @emma_spain_official e Toño de @emma.mexico, por compartilharem seus conhecimentos, nos dando um excelente curso! Aprender, evoluir e se especializar naquilo que amamos não tem preço!View the full article
  12. A transição tecnológica das ruas e garagens brasileiras já decretou um vencedor definitivo: a direção elétrica. Enquanto a assistência hidráulica tradicional recorre a uma bomba movida pelo propulsor a combustão para pressurizar o fluido e aliviar o peso do volante, o sistema eletroassistido utiliza um motor elétrico atuando diretamente na coluna ou na caixa de direção. Além de ser mais leve e livre de manutenções complexas, a tecnologia elétrica deixou de roubar a potência do carro e se tornou vital para o funcionamento de assistentes de condução semiautônoma. Qual é a diferença técnica entre a direção elétrica e a hidráulica? A diferença principal está na origem da força de assistência ao esterçamento. A direção hidráulica utiliza uma bomba mecânica conectada ao motor do veículo, que pressuriza um fluido para auxiliar o movimento das rodas. Já a direção elétrica emprega um pequeno motor elétrico, acoplado à coluna ou à cremalheira, que aplica força variável sem exigir potência mecânica do propulsor a combustão. Sistema técnico da direção hidráulica de pinhão e cremalheiraReprodução/Internet O sistema hidráulico, que estreou no Chrysler Imperial de 1951, transformou a dirigibilidade, diminuindo o esforço do motorista nas manobras em até 80%. No entanto, a bomba depende da rotação constante do motor a combustão o tempo todo. Na prática, essa amarração parasita consome entre 1 e 3 cv de potência, além de ocupar um precioso espaço no cofre dianteiro com reservatório, correia e mangueiras. Continua após a publicidade Chrysler Imperial, primeiro a usar a direção hidráulicaVitor Matsubara/Quatro Rodas Para atenuar essa perda de eficiência, surgiu a direção eletro-hidráulica. Nesse arranjo, uma bomba elétrica independente impulsiona o fluido, aliviando o motor do carro. Contudo, a arquitetura de transição exige os mesmos cuidados de manutenção do sistema hidráulico puro, preservando a complexidade e o risco de vazamentos. Por que a direção hidráulica consome mais combustível e perde espaço para a elétrica? A direção hidráulica está sumindo porque reduz a eficiência energética do veículo e impede a integração de tecnologias modernas de segurança. O sistema elétrico consome menos energia e viabiliza a adoção de recursos essenciais como assistente de manutenção de faixa, estacionamento automático (Park Assist) e sistemas de condução semiautônoma (ADAS). Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Hoje, a indústria é cobrada pela máxima eficiência em todas as pontas do projeto. Como o motor elétrico atua sob demanda — apenas quando o motorista efetivamente gira o volante ou quando a central eletrônica intervém —, a economia de combustível pode ser até 85% superior na comparação direta com o sistema de fluido pressurizado. Além de consumir menos, o carro elétrico ou a combustão ganha inteligência. Essa modularidade também altera a dinâmica de condução. A força exercida pela assistência elétrica é calibrada instantaneamente em função da velocidade do veículo. O resultado prático é um volante extremamente leve em manobras de baliza e nitidamente mais firme em velocidades de cruzeiro rodoviário, garantindo segurança direcional. Continua após a publicidade Hoje, não há mais restrições de porte ou peso. O componente equipa desde compactos de entrada até picapes médias sobre chassi, como Chevrolet S10 e Ford Ranger. Direção elétrica é pior de guiar? Entenda o feedback das rodas e a sensação ao volante Embora os primeiros sistemas elétricos fossem criticados por entregarem uma condução artificial, o gerenciamento eletrônico moderno consegue simular fielmente o contato dos pneus com o solo. A calibração de software específica determina a carga e o nível de feedback do volante, preservando a comunicação mecânica exigida em esportivos de alto desempenho. Caixa de direçãoRenato Zimmerman/Quatro Rodas Continua após a publicidade Essa perda de sensibilidade era a principal barreira técnica enfrentada pelos entusiastas. Por depender muito menos de módulos e ser um mecanismo analógico, a direção hidráulica transmitia uma leitura nítida das irregularidades do asfalto e do limite de aderência das rodas dianteiras. Hoje, os engenheiros contornaram o obstáculo refinando as variáveis do ciclo de feedback da central elétrica. Marcas referência em dinâmica e precisão, como Porsche e Jaguar (neste último, a partir do esportivo F-Type), renderam-se aos benefícios da eletricidade. O software atual replica o peso tradicional de direção que consagrou modelos históricos, confirmando que a eletrônica pode atuar em benefício do prazer ao dirigir. Perguntas frequentes sobre sistemas de direção Motor da direção elétrica pode ficar na coluna de direção, logo atrás do volanteMarco de Bari/Quatro Rodas Continua após a publicidade Qual sistema dá mais manutenção: hidráulico ou elétrico? O sistema hidráulico exige atenção rigorosa ao nível e à validade do fluido, além de sofrer com ressecamento de mangueiras e vazamentos na bomba e na caixa. A caixa elétrica é praticamente isenta de manutenção periódica preventiva, demandando reparos apenas em caso de falhas no módulo, no motor elétrico ou em buchas plásticas. É possível adaptar direção elétrica em carros antigos? Sim. A instalação de colunas de direção com assistência elétrica (frequentemente oriundas de modelos compactos sucateados) tem se popularizado no mercado de restauração e usados, partindo de R$ 1.500. É uma solução mais enxuta do que adaptar bombas, polias e mangueiras para um sistema hidráulico. Se o motor elétrico da direção falhar, perco o controle do carro? Não. Todos os sistemas de direção contam com ligação mecânica física (a coluna de direção conectada à caixa). Em caso de pane elétrica, o volante ficará substancialmente pesado, como em um carro antigo sem qualquer assistência, mas o veículo continuará esterçando normalmente. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Publicidade View the full article
  13. ✅✅✅MINI CURSO RAYLAN SOM👉👉👉https://pay.kiwify.com.br/pCtGOQx ✅✅✅Taramps T 600sw👉👉👉https://meli.la/1pQfsJq ✅✅✅GRAVE TORMENTO 650👉👉👉https://meli.la/2Vx4nzw ✅✅✅zetta de 12 polegadas 1100 rms a 2 OHMS👉👉👉https://meli.la/33Ww2fd 🛑🛑🛑COMPRE NA NOVA LOJA DO Raylan Som 👇👇👇👇 ✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y ✅✅✅MINI CURSO RAYLAN SOM👉👉👉https://pay.kiwify.com.br/pCtGOQx ✅ESTRANHO AUDIO PARTS - Use o cupom de desconto 👉👉RAYLLAN5 👈👈e compre direto da fábrica https://loja.estranhoaudioparts.com.br ⭕⭕Meu facebook 👉👉👉https://www.facebook.com/RaylanSom/ °369 ✅Para comprar produtos online segue o link para compra ⭕️AMAZON https://amzn.to/3B5gXlb ⭕️Shopee https://shope.ee/apjpxVjd ⭕️✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y 🔖 Hashtags: #som #somautomotivo #carro #viagem #rayllansom #audio #vendas #negocios #Volkswagen #Fiat #Toyota #Hyundai #JEEP #RENAULT #NISSAN #caixatrio #caixabob #audio Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UCg0mdazek-we_xML7cHrr1g/join 🔴👉Instagram, TikTok , kwai e Facebook→ @raylansom 🔴GRUPO TELEGRAM 👉👉👉LINK DO GRUPO--- https://t.me/joinchat/HAimD4-0PoXFuQz1 Subwoofer ou Woofer: O teste definitivo que ninguém te conta!View the full article
  14. #sqpl #somautomotivo #lowbass #hairtrick #fbaudio #sq #Sextou_é_Low ---------------------------- Para entrar no Grupo de Whatsapp "Low Bass Brasil" onde organizamos os Encontros, mande seu whatsapp no meu e-mail: marcio5alves@yahoo.com.br _________________ A empresa Mega Energy das Baterias LifePo4 de Alto Desempenho é Parceira do Canal. Compre com o Everton SPL Whatsapp (11) 93001-7512. Inscritos aqui do Canal Marcio Low Bass tem desconto! --------------------------- A Empresa Seladin, Mantas Automotivas Acústicas é Parceira do Canal. Obtenha Desconto de 6% para Pessoa Física e 8% para Pessoa Jurídica falando direto com o Representante Nivaldo Whatsapp (11) 97708-5833 dizendo que viu aqui em Nosso Canal Marcio Low Bass! --------------------------- Faça seu projeto com o Felipe Nanba em Diadema-SP Whatsapp (11) 94703-4643. Nesse GWM Haval tem os seguintes equipamentos: - Kit 2 Vias Nakamichi NSJ-CS610 - Par de Coaxiais Nakamichi NSJ610 ---------------------------- Temos Nosso Curso: "APRENDA TUDO SOM AUTOMOTIVO ONLINE: Acesse qualquer um desses 2 Links para Informações: https://go.hotmart.com/D61464418N ou https://go.hotmart.com/D61464418N?dp=1View the full article
  15. O Smart #2 está de volta para provar que nem só de SUV vive o mundo. O compacto foi apresentado no Salão do Automóvel de Paris como um hatch elétrico de dois lugares, resgatando o espírito do Smart original. Curiosamente, o primeiro conceito do Smart ForTwo foi apresentado há trinta anos em Paris. Agora, a marca quer retomar o protagonismo na mobilidade urbana dos grandes centros. Para isso, aposta no Smart #2 elétrico. O modelo já tinha aparecido em registros na China e agora finalmente foi apresentado ao público. <span class="hidden">–</span>Smart/Divulgação Design inspirado no passado Visualmente, o #2 lembra muito o Smart original, mas com linhas mais modernas. Estão presentes os desenhos arredondados, os balanços curtos e rodas nas extremidades da carroceria. A modernidade está presente no desenho de faróis e lanternas, ambos em led. No interior, nada de grandes telas. A central multimídia tem 10,1 polegadas, enquanto o painel de instrumentos é de 8,8 polegadas. Apesar do pequeno porte, o Smart tem 305 litros de espaço no porta-malas, expansível para 527 litros. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Smart/Divulgação Plataforma leve e dimensões reduzidas O Smart #2 é o primeiro desenvolvido sobre a plataforma Electric Compact Architecture (ECA). E o grande mérito está nas diminutas dimensões: 2,75 m de comprimento, 1,67 m de largura e 1,55 m de altura, o que faz dele um dos menores carros disponíveis no mercado. A Mercedes-Benz, dona da Smart, desenvolveu de maneira que o veículo fosse leve, ainda que elétrico. O resultado é um hatch com 1.140 kg, praticamente o mesmo que um Volkswagen Polo. Para efeitos de comparação, o BYD Dolphin Mini pesa 1.239 kg. Com baterias no assoalho, o centro de gravidade será mais baixo do que o das antigas versões a combustão, o que ajuda na dirigibilidade. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Smart/Divulgação Desempenho e autonomia O compacto é equipado com um único motor elétrico montado na traseira. São 80 cv e 13,3 kgfm de torque, mesma potência de um carro 1.0 aspirado, mas com torque consideravelmente superior. O 0 a 100 km/h é feito em 11,6 segundos, enquanto a velocidade máxima é de 140 km/h. A bateria de fosfato de ferro e lítio (LFP) de 35,8 kWh garante 290 km de autonomia pelo ciclo WLTP. O carregamento rápido permite potência de até 65 kW, que faz a bateria sair de 10% para 80% em 20 minutos. O Smart #2 é equipado com função V2L, que permite usar a energia do carro como gerador. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Smart/Divulgação Entre os equipamentos, o #2 tem sete airbags, controle de cruzeiro adaptativo com Stop- & -Go, assistência para manutenção na faixa, detecção de ponto cego, reconhecimento de sinais de trânsito, assistência em rodovias e sensores de estacionamento com câmera traseira. O preço de pré-venda parte de 19.990 euros, o que representa R$ 111.427 ao câmbio atual. Publicidade View the full article
  16. @fernandoagliardi_mr Segunda medição de SPL nas regras do EMMA, agora na Fielder dos guris da SRC Customs, os donos da quebrada aqui da Zona Leste de São Paulo. O resultado foi forte, a experiência foi absurda e o ambiente ficou daquele jeito: todo mundo doido, peito vibrando e ouvido pedindo adicional de insalubridade. 😂 Teve até a polícia acompanhando de perto… daqui a pouco queriam pegar a ficha e fazer a medição também. #EMMABrasil #SPL #SRCCustoms #SomAutomotivo #ZonaLesteSPView the full article
  17. SPCMAX + KEYGEN - Software automotivo para scanner DELPHI fazer diagnóstico e ajustes de A/F de veículos nacionais e importados Opera em 71 marcas e mais de 21.000 modelos de veículos Leitura de até 64 parâmetros Opera em mais de 3.300 sistemas Seleção por modelo de veículo ou por sistema Diagrama de circuitos Banco de dados para clientes, veículos e medições Conexões ao PC por porta USB Osciloscópio de 2 canais Voltímetro de 3 canais Auto detecção de sistemas Impressão de resultados Diagrama de circuitos Gráficos.
  18. Dupla tem chegada prevista ao Brasil a partir de 2027; na Europa, gama inclui versões a gasolina, híbridas e elétricasView the full article
  19. @fernandoagliardi_mr No segundo vídeo, mostramos a Palio Weekend tocando forte e entregando um resultado muito bom na demonstração de SPL. Mas o grande destaque é o @danielmachado1556 com apenas 15 anos e um conhecimento fantástico sobre o projeto. Para ele, isso não é simplesmente dar play no rádio: é estudo, ajuste, dedicação e paixão pelo som automotivo. Esse é o tipo de nova geração que dá orgulho de ver chegando no mercado. #emma #spl #splendarlover❤️ #parceriadeverdade #propositoView the full article
  20. SUV menor será produzido em Piracicaba e terá a Copa do Mundo feminina de 2027 como vitrine; médio aposta em motores híbridosView the full article
  21. @fernandoagliardi_mr Hoje conhecemos essa Palio Weekend preparada para demonstrar na categoria SPL — pressão de grave para fazer o peito vibrar. O projeto está absurdo, mas a história do proprietário merece um vídeo só para ela. No próximo post, vamos soltar essa máquina tocando. E aí, será que essa Weekend vai acordar São Paulo inteira? #EMMABrasil #SPL #PalioWeekend #SomAutomotivo #GraveForteView the full article
  22. Conceito elétrico tem bancos giratórios e antecipa tela panorâmica que equipará futuros Rafale e ScénicView the full article
  23. @fernandoagliardi_mr Tivemos o privilégio de aprender com um verdadeiro diamante do áudio: conhecimento técnico, inteligência, humildade e uma energia fora do comum. Nosso amigo do EMMA Espanha deixou um recado especial para o pessoal do Sul: na próxima edição do curso, não pode perder. Quem quer evoluir no som automotivo precisa estar perto de quem vive, estuda e respira esse universo. #EMMABrasil #EMMASpain #SomAutomotivo #Audiofilia #QualidadeSonoraView the full article
  24. 15 anos tem o @danielmachado1556 da @dragonsoundcar dando aula de som automotivo, fico até emocionado de ver e muito feliz de poder estar junto a eles... Comecei com a mesma idade... Parabéns ao Márcio pai do Dani, por trazer ele para o nosso mercado... #tmj contem comigo sempre 🙏🫵🚀🚀🫂 Você 🫵... Gosta... Me conta nos comentários.... Bora Upgrade... Treinamento Juíz Internacional... EMMA BRASIL O maior padrão mundial de som automotivo chegou ao BRASIL! 🇧🇷🔊 A EMMA BRASIL não é campeonato de barulho. É sobre QUALIDADE. Os 4 objetivos da EMMA aqui: 🏆 1. PADRÃO INTERNACIONAL: Mesmo regulamento 2026 usado na final mundial em Salzburg + faixas de referência gravadas na Alemanha. 🎓 2. FORMAÇÃO DE JUÍZES: Primeira turma oficial de juízes certificados no Brasil. 🔧 3. CAPACITAÇÃO REAL: Para instalador, lojista e entusiasta parar de vender volume e começar a vender técnica e acabamento. 🚗 4. COMPETIÇÕES OFICIAIS: Eventos de SQ e Tuning dentro do padrão global. O lema é claro: QUALIDADE NÃO SE ADIVINHA. SE MEDE. Quer fazer parte da nova história? Primeira turma: 09 a 12 de Outubro em SP. Site: emmabrasil.com.br Me segue que vou mostrar tudo por dentro. 👇 #emmabrasil #soundquality #spl #audioautomotivo somautomotivo navarroexpert kulturemomentsView the full article
  25. O Hyundai Bayon finalmente apareceu oficialmente. A fabricante sul-coreana aproveitou o Salão do Automóvel de Paris para revelar o SUV compacto que será fabricado no Brasil para rivalizar com os Volkswagen Tera, Jeep Avenger, Renault Kardian e outros. A expectativa é que o modelo derivado do i20 chegue ao Brasil em 2027. <span class="hidden">–</span>Hyundai/Divulgação O SUV chega como um mini-Tucson, não do modelo que você conhece do mercado brasileiro, mas sim da nova geração apresentada na Coreia do Sul. A filosofia de design é batizada de “Art of Steel”, ou a arte do aço em tradução livre. Dessa forma, o Bayon tem linhas retas, mas com vincos marcantes. A dianteira tem faróis divididos, com a porção dianteira criando um “meio H” – no Tucson esse elemento é conectado formando o H inteiro. Os faróis principais estão logo abaixo, na extremidade lateral do para-choque. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Hyundai Continua após a publicidade Visto de lado, o SUV tem linhas bem marcantes nas caixas de roda, na base inferior das portas e a linha de cintura crescente em direção ao porta-malas. Na traseira, a lanterna combina com o formato do farol, enquanto o nome do SUV aparece por escrito no meio da tampa do porta-malas. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Hyundai Em termos de porte, o SUV tem 4,24 m de comprimento, 1,81 m de largura, 1,56 m de altura e 2,60 m de entre-eixos — mesma medida do Hyundai i20. Essas medidas o colocam muito próximo do que temos no atual Hyundai Creta. O porta-malas tem bons 440 litros, que caem para 397 litros em versões com motorização híbrida. Continua após a publicidade A maior polêmica deverá ficar para o interior. O Bayon é o SUV do i20 e compartilha o interior com o hatch nacional, especialmente a central multimídia e os comandos verticais do ar-condicionado. O painel de instrumentos parece ligeiramente melhor que o do i20, que tem display de sete segmentos. Versão com apelo esportivo <span class="hidden">–</span>Divulgação/Hyundai O Hyundai Bayon das fotos é da versão esportivada N Line, que apela para tramas exclusivas na grade frontal, rodas de 18 polegadas e um difusor traseiro com saída dupla de escapamento. Por dentro, os bancos recebem revestimento de tecido e camurça, reforçando a atmosfera mais dinâmica da cabine. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Hyundai No quesito tecnológico, o painel concentra duas telas curvas de 12,3 polegadas abrigando o quadro de instrumentos e a central multimídia, que passa a oferecer espelhamento sem fio e acesso nativo a serviços de streaming. A lista de equipamentos agrega a abertura do veículo pelo celular, sistema de som Bose com oito alto-falantes e um pacote de assistências ao motorista que inclui controle de cruzeiro inteligente e assistente de permanência em faixa. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Hyundai Continua após a publicidade Motorização híbrida vem ao Brasil? Os Bayon vendidos na Europa serão fabricados na Turquia e não necessariamente todas as motorizações estarão disponíveis nos carros que serão fabricados em Piracicaba (SP). Um das opções é bastante conhecida: o motor três cilindros 1.0 turbo, mas com duas calibrações de potência. A primeira conta com 90 cv, e as versões mais caras entregam 115 cv e 17,5 kgfm. O câmbio pode ser manual de seis marchas ou automatizado de dupla embreagem e sete posições. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Hyundai Continua após a publicidade A grande novidade fica para a apresentação da motorização híbrida plena. Neste caso, combina o motor quatro cilindros 1.6 aspirado com um motor elétrico e câmbio de dupla embreagem. A potência combinada é de 138 cv e 27,0 kgfm de torque. A bateria do sistema híbrido tem 1,32 kWh, mas consumo e dados de desempenho ainda não foram revelados. O desempenho divulgado pela Hyundai varia bastante: o zero a 100 km/h pode ir dos 14,1 s na versão de 90 cv aos 10,8 s na versão híbrida. A velocidade máxima varia entre 167 e 180 km/h. Ficha técnica do Hyundai Bayon Motor: três cilindros 1.0 turbo (90 cv e 115 cv) / quatro cilindros 1.6 associado a motor elétrico (138 cv) Bateria: 1,32 kWh Câmbio: manual (seis marchas) ou dupla embreagem (sete marchas) no 1.0; dupla embreagem (seis marchas) no 1.6 HEV, tração dianteira Direção: elétrica Rodas e pneus: liga leve, 205/60 R16, 205/55 R17 ou 225/45 R18 Dimensões: compr., 4,24 m; larg., 1,81 m; alt., 1,56 m a 1,57 m; entre-eixos, 2,60 m; peso, 1.228 kg a 1.378 kg; porta-malas, 440 litros (ICE) / 397 litros (HEV) Publicidade View the full article
  26. Vamos ser os primeiros a eleger uma juíza mulher ao EMMA? 🇧🇷 #EMMABrasilView the full article
  27. A GAC aproveitou o Salão de Paris para revelar o Aion UT Cross, uma derivação aventureira do hatch elétrico lançado no Brasil em junho. A receita é uma velha conhecida dos consumidores locais, mas agora aplicada aos veículos elétricos: plásticos sem pintura nas caixas de roda, barras de teto e suspensão ligeiramente elevada. O objetivo da marca é criar uma alternativa aos SUVs compactos e tentar roubar clientes do Renault 4 e até do BYD Dolphin. A velha receita do hatch anabolizado A transformação, assinada pelo estúdio de design da GAC em Milão, na Itália, adiciona 20 mm ao vão livre do solo em relação ao Aion UT padrão, uma alteração bem-vinda para lidar com asfalto castigado, rampas íngremes e valetas. O pacote visual exclusivo traz molduras foscas na base da carroceria, teto com pintura contrastante simulando um efeito flutuante e pneus mais largos de 225 mm montados em rodas inéditas. <span class="hidden">–</span>Divulgação/GAC O apelo estético funciona e confere uma postura mais diferente ao hatch com jeitão de monovolume, resgatando o espírito dos aventureiros que fizeram muito sucesso no mercado nacional até uma década atrás. O visual empolga, mas inevitavelmente cobra seu preço na eficiência aerodinâmica. Continua após a publicidade Carros elétricos te deixam mais enjoado? Isso tem explicação técnica O conjunto mecânico permanece rigorosamente o mesmo da versão topo de linha Elite oferecida aos brasileiros desde o meio do ano. O motor elétrico dianteiro entrega 204 cv e 21,4 kgfm, alimentado por uma bateria de 60 kWh. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/GAC Se no modelo convencional a fabricante declara um alcance de 310 km, é seguro afirmar que o arrasto extra dos apliques visuais e a maior área frontal do UT Cross vão subtrair alguns quilômetros dessa conta. A lista de equipamentos preserva as boas escolhas do projeto original para a Europa, como bomba de calor (um sistema de aquecimento mais eficiente para a cabine) e volante com aquecimento. Continua após a publicidade Pode ser vendido no Brasil? <span class="hidden">–</span>Divulgação/GAC O porte foi preservado. Com 4,27 m de comprimento e 2,75 m de entre-eixos, a cabine oferece um espaço interno incomum no seu segmento. Curiosamente, no lançamento europeu, a GAC declara uma capacidade de 440 litros para o porta-malas do Cross, um volume substancialmente maior que os 340 litros divulgados oficialmente pela marca no mercado brasileiro para o UT convencional. <span class="hidden">–</span>Divulgação/GAC Continua após a publicidade Enquanto o Aion UT padrão é vendido no Brasil com preços entre R$ 139.990 (versão Premium de 44,1 kWh) e R$ 159.990 (versão Elite de 60 kWh), a variante aventureira só chega ao mercado europeu em 2027. Por lá, o preço inicial estimado orbita a casa das 30.000 libras esterlinas (R$ 220.200 ao câmbio atual). A fabricante ainda não confirma a importação do UT Cross para o Brasil, onde uma suspensão mais alta sempre costuma ser bem vinda. Publicidade View the full article
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