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[CE1]Five Minute Google Audit Could Decide Whether AI Sends Customers to Your Shop
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Here's the part most shop owners haven't connected. That answer is built largely from your Google Business Profile.View the full article -
[CE1]GENEVO America appoints Murfco as new manufacturer’s representative firm
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GENEVO America announces the appointment of Murfco Inc. as its manufacturer’s representative firm for Southern California, Arizona, and...View the full article -
[EmmaBR]Obrugado Plus Arte Deisgn.
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Obrugado Plus Arte Deisgn.View the full article - Yesterday
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[4r]Peugeot E-T16 Concept é elétrico de 816 cv que antecipa o novo 208
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A Peugeot decidiu celebrar os 40 anos do bicampeonato mundial de rali do lendário 205 T16 dando pistas sobre o seu futuro. Apresentado como o modelo mais potente já feito pela marca, o Peugeot E-T16 Concept é um hiper-hatch elétrico que não apenas presta tributo ao clássico do Grupo B, mas também antecipa as linhas de design e as inovações tecnológicas da próxima geração do 208. Para entregar o desempenho extremo exigido pela divisão Peugeot Sport, o conceito tem três motores elétricos — um no eixo dianteiro e dois no traseiro. Juntos, eles rendem 816 cv, garantindo uma relação peso/potência inferior a 2 kg/cv. A novidade é uma das atrações da Peugeot no Salão de Paris, que abre as portas ao público na próxima terça-feira, 13. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Peugeot O resultado dessa arquitetura é um tempo de aceleração de 0 a 100 km/h em 2,5 s, enquanto a marca dos 300 km/h é atingida em 16 s. A distribuição de força é gerenciada por um sistema de vetorização de torque ativo, que trabalha com os três motores de forma independente para ajustar o tracionamento entre as rodas de acordo com a aderência, oferecendo até um modo específico para pistas. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Peugeot Continua após a publicidade A energia é armazenada em uma bateria de 85 kWh, parte da arquitetura de 800V. Para evitar a perda de rendimento térmico (o chamado derating) típica de elétricos sob uso contínuo no limite, a fabricante usou um sistema de refrigeração lateral das células, derivado das competições. Segundo a Peugeot, a solução permite ao E-T16 completar três voltas completas no traçado longo de Nürburgring Nordschleife — mais de 60 km de pista — sem qualquer limitação de potência. No uso rodoviário civil, a autonomia declarada é de 400 km. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Peugeot Para parar o hatch, o conjunto usa enormes discos de 380 mm nas quatro rodas, além de herdar um freio de mão hidráulico de acionamento vertical das provas de rali. O contato com o solo é feito por pneus Michelin calçados em rodas de tamanho não especificado pela fabricante, mas com generosas larguras de 275 mm na frente e 315 mm atrás. Continua após a publicidade Design e volante do E-T16 antecipam novo Peugeot 208 <span class="hidden">–</span>Divulgação/Peugeot A carroceria pintada na cor Winchester Matte Grey herda proporções do modelo da década de 1980. O saudosismo continua na seção traseira basculante, que se abre por inteiro para exibir a mecânica e os componentes de suspensão, exatamente como no 205 T16 original. O bocal de recarga, inclusive, fica posicionado na mesma tomada de ar lateral que antes alimentava o motor a combustão. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Peugeot Continua após a publicidade Mas a grande vitrine técnica é a nova linguagem visual da marca, batizada de Feline Future. É essa nova diretriz estética que estabelecerá as linhas, as proporções e a tecnologia embarcada da próxima geração do compacto elétrico E-208. Bateria de carro elétrico dura mais que o previsto; veja o que analisar nos usados A mudança visual mais drástica que chegará às ruas está no conjunto óptico. A marca francesa deixará de lado a conhecida assinatura vertical iluminada em led, que marcou a identidade do atual 208, para adotar um arranjo horizontal. As tradicionais garras do leão agora são moldadas por três longas barras finas em led que emolduram o emblema central, um truque visual para alargar a dianteira e transmitir uma postura mais assentada no asfalto. É esse o conjunto que deverá estampar a próxima geração do Peugeot 208. Continua após a publicidade Telas curvas e direção por fio no interior do E-T16 <span class="hidden">–</span>Divulgação/Peugeot Por dentro, o modelo descarta o volante tradicional pelo sistema Hypersquare, um comando retangular vazado inspirado no hipercarro 9X8 do Mundial de Endurance (WEC). O controle integra uma tela digital própria e trabalha conectado a um sistema de direção por fio (steer-by-wire), sem coluna de direção — a ligação mecânica da coluna com o eixo dianteiro. A fabricante garante que a peça vazada apresentada no esportivo é o desenho fiel do componente que equipará o novo E-208, alterando completamente a ergonomia da cabine. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Peugeot Continua após a publicidade O painel superior adota uma tela panorâmica curva de 21 polegadas de alta resolução, que funde o quadro de instrumentos e a central multimídia em um único componente flutuante. Essa arquitetura, já introduzida nos SUVs maiores 3008 e 5008, fará sua estreia no segmento de entrada da fabricante. O ambiente interno do carro-conceito ainda traz gaiola de proteção aparente e bancos concha moldados em fibra de carbono, forrados com um novo tipo de couro reciclado a partir de sobras da indústria. Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Um dos carros mais feios da história inspira conceito da Fiat que vira picape
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Chamado de Multiplay, estudo estreia em Paris com carroceria transformável e pode servir de exercício para a próxima Strada; veja imagensView the full article -
Direto de São Roque (SP) para San Isidro, na Argentina. O único Hofstetter Turbo automático, fabricado em 1986, acaba de fazer história na AutoClásica, prestigiado evento de carros antigos que encerra sua edição 2026 neste dia 12 de outubro. O esportivo, pertencente ao acervo do museu paulista Dream Car, tornou-se o primeiro automóvel de projeto nacional a ser premiado em um concurso internacional dessa magnitude. <span class="hidden">–</span>Felipe Bitu/Quatro Rodas Para compor a mostra argentina, o museu também enviou uma unidade do Concorde. Com 5,20 m de comprimento e motor V8 4.9 dos Ford Galaxie/Landau, o modelo tem design inspirado nos clássicos dos anos 1930. A unidade em exposição tem chassi número 008 — ano 1979 —, de um restrito lote de 25 exemplares produzidos artesanalmente no interior de São Paulo, entre 1976 e 1985. O grande protagonista da premiação na Argentina, no entanto, é o Hofstetter Turbo. O “Lamborghini brasileiro” recebeu um prêmio especial, como forma de a organização prestigiar a participação de brasileiros na AutoClásica. <span class="hidden">–</span>Felipe Bitu/Quatro Rodas Continua após a publicidade A silhueta em forma de cunha e as portas asa de gaivota começaram a tomar forma no Natal de 1973, quando Mário Richard Hofstetter, então com 16 anos, decidiu desenhar seu próprio carro. O adolescente foi impactado pelas linhas do conceito Alfa Romeo Carabo, desenhado pelo italiano Marcello Gandini, e misturou referências do Maserati Boomerang e do BMW E25 Turbo. O projeto tomou forma na garagem de sua casa, onde ele mesmo construiu o primeiro molde da carroceria em fibra de vidro usando compensados de madeira comprados após a venda de um kart. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Foi necessário ter criatividade para tirar o carro do papel. O chassi tubular próprio, do tipo espinha dorsal, agregava motor, câmbio, subchassi e suspensão traseira do Volkswagen Passat, enquanto a caixa de direção e os freios dianteiros vinham do Chevrolet Chevette. Continua após a publicidade Os bastidores da chegada da Fiat ao Brasil, há 50 anos Motor AP turbo e câmbio automático A unidade premiada na AutoClásica carrega uma peculiaridade histórica: é o único exemplar dos 18 fabricados a sair de fábrica com câmbio automático. O arranjo mecânico padrão, que estreou no Salão de 1984, utilizava caixa manual de quatro marchas ligada ao motor Volkswagen AP 1.8 movido a álcool. Volante oval e bancos tinham desenho próprio, e o painel digital era fornecido pela PPAFernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Com a adoção de um turbocompressor, o conjunto original rendia 140 cv e 21 kgfm. Os números garantiam uma aceleração de 0 a 100 km/h em 9,3 s e velocidade máxima de 196 km/h. Mais tarde, em 1987, a fabricante evoluiu a mecânica para um motor 2.0 turbo capaz de gerar 210 cv, permitindo ao esportivo superar os 200 km/h. As exclusivas rodas de liga leve eram fabricadas pela ScorroFernando Pires/Quatro Rodas Apesar da ousadia técnica — que incluía painel digital fornecido pela PPA e volante oval —, o projeto não resistiu à abertura do mercado brasileiro no início dos anos 1990. Os consumidores de alto padrão migraram para os superesportivos importados, e a produção da Hofstetter foi encerrada definitivamente em 1992. Continua após a publicidade Motor Volkswagen AP 2.0 com turbo: 210 cvFernando Pires/Quatro Rodas Após a exposição na AutoClásica 2026, o Hofstetter e o Concorde retornarão ao acervo do Dream Car, onde poderão ser contemplados e fotografados pelos visitantes. <span class="hidden">–</span>Felipe Bitu/Quatro Rodas Publicidade View the full article
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[4r]Citroën 2 CV Concept revive ‘Fusca francês’ para frear chineses na Europa
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O clássico Citroën 2 CV, que foi tão importante para a França quanto o Fusca no Brasil, serviu de inspiração para a mais nova aposta da fabricante rumo à eletrificação entre os carros populares. Atração do Salão de Paris, que abre as portas ao público na próxima terça-feira (13), o 2 CV Concept é um manifesto que antecipa um modelo de produção previsto para 2028. Posicionado entre o subcompacto Ami e o hatch C3, o Citroën 2 CV de nova geração mira um preço inicial de 15.000 euros (R$ 90.000 ao câmbio atual). <span class="hidden">–</span>Divulgação/Citroën Durante anos, antigos executivos da marca francesa juraram que nunca ressuscitariam o ícone, apesar de ele ser o carro mais famoso da história da empresa. Com mais de 3,8 milhões de unidades vendidas entre 1948 e 1990, o 2 CV cumpriu na França o mesmo papel de democratização da mobilidade que o Volkswagen Fusca teve na Alemanha e no Brasil. Agora, a Stellantis usa esse enorme peso histórico — somado ao saudosismo — como meio de tentar conter o avanço das montadoras chinesas no mercado europeu. Continua após a publicidade Carros elétricos te deixam mais enjoado? Isso tem explicação técnica Herança visual e espaço para piquenique O conceito mergulha fundo no estilo retrô, sendo quase caricato. Estão lá o capô com vincos profundos, os faróis redondos saltados da carroceria plana e o clássico teto de lona retrátil. Contudo, a nova interpretação ganhou uma carroceria musculosa, bitolas mais largas e grandes rodas que preenchem as caixas de roda de uma forma que o 2 CV original jamais conseguiu. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Citroën Continua após a publicidade Com 3,76 m de comprimento, o conceito consegue ser cerca de 20 cm menor que o velho “caracol de lata”. O tamanho, aliado a um projeto focado em redução de peso (mirando cerca de 1.000 kg), favorecerá a agilidade no trânsito e facilitará as manobras de estacionamento. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Citroën Continua após a publicidade A cabine rompe com os padrões convencionais e resgata a simplicidade genial do passado. Os bancos podem ser facilmente removidos da cabine para um piquenique ao ar livre, e um cesto portátil no assoalho faz as vezes de console central. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Citroën Continua após a publicidade O detalhe mais curioso do projeto, no entanto, é o porta-ovos integrado às portas. A excentricidade é uma homenagem direta ao caderno de encargos original da década de 1930, que exigia que o carro fosse macio o suficiente para transportar uma cesta de ovos por um campo arado e esburacado sem quebrar nenhuma unidade. Isso só era possível porque as molas eram dispostas na horizontal, de forma que o movimento de uma roda dianteira compensava mecanicamente a traseira do mesmo lado, eliminando o balanço longitudinal e garantindo estabilidade incomum. Desempenho e alcance modestos <span class="hidden">–</span>Divulgação/Citroën A Citroën ainda mantém o conjunto mecânico em segredo, mas a meta de preço estipulada dita as limitações. Não se deve esperar alto desempenho ou baterias com autonomias superlativas. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Citroën Como base de comparação dentro deste segmento de acesso, a versão de entrada do futuro rival Renault Twingo entrega cerca de 82 cv de potência e 262 km de alcance. O seletor de marchas, que no passado controlava um ruidoso motor de dois cilindros refrigerado a ar, agora gerencia um conjunto elétrico silencioso que aposta na leveza construtiva para maximizar a eficiência. Publicidade View the full article -
[EmmaBR]E vamos para mais um dia de curso introdutório ao EMMA Brasil!
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E vamos para mais um dia de curso introdutório ao EMMA Brasil!View the full article -
[4r]Cinco carros de 7 lugares por menos de R$ 50.000 para famílias grandes
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Para famílias grandes, sedãs e SUVs médios acabam sendo os carros ideais, já que, geralmente, comportam bem duas ou três crianças no banco traseiro e têm espaço suficiente no porta-malas para levar toda a bagagem durante uma viagem. Mas e quando esse espaço não é suficiente? É aí que entram as minivans e outros carros de sete lugares, oferecendo mais espaço interno e um grande porta-malas, que se adapta à necessidade do proprietário. Atualmente, o mercado brasileiro carece deste tipo de modelo. O carro zero-quilômetro de sete lugares mais barato é o Citroën Aircross, que custa R$ 120.000. Porém, nem sempre foi assim. Há algumas décadas, havia mais opções de carros com sete lugares e nós separamos aqui cinco modelos que hoje podem ser encontrados no mercado de usados custando menos de R$ 50.000. Chevrolet Zafira A Chevrolet Zafira ainda deixa saudades em muitos brasileiros. A minivan estreou em 2001 e permaneceu em nosso mercado até 2012, chamando a atenção pelo bom aproveitamento do seu espaço interno. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A minivan compartilhava o mesmo projeto do Astra e media 4,32 m de comprimento. Pode parecer pouco, mas sua terceira fileira era composta por dois bancos retráteis grandes, capazes de acomodar dois adultos. Continua após a publicidade Quando configurada com os sete lugares, a Zafira oferecia um porta-malas modesto, de apenas 90 litros. Ao rebater os dois assentos da última fila, o volume subia para bons 445 litros. E se precisasse de ainda mais espaço, era só rebater a segunda fileira para aumentar o volume do bagageiro para 600 litros. A Zafira pouco mudou em seus 11 anos de mercado, mantendo sempre o motor de quatro cilindros 2.0. As versões mais antigas podem ser encontradas com os propulsores 2.0 a gasolina de 8V e 127 cv ou de 16V com 136 cv. Já as versões mais recentes utilizam um 2.0 de 8V, também da Família II, mas com até 140 cv, sendo oferecido em versões automáticas ou manuais. Continua após a publicidade <br />Nas versões mais equipadas, airbags, volante multifuncional e ar-condicionado digitalChristian Castanho/Quatro Rodas Dê preferência para as versões topo de linha, como a Elite, principalmente pela segurança. Elas já vinham de fábrica com airbags frontais e laterais, além de freios ABS. Também vinham com outros itens de conforto, como o piloto automático, rádio MP3 e ar-condicionado digital. Nissan Grand Livina <span class="hidden">–</span>Divulgação/Nissan Continua após a publicidade Um dos grandes rivais da Zafira foi a Nissan Grand Livina. Medindo 4,42 m de comprimento e 2,60 m de entre-eixos, a minivan de sete lugares japonesa tem um bom espaço no porta-malas. Com todos os bancos armados, são 123 litros, que aumentam para 489 litros com os dois bancos extras rebatidos. Produzida no Brasil entre 2009 e 2014, a Grand Livina sempre esteve acompanhada do motor de quatro cilindros 1.8 de até 126 cv, podendo vir acoplado a um câmbio manual de seis marchas ou automático de quatro. Seu comportamento segue o padrão dos modelos do segmento, com acelerações progressivas, em especial nos modelos automáticos. Continua após a publicidade Nissan Grand Livina 1.8Marco de Bari e Diego Cardoso/ Custando até R$ 50.000, é possível encontrar unidades de diferentes anos. A ideia é dar preferência para as mais recentes, principalmente para a versão SL, a topo de linha. Mais sofisticada, ela já traz mais itens, como airbags duplos, freios ABS com EBD, ar-condicionado automático, trio elétrico, bancos de couro e chave presencial. Fiat Freemont O Fiat Freemont é a versão italiana do Dodge Journey, sendo lançado no Brasil para ser uma alternativa mais barata ao “irmão”. Essa redução de custos promoveu a troca do motor V6 utilizado pelo Dodge por um quatro cilindros 2.4 de 16V a gasolina de 172 cv. Durante toda a sua trajetória, que durou entre 2011 e 2016, o Freemont foi equipado com o mesmo motor, mudando apenas a transmissão. A mais indicada é a automática de seis marchas, que substituiu a de quatro velocidades no ano de 2014. E como estamos falando de modelos de sete lugares, a versão com essa configuração é a Precision. Graças aos seus 4,89 m de comprimento e entre-eixos de 2,89 m, há bastante espaço interno. Com a última fileira em uso, o porta-malas tem generosos 145 litros, aumentando para 580 litros com os bancos adicionais rebatidos. Ele ainda traz um pacote de equipamentos farto. Há câmera de ré, sensores de estacionamento traseiros, monitor de pressão dos pneus, assistente de partida em rampa, ar-condicionado automático de três zonas, retrovisores elétricos com rebatimento automático, controle de cruzeiro, ajustes elétricos para o motorista e sistema de som com entrada USB, CD player e Bluetooth. Fiat Doblò Outro carro de sete lugares da Fiat foi o Doblò, uma multivan compacta com espaço de sobra. O modelo acomoda bem adultos na segunda e terceira fileiras, sendo um bom carro para a família ou para quem tem um grupo grande de amigos. No porta-malas, ela oferece 150 litros com a terceira fileira em uso, aumentando para 665 litros quando rebatida. No Brasil, o modelo foi oferecido com uma grande variedade de motorizações ao longo dos 20 anos em que foi vendido por aqui, entre 2001 e 2021. Teve um bom reconhecimento na mídia, ficando famosa pela campanha de marketing promovida pela Fiat na primeira edição do reality Casa dos Artistas do SBT. Fiat Doblò Essence 1.8 16VMarco de Bari e Diego Cardoso/ As versões mais recentes utilizam o conhecido motor de quatro cilindros 1.8 E.torQ de até 132 cv, sempre acompanhado do câmbio manual de cinco marchas. Em suas versões mais bem equipadas, como a Adventure, traz airbags duplos, sensor de ré e volante multifuncional, fora os apliques estéticos da versão aventureira. Se der sorte, ainda pode vir com o pacote de opcionais Mopar, que adiciona central multimídia e câmera de ré. Chevrolet Spin de primeira geração <span class="hidden">–</span>Marcus Camargo/Quatro Rodas Lançada em 2012 como substituta da Zafira, a Chevrolet Spin é o único dos modelos que ainda está à venda como zero-quilômetro, mas já na sua segunda geração. Apesar da renovação, a primeira fase da minivan ainda assim é uma boa opção no mercado de usados. A Spin é um pouco maior que a Zafira, tendo 4,36 m de comprimento e 2,62 m de entre-eixos. Com sete lugares, seu porta-malas oferece 162 litros e chega aos 553 litros quando configurada para cinco passageiros. Modelos fabricados entre 2011 e 2017 participaram do recallMarcus Camargo/Quatro Rodas Há uma grande variedade de versões disponíveis abaixo dos R$ 50.000, em sua maioria equipadas com o motor de quatro cilindros 1.8 flex de 111 cv, podendo vir com câmbio automático ou manual. Central MyLinkDivulgação/Chevrolet Quanto aos equipamentos, desde os modelos mais antigos já é possível encontrá-la com central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay, sensor e câmera de ré e piloto automático. Esse pacote, geralmente, é encontrado nas versões topo de linha, como a Activ e a LTZ. Publicidade View the full article -
Bora Upgrade... Treinamento Juíz Internacional... EMMA BRASIL O maior padrão mundial de som automotivo chegou ao BRASIL! 🇧🇷🔊 A EMMA BRASIL não é campeonato de barulho. É sobre QUALIDADE. Os 4 objetivos da EMMA aqui: 🏆 1. PADRÃO INTERNACIONAL: Mesmo regulamento 2026 usado na final mundial em Salzburg + faixas de referência gravadas na Alemanha. 🎓 2. FORMAÇÃO DE JUÍZES: Primeira turma oficial de juízes certificados no Brasil. 🔧 3. CAPACITAÇÃO REAL: Para instalador, lojista e entusiasta parar de vender volume e começar a vender técnica e acabamento. 🚗 4. COMPETIÇÕES OFICIAIS: Eventos de SQ e Tuning dentro do padrão global. O lema é claro: QUALIDADE NÃO SE ADIVINHA. SE MEDE. Quer fazer parte da nova história? Primeira turma: 09 a 12 de Outubro em SP. Site: emmabrasil.com.br Me segue que vou mostrar tudo por dentro. 👇 #emmabrasil #soundquality #sq #audioautomotivo #somautomotivo navarroexpert kulturemomentsView the full article
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[4r]É errado somar a potência de todos os motores em carros híbridos? Entenda
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A Jetour lançou no mercado brasileiro, em julho, o T2 4×4. Trata-se de um híbrido plug-in com tração nas quatro rodas, como o próprio nome diz. No entanto, algo chama atenção: marca divulga, em vez de uma potência combinada, a simples soma das potências como “potência total instalada”, o que resulta em 597 cv. O T2 4×4 é equipado com o 1.5 turbo a gasolina que entrega 135 cv e 20,4 kgfm de torque e outros dois elétricos na frente, um com 102 cv e 17,3 kgfm e o segundo com 122 cv e 22,4 kgfm. Há ainda um propulsor elétrico traseiro de 238 cv e 31,6 kgfm. A fabricante não divulga a soma do torque dos motores, porém. “O T2 possui uma eletrônica, tanto no 4×2 quanto no 4×4, que gerencia a necessidade do motorista e distribui torque através de todos os motores conforme a necessidade, priorizando eficiência – mas aplicando torque em todos os motores caso seja necessário, seja por performance ou por superação de obstáculos. Sendo assim, não existe um direcionamento de torque feito exclusivamente por cada motor, mas uma distribuição conforme a necessidade”, diz a Jetour em nota encaminhada pela assessoria de imprensa. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade Outra justificativa da Jetour é que não existe uma padronização na medição de potência e torque de híbridos para o mercado brasileiro. De fato, atualmente existe apenas um grupo de trabalho da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) o qual discute um projeto de norma ABNT para determinação e declaração de potência dos motores, que entregaria um padrão para o caso dos carros híbridos. Jetour T2 4×4Jetour/Divulgação Vale destacar que a prática é adotada por outras chinesas. Recentemente, a Jaecoo, marca também controlada pela Chery Global, corrigiu a potência e o torque do Jaecoo 7. Os números do SUV foram reduzidos em 60 cv e 15 kgfm ao passar a ter seu rendimento calculado seguindo o Regulamento Técnico Global da Organização das Nações Unidas, sem que qualquer mudança nos seus motores tenha sido feita. Continua após a publicidade A soma dos números Mesmo especificando em seu site brasileiro que a potência e torque do carro declarados não passa da soma dos números, na prática os quatro motores não conseguem entregar isso nas rodas ao mesmo tempo, segundo especialistas ouvidos por QUATRO RODAS. Para Marco Barreto, professor de engenharia mecânica da FEI, quando um veículo híbrido possui múltiplos motores, sua potência máxima real de propulsão não é uma simples soma das potências individuais. Ele explica que existem três arquiteturas principais de veículos híbridos: série, paralelo e série-paralelo. Em cada uma delas, a tração pode ser provida pelo motor a combustão, pelo motor-gerador elétrico ou por ambos simultaneamente. Na arquitetura série, a propulsão é realizada exclusivamente pelo motor-gerador elétrico que está conectado ao trem de potência que leva às rodas. O motor a combustão atua apenas no acionamento do gerador, sem tração direta nas rodas, portanto, a potência máxima do veículo limita-se à potência do motor-gerador elétrico. Na arquitetura paralela, a tração pode vir de qualquer um dos motores ou de ambos simultaneamente, a depender das condições de operação. Continua após a publicidade “Mesmo quando operam juntos, somar as potências máximas continua sendo incorreto, pois os picos de potência dos motor-gerador elétrico e do motor a combustão raramente ocorrem na mesma rotação (RPM). Dessa forma, para determinar a potência máxima de um veículo híbrido, é indispensável conhecer sua arquitetura, seus modos de operação e as curvas de potência em função da rotação, informações que, normalmente, não são disponibilizadas ao consumidor”, explica Barreto. Ele afirma que, embora não exista uma norma brasileira para determinar a potência máxima disponível em veículos híbridos, as montadoras estabelecidas no Brasil utilizam padrões internacionais: ISO 20762 e as regulamentações da Onu: UN R177, UN GTR 21 e UN 85. Elas, de forma conjunta, são usadas para a determinação da potência máxima. O cálculo, inclusive, é utilizado para determinar a potência no IPI Verde. Continua após a publicidade “Para serem utilizados de forma equitativa para tais fins, os valores de potência de veículos eletrificados devem ser qualitativa e quantitativamente comparáveis aos valores de potência baseados em motores tradicionais de veículos convencionais. Dessa forma foi desenvolvida a GTR21 / ECE R177 onde a potência real do veículo é determinada pela potência combinada efetivamente disponível para propulsão, e não simplesmente pela soma das potências nominais de cada motor”, ressalta Cleyton Zabeu, que faz parte do comitê de motores de combustão a ignição por faísca da SAE Brasil. Como funciona a regra da ONU? Elas estabelecem duas abordagens para a determinação da potência máxima do veículo: o Método TP1 – medição baseada em componentes – e o Método TP2 – medição no veículo completo. Continua após a publicidade O Método TP1 determina a potência do sistema a partir do ensaio independente dos principais componentes do trem de força, aplicando fatores de correção para considerar as perdas do conjunto. O Método TP2, por sua vez, propõe o ensaio do veículo completo em dinamômetro de chassi em condição de aceleração máxima, medindo diretamente o torque e a rotação entregues. Nesse caso, a potência máxima entregue para a propulsão do veículo é obtida pela equação, potência (W) = torque (Nm) x rotação (rad/s). O veículo é colocado em um dinamômetro de cubos, capaz de medir a potência nos eixos motrizes. O dinamômetro mantém uma velocidade constante e o motorista aplica aceleração máxima por 10 segundos. O ensaio é repetido por cinco vezes. A potência pode ser determinada de duas formas: TP1 mede a potência elétrica da bateria ou dos inversores e estima a contribuição do motor a combustão, enquanto o TP2 mede diretamente torque e rotação nos eixos ou cubos das rodas. De acordo com o especialista da SAE, o resultado final da potência do sistema é a soma das contribuições que realmente chegam aos pontos de propulsão, considerando as perdas e eficiências do sistema. Normalmente são informados dois valores: • Potência de pico: maior média obtida em uma janela de aproximadamente 2 segundos; • Potência sustentada: média medida entre o 8º e o 10º segundo. 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[JonalCarro2]Vendas de veículos caminham para fechar 2026 no maior patamar em 12 anos
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Anfavea eleva previsão de mercado para 3,1 milhões de veículos em 2026; importações crescem e exportações recuamView the full article -
[JonalCarro2]O preço do seu SUV está derretendo na garagem e a culpa é dos híbridos e elétricos
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Dados da Indicata mostram que modelos a combustão chegaram a perder mais de 28% do valor de tabela, enquanto SUVs elétricos e híbridos tiveram desvalorização menor entre os seminovosView the full article -
[4r]Chery Stockman é picape híbrida a diesel com 479 cv que mira na BYD Shark
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A ofensiva das picapes médias chinesas no mercado global acaba de ganhar mais um forte representante. A Chery confirmou as especificações da inédita Stockman, sua aposta para disputar espaço com a recém-lançada BYD Shark e a futura GWM Poer. A grande cartada da fabricante, porém, foi não abrir mão do tipo de combustível favorito no segmento de comerciais leves: o utilitário chegará ao mercado equipado com um conjunto híbrido plug-in (PHEV) baseado em um motor a diesel. O que precisa ser diferente em oficinas de carros elétricos e híbridos Eletricidade no trabalho pesado O trem de força combina um motor quatro cilindros 2.5 turbodiesel a um propulsor elétrico, ambos alimentados por uma bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) de 34 kWh. O resultado dessa união são 479 cv e fartos 81,5 kgfm. Para fins de comparação, a rival BYD Shark entrega 469 cv, mas fica atrás no torque, com 71,4 kgfm gerados por seu conjunto a gasolina. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chery Continua após a publicidade A força extra tem um objetivo técnico: garantir que a Stockman tenha capacidade de reboque de até 3.495 kg. O número empata com as capacidades das referências consagradas da categoria, como Toyota Hilux, Ford Ranger e Isuzu D-Max. Segundo a fabricante, o modo 100% elétrico pode prover uma autonomia de até 96 km sem queimar uma gota de diesel. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chery Continua após a publicidade Enquanto a tendência de algumas rivais híbridas é adotar um acerto voltado para o conforto, a Chery apostou na aptidão off-road e de carga. O sistema de tração conta com bloqueio dos diferenciais dianteiro, central e traseiro de série, outra vantagem frente à BYD Shark. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chery Continua após a publicidade A suspensão dianteira é independente do tipo duplo A, mas a traseira abriga o tradicional feixe de molas, evidenciando sua vocação para o trabalho. Para o futuro, a marca planeja lançar uma Stockman híbrida a gasolina que adotará suspensão traseira independente. Cabine e posicionamento O interior da Chery Stockman segue a receita de tecnologia típica da indústria automotiva chinesa. O quadro de instrumentos digital tem 10,25 polegadas e divide as atenções com uma central multimídia de 15,6 polegadas, associada a um sistema de som com 14 alto-falantes. O pacote inclui ainda um leque completo de assistentes avançados de condução (ADAS). Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chery As primeiras entregas da picape estão previstas para o início do próximo ano em mercados como a Austrália. Por lá, sua principal concorrente, a versão topo de linha da BYD Shark, tem preços a partir de 62.900 dólares australianos (R$ 231.250 ao câmbio atual). A importação da Stockman para o Brasil ainda não foi confirmada pela Caoa Chery, mas o conjunto turbodiesel atrelado à hibridização teria forte apelo em nosso mercado. Publicidade View the full article -
[4r]Produção do Chevrolet Bolt encolhe 75% e elétrico vai sair de linha mais uma vez
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A segunda vida do Chevrolet Bolt será muito mais curta do que a General Motors esperava. O hatch elétrico, que já esteve entre os modelos a bateria mais populares dos Estados Unidos, terá sua produção reduzida em cerca de 75% e pode sair de linha novamente no primeiro trimestre de 2027. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Segundo informações da agência Reuters, a GM planejava fabricar 150.000 unidades da nova geração do Bolt. A estimativa atual, contudo, despencou para aproximadamente 35.000 carros produzidos. Oficialmente, a fabricante não confirma os números, limitando-se a declarar que avalia continuamente a demanda dos clientes e a dinâmica do mercado. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet O declínio é um banho de água fria nos planos de eletrificação da marca, especialmente após o enorme esforço industrial para reposicionar o modelo. A geração anterior e o SUV derivado Bolt EUV haviam sido descontinuados justamente para que a fábrica de Orion, no estado de Michigan, abrisse espaço para a montagem de picapes grandes, como a Chevrolet Silverado EV e a GMC Sierra EV. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet Fim dos incentivos fiscais afunda vendas do Chevrolet Bolt O novo Bolt ganhou sobrevida com a transferência de sua linha de montagem para uma nova planta na região de Kansas City, mas a procura pelo elétrico renovado não decolou. Até agosto de 2026, apenas 4.224 unidades haviam sido vendidas nos Estados Unidos. Caso mantenha esse ritmo letárgico, o modelo deve terminar o ano com menos de 9.500 emplacamentos. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet Continua após a publicidade Um dos principais fatores para o encalhe nas lojas foi o fim do incentivo fiscal federal de US$ 7.500 (cerca de R$ 37.464) concedido a compradores de carros elétricos nos EUA até 2025. Sem o repasse governamental, e sem grandes mudanças visuais em relação ao antecessor, o hatch deixou de ser a escolha lógica de custo-benefício. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet Na ponta do lápis, o Bolt parte de US$ 27.600 (R$ 137.611), valor que ainda recebe o acréscimo de uma taxa de destino obrigatória de US$ 1.395 (R$ 6.955). Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet Em termos mecânicos, o conjunto segue competente: traz motor de 210 cv e 23,4 kgfm de torque, alimentado por uma bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) de 65 kWh, arquitetura capaz de garantir até 422 km de autonomia. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet Continua após a publicidade Equinox EV atrai clientes e força retorno da combustão O golpe final nas ambições do hatch ocorre dentro do próprio showroom da marca. Enquanto o Bolt perde espaço, o Equinox EV atrai os holofotes. O SUV elétrico parte de US$ 34.995 (R$ 174.482), antes da taxa de entrega de US$ 1.800 (R$ 8.975). A diferença de preço é facilmente justificada pelo cliente diante do salto em tecnologia, porte e na autonomia estendida para 513 km. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet A produção esvaziada do Bolt já afeta a rotina da fábrica de Kansas City, que não consegue volume suficiente para retomar um segundo turno de operação. A ironia da transição energética é que, para salvar a rentabilidade da planta e preencher a ociosidade, a GM precisará recorrer aos motores a combustão para fabricar as versões térmicas dos SUVs Chevrolet Equinox e Buick Envision no mesmo local. Publicidade View the full article -
[4r]‘Lado B’: marcas de automóveis no Brasil têm avião, robô, empilhadeira e até cortador de grama
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Não é só de carros que vivem as montadoras no Brasil. Elas estão envolvidas em outros negócios, claro, muitas vezes menos significativos no país, mas que despertam a curiosidade dos amantes automotivos. QUATRO RODAS fez um levantamento no qual mostra o “lado B” dessas empresas. Não foram utilizados bancos de montadoras, assim como seus serviços, nem mesmo peças genuínas, linha de roupas ou cosméticos nesta lista. Motos, ônibus a combustão e caminhões também foram descartados. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. BYD A BYD começou a vender carros de passeio no Brasil em 2022, com a estreia do SUV elétrico de sete lugares Tan. Mas a companhia chegou ao país há mais de dez anos, em 2015, com foco no mercado de energia solar e ônibus elétricos. Chassi de ônibus elétrico, fabricado na fábrica da BYD, em Campinas (SP)Divulgação/BYD Continua após a publicidade Em Campinas (SP), a chinesa produz chassis para ônibus elétricos e módulos fotovoltaicos. Em Manaus (AM), ela tem uma fábrica de baterias destinadas a ônibus elétricos da marca. No transporte sobre trilhos, a BYD fornece trens e sistemas do SkyRail para a Linha 17-Ouro, em São Paulo. “Recentemente, alcançamos a marca de 1.000 chassis de ônibus elétricos produzidos na fábrica de Campinas (SP). É um número que ajuda a mostrar a evolução desse mercado: o primeiro chassi saiu da unidade em 2016 e, hoje, a fábrica já produz cerca de 30 por semana. Em julho, a BYD respondeu por 74,16% dos ônibus elétricos emplacados no Brasil, com 66 dos 89 veículos registrados no mês”, afirma Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e marketing da BYD Auto. Ônibus da BYDDivulgação/BYD Continua após a publicidade Neste ano, a BYD anunciou o investimento de até R$ 500 milhões para ampliar sua atuação em BESS (Battery Energy Storage System, ou Sistema de Armazenamento de Energia em Baterias) no Brasil, um mercado que a empresa considera estratégico para os próximos anos. “À medida que fontes como solar e eólica ganham cada vez mais espaço na matriz elétrica brasileira, o armazenamento passa a ter um papel fundamental para aproveitar melhor essa energia e trazer mais flexibilidade, confiabilidade e estabilidade ao sistema“, explica Baldy. Honda Além de carros e motocicletas, a Honda comercializa equipamentos para utilidades diversas. A sua linha de motores e máquinas tem atuação no Brasil desde 1971, com produção desde 2001 em Manaus (mesma planta da fábrica de motos). Continua após a publicidade Motor Honda GX390 MegaDivulgação/Honda Destaque para os motores de rabeta, muito utilizados na região Norte para mobilidade sobre a água em comunidades ribeirinhas. Além disso, a linha tem motobomba, roçadeira e gerador de energia. A companhia também oferece quadriciclos, com modelos para trabalho, lazer e aplicações no agronegócio. O Honda TRX 420 Fourtrax é o quadriciclo (ATV) mais vendido no Brasil. Continua após a publicidade Honda TRX 420 FourtraxDivulgação/Honda Há ainda a venda do jato executivo HondaJet, que ocorre por meio da empresa Líder Aviação, operadora autorizada no país. No Brasil, existem sete aeronaves entregues. Honda Jet EliteDivulgação/Honda Continua após a publicidade Mitsubishi A Mitsubishi Electric, cujo portfólio é bem abrangente, atua no Brasil desde 1975. Apesar de carregar o mesmo nome e os três diamantes no logotipo, a Mitsubishi Electric e a Mitsubishi Motors não fazem parte do mesmo grupo econômico. Isso remete ao período após a Segunda Guerra Mundial, quando o conglomerado original foi dissolvido por ordem das forças aliadas de ocupação no Japão. Hoje, a marca Mitsubishi não é uma única empresa, mas dezenas de outras totalmente independentes. O portfólio local contempla equipamentos automotivos, robótica, soluções para saneamento, agronegócio e mobilidade urbana, além de serviços de suporte técnico. Seu escritório oficial em Barueri (SP) foi inaugurado em 2012. No país, ela tem forte atuação em automação industrial e CNCs (Controladores Numéricos Computadorizados). Robôs da Mitsubishi ElectricDivulgação/Mitsubishi “Buscamos levar nossas tecnologias para diferentes desafios, apoiando empresas na modernização de processos, no aumento da eficiência e na construção de operações mais conectadas e sustentáveis”, diz Fabiano Lourenço, presidente da Mitsubishi Electric Brasil. No Brasil, a HPE Automotores atua como a representante oficial da Mitsubishi Motors. Pulam, voam e nadam: veja 5 carros com ‘superpoderes’ Toyota A maior montadora do mundo atua no ramo de empilhadeiras e logística. A Toyota Empilhadeiras, estabelecida no Brasil desde 2004, tem filiais espalhadas pelo Brasil e uma unidade na Argentina (Buenos Aires). A sede administrativa da Toyota, situada na região metropolitana de São Paulo, centraliza as operações de vendas e pós-vendas para o território nacional. Empilhadeiras da ToyotaDivulgação/Toyota A fábrica brasileira, com um terreno de 93.000 m² e uma área construída de 31.000 m², está localizada em Artur Nogueira, no interior de São Paulo. Nesta unidade, atualmente, são fabricadas a empilhadeira a combustão da Série 8, a transpaleteira manual LHM e a empilhadeira elétrica patolada SWE140. Hyundai A Hyundai tem algumas divisões que atuam no Brasil e outras que deixaram de existir. Uma delas é a Hyundai Construction Equipament (ou Hyundai CE) Brasil, que vende escavadeiras pesadas, retroescavadeiras e pás carregadeiras utilizadas em obras. A empresa tem uma fábrica em operação em Itatiaia (RJ), inaugurada em 2013. Escavadeira hidráulica Hyundai HX350LDivulgação/Hyundai Outra ainda presente no país é a Hyundai Steel Brazil (HSBR), cuja criação ocorreu em janeiro de 2011 na cidade de Piracicaba (SP), inicialmente como Hyundai Hysco. Seu objetivo é fornecer commodities e atuar como uma artéria logística para o desenvolvimento projetado pelo grupo multinacional no Brasil. As tecnologias da HSBR estão voltadas aos serviços de corte de metais e rolos de aço para a indústria automotiva. Os principais produtos produzidos e comercializados pela empresa são: bobinas de aço, rolos de aço, chapas de aço, blanks de aço e revenda de produtos em aço já estampados. Trens da Hyundai Rotem ainda operam na Linha 4-Amarela do metrô da cidade de São Paulo. Porém, o braço encerrou a sua produção ativa de trens no Brasil em 2024 e a sua antiga fábrica em Araraquara (SP) foi ocupada pela concorrente chinesa CRRC. A Hyundai Elevadores do Brasil teve o mesmo fim que a Hyundai Rotem. Ela encerrou suas atividades no país em 2024. A operação brasileira havia sido iniciada em 2013, com a abertura de uma fábrica em 2014, na cidade de São Leopoldo (RS). Volvo A Volvo CE é a divisão do grupo Volvo dedicada a equipamentos de construção. A empresa mantém operações no Brasil desde a década de 1970, possui sede administrativa em Curitiba (PR) e fábrica em Pederneiras (SP). A lista abrange máquinas elétricas, escavadeiras, carregadeiras de rodas, caminhões articulados, caminhões rígidos e compactadores. Motor marítimo Volvo Penta D2Divulgação/Volvo Outra divisão do grupo com atuação no Brasil é a Volvo Penta. Ela é uma fabricante de motores e sistemas de propulsão. Para embarcações, há motores marítimos, de rabeta e geradores. Mas há parcerias com aplicações em data centers, construção, mineração, setor florestal e armazenamento de energia, entre outros, segundo consta no site oficial brasileiro. Suzuki A Suzuki tem a divisão Marine, na qual comercializa motores de popa no Brasil há quase 50 anos. A empresa oferece uma linha de dois e quatro tempos, variando até 325 cv para as opções topo de linha, com distribuição nacional e atendimento oficial. Os equipamentos são importados do Japão. Motor Suzuki Marine DF325A 4TDivulgação/Suzuki Vale destacar que, assim como ocorre com a Mitsubishi, a Suzuki Veículos é representada no Brasil pela HPE Automotores. Fiat A Fiat tem uma divisão Machinery que atua no Brasil por meio da Nauber Máquinas, distribuidora e importadora exclusiva da divisão de máquinas e ferramentas. A lista engloba: pulverizadores, cortadores de grama, soldadores, motobombas, roçadeiras, tratores, motocultivadores, geradores, kits de ferramentas, motores, guinchos e compressores. Motor Estacionário Fiat Nauber Capo 70Reprodução/Fiat Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Governo de SP homologa 6 radares em rodovias estaduais; veja onde ficam
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Equipamentos estão em cinco estradas; homologação não significa que os radares sejam novos nem que já estejam em operaçãoView the full article -
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