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  1. Recentemente
  2. A nova geração do BMW X5 pode estar entre os mais de 15 lançamentos que o Grupo BMW planeja para o Brasil em 2027. Pode, pois a fabricante ainda não confirma a novidade ou mesmo as motorizações que estarão disponíveis no Brasil: se continuará como híbrido plug-in, se terá uma variação da sua inédita versão elétrica ou mesmo se terá opção híbrida leve, como há no X3. E é justamente o BMW X5 40, o híbrido leve 48V, que tem um comportamento bastante interessante no seu motor seis cilindros 3.0 turbo a gasolina. Diante das atuais metas de emissões, a engenharia da BMW recorre a uma solução mecânica pouco convencional . O cabeçote do motor tem balancins chaveáveis atuando nas válvulas de escape para interromper a troca de gases, reduzindo em dois terços o efeito do freio-motor nas desacelerações. Esta estratégia faz o carro “rolar” mais, liberando a energia cinética para recarregar a bateria do sistema híbrido leve de 48V. Em qualquer veículo a combustão, aliviar o pé do acelerador com o carro engatado faz os pistões trabalharem como compressores de ar, criando resistência mecânica que ajuda a reduzir a velocidade. Embora útil na condução tradicional, esse arrasto interno rouba justamente a energia de movimento que o gerador elétrico precisaria capturar para produzir eletricidade nas frenagens e descidas de serra. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BMW Continua após a publicidade Ao neutralizar grande parte dessa perda por bombeamento nos seis cilindros, o SUV deixa de dissipar energia em forma de calor e atrito mecânico no conjunto móvel. Na prática, quem passa a segurar o utilitário quando o motorista solta o pedal da direita é a resistência magnética do motor elétrico integrado à transmissão, elevando o volume de carga enviado à bateria de 48V. Esta bateria, aliás, tem 0,9 kWh, uma capacidade equivalente às de baterias de muitos carros híbridos plenos (HEV), ainda que com baixa tensão. Essa bateria está alojada sob o assoalho do porta-malas. Como funcionam os balancins chaveáveis e o ciclo Miller no motor 3.0? O 3.0 turbo combina o controle variável de abertura das válvulas de admissão (Valvetronic) a balancins chaveáveis no comando de escape, capazes de desativar a abertura das válvulas sob demanda. Continua após a publicidade Num ciclo normal de quatro tempos sem injeção de combustível, o pistão gasta energia para aspirar e expulsar ar pelas galerias do cabeçote. Quando os balancins chaveáveis entram em ação e mantêm as válvulas fechadas na desaceleração, o ar preso dentro da câmara funciona como uma mola pneumática: ele é comprimido na subida do pistão e devolve quase toda a força ao empurrá-lo de volta para baixo, anulando o trabalho de bombeamento. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BMW Continua após a publicidade Para o motorista, a sensação que dá é que o carro está andando livre de resistência, como em carros com câmbio de dupla embreagem, que conseguem desligar o motor e desconectá-lo das rodas quando em velocidade constante para poupar combustível. Mas ainda é um carro com câmbio automático de oito marchas que está regenerando energia para sua bateria. Para complementar a eficiência quando o motor está queimando gasolina, a unidade opera sob o ciclo de combustão Miller, que encurta o tempo de abertura das válvulas de admissão para reduzir as perdas de carga. O gerenciamento do cabeçote conta ainda com comando variável de válvulas (Vanos) de acionamento elétrico, coletor de escape integrado à própria peça de alumínio para acelerar o aquecimento do catalisador e bobinas de ignição ativas com eletrônica embarcada. Outro sistema que ajuda a poupar combustível é a dupla injeção. Além dos bicos de injeção direta, que que pulverizam gasolina em alta pressão dentro dos cilindros, parte do combustível entra por meio de injetores convencionais nos dutos de admissão. Isto melhora o turbilhonamento interno e reduz a formação de material particulado e dióxido de carbono. Continua após a publicidade O que muda no desempenho e no consumo com o sistema híbrido leve? Graças a um novo turbocompressor e ao conjunto mecânico híbrido leve de 48V montado dentro da caixa de câmbio automática de oito marchas, o BMW X5 40 xDrive elevou sua potência em 20 cv na comparação com a geração anterior, alcançando 400 cv e 59,2 kgfm combinados. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BMW Continua após a publicidade O ganho de fôlego parte do próprio bloco seis cilindros 3.0 turbo, cujo torque isolado subiu de 53,1 kgfm para 55,1 kgfm, podendo receber um reforço temporário de mais 4,1 kgfm do sistema elétrico em retomadas. O propulsor auxiliar funciona como um gerador de partida conectado ao virabrequim dentro da carcaça da transmissão, entregando até 18 cv e 20,4 kgfm extras para eliminar o atraso de resposta do turbo nas saídas de semáforo. Com a bateria de 48V recebendo muito mais carga graças à limitação forçada do freio-motor, o sistema deixa de ser apenas um assistente de partida para assumir funções de tração. De acordo com a marca alemã, o gerador tem capacidade para impulsionar o utilitário em modo puramente elétrico em velocidades muito baixas por curtas distâncias, como em manobras de estacionamento ou no anda e para do trânsito pesado, além de alimentar a rede de 12V por meio de um transformador. Ou seja, é um híbrido leve que vence uma das maiores críticas ao sistema: a de que seus motores elétricos não são capazes de mover o carro por conta própria. O SUV promete acelerar de 0 a 100 km/h em 5,3 s e registrar consumo entre 10,9 km/l e 11,5 km/l no ciclo europeu WLTP. Publicidade View the full article
  3. Hoje
  4. O BYD Song Pro 2026/2027 na versão de entrada GL, e com o visual antigo, recebeu um desconto no site da marca. Ele ficou mais barato que as versões topo do VW T-Cross, como Comfortline (R$ 173.790), Highline (R$ 186.290) e Extreme (R$ 193.490), para citar. Com o preço promocional, o SUV médio foi de R$ 189.990 para R$ 161.490, ou seja, R$ 28.800 de desconto sobre o preço de tabela. A condição vale até o dia 31 de outubro de 2026 e é destinada a pessoas físicas. A marca afirma no site para consultar condições. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A BYD também exibe uma condição a prazo, com entrada de R$ 64.596, mais 36 parcelas de R$ 3.656. No entanto, nesta condição o carro sai por R$ 196.212. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade O que mudou no Song Pro? Além do design, outra diferença presenta na reestilização do BYD Song Pro está na motorização, que passou a ser flex. Antes, o motor 1.5 recebia apenas gasolina. Agora, o propulsor queima etanol em qualquer proporção, segue com os 98 cv de antes, mas o torque aumentou de 12,4 para 12,8 kgfm. A força deste motor é combinada com um elétrico integrado ao câmbio eCVT. Este motor elétrico é diferente: o antigo de 197 cv foi substituído por um mais contido, de 163 cv e os mesmos 30,6 kgfm. Antes, a versão GL oferecia 223 cv e a GS chegava aos 235 cv. Agora, a GL entrega 218 cv e a GS, 219 cv. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD Continua após a publicidade A nova programação e injeção e de atuação do conjunto híbrido resultou em melhora no consumo, que pode ser vista quando comparadas as médias com gasolina do modelo 2027 com a linha anterior. Motor 1.5 aspirado agora é flexDivulgação/BYD Continua após a publicidade Consumo do BYD Song Pro com gasolina (Inmetro/PBEV) Versão e potência Cidade (gasolina) Estrada (gasolina) Antigo Song Pro GL (223 cv) 14,8 km/l 13,2 km/l Novo Song Pro GL (218 cv) 16,0 km/l 13,9 km/l Antigo Song Pro GS (235 cv) 15,2 km/l 13,2 km/l Novo Song Pro GS (219 cv) 15,9 km/l 13,5 km/l Consumo do BYD Song Pro com etanol (Inmetro/PBEV) Versão e potência Cidade (etanol) Estrada (etanol) Song Pro GL (218 cv) 12,1 km/l 10,7 km/l Song Pro GS (219 cv) 11,7 km/l 10,5 km/l A versão GL tem bateria ligeiramente maior, passando para 13,1 kWh (ganho de 0,2 kWh), enquanto a GS mantém 18,3 kWh. O alcance puramente elétrico subiu para 57 km (ganho de 8 km) no modelo de entrada e 72 km (ganho de 10 km) na opção de topo, sempre pelo ciclo do Inmetro. Quanto custa a bateria de um carro híbrido e quando deve ser trocada? Continua após a publicidade A potência de recarga segue restrita a 6,6 kW em corrente alternada (AC). Não há recarga rápida, um recurso que já está presente no Song Plus. Publicidade View the full article
  5. A Volkswagen mudou sua estratégia de batismo para veículos elétricos e o aguardado modelo de entrada da marca será chamado de Volkswagen ID.Up. O novo compacto zero emissão chegará ao mercado europeu em 2027 com a missão de enfrentar o BYD Dolphin Mini. QUATRO RODAS apurou que o projeto está sendo conduzido inteiramente pela fabricante alemã, dispensando qualquer apoio de parceiras chinesas no desenvolvimento do carro. O modelo deve manter o motor elétrico dianteiro de 95 cv apresentado no conceito ID.Every1, entregando autonomia superior a 250 km pelo ciclo WLTP. A velocidade máxima será limitada a 130 km/h, configuração focada no uso estritamente urbano e na eficiência energética de baterias reduzidas. Volkswagen ID.Every1Divulgação/Volkswagen O nome ID.Up foi registrado recentemente na Europa e o retorno do nome para um novo subcompacto já era especulado há tempos pela mídia europeia, inclusive para batizar a versão de produção do ID.Every1. O pedido de proteção do nome indica que a VW considera seguir este caminho, principalmente agora em que desistiu de usar números nos batismos de seus carros elétricos para aproveitar os nomes já conhecidos. Continua após a publicidade Para manter os custos baixos e o preço-alvo na faixa de 20.000 euros (R$ 119.512 ao câmbio atual), o futuro elétrico será montado sobre uma derivação simplificada da plataforma MEB+. O conjunto vai compartilhar componentes com o ID.Polo, mas adotará acumuladores de energia menores que os de 37 kWh para garantir a redução agressiva no preço final de venda. Com 3,88 m de comprimento e 2,53 m de entre-eixos, o futuro carro de produção será consideravelmente maior que o antigo subcompacto vendido no Brasil. O novo projeto entrega 305 litros de capacidade no porta-malas e mantém a homologação para quatro ocupantes, priorizando o deslocamento diário nas grandes cidades. Continua após a publicidade Volkswagen ID.Every1Divulgação/Volkswagen Os designers da fabricante preservaram as proporções clássicas da carroceria e a tradicional tampa traseira com acabamento preto. Contudo, o veículo ganha 19 cm extras no comprimento, 17 cm na largura (total de 1,81 m) e é 1,4 cm mais baixo, medindo 1,49 m de altura. A cabine terá central multimídia destacada e comandos físicos no volante. Continua após a publicidade O ID.Up será o grande responsável por estrear a arquitetura eletrônica desenvolvida em parceria com a norte-americana Rivian. O sistema substitui múltiplas centrais de controle por computadores mais potentes e atualizáveis, testando a tecnologia em alto volume nas ruas antes de sua aplicação em veículos da Audi e da Scout. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade A nova base de engenharia permitirá modificações de software e adição de funções remotamente, um recurso vital para competir de frente com a nova geração de elétricos chineses como o Geely EX2. A montagem do carro ocorrerá na planta de Palmela, em Portugal, e a estreia em solo brasileiro segue incerta diante do foco asiático das importações da marca. Publicidade View the full article
  6. Proposta em análise na Câmara estende à categoria as condições hoje oferecidas a taxistas e motoristas de aplicativo; benefício ainda depende de aprovação do CongressoView the full article
  7. A Reddit user’s firmware teardown of a bargain Android radio is a reminder of why certification and safeguards matter A Honda Civic owner recently bought a low-cost Android head unit on Amazon and decided to look at what was running under the hood. Using Claude Code, an AI coding tool, he dug into the firmware...View the full article
  8. The new electric Mercedes-AMG GT SUV offers an optional Burmester High-End 4D Surround Sound System. The “4D” part means drivers in the seats that vibrate in time with the music. In AMGForce Sport+ mode, the seats also shake along with a simulated V8 rumble. Sound familiar? It should. AuraSound launched the Bass Shaker for car audio in 1994. Installers were bolting them under seats across North America soon after, and Alpine sold its own version in the mid 90s, the Bass Engine. That same year, Aura took the tech to gamers with the Interactor, a vibrating backpack for the Super Nintendo and Sega Genesis that let players feel every punch and explosion. It’s often called the first commercial haptic suit. Gamers mostly hated it, but the idea stuck. Today, bass shakers are a staple on gaming chairs and sim racing rigs. We’re not saying Aura is building parts for Mercedes. But feeling the bass through your seat started in the aftermarket more than 30 years ago. It went from gaming chairs to the driver’s seat of a 1,169 hp luxury SUV. What it means for dealers: When a carmaker like Mercedes-AMG puts tactile bass into a flagship, customers start asking for it. A pair of bass shakers under the front seats is a quick, affordable add-on for any system install. It’s also a smart upsell for customers who want more bass but have no room for a subwoofer, like EV and truck owners. If you had Bass Shakers in your Civic in 1995, congratulations. You were three decades ahead of Mercedes-Benz. Source: In-Car Magazine The post Mercedes-AMG Validates a 1994 Aftermarket Idea appeared first on ceoutlook.com. View the full article
  9. 🔊 *COMBO ESPECIAL: ALINHAMENTO DE SOM + APLICAÇÃO DE POTÊNCIA!* 👉 https://www.estudodoaudio.com.br Aprenda a aplicar potência corretamente nos alto-falantes, configurar limiters, realizar medições com o Smaart e alinhar sistemas de som com muito mais precisão e segurança! *São 2 cursos completos em um único combo, com aproximadamente 18 horas de aulas gravadas, acesso imediato e mais 4 encontros AO VIVO comigo em novembro!* Se você trabalha com som automotivo ou profissional e quer deixar de fazer ajustes por tentativa, essa é uma excelente oportunidade para aprofundar seus conhecimentos. 🔥 *CONHEÇA O COMBO E GARANTA SUA VAGA:* https://www.estudodoaudio.com.br --- 🎙️ *VOCÊ REALMENTE SABE APLICAR POTÊNCIA E ALINHAR SEU SISTEMA?* Neste episódio do Resposta com Frequência, selecionei 5 perguntas reais enviadas pelos seguidores para discutir assuntos fundamentais que fazem toda a diferença no desempenho de um sistema de som! Você sabe como aplicar potência se a impedância do alto-falante varia com a frequência? Existe uma fórmula universal para configurar limiters? E por que acertar o tempo entre duas vias nem sempre significa que elas estarão alinhadas em fase? Vamos conversar sobre potência, impedância, proteção dos alto-falantes, dinâmica musical, medições e alinhamento acústico. 📌 *CAPÍTULOS DO VÍDEO* 00:00 – Introdução 00:27 – Como aplicar potência se a impedância varia com a frequência? | @celta_diferente81 02:30 – Existe um cálculo padrão para configurar o limiter? | @vynicius_stss 03:41 – Música com apenas 3 dB de dinâmica precisa de limiter RMS e de pico? | @denilsoncampos6193 06:00 – Como acertar tempo e fase entre subwoofer e altas no Smaart? | @lucas.som7 07:23 – Por que, ao alinhar o tempo, a fase sai do ajuste? | @celta_diferente81 --- 💬 *QUER PARTICIPAR DO PRÓXIMO RESPOSTA COM FREQUÊNCIA?* Deixe sua pergunta nos comentários! Ela poderá ser selecionada para um próximo episódio. 👍 Se este conteúdo te ajudou, deixe o gostei, inscreva-se no canal e compartilhe com quem trabalha com áudio. 🎓 EstudoDoAudiO — CONHECIMENTO QUE TRANSFORMA RESULTADOS Cursos e treinamentos #EstudoDoAudiOView the full article
  10. Yesterday
  11. If you found this video helpful then you can support the channel on Patreon for as little as $3 a month: https://www.patreon.com/DIYAudioGuy Join this channel to get access to exclusive membership perks: https://www.youtube.com/channel/UCUj9z2nkIesDh3sa8575qYw/join Use the code DIYAudio to save: 7% off of Savard (https://lddy.no/1jqmp) 10% off of Custom Speaker Pods (https://customspeakerpods.com/) 7.5% at Sky High Car Audio https://skyhighcaraudio.com/?ref=DIYaudio 5% off from Battery Hookup (https://batteryhookup.com) 10% off at Jag35 (jag35.com/DIYaudio) 5% off at B2 Audio https://www.b2audiousa.com/?ref=DIYaudio 5% off at BigJeff Audio: https://bigjeffaudio.com/?ref=DIYaudio 5% off at Parts Express 5% off at Showtime Electronics. 5% at Sparked Innovations (https://sparkedinnovations.com?ta_aff=NGFLAQXZHN) with the code DIY Check out the DIY Auido Guy Amazon Store: Amazon: https://www.amazon.com/shop/diyaudioguy Support DIY audio content by shopping with these affiliates: Shop for Basshead Gear at Down4Sound: https://lddy.no/1065t Shop for Car and Home Audio at Crutchfield: https://howl.me/cg9bCOKLoK7 Carbide 3D: https://shop.carbide3d.com/DIYAUDIOGUY Connect on social media: Facebook: https://www.facebook.com/DIY-Audio-Guy-111428060245602/ Instagram: https://www.instagram.com/diyaudioguy/ Twitter: https://twitter.com/DIYAudioGuy1 Chapters: 0:00 Introduction Music By creatormix.com *As an associate/affiliate marketer I may earn a small commission on qualified purchases on Amazon, Crutchfield, Parts Express, customspeakerpods.com, Savard, Amped Up Car Audio, Designer MotorSports, Carbid 3D or Down4Sound. #affiliate #crutchfieldpartner #amazonaffiliateView the full article
  12. New UTV MFD technology to be showcased on Polaris and Can-Am UTV builds on SEMA show floor. A derivative of Stinger's HORIZON Series technology is available on a variety of Jeep, trucks, and other popular vehicles. Press Release (UNEDITED): St. Petersburg, Fla. – Stinger is expanding its HORIZON multi-function display (MFD) lineup into the powersports...View the full article
  13. Next level customization – HEXCORE COLOR delivers all day, all night personalization for off-road vehicles and UTVs Press Release (UNEDITED): St. Petersburg, Fla. – Stinger’s HEXCORE lighting is showcasing its expanding product lineup at the 2026 SEMA Show, Nov. 3–6, at the Las Vegas Convention Center. With more than 70 vehicle-specific lighting kits available now,...View the full article
  14. AudioControl unveils their largest and most powerful EPIC subwoofers, the X5, new EPIC neodymium speakers, and expanded Altitude speaker sizes in a 62-speaker, 30,000-watt EPIC BUZZ build at SEMA 2026 Press Release (UNEDITED): St. Petersburg, Fla. – Oct. 26, 2026 – AudioControl, part of the Stinger family of brands, is expanding its EPIC and Altitude...View the full article
  15. Os carros híbridos invertem a lógica de eficiência: neles, o trânsito pesado das capitais é o aliado e a rodovia livre de trânsito se torna a vilã. Enquanto carros a combustão sofrem no anda-e-para, os eletrificados modernos usam o motor elétrico justamente para maximizar a economia. A responsabilidade do motor elétrico mover o carro híbrido varia de acordo com o tipo de sistema híbrido. Nos híbridos leves ele dá um impulso extra para aliviar o motor a combustão e nos híbridos plenos (HEV) e plug-in (PHEV) a responsabilidade da primeira aceleração do carro é do motor elétrico, livrando o motor a combustão do seu momento de maior consumo. O que não muda com o tipo de carro híbrido é que o motor elétrico pode funcionar regenerando a energia que seria desperdiçada nas desacelerações e frenagens. Sem entender essa dinâmica, quem roda predominantemente em rodovias acaba frustrado ao perceber que a conta do posto não fecha como se esperava. Como funciona a regeneração de energia nos híbridos? Nos carros híbridos, o motor elétrico atua como um potente gerador nas desacelerações. Quando o motorista pisa moderadamente no freio, a central eletrônica evita acionar as pastilhas e usa a própria resistência magnética do conjunto elétrico para reduzir a velocidade, convertendo energia cinética em eletricidade. Continua após a publicidade Modelos pioneiros como o Toyota Prius e o Ford Fusion Hybrid consolidaram essa mecânica, combinando o bloco a gasolina e o conjunto elétrico. O conceito de engenharia é: se a energia entra, o rotor gira. Se a roda, pelo movimento do carro em inércia, força a árvore do propulsor elétrico a girar, ele inverte sua função primária e passa a produzir eletricidade para recarregar a bateria. No entanto, há uma regra: quanto mais energia a bateria solicita para o armazenamento, maior é a força magnética contrária exigida para girar o motor elétrico. E é exatamente essa resistência mecânica programada pela engenharia que atua como freio motor principal, poupando os discos e as pastilhas na grande maioria das reduções moderadas de semáforo no ciclo urbano. Por que o conjunto mecânico híbrido consome mais gasolina na estrada? Na rodovia, sob velocidade de cruzeiro constante, não ocorrem as frenagens frequentes que alimentam a regeneração de carga da bateria. Assim, o motor a combustão precisa trabalhar quase que de forma ininterrupta, tracionando o veículo e arrastando todo o peso extra do sistema elétrico sem receber o alívio que teria na cidade. Continua após a publicidade Essa dinâmica explica a inversão de consumo em relação aos modelos a combustão puros. Na cidade, o uso intenso do freio e os momentos frequentes de rodagem em baixa velocidade permitem que o modo puramente elétrico assuma o controle. Já a 120 km/h contínuos, essa vantagem desaparece, penalizada também pelo aumento quadrático do arrasto aerodinâmico contra a carroceria do veículo e pela necessidade de mais energia para o motor elétrico mover o carro, se for necessário. Os dados oficiais comprovam essa característica em qualquer híbrido HEV ou PHEV. No caso de um BYD Song Plus, o consumo é de 19,6 km/l no circuito urbano, mas o rendimento cai substancialmente para 16,1 km/l na medição rodoviária. É possível dirigir usando apenas o pedal do acelerador? O poder de retenção do motor elétrico atuando como gerador é tão intenso que modelos eletrificados mais avançados oferecem a tecnologia de condução com um único pedal. Ao aliviar a pressão no pé direito, a calibração inverte o fluxo de energia e freia o carro quase até a parada total. Continua após a publicidade Embora qualquer conjunto mecânico híbrido tenha capacidade técnica para oferecer essa regeneração agressiva, algumas fabricantes preferem entregar uma calibração branda para não causar estranheza aos motoristas inexperientes. Perguntas Frequentes (FAQ) A motorização híbrida gasta mais pastilha de freio? Pelo contrário. Como a frenagem regenerativa atua usando a resistência do motor elétrico nas desacelerações leves e moderadas, o acionamento físico das pastilhas contra os discos de freio é minimizado, o que aumenta substancialmente a vida útil do sistema mecânico. Continua após a publicidade O que faz o modo B no câmbio de modelos como o Prius? A posição B (Brake) aumenta a intensidade da frenagem regenerativa. Ela é útil para maximizar a recarga das baterias e reter o veículo em declives acentuados sem superaquecer o sistema de freios tradicional. Publicidade View the full article
  16. De um palco vazio a uma festa inesquecível! No Insane Sound 2026, o espaço da Taramps ganhou vida, som e uma galera que fez cada momento valer a pena! #insanesound #taramps #barretos #evento #somautomotivo #shortsView the full article
  17. A BAIC estreou no mercado brasileiro durante o Festival Interlagos, em agosto de 2026, mas agora está revelando mais planos para o Brasil. O próximo lançamento será o B30, um SUV ao estilo off-road, previsto para o segundo trimestre de 2027. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O terceiro carro da marca, após os elétricos Arcfox T1 e Arcfox T5, será o primeiro híbrido da BAIC, equipado com um conjunto HEV. Ele agrega um motor 1.5 turbo, de 156 cv e 23,9 kgfm, a outros dois propulsores elétricos, um dianteiro de 176 cv e um traseiro de 74 cv. Ao todo, são 409 cv de potência e 69,8 kgfm de torque, associado ao câmbio DHT de duas marchas. A aceleração ocorre de 0 a 100 km/h em 6,9 segundos. Ele tem chances de ganhar uma opção flex no país. No mercado global ele tem uma opção com tração integral. <span class="hidden">–</span>Baic/Divulgação Em termos de tamanho, são 4,73 m de comprimento, 1,91 m de largura, 1,79 m de altura e distância entre os eixos de 2,82 m. Em termos de comparação, ele tem o porte próximo ao do Jeep Commander (4,76 m de comprimento). Para suprir as expectativas com as capacidades off-road, aposta no vão livre de 220 mm, além do ângulo de entrada de 25º e saída de 30º. Continua após a publicidade BAIC B30BAIC/Divulgação BAIC B60 confirmado <span class="hidden">–</span>Baic/Divulgação Outro carro confirmado pela BAIC é o B60. Ele pode chegar às lojas em 2027 ou 2028. As primeiras unidades já desembarcaram no Brasil para iniciar o processo de homologação. Continua após a publicidade O Baic B60 deverá receber um sistema elétrico com extensor de alcance (EREV) para entregar força imediata na terra sem depender de carregadores. A montadora estuda o lançamento do SUV com motor a gasolina ou flex. <span class="hidden">–</span>Baic/Divulgação O BAIC B60 utiliza uma arquitetura de veículo elétrico com extensor de alcance, na qual a tração das rodas é feita exclusivamente por motores elétricos alimentados ou pela energia acumulada na bateria, que tem 40,3 kWh, ou diretamente pela energia gerada pelo motor combustão. Neste caso, o motor 1.5 turbo a gasolina com 188 cv é conectado a um gerador com o equivalente a 123 cv. Continua após a publicidade Quanto custa a bateria de um carro híbrido e quando deve ser trocada? A tração fica a cargo de dois motores elétricos, um dianteiro com 208 cv e um traseiro com 340 cv. Como a bateria é grande, o B60 é capaz de rodar até 152 km em modo elétrico e seu tanque de gasolina com 82 litros amplia a autonomia total para 1.200 km no padrão de medição chinês (CLTC). <span class="hidden">–</span>Baic/Divulgação Continua após a publicidade Para gerenciar a força no barro ou no asfalto, o sistema batizado de ATS reúne 11 modos de condução calibrados para diferentes pisos. São seis programações voltadas à travessia fora de estrada, quatro ajustes para deslocamento urbano e um modo específico para pista, trabalhando em conjunto com os 21,5 cm de vão livre do solo, 30° de ângulo de entrada e 24° de saída. A capacidade de imersão é de 80 cm. <span class="hidden">–</span>Baic/Divulgação O BAIC B60 é um SUV de grande porte que mede 5,04 m de comprimento, 1,95 m de largura, 1,95 m de altura e 2,82 m de distância entre-eixos, combinando carroceria de perfil quadrado para maximizar o volume de cabine com iluminação dianteira integrada à grade de cinco blocos e lanternas traseiras com animações de boas-vindas. Continua após a publicidade Publicidade View the full article
  18. 🛑🛑🛑COMPRE NA NOVA LOJA DO Raylan Som 👇👇👇👇 ✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y ✅✅✅MINI CURSO RAYLAN SOM👉👉👉https://pay.kiwify.com.br/pCtGOQx ✅ESTRANHO AUDIO PARTS - Use o cupom de desconto 👉👉RAYLLAN5 👈👈e compre direto da fábrica https://loja.estranhoaudioparts.com.br ⭕⭕Meu facebook 👉👉👉https://www.facebook.com/RaylanSom/ °369 ✅Para comprar produtos online segue o link para compra ⭕️AMAZON https://amzn.to/3B5gXlb ⭕️Shopee https://shope.ee/apjpxVjd ⭕️✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y 🔖 Hashtags: #som #somautomotivo #carro #viagem #rayllansom #audio #vendas #negocios #Volkswagen #Fiat #Toyota #Hyundai #JEEP #RENAULT #NISSAN #caixatrio #caixabob #audio Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UCg0mdazek-we_xML7cHrr1g/join 🔴👉Instagram, TikTok , kwai e Facebook→ @raylansom 🔴GRUPO TELEGRAM 👉👉👉LINK DO GRUPO--- https://t.me/joinchat/HAimD4-0PoXFuQz1 Como casar impedância de 1, 2, 3, 4 alte falantesView the full article
  19. Nova geração de modelos da marca estreia em 2027, terá opção de tração integral elétrica e poderá incluir SUVs grandes com motor V6View the full article
  20. Press Release (UNEDITED): Holly Hill, Fla. – Metra Electronics® will unveil Sound Stage, the new brand identity for its established Audio Kit lineup, at the 2026 SEMA Show. Metra will also showcase new vehicle-specific Audio Kit applications, introduce all-new Sound Stage Subwoofer Power Packs, and display VIBE Audio components available individually. The event will take...View the full article
  21. A Volkswagen está alterando sua estratégia global de atuação e passará a exportar tecnologias e veículos desenvolvidos na China para o mercado sul-americano. QUATRO RODAS apurou que há estudos avançados para a importação de modelos compactos de origem asiática ao Brasil. Ao mesmo tempo, a agência Reuters relata que a Volkswagen anunciou o plano de desenvolver na China uma nova geração de modelos destinados para os mercados emergentes. Estes carros serão feitos com as arquiteturas Compact Main Platform (CMP) e China Electronic Architecture (CEA). Os primeiros veículos serão lançados na América do Sul até o fim da década. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Por que a Volkswagen quer trazer carros da China ao Brasil? A decisão busca reduzir os custos de produção e acelerar o desenvolvimento tecnológico para enfrentar o avanço das próprias montadoras chinesas no mundo. Segundo o CEO global da marca, Oliver Blume, o plano deixa de ser apenas uma operação voltada ao consumidor local e passa a ter o país asiático como um verdadeiro polo de inovação e engenharia para regiões emergentes, em um movimento batizado internamente de “Na China e além”. A América do Sul foi escolhida como o primeiro destino internacional dessa nova leva de produtos por ser um território altamente sensível a preços, onde rivais já operam com força. Os futuros compactos importados utilizarão a nova arquitetura eletrônica desenvolvida pelo centro de pesquisa em Hefei, na região leste do país, que foi estruturada em parceria com novos fornecedores de tecnologia locais. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen O movimento acontece em resposta direta à perda de participação de mercado na China para fabricantes como BYD e Geely, que adotam uma agressiva guerra de preços e volume entre os veículos elétricos. Para tentar recuperar o espaço técnico e diluir os pesados custos, a fabricante alemã pretende transformar a sua outrora mina de ouro oriental em uma base eficiente de exportação de engenharia para países do chamado Sul Global. Continua após a publicidade A marca, que passa por sua maior reestruturação industrial em 89 anos, tem ampliado as parcerias estratégicas com empresas de software, como Xpeng e Horizon Robotics. O objetivo principal é criar carros definidos por software de maneira rápida, já que executivos indicam que o formato adotado no desenvolvimento asiático pode encurtar o tempo de criação de um novo produto do zero ao lançamento nas lojas em até 30%. Por que alguns carros chineses não têm limpador traseiro? Continua após a publicidade Como a falta de estepe afeta o projeto para o mercado brasileiro? Os carros desenvolvidos inicialmente para o consumidor chinês não costumam prever espaço físico no porta-malas para o pneu sobressalente, item que ainda é essencial para os motoristas brasileiros devido à condição geral das nossas vias. Essa ausência estrutural nos compactos que estão sob análise exige modificações profundas, como uma readequação no assoalho traseiro para fins de homologação e aprovação local. <span class="hidden">–</span>Jetta/Divulgação De acordo com bastidores da operação, os veículos destinados ao mercado sul-americano poderão vir de uma das três joint ventures que a montadora mantém com sócios chineses, ou até mesmo da sua própria base independente no país. Além das carrocerias da linha Volkswagen convencional, a empresa também avalia a exportação de automóveis mais acessíveis da submarca Jetta para os territórios africanos e latinos. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Para o futuro, a fabricante revelou que essa ofensiva exportadora integrará a arquitetura chamada VEGA. Trata-se de um conjunto focado em eletrificação e software pesado que prevê sistema de recarga ultrarrápida de 850 volts, além de preparação para condução autônoma de nível 3. A previsão oficial é que as novidades desta arquitetura eletrônica cheguem ao mercado internacional de forma plena a partir do ano de 2027. Publicidade View the full article
  22. SUV importado do México enfrenta estoques baixos e falta de reposição nas concessionárias; montadora não confirma fim das vendas no BrasilView the full article
  23. Press Release (UNEDITED): LAS VEGAS, Nev. — SounDigital will exhibit at the 2026 SEMA Show, taking place November 3–6 at the Las Vegas Convention Center in Las Vegas, Nevada. At the show, the company will showcase its amplifier lineup, strengthen relationships with its dealer and distribution partners, explore new business opportunities, and demonstrate real-world applications...View the full article
  24. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower O BYD Dolphin GT poderá ser uma das próximas novidades da fabricante chinesa no Brasil. Conhecido oficialmente como Dolphin G DM-i na Europa, o hatch híbrido plug-in já circula em testes por aqui, conforme flagras publicados pelo perfil @placaverde no Instagram. Além disso, segundo apuração do jornalista Jorge Moraes, da CNN Brasil, o modelo deverá adotar o nome Dolphin GT em nosso mercado. Na Europa, ele é o Dolphin G DM-I. Ainda sem lançamento oficialmente confirmado, ele poderá ocupar uma posição abaixo do Atto 2 híbrido, atualmente oferecido a partir de R$ 149.990, tornando-se o carro híbrido mais barato do país. Leia mais: BYD Atto 2 nas concessionárias: quanto custa, o que oferece e qual motor usa A novidade faz parte da estratégia de expansão da BYD no segmento de híbridos plug-in, que permitem rodar utilizando apenas eletricidade, mas também contam com motor a combustão. No caso do BYD Dolphin GT, a proposta é oferecer um hatch compacto com autonomia superior a 1.000 km, sem depender exclusivamente de tomadas para viagens mais longas. BYD Dolphin GT, híbrido plug-in – Foto: divulgação Apesar do nome, o BYD Dolphin GT não é simplesmente uma versão híbrida do Dolphin elétrico comercializado no Brasil. Na prática, trata-se de outro projeto, com diferenças importantes na carroceria, plataforma, dimensões, acabamento e conjunto mecânico. Até mesmo o estilo é diferente, embora ambos compartilhem algumas características visuais. BYD Dolphin GT tem visual diferente do elétrico BYD Dolphin GT, híbrido plug-in – Foto: divulgação O BYD Dolphin GT aposta em um desenho mais convencional que o do Dolphin elétrico. A dianteira tem faróis estreitos, capô relativamente curto e linhas horizontalizadas, enquanto o para-choque apresenta entradas de ar e elementos que dão aparência mais esportiva ao conjunto. Nas laterais, o hatch utiliza rodas de desenho elaborado, pneus de perfil mais baixo e uma linha de cintura elevada. As superfícies envidraçadas se estendem até a região traseira, criando a impressão de teto flutuante. Já a traseira traz lanternas horizontais e para-choque com desenho próprio. O interior também segue outro caminho. Em vez das formas mais arredondadas e abstratas do Dolphin elétrico, o híbrido utiliza um painel com linhas mais tradicionais, console central elevado e outros comandos. BYD Dolphin GT, híbrido plug-in – Foto: divulgação Nas dimensões, o BYD Dolphin GT mede 4,16 metros de comprimento, contra 4,12 metros do Dolphin GS elétrico. A largura também é maior, chegando a 1,82 metro, enquanto o modelo vendido atualmente no Brasil tem 1,77 metro. Por outro lado, o entre-eixos é menor: são 2,61 metros no híbrido, ante 2,70 metros no elétrico. A altura fica próxima de 1,57 metro. Outra diferença importante aparece no porta-malas, que comporta 425 litros no Dolphin GT, contra 345 litros declarados para o Dolphin GS. BYD Dolphin GT, híbrido plug-in – Foto: divulgação Motor híbrido permite mais de 1.000 km de autonomia O principal diferencial do BYD Dolphin GT está debaixo do capô. Na configuração europeia, o hatch utiliza um motor 1.5 16V aspirado a gasolina, com potência próxima de 100 cv e torque de 12,5 kgfm, trabalhando em conjunto com um propulsor elétrico dianteiro de 163 cv e 21,5 kgfm. A transmissão é automática, específica para sistemas híbridos, e a tração acontece pelas rodas dianteiras. Segundo a BYD, o conjunto permite acelerar de 0 a 100 km/h em 8,3 segundos, enquanto a velocidade máxima chega aos 180 km/h. BYD Dolphin GT, híbrido plug-in – Foto: divulgação O sistema híbrido plug-in permite que o motorista utilize o carro exclusivamente com eletricidade durante parte dos deslocamentos. Quando necessário, o motor a combustão entra em funcionamento, ampliando a autonomia e reduzindo a dependência de pontos de recarga. Na Europa, o BYD Dolphin GT oferece duas capacidades de bateria: 7,4 kWh nas configurações de entrada e 18,3 kWh nas mais completas. A menor proporciona até 40 km de autonomia elétrica, enquanto a maior permite percorrer até 105 km sem consumir gasolina, conforme o ciclo europeu WLTP. BYD Dolphin GT, híbrido plug-in – Foto: divulgação Combinando a bateria maior com o tanque de combustível de 42 litros, a fabricante anuncia autonomia total de até 1.040 km. Para comparação, o Dolphin GS elétrico comercializado no Brasil oferece alcance de 291 km por carga, segundo o Inmetro. BYD Dolphin GT poderá ter motor flex no Brasil BYD Dolphin GT, híbrido plug-in – Foto: divulgação Outra possibilidade para o BYD Dolphin GT nacional é a adoção de um conjunto híbrido flex, capaz de funcionar com gasolina ou etanol. A fabricante já utiliza essa tecnologia no Atto 2 híbrido plug-in destinado ao mercado brasileiro, o que abre caminho para sua aplicação no hatch. Entretanto, ainda não há confirmação sobre qual motorização será oferecida por aqui. O modelo também poderá receber baterias diferentes das utilizadas na Europa, incluindo uma opção intermediária, semelhante à de 12,9 kWh empregada no Song Pro. Na configuração europeia com bateria maior, o Dolphin GT aceita recargas rápidas em corrente contínua de até 39 kW. Segundo a BYD, é possível recuperar 70% da carga em aproximadamente 26 minutos. Equipamentos e versões BYD Dolphin GT, híbrido plug-in – Foto: divulgação O BYD Dolphin GT também se destaca pelo pacote tecnológico. Na Europa, o hatch oferece painel digital de 8,8 polegadas, central multimídia com serviços do Google, incluindo Maps, Assistente de Voz e Play Store, além de teto solar panorâmico e retrovisor interno eletrocrômico. O pacote de segurança contempla diferentes assistentes de condução, reunidos no sistema ADAS. Dependendo da configuração, há recursos de auxílio à direção, monitoramento do tráfego e prevenção de acidentes. Por lá, a gama é dividida em quatro versões: Active, Boost, Comfort e Sport. Cada uma apresenta diferenças na capacidade da bateria, nos equipamentos e no acabamento. Ainda não se sabe quais desses recursos serão mantidos no modelo destinado ao Brasil, tampouco quantas versões serão comercializadas. Quando chega ao Brasil? Os registros do BYD Dolphin GT circulando em território brasileiro indicam que o modelo já está passando por avaliações locais. Entretanto, a presença de unidades de testes não significa necessariamente que o lançamento esteja próximo. A expectativa é que a novidade possa integrar a linha brasileira em 2027, ampliando a oferta de híbridos plug-in da fabricante. O posicionamento comercial será particularmente importante, já que o Atto 2 híbrido parte de aproximadamente R$ 150 mil. Caso a BYD consiga oferecer o Dolphin GT abaixo desse valor, o hatch terá condições de disputar o posto de híbrido mais acessível do Brasil, além de representar uma alternativa para quem procura um compacto eletrificado, mas ainda não pretende depender exclusivamente de recargas externas. Por enquanto, preços, versões, motorização nacional e data de lançamento permanecem sem confirmação oficial. O post BYD Dolphin GT já está no Brasil e pode custar preço de Polo e HB20 apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  25. O Opala do Menzinho tem aquele charme de clássico, mas o som ganhou uma solução moderna! 🔊 E o melhor, tudo isso sem perder a originalidade do carro! Com tecnologia Taramps, o projeto ganhou controle pelo smartphone e uma caixa de som personalizada. E aí, curtiu o resultado? #taramps #somautomotivo #menzinho #acf #projetodesom #shortsView the full article
  26. Segunda geração do hatch elétrico estreia na China com sensor LiDAR e preço abaixo de R$ 50 mil na conversãoView the full article
  27. O grupo Chery continua com negociações ativas para ficar com a fábrica de Itatiaia (RJ) da Jaguar Land Rover. Mas ainda nada está cravado. Segundo fontes próximas, os envolvidos sinalizavam que uma resposta sobre um acordo deve ocorrer ainda em 2026 e aguardavam a resolução das eleições brasileiras para um desfecho. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Fábrica da Jaguar Land Rover está desativada A Jaguar Land Rover encerrou a produção do Discovery Sport e Range Rover Evoque na fábrica de Itatiaia (RJ) em junho de 2026. As últimas unidades dos modelos estão nas concessionárias e deverão durar até o final deste ano. Após o período, o Range Rover Evoque poderá chegar às lojas via importação, enquanto o Discovery Sport será descontinuado, inclusive globalmente. Fábrica da JLR em Itatiaia (RJ)Divulgação/Land Rover Inaugurada há dez anos, a unidade fabril recebeu um aporte inicial superior a R$ 1 bilhão e operava sob o regime SKD, com capacidade instalada para produzir 24.000 veículos por ano. Continua após a publicidade Hoje na ociosidade, os trabalhadores participam de treinamentos de capacitação, reciclagens e atualizações de normas regulamentadoras, de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Itatiaia e Porto Real (Sindireal). Eles aguardam qual será o futuro da planta. A fábrica da JLR no sul-fluminense gera 371 empregos diretos. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Land Rover Há algumas possibilidades em jogo, inclusive com a coexistência da produção da Jaguar Land Rover no local. A JLR poderia até mesmo contratar a Chery para seguir montando seus carros em Itatiaia. As duas empresas são parceiras de longa data na China, onde é a Chery quem fabrica os carros da Land Rover. Continua após a publicidade Além disso, os novos carros da submarca Freelander estão sendo desenvolvidos em parceria com o conglomerado chinês, que também será responsável pela produção e distribuição global dos novos modelos. A negociação da Chery Em meados de 2026 movimentações apontavam que a Chery assumiria a unidade para inicialmente montar modelos da Omoda & Jaecoo. O prefeito de Itatiaia, Kaio Márcio Resende de Paiva, em reunião com representantes da Chery AutomobilePrefeitura de Itatiaia/Reprodução Continua após a publicidade Em junho de 2026, a Prefeitura de Itatiaia realizou uma reunião virtual com representantes da Chery para dar continuidade às tratativas relacionadas à compra da fábrica da Jaguar Land Rover. A administração local chegou a publicar sobre a reunião em seu site, mas o texto foi retirado do ar. Na ocasião, a Chery formalizou uma solicitação para aderir às políticas de incentivos fiscais e a gestão municipal apresentou as condições legais e administrativas para a concessão dos benefícios. Omoda 4Divulgação/Omoda & Jaecoo Continua após a publicidade JLR Procurada por QUATRO RODAS, a JLR não comenta o caso. “A Jaguar Land Rover (JLR) não tem comentários a fazer neste momento. Seguimos focados na construção e no posicionamento das marcas Defender, Range Rover, Discovery e Jaguar no Brasil.” Omoda & Jaecoo O grupo Chery, oficialmente, diz que avalia a possibilidade de estabelecer uma operação de produção local de veículos no Brasil. A informação oficial foi compartilhada por Mr. Guibing Zhang, vice-presidente executivo da Chery Automobile e presidente da Chery International, durante o User Summit 2026, evento global organizado pelo Grupo Chery e realizado na China. “Até o momento, o Chery International Group não anunciou uma decisão definitiva sobre a instalação de uma fábrica no Brasil. Não há definição pública sobre investimentos, localização, capacidade produtiva ou cronograma para uma eventual operação industrial”, afirmou em nota divulgada via assessoria de imprensa. Prefeitura de Itatiaia Em nota encaminhada a QUATRO RODAS, a Prefeitura de Itatiaia diz que: “o município reafirma seu compromisso com o desenvolvimento econômico e com o fortalecimento das empresas instaladas na cidade, mantendo uma atuação permanente de apoio ao setor produtivo e de incentivo à expansão das atividades industriais”. Continua após a publicidade E completa: “a administração municipal segue trabalhando para promover um ambiente favorável aos negócios, atrair novos investimentos e ampliar as oportunidades de emprego e renda para a população”. Publicidade View the full article
  28. e-Delivery 12 substitui versão de 11 toneladas; Constellation a gás tem autonomia de até 300 km e mira a coleta de lixoView the full article
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