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[4r]Porsche demite 9.000 funcionários e abandona Bugatti Rimac para cortar custos
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
A Porsche anunciou um profundo pacote de reestruturação para reduzir o próprio tamanho e aumentar a margem de lucro por veículo vendido. A fabricante alemã vai cortar 9.000 postos de trabalho e vender as participações que detém nas marcas Rimac e Bugatti Rimac. O movimento visa enxugar as operações e viabilizar o desenvolvimento de carros esportivos de alto valor agregado. A decisão faz parte da nova fase apresentada a investidores. O objetivo central da diretoria da Porsche é baixar o ponto de equilíbrio financeiro da companhia. Com essas mudanças de rota, a montadora espera garantir os mesmos níveis de rentabilidade projetada, ainda que as vendas globais caiam para menos de 200.000 unidades por ano. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Porsche Esse cenário de encolhimento na produção é impulsionado, em boa parte, pelo desaquecimento prolongado das vendas no mercado chinês. Tradicionalmente, o país asiático era o responsável por garantir muito do volume de produção da fabricante, quadro que perdeu força recentemente. Fim das empresas periféricas Para financiar os próximos passos na eletrificação da linha e criar modelos posicionados acima do 911, a marca decidiu se desfazer de negócios secundários. A venda das cotas na Rimac e na Bugatti Rimac encerra uma parceria que acelerou o desenvolvimento elétrico inicial da fabricante, mas que deixou de fazer sentido comercial. Continua após a publicidade Além das divisões de hipercarros, a empresa confirmou a negociação de sua subsidiária de consultoria gerencial, a MHP. Outras frentes experimentais que não entregaram o retorno financeiro esperado pelos investidores serão descontinuadas definitivamente nos próximos meses. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Porsche Isso inclui as atividades do Cellforce Group, operação criada para o desenvolvimento interno de baterias de alta performance. O braço voltado ao estudo de bicicletas elétricas, conhecido como Porsche eBike Performance, e a divisão de software Cetitec também entram na lista de setores encerrados. Continua após a publicidade Menos funcionários nas fábricas A reorganização corporativa atinge duramente a cadeia produtiva na Alemanha. O pacote aprovado em conjunto com os representantes sindicais prevê a eliminação de 9.000 postos de trabalho. Como contrapartida aos cortes de base, a diretoria prometeu preservar os empregos da força de trabalho principal até 2035. No médio prazo, as projeções estipulam uma redução de 25% no quadro global de colaboradores, com a meta estrutural de chegar a 30% de corte. As fábricas serão a área mais afetada, com a expectativa de baixar as despesas com pessoal industrial em até 30%. A montadora agora exigirá maior flexibilidade para fabricar veículos diferentes em uma única linha de montagem. Cortes na diretoria e nos fornecedores O enxugamento corporativo também afeta os escritórios administrativos. A Porsche prevê extinguir 40% de seus cargos de gestão executiva. A justificativa é que estruturas organizacionais simplificadas aceleram a tomada de decisões e aliviam a pesada folha de pagamento do alto escalão. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Porsche Continua após a publicidade Na divisão de engenharia, ocorrerá a unificação de equipes separadas. As subsidiárias Porsche Engineering e Porsche Digital vão virar uma única empresa, batizada de Porsche Technologies. O plano é utilizar o conhecimento das equipes com um custo menor, o que deve abater os gastos gerais de desenvolvimento em até 20%. As cobranças logo chegarão à cadeia de suprimentos. Os fornecedores precisarão absorver as reduções, pois a meta é economizar cerca de 10% no custo de materiais de projetos inéditos. Para viabilizar a exigência, a montadora adotará componentes compartilhados com a Volkswagen e a Audi, limitando as peças dedicadas aos elementos que alteram a aerodinâmica. Reorganização da rede de vendas O esforço para poupar dinheiro alcança a distribuição logística. Os custos operacionais atrelados às vendas deverão cair 20% ao longo dos próximos anos. Isso é o resultado de uma reestruturação administrativa que diminui as regiões continentais de atuação da fabricante, passando de cinco polos logísticos para quatro. Continua após a publicidade A expectativa é ganhar eficiência na relação comercial com os concessionários autorizados de cada país. A empresa adotará processos digitais de menor custo para os revendedores, agilizando o faturamento dos modelos sem a necessidade de manter grandes estoques nos pátios das lojas. Margem de lucro garantida A decisão de sacrificar parte do volume produtivo serve para proteger o balanço de eventualidades externas. A estratégia financeira atual estabelece um retorno operacional de 15% sobre as vendas e uma margem de fluxo de caixa de 12% na divisão automotiva, valores muito superiores aos das montadoras generalistas. Em contrapartida, os empregados que escaparem dos cortes vão notar mudanças práticas em suas contas bancárias. Bônus e pagamentos extras ficarão mais atrelados à contribuição individual para o caixa da companhia. Um plano de participação acionária para colaboradores chegará apenas em 2028. Publicidade View the full article -
[4r]Dirigir fora do Brasil: quais documentos levar para cada situação
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Alugar um carro nas férias ou cruzar a fronteira com o próprio veículo exige planejamento além da reserva do hotel. As regras variam conforme o destino e mudam de acordo com a escolha entre alugar um veículo no exterior ou atravessar a fronteira com o próprio carro. A CNH brasileira vale em outros países? A aceitação da CNH brasileira depende das regras do país de destino. A Permissão Internacional para Dirigir (PID) é um documento baseado em convenções internacionais de trânsito e pode ser exigida para dirigir no exterior. Para pedir a PID, o condutor precisa ter CNH ou Permissão para Dirigir válida, sem suspensão ou cassação, segundo a Portaria Senatran nº 1.043/2022. A validade é de até três anos, limitada à data de vencimento da CNH. A emissão é feita pelo Detran do estado ou por entidade homologada pela Senatran, conforme o procedimento de cada uma. Antes de solicitar o documento, confira os requisitos, o prazo e o custo com o órgão ou a entidade escolhida. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O que levar ao cruzar a fronteira de carro? Além da habilitação, o motorista precisa do documento de identificação aceito pelo país de destino e do documento de registro do veículo. Cada país pode ter exigências próprias, inclusive de equipamentos obrigatórios. Se o motorista não for o proprietário e o dono não estiver no veículo, pode ser exigida uma autorização. Nas normas do Mercosul descritas pela Polícia Rodoviária Federal em cartilha de 2023, voltada a veículos estrangeiros que circulam no Brasil, essa autorização é feita por documento público. Para quem sai do Brasil, a forma do documento deve ser confirmada nas orientações oficiais do país de destino. Continua após a publicidade Para entrar de carro na Argentina, no Paraguai ou no Uruguai, é obrigatório contratar o seguro Carta Verde, segundo a Susep. Ele cobre danos a terceiros não transportados, mas não protege o próprio veículo, o motorista nem os passageiros. Já o Chile exige o SOAPEX, que cobre danos corporais de passageiros, motorista e terceiros não transportados. E quem vai alugar um carro no exterior? Cada locadora define as próprias condições para entregar o veículo, que podem incluir idade mínima, tempo de habilitação e forma de pagamento. Antes de reservar, consulte as condições da locadora e confirme quais documentos serão exigidos na retirada do veículo. Continua após a publicidade QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Qual a diferença entre câmbio automático, CVT e dupla embreagem? Publicidade View the full article -
plataformas automotivas esquemas e manuais PLATAFORMAS AUTOMOTIVAS ESQUEMAS E MANUAIS
' mlsoftwares' postou um tópico no fórum em [ Técnica ] Mecânica e Elétrica
PLATAFORMAS AUTOMOTIVAS ESQUEMAS E MANUAIS SIMPLO 2023/4 SIMPLO TRATOR DICATEC 4.4.2 MECÂNICA 2021 TECNOCAR 2021 DOUTOR-IE 2.0 SIMPLO CELULAR -
[4r]Já dirigimos: VW Tera 200 TSI resolve falta de força com o mesmo motor do T-Cross
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
As atuais regras de cálculo para a alíquota do IPI para carros mudaram o jogo para as fabricantes. Agora, motores que geram mais de 115,6 cv terão acréscimos na tributação e isso fez com que as empresas como Chevrolet, Fiat e Hyundai reduzissem a potência dos seus motores 1.0 turbo. A Volkswagen fez o contrário no Tera 2027. Agora, as versões Comfort e High do SUV de entrada da VW passam a ter o motor 1.0 TSI com a mesma calibração que o T-Cross, chamada 200 TSI. Com isso, os números máximos de potência e torque foram de 116 cv e 16,8 kgfm para 128 cv e 20,4 kgfm, quando abastecido com etanol (com gasolina, a potência subiu de 109 cv para 116 cv). Volkswagen Tera High com pacote OutfitFernando Pires/Quatro Rodas Elevar a potência faz com que o Tera agora tenha um acréscimo de 0,75 pontos percentuais no IPI, mas a VW vê isso como uma consequência pequena em comparação ao ganho de imagem com os possíveis compradores. Os novos números de desempenho resolvem a principal crítica do SUV compacto, passando a ter mais fôlego na estrada e ainda pode se gabar de ser o mais potente do segmento. Para acompanhar o motor mais potente, a fabricante aproveitou para trocar a transmissão automática AQ160 de seis marchas por uma de oito posições, repetindo a mecânica que está no T-Cross. A caixa AQ300 ainda é produzida pela japonesa Aisin e substituirá o câmbio antigo em toda a linha global da Volkswagen. Continua após a publicidade A força que faltava Quando chegou às lojas, no meio de 2025, o Tera tinha um desempenho bem abaixo do esperado. Os 116 cv não eram suficientes para compensar os 1.169 kg do SUV, fazendo com que as acelerações fossem bem lentas. A Volkswagen declara um 0 a 100 km/h em 11,7 s, enquanto o teste feito por QUATRO RODAS registrou 12,2 s. As retomadas também eram muito afetadas, precisando de 6,4 s para ir de 60 a 100 km/h. Acelerar de 80 a 120 km/h levava 8,3 s, um tempo muito alto para tentar uma ultrapassagem na estrada. Continua após a publicidade Ter 128 cv e 20,4 kgfm resolveu a vida do utilitário compacto. Com um desempenho melhor, o carro vai de 0 a 100 km/h em 9,2 s, uma diferença de 2,5 s em comparação ao 170 TSI. No primeiro (e curto) contato com o Tera 200 TSI, fica óbvio o quanto ele melhorou. Está muito mais ágil nas retomadas e ficou mais fácil de ultrapassar em alta velocidade. Com duas marchas a mais, a transmissão tem uma relação mais curta e deixa a última marcha para funcionar como Overdrive, mantendo o motor com 2.500 rpm de rotação, reduzindo o consumo de combustível. Continua após a publicidade Não foi dessa vez que o delay no acelerador sumiu. O atraso na resposta ao pisar no pedal ainda existe e como o torque máximo aparece a 2.000 rpm (ante 1.750 rpm do motor antigo), a percepção de demora na resposta é a mesma. O restante da mecânica não foi alterado. Continua com freios a disco nas quatro rodas, usando um conjunto ventilado nas rodas dianteiras e sólido nas traseiras. Continua após a publicidade A lista de equipamento também foi preservada, sem adições ou remoções. Traz itens como seis airbags, frenagem autônoma de emergência, retrovisores com ajuste elétrico, faróis e lanternas de LED, quadro de instrumentos digital de 8”, piloto automático e limitador de velocidade, monitor de pressão dos pneus, sensores de estacionamento traseiros e central multimídia VW Play Connect de 10,1”. Na versão Comfort, o Tera conta ainda com piloto automático adaptativo, start-stop, borboletas atrás do volante para troca de marcha manual e rodas de liga leve de 16”. A configuração High troca as rodas por 17”, quadro de instrumentos digital de 10,25”, ar-condicionado automático digital, sensor de chuva, faróis com acendimento automático, câmera de ré e carregador de celular sem fio. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade A troca do motor foi acompanhada por um reajuste no preço. O Tera Comfort ficou R$ 1.600 mais caro, passando a custar R$ 134.790, enquanto a versão High encareceu R$ 1.000 e agora parte de R$ 147.190. É inegável que o motor mais potente é uma mudança muito bem vinda e necessária para o Tera. Este é o propulsor que o SUV deveria ter tido desde o lançamento em 2025 e que o torna muito mais competitivo no segmento. Ficha Técnica – VW Tera High 200 TSI 2027 Motor: Gasolina/etanol (flex), dianteiro, transv., 3 cilindros, turbo, 12 válvulas, 999 cm³, 128/116 cv (etanol/gasolina) a 5.500 rpm, 20,4/20,4 kgfm a 2.000-3.750 rpm Câmbio: Automático, 8 marchas, tração dianteira Suspensão: McPherson com mola helicoidal (dianteira), eixo de torção com mola helicoidal (traseira) Freios: Disco ventilado (dianteiro), disco sólido (traseiro) Direção: Elétrica, 10,8 m de diâmetro de giro Rodas e pneus: liga leve, 205/55 R17 Dimensões: comprimento 4.151 mm; largura 1.777 mm; altura 4.151 mm; entre-eixos 2.566 mm; peso 1.189 kg; porta-malas 350 litros; tanque 49 litros Publicidade View the full article -
[4r]Renault consegue R$ 181,8 milhões junto ao BNDES para lançar híbrido nacional em 2027
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
A Renault obteve o financiamento de R$ 181,8 milhões aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com o objetivo de desenvolver uma nova motorização híbrida. O projeto está em desenvolvimento nas instalações da montadora em São José dos Pinhais (PR). Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. De acordo com o BNDES, a tecnologia será aplicada em uma futura versão eletrificada de um automóvel já produzido pela Renault no Brasil, cujo lançamento está previsto para 2027. O projeto faz parte do ciclo de investimentos da fabricante para o país de R$ 5,8 bilhões até 2027. Produção no Complexo Ayrton SennaDivulgação/Renault Continua após a publicidade Apesar do financiamento sair em outubro, a confirmação do desenvolvimento e implementação da nova tecnologia ocorreu no mês de setembro deste ano, em um evento realizado pela Renault Geely do Brasil no Complexo Ayrton Senna, sede da montadora. Renault Geely do Brasil soma R$ 5,8 bilhões de investimentos até 2027Divulgação/Renault Continua após a publicidade A aprovação do financiamento ocorreu no âmbito do Produto BNDES FINEM – Programa BNDES Mais Inovação, iniciativa voltada à digitalização, pesquisa e desenvolvimento tecnológico, com recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). Kardian ou Boreal híbrido? A fabricante está alocando o financiamento em um dos seus carros fabricados no Brasil. Tanto o Kardian quanto o Boreal têm previsão para receber um conjunto mecânico híbrido, seja híbrido leve 48V (caso do Kardian) ou híbrido pleno (caso do Boreal). Investimentos da Renault até 2027 Geely EX2Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Os novos investimentos serão destinados à produção de um novo carro eletrificado da Renault na plataforma GEA (Global Intelligent Electric Architecture), a partir do próximo ano, e a montagem local do hatch elétrico Geely EX2, a partir de dezembro de 2026. O que precisa ser diferente em oficinas de carros elétricos e híbridos A Renault Geely do Brasil anunciou que terá dois SUVs híbridos da marca Renault no mercado brasileiro em 2027. Um deles será fruto da parceria entre a francesa e a chinesa, utilizando a plataforma GEA do EX5 EM-i, que passou a ser produzido no país. A expectativa é de que o lançamento seja a segunda geração do SUV cupê Arkana. Publicidade View the full article -
Quer instalar uma central multimídia no seu carro, mas sem precisar modificar o painel original? As multimídias com fundo 1 DIN se encaixam no espaço original do rádio, permitindo modernizar seu carro sem grandes adaptações no painel! ✅ Mais tecnologia, praticidade e um visual que preserva a originalidade do veículo. 📍Av. Sapopemba, 3796 - Vila Ivone 📍Av. Conselheiro Carrão, 2720 - Vila Carrão #multimidia #somautomotivobrasil #carroView the full article
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[JonalCarro2]Brasil deve vender 2,35 milhões de motos em 2026, diz associação
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Abraciclo também revisou estimativas de produção e exportação; emplacamentos somaram 1,78 milhão de unidades de janeiro a setembro, alta de 10,5% em relação a 2025View the full article -
Você🫵... Gosta...De Novidade então Se liga nessa dica... Ferramentas da @faaftech no @emma_brasil_oficial Me conta nos comentários....? @navarroexpert Bora Upgrade... Treinamento Juíz Internacional... EMMA BRASIL O maior padrão mundial de som automotivo chegou ao BRASIL! 🇧🇷🔊 A EMMA BRASIL não é campeonato de barulho. É sobre QUALIDADE. Os 4 objetivos da EMMA aqui: 🏆 1. PADRÃO INTERNACIONAL: Mesmo regulamento 2026 usado na final mundial em Salzburg + faixas de referência gravadas na Alemanha. 🎓 2. FORMAÇÃO DE JUÍZES: Primeira turma oficial de juízes certificados no Brasil. 🔧 3. CAPACITAÇÃO REAL: Para instalador, lojista e entusiasta parar de vender volume e começar a vender técnica e acabamento. 🚗 4. COMPETIÇÕES OFICIAIS: Eventos de SQ e Tuning dentro do padrão global. O lema é claro: QUALIDADE NÃO SE ADIVINHA. SE MEDE. Quer fazer parte da nova história? Primeira turma: 09 a 12 de Outubro em SP. Site: emmabrasil.com.br Me segue que vou mostrar tudo por dentro. 👇 #emmabrasil #soundquality #sq #audioautomotivo #somautomotivo navarroexpert kulturemomentsView the full article
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[4r]Carretinha no carro: o que conferir antes de comprar e de pegar a estrada
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Antes de comprar uma carretinha, é preciso conferir se o carro pode rebocá-la, quais exigências se aplicam ao engate e que documentação o reboque precisa ter. A categoria da CNH também precisa ser compatível com o conjunto. Como saber se o carro pode puxar uma carretinha? A Resolução nº 937/2022 do Contran trata de veículos com PBT (Peso Bruto Total) de até 3.500 kg, com capacidade de tração declarada pelo fabricante ou importador e sem engate original de fábrica. Para esses modelos, a norma obriga fabricantes e importadores a informar quais têm capacidade para tracionar reboques e a incluir no manual os pontos de fixação do engate e a capacidade máxima de tração (CMT). Ter espaço para instalar um engate, portanto, não significa que o carro possa rebocar. Consulte o manual do proprietário antes de comprar qualquer peça. O que conferir no engate? Nesses veículos, o engate deve ser produzido por empresa registrada no Inmetro e trazer plaqueta inviolável com nome e CNPJ do fabricante, modelo de veículo ao qual se destina e CMT do engate. Confira se o modelo indicado é o do seu carro. Continua após a publicidade O instalador deve seguir o procedimento aprovado no Inmetro e indicar na nota de venda os dados de identificação do veículo. Engate em desacordo com a resolução configura a infração grave do artigo 230, inciso XII, do CTB, com multa e retenção do veículo para regularização, sem prejuízo de outras penalidades. Como calcular o peso que a carretinha pode levar? A documentação do reboque informa três dados importantes: a tara, que é o peso do reboque vazio; a lotação, que é a carga útil máxima; e o PBT, que é a soma dos dois. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O peso total do reboque carregado não pode ultrapassar o PBT indicado para ele nem a capacidade de tração admitida para o carro. Na prática, o conjunto deve respeitar três limites: o PBT do reboque, a capacidade máxima de tração indicada no manual do carro e a capacidade informada na plaqueta do engate. Que documentos e equipamentos a carretinha precisa ter? O reboque é um veículo, com registro, licenciamento e placa próprios, instalada apenas na traseira. Os equipamentos obrigatórios estão no Anexo I da Resolução nº 993/2023 do Contran. Antes de circular, confira o funcionamento das lanternas de posição, de freio e de direção, do pisca-alerta e da iluminação da placa. Verifique também as condições dos pneus e do para-choque traseiro. Continua após a publicidade Pelo mesmo anexo, reboques com PBT superior a 750 kg produzidos a partir de 1997 devem ter freios de estacionamento e de serviço com comandos independentes. A falta desses itens sujeita os proprietários ou condutores às penalidades do artigo 230 do CTB, conforme o caso. Qual habilitação é exigida? O artigo 143 do CTB permite que o condutor da categoria B dirija uma combinação de veículos quando o carro se enquadra na própria categoria B, a unidade acoplada tem menos de 6.000 kg de PBT e a lotação não excede oito lugares. Em qualquer caso, a capacidade máxima de tração do carro deve ser respeitada. Continua após a publicidade A categoria E é exigida quando a unidade acoplada tem 6.000 kg ou mais de PBT ou lotação superior a oito lugares. Caber na categoria da CNH, porém, não significa que qualquer carro consiga puxar a carretinha. Antes de sair, confira o acoplamento travado, a corrente de segurança presa, a conexão elétrica e todas as luzes em funcionamento, os pneus em bom estado e a carga bem presa, sem encobrir a placa ou as lanternas. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Continua após a publicidade Carros elétricos te deixam mais enjoado? Isso tem explicação técnica Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]VW Tera com motor 200 TSI ganha fôlego que faltava e continua (muito) econômico
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SUV subcompacto adota propulsor turbo mais forte e novo câmbio nas versões Comfort e High; confira os preços e impressões ao volanteView the full article -
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[JonalCarro2]Creta e HR-V lideram buscas entre carros do Move Brasil; chineses somam 44%
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Levantamento da Webmotors mostra os 10 modelos mais procurados nos três primeiros meses do programa para taxistas e motoristas de aplicativo; BYD emplaca quatro carros na listaView the full article -
[4r]Nissan Kicks brasileiro resolve falha estrutural e recebe nota máxima em segurança
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O Nissan Kicks produzido no Brasil obteve a nota máxima de cinco estrelas nos testes de colisão promovidos pelo Latin NCAP. A avaliação de auditoria confirmou que o SUV compacto fabricado no país replica o desempenho do modelo feito no México e corrige um defeito estrutural crítico detectado na avaliação anterior. No ensaio realizado em março com a unidade mexicana, uma das portas dianteiras se abriu durante o impacto lateral, evento que acarreta perda de pontos na medição de segurança. Para solucionar o problema, a fabricante japonesa alterou os processos de montagem nas duas plantas fabris. A auditoria no exemplar brasileiro comprovou a eficácia do ajuste, mantendo a estrutura da porta fechada e preservando a integridade do habitáculo durante a colisão. Nos índices de proteção, o utilitário esportivo anotou 86,29% de eficiência para ocupantes adultos e 91,66% para crianças. A proteção para pedestres atingiu 72,79%, enquanto o pacote de assistências veiculares alcançou 85,17%. O relatório aponta que a estrutura do Kicks se manteve estável nos impactos frontal e lateral contra o poste. Continua após a publicidade Apesar da nota máxima, a unidade fabricada em solo nacional exibiu discrepâncias pontuais em relação ao similar mexicano. A área dos pés recebeu classificação de instabilidade no choque frontal, enquanto a proteção contra o efeito chicote cervical (whiplash) apresentou nível marginal. Segundo o órgão independente, as variações decorrem de alterações promovidas na fixação e na estrutura interna dos bancos para o mercado local. A lista de equipamentos do Nissan Kicks conta com seis airbags, controle de estabilidade e pacote ADAS com frenagem autônoma de emergência. Durante as provas na pista, o sistema de frenagem automática urbana obteve pontuação máxima nas simulações de risco. O dispositivo de detecção de pedestres registrou total eficácia em cenários diurnos e atingiu 78% de precisão nos testes com crianças sob baixa iluminação. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Por outro lado, o SUV compacto não oferece recursos avançados como monitoramento de pontos cegos e assistente ativo de permanência em faixa como itens de série. Essa limitação impediu que o modelo alcançasse percentuais ainda mais elevados no critério de assistências à condução. Novo protocolo Desde janeiro deste ano, o Latin NCAP adotou um novo protocolo para os testes de colisão, válido até dezembro de 2029. Como adiantado por QUATRO RODAS, a pontuação mínima exigida para obter cada estrela foi elevada e terá um segundo aumento a partir de 2028. Continua após a publicidade As regras passarão a cobrar percentuais maiores de proteção em todas as áreas, subindo a exigência de ocupante adulto de 80% em 2026 para 85% a partir de 2028, além de tornar mais rigorosos os critérios para crianças, pedestres e eletrônica. A grande mudança comercial reside na obrigatoriedade de democratizar a segurança. Recursos como controle de estabilidade, alerta de ponto cego e piloto automático tornam-se itens de série compulsórios para a obtenção da nota máxima. Continua após a publicidade Adicionalmente, sistemas como frenagem autônoma de emergência com detecção de pedestres deverão equipar pelo menos 70% das vendas totais do carro na região. As provas também passarão por atualizações severas, incluindo a adoção de um boneco de teste mais moderno para impactos laterais e a introdução de manequins de 10 anos em assentos de elevação. O instituto também passará a pontuar e testar ativamente tecnologias como monitoramento de fadiga do motorista e preparação para bafômetros. Publicidade View the full article -
[4r]Omoda 4 estreia no Salão de Paris com motor do Omoda 5 e até mais espaço; SUV chega em 2027
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A grande novidade da Omoda&Jaecoo para o Salão de Paris 2026 é a apresentação europeia do Omoda 4. O SUV compacto, que havia sido revelado globalmente em Pequim, reforça a expansão da marca no Velho Continente e tem lançamento confirmado no Brasil para 2027. Mas, por aqui, poderá ser ter motorização mais modesta. Espaço interno maior que o do Omoda 5 O Omoda 4 aproveita a base T1X já conhecida no Brasil, por ser a plataforma dos carros da Caoa Chery, e isso pode favorecer suas dimensões. São 4,42 m de comprimento, 1,86 m de largura, 1,57 m de altura e um generoso entre-eixos de 2,70 m. O porta-malas acomoda 400 litros. Na prática, é um SUV médio que será posicionado como um SUV compacto de entrada no Brasil. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo Quando foi revelado, o Omoda 4 foi anunciado com 2,63 m de entre-eixos, o que já representaria uma vantagem de 2 cm frente ao irmão Omoda 5. No entanto, o resultado final é uma vantagem de 9 cm – o O5 tem 2,61 m de entre-eixos. Ele também supera em 5 cm a medida do T-Cross. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo Continua após a publicidade Por fora, o Omoda 4 exibe linhas geométricas bastante marcantes, arranjo luminoso afilado em led e recortes na grade que fogem do lugar comum, lembrando vagamente o Lamborghini Urus. A intenção da fabricante é se aproximar do público jovem. As lanternas traseiras formadas por um zig-zag de leds seguem o mesmo estilo do Omoda 7. Cabine minimalista e partida de caça de combate A conectividade dita o ritmo da cabine, que centraliza as funções do veículo em duas grandes telas e elimina quase todos os botões físicos, como é praxe nos carros chineses. Atrás do volante, um quadro de instrumentos de 8,8 polegadas exibe as informações de condução, enquanto no centro do painel repousa uma multimídia de 13,2 polegadas que promete aprender os hábitos do motorista e entregar interações cada vez mais personalizadas. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo Continua após a publicidade A manopla do câmbio saiu do console e passou a ser uma alavanca na coluna de direção. O espaço liberado no console central abriga um detalhe inusitado: o botão de partida fica sob uma capa protetora vermelha, que precisa ser levantada. É um detalhe herdado dos aviões de caça que ficou mundialmente famosa a bordo dos Lamborghini. Mais uma vez, uma referência ao Urus. O espaço traseiro parece bom e há saídas de ar-condicionado traseiras, um recurso cada vez mais requisitado entre os carros compactos. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo Ainda não é possível cravar que todas as versões destinadas ao Brasil contarão com pacote completo de assistência à condução (ADAS) e teto solar panorâmico. Por estratégia, a Omoda&Jaecoo costuma deixar estes itens apenas para as configurações topo de linha dos seus carros. Híbrido pleno com 224 cv de potência, mas não se anime O Omoda 4 apresentado até agora na China e na Europa é híbrido pleno (HEV) com motor quatro cilindros 1.5 turbo de 143 cv e dois motores elétricos (um deles apenas gerador), com um total de 224 cv de potência combinada e 30 kgfm de torque. A transmissão atua com marcha única dedicada ao sistema elétrico. Uma pequena bateria de 1,83 kWh capta a energia das frenagens e das desacelerações, permitindo que o SUV rode trechos curtos ou arranque apenas com eletricidade, sem a necessidade de recarga externa. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo Na prática, este é o mesmo conjunto que equipa os Omoda 5 e Jaecoo 5 no Brasil e não faria muito sentido na estratégia do carro por aqui, mesmo com um consumo combinado de 19,0 km/l e até 900 km de alcance com um tanque cheio na Europa. No Brasil, o Omoda 4 será posicionado entre os SUVs compactos de entrada, onde estão Tera, Pulse e Kardian. A meta da empresa é posicioná-lo entre R$ 130.000 e R$ 150.000, dando uma boa distância em relação ao Omoda 5, que parte de R$ 159.990. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo Para isso ser possível, os carros destinados ao Brasil terão motor três cilindros 1.0 turbo, inclusive com uma versão utilizando um sistema híbrido pleno, uma combinação ainda inédita. Por conta do volume de vendas esperado para o Omoda 4 no Brasil, a Omoda&Jaecoo se movimenta para ter uma fábrica no país. A empresa negocia a fábrica da Jaguar Land Rover em Itatiaia (RJ) há alguns meses, mas ainda aguarda trâmites burocráticos junto ao governo local. Omoda 4 DivulgaçãoOmoda & JaecooOmoda 4 DivulgaçãoOmoda & JaecooOmoda 4 DivulgaçãoOmoda & JaecooOmoda 4 DivulgaçãoOmoda & JaecooOmoda 4 DivulgaçãoOmoda & JaecooOmoda 4 DivulgaçãoOmoda & JaecooOmoda 4 DivulgaçãoOmoda & JaecooOmoda 4 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-012-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-006-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-016-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-007-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-009-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-011-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-003-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-015-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-017-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-008-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-013-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-001-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-001-20260917071320-1600x1067 (1) DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-010-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecoo Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Smart #2 estreia em Paris com alcance de 290 km e recarga em 20 minutos
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[4r]Gurgel Carajás driblou limitações com motor dianteiro e câmbio na traseira
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Os anos 1980 começavam bem para a Gurgel. Além do sucesso de seu X-12, a fábrica começava a entrar em outros terrenos além do dos jipinhos, ainda que mantendo a mesma mecânica Volkswagen refrigerada a ar. Em 1981, com a inauguração da fábrica de Rio Claro (SP), além de estrearem o G800, que se somava ao X-15 no leque de utilitários da marca, era lançado o XEF, explicitamente urbano. Em 1984, a Gurgel alçou um voo ainda mais alto. Dessa vez, a ousadia ia um pouco além da montagem clássica de um boxer a ar na traseira de um chassi próprio. Era o primeiro Gurgel de motor dianteiro, usando as unidades refrigeradas a água da marca que sempre fornecera trens de força aos modelos anteriores. O nome Carajás era referência à serra paraense e aos índios da tribo localizada às margens do Araguaia. Uma vez que deveria enfrentar subidas escorregadias e com bom grau de inclinação, a tração não podia ser dianteira como a de Gol, Passat e Santana. A alteração ficava ainda mais complicada pelo fato de as transmissões VW brasileiras serem do tipo transeixo, com o diferencial incorporado à carcaça. Onde o câmbio estivesse, lá deveria estar a tração. Continua após a publicidade Solução inspirada na Porsche Entrava em cena mais uma vez o espírito prático da Gurgel. A exemplo do que se via no Porsche 924, mandou um câmbio VW para trás, com transmissão da força a cargo de um tubo de torque que, sem as juntas de um cardã, ficava mais protegido das intempéries por não possuir componentes mecânicos expostos girando. Motor VW dianteiro refrigerado a águaarquivo/Quatro Rodas Com motor dianteiro e câmbio traseiro, também as massas entre os eixos eram mais bem distribuídas. No Brasil, o Carajás foi o único com tal esquema mecânico, que permitia suspensão independente nas quatro rodas e, consequentemente, vão livre mais plano, sem um diferencial protuberante. Continua após a publicidade A exemplo dos outros Gurgel, não contava com tração nas quatro rodas, mas dispunha do Seletraction, que permitia transferir toda a tração para apenas uma roda, travando-se a do lado oposto, uma ajuda nos pequenos atoleiros. Além das versões com motor AP 1800 a gasolina e álcool, também existia uma versão diesel, usando o 1.6 que impulsionava a Kombi. Com baixo consumo, tinha autonomia de mais de 1.500 km. Porta traseira ampla, já numa peça sóarquivo/Quatro Rodas Continua após a publicidade Miscelânea de componentes Visando público mais exigente que o do X-12, o Carajás vinha em duas versões de acabamento: básica e luxo, esta última com vidros verdes e melhores forrações. Também era marca registrada a ventilação de teto por meio de claraboia, cujo ar captado podia ser dirigido individualmente a cada passageiro. Tal sistema era disponível na versão TR (Teto Rígido), gama de carrocerias completada pelas TL (Teto de Lona), RL (Rígido Lona) e MM (Modelo Militar). Aproveitando ao máximo peças já existentes, muito do Carajás já havia sido visto em outros carros. Exemplo disso estava no painel, que combinava mostradores de Ford F-1000, Gol e Fiat 147. Continua após a publicidade Miscelânea de componentes: instrumentos de F-1000, volante de Volkswagenarquivo/Quatro Rodas Para cada função, uma chave era necessária: nas portas, a dos caminhões Mercedes, no tanque, as da Fiat. Já o porta-malas era aberto com uma chave VW e, em um involuntário luxo, a partida ficava a cargo de uma do Landau. Teste nas pistas revelou fragilidade Dois anos após seu lançamento, QUATRO RODAS testou as três motorizações de uma vez só, na edição 311, de junho de 1986. Elogios para espaço interno, porta-malas de 496 litros e sistema de ventilação. Também era alvo de bom conceito a disposição dos bancos, com o traseiro ligeiramente mais elevado que os dianteiros. Continua após a publicidade Porém, a visibilidade frontal era apontada como ponto fraco, principalmente para motoristas com menos de 1,70 m: afundados no banco, tinham à sua frente parte do estepe, montado sobre o capô à moda de alguns Land Rover. Criticada também foi a solução para o tubo de torque, que simplesmente alongava o eixo-piloto da transmissão de Kombi, obrigando que os engates fossem mais lentos e aumentando a possibilidade de desgaste dos anéis sincronizadores. Bancos eram envolventes e confortáveisarquivo/Quatro Rodas O conjunto, com o tempo, também se revelou frágil, uma vez que o torque de um AP 1800 é superior ao esforço que uma transmissão de VW refrigerado a ar poderia suportar. De qualquer forma, isso não impediu a boa recepção àquele veículo que, apesar de aparentar grande porte, é 13 cm mais curto que um EcoSport. Evolução e fim da Gurgel Mudanças foram poucas em sua carreira: em 1988, a tampa traseira deixava de ser em duas partes, à moda da Rural Willys, para ser em uma peça só e abrindo para cima. No mesmo ano, as versões eram renomeadas, passando para LE e VIP, esta última com vidros escuros de fábrica, mas como opcionais. Em 1989 também surgia uma versão de quatro portas, que, além de raras unidades para uso civil, teve alguma repercussão para uso policial, em alguns casos fechando-se a traseira para acomodar um camburão. A carreira dele acabaria se encerrando em 1994, com a falência da Gurgel. Porém, desde o começo dos anos 1990, só podia ser adquirido por encomenda, em parte devido a impasses com a VW, cujas vendas de seu jipinho 181 no Caribe foram prejudicadas pela boa recepção do X-12 nas ilhas da salsa, do mambo e do zouk. Também a Gurgel passava a priorizar o BR-800, carro de menor porte e com motor próprio. Hoje em dia, achar um bom Carajás é missão para Sherlock. Muitos foram descaracterizados tanto estética quanto mecanicamente. Teste QUATRO RODAS – junho 1986 Diesel Álcool Gasolina Aceleração de 0 a 100 km/h: 42,6 s 26,3 s 26,9 s Velocidade máxima: 110,7 km/h 130,3 km/h 128,1 km/h Consumo médio (cidade): 10,79 km/l 4,16 km/l 6,29 km/l Consumo médio (estrada): 13,42 km/l 6,83 km/l 11,17 km/l Ficha Técnica – Gurgel Carajás Motor: dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha, 1.781 cm³ (gasolina e álcool) ou 1.588 cm³ (diesel), comando de válvulas no cabeçote, duas válvulas por cilindro, alimentado por carburador de corpo duplo (G/A) ou bomba injetora rotativa (D) Diâmetro x curso: 81 x 86,4 mm (G/A); 76,5 x 86,4 mm (D) Taxa de compressão: 8:1 (G); 12:1 (A); 23:1 (D) Potência: 85 cv a 5.000 rpm (G); 92,4 cv a 5.000 rpm (A); 50 cv a 4.500 rpm (D) Torque: 14,6 kgfm a 2.600 rpm (G); 14,9 kgfm a 2.600 rpm (A); 9,7 kgfm a 3.000 rpm (D) Câmbio: traseiro, com transmissão de força por meio de tubo de torque, manual de quatro marchas, tração traseira Carroceria: jipe, duas portas, cinco lugares, chassi de treliças de aço com carroceria de plástico reforçado com fibra de vidro Dimensões: comprimento, 411 cm; largura, 170 cm; altura, 177 cm; entre-eixos, 255 cm; bitola dianteira, 139 cm; bitola traseira, 141 cm; altura livre do solo, 28 cm Peso: 1.255 kg Suspensão: Dianteira: independente, barras de torção transversais em feixe, barra estabilizadora e amortecedores a gás. Traseira: independente, braços tensores longitudinais, cintas limitadoras, molas helicoidais e amortecedores a gás Freios: disco sólido na dianteira e tambor na traseira, freio de estacionamento com acionamento nas rodas traseiras Direção: setor e rosca sem-fim, mecânica, 3,5 voltas de batente a batente Rodas e pneus: aço estampado, aro 14 e tala de 5,5 polegadas; pneus 7.35 X 14 ou 185/70R – 14 cidade/campo Publicidade View the full article -
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[CE1]Creative Audio Acquires Hutchinson Icon
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