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[4r]Ford Mustang GT Performance volta ao Brasil com motor V8 de 492 cv por R$ 569.000
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
O Ford Mustang GT Performance está de volta ao mercado brasileiro. Vendido por muitos anos via importação independente, o modelo chegou oficialmente ao país em 2018. Em 2020, foi sucedido pelo Black Shadow e depois pelo Mach 1, retornando em 2024 com a nova plataforma de sétima geração. Em 2025, foi oferecido apenas durante um curto período no país. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Agora, o cupê esportivo sai por R$ 569.000, ou seja, é R$ 80.000 mais barato que o Mustang Dark Horse. Esta versão topo de linha segue comercializada normalmente no mercado por R$ 649.000 e traz uma calibração dinâmica e acerto mecânico muito mais voltados para o uso extremo em pistas de corrida. Qual é o motor, a potência e o desempenho do Ford Mustang GT Performance? O Ford Mustang GT Performance é equipado com o motor V8 5.0 aspirado, que desenvolve 492 cv de potência e 57,8 kgfm de torque, associado ao câmbio automático de dez marchas. Todo esse conjunto mecânico permite uma aceleração vigorosa de 0 a 100 km/h em apenas 4,3 s, garantindo números expressivos de desempenho na pista. Ford Mustang GT PerformanceDivulgação/Ford Continua após a publicidade Há cinco modos de condução disponíveis: Normal, Esportivo, Escorregadio, Pista e Pista Drag. Eles alteram simultaneamente as configurações do acelerador, trocas de marcha, controle de tração, som do motor e o grafismo do painel. Mas também é possível fazer ajustes separados nos sistemas de suspensão, direção e do escapamento. De acordo com a Ford, o esportivo passou por diversos refinamentos nos sistemas de controle e dinâmica veicular. O acerto dinâmico tem uma distribuição de peso de 55% na frente e 45% na traseira. Ele traz suspensão adaptativa MagneRide, barras estabilizadoras herdadas do Mach 1, freios Brembo e ronco do escapamento por meio de ajuste de válvulas ativo. Como funciona a tecnologia de amortecimento e ronco remoto do cupê? Uma das principais tecnologias presentes é o sistema de detecção de buracos da suspensão adaptativa. Seus sensores monitoram as condições da via 1.000 vezes por segundo e, se há uma queda brusca da roda dianteira, o sistema aciona o fluido magnético para endurecer o amortecedor e evitar trancos no conjunto da roda e pneu. Continua após a publicidade O Remote Rev é outro recurso tecnológico exclusivo e divertido do Mustang GT. Desenvolvido pelo time de engenharia da Ford no Brasil, ele permite acelerar o carro de forma remota, diretamente por meio do chaveiro, e liberar o ronco tradicional do V8 à distância, mesmo antes de o motorista entrar na cabine. Ford Mustang GT PerformanceDivulgação/Ford O esportivo também tem o chamado Track Apps, que se trata de um pacote de tecnologias e aplicativos de desempenho integrado ao painel de instrumentos e à central multimídia. Ele foi desenvolvido especialmente para uso em circuitos fechados e pistas de corrida. Continua após a publicidade O sistema focado em performance também traz recursos exclusivos como o freio de drifting e o Line Lock, que permite travar as rodas de modo independente para aquecer os pneus. O conjunto multimídia ainda oferece cronômetros precisos e medidores auxiliares da dinâmica veicular. O que muda no design e no visual atualizado do novo esportivo? O modelo volta com um design atualizado e toques exclusivos de estilo. O grande destaque visual fica para os itens escurecidos, presentes nos logos e nos emblemas externos da carroceria. A agressividade se completa com as rodas de liga leve de 19 polegadas, teto e retrovisores pintados de preto, além da proeminente asa traseira. Ford Mustang GT PerformanceDivulgação/Ford Continua após a publicidade Quais são os equipamentos de série e os itens de segurança? Por dentro, ele tem bancos de couro com ventilação e aquecimento, ajuste elétrico em seis vias para o motorista e quatro para o passageiro, além de volante revestido em couro com base reta e aquecimento. O painel de instrumentos de 12,4 polegadas é configurável e engloba a opção de modos visuais clássicos. A central multimídia SYNC 4 tem tela de 13,2 polegadas, conectividade com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de GPS embarcado. O sistema de som de 900 W é assinado pela prestigiada marca B&O e tem 12 alto-falantes de alta fidelidade e subwoofer integrado à cabine do modelo. Pulam, voam e nadam: veja 5 carros com ‘superpoderes’ Continua após a publicidade Há ainda os retrovisores externos com ajuste e rebatimento elétrico, que incorporam uma luz de aproximação de cortesia. Esse sistema projeta o clássico ícone do cavalo no chão para iluminar o caminho do motorista durante a noite, agregando ainda mais exclusividade à experiência. Ford Mustang GT PerformanceDivulgação/Ford A lista do pacote de segurança ativa inclui sete airbags, piloto automático adaptativo (ACC) com Stop & Go, frenagem autônoma de emergência (inclusive de ré), assistente de faixa com centralização, alerta de tráfego cruzado e alerta de colisão com detecção de pedestres. O carro conta também com assistente de manobras evasivas, farol alto automático, reconhecimento de placas de velocidade, câmera de ré, monitoramento de ponto cego e sensor de estacionamento traseiro para auxiliar em manobras cotidianas com segurança. Publicidade View the full article - Hoje
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[FullPower]Quais estados e cidades mais compram carros elétricos e híbridos no Brasil em 2026?
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower São Paulo é o estado brasileiro que mais compra carros elétricos e híbridos, segundo levantamento da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), com dados referentes a setembro de 2026. Foram 14.250 veículos eletrificados emplacados no território paulista durante o mês, o equivalente a 26,8% das vendas nacionais. Minas Gerais aparece na segunda posição, seguido pelo Distrito Federal, Paraná e Rio de Janeiro. Leia mais: Carros híbridos: entenda as diferenças entre MHEV, HEV, PHEV, EREV e super híbridos Audi Q5 PHEV – Foto: Lucca Mendonça Ao todo, o Brasil registrou 53.126 emplacamentos de veículos leves eletrificados em setembro, crescimento de 148,9% em relação ao mesmo período de 2025. O volume considera automóveis e comerciais leves totalmente elétricos (BEV), híbridos plug-in (PHEV) e híbridos convencionais (HEV e HEV Flex), deixando de fora os micro-híbridos (MHEV). Os números também mostram diferenças na distribuição das vendas pelo território brasileiro. Enquanto o Sudeste concentra mais de 40% dos emplacamentos, o Nordeste já responde por aproximadamente um quinto do mercado nacional de eletrificados. GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça Quais estados mais compram carros elétricos e híbridos? São Paulo liderou o ranking estadual de setembro de 2026, com 14.250 unidades, volume superior à soma dos três estados seguintes. Minas Gerais ficou na segunda colocação, com 4.346 emplacamentos, ultrapassando o Distrito Federal, que registrou 4.158 unidades. O Paraná aparece em quarto lugar, com 3.403 veículos eletrificados vendidos, enquanto o Rio de Janeiro completa as cinco primeiras posições, com 3.166 emplacamentos. Confira os cinco estados e unidades federativas que mais emplacaram carros elétricos e híbridos em setembro de 2026: 1º – São Paulo – 14.250 unidades (26,8%) 2º – Minas Gerais – 4.346 unidades (8,2%) 3º – Distrito Federal – 4.158 unidades (7,8%) 4º – Paraná – 3.403 unidades (6,4%) 5º – Rio de Janeiro – 3.166 unidades (6,0%) Juntas, essas cinco unidades federativas responderam por aproximadamente 55,2% das vendas de eletrificados no Brasil durante setembro. Leapmotor B10 REEV – Foto: divulgação Quais cidades mais compram carros elétricos e híbridos? Entre os municípios, a cidade de São Paulo também ocupa a primeira posição na compra de carros elétricos e híbridos. A capital paulista registrou 5.240 emplacamentos de eletrificados em setembro, concentrando 9,9% de todas as vendas nacionais. Brasília aparece na sequência, com 4.158 unidades, mesmo volume registrado pelo Distrito Federal no levantamento estadual. Belo Horizonte ocupa o terceiro lugar, com 2.451 veículos, seguida por Rio de Janeiro e Curitiba. Confira as cinco cidades com mais emplacamentos de carros elétricos e híbridos em setembro de 2026: 1º – São Paulo (SP) – 5.240 unidades (9,9%) 2º – Brasília (DF) – 4.158 unidades (7,8%) 3º – Belo Horizonte (MG) – 2.451 unidades (4,6%) 4º – Rio de Janeiro (RJ) – 1.625 unidades (3,1%) 5º – Curitiba (PR) – 1.467 unidades (2,8%) Somadas, essas cinco cidades concentraram 14.941 emplacamentos, equivalentes a aproximadamente 28,1% das vendas nacionais de eletrificados em setembro. Eletroposto Volvo – Foto: divulgação Sudeste lidera, mas Nordeste já representa 20% das vendas Na divisão por regiões, o Sudeste manteve a liderança do mercado brasileiro de carros elétricos e híbridos, com 23.092 unidades comercializadas em setembro. O volume corresponde a 43,5% dos emplacamentos nacionais. O Nordeste aparece na segunda posição, com 11.039 veículos eletrificados e participação de 20,8%. Já o Sul registrou 8.971 unidades, enquanto o Centro-Oeste somou 7.225 emplacamentos. A região Norte completa o levantamento, com 2.799 veículos. Confira a distribuição das vendas por região: 1º – Sudeste – 23.092 unidades (43,5%) 2º – Nordeste – 11.039 unidades (20,8%) 3º – Sul – 8.971 unidades (16,9%) 4º – Centro-Oeste – 7.225 unidades (13,6%) 5º – Norte – 2.799 unidades (5,3%) Ford Maverick 2025 na versão Hybrid – Foto: divulgação Apesar de apresentar o menor volume absoluto de vendas, o Norte foi a única região brasileira que registrou crescimento nos emplacamentos de eletrificados em relação a agosto de 2026, com avanço de 3,6%. Os dados da ABVE também mostram que as vendas de carros elétricos e híbridos estão distribuídas por todas as regiões brasileiras, embora ainda exista uma concentração expressiva nos principais centros urbanos e econômicos do país. O post Quais estados e cidades mais compram carros elétricos e híbridos no Brasil em 2026? apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article -
[4r]Caoa Changan CS55 PHEV flex já está nas concessionárias, mas prazo de entrega pode assustar
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Os Caoa Changan CS55 mais baratos e mais caros finalmente chegaram às concessionárias. Lançado em setembro no Brasil, apenas a versão Infinity (R$ 154.990) do SUV, com motor 1.5 turbo estava nas lojas. Quem optasse pela de entrada, Prime (R$ 144.990) ou a versão híbrida plug-in flex (R$ 189.990) precisava encomendá-las sem nem sequer poder ver o carro pessoalmente. Mesmo assim, quem fechar negócio no CS55 PHEV enfrentará fila de espera e a impossibilidade de fazer um test-drive. O que não muda é o prazo de entrega, que permanece de 60 dias para as versões recém-chegadas, mesmo que a versão de entrada seja nacional. As duas configurações com motor 1.5 turbo são produzidas na fábrica da CAOA em Anápolis (GO). <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas Quais são os preços e versões do Caoa Changan CS55? A linha do Caoa Changan CS55 é composta por três configurações distintas no mercado brasileiro, com preços oficiais que variam entre R$ 144.990 e R$ 189.990. A gama de utilitários-esportivos inclui opções com motor 1.5 turbo e uma variante topo de linha com conjunto mecânico híbrido plug-in flex. Caoa Changan CS55 Prime Turbo Flex (Entrada): R$ 144.990 Caoa Changan CS55 Infinity Turbo Flex (Intermediária): R$ 154.990 Caoa Changan CS55 PHEV (Híbrido Plug-in Flex – Importado): R$ 189.990 <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas Continua após a publicidade Qual é a motorização do Caoa Changan CS55? O modelo estreia fora da China o sistema BlueCore Ultra-Hybrid, unindo motor quatro cilindros 1.5 turbo flex TGDI a um propulsor elétrico para entregar 286 cv de potência e 47 kgfm de torque. Gerenciado pela transmissão dedicada DHT, o conjunto promete consumo urbano de até 42,2 km/l conjugado com o uso do motor elétrico e autonomia de 1.200 km. <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas Diz a fabricante que a arquitetura híbrida plug-in flex utiliza gerenciamento por inteligência artificial para alternar entre a tração elétrica e o motor térmico conforme a demanda do pedal. A capacidade de beber etanol ou gasolina no motor a combustão representa um diferencial importante, pois está se tornando comum no segmento. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas As versões nacionais Prime e Infinity utilizam motor quatro cilindros 1.5 turbo flex TGDI da família BlueCore com 180 cv de potência e 29,2 kgfm de torque, acoplado ao câmbio automatizado de dupla embreagem de sete marchas. Pelo Inmetro, o SUV faz até 10,4 km/l na cidade e 12,1 km/l na estrada com gasolina. Quando abastecido com etanol, o utilitário faz 7,3 km/l no ciclo urbano e 8,3 km/l no percurso rodoviário. <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas Continua após a publicidade O que muda no Caoa Changan CS55 PHEV? O design das configurações é muito parecido, independentemente do conjunto mecânico escolhido. A grade frontal sem bordas integrada ao para-choque é contornada pelos faróis full-led. Na traseira, as lanternas em led invadem a tampa do porta-malas, enquanto as rodas de liga leve são de 19 polegadas em toda a linha, mas com design exclusivo. Só a versão híbrida plug-in tem acabamento que mescla as cores preta e marrom, vidros acústicos nos para-brisas e nas janelas laterais frontais, e reconhecimento de sinalização de trânsito (TSR). O exterior adota o logotipo da Changan iluminado na traseira e o estepe temporário é substituído por um kit de reparo para os pneus. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas Continua após a publicidade O utilitário, que chega ao mercado para competir diretamente com SUVs médios convencionais como Jeep Compass, Toyota Corolla Cross, e híbridos como BYD Song Pro e Geely EX5 EM-i tem 4,55 m de comprimento, 1,86 m de largura, 1,67 m de altura e 2,65 m de entre-eixos, com porta-malas de 525 litros. Na cabine, o quadro de instrumentos digital de 10,3 polegadas se integra à central multimídia de 14,6 polegadas por meio de um acabamento flutuante em preto brilhante. Há conexão Apple CarPlay e Android Auto sem fio em todas as configurações da linha. <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas Versões, equipamentos e preços do Caoa Changan CS55 Caoa Changan CS55 Prime Turbo Flex – R$ 144.990 Caoa Changan CS55 PrimeBárbara Lira/Quatro Rodas A configuração de acesso já conta com rodas de liga leve de 19 polegadas (pneus 225/55), faróis e lanternas de led, rack de teto e saída de ar-condicionado para o banco traseiro. Na cabine, o painel integra um quadro de instrumentos digital de 10,3 polegadas a uma central multimídia de 14,6 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de abrigar um sistema de som Pioneer com seis alto-falantes. O modelo oferece ar-condicionado de zona única, bancos revestidos em material premium na cor preta, banco do motorista com seis ajustes elétricos, carregador de celular por indução com refrigeração, modos de condução (Eco, Normal e Sport) e câmera 540 graus com função de chassi transparente. O pacote de segurança inclui seis airbags (frontais, laterais e de cortina), controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampas, controle de descida, freio de estacionamento eletrônico com Auto Hold e monitoramento de pressão dos pneus. Caoa Changan CS55 Infinity Turbo Flex – R$ 154.990 A versão intermediária adiciona o pacote de assistência avançada à condução (ADAS), que engloba piloto automático adaptativo (ACC), frenagem automática de emergência com detecção de pedestres e ciclistas, monitoramento de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, alerta e assistente de permanência em faixa, alerta de colisão frontal e traseira, e comutação automática do farol alto. No conforto, a lista de equipamentos é incrementada com ar-condicionado de duas zonas, teto solar panorâmico elétrico, abertura elétrica do porta-malas, sensor de chuva e bancos dianteiros com aquecimento e ventilação, sendo que o assento do motorista ganha ajuste lombar e função de memória. O sistema operacional também passa a contar com fechamento automático dos vidros e teto solar por sensor de chuva. Caoa Changan CS55 PHEV – R$ 189.990 A opção híbrida plug-in mantém a base de equipamentos da versão Infinity, mas agrega o conjunto mecânico eletrificado com modos de energia (IEM, EV e HEV) e novos modos de condução (Eco, Comfort, Sport, Custom e AI Sport). O interior ganha um acabamento exclusivo mesclando as cores preta e marrom, vidros acústicos nos para-brisas e nas janelas laterais frontais, e reconhecimento de sinalização de trânsito (TSR). O exterior adota o logotipo da Changan iluminado na traseira. Além disso, o SUV passa a contar com o sistema V2L, que permite utilizar a energia da bateria do carro para alimentar equipamentos externos em 220V, e substitui o estepe temporário por um kit de reparo para os pneus. Publicidade View the full article -
Sou motorista de app e percebi que meu carro elétrico está perdendo autonomia ao longo do tempo. Há alguma média? Sergio da SIlva, Rio das Pedras (SP) A perda de autonomia da bateria do carro elétrico é uma das maiores preocupações de quem adota a tecnologia, especialmente motoristas de aplicativo que dependem do veículo para trabalhar. Com o passar do tempo, as células de íon-lítio sofrem uma degradação química natural, reduzindo a quilometragem máxima disponível por recarga. Um levantamento global revela exatamente o ritmo desse desgaste. Segundo um estudo realizado em 2025 pela Geotab, gigante global de gestão de frotas, com mais de 22,7 mil automóveis elétricos, a bateria perde, em média, 2,3% de sua capacidade total a cada ano. Isso significa que um carro com 400 km de alcance original perderá quase dez quilômetros de autonomia a cada 12 meses de uso, apenas pela degradação química inevitável e natural do componente de tração. Como o uso de carregador rápido afeta a bateria do carro elétrico? O uso contínuo de carregadores de corrente contínua (DC) acima de 100 kW eleva o estresse térmico das células, acelerando o desgaste químico. Essa prática frequente pode causar uma perda de capacidade de até 3% ao ano, reduzindo consideravelmente a vida útil do conjunto mecânico elétrico em longo prazo e limitando o uso diário. Continua após a publicidade Recarga do Mercedes EQEHenrique Rodriguez/Quatro Rodas Continua após a publicidade Por outro lado, a pesquisa confirma que a paciência recompensa o proprietário. Os veículos elétricos recarregados predominantemente em redes de corrente alternada (AC), como os carregadores residenciais de parede, preservam muito mais a saúde do sistema. Nesses cenários de recarga lenta, a perda anual cai pela metade, ficando estacionada na faixa amena de 1,5% de degradação. Qual é a influência do calor e do uso severo na degradação da bateria? O clima quente e a rodagem intensa penalizam o sistema de gerenciamento térmico do carro. Em regiões com temperaturas elevadas, as células perdem 0,4% a mais de capacidade em comparação com zonas temperadas. Além disso, o uso severo contínuo, como no transporte por aplicativos, soma mais 0,8% à rigorosa taxa de degradação anual do componente. Continua após a publicidade Para motoristas profissionais que rodam centenas de quilômetros diariamente no verão brasileiro, é importante saber calor excessivo altera a dinâmica das reações químicas dentro dos módulos da bateria de alta tensão. Quando somado ao fluxo constante de descargas profundas típicas do trânsito urbano pesado, o estresse sobre o equipamento atingiria seu nível máximo operacional, mas há um sistema de gestão térmica nas baterias – a maioria delas com arrefecimento líquido auxiliado pelo sistema de ar-condicionado. Como proteger o conjunto elétrico e estender a vida útil do carro? O segredo para maximizar a durabilidade do conjunto mecânico elétrico reside em evitar os extremos de carga e no planejamento inteligente das rotas. Manter a energia armazenada na janela ideal entre 20% e 80% alivia a degradação precoce causada pelas descargas totais repetitivas. Continua após a publicidade Carro elétrico sendo carregado em ponto recarga em BrasíliaJosé Cruz/Agência Brasil Embora os modernos sistemas de gerenciamento de bateria (BMS) sejam projetados para blindar os módulos contra falhas críticas, eles não conseguem reverter o envelhecimento natural do lítio. Por isso, a mudança de hábito do condutor, priorizando recargas lentas sempre que possível, é a ferramenta mais eficaz para prolongar a saúde do acumulador no rigoroso uso metropolitano. Publicidade View the full article
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[FullPower]Jetour G700 estreia no Brasil: preço, versões, motorização, autonomia e equipamentos
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Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower Agora, sim: o SUVzão off-road Jetour G700 chegou ao mercado brasileiro. Maior, e mais caro, modelo da marca chinesa, ele estreia em duas versões, de cinco ou seis lugares, ainda com preços abaixo dos R$ 500 mil. A meta é combater os Denza B5, além dos SUVs turbodiesel tradicionais, como Chevrolet Trailblazer ou Toyota SW4, por exemplo. O Jetour G700 Premium de cinco lugares (2+3) sai por R$ 470 mil, enquanto o de seis lugares (2+2+2) custa R$ 500 mil, e ambos tem previsão de chegada nas concessionárias até início de novembro. Leia mais: Leapmotor B10 BEV ou BYD Yuan Pro? Veja o duelo dos SUVs elétricos de R$ 183 mil Jetour G700 anda na água Com capacidades até aquáticas, ele chegou a cruzar o maior rio da China no ano passado, numa prova de 1,48 km, com correntes de 5 a 10 km/h, mantendo velocidade média de 7 km/h durante o percurso, evitando a entrada de água ou o afundamento enquanto isso. Mais recentemente, uma versão específica do Jetour G700 para o mercado chinês também apareceu parcialmente mergulhada durante testes em eventos da própria Jetour. Aqui no Brasil, a marca afirma que ele consegue atravessar trechos alagados com até 90 cm de profundidade. Como ele é? Trata-se de um SUV grandalhão, off-road e quadrado, com aproximadamente 5,20 metros de comprimento, mais de 2 metros de largura, quase 2 metros de altura e 2,87 metros de entre-eixos. A carroceria quadrada, com frente verticalizada e estepe na tampa traseira, lembra utilitários tradicionais como o Land Rover Defender. Por dentro, aposta forte nas telas (multimídia, instrumentação, entretenimento para o copiloto, informações de bordo, televisão para os ocupantes traseiros, comandos do ar-condicionado traseiro e afins), com acabamento esmerado e a fórmula chinesa convencional: volante pequeno, console elevado, painel horizontal e poucos botões. Jetour G700 – Foto: divulgação O Jetour G700 não é monobloco: tem chassi por longarinas separado da carroceria, como em caminhonetes médias e grandes. Isso lhe garante algumas vantagens no uso off-road e na bravura para encarar pisos difíceis, embora as suspensões independentes nas quatro rodas, com esquema Duplo A nos dois eixos, sejam típicas de carros de passeio. Jetour G700 – Foto: divulgação Motorização, desempenho e autonomia Na motorização, um pacote com motor 2.0 turbo a gasolina (211 cv de potência e 34,7 mkgf de torque), e dois motores elétricos, um acoplado a cada eixo (286 cv na frente e 408 atrás), além da bateria de tração com 34,1 kWh. A Jetour informa que ele passa dos 900 cv de potência total, com torque somado de 115,7 mkgf, enquanto a tração é integral permanente e inteligente. Transmissão? Automática DHT com duas velocidades. Nem tudo isso, porém, chega sempre às rodas: na realidade, a potência combinada, que é comumente divulgada nesses casos, segue em segredo. De qualquer forma, o SUVzão Jetour G700 é bem rápido: mesmo com as dimensões generosas e peso que beira 3,2 toneladas, cumpre a prova de aceleração de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos, e tem velocidade máxima limitada em 180 km/h. Já a autonomia combinada promete rondar os 1.300 km, considerando 73 km no modo elétrico (medição Inmetro), mais o tanque de 100 litros cheio de gasolina. A recarga da bateria de tração pode ser feita em fontes de até 170 kW (recupera 50% da energia em 10 minutos, promete a Jetour). Jetour G700 – Foto: divulgação Jetour G700 em alguns números Em outros números interessantes, são mais de 23 cm de altura livre do solo, e ângulos de ataque e saída amplos (28º e 35º, na ordem). Seu porta-malas é tão grande quanto ele: na versão de cinco lugares, o Jetour G700 comporta 719 litros, enquanto a de seis lugares varia entre 224 litros (seis assentos), 966 litros (quatro assentos) e 2.195 litros (dois assentos). Itens de série O pacote de equipamentos das duas versões do Jetour G700 é similar, com algumas diferenças. De série, nas duas, há rodas aro 20 com pneus de perfil alto, 8 tipos de modos de condução, pacote ADAS com tudo que há direito, 8 airbags (incluindo de joelhos para o motorista e central dianteiro), conjunto óptico full-LED com acendimento automático, tela única para instrumentação e entretenimento com 35,4 pol., multimídia de 15,6 pol. com conexões sem fio, retrovisores com tilt-down, sensores de chuva e crepuscular, retrovisor interno fotocrômico, carregador de celular sem fio com 50 Watts, câmeras 540º, ar digital automático dual zone com saídas traseiras, teto-solar panorâmico, iluminação ambiente em LED personalizável, sistema de som Lexicon, entre outros. Jetour G700 – Foto: divulgação A lista segue com bancos dianteiros elétricos e com memória de posição, ventilação para os bancos dianteiros, revestimento interno em couro Nappa, tampa do porta-malas elétrica e afins. Na Premium de seis lugares entram em cena mais airbags (dez, no total), teto-solar duplo, tela de 17,3 pol. para os passageiros traseiros, tela de 8,8 pol. para climatização traseira, terceira zona do ar-condicionado, massagem para os bancos dianteiros, bancos da segunda fileira com ajustes elétricos e massagem, bancos da terceira fileira com ajuste e rebatimento elétricos. Jetour G700 – Foto: divulgação Cores e garantia No mais, o Jetour G700 é oferecido em quatro cores: preto, prata, azul e laranja. Por dentro, ele pode vir revestido em couro preto com costuras vermelhas, ou então em couro laranja com partes em preto. São 7 anos ou 200 mil km de garantia para o carro, ou 8 anos/200 mil km de cobertura para bateria de tração e motores elétricos. O post Jetour G700 estreia no Brasil: preço, versões, motorização, autonomia e equipamentos apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article -
[4r]VW T-Cross elétrico pode ser vendido no Brasil contra GWM Ora 5 e Leapmotor B10
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A nova geração dos carros elétricos da Volkswagen caiu no gosto do mercado Europeu e, agora, a fabricante alemã estuda a viabilidade de ter estes carros em mais mercados, como o Brasil. Os ID.Polo e ID.Cross estariam cotados para serem impotados, mas é a versão elétrica do T-Cross quem tem mais chances. O motivo? É um SUV e isso lhe daria boas chances para enfrentar os chineses GWM Ora 5, BYD Yuan Pro e Leapmotor B10, apesar de ser menor. O Volkswagen ID.Cross tem 4,15 metros de comprimento, sendo 6 cm menor que o T-Cross brasileiro. Contudo, para os passageiros o entre-eixos de 2,60 m da plataforma elétrica é uma desvantagem frente aos 2,65 m do SUV nacional. O porta-malas é maior, com 475 litros e um compartimento frontal adicional (frunk) com 22 litros de capacidade. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade Na traseira, uma barra transversal com luzes de led domina a tampa, logo abaixo do teto alongado que termina em um spoiler. Por dentro, há materiais macios e cores harmoniosas para criar uma cabine mais acolhedora e sofisticada. O grande diferencial fica para o painel digital de 10,3 polegadas, que pode exibir mostradores com visual retrô inspirado no Golf de primeira geração. O que também ajuda os novos elétricos da VW a conquistar clientes é que questões cruciais de ergonomia foram resolvidas. Os comandos do ar-condicionado voltam a ser botões físicos na região central do painel, acima da base de carregamento sem fio. O volante achatado também foi redesenhado, abrigando controles do sistema ADAS no lado esquerdo. O multimídia principal opera através de uma nova tela de 12,9 polegadas alinhada ao condutor. São características que podem se mostrar uma vantagem perto dos rivais chineses, que concentram toda a operação em telas. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Qual é a potência e o motor elétrico do T-Cross elétrico? O SUV compacto usa o novo motor elétrico APP290, capaz de entregar 29,6 kgfm de torque e configurações de potência de 116 cv, 135 cv e até 211 cv. A tração é exclusivamente dianteira, marcando a primeira vez que a base modular da nova geração elétrica da Volkswagen abandona a tração traseira utilizada nos modelos maiores, garantindo maior otimização do espaço traseiro. A configuração topo de linha de 211 cv vai de 0 a 100 km/h em 7,4 segundos. É o motor ideal contra os 204 cv do Ora 5 e os 218 cv do B10. A suspensão dianteira é McPherson, enquanto a traseira usa um eixo de torção convencional, mas com apoios de borracha e buchas projetadas especificamente para anular vibrações, proporcionando uma transposição de piso mais madura e o silêncio típico exigido na condução elétrica. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen O VW ID.Cross está disponível na Europa com duas baterias cell-to-pack de 37 kWh ou 52 kWh, que garantem autonomia média no ciclo WLTP entre 316 km e 436 km. O modelo tem chegada prevista para o mercado europeu em novembro, com preços na casa dos 30.000 euros (R$ 180.000 ao câmbio atual). Ele se posicionará um degrau acima do T-Cross a combustão europeu, tabelado em cerca de 25.000 euros (R$ 150.000 ao câmbio atual). Continua após a publicidade As composições químicas variam entre LFP para a menor bateria e NMC para a unidade de maior densidade, o que possibilita potências de recarga de até 105 kW em corrente contínua. Segundo a fabricante, isso permite elevar o nível de carga de 10% a 80% em 24 minutos. O desenvolvimento do veículo foi inteiramente capitaneado pela espanhola Cupra, com produção prevista em Pamplona, na Espanha. Publicidade View the full article -
[EmmaBR]carro estilo faroeste. #somdequalidade #diy #carsound #fy #carhifi
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[4r]Jetour G700 é SUV de 905 cv, 0 a 100 km/h em 4,8 segundos e custa R$ 499.990
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Mostrado no Festival Interlagos, o Jetour G700 acaba de chegar ao Brasil em duas configurações e preços de até R$ 499.990. O SUV será vendido com cinco ou seis lugares, sempre com sistema híbrido plug-in e autonomia total de até 1.300 km. O Jetour G700 é o primeiro representante da Série G no Brasil, linha que reúne as principais tecnologias da marca, além de materiais nobres de acabamento. A configuração de cinco lugares será oferecida por R$ 469.990 com condições especiais de lançamento. Há supervalorização de usados de R$ 20.000 e até R$ 30.000 para clientes Jetour. <span class="hidden">–</span>Jetour/Divulgação A configuração de seis lugares tem esquema de 2+2+2, ou seja, bancos individuais na segunda fileira. Nessa versão, o SUV ganha alguns diferenciais para além dos bancos. Há uma tela de 8,8 polegadas para controlar funções de climatização, ajustes de bancos e recursos de entretenimento. Há ainda ar-condicionado de três zonas, mesa de apoio, iluminação ambiente e 10 airbags ao todo, uma vez que na segunda fileira há bolsas laterais adicionais. A segunda fileira ainda tem uma tela retrátil de entretenimento de 17,3 polegadas instalada no teto, que permite reproduzir filmes, vídeos, músicas e jogos. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Jetour/Divulgação Somado ao painel de instrumentos de 35,4 polegadas, que se estende quase que por toda a largura do SUV, além da central multimídia de 15,6 polegadas, com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, o G700 tem ao todo 77 polegadas em telas considerando a configuração de seis lugares. Jetour G700 é híbrido plug-in com mais de 900 cv Um carro de meio milhão de reais precisa justificar isso sob o capô e o G700 aposta no conjunto híbrido plug-in que combina um motor 2.0 turbo a gasolina com 211 cv e 34,6 kgfm de torque, além de outros dois motores elétricos, um dianteiro de 286 cv e 36,7 kgfm de torque e um traseiro de 408 cv e 44,4 kgfm de torque. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Jetour/Divulgação A marca não revela a potência combinada, mas ao todo são 905 cv e115,7 kgfm instalados, o que representa apenas a soma de todas as potências, mas sem informar quanto de cada um trabalha em conjunto. O 0 a 100 km/h é feito em 4,8 segundos, uma marca impressionante considerando o porte com mais de 5 metros e peso bruto total de 3.150 kg na configuração de cinco lugares e 3.180 kg na versão de seis lugares. O sistema híbrido é alimentando por uma bateria de 34,13 kWh, o que é próximo a hatches elétricos de entrada, e oferece carregamento rápido em corrente contínua (DC) de até 170 kW. O sistema permite recuperar de 30% a 80% da carga em aproximadamente 10 minutos. O sistema também permite recarga em corrente alternada (AC) com potência de até 11 kW, carregando de 20% a 80% em 1 hora e 54 minutos. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Jetour/Divulgação O tanque de combustível é de 100 litros, o que ajuda o SUV a ter autonomia total de 1.300 km. De acordo com os dados do Inmetro, o modelo registra consumo de 9,3 km/l na cidade e 8,7 km/l na estrada no modo híbrido. Já no modo elétrico a autonomia é de 73 quilômetros. Continua após a publicidade Entre os recursos de conveniência está a visualização panorâmica de 540 graus, que inclui imagens da área inferior do veículo, e a função V2L, capaz de fornecer até 3,3 kW de energia elétrica para equipamentos externos. SUV com estrutura de picape média O Jetour G700 utilizar uma estrutura de carroceria sobre chassi de longarina, a ideia é aumentar a resistência e a rigidez estrutural, ampliando a capacidade off-road. O modelo conta com ângulo de entrada de 35º e saída de 28º, sistema de tração integral elétrico, bloqueios de diferenciais dianteiro, traseiro, central e cruzado e oito modos de condução: Eco, Normal, Sport, Neve, Lama, Areia, Pedra e X. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Jetour/Divulgação São 23 centímetros de altura livre do solo, além de capacidade imersão de até 90 cm, mais que um Jeep Wrangler, por exemplo. A suspensão é independente de duplo “A” nos dois eixos. Uma das funções mais interessantes entre as capacidades fora de estrada é o U-Turn, que bloqueia uma das rodas traseiras, enquanto as rodas dianteiras vão para uma direção e a roda traseira livre gira no sentido contrário, fazendo com que o SUV possa girar no próprio eixo. <span class="hidden">–</span>Jetour/Divulgação Ao todo, o G700 tem 5,19 metros de comprimento, 2,05 metros de largura, 1,96 metro de altura e 2,87 metros de entre-eixos, o porta-malas oferece 966 litros de capacidade na versão de cinco lugares e 224 litros na configuração de seis lugares. A capacidade de navegar em áreas alagadas por até 40 minutos não está disponível fora da China e ainda se trata de um protótipo. A dificuldade de homologação e controle sobre a compra dificultam a possiblidade da tecnologia se tornar mais comum pelo mundo. Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Jetour G700 chega por R$ 469.900 com jeitão de Defender e sem versão anfíbia
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SUV híbrido plug-in oferece configurações de cinco e seis lugares, cabine luxuosa e recursos para o fora de estrada; primeiro contato foi breveView the full article -
[FullPower]Manutenção preventiva do carro: o que revisar antes de pegar a estrada
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Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower O feriado de finados, agora no início de novembro, já bate à porta. E, nesses casos de feriados que emendam com finais de semana, falamos de um dos períodos de maior movimento nas rodovias brasileiras. Com milhares de famílias preparando as malas para viajar, uma simples manutenção preventiva pode fazer toda a diferença para evitar transtornos, gastos inesperados e até situações de risco durante o percurso. Leia mais: Como escolher o pneu certo para cada tipo de carro? Revisão e manutenção no carro – Foto: DPaschoal/divulgação Alguns componentes do veículo merecem atenção especial na manutenção preventiva antes de enfrentar trajetos mais longos. Pneus, freios, suspensão, óleo do motor e bateria estão entre os itens que mais influenciam a segurança e a confiabilidade do automóvel na estrada. Além de reduzir as chances de panes mecânicas, a checagem preventiva ajuda a garantir uma viagem mais tranquila, especialmente em percursos com longos trechos rodoviários, serras ou grande fluxo de veículos. Pneus: primeiro item a ser verificado Pneu e estepe Jeep Renegade Sahara 2027 – Foto: Lucca Mendonça Os pneus estão entre os componentes mais importantes para a segurança do veículo, e não devem ser esquecidos na manutenção preventiva. Antes de viajar, é fundamental verificar o estado da banda de rodagem e observar o TWI (Tread Wear Indicator), marca presente nos sulcos que indica quando a profundidade do desenho atingiu o limite mínimo permitido. Pneus e Rodas – Foto: arquivo FullPower Também é importante conferir a calibragem recomendada pela fabricante, incluindo o estepe. Pneus com pressão inadequada podem aumentar o consumo de combustível, comprometer a estabilidade do carro e acelerar o desgaste irregular da borracha. Outro ponto frequentemente esquecido é a validade do próprio estepe: mesmo sem uso, a borracha envelhece com o passar dos anos e pode perder suas características de segurança. Freios e suspensão: atenção redobrada Freio Brembo do Ford Mustang Mach-1 – Foto: Lucca Mendonça Se houver ruídos durante as frenagens, vibrações no pedal ou sensação de perda de eficiência, uma avaliação especializada, na hora da manutenção preventiva, é recomendada antes de pegar a estrada. Em viagens, especialmente em regiões serranas ou trajetos de descidas prolongadas, o sistema de freios trabalha sob carga elevada. Pastilhas desgastadas, discos comprometidos ou fluido vencido podem comprometer o desempenho do conjunto. Suspensão e direção do Fiat Palio 1996 – Foto: divulgação A suspensão também tem papel fundamental na estabilidade do veículo. Amortecedores desgastados aumentam a tendência de oscilações da carroceria, prejudicam a frenagem e podem acelerar o desgaste dos pneus. São outros pontos importantíssimos do carro que merecem verificação na hora da manutenção preventiva. Conferir o óleo evita dores de cabeça Troca de óleo BMW – Foto: divulgação Uma das verificações mais simples também está entre as mais importantes na manutenção preventiva. Com o veículo estacionado em superfície plana e o motor desligado, é possível conferir o nível do óleo pela vareta de medição. Além de manter a quantidade correta, o motorista deve respeitar os intervalos de troca estabelecidos pela fabricante. Com o tempo, o lubrificante perde suas propriedades e deixa de proteger adequadamente os componentes internos do motor. Troca de óleo – Foto: Mottu/divulgação Outra recomendação é aproveitar a manutenção preventiva para verificar o sistema de arrefecimento, responsável por controlar a temperatura de funcionamento do propulsor. Vazamentos ou nível baixo do líquido podem causar superaquecimento e prejuízos elevados. Bateria costuma avisar antes de parar Bateria de carro – Foto: Omega Baterias/divulgação Dificuldade nas partidas, oscilações na iluminação ou mensagens de alerta no painel costumam ser sinais de que a bateria está chegando ao fim da vida útil. Embora muitas falhas ocorram sem aviso prévio, uma manutenção preventiva pode identificar o estado do componente e evitar que o motorista fique parado no acostamento durante a viagem. Na manutenção preventiva, também vale conferir o funcionamento de faróis, lanternas, luzes de freio, setas e limpadores de para-brisa, itens fundamentais para a visibilidade e a segurança em rodovias. Revisão deve ser feita com antecedência Revisão Peugeot e-208 GT – Foto: divulgação De acordo com Danilo Ribeiro, coordenador do Centro de Tecnologia, Treinamento e Inovação da DPaschoal (CTTi), muitos problemas poderiam ser evitados com uma inspeção preventiva antes das férias. “Muitos motoristas só percebem um problema quando o veículo já apresenta falhas. A revisão preventiva permite identificar desgastes antes que eles se transformem em uma pane ou em uma situação de risco durante a viagem. É uma medida simples que contribui para a segurança e a tranquilidade de toda a família”, afirma o especialista. Por isso, a recomendação é realizar a manutenção preventiva alguns dias antes da viagem. Dessa forma, caso seja necessária alguma manutenção ou substituição de peças, haverá tempo suficiente para resolver a situação sem comprometer os planos das férias. O post Manutenção preventiva do carro: o que revisar antes de pegar a estrada apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article -
[4r]Toyota Corolla terá motor 1.5 inédito para ser 15% mais econômico
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A nova geração do Toyota Corolla tem gerado muita expectativa em torno do seu lançamento. Após apresentar um conceito com mudança radical de visual, a fabricante japonesa acaba de anunciar novidades para a motorização de seu carro mais importante. No começo de outubro, jornais japoneses já apontavam para a possibilidade de uma versão híbrida do tipo plug-in. Agora, a Toyota foi além e confirmou que o Corolla terá uma nova plataforma capaz de abrigar veículos a gasolina, híbridos e elétricos. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Toyota Dessa forma, é certo dizer que o Corolla terá todos esses tipos de configurações, a depender de cada mercado, claro. A grande vantagem da nova plataforma é a redução da troca de componentes que existe hoje entre modelos a gasolina e eletrificados. Sendo assim, os custos de produção serão menores e as fábricas se adaptarão de forma mais ágil para cada tipo de motorização. Continua após a publicidade Essa nova plataforma promete conjuntos híbridos menores para que caibam na mesma base do arro elétrico. Vale ressaltar que o tamanho dos equipamentos necessários para um híbrido atual pode comprometer espaço interno em relação ao mesmo carro movido somente com eletricidade. <span class="hidden">–</span>Toyota/Divulgação Continua após a publicidade Toyota Corolla terá novo motor até 15% mais econômico Para além da plataforma, a Toyota confirmou que o Corolla estreará um motor 1.5 de quatro cilindros completamente novo para substituir os motores 1.8 e 1.5 atuais. O propulsor poderá ser aspirado ou turbo, a depender de cada configuração. O motor foi planejado do zero para melhorar a eficiência ao ser conectado a sistemas híbridos. <span class="hidden">–</span>Toyota/Divulgação O sistema híbrido de nova geração terá unidades de controle de potência e inversores menores e mais leves, enquanto a parte eletrônica usará componentes de carbeto de silício, que ajuda a reduzir perdas elétricas. Continua após a publicidade Já o motor a combustão será 15% mais econômico, estima a fabricante. Isso será possível graças a redução do atrito mecânico, melhora no gerenciamento térmico e minimizando as perdas elétricas, como mostrado acima. Visual e aerodinâmica entram na conta da economia Conceito antecipa a nova geração do CorollaHenrique Rodriguez/Quatro Rodas Para melhorar ainda mais a eficiência do novo Toyota Corolla, a marca japonesa trabalha na aerodinâmica e a mudança de componentes está diretamente ligada a isso. O novo sistema ocupará menos espaço no cofre do motor, o que permitirá um capô mais baixo e visual mais agressivo. Continua após a publicidade Sendo assim, o sedã deverá abandonar o estilo conservador e se inspirar no conceito Corolla Concept, apresentado no Japan Mobility Show desse ano. O conceito tem design muito mais esportivo, com recortes angulados, iluminação em LED mais fino e muito exagero típico de carro conceito, algo que certamente será refinado até a configuração de produção. Publicidade View the full article -
[4r]BAIC confirma B60 no Brasil, mas quer que SUV híbrido off-road de 7 lugares seja flex
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O BAIC B6O, SUV híbrido de sete lugares, será o quarto modelo da marca a ser vendido no Brasil. A data de estreia dele por aqui ainda é um mistério até para a fabricante, que estuda se lançará o carro com a motorização herdada da China, que tem o motor térmico 1.5 turbo a gasolina, ou espera o propulsor flex, que já está sendo desenvolvido em parceria com a Bosch. <span class="hidden">–</span>Baic/Divulgação O utilitário utiliza arquitetura de veículo elétrico com extensor de alcance (REEV), quando a tração das rodas é feita exclusivamente por motores elétricos alimentados pela energia acumulada na bateria, que tem 40,3 kWh, ou diretamente pela energia gerada pelo motor combustão. Neste caso, o motor 1.5 turbo a gasolina com 188 cv é conectado a um motor elétrico que também funciona como gerador com o equivalente a 123 cv. A tração fica distribuída entre um propulsor elétrico dianteiro de 208 cv e outro traseiro com 340 cv. Como a bateria é grande (40,3 kWh), o B60e pode rodar até 152 km em modo elétrico e seu tanque de gasolina com 82 litros amplia a autonomia total para 1.200 km no padrão de medição chinês (CLTC). Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Baic/Divulgação Oswaldo Ramos, Chefe de Operações da BAIC no Brasil, explicou a estratégia com exclusividade a QUATRO RODAS: “Eu estou indo para a China fazer uma série de revisões na parte de estratégia de produtos. Tem uma combinação de ‘vale a pena esperar o motor flex ou lança antes mesmo de ser flex? Essa versão [do B60] que já existe é a mais adequada para o Brasil?’” Continua após a publicidade Quantos carros a BAIC terá no Brasil? A marca chinesa que estreou no Festival Interlagos, em agosto de 2026, acaba de lançar o elétrico BAIC Arcfox T1 e já anunciou a chegada do Arcfox T5 para início de novembro. A cronologia segue com o modelo híbrido BAIC B30 no primeiro trimestre do ano que vem. – <span class="hidden">–</span>Baic/Divulgação Continua após a publicidade Até o fim de 2028, a marca pretende lançar 10 modelos no mercado brasileiro. Carros da Baic e da Arcfox compartilharão as mesmas concessionárias. A linha da Baic ficará restrita aos SUVs com motorização híbrida, enquanto a Arcfox venderá elétricos puros. Mais adiante, em 2028, chegará a Stelato para explorar segmentos premium. “Cada um dos modelos que ainda serão lançados vai passar por um ajuste fino agora em dezembro. Vamos apresentar muita coisa no Salão de Xangai e por isso os confirmados com data são esses três”, revelou o COO da marca. Continua após a publicidade Como é o BAIC B60? <span class="hidden">–</span>Baic/Divulgação O BAIC B60e é um SUV de grande porte que mede 5,04 m de comprimento, 1,95 m de largura, 1,95 m de altura e 2,82 m de distância entre-eixos, combinando carroceria de perfil quadrado. Na traseira, as lanternas podem exibir gráficos animados quando o motorista destrava as portas ou aciona a função de localização do veículo no escuro. O pacote visual externo inclui rodas de seis raios com desenho inspirado em lâminas giratórias. A cabine do BAIC BJ60e oferece um arranjo de até seis telas comandado por um painel central duplo de 12,8 polegadas com assistente de voz por inteligência artificial, além de bancos dianteiros com apoios para as pernas, ventilação, aquecimento em três níveis, massagem de oito modos e sistema de som Infinity com 12 alto-falantes. Publicidade View the full article -
[CE1]Is Your Voicemail Full? This 15-Minute Check Could Net You 50+ Customers a Year
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Heading into SEMA, I’ve been on the phone nonstop. I’ve been calling manufacturers, Top 50 installers and retailers to talk about what’s happening in the market, from Sony’s exit to Pioneer’s retro Heritage Collection. And I keep running into the same thing: voicemail. Sometimes it’s worse, and I get “the mailbox is full and cannot...View the full article -
[4r]Hyundai Bayon estreia na Índia por R$ 57.700 e antecipa SUV brasileiro
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A Hyundai apresentou o Bayon na Índia com preços entre 999.900 e 1,8 milhão de rúpias, equivalentes a R$ 57.700 e R$ 103.900, respectivamente em conversão direta. A estreia também interessa ao Brasil, já que a configuração indiana antecipa características do novo SUV compacto que será produzido em Piracicaba (SP) até 2027. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O modelo será posicionado abaixo do Creta e terá como principais concorrentes o Volkswagen Tera, Fiat Pulse e Renault Kardian. Embora o Bayon já seja vendido na Europa, a versão indiana adota soluções mais econômicas, que também devem ser utilizadas no futuro utilitário brasileiro para manter o preço competitivo. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Hyundai Continua após a publicidade O visual segue a atual identidade da fabricante sul-coreana, mas apresenta algumas simplificações em relação ao modelo europeu. Entre elas estão as rodas de liga leve com fixação por quatro parafusos, característica que também foi observada em protótipos submetidos a testes de emissões no Brasil. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Hyundai Continua após a publicidade Por dentro, o Bayon aproveita a arquitetura do Hyundai i20, com o qual compartilha a plataforma. O painel mantém a disposição dos comandos do hatch e pode receber duas telas de 12,3 polegadas, utilizadas para o quadro de instrumentos digital e a central multimídia nas versões mais equipadas. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Hyundai Continua após a publicidade Apesar da proposta de baixo custo, a configuração mais completa oferece seis airbags, assistentes de condução do pacote ADAS e atualizações remotas de software. Também estão disponíveis freios a disco nas quatro rodas e freio de estacionamento eletrônico com função Auto Hold. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Hyundai Continua após a publicidade Nas dimensões, o Bayon se aproxima do Creta. São 4,24 m de comprimento, 1,81 m de largura, 1,60 m de altura, considerando as barras de teto, e 2,60 m de distância entre-eixos. O vão livre do solo é de 20,5 cm, enquanto o porta-malas tem capacidade declarada de 505 litros. Com essas medidas, o novo SUV busca oferecer espaço interno próximo ao de modelos maiores, mas com posicionamento de preço inferior. A estratégia da Hyundai é ampliar sua participação entre os utilitários de entrada, segmento que ganhou novos concorrentes nos últimos anos. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Hyundai No Brasil, a chegada do Bayon também permitirá que a próxima geração do Creta seja reposicionada no mercado. Com um SUV mais acessível na linha, a fabricante terá espaço para elevar o porte, o nível de equipamentos e os preços do Creta, mantendo a cobertura de diferentes faixas do segmento. Publicidade View the full article - Yesterday
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[Taramps]Hoje vamos relembrar um pouquinho do Detailer Fest Brasil!
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Hoje vamos relembrar um pouquinho do Detailer Fest Brasil, evento que reuniu apaixonados pelo universo automotivo e contou com a presença da Taramps! #taramps #evento #somautomotivo #projetosdesom #detailerfestbrasil #shortsView the full article -
[4r]Fiat Pulse tem R$ 9.000 de desconto e preço fica abaixo dos R$ 100.000
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O Fiat Pulse 2027 foi apresentado em agosto a série especial BlackMotion. Agora, no final do mês de outubro, as versões de entrada do SUV compacto estão com desconto e o menor preço fica abaixo de R$ 100.000. A configuração Drive com motor 1.3 aspirado e câmbio manual tem preço de tabela de R$ 104.990, no entanto, até o dia 03 de novembro, ou enquanto durar o estoque de 50 unidades, o modelo pode ser comprado por R$ 98.990 considerando a carroceria em preto Vulcano, que não tem custo. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Se o proprietário preferir o câmbio automático do tipo CVT, a mesma configuração cai de R$ 116.990 para R$ 107.990, portanto, R$ 9.000 de abatimento. As condições de prazo e estoque são as mesmas da versão com câmbio manual. Continua após a publicidade As duas versões usam o motor 1.3 aspirado que não passou por mudanças e ainda rende 98 cv e 13,2 kgfm de torque com gasolina ou 107 cv e 13,7 kgfm de torque quando abastecido com etanol. O câmbio manual é de cinco marchas, enquanto o automático do tipo CVT simula sete marchas. O consumo da versão manual é de 9 km/l com etanol e 12,6 km/l com gasolina em perímetro urbano. Na estrada os números são de 10,3 km/l (E) e 14,5 km/l (G). No caso da configuração automática, os números são de 8,9 km/l com etanol na cidade e 13 km/l com gasolina. Na estrada, a média é de 10,5 km/l e 14,7 km/l, respectivamente. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Há uma pequena diferença na lista de equipamentos. As duas configurações possuem rodas de aço de 16”, retrovisores elétricos, ar-condicionado, direção elétrica e faróis e lanternas em LED, quatro airbags, alarme antifurto, ar-condicionado digital e automático, banco do motorista com regulagem manual de altura, volante multifuncional, luzes de condução diurna de LED, assistente de partida em rampa, controlador de velocidade, regulagem de altura do volante e sistema de monitoramento de pressão dos pneus. Continua após a publicidade A versão automática troca a central multimídia de 8,4 polegadas da versão manual pela tela de 10,1 polegadas e ainda adiciona câmera de ré e sensores de estacionamento, partida por botão, barras longitudinais no teto, modo sport e interior escurecido. Publicidade View the full article -
[RS]O Som dos Nossos Inscritos (672)
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[4r]BAIC confirma lançamento de SUV chinês elétrico com tamanho de Jeep Commander
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A fabricante chinesa BAIC confirmou o lançamento do Arcfox T5 no Brasil para o dia 11 de novembro. Trata-se do segundo produto da divisão de modelos elétricos a desembarcar no país, acelerando a ofensiva da marca após a chegada do Arcfox TI, hatch de entrada. <span class="hidden">–</span>BAIC/Divulgação Com 4,76 m de comprimento, 1,94 m de largura, 1,65 m de altura e entre-eixos de 2,85 m, o Arcfox T5 é um SUV grande (mesmo comprimento de um Jeep Commander, com 6 centímetros a mais de entre-eixos). O porte o coloca acima do T1 e permite à BAIC competir em uma faixa mais alta do mercado de SUVs eletrificados e mira concorrentes diretos como Geely EX5 e Leapmotor C10. O modelo tem motor elétrico dianteiro de 252 cv e 32,6 kgfm, e é equipado com bateria de 64,8 kWh de capacidade, que garante até 660 km de autonomia no ciclo chinês CLTC (número que deve chegar aos 400 km quando homologado pelo Inmetro). Segundo dados divulgados pela marca, com esse conjunto, a aceleração de 0 a 100 km/h acontece em cerca de 7,5 segundos. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>BAIC/Divulgação O interior aposta num desenho limpo, como a maioria dos carros chineses, com quadro de instrumentos digital de 8,9’’ e central multimídia de 15,8’’, teto de vidro panorâmico, carregador de celular por indução e bancos com ventilação, aquecimento e massagem para o motorista e o passageiro. Continua após a publicidade A lista de tecnologias disponíveis no mercado chines ainda traz de série câmeras com visão de 360 graus e pacote de assistências semiautônomas de condução. A montadora ainda não confirmou quais itens serão disponibilizados para o mercado brasileiro. <span class="hidden">–</span>Gerson Pacini/Quatro Rodas Continua após a publicidade Próximos modelos da BAIC que serão vendidos no Brasil O anúncio do Arcfox T5 reforça o plano de expansão estruturado da BAIC no território nacional, que prevê dez novidades até o encerramento de 2028. A cronologia segue com o modelo híbrido BAIC B30 no primeiro trimestre do ano que vem, e por último, o já confirmado BAIC B60. <span class="hidden">–</span>Gerson Pacini/Quatro Rodas Continua após a publicidade A linha da BAIC ficará restrita aos SUVs com motorização híbrida, enquanto a Arcfox venderá elétricos puros. Mais adiante, em 2028, chegará a Stelato para explorar segmentos premium. Os carros das três divisões compartilharão as mesmas concessionárias. Publicidade View the full article -
[4r]BAIC Arcfox T1 custa R$129.900 com item de carro de luxo contra BYD Dolphin e Geely EX2
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O BAIC Arcfox T1, primeiro carro da marca chinesa vendido no mercado nacional, é lançado em duas versões. A PRO, que custa R$ 129.900 (preço de lançamento) e a MAX, por R$ 139.900. O modelo chega para disputar espaço no segmento de elétricos de entrada e têm como principais rivais BYD Dolphin GS e Geely EX2. O carro tem motor elétrico dianteiro de 95 cv e 17,9 kgfm de torque (contra 95 cv e 18,3 kgfm do Dolphin GS e 116 cv e 15,3 kgfm de torque do EX2). A bateria de LFP tem 42,3 kWh de capacidade, com 283 km de autonomia pelo Inmetro. <span class="hidden">–</span>Barbara Lira/Quatro Rodas Assim como os rivais, o hatch tem opção de carga lenda (AC) e rápida (DC). A potência máxima de recarga alcança 89 kW e, segundo a fabricante, faz com que o carro vá de 30% a 80% de bateria em 25 minutos. A carga lenta requer até oito horas. O modelo incorpora também as funções V2L e V2V, que permitem que o Arcfox T1 seja uma espécie de banco de energia para outros aparelhos eletrônicos. Continua após a publicidade O grande trunfo do TI frente aos concorrentes está na carroceria, com seus 4,34 metros de comprimento, 1,86 m de largura e 1,57 m de altura, o modelo da BAIC é um hatch com porte de SUV compacto, maior que o VW T-Cross (4,21 m de comprimento) e Hyundai Creta (4,33 m de comprimento). O ente-eixos de 2,77 m é o mesmo de um BYD Song Plus – um SUV médio – e o porta-malas acomoda 459 litros, embora a montadora não aclare se a medição segue o padrão VDA. <span class="hidden">–</span>BAIC/Divulgação Continua após a publicidade O BAIC Arcfox T1 é melhor? O Arcfox T1 conta com sistema de estacionamento automático como item de série nas duas versões. A tecnologia auxilia o motorista em locais com espaço reduzido e é capaz de realizar balizas de forma automática. O Arcfox T1 também dispõe de estepe, como as versões GS e SE do BYD Dolphin e GWM Ora 03. O que muda entre as versões do BAIC ARCFOX T1? <span class="hidden">–</span>BAIC/Divulgação A configuração PRO adota rodas de aço de 17’’ com calotas, enquanto a MAX adiciona rodas de liga leve de 18’’ e teto panorâmico. O modelo topo de linha ainda dispõe de pacote ADAS completo de assistência semiautônoma, tampa do porta-malas com acionamento elétrico e bancos dianteiros com ventilação e memória. Continua após a publicidade Ambas as versões trazem de série câmera 360º com a função chassi transparente. O recurso EZT atua em manobras apertadas freando a roda interna para reduzir o diâmetro de giro em 30 cm. Na versão MAX, o pacote ADAS agrega frenagem autônoma de emergência, controle de cruzeiro adaptativo e centralização de faixa. Em termos de conforto, há bancos de couro, ar-condicionado digital e Android Auto e Apple CarPlay sem fio. O carregador de celular por indução está disponível apenas como opcional na configuração mais cara. Publicidade View the full article -
[Taramps]Um clássico como o Opala do Menzinho merece um som à altura!
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Um clássico como o Opala do Menzinho merece um som à altura! E nessa terceira parte, chegou a hora de conhecer alguns dos produtos Taramps que fazem parte desse projeto. E aí, curtiu essa montagem? #taramps #projetodesom #menzinho #opala #somautomotivo #shortsView the full article -
[FullPower]Leapmotor B10 BEV ou BYD Yuan Pro? Veja o duelo dos SUVs elétricos de R$ 183 mil
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Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower O Leapmotor B10 BEV chegou ao mercado nacional com a missão de expandir a linha da fabricante chinesa por aqui, que, até então, vendia só o maior C10. E, custando R$ 183 mil em versão única, ele acabou encontrando um arquirrival de peso: o BYD Yuan Pro, que custa exatamente o mesmo preço, e tem boas armas para enfrentá-lo. Mas, por essa faixa de preço, qual SUV elétrico entrega um melhor conjunto? Para saber isso, os dois foram colocados num duelo direto: motorização, desempenho e autonomia, espaço interno e porta-malas, e itens de série, para saber qual dos dois oferece uma melhor relação custo X benefício. Vejamos… Leia mais: Avaliação: Leapmotor B10 BEV se divide entre vantagens e vacilos Motorização Dependendo, um ou outro pode ser o ganhador. Afinal, o Leapmotor B10 BEV tem motor elétrico com maior potência (218 cv, contra 177), mas o BYD Yuan Pro ganha no torque (30 mkgf, versus 25). Vale falar que o Yuan aposta na tração dianteira, enquanto o Leap é impulsionado por um motor elétrico traseiro. Ambos trazem redutor convencional, como é de praxe nos elétricos. Desempenho e autonomia O Yuan Pro é 230 kg mais pesado que o Leapmotor B10 BEV, mas isso não garante a ele uma performance tão melhor assim, em que pese o torque superior: são 7,9 segundos para ir de 0 a 100 km/h, ou o mesmo tempo que seu rival demora. Já na velocidade máxima, o Leap vai além com 170 km/h, enquanto o BYD para nos 160 km/h, ambos com limitadores eletrônicos. Por outro lado, a bateria do BYD Yuan Pro é bem menor, com 45 kWh de capacidade, frente aos 56,3 kWh do Leapmotor B10 BEV. Ainda assim, segundo o Inmetro, a diferença de autonomia entre eles não é tão grande: falamos de 38 km, com 250 km homologados para o BYD e 288 km no caso do Leapmotor. Enorme vantagem vai para o B10 no quesito recarga, já que ele aceita mais que o dobro de potência do Yuan Pro: são 140 kW, enquanto o BYD é limitado em 60 kW. Espaço interno e porta-malas Aqui, a vitória é inegável para o Leapmotor B10 BEV, que, além de ser maior, entrega muito mais espaço para as bagagens. Ele é 20 cm mais longo (4,51 m), 5 cm mais largo (1,88 m), 11 cm mais generoso no entre-eixos e consegue os mesmos 1,67 m de altura do concorrente. Isso, claro, se reflete diretamente no espaço interno mais generoso, especialmente para o banco traseiro. Porta-malas? 265 litros no BYD Yuan Pro, e até 405 litros no Leapmotor B10 BEV. Indiscutível… Equipamentos de série Estão nos dois itens como 6 airbags, faróis e lanternas em LED, banco do motorista com ajustes elétricos, bancos em couro sintético, carregador de celular sem fio, painel de instrumentos digital, multimídia grande, internet a bordo, freios a disco nas quatro rodas, volante multifuncional com regulagem de altura e profundidade, sensor crepuscular, câmeras 360º, freio de mão eletromecânico com função Auto Hold, piloto automático, controle eletrônico de descidas (HDC), sensores de estacionamento traseiros, ar digital automático, sistema de som com 6 alto-falantes, seletor de modos de condução e afins. Porém, o BYD Yuan Pro tenta combater o rival Leapmotor B10 BEV com alguns itens que só ele tem, caso da multimídia rotativa, banco do passageiro com ajustes elétricos, iluminação ambiente em LED personalizável, sensores de estacionamento dianteiros, limpador e lavador do vidro traseiro, rebatimento elétrico dos retrovisores externos, navegador GPS nativo, entre outros. Já o Leapmotor B10 BEV tem como diferenciais o airbag central (7 bolsas no total), teto-solar panorâmico, e, principalmente, um pacote ADAS com alerta de colisão frontal, frenagem autônoma de emergência, detector de fadiga do condutor, monitores de ponto-cego, alerta de tráfego cruzado traseiro com frenagem autônoma em manobras, alerta de colisão traseira, alerta de desembarque seguro, alerta de saída de faixa ativo, assistente de permanência na faixa, farol alto automático e piloto automático adaptativo (ACC). Leapmotor B10 BEV ou BYD Yuan Pro? O Leapmotor B10 BEV é um páreo duro na vida do BYD Yuan Pro, com maior nível de tecnologia, baterias mais generosas e autonomia superior, custando exatamente o mesmo preço. Apesar da maior tradição do modelo da BYD, ele pode perder importantes clientes para a marca arquirrival e novata. Briga boa… O post Leapmotor B10 BEV ou BYD Yuan Pro? Veja o duelo dos SUVs elétricos de R$ 183 mil apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article -
[4r]VW Tukan aparece na Alemanha para estudar vendas globais
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Depois de ser apresentada no mercado brasileiro com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2027, a Volkswagen Tukan fez uma aparição na sede global da fabricante alemã em Wolfsburg, na Alemanha. A configuração em questão ainda não havia sido vista no Brasil. Aparentemente, trata-se de uma versão intermediária com cabine dupla. A lista de equipamentos deve seguir a proposta. Há, por exemplo, rodas de liga leve de 16 polegadas e santantônio menos robusto que da versão Extreme, essa sim mostrada no Brasil. VW Tukan terá versões com cabine simples e duplaVolkswagen/Divulgação A presença da picape na Alemanha é natural, já que, apesar do desenvolvimento nacional, ela precisa ter a aprovação da engenharia global da marca. Porém, há mais do que isso. Sua presença também ocorre pela possibilidade de exportação a partir do Brasil para mercados globais, entre eles a África do Sul, segundo apurado por QUATRO RODAS. Continua após a publicidade Recentemente, QUATRO RODAS descobriu alguns dos segredos que a Volkswagen ainda guarda sobre a Tukan. Como as medidas: são 4,64 metros (ou 4,635 mm) de comprimento, 1,80 m (ou 1,795 mm) de largura, 1,60 m de altura e 2,79 m de entre-eixos. Ou seja, são 17 cm a mais no comprimento, 7 cm na largura e 5 cm no entre-eixos em relação à rival da Fiat Strada. A picape terá 1.393 litros de capacidade na caçamba nas versões com cabine simples, número pouco maior que os 1.354 litros da rival italiana. Nas configurações com cabine dupla a novidade terá 962 litros de capacidade contra 844 litros da veterana. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Os motores ainda não foram confirmados, mas é provável que as versões mais baratas, voltadas ao trabalho, recebam o motor 1.6 MSI de 116 cv e 16,1 kgfm de torque, o mesmo que já equipa a Volkswagen Saveiro. Outras versões devem usar o motor 1.0 TSI. Está confirmado, no entanto, que as versões mais caras terão o novo motor do 1.5 eTSI com sistema híbrido de 48V – com o diferencial de tracionar as rodas. Continua após a publicidade Com investimento de R$ 3 bilhões, a Volkswagen Tukan será produzida em São José dos Pinhais, no Paraná. A exportação para os mercados da América do Sul já estava prevista, mas a aparição na Alemanha abre espaço para a exploração de outros mercados. Publicidade View the full article
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