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[4r]Governo dos EUA vai padronizar regras de faróis para eliminar ofuscamento
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
As normas sobre os faróis de veículos nos Estados Unidos vão passar por uma revisão. A Administração Nacional de Segurança Rodoviária (NHTSA, na sigla em inglês) anunciou que tomará medidas e que os padrões atuais estão obsoletos. Para isso, haverá uma atualização da Norma Federal de Segurança de Veículos Automotores nº 108. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A regulamentação terá como objetivo combater o ofuscamento causado pelos faróis, facilitar o uso de tecnologias mais modernas e alinhar as regras dos Estados Unidos com os padrões internacionais de segurança. A medida será aplicada para automóveis de passeio, veículos de passageiros multiuso, caminhões, ônibus, reboques e motocicletas. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade A administração vai utilizar um processo de regulamentação negociada para atualizar os padrões de iluminação veicular. Sean P. Duffy, secretário de transportes dos Estados Unidos, nomeará até 18 representantes de diversas partes interessadas, que englobam fabricantes de iluminação veicular, associações de equipamentos automotivos, organizações de segurança, instituições de pesquisa e associações de engenharia. “As normas atuais não permitem que as montadoras implementem as mais recentes tecnologias de iluminação que melhoram a segurança. Por isso, estamos reunindo especialistas e partes interessadas para modernizar nossas normas e abordar as possíveis causas de ofuscamento”, disse Jonathan Morrison, administrador da NHTSA. Ele completa: “Essa abordagem nos permitirá fomentar a inovação e manter todos mais seguros.” Continua após a publicidade Audi e-tron SportbackDivulgação/Audi Por que os EUA vão mudar as regras para os faróis dos veículos? A atualização vai abranger o uso de leds, sensores crepusculares, faróis altos automáticos e fontes de luz substituíveis. No texto, a NHTSA afirma que a revisão não trata apenas da intensidade das luzes em si, mas também estabelece novas diretrizes fundamentais sobre a posição e a altura exata da montagem desses itens na carroceria. Quais peças do motor do carro são mais prejudicadas pela gasolina com 32% de etanol? Continua após a publicidade Em 2022, a NHTSA permitiu que os carros utilizassem sistemas de feixe adaptativo. Em relação às normas federais estadunidenses sobre os padrões de brilho mínimo e máximo dos faróis automotivos, não há grandes alterações na legislação de trânsito local desde o ano de 1997, segundo dados do Instituto de Seguros para Segurança Rodoviária (IIHS). Mesmo com as queixas, um estudo publicado em 2025 pelo IIHS diz que o ofuscamento está relacionado a apenas uma pequena fração dos acidentes noturnos. A porcentagem não mudou na última década: de 2015 a 2023, o ofuscamento dos faróis foi fator em um ou dois em cada mil acidentes noturnos em 11 estados, embora a quantidade de luz emitida tenha aumentado. Publicidade View the full article -
[FullPower]Carros elétricos e híbridos já representam 20% das vendas no Brasil, diz ABVE
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower Os carros elétricos e híbridos responderam por 19,8% de todos os veículos leves novos vendidos no Brasil em setembro de 2026. Segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), foram 53.126 emplacamentos no mês, crescimento de 148,9% em relação a setembro de 2025, quando o segmento havia registrado 21.342 unidades. Na prática, quase dois em cada dez carros novos comercializados no país já fazem parte do time de carros elétricos e híbridos. Leia mais: 20 carros elétricos mais vendidos em setembro de 2026 Eletroposto Volvo – Foto: divulgação O resultado representa um avanço de 10,6 pontos percentuais na participação de mercado em apenas um ano. Em setembro de 2025, os carros elétricos e híbridos respondiam por 9,2% das vendas nacionais. Desde então, essa fatia cresceu progressivamente, chegando a 12,7% em dezembro, 13,7% em março de 2026 e 18,3% em junho. Apesar do crescimento anual, setembro apresentou retração de 7,4% em relação a agosto, quando foram vendidos 57.386 carros elétricos e híbridos, recorde mensal da série histórica. Com isso, a participação desses veículos no mercado nacional caiu de 21,8% para 19,8%. Ainda assim, setembro registrou o terceiro maior volume mensal de carros elétricos e híbridos desde o início do levantamento da ABVE, em 2012. BYD Yuan Pro – Foto: Lucca Mendonça Carros elétricos e híbridos crescem mais que o mercado O desempenho dos carros elétricos e híbridos também chama atenção quando comparado ao mercado automotivo brasileiro como um todo. Segundo a Fenabrave, foram emplacados 268.721 automóveis e comerciais leves em setembro, crescimento de 16,2% em relação ao mesmo período de 2025. Enquanto isso, as vendas de carros elétricos e híbridos avançaram 148,9% na mesma comparação. Ou seja, o segmento cresceu em ritmo aproximadamente nove vezes superior ao mercado geral. GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça Entre as diferentes tecnologias de carros elétricos e híbridos, os veículos que permitem recarga externa continuam concentrando a maior parte das vendas. Somados, os elétricos puros (BEV) e os híbridos plug-in (PHEV) alcançaram 42.448 unidades em setembro, equivalentes a 79,9% de todos os eletrificados comercializados. Os híbridos convencionais, que não precisam ser conectados à tomada, responderam pelas outras 10.678 unidades, ou 20,1% do segmento. Elétricos puros recuam, mas continuam na liderança Leapmotor B10 BEV – Foto: Lucca Mendonça Os carros 100% elétricos permaneceram como a tecnologia mais vendida entre os eletrificados brasileiros. Foram 22.246 emplacamentos em setembro, o equivalente a 41,9% do segmento. O volume, porém, ficou 18,1% abaixo do registrado em agosto, quando 27.166 elétricos puros foram comercializados. Mesmo com essa retração mensal, as vendas cresceram 172,3% em relação a setembro de 2025, quando haviam sido emplacadas 8.169 unidades. Já os híbridos plug-in, que combinam motores elétricos e a combustão e podem ser recarregados externamente, somaram 20.202 unidades em setembro. O resultado representa queda de apenas 1,6% em relação a agosto, além de crescimento anual de 146,5%. Com isso, os híbridos plug-in responderam por 38% das vendas de eletrificados no Brasil, aproximando-se dos elétricos puros em participação de mercado. Chevrolet Captiva PHEV – Foto: divulgação Híbridos convencionais batem recordes de vendas Enquanto os modelos com recarga externa perderam espaço em relação a agosto, os híbridos convencionais apresentaram crescimento. Somadas, as categorias HEV e HEV Flex registraram 10.678 emplacamentos em setembro, alta de 10,3% na comparação mensal e de 114,5% em relação ao mesmo período de 2025. Toyota Corolla 2026 na versão GLI HEV – Foto: divulgação Os híbridos flex, que permitem utilizar gasolina ou etanol no motor a combustão, alcançaram 5.786 unidades, estabelecendo um novo recorde mensal. O volume representa crescimento de 10,4% sobre agosto e de 101,8% em 12 meses. Os híbridos convencionais não flex também registraram seu melhor resultado histórico, com 4.892 emplacamentos. Nesse caso, houve crescimento de 10,1% na comparação mensal e de 131,6% em relação a setembro do ano passado. Diferentemente dos híbridos plug-in, os HEV e HEV Flex não dependem de carregamento externo. Suas baterias são alimentadas pelo próprio funcionamento do veículo, incluindo a recuperação de energia durante frenagens e desacelerações. GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça E os carros micro-híbridos? Além dos carros elétricos e híbridos considerados pela ABVE, os micro-híbridos (MHEV) também registraram crescimento nas vendas. Foram 8.869 unidades em setembro, alta de 33% sobre agosto e de 53,5% em relação ao mesmo mês de 2025. Desse total, 4.621 veículos utilizavam sistemas elétricos de 48 volts, enquanto outros 4.248 contavam com sistemas de 12 volts. Fiat Fastback Audace MHEV – Foto: Lucca Mendonça Apesar de receberem a denominação de híbridos, os MHEV não são classificados como eletrificados pela ABVE desde janeiro de 2025. Isso porque seus sistemas elétricos auxiliam o motor a combustão, mas não permitem movimentar o veículo de maneira independente. Caso os micro-híbridos fossem incluídos na contagem, o mercado brasileiro teria registrado 61.995 veículos com algum tipo de eletrificação em setembro, equivalentes a 23,1% de todos os automóveis e comerciais leves novos vendidos no país. O post Carros elétricos e híbridos já representam 20% das vendas no Brasil, diz ABVE apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article -
[4r]Novo Omoda QQ chega ao Brasil elétrico e com produção nacional, mas isso pode demorar
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
O Omoda QQ é um dos sete lançamentos já engatilhados pela operação independente da Omoda & Jaecoo no Brasil. O hatch elétrico, com estreia programada para 2027, deverá ser nacionalizado na antiga fábrica da Jaguar Land Rover em Itatiaia (RJ). A marca entende que essa tática pode atrasar a chegada do modelo, que já roda em testes pelo país, mas considera a decisão vital pensando no volume de vendas projetado. <span class="hidden">–</span>MIIT/Divulgação Na China, onde atende pelo nome de QQ3, a terceira geração estreou nas lojas em abril e provou que não guarda nenhuma relação visual ou técnica com o subcompacto vendido no Brasil nos anos 2000. O projeto atual é sustentado pela moderna plataforma T12, adota motor e tração traseiros e sobe de segmento para incomodar a vida da linha BYD Dolphin e Geely EX2. Continua após a publicidade Como é o Omoda QQ que será vendido no Brasil? O Omoda QQ deve chegar ao Brasil equipado com um motor traseiro elétrico que rende 122 cv de potência e 11,7 kgfm de torque, de acordo com as estimativas dos concessionários locais. Esse conjunto mecânico eficiente será alimentado por uma bateria de 41,28 kWh de capacidade, que entrega energia suficiente para garantir desempenho ágil no uso urbano e rodoviário. <span class="hidden">–</span>Chery/Divulgação A bateria de 41,28 kWh promete render cerca de 420 km no otimista ciclo de testes chinês CLTC. No mercado nacional, a estimativa da própria rede é que esse conjunto garanta um alcance seguro de ao menos 300 km sob os rigorosos critérios do Inmetro. No mercado chinês, há uma configuração básica com 79 cv e bateria de 29,48 kWh, que limita o alcance a 310 km. <span class="hidden">–</span>MIIT/Divulgação Continua após a publicidade Para otimizar o tempo dos motoristas, o sistema elétrico do veículo aceita recarga rápida em corrente contínua. Essa tecnologia permite repor a energia de 30% a 80% em aproximadamente 16,5 minutos. O recurso ajuda a viabilizar trajetos um pouco mais longos e facilita consideravelmente o convívio diário com o carro sem grandes esperas nos eletropostos públicos. O espaço interno do Omoda QQ se beneficia diretamente de seus amplos 2,70 m de entre-eixos, providenciando uma área bastante vasta para as pernas no banco traseiro. Além disso, o hatch acomoda 375 litros de bagagem no porta-malas convencional e oferece um prático compartimento adicional de 70 litros sob o capô frontal, o prático e cada vez mais popular frunk. O porte geral da carroceria cresceu de forma considerável para enfrentar a atual safra de compactos asiáticos. O novo modelo registra 4,19 m de comprimento, 1,81 m de largura e 1,57 m de altura, garantindo presença mais imponente nas ruas. A arquitetura elétrica repensada foi a grande responsável por otimizar a distribuição inteligente das medidas do projeto. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Falando de Carro/Instagram Por dentro, o visual repete a fórmula minimalista que virou tendência de mercado entre os veículos de origem chinesa. O painel é dominado por uma generosa tela multimídia central de 15,6 polegadas, responsável por centralizar e controlar quase todas as funções da cabine. Atrás do volante, há um prático quadro de instrumentos digital que fornece dados essenciais. A lista de equipamentos do hatch asiático busca entregar um nível superior de comodidade aos ocupantes. Os passageiros contam com bancos dianteiros anatômicos que chegam equipados com modernos sistemas de aquecimento e ventilação, um diferencial ainda raro nessa categoria de preço que reforça o apelo tecnológico pretendido e prometido pela própria fabricante. Continua após a publicidade Por que o QQ mudou de fabricante no Brasil? O novo QQ3 chinês não carregará o logotipo da Chery no país porque os direitos comerciais do nome pertencem à operação nacional conjunta da Caoa Chery. Para atuar de maneira independente e driblar possíveis embates judiciais, a matriz matriz decidiu vender o hatch elétrico de forma desvinculada, sob a nova bandeira corporativa Omoda. <span class="hidden">–</span>Falando de Carro/Instagram Continua após a publicidade Essa tática societária também funciona como um movimento prático de reposicionamento de imagem perante os consumidores. Ao batizar o carro de Omoda QQ (que pode ser comercializado no país apenas como Omoda Q), a fabricante ajuda a afastar o elétrico atual da antiga fama de carro de qualidade duvidosa construída pelo modelo fabricado em Jacareí (SP) no passado. A proposta mercadológica adotada para a nova fase mudou por completo. O QQ chega para brigar diretamente em um segmento superior contra a dupla BYD Dolphin e Dolphin Mini, além de medir forças com os iminentes rivais que estão desembarcando no mercado nacional, como o esperado Geely EX2, o promissor GAC Aion UT e o aguardado MG4 Urban. Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Repaginada! Toyota Corolla vai mudar tudo para enfrentar carros chineses
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Nova geração do sedã terá visual renovado, versões híbridas e elétricas; veja quando chega ao BrasilView the full article -
[4r]Omoda 4 será o primeiro SUV híbrido flex da marca chinesa no país
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
A Omoda & Jaecoo prepara a estreia da tecnologia flex para seus motores no Brasil em 2027. A fabricante ainda não definiu se o lançamento será no primeiro ou no segundo semestre, mas tudo indica que o Omoda 4 será o primeiro carro com o motor. O futuro SUV havia sido prometido para este ano no país, porém atrasou e chegará somente em 2027. O novo conjunto mecânico já nasce adaptado para operar com 100% de etanol, dispensando calibrações intermediárias. Segundo a fabricante, o Omoda 4 adotará a configuração HEV, ou seja, um híbrido pleno que não precisa de carregamento externo na tomada. A bateria de 1,83 kWh atua para recuperar a energia de frenagens e desacelerações do utilitário no uso diário. A Lepas vai estrear no Brasil já com motores flexLepas/Divulgação O Jaecoo 7 e o Omoda 7 contarão com a variante PHEV (híbrido plug-in) do motor 1.5 flex já no próximo ano, enquanto a Lepas estreará no mercado brasileiro com motorizações HEV e PHEV também bicombustíveis. A estreia do SUV compacto no mercado brasileiro foi postergada para o segundo semestre de 2027 devido à indefinição sobre a produção nacional. O planejamento inicial envolvia a compra da fábrica da Jaguar Land Rover em Itatiaia (RJ), mas as negociações com o governo local não foram concluídas. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>@gaboveb/Reprodução Com a produção nacional suspensa no curto prazo, a fabricante confirmou a importação do utilitário. O modelo chegará mais refinado e equipado do que o planejado originalmente, herdando o mesmo conjunto mecânico híbrido pleno do seu irmão maior, o Omoda 5. Unidades de teste já rodam camufladas em estradas brasileiras para adaptação climática de componentes e calibração de fluidos. O utilitário será equipado com motor quatro cilindros 1.5 turbo aliado a dois motores elétricos, entregando 224 cv de potência combinada e 30 kgfm de torque. A expectativa de preços subiu, variando agora entre R$ 140.000 e R$ 150.000 devido ao posicionamento superior do veículo importado. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Renan Rodrigues/Quatro Rodas A expectativa inicial era brigar na faixa dos R$ 130.000 contra Volkswagen Tera, Renault Kardian e Fiat Pulse utilizando um motor 1.0 turbo de calibração inferior. Agora, a estratégia mecânica reposiciona o chinês contra utilitários mais caros. Segundo dados divulgados no Salão de Paris, o consumo da versão europeia a gasolina atinge a marca de 19 km/l na estrada. O projeto utiliza a plataforma T1X e entrega 2,70 m de entre-eixos, medida que supera o irmão maior Omoda 5 em exatos 9 cm. O porte de utilitário médio em um segmento compacto favorece o espaço para pernas no banco traseiro, além de garantir um porta-malas amplo com capacidade de 400 litros. Continua após a publicidade Quanto custa a bateria de um carro híbrido e quando deve ser trocada? As dimensões gerais da carroceria também são favoráveis à habitabilidade da cabine: são 4,42 m de comprimento, 1,86 m de largura e 1,57 m de altura. Para ilustrar o posicionamento de mercado frente aos rivais já estabelecidos, o utilitário chinês possui 5 cm a mais de distância entre-eixos que um Volkswagen T-Cross. Continua após a publicidade A cabine adota o minimalismo focado na remoção de botões físicos, centralizando os principais comandos em duas telas horizontais: um quadro de instrumentos de 8,8 polegadas e a multimídia de 13,2 polegadas. Na dianteira, recortes geométricos e a grade integram faróis afilados em led. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo O habitáculo também inclui um botão de partida escondido sob uma capa protetora vermelha, um recurso herdado de projetos da aviação de combate. A iluminação traseira ostenta lanternas com um padrão luminoso em formato de zig-zag, identidade visual que os designers aplicarão nos futuros lançamentos globais da montadora. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Para maximizar o espaço no console central, a alavanca de câmbio foi instalada diretamente na coluna de direção. A marca ainda não confirma se os equipamentos de conforto, como o teto solar panorâmico, e o pacote completo de assistência à condução (ADAS) estarão disponíveis em todas as versões importadas ao Brasil. Publicidade View the full article -
Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower Um Porsche 911 Turbo 2008 com mais de 216 mil quilômetros rodados, incluindo viagens de até 10 mil km pela América do Sul. Esse é o histórico do esportivo de José Francisco Canepa, empresário brasileiro que prefere enfrentar longas horas ao volante a passar pelos aeroportos. Apelidado de “Amarelinho”, o carro já cruzou a Cordilheira dos Andes duas vezes, visitou diferentes regiões da Argentina, Chile e Uruguai e se tornou o preferido de seu proprietário para viagens de longa distância. Leia mais: Porsche Mission S será mais do que um 911, e resgata tradições da marca Porsche 911 Turbo Amarelinho – Foto: Lucas Parisi/Stuttgart Porsche O exemplar pertence à geração 997 do Porsche 911 e foi comprado por Canepa em 2009, quando tinha apenas 2 mil km no hodômetro. Desde então, tornou-se presença frequente nas estradas brasileiras e de países vizinhos, acumulando uma quilometragem pouco comum para um esportivo dessa categoria. A história foi contada originalmente pelo jornalista Luiz Alberto Pandini, responsável pela comunicação da Stuttgart Porsche, na edição 99 da revista Insider, publicação oficial da rede de concessionárias Stuttgart Porsche no Brasil. Porsche 911 Turbo já percorreu 10 mil km em uma única viagem Porsche 911 Turbo Amarelinho – Foto: arquivo pessoal do proprietário Antes de começar suas aventuras internacionais, o Porsche 911 Turbo era utilizado principalmente em deslocamentos pelo Brasil. Canepa costumava viajar para exposições agropecuárias, visitar familiares na região Sul e ir até sua fazenda em Minas Gerais. Com o tempo, passou a organizar viagens anuais pela América do Sul, geralmente acompanhado da esposa e de amigos de infância. Entre os trajetos mais longos estão roteiros de aproximadamente 10 mil quilômetros. Em uma das viagens, o Porsche 911 Turbo atravessou os Andes pela região de Jujuy, na Argentina, seguindo até o deserto do Atacama, no Chile. Um trecho de aproximadamente 600 km exigiu quase 11 horas de viagem, passando por diferentes paisagens desérticas. Em outra ocasião, o grupo cruzou a cordilheira pela região de Portillo, no Chile, visitou vinícolas e retornou ao Brasil passando por Bariloche e pela região dos Sete Lagos, na Argentina, além do Uruguai. Porsche 911 Turbo Amarelinho – Foto: Lucas Parisi/Stuttgart Porsche Por onde passa, o Porsche 911 Turbo amarelo também chama a atenção de moradores e turistas. Segundo Canepa, não é raro encontrar pessoas interessadas em fotografar o esportivo, especialmente nas fronteiras e nos postos de combustível argentinos. O proprietário costuma permitir que curiosos entrem no carro para conhecer seu interior. Motor original e revisão de seis meses Apesar da quilometragem elevada para um esportivo dessa categoria, o Porsche 911 Turbo mantém o bloco original do motor. Para isso, Canepa segue uma rotina de manutenção preventiva, realizada pelo mecânico Douglas Vasquez, da Stuttgart Porsche, responsável pelos cuidados do veículo. Segundo o proprietário, o óleo do motor é substituído anualmente, enquanto o fluido da transmissão é trocado a cada cinco anos. Velas e correias são renovadas a cada 50 mil quilômetros, e a embreagem foi substituída quando o carro atingiu 150 mil km. Porsche 911 Turbo Amarelinho – Foto: Lucas Parisi/Stuttgart Porsche A intervenção mais extensa aconteceu aos 200 mil quilômetros, quando o esportivo passou seis meses no Porsche Center São Paulo. Durante o serviço, os técnicos desmontaram o conjunto mecânico e realizaram uma revisão profunda do veículo. Foram substituídas as tubulações de fluidos e do sistema de arrefecimento, além do trocador de calor, cuja troca preventiva buscou evitar problemas de corrosão e uma eventual mistura de água com óleo. Mesmo depois de tantos quilômetros, o bloco original foi preservado. Porsche 911 Turbo Amarelinho – Foto: Lucas Parisi/Stuttgart Porsche Como é o Porsche 911 Turbo 2008? O Amarelinho pertence à primeira fase da geração 997 do Porsche 911 Turbo, produzida entre 2006 e 2009. O modelo utiliza motor boxer de seis cilindros contrapostos, com 3,6 litros e dois turbocompressores de geometria variável, capazes de entregar 480 cv de potência e 63,2 kgfm de torque. No caso do exemplar de Canepa, a transmissão é manual de seis marchas, combinada com tração integral. Segundo os números oficiais da fabricante, essa configuração acelera de 0 a 100 km/h em 3,9 segundos e alcança velocidade máxima de 310 km/h. Antes do Turbo, Canepa já havia sido proprietário de outros dois Porsche 911, primeiro um Carrera e depois um Carrera 4S. A mudança para a versão sobrealimentada aconteceu em busca de mais desempenho, especialmente pela combinação entre potência e tração integral. Porsche 911 Turbo Amarelinho – Foto: Lucas Parisi/Stuttgart Porsche Porsche de alta quilometragem chamou atenção até da fábrica A história do Amarelinho também teria repercutido dentro da própria Porsche. Conforme relatado pela Stuttgart à revista Insider, quando Canepa encomendou um Macan GTS para utilizar no dia a dia, a fabricante alemã tomou conhecimento da quilometragem de seu Porsche 911 Turbo e deu prioridade à produção do novo SUV. Porsche 911 Turbo Amarelinho – Foto: Lucas Parisi/Stuttgart Porsche Segundo o relato, o Macan foi fabricado na semana seguinte ao pedido, recebendo ainda uma configuração de suspensão personalizada de fábrica. Mesmo assim, o empresário continuou preferindo o Porsche 911 Turbo para percorrer grandes distâncias. Além da paixão por automóveis, Canepa tem histórico no automobilismo, incluindo experiências no kart e na preparação de motores. Depois de quatro décadas trabalhando no setor financeiro, passou a se dedicar também à produção de vinhos em sua fazenda no sul de Minas Gerais, onde mantém a vinícola Mascan. As viagens internacionais, inclusive, servem como oportunidade para conhecer regiões produtoras de vinho. Mas, independentemente do destino, o meio de transporte preferido continua sendo o Porsche 911 Turbo amarelo, que segue firme e forte, e contando cada vez mais quilômetros no odômetro. O post Porsche 911 Turbo com mais de 216 mil km já cruzou os Andes duas vezes; conheça a história apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
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[4r]Fiat Grizzly será montado em Betim (MG) e vai conviver com o Fastback
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Confirmado para o mercado brasileiro, o Fiat Grizzly, que terá carrocerias SUV e cupê, será montado em Betim (MG). A dupla antecipa a nova geração dos Fiat Pulse e Fastback no Brasil. Mas, de acordo com Jorge Moraes, da CNN Brasil, o Fiat Grizzly Fastback vai conviver com o atual Fiat Fastback. O jornalista, porém, não confirma se será adotada a mesma estratégia para o Fiat Pulse. A receita de portfólio segue a desenhada para o Fiat Argo e o Argo X. O novo Fiat Grizzly Fastback ocupará uma prateleira superior a do Fiat Fastback e vai permitir que a geração em vigor preserve seu espaço nas concessionárias como uma opção mais acessível. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Um argumento para a manutenção do Fiat Fastback no portfólio é sua boa aceitação no Brasil. Ele acumula 39.828 unidades comercializadas até setembro de 2026 e somou 57.297 unidades ao longo do ano passado, segundo a Fenabrave. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Fiat Continua após a publicidade Quais serão os motores do novo Fiat Grizzly no Brasil? O SUV e o SUV cupê terão versões com motor a gasolina, conjunto mecânico híbrido e uma variante puramente elétrica capaz de rodar 400 km com uma carga de bateria. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Fiat Os carros exibidos no Salão de Paris estavam equipados com um motor de quatro cilindros 1.2 turbo com sistema híbrido leve, que desenvolve 145 cv de potência, sempre acoplado ao câmbio automático de dupla embreagem. Continua após a publicidade No Brasil, contudo, os motores serão da família GSE: o três cilindros 1.0 turbo com sistema híbrido leve de 116 cv e o quatro cilindros 1.3 turbo com 176 cv. O primeiro terá câmbio CVT, enquanto o segundo usará câmbio automático de seis marchas. Qual é o tamanho dos novos Fiat Grizzly e Fastback? O Fiat Grizzly convencional tem porta-malas de 545 litros e a carroceria mede 4,39 m de comprimento. Já o Fiat Grizzly Fastback acomoda até 608 litros de bagagem, posicionando-se como o maior volume de sua categoria entre os carros com menos de 4,50 m, graças aos 4,49 m de comprimento total e perfil alongado. Em termos de comparação, o Fiat Pulse tem 4,09 m de comprimento e o Fiat Fastback, 4,44 m. Embora dividam a mesma plataforma modular, a Smart Car — compartilhada com os Citroën Aircross e Basalt para cortar os custos operacionais —, o design traseiro define a personalidade de cada versão. O Grizzly padrão adota uma traseira verticalizada. Já a variação Fastback aposta na queda de teto acentuada. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Fiat Mesmo com a carroceria alongada, o volume interno de 3,5 m³ é rigorosamente o mesmo em ambas as variações. A estratégia da Fiat é garantir que o formato de estilo cupê não obrigue o comprador a abrir mão do espaço na cabine. Continua após a publicidade Por onde anda o primeiro Fiat fabricado no Brasil? Fiat Grizzly no Brasil Os novos Fiat Grizzly e Grizzly Fastback começam a ser vendidos na Europa no dia 5 de janeiro de 2027, com uma tabela de preços agressiva: 20.000 euros (R$ 120.000 ao câmbio atual). As primeiras entregas na Europa estão previstas para fevereiro. Ainda não há um cronograma oficial para o lançamento no Brasil. A expectativa é que o Fiat Fastback chegue em 2027. Publicidade View the full article -
[FullPower]Triumph renova 9 motos no Brasil; veja o que muda em cada modelo
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Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower A Triumph anunciou novas opções de cores para nove motocicletas vendidas no Brasil, com preços que partem de R$ 29.990 e chegam a R$ 141.590. A atualização contempla modelos das famílias Speed, Scrambler, Street Triple, Tiger, Trident e Rocket 3, com novidades que começam a chegar gradualmente às concessionárias da fabricante britânica. Não foram anunciadas alterações mecânicas. Leia mais: Honda CG 160 2027 fica mais equipada e passa dos R$ 21 mil; veja novidades As mudanças abrangem desde as motocicletas de entrada, equipadas com motores monocilíndricos de 398 cm³, até as Rocket 3 Storm, que utilizam propulsores de três cilindros e quase 2.500 cm³. A Scrambler 400 X também receberá uma nova pintura, mas sua chegada está prevista apenas para novembro. Triumph Speed 400, Thruxton 400 e Scrambler 400 ganham novas cores Triumph Speed e Scrambler 400 – Foto: divulgação Na linha de entrada, a Triumph Speed 400, que custa a partir de R$ 29.990, passa a contar com a pintura Racing Red. A motocicleta mantém o motor monocilíndrico de 398 cm³, refrigerado a líquido, que entrega 40 cv de potência e 3,8 kgfm de torque, associado ao câmbio de seis marchas. Entre os equipamentos estão freios ABS, controle de tração e suspensão dianteira invertida. Já a Triumph Thruxton 400, vendida por R$ 34.990, recebe a cor Carnival Red. Com visual inspirado nas antigas café racers, ela utiliza uma versão mais potente do motor monocilíndrico de 398 cm³, capaz de entregar 42 cv a 9.000 rpm e 3,82 kgfm de torque a 7.500 rpm. A transmissão também é de seis velocidades, com embreagem assistida e deslizante. Triumph Thruxton 400 – Foto: divulgação Outra novidade é a volta da pintura Storm Grey para a Scrambler 400 XC, que parte dos mesmos R$ 34.990. Voltada também ao uso fora do asfalto, ela utiliza o motor de 40 cv e 3,8 kgfm da Speed 400, mas traz rodas raiadas de 19 polegadas na dianteira e 17 na traseira, preparadas para pneus sem câmara. As suspensões oferecem 150 mm de curso, enquanto o peso em ordem de marcha é de 186 kg. Triumph Scrambler 400 XC – Foto: divulgação A Triumph Scrambler 400 X, por sua vez, receberá a combinação Matt Grey/Matt Khaki Green em novembro. Com preço inicial de R$ 31.990, ela compartilha a mecânica de 398 cm³ e 40 cv com a XC, além da roda dianteira de 19 polegadas e das suspensões de longo curso. A principal diferença está nas rodas de liga leve, em vez das raiadas utilizadas pela versão XC. Triumph Scrambler 400 X – Foto: divulgação Street Triple 765 RS e Tiger Sport 800 também mudam Entre as motos de maior cilindrada, a Triumph Street Triple 765 RS ganha duas novas opções de pintura: Carnival Red e Granite. A naked esportiva, que custa a partir de R$ 74.190, utiliza motor de três cilindros em linha, com 765 cm³, capaz de entregar 130 cv de potência a 12.000 rpm e 8,2 kgfm de torque a 9.500 rpm. O conjunto inclui câmbio de seis marchas com quickshifter bidirecional, que permite trocar as marchas sem utilizar a embreagem, além de controle de tração, freios ABS otimizados para curvas, seletor de modos de pilotagem e suspensões ajustáveis. Triumph Street Triple 765 RS – Foto: divulgação Outra contemplada é a Triumph Tiger Sport 800, motocicleta de proposta sport-touring que parte de R$ 70.890. Ela passa a oferecer as combinações Graphite/Sapphire Black e Sapphire Black/Graphite, que utilizam as mesmas tonalidades, mas com distribuição diferente pela carroceria. Ela mantém o motor tricilíndrico de 798 cm³, com 115 cv de potência a 10.750 rpm e 8,6 kgfm de torque a 8.500 rpm. A transmissão é de seis velocidades, enquanto o pacote eletrônico inclui os modos de pilotagem Rain, Road e Sport, além de controle de tração e freios ABS otimizados para curvas. Triumph Tiger Sport 800 – Foto: divulgação Trident 800 e Rocket 3 Storm completam as novidades A Triumph Trident 800 também recebe a pintura Carnival Red. Vendida a partir de R$ 62.490, a roadster utiliza motor de três cilindros e aproximadamente 800 cm³, que desenvolve 115 cv e 8,6 kgfm de torque, associado a um câmbio de seis marchas. Entre seus equipamentos estão quickshifter bidirecional, piloto automático, três modos de pilotagem, painel com tela TFT e sistemas eletrônicos de assistência à condução, incluindo controle de tração e ABS sensíveis à inclinação. Triumph Trident 800 – Foto: divulgação No topo da linha, as Triumph Rocket 3 Storm também passam por mudanças visuais. A Rocket 3 R, com preço inicial de R$ 136.590, ganha a pintura Satin Pacific Blue, enquanto a Rocket 3 GT, que parte de R$ 141.590, recebe a combinação Matt Sapphire Black/Satin Granite. As duas compartilham o motor de três cilindros em linha e 2.458 cm³, com 182 cv de potência a 7.000 rpm e 22,9 kgfm de torque a 4.000 rpm. Trata-se do maior motor em cilindrada entre as motocicletas de produção em série, associado a um câmbio de seis marchas e transmissão final por eixo cardã. A principal diferença entre as versões está na ergonomia. A Rocket 3 R privilegia uma posição de pilotagem mais esportiva, enquanto a GT apresenta pedaleiras avançadas, guidão com posicionamento diferente e configuração voltada ao conforto em viagens. Segundo a Triumph, as novas opções de cores serão incorporadas gradualmente ao catálogo brasileiro, conforme a chegada das motocicletas às concessionárias. O post Triumph renova 9 motos no Brasil; veja o que muda em cada modelo apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article -
[DD]715G is here with UPGRADES!
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[4r]Disputa entre Caoa Chery e Omoda Jaecoo deve trazer Rely de volta ao Brasil
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Há treze anos, a Rely estreou no Brasil com uma picape de R$ 29.990. A marca é a divisão de produtos comerciais da Chery e deverá voltar ao Brasil muito em breve com uma picape híbrida diesel. Trata-se da Chery Stockman, uma picape grande, com 5,45 metros de comprimento e 3,25 m de entre-eixos. Para efeitos de comparação, a Toyota Hilux tem 5,32 metros e 3,08 m, nas mesmas medidas. No entanto, o posicionamento da Stockman seria para competir neste segmento. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chery Talvez o leitor se questione sobre o uso da marca Chery ao invés de Rely. Como sabemos, a Chery detém acordo com a Caoa para exploração de sua marca e passou a atuar no Brasil de maneira independente em outras frentes, trazendo ao mercado a Omoda Jaecoo. Vale ressaltar que no futuro próximo ainda veremos iCaur e Lepas, enquanto Exeed, Luxeed e Freelander estão em estudos para o nosso mercado. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chery Dessa maneira, chamá-la de Chery seria impossível, enquanto a Caoa já apontou que sua picape será a Himla. Ainda dentro do grupo Chery há a Jetour, que detém a operação a parte de Omoda Jaecoo no Brasil, e registrou a F700 no país. Quando olhamos somente para Omoda, os carros têm apelo futurista e urbano, que não combinam com a Stockman. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chery Por outro lado, a Jaecoo poderia se encaixar na proposta off-road da Stockman, porém, fontes da marca apontam que a distância da linguagem de design afasta essa possibilidade, além da necessidade de criar uma nova grade com outra marca para o produto. Enquanto a Stockman já é vendida na China como Rely, o que facilitaria a logística e reduziria custos. Continua após a publicidade O que já sabemos da nova picape A Chery, ou Rely, Stockman está nos planos para o Brasil. A marca fala em lançar uma picape híbrida diesel, ainda sem citar modelo e marca. De qualquer maneira, já sabemos alguns detalhes sobre o produto. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chery Continua após a publicidade – <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chery O conjunto híbrido combina um motor quatro cilindros 2.5 turbodiesel a um propulsor elétrico, ambos alimentados por uma bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) de 34 kWh. O resultado dessa união são 479 cv e 81,5 kgfm de torque. Trata-se de um sistema híbrido plug-in que garante até 96 km de autonomia elétrica sem o uso de diesel. Continua após a publicidade A picape pode levar até 1.000 kg, compatível com a lei brasileira que exige uma tonelada de carga para veículos diesel e com a média do mercado de picapes médias. A capacidade de reboque é de até 3.495 kg com freio. Publicidade View the full article -
[FullPower]Avaliação: Leapmotor B10 BEV se divide entre vantagens e vacilos
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Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower SUV, chinês, elétrico, R$ 183 mil. Ele tem uma versão híbrida (REEV), que custa menos, mas aqui falamos da 100% elétrica, que atende o público que busca emissão zero. O Leapmotor B10 BEV é um carinha simpático, com traços que lembram, consideravelmente, os monovolumes dos anos 2000, sem abrir mão das praticidades de espaço interno, dirigibilidade, modularidade e afins. Só que, não, ele não é perfeito, e passa longe disso. Se divide entre vantagens e vacilos. Leia mais: Avaliação: GWM Haval H6 HEV2 e os motivos para ele vender tanto Leapmotor B10 BEV – Foto: Lucca Mendonça Leapmotor B10 BEV lembra um monovolume Dito SUV compacto-médio, o Leapmotor B10 BEV pode ser associado aos tão famosos monovolumes dos anos 2000, como Chevrolet Zafira, Citroën Picasso, Renault Scenic e afins. Aposta na dianteira curta e inclinada, linha de cintura elevada, teto alto e plano, traseira bem vertical, janelas grandes e linhas limpas. Isso se reflete no seu amplo espaço interno, que acomoda quatro adultos e uma criança no meio do banco traseiro, com enorme vão entre os assentos, assoalho totalmente plano, caixa de ar nivelada com o piso e cabine com pé direito alto. Sobra porta-malas, também, que supera os 425 litros se somados o compartimento traseiro (405 litros) com o dianteiro (21,5). Como tem o generoso teto panorâmico, e janelas de boas dimensões, o Leapmotor B10 BEV passa uma boa sensação de amplitude para quem viaja, e sua cabine, por essas e outras, é arejada e bem iluminada. No banco traseiro, tem apenas o mal dos elétricos, que é o assoalho alto: ocupantes de maior estatura ficam com joelhos em posição mais elevada que o quadril, o que pode incomodar nas viagens longas. Bancos dianteiros são altos e forçam uma posição bastante vertical e ereta, em um dos pontos que mais assemelha esse chinês aos monovolumes de outrora. Só não espere um acabamento tão caprichado quanto do C10, maior: tem mais plástico. Leapmotor B10 BEV – Foto: Lucca Mendonça Sólido e bom de guiar Em contrapartida, todo o restante da vida a bordo é digna de SUVs médios caprichados. Os Leapmotor, no geral, usam uma plataforma modular com bom nível de engenharia, e que transmite bastante solidez, algo um tanto raro entre os chineses. Suspensões independentes e freios a disco nas quatro rodas estão lá, mas é na hora de dirigir em altas velocidades, contornar curvas rápidas ou encarar um teste de torção de carroceria (num terreno inclinado, por exemplo), que as vantagens do Leapmotor B10 BEV aparecem. A tal solidez permite que o Leapmotor B10 BEV seja conduzido próximo da sua velocidade máxima por longas distâncias sem instabilidades, oscilações ou outras surpresas negativas. Na hora de fazer uma curva rápida ou um desvio brusco de trajetória, mesmo com tração traseira, parece estar sobre trilhos, inclina pouco a carroceria e vai sempre para onde o volante aponta. Freia alinhado, sem descontroles ou desequilíbrios, também. E um dos responsáveis é o sistema de suspensões independentes de curso curtinho e competência para lidar com inclinações ou oscilações demais da carroceria, mesmo com acerto macio. Leapmotor B10 BEV – Foto: Lucca Mendonça Nos pisos lunares, o Leapmotor B10 BEV se vira bem, e mantém o perfil confortável para os passageiros, embora molas e amortecedores reclamem bastante nos buracos maiores, lombadas rápidas, valetas profundas e por aí vai. Podem bater seco ou dar fim de curso com facilidade, chegando a, inclusive, permitir que o parachoque dianteiro ou assoalho raspe em quebra-molas mais acentuados ou valetas desproporcionais. A altura livre do solo é similar à de um Renault Kwid, com 18,5 cm. Leapmotor B10 BEV – Foto: Lucca Mendonça Quem cuida da Leapmotor é a Stellantis, então o grupo automotivo global dá alguns pitacos nos projetos da marca chinesa. Ao menos, nos acertos mecânicos e do powertrain. Uma direção bem precisa (com peso variável, também), suspensões que favorecem a dinâmica de carroceria, freios responsivos e jeitão de SUV mais premium na tocada são provas de que a engenharia foi levada à sério no Leapmotor B10 BEV, como em outros carros da marca. E, mesmo sólido assim, ele é ligeirinho pra acelerar… Leapmotor B10 BEV – Foto: Lucca Mendonça Ligeirinho com tração traseira Tração traseira, aqui, é só por pura eficiência energética. O Leapmotor B10 BEV não é esportivo, para fazer drift, nem nada disso. Mas, sim, é divertido de guiar: imagine as qualidades de curva, frenagem e estabilidade junto do motor elétrico com quase 220 cv. Seu torque é moderado, inferior ao de um VW T-Cross 250TSI (24,5 mkgf), só que ele conta com um acelerador eletrônico bem imediato, sem atrasos: com pouca pressão no pedal direito, o carrinho já ganha velocidade de forma animadora, pelo menos nas arrancadas. Depois, conforme a velocidade cresce, já se torna mais progressivo. Ele não tem um modo de condução Econômico, que faz falta para quem quer poupar energia, só que, justamente por isso, não nega fogo nas arrancadas: em números oficiais, demora apenas 7,6 segundos para ir de 0 a 100 km/h, número melhor que o dos rivais diretos (BYD Yuan Pro e GWM Ora 5). Aos 170 km/h de velocidade máxima, o silêncio continua imperando, assim como em velocidades mais baixas (até cerca de 35 ou 40 km/h, um zumbido de alerta aos pedestres pode causar estranheza, mas logo some). É um carro caprichado nos isolamentos térmico e acústico, em mais uma prova de boa engenharia da Leapmotor. Autonomia além do Inmetro Autonomia é outro ponto equilibrado no Leapmotor B10 BEV. Sua bateria é um tanto limitada no tamanho (56,2 kWh), mas falamos de um projeto moderno e eficiente, que supera os números de autonomia do Inmetro sem dificuldades. Os 288 km homologados nas melhores situações se tornam mais de 400 km com facilidade, especialmente no uso urbano, com pé leve e aproveitando a máxima regeneração de energia (que é forte, One Pedal). Na estrada, aí sim, os pouco menos de 300 km são comprovados ao redor dos 100 km/h. Em velocidades maiores, espere cerca de 250 km de autonomia rodoviária, ainda interessante. Recarga? Tranquila, em até 140 kW de potência nas melhores fontes (o Ora 5 chega a 120, e o Yuan Pro é bem limitado com 65), entrada convencional Type 2, e promessa de recuperar 50% da carga em 16 minutos nos melhores casos. Ainda traz a clássica função V2L, aquela que, ao conectar um cabo ao carro, pode transformá-lo em um enorme gerador de energia estacionário, que alimenta equipamentos elétricos e eletrônicos externos (ótimo para acampamentos ou apagões de energia). Vacilos Bacana, né? Só que, para ter um Leapmotor B10 BEV você precisa se acostumar com várias…peculiaridades. Esqueça chaves: ele tem um cartão, sem botões nem nada, que destrava o carro ao encostar no retrovisor esquerdo (só nele!), e permite a partida ao ser posicionado no console (num local específico). Ele liga com senha, caso você prefira, também. Mas, para travar e destravar sem usar o celular, é só com o incômodo cartão encostando no retrovisor esquerdo. Suas maçanetas retráteis são ótimas para a aerodinâmica, mas complicadas no uso: é preciso puxá-las para fora e depois puxar novamente para abrir as portas. Com as mãos ocupadas, mais atrapalham do que ajudam. Leapmotor B10 BEV – Foto: Lucca Mendonça Por dentro, o Leapmotor B10 BEV é minimalista ao extremo. São pouquíssimos botões (nem a persiana do teto-solar tem botão físico), e praticamente tudo está concentrado na multimídia de 14,6 pol., que é bonitona e rápida, mas confusa de operar com tantas funções importantes. Comandos do ar-condicionado, abertura interna do porta-malas, ajustes dos retrovisores, travamento e destravamento interno das portas, ajustes dos faróis (inclusive alternar entre lanterna e facho normal), e outros controles importantes só estão na tal central. Requer costume, e paciência. E, claro, há um pacote ADAS bem completão, só que extremamente ansioso e intrusivo, daqueles que dá alertas muito antes da hora, quer se intrometer na condução sem necessidade, e até faz algumas leituras erradas. Dá pra desligar quase tudo (pela multimídia, claro), mas a cada nova partida, está tudo ativado novamente. Função bacana é a câmera interna que monitora o motorista, percebendo distrações, sono, fadiga e até olhos fechados, algo raro no segmento. Só que, caso ele perceba que o motorista está com sono, pode ativar novamente todos os assistentes de condução possíveis, para ajudar o condutor cansado. O que tem, e o que falta Haja costume para lidar com o Leapmotor B10 BEV. Bom para quem curte minimalismo, ou quer mostrar para o vizinho que seu carro destrava com cartão, dirige sozinho, conversa com você (assistente de voz com IA), não tem botão de partida e faz outras peripécias. No mais, oferece bom pacote de equipamentos: 7 airbags, teto panorâmico, excelente sistema de som, painel digital, bancos em couro sintético, sensor crepuscular, ar digital automático, controle eletrônico de descidas (HDC), carregador sem fio, câmeras 360º, internet a bordo, sensores de estacionamento traseiros (vacilo não ter os dianteiros, também) etc. Ajustes elétricos do banco do motorista, sensor de chuva, retrovisor fotocrômico e luzes ambientes em LED ficam de fora. Leapmotor B10 BEV e seu irmão Grande pedra no sapato do Leapmotor B10 BEV talvez seja seu próprio irmão, o B10 REEV, híbrido plug-in, que sai por menos de R$ 180 mil, tem autonomia de mais de 900 km, motor a gasolina pra quando a carga da bateria acabar e um pacote de equipamentos mais completo, com bancos dianteiros elétricos com memória e ventilação, iluminação ambiente em LED personalizável, apoio de braço traseiro e sistema de som ainda melhor. O minimalismo em excesso, pacote ADAS ansioso, cartão no lugar da chave e as maçanetas pouco ergonômicas, esses estão presentes nas duas versões. Calibração justinha da mecânica, amplo espaço interno, conforto e dirigibilidade apurada, também. O post Avaliação: Leapmotor B10 BEV se divide entre vantagens e vacilos apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article -
[JonalCarro2]Por que tanta gente arrisca a vida no trânsito para economizar tão pouco tempo?
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De ultrapassagens proibidas a atalhos na contramão, pequenas economias de tempo podem terminar em tragédias, embora a espera costume ser menor do que pareceView the full article -
[4r]Chery revela nova geração do Tiggo 7 na China com cabine luxuosa e mais tecnologia
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A Chery apresentou a nova geração do Tiggo 7 durante seu encontro global em Wuhu, na China. A fabricante chinesa optou por mexer pouco na identidade visual, focando muito mais no interior e na lista de equipamentos para deixar o utilitário mais competitivo no mercado global. A carroceria preserva os traços conhecidos do veículo, mas recebe novos para-choques, saias laterais redesenhadas e uma ampla grade frontal com acabamento em preto brilhante. Os faróis de led ganharam contornos mais nítidos para demarcar a assinatura visual atualizada, enquanto os retrovisores foram deslocados dos vidros para os painéis das portas. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chery Para compor o visual renovado, os designers da marca incorporaram rodas de liga leve inéditas e aplicaram um vinco mais forte na linha de cintura, conferindo um aspecto mais assentado no asfalto. Na traseira, o novo conjunto óptico acanalado posicionado logo acima do logotipo da empresa busca criar uma harmonia direta e fluida com o estilo adotado na dianteira. Continua após a publicidade O teto do carro também revela mudanças, exibindo um novo módulo instalado para abrigar os sensores e as câmeras de 20 funções do pacote ADAS. As fabricantes chinesas têm investido bastante em sistemas de condução autônoma, e a Chery não é exceção com a nova geração do utilitário. A fabricante substituiu o painel anterior por um layout muito mais limpo, focado em uma enorme central multimídia horizontal e um quadro de instrumentos digital exclusivo. Para elevar o conforto no uso diário, os bancos dianteiros passam a integrar sistemas independentes de aquecimento, ventilação, massagem e práticos apoios de pernas retráteis. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chery Essas funções de comodidade costumam aparecer apenas em configurações premium de segmentos muito superiores, atestando a agressividade da marca no pacote de fábrica. Abaixo da tela principal, os engenheiros preservaram uma fileira de interruptores físicos, enquanto a iluminação ambiente personalizável cruza toda a extensão do painel frontal para alterar a atmosfera a bordo. Continua após a publicidade Em termos de funcionalidade para as viagens familiares longas, a arquitetura interna do SUV consegue acomodar 505 litros de bagagem no porta-malas sem exigir o rebatimento da segunda fileira de assentos. Esse volume específico representa uma leve diminuição em comparação aos modelos movidos exclusivamente a gasolina atuais, possivelmente devido à nova disposição dos componentes elétricos da bateria. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade O catálogo contará com opções a combustão e também configurações baseadas no conjunto mecânico híbrido plug-in (PHEV), que a montadora batizou de Super Hybrid. A principal novidade tecnológica do sistema eletrificado é a inclusão de uma função nativa de recarga programada para o pacote de baterias a partir do próprio sistema de infotenimento. O recurso permite que os proprietários configurem o horário exato em que o veículo começará a extrair energia da tomada da garagem residencial. Com isso, os motoristas podem agendar o abastecimento para os períodos de madrugada, aproveitando tarifas de eletricidade mais baratas e maximizando a economia prometida pela tecnologia. Continua após a publicidade Quanto custa a bateria de um carro híbrido e quando deve ser trocada? Além da eficiência elétrica, a plataforma suporta motores movidos a gasolina, que devem continuar compondo a porta de entrada da nova geração em diversos mercados. Existe ainda a possibilidade de uma variação com motorização híbrida plena (HEV) entrar no portfólio no futuro, visando clientes sem infraestrutura de recarga em casa. Apesar da renovação do carro para o mercado global, a chegada ao Brasil pode demorar. A Caoa Chery costuma seguir um ritmo próprio para lançamentos e não deve renovar o SUV tão cedo, ainda mais considerando que o Tiggo 7 2027 estreou em agosto com um novo design. Publicidade View the full article -
Conheça a nova Multimídia Receiver DMH-AP6850BT 9" Perfect Fit, que se encaixa perfeitamente nas molduras de painel já existentes, mantendo a originalidade do seu carro. 🚘 Por dentro, o som Pioneer de sempre, com ajustes de áudio que fazem a diferença na qualidade de som, além de todo o know-how da engenharia japonesa, pronto para melhorar sua experiência de áudio. 🫵 Você e o seu carro merecem esse match perfeito: som, imagem, potência e conectividade.View the full article
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Quem viveu a era de ouro do tuning nacional sabe o quanto esse projeto era único! Directo do acervo do www.SPPORTCARBR.net, esse MX-3 trazia a essência pura de uma época inesquecível: 🔥 Kit em fibra exclusivo da KM Tuning 🔥 Lendárias rodas Procar Bern brancas 🔥 Fendas nos para-lamas 🔥 Traseira limpa com lanternas full red 🔥 Capo "Bad Boy" 🔥 Coluna de adesivos na porta Um visual gringo e raríssimo de se ver rodando por aqui com tanta personalidade. 💬 E você, de qual detalhe dessa época sente mais falta no cenário automotivo? As rodas brancas, os bodykits em fibra ou fendas nos pára-lamas? Deixe aí nos comentários! 👇 📸: Eric SpportCarBR #spportcarbr_net #MazdaMX3 #tuningbrasil Siga SpportCarBR.net ( 90 / 2000)View the full article
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[4r]BMW Concept 7 Protection é um blindado discreto repleto de dispositivos secretos
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O Concept 7 Protection é o novo carro-conceito da BMW, que tem como função apresentar uma visão da marca sobre um carro de luxo com proteção extra para os seus passageiros. O protótipo tem como base o sedã M760e xDrive e é blindado com nível de proteção VR9 (VPAM 10 opcional). BMW Concept 7 ProtectionDivulgação/BMW Isso concede ao veículo uma proteção contra armas de calibre 9×19 mm e .44 Magnum, segundo a fabricante. O carro recebeu outros recursos de discrição, como a inclusão de seções opacas no habitáculo, enquanto as janelas triangulares traseiras têm proteção blindada adicional. BMW Concept 7 ProtectionDivulgação/BMW Para o teto, foi destinada uma camada de proteção formada por aço e compósitos reforçados com fibra, sob o teto solar panorâmico de vidro padrão. Essa camada isola a parte superior do habitáculo, enquanto o teto solar mantém a aparência de um modelo convencional de produção. Continua após a publicidade Por esse motivo, a persiana do teto solar panorâmico de vidro não abre e fica permanentemente fechada. Outro objetivo do veículo é oferecer segurança sem abrir mão daquilo que um carro desse porte entrega aos ocupantes, como conforto e dinâmica de condução para o motorista. Quais são os dispositivos surpresa do BMW Concept 7 Protection? Para emergências, o carro tem à disposição um sistema de intercomunicação que permite falar com pessoas de fora do veículo com as portas fechadas. O sistema utiliza microfones e alto-falantes, além de um alarme contra ataques, que aciona alertas visuais e sonoros instantâneos. BMW Concept 7 ProtectionDivulgação/BMW Continua após a publicidade Os vidros laterais dianteiros e traseiros podem ser operados eletronicamente, mas não podem ser totalmente abertos. Por dentro, o carro segue com o seu design minimalista, com aplicação de couro Merino branco fumê e detalhes luxuosos com o revestimento do teto em Alcantara. BMW Concept 7 ProtectionDivulgação/BMW Os vidros têm proteção solar e as persianas elétricas aumentam a privacidade dos passageiros. A BMW apresenta neste conceito um console traseiro com mesa dobrável, que inclui uma bandeja de carregamento sem fio e compartimento refrigerado para a comodidade dos ocupantes. Continua após a publicidade BMW Concept 7 ProtectionDivulgação/BMW Os modelos BMW Série 7 convencionais serão vendidos com esse console traseiro a partir do segundo semestre de 2027. Para a dirigibilidade, a BMW trabalhou na calibração de chassi, freios, tração e sistemas de assistência ao condutor, mitigando o peso da blindagem extra. Desta maneira, a fabricante tentou deixar o carro o mais próximo possível de um modelo sem blindagem. “O conceito de proteção visa lidar com riscos cotidianos, situacionais ou altamente imprevisíveis”, diz a BMW em seu material à imprensa para explicar o foco do sedã. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A nota continua afirmando que o projeto inclui proteção contra “ataques violentos, ataques durante viagens rodoviárias ou situações de perigo em deslocamentos e em regiões com segurança incerta”, garantindo a integridade dos clientes sem chamar atenção desnecessária. BMW Concept 7 ProtectionDivulgação/BMW Continua após a publicidade Qual é a motorização e a potência do novo sedã blindado da BMW? A motorização híbrida plug-in desta configuração combina um motor seis cilindros em linha 3.0 a gasolina (426 cv) com um propulsor elétrico (197 cv) integrado ao câmbio de oito marchas e à tração integral BMW xDrive. O conjunto gera potência de 612 cv e torque máximo de 81,5 kgfm. Tudo que você precisa saber para manter um carro blindado Qual é o foco de mercado do BMW Concept 7 Protection? A BMW afirma que o Concept 7 Protection oferece uma visão sobre a potencial expansão do portfólio de proteção da marca. Inicialmente, a fabricante mira em mercados europeus selecionados para testar a receptividade dessas novas tecnologias de segurança em automóveis de luxo. BMW Concept 7 ProtectionDivulgação/BMW Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Sono ao volante? Conheça sistema da Volvo que freia caminhão sozinho
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Tecnologia estreia na Fenatran 2026 e promete evitar acidentes ao detectar sinais de sonolência; dados da PRF mostram 818 acidentes com caminhões causados por condutor dormindo em 2025View the full article -
[4r]Problema no motor 1.0 turbo de HB20 e Creta causa falha e superaquecimento
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O roteiro é conhecido: o nível de água no reservatório de arrefecimento diminui de repente, acende-se a luz da injeção e o motor perde potência. Há inúmeros relatos com esses resumos feitos por mecânicos e donos de HB20 e Creta, na forma de vídeo ou postagens de texto, nas comunidades dedicadas à Hyundai na internet. Vale a pena comprar carro usado de locadora? Para entender o caso, que alguns relatos descrevem ser trinca no bloco do motor, e outros problemas de vazamentos no radiador, buscamos uma explicação oficial e encontramos a Informação de Serviço HSP21-12-Z095-BR2SU2b, líquido de arrefecimento, LLC, e fluido da transmissão, ATF, misturando no motor 1.0 T-GDI, enviada pela Hyundai às concessionárias em 04/12/2023. O objetivo do comunicado é orientar o reparo em veículos HB20 e Creta, equipados com motor Kappa 1.0 T-GDI e transmissão automática, que apresentarem falha interna nas galerias do radiador, causando a mistura do líquido de arrefecimento com o fluido da transmissão automática, contaminando ambos os sistemas, resultando em motor superaquecendo e, em casos mais extremos, transmissão apresentando trancos e códigos de falhas, DTCs. Continua após a publicidade Creta e HB20Divulgação/Hyundai Chama a atenção que no documento de 18 páginas falta a informação em relação aos anos e chassis contemplados. A orientação fala que os produtos envolvidos são todos os modelos que apresentarem a falha, ou seja, sem limite de tempo e/ou chassis. Continua após a publicidade Procuramos a Hyundai, que, por meio de sua assessoria de imprensa, responde que a empresa “confirma que, em 2023, identificou a citada intercorrência em algumas unidades do HB20 e do Creta” e que “desde então, vem realizando todos os reparos necessários em garantia, sem nenhum custo aos clientes”. A marca reforça também que o volume de atendimentos relacionados ao tema vem apresentando redução desde 2024, o que comprova o caráter pontual da situação, e reafirma que a rede de concessionárias Hyundai segue devidamente preparada e orientada para atender, com agilidade e qualidade, eventuais casos. Continua após a publicidade O povo reclama “Em 2023 comprei um Creta 1.0 T-GDI Platinum, com garantia de cinco anos. Três meses antes de completar dois anos, o motor do carro começou a perder potência, acender a luz da injeção. Na concessionária disseram ser as velas do motor, mas o problema continuou e voltamos. Então, trocaram a injeção. Na quarta visita, identificaram que o problema era a trinca no bloco do motor.” Relato editado do proprietário, de Indaiatuba (SP), no Reclame Aqui “Foram muitas visitas, e desgastes, até a concessionária descobrir que o problema era a trinca no bloco do motor do meu carro.” Continua após a publicidade Relato editado do dono de um Hyundai HB20 T-GDI, de Varginha (MG), no Reclame Aqui “Na concessionária, informaram que havia vazamento de líquido de arrefecimento na câmara de combustão, mas negaram a garantia.” Relato editado do dono de um HB20S, de Varginha (MG), no Reclame Aqui Publicidade View the full article -
MAIS TECNOLOGIA, MAIS CONECTIVIDADE! 🔊🔥 O Expert X12 continua surpreendendo! Além das 12 saídas de áudio, entradas RCA, alta e óptica, o processador se destaca pelo baixíssimo nível de ruído e pelas possibilidades de conectividade. E as novidades não param por aí! 🚀 Com o aplicativo Expert Tune, agora é possível conectar um pendrive ao tablet através de um adaptador OTG, acessar suas músicas diretamente pelo aplicativo e reproduzi-las via Bluetooth no X12! 🎶📲 Mais praticidade, tecnologia e versatilidade para o seu sistema de som! ▶️ Confira no vídeo mais detalhes dessa novidade! Quer saber mais? Confira o vídeo na íntegra: https://www.youtube.com/live/ogTtRr0Hzps?si=r14EVuDI1dzk8wG4 #BandaAudioparts #ExpertElectronics #ExpertX12 #ExpertTune #SomAutomotivo #Tecnologia #InovacaoView the full article
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[JonalCarro2]O que acontece com a bateria do carro elétrico após a garantia de 8 anos?
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Com durabilidade de até 15 anos em aplicações automotivas se bem cuidadas, baterias de lítio exigem descarte correto, ganham ‘segunda vida’ e impactam o valor de revenda nos usadosView the full article -
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[CE1]Introducing HogPlay Harley Davidson Accessories
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HogPlay, a collection of interfaces for Harley-Davidson and some Indian motorcycles, is offered by Tunes-N-Tint, a leading car audio dealer in Lakeland, FL. When launched in 2024, HogPlay’s Wireless CarPlay Bypass dongle was one of the first on the market, said the shop. The dongle now also includes Wireless Android Auto and has sold close to 4-5,000 units. HogPlay was created as Apple locks out CarPlay on newer bikes unless there’s an active Bluetooth headset or communicator paired to it (such as on the Skyline OS on 2024 and newer Touring models). HogPlay emulates a paired Bluetooth headset so the factory Harley-Davidson radio (such as the Boom! Box GTS or Skyline) unlocks CarPlay and USB functions to work, without a paired physical helmet headset. Tunes-N-Tint hired coders to develop HogPlay. And with Android Auto, Tunes-N-Tint owner Joe Cassity, who has done software development, did some of his coding along with “one of my guys who is geeky into Android.” “With HogPlay we saw the need. Customers kept asking us for solutions,” said Cassity. The HogPlay line has expanded and in June it was opened up to dealers. Some dealers are also now selling the device under their own brand, said Cassity. HogPlay installs under the seat in less than 2 minutes. Street price is $99. This March, HogPlay introduced its streaming MediaBox for Android Auto, allowing full Netflix, YouTube and Google Play store. Users can also add DVR/camera functions. Also new are USB Piglets: USB Wireless CarPlay/Android Auto plugin adapters. For customer support, HogPlay swaps out devices, no questions asked. It walks dealers who need assistance through its tech support videos. The basic Media Box (wireless CarPlay/Android Auto, audio/video streaming) has a street price of $199.99 and the step up, which adds apps from the Google Play store and increased SD card capacity up to 256GB sells at $249.99. There are also HogPlay full 7 inch radios with wireless CarPlay/Android Auto (with or without a DVR dashcam) at $499.99 or $399.99. More recently, a number of Chinese companies began selling CarPlay bypasses. Cassity says, “When they have bugs or issues, good luck. A lot of the time they are car stuff that just got sold for motorcycles.” Many Harley riders “are not tech people. They are not going to search on how to hack their motorcycle. They want a premium solution that is going to work flawlessly,” he said. Tunes-N-Tint, a long time car audio shop and member of the Mobile Electronics Specialists of America (MESA) buying group, has gradually become a leading motorcycle audio shop. It attends as many as a dozen major motorcycle rallies across the country each year and revenue from the rallies just about matches the shop’s revenues. See more at HogPlay.com or visit https://hogplay.com/contact/dealer for more info. The post Introducing HogPlay Harley Davidson Accessories appeared first on ceoutlook.com. View the full article -
[CE1]Remote Start Season 2026-2027 Weather Outlook
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Remote start dealers may want to note that this winter’s weather outlook looks to be warmer than average in much of the North and wetter than average in the South, following a typical El Nino pattern. Shaping this winter is a "super" El Niño that may be the strongest ever recorded, according to AccuWeather. El...View the full article -
Quem lembra da energia dos campeonatos de som automotivo no lendário Estádio do Pacaembu na segunda metade dos anos 90? 🏟️🔊 Esse Ford Versailles de respeito marcou época rodando pesado pelos encontros daquela época (por volta de 1997/98). O carro ostentava um belo jogo de rodas Binno B-880 CR, o clássico adesivo da Charada Films e as icônicas faixas esportivas cruzando a carroçaria — famosas na época como no estilo Dodge Viper —, além de vir em uma altura extremamente baixa para os padrões daquela época! Era a verdadeira escola do tuning nacional raiz, onde cada detalhe fazia a diferença nos encontros de som e rebaixados. Conta pra mim: alguém aqui lembra desse Versailles desfilando pelos eventos do Pacaembu ou cruzou com ele pelas ruas? Deixa a sua lembrança nos comentários! 👇🔥 📸: Eric SpportCarBR #spportcarbr_net #culturaautomotiva #carrosrebaixados #versailles #rodabinno Siga SpportCarBR.net ( 90 / 2000)View the full article
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