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  1. Hoje
  2. Depois de quase 10 anos, o Volvo XC40 está de cara nova. Lançado em 2017, o SUV atualmente não é oferecido no Brasil, apenas sua variante elétrica, o EX40. A marca sueca aproveitou para atualizar também o XC40 Recharge, que foi lançado originalmente em 2021 como C40 Recharge. Os modelos ganharam novidades visuais, atualizações de equipamentos e melhorias na cabine. Começando pelo visual, há faróis redesenhados, que ainda possuem a assinatura com “martelo de Thor”, mas agora com linhas mais simples. Para diferenciar o XC40 do EX40 basta olhar para a dianteira, uma vez que o modelo a combustão ostenta grade contrastante e o elétrico tem a peça na mesma cor da carroceria. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volvo A traseira seguiu a mesma tendência visual, ou seja, manteve o formato geral dos LEDs, mas com um desenho mais simples, com exceção do EC40 que manteve inalterada sua lanterna que acompanha o caimento do vidro traseiro. No geral, a atualização diferencia a linha 2027 dos anos anteriores, mas não se trata de uma mudança radical na linguagem visual. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volvo No interior, a maior novidade fica para central multimídia que agora tem 11,2 polegadas. A Volvo promete mais nitidez e menos toques para acessar as funções principais. Os modelos da Série 40 são equipados com Google Gemini e o condutor pode usar o assistente de IA para diversas funções, desde planejamento de percurso até o envio de mensagens. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volvo A Volvo aproveitou para aprimorar os equipamentos de segurança. Há novos radares frontais, laterais e traseiros, nova câmera frontal, 12 novos sensores ultrassônicos e novas câmeras de estacionamento, que podem ser 360 graus com visão 3D. Entre os itens, foi adicionado o alerta de abertura de porta para proteger ciclistas. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volvo O XC40 ainda é o único com motor 2.0 turbo a gasolina e sistema híbrido leve, configuração indisponível no Brasil. São duas versões, a primeira delas tem 163 cv e 27 kgfm de torque, enquanto a mais potente é calibrada para 197 cv e 30,6 kgfm de torque. O câmbio é sempre automatizado de dupla embreagem com sete marchas. O sistema MHEV tem 48V. Continua após a publicidade Tudo que você precisa saber para manter um carro blindado As variantes elétrica, EX40 e EC40, são oferecidos em cinco versão. São três com tração traseira, com um único motor elétrico de 238 cv nas duas primeiras versões, enquanto a P5 Long Range chega a 252 cv. O torque é sempre de 42,8 kgfm. A bateria da versão de entrada tem 69 kWh e 435 km de autonomia, acima está uma bateria de 70 kWh e autonomia de até 477 km, enquanto a Long Range tem 82 kWh e 576 km de autonomia, sempre segundo o ciclo WLTP. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volvo Já as versões P8 possuem dois motores elétricos e são oferecidas com 408 cv e 442 cv, além de 68,3 kgfm de torque. As baterias são de 82 kWh e autonomia máxima é de 540 km. Publicidade View the full article
  3. Palantir Titan funciona como estação de batalha móvel e centro de inteligência artificial sobre rodas e custa R$ 122 milhões cadaView the full article
  4. A Ford Ranger Super Duty recebeu adaptações com o intuito para armar o exército britânico. O objetivo da fabricante é vender para a região cerca de 2.500 veículos e, desta maneira, substituir os modelos Steyr-Puch Pinzgauer e Defender até 2030. O contrato está avaliado em 4.800.000.000 de libras, segundo o site Carsales. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Para modificar a picape, com opções 4×4 e 6×6, a Ford envolveu as empresas General Dynamics Land Systems UK e a Ricardo. Os modelos podem receber uma carga útil de 1,9 tonelada e capacidade de reboque de 4,5 toneladas. A Ford Super Duty é equipada com motor V6 3.0 turbodiesel, que desenvolve 209 cv de potência e 61,1 kgfm de torque. Ford Ranger Super Duty com aplicação militarDivulgação/Ford Continua após a publicidade Os carros, segundo a Ford, têm bloqueio dos diferenciais dianteiro e traseiro, caixa de transferência reforçada, suspensão aprimorada e proteção em aço para a parte inferior da carroceria. A travessia em água pode ocorrer em até 85 cm e a altura livre do solo é de quase 30 cm. Por fora, há interruptores auxiliares pré-cabeados para câmeras e sensores. Por dentro, a marca promete uma tela sensível ao toque projetada para exibir e controlar softwares táticos. Continua após a publicidade Ford Ranger Super Duty com aplicação militarDivulgação/Ford A Ford apresentou oito adaptações para a configuração Super Duty. A lista inclui variantes para transporte de tropas, suporte de equipamentos e ambulância de campo de batalha, para citar. Continua após a publicidade Ford Ranger com diferentes aplicações militaresDivulgação/Ford Segundo a proposta da Ford, as instalações da General Dynamics Land Systems UK em Merthyr Tydfil e Oakdale, no sul do País de Gales, serão os locais onde os modelos serão convertidos e receberão suporte para o exército britânico. Continua após a publicidade 10 vezes que o Jimny foi transformado em outro carro Os testes de avaliação de carros pelo exército local ocorrerão entre outubro de 2026 e janeiro de 2027. A Ranger deve enfrentar a concorrência do Defender Wolf Series II, além de propostas da General Motors e da Ineos. Continua após a publicidade Ford Ranger Super Duty com aplicação militarDivulgação/Ford Publicidade View the full article
  5. O jornalista e engenheiro Claudio Carsughi faleceu nesta quinta-feira (10), aos 93 anos. Nascido na Itália e radicado no Brasil desde 1946, ele construiu uma das trajetórias mais coerentes e respeitadas da imprensa automotiva e esportiva. A partida encerra um longo capítulo do jornalismo técnico, período em que a precisão da engenharia encontrava espaço no rádio, na televisão e em veículos impressos. A família, originária de Arezzo e com passagem por Firenze, chegou ao porto do Rio de Janeiro após a Segunda Guerra Mundial e logo se instalou em São Paulo. A intenção inicial era permanecer apenas um ano, mas a adaptação transformou o Brasil em residência definitiva. Ele cursou Engenharia Civil na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e exerceu a profissão por pouco tempo. O jornalismo esportivo, que começou a praticar aos 13 anos escrevendo para o jornal italiano Corriere dello Sport, acabou se tornando a principal ocupação. <span class="hidden">–</span>Cláudio Larangeira/Quatro Rodas Continua após a publicidade A engenharia a serviço do produto Após uma passagem pela revista Placar entre 1970 e 1975, Claudio Carsughi assumiu a área técnica e de avaliação de automóveis de QUATRO RODAS em julho de 1975, onde atuou também como editor a partir de dezembro de 1977, cargo que manteve até deixar a publicação em setembro de 1990. Sua formação politécnica garantiu uma abordagem muito mais analítica aos testes de pista. Ele não avaliava o carro apenas pelas impressões visuais, mas explicava as soluções de suspensão, o rendimento dos motores e o comportamento dinâmico. Primeiro teste do Volkswagen GolAcervo/Quatro Rodas Continua após a publicidade Cada número publicado no teste de um veículo dependia de medições rigorosas e de uma lógica comparativa sólida. Fez diversas reportagens históricas para a revista, começando por um comparativo entre Ford Belina, VW Brasília, VW Variant e Chevrolet Caravan. Testou o Fiat 147, primeiro dirigindo por 1.000 km, logo em seguida, com uma avaliação completa exclusiva. A reportagem mais emblemática, sem dúvidas, foi primeiro teste do país do então inédito Volkswagen Gol, capa da edição de maio de 1980 e realizado em uma operação secreta para manter o sigilo do carro até o lançamento. Para avaliar o sucessor do Fusca, Carsughi dirigiu o carro durante a madrugada em um roteiro rodoviário, para depois finalizar o teste na pista depois do amanhecer. Continua após a publicidade O caso foi tão importante que, em 2022, a Volkswagen convidou o jornalista para dirigir o Gol Last Edition, edição de despedida do hatchback. Outro teste marcante foi do primeiro carro elétrico feito no Brasil, o Gurgel Itaipu. Algumas avaliações foram bem emblemáticas, como o comparativo das primeiras picapes compactas do país, e o teste exclusivo de uma perua do VW Passat feita por uma concessionária da marca. Não escreveu apenas testes. A QUATRO RODAS nº 199, de fevereiro de 1977, trouxe na capa a reportagem “Como viver com a gasolina a CR$ 7,00”, co-assinada por Édson Higo do Prado. Na época, o Brasil vivia, há algum tempo, os efeitos da crise do petróleo, iniciada em 1973, quando conflitos no Oriente Médio resultaram no primeiro choque do petróleo, que elevou o preço do barril de pouco mais de US$ 2 para até US$ 12. Continua após a publicidade Apesar de testemunhar a evolução da segurança e da eletrônica embarcada, sempre manteve uma postura crítica diante da automação. Fiel às próprias convicções, preferia os modelos com câmbio manual, pois argumentava que o controle da condução deveria estar nas mãos do motorista, sem a interferência de computadores na troca de marchas. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O rigor técnico além das ruas A capacidade de interpretação mecânica não se resumiu aos testes rodoviários. Na Fórmula 1, ele observava o desgaste dos compostos, o balanço do chassi e a estratégia das equipes, em vez de focar apenas no resultado final da prova. A análise técnica justificava o desempenho na pista de forma objetiva. Continua após a publicidade Essa credibilidade pavimentou momentos difíceis na comunicação. Durante o acidente de Ayrton Senna, em 1994, o jornalista sintonizou a rádio italiana em ondas curtas de casa. Ao ouvir o boletim médico confirmando a morte encefálica, acionou imediatamente a Jovem Pan e noticiou o fato ao vivo. <span class="hidden">–</span>Acervo Pessoal/Reprodução As idas a Maranello ilustram o distanciamento crítico que o jornalista mantinha em relação ao produto. Em 1992, Carsughi testou a Ferrari Testarossa na pista de Fiorano e repetiu a experiência em 2011, ao volante de uma California. A paixão pelo automobilismo italiano nunca ofuscou sua independência para apontar falhas ou limitações nos projetos. Transição para o ambiente digital A carreira também foi marcada pela facilidade em transitar por diferentes plataformas. Após deixar a área técnica das revistas e passar pela criação da Auto&Técnica nos anos 1990, Carsughi assumiu o posto de comentarista na ESPN Brasil e, posteriormente, no SporTV. O avanço da internet exigiu adaptação. Em 2012, fundou o Site do Carsughi, expandindo sua produção de conteúdo para o portal UOL três anos depois, além de retornar ao rádio pela Rádio Nacional. A trajetória rendeu premiações da Editora Abril e o Troféu Roquete Pinto. Em 2015, originou o prêmio automotivo L’Auto Preferita e, mais recentemente, uma homenagem na Assembleia Legislativa de São Paulo. Conhecido pelo humor ácido e pelo texto assertivo, o “Mestre Carsughi” deixa um legado pautado pela independência de pensamento. Publicidade View the full article
  6. A Ford Racing finalizou o primeiro teste do seu novo Hypercar, um shakedown completo de três dias no circuito de Paul Ricard, no sul da França. A equipe estreia em 2027 na categoria de Hypercars do Campeonato Mundial de Endurance da FIA (WEC). O novo Hypercar percorreu mais de 1.000 km em Paul Ricard, fazendo sua primeira rodagem prolongada desde que o motor V8 de 5,4 litros baseado no Coyote foi ligado pela primeira vez na ORECA, em julho. Foi o início de um intenso programa de desenvolvimento em pista, que passará por três continentes nos próximos meses. Todos os seis pilotos do Hypercar da Ford Racing acompanharam a semana de testes em Paul Ricard, com Logan Sargeant, Matt Campbell, Tom Blomqvist e Mike Rockenfeller se revezando. Os pilotos britânicos Sebastian Priaulx e Nick Yelloly aproveitaram para coletar informações e se preparar para a próxima fase de testes. O próximo passo é uma sessão de simulador de três dias na Carolina do Norte, nos EUA, seguida por um teste em Portimão, Portugal. Mais quatro testes em circuitos da Europa virão depois (Silverstone, Monza, Ímola e Aragón), antes de seguir para os Estados Unidos no final do ano, com tempo de pista programado no Circuit of the Americas (COTA) e Sebring. “Colocar nosso Hypercar na pista pela primeira vez em Paul Ricard é um momento enorme para a equipe. Cada quilômetro que rodamos com esse carro nos aproxima de Le Mans e de reconquistar nosso lugar no topo do automobilismo de endurance”, diz Mark Rushbrook, diretor global da Ford Racing. “Este é apenas o primeiro passo de um longo e exigente caminho de desenvolvimento, mas o fato de nossos seis pilotos estarem presentes, trabalhando juntos e impulsionando este programa, diz tudo sobre o espírito que estamos construindo na Ford Racing.” “Estive aqui durante todo o teste e, do meu ponto de vista, correu tudo bem. Vi fãs online empolgados com o quão incrível é o som, mas de dentro do cockpit é outro nível – absolutamente ensurdecedor”, comenta o piloto Matt Campbell. “Estou genuinamente empolgado com o que está por vir com este carro. Sabemos que há um longo caminho pela frente, mas este foi um começo muito positivo.” O post Hypercar da Ford finaliza testes em Paul Ricard, FR apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  7. Com apenas um carro elétrico no Brasil, o Mustang Mach-E, a Ford estuda introduzir um segundo modelo no país. A fabricante está testando o Bronco elétrico no Brasil e, segundo o site Autos Segredos, a empresa avalia a possibilidade de oferecer o carro no mercado brasileiro, posicionando-se acima do Bronco Sport. O Bronco elétrico é diferente do modelo feito nos Estados Unidos. Desenvolvido e produzido na China, ele foi feito pensando não só no mercado interno como também para exportação, chegando às concessionárias do Sudeste Asiático, Oceania e América do Sul. O utilitário até foi registrado no Brasil, aparecendo no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). <span class="hidden">–</span>Divulgação/Ford A chegada de um protótipo ao Brasil para testes é algo comum na Ford, que usa o Centro de Desenvolvimento em Tatuí (SP) para realizar provas de durabilidade de vários carros da marca, mesmo que não sejam vendidos aqui. Por exemplo, a empresa fez testes do SUVs Ford Explorer e Lincoln Navigator, vendidos apenas nos EUA e na China. Continua após a publicidade Este caso é diferente. A Ford apresentou em dezembro o Bronco Basecamp, a versão global do Bronco elétrico chinês. Na ocasião, o canal no YouTube Wheelsboy publicou um vídeo com detalhes do veículo e disse que a América do Sul é um dos possíveis destinos para o SUV. Registro do Ford Bronco elétrico no Brasil, como publicado no INPIReprodução/INPI Continua após a publicidade Apesar de compartilhar o nome e a identidade visual com a família tradicional de utilitários da marca, o modelo utiliza uma arquitetura desenvolvida para acomodar conjuntos mecânicos eletrificados. Com 5,03 m de comprimento e um entre-eixos próximo de 3,00 m, o SUV chinês supera em mais de 60 cm a extensão do Bronco Sport e chega ao patamar de utilitários de grande porte no mercado nacional. A carroceria preserva traços característicos do Bronco, como o perfil reto, o para-brisa verticalizado, as caixas de rodas pronunciadas e o clássico estepe pendurado na tampa do porta-malas. No entanto, soluções funcionais foram aplicadas para melhorar a aerodinâmica e o uso cotidiano, a exemplo das maçanetas embutidas nas portas e da grade frontal fechada projetada para as configurações eletrificadas. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Ford Continua após a publicidade A cabine aproveita as dimensões ampliadas para oferecer maior espaço interno e capacidade de carga adicional. Na opção totalmente elétrica, a ausência de um motor térmico sob o capô abriu espaço para um compartimento de bagagem dianteiro com capacidade para 160 litros, ideal para acomodar cabos de carregamento e pequenas malas. O pacote de equipamentos reúne central multimídia integrada, sistema de câmeras com visão de 360 graus e um assistente ativo de condução para auxílio em manobras. Pesquisa revela os defeitos mais comuns em carros chineses Na China, a Ford estruturou a gama em duas alternativas de propulsão. A primeira é a versão 100% elétrica, equipada com dois motores dispostos um em cada eixo para garantir tração integral. Esse conjunto é alimentado por uma bateria de 105,4 kWh, que proporciona um alcance de até 650 km segundo os parâmetros do ciclo de medição chinês CLTC. A segunda opção adota a tecnologia de extensor de autonomia (EREV), batizada como Bronco Basecamp. Nesse sistema, a movimentação das rodas fica exclusivamente a cargo dos motores elétricos, enquanto um motor a combustão atua apenas como gerador para recarregar a bateria de 43,7 kWh em movimento. Com essa combinação, a autonomia total alcança 1.220 km no ciclo CLTC, eliminando a dependência imediata de pontos de recarga em viagens longas. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Diferente da maioria dos utilitários elétricos urbanos, o projeto chinês foi concebido mantendo a vocação para o fora de estrada. A suspensão utiliza arquitetura independente com braços duplos no eixo dianteiro e sistema multilink na traseira, acerto desenhado para equilibrar a estabilidade no asfalto e a articulação em terrenos acidentados. Para enfrentar trechos de baixa aderência, o utilitário conta com modos de condução configuráveis e bloqueio mecânico dos diferenciais dianteiro e traseiro nas versões mais equipadas. A tração integral com gerenciamento eletrônico distribui o torque entre as rodas de forma imediata, contornando o peso extra exigido pelo conjunto de baterias. Publicidade View the full article
  8. A nova versão elétrica do hatch já soma mais de 30 mil encomendas na Europa, tem autonomia de até 454 km e passa a contar com configuração de entrada abaixo de 25 mil eurosView the full article
  9. A Renault Niagara foi apresentada ao mundo nesta quinta-feira (10). Picape do Boreal, ela dispensa o título de sucessora da Oroch, mas quer ser a maior rival que a Fiat Toro já teve até agora. Sua estreia está marcada para novembro no Brasil, com direito a câmbio manual e tração 4×4. De acordo com a Renault, a Niagara 2027 chegará ao mercado brasileiro inicialmente em quatro versões. A primeira delas terá câmbio manual de seis marchas e tração 4×2; as duas intermediárias adotam câmbio automático de dupla embreagem com seis marchas, mas seguem com tração 4×2; a topo de linha será a única com tração 4×4, sempre automática. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Os nomes das versões ainda não foram confirmados, com exceção da mais cara, batizada de Outsider. É possível que as demais sigam a estratégia do Boreal, com Evolution, Techno e Iconic. Continua após a publicidade Renault Niagara 2027 DivulgaçãoRenaultRenault Niagara 2027 DivulgaçãoRenaultRenault Niagara 2027 DivulgaçãoRenaultRenault Niagara 2027 DivulgaçãoRenaultRenault Niagara 2027 DivulgaçãoRenaultRenault Niagara 2027 DivulgaçãoRenaultRenault Niagara 2027 DivulgaçãoRenaultRenault Niagara 2027 DivulgaçãoRenaultRenault Niagara 2027 DivulgaçãoRenaultRenault Niagara 2027 DivulgaçãoRenaultRenault Niagara 2027 DivulgaçãoRenaultRenault Niagara 2027 DivulgaçãoRenaultRenault Niagara 2027 DivulgaçãoRenaultRenault Niagara 2027 DivulgaçãoRenaultRenault Niagara 2027 DivulgaçãoRenaultRenault Niagara 2027 DivulgaçãoRenaultRenault Niagara 2027 DivulgaçãoRenaultRenault Niagara 2027 DivulgaçãoRenaultRenault Niagara 2027 DivulgaçãoRenaultRenault Niagara 2027 DivulgaçãoRenault Para todas elas, o motor é o mesmo do Boreal, um 1.3 turbo flex com injeção direta de 160 cv de potência e 27,5 kgfm de torque. Ainda não há números de desempenho e consumo, que estarão disponíveis no lançamento do modelo. Além destas configurações, a Renault já confirma para 2027 uma motorização híbrida e diz que não será um híbrido leve, ao contrário da Fiat Toro. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Renault Espera-se que a picape, assim como o Boreal, tenha uma espécie de evolução de um sistema híbrido leve de 48 volts, cujo acréscimo é a tração das rodas com o pequeno motor elétrico. São esperados 31 cv e 8,9 kgfm extras enviados ao eixo traseiro – ou seja, a configuração será 4×4. Entre outros atributos mecânicos já revelados em uma primeira apresentação, a marca destaca os freios a disco ventilados nas quatro rodas e a suspensão traseira do tipo multilink. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Renault Exclusividades visuais A Niagara repete os principais elementos do Boreal, como os recortes triangulares e os vincos angulosos bem marcados. Na dianteira, os faróis full led são os mesmos, com luzes fora do conjunto principal e faróis de neblina. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Renault Continua após a publicidade A diferença fica para o nome “Renault” por extenso e pontilhado (que parece iluminado, mas não é) ao centro da grade, item estudado para estar no Boreal, conforme revelado por QUATRO RODAS em 2024. Sem “conversar” visualmente com o SUV, a solução ficou guardada para a picape. De lado, o modelo revela um dos pontos de maior proximidade com a Toro, suas dimensões. São 4,91 metros de comprimento para as versões 4×2 e 4,94 m para a 4×4 – a Fiat tem 4,95 m, como comparação. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Renault Continua após a publicidade O entre-eixos é de 2,96 m (contra 2,98 m da Toro), a altura de 1,72 m e, a altura em relação ao solo, de 23,3 cm (maior que os 21,2 da Toro). Entre seus ângulos, são 22,1° de ataque e 22,3° de saída. As comparações envolvem a Toro Endurance. Ainda na lateral da Renault Niagara, as rodas podem ser de 17 ou 18 polegadas, variando conforme as versões e, as maçanetas das portas traseiras, ficam na coluna “C”. A versão 4×4 tem a inscrição com um adesivo na lateral traseira. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Renault Por falar na traseira, este é o ponto inédito da picape. Ela também segue as linhas do Boreal, como o desenho das lanternas – que são unidas por uma faixa em preto, sem iluminação. A caçamba tem abertura suavizada por amortecedor e comporta até 938 litros (1 litro a mais que na Toro). A capacidade de carga da picape da Renault é de 654 kg e, a capacidade de reboque, de 710 kg. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Renault Interior acima da média A cabine da Niagara, como era de se esperar, é o mesmo do SUV Boreal. Isso faz com que a picape tenha acabamento acima da média da categoria frente a Toro e Maverick, com materiais emborrachados e porções com revestimento sintético. Luzes ambiente para a versão de topo complementam o visual. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Renault Como diferencial, a picape tem elementos em um tom escuro de verde para seguir a proposta off-road. No SUV, as mesmas partes são em azul escuro para uma proposta de refinamento e tecnologia. Qual a diferença do etanol misturado na gasolina para o que é vendido nos postos? O espaço traseiro também foge à regra, com boa acomodação de duas pessoas de até 1,80 m. Um terceiro ocupante poderá se incomodar com o alto túnel central do assoalho e com o console central – este com saídas de ar-condicionado e duas portas USB-C. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Renault Para quem vai atrás, além do bom espaço, a marca promete um melhor conforto para o encosto. A Renault diz que são 25° de inclinação, mais do que a concorrência, que mantém as costas dos ocupantes mais verticais. Além disso, há um compartimento escondido atrás do encosto, com 36 litros de capacidade. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Renault A Renault Niagara também seguirá o Boreal em seu pacote de equipamentos, com ar digital de duas zonas, faróis full led automáticos, câmeras 360°, multimídia de 10,1″ integrada ao Google Gemini, quadro de instrumentos de 10,2″, seis airbags, bancos dianteiros elétricos e carregador de celulares por indução. Aparentemente, não há sistema de som assinado e massagem no banco do motorista. O pacote de assistências à condução inclui alertas de pontos cegos, tráfego cruzado traseiro, permanência em faixa (com correção ativa), leitura de placas de velocidade, sensor de fadiga, frenagem automática de emergência e piloto automático adaptativo. Publicidade View the full article
  10. Picape rival de Fiat Toro e Ford Maverick será lançada em novembro com motor 1.3 turbo de 160 cv e opções de trações 4x2 e 4x4View the full article
  11. Entenda quem tem direito ao ressarcimento por infrações no pedágio eletrônico, prazos de pagamento da tarifa e o passo a passo para solicitar o seu dinheiro de voltaView the full article
  12. Jensen Interceptor, um carro clássico produzido entre 1966 e 1976 na Inglaterra, está de volta. Apesar de a empresa ser especializada na restauração e modernização de clássicos da marca, este modelo é um protótipo inédito e não um restomod, chamado de Interceptor GTX. Ele será desenvolvido e fabricado artesanalmente no Reino Unido e representará uma nova geração de carros da Jensen International. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. No Brasil, o Interceptor clássico talvez fosse reconhecido como Brasinca 4200 GT, ou Uirapuru. Ele era um esportivo nacional que tinha coincidências com o Jensen: capô longo com a entrada de ar (na primeira versão), vidros laterais e vigia traseira grande. O 4200 GT surgiu em 1964, dois anos antes do cupê inglês. Brasinca 4200 GTAcervo/Quatro Rodas Continua após a publicidade Jensen Interceptor com seu motor Chrysler V8 de 7,2 litros, levava 8 s no 0 a 100 km/h | <a href="https://quatrorodas.abril.com.br/carros/classicos-grandescarros/jensen-interceptor-802579.shtml&quot; target="_blank" rel="migration noopener">Leia mais</a>Marco de Bari/Quatro Rodas Jensen Interceptor GTX O Jensen Interceptor GTX é equipado com motor V8 6.8 de 960 cv de potência, com tração traseira. Apesar disso, devidamente preparado, ele pode chegar até 1.200 cv. O câmbio pode ser manual ou sequencial transaxle. Jensen Interceptor GTXJensen/Divulgação Continua após a publicidade O Gran Turismo adotou um novo visual com carroceria em alumínio feita à mão, sobre um chassi de alumínio, e uma asa traseira gigante de fibra de carbono. Seu design, claro, é inspirado nas proporções do Interceptor original. Jensen Interceptor GTXJensen/Divulgação Continua após a publicidade A identidade visual engloba grandes entradas de ar, capô marcado, faróis verticais, detalhes em preto brilhante e pinças de freio em vermelho. As lanternas são marcadas por uma faixa única que vai de uma extremidade a outra. Atrás está ainda o caimento da coluna C ao estilo cupê. Jensen Interceptor GTXJensen/Divulgação Continua após a publicidade Por dentro, o carro apresentado foi adaptado com bancos em fibra de carbono com cintos de seis pontos, além de telas e botões direcionados ao piloto e gaiola de proteção na área traseira. Apesar de ser exclusivo para corridas, ele servirá de base para os futuros modelos de rua: GTR, um esportivo, e o Grand Touring, um modelo de luxo. Segundo a Jensen, aproximadamente 80% do design exterior do GTX foi concebido para ser mantido na futura linha de veículos de rua. Continua após a publicidade Jensen Interceptor GTXJensen/Divulgação Publicidade View the full article
  13. Equipamento localizado na Marginal Tietê registrou mais de 64 mil infraçõesView the full article
  14. At what point does an aging vehicle become more liability than it's worth to work on, and should shops start saying no.View the full article
  15. Yesterday
  16. A Volkswagen quer uma mudança de direção no design de seus carros. Andreas Mindt, chefe de design do grupo, criticou a tendência atual de criar modelos com aparência agressiva, marcada por grades enormes, faróis estreitos e dianteiras cada vez mais imponentes. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Em entrevista à revista Autoweek, o executivo classificou essa abordagem como “absurda”. Segundo ele, algumas marcas adotam deliberadamente um visual ameaçador, apostando que carros assim fazem outros motoristas darem passagem quando aparecem pelo retrovisor. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidade “Por que não dar aos carros uma aparência amigável?”, questionou Mindt. O designer afirmou que não quer viver em um mundo com veículos que “parecem ter sido projetados para matar zumbis”. A preocupação, porém, não é apenas estética. O chefe de design acredita que o visual dos carros pode reforçar a divisão entre motoristas, especialmente durante a transição para os veículos elétricos na Europa. Continua após a publicidade Para o executivo, não faz sentido transformar a escolha por um carro elétrico em uma espécie de disputa moral contra quem ainda prefere modelos a combustão. Em vez de criar esse confronto visual, ele defende uma abordagem mais convidativa para estimular a mudança. A mesma filosofia será aplicada à família ID de carros elétricos. Os primeiros modelos foram desenhados para parecer futuristas e deixar evidente a ruptura com os veículos a combustão, mas o responsável pelo design reconhece que a estratégia exagerou na dose. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade Mindt chegou a dizer que o antigo ID.3 “não parece um VW de verdade”, por não apresentar elementos suficientes da identidade visual da marca. A tentativa de corrigir essa rota deve começar com o desenho mais convencional do ID.3 Neo, enquanto o inédito ID. Polo seguirá a mesma direção. A mudança também aparece no interior. Os novos modelos da Volkswagen recuperam mais controles físicos, uma resposta pragmática às reclamações frequentes de clientes sobre os comandos sensíveis ao toque utilizados na geração anterior. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade Isso não significa que o Grupo Volkswagen vai abandonar completamente os desenhos agressivos. Mindt reconhece que cada marca precisa da sua própria personalidade e cita Lamborghini e Cupra como exemplos onde o estilo dramático continua fazendo sentido. O executivo assumiu o comando do design de todo o grupo em 1º de março, além de continuar à frente da área na marca principal. O próximo modelo a incorporar essa nova linguagem amigável deve ser o sucessor do ID.4, que é cotado para chegar como ID. Tiguan. Publicidade View the full article
  17. Com mais de 5 metros de comprimento, conjunto híbrido de 1.700 km de alcance e cabine inteligente, o novo SUV da Xiaomi aposta no perfil aventureiro a preço de médio no BrasilView the full article
  18. ✅✅✅AK 6.0 TRITON👉👉👉https://meli.la/2dhPf1b ✅✅✅HARD POWER 3500👉👉👉https://meli.la/1fbd6ih ✅✅✅EROS 5K👉👉👉https://meli.la/2dWaeU3 🛑🛑🛑COMPRE NA NOVA LOJA DO Raylan Som 👇👇👇👇 ✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y ✅✅✅MINI CURSO RAYLAN SOM👉👉👉https://pay.kiwify.com.br/pCtGOQx ✅ESTRANHO AUDIO PARTS - Use o cupom de desconto 👉👉RAYLLAN5 👈👈e compre direto da fábrica https://loja.estranhoaudioparts.com.br ⭕⭕Meu facebook 👉👉👉https://www.facebook.com/RaylanSom/ °369 ✅Para comprar produtos online segue o link para compra ⭕️AMAZON https://amzn.to/3B5gXlb ⭕️Shopee https://shope.ee/apjpxVjd ⭕️✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y 🔖 Hashtags: #som #somautomotivo #carro #viagem #rayllansom #audio #vendas #negocios #Volkswagen #Fiat #Toyota #Hyundai #JEEP #RENAULT #NISSAN #caixatrio #caixabob #audio Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UCg0mdazek-we_xML7cHrr1g/join 🔴👉Instagram, TikTok , kwai e Facebook→ @raylansom 🔴GRUPO TELEGRAM 👉👉👉LINK DO GRUPO--- https://t.me/joinchat/HAimD4-0PoXFuQz1 Os 3 GRAVES MAIS USADOS HOJE NO SOM AUTOMOTIVOView the full article
  19. Hatch chega ao nosso país em duas versões e com preços a partir de R$ 150 milView the full article
  20. O robô-táxi Tesla Cybercab foi lançado em 3 de setembro e já circula nas ruas de Austin, capital do Texas (EUA). A companhia iniciou o serviço de corridas com o modelo de carro autônomo, que não utiliza motorista e é controlado por meio do sistema de software Full Self-Driving (FSD) da Tesla. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Porém, poucas horas depois da estreia, o serviço estava sob investigação da Administração Nacional de Segurança Rodoviária (NHTSA), agência federal do governo dos Estados Unidos responsável por regulamentar, fiscalizar e promover a segurança viária daquele país. Trata-se da abertura de uma apuração da certificação da Tesla de que seu Cybercab atende a todos os Padrões Federais de Segurança de Veículos Automotores (FMVSS) aplicáveis. O modelo chama atenção por não ter pedal de freio, acelerador, volante ou mesmo espelhos retrovisores. Continua após a publicidade Os melhores carros elétricos até R$ 150.000 para comprar em 2026 Diferente do Brasil, por exemplo, em que há um processo de homologação prévio, nos Estados Unidos as montadoras podem certificar os carros por conta própria e colocá-los em circulação. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Tesla “A NHTSA apoia integralmente o desenvolvimento e a implantação seguros de veículos autônomos. Mas, como órgão regulador federal, precisamos garantir que todas as nossas leis sejam cumpridas”, disse o administrador da NHTSA, Jonathan Morrison, em nota. Continua após a publicidade Trata-se, principalmente, de uma análise do processo e dos dados técnicos pelos quais a Tesla se baseou ao certificar o Cybercab. A auditoria abrange aproximadamente 1.000 unidades de Cybercab. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Tesla Continua após a publicidade A Tesla notificou a agência e diz que certificou os veículos Cybercab em conformidade com todas as normas federais de segurança aplicáveis. A montadora afirmou também que planeja expandir gradualmente a implantação comercial do Cybercab para incluir mais veículos e locais adicionais para o serviço. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Tesla Continua após a publicidade O carro elétrico de 1.412 kg tem capacidade para até dois passageiros e seu interior tem apenas uma grande tela central no painel. Ele é equipado com um motor elétrico dianteiro de 219 cv de potência, alimentado por uma bateria de 48 kWh. A autonomia é de 471 km. Publicidade View the full article
  21. Chevrolet domina as duas primeiras posições da lista com Onix e Onix Plus a etanol; confira preços, motores e versões até R$ 117 milView the full article
  22. Se você passou pelo Tuning Party Brasil, provavelmente viu de perto o Reboque TK. 🔊 Um projeto que chama atenção no visual, no som e, claro, com Taramps! #taramps #eventos #somautomotivo #projetodesom #som #shortsView the full article
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  24. A BMW registrou a patente de um novo sistema de suspensão ativa que promete facilitar manobras de drift em seus futuros esportivos. A tecnologia utiliza sensores para ler o ângulo de esterçamento do volante e a velocidade do veículo, identificando o exato momento em que o condutor deseja iniciar a derrapagem. A novidade foi publicada recentemente pelo Escritório Alemão de Patentes e Marcas. O funcionamento do sistema foca em uma das etapas mais difíceis do drift: o movimento para “quebrar” a aderência e fazer a traseira do carro escorregar. Em vez de depender exclusivamente do excesso de torque ou de técnicas bruscas do motorista, a tecnologia age sobre a massa não suspensa do veículo. BMW M Concept Neue Klasse iM3 (18)Divulgação/BMW Continua após a publicidade A suspensão adaptativa ou o controle ativo de rolagem atua elevando rapidamente o eixo traseiro, reduzindo a carga vertical sobre os pneus. Com menos aderência no asfalto, as rodas perdem tração com mais facilidade, exigindo menos força do motor. Os melhores carros elétricos até R$ 150.000 para comprar em 2026 As informações da patente indicam que a eletrônica do carro será capaz de armazenar parâmetros específicos de ângulo de direção para uso posterior. Essa abordagem difere do tradicional comportamento purista dos modelos da divisão M, delegando ao chassi parte do controle que antes dependia quase inteiramente da habilidade humana. Continua após a publicidade O movimento da fabricante ocorre em um período de transição tecnológica. Com a eletrificação dos esportivos, a dinâmica de condução será cada vez mais gerenciada por software. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BMW Continua após a publicidade Um provável candidato a adotar o sistema é o futuro BMW M3 elétrico, que contará com quatro motores e capacidade avançada de vetorização de torque para melhorar as respostas em pista. Ainda não há confirmação de que o equipamento chegará aos modelos de produção, tratando-se apenas de um registro de engenharia. Na prática, um sistema autônomo de auxílio à derrapagem exigiria restrições geográficas por GPS (geofencing) para garantir que a suspensão não seja ativada acidentalmente ou de forma irresponsável em vias públicas. Publicidade View the full article
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  26. O Volkswagen ID. Polo mal iniciou sua trajetória comercial na Europa e já acumula uma fila de espera que ultrapassa 10 meses. O compacto elétrico superou a marca de 30.000 encomendas confirmadas antes mesmo que os clientes pudessem ver o veículo pessoalmente nas concessionárias ou realizar um teste de rodagem. A informação foi divulgada pela publicação alemã Automobilwoche com base em relatos de grandes grupos de concessionários da marca. Segundo os revendedores locais, toda a tiragem inicial do modelo está esgotada, o que coloca o prazo de entrega do hatch compacto em um nível comparável ao de veículos esportivos sob encomenda. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade Na prática, um consumidor europeu que encomendar o Volkswagen ID. Polo agora só deverá receber o automóvel entre maio e junho de 2027. Para fins de comparação, compras faturadas de fábrica para modelos de alto desempenho de marcas britânicas costumam ter prazos previstos entre oito semanas e seis meses. O preço do hatch elétrico foi fixado em 24.995 euros (cerca de R$ 152.500 na conversão para a moeda brasileira). O valor seria o equivalente às versões intermediárias do Volkswagen Nivus no Brasil. Os melhores carros elétricos até R$ 150.000 para comprar em 2026 Continua após a publicidade A precificação do compacto representa o pilar central da estratégia do Grupo Volkswagen para conter o avanço das fabricantes chinesas em solo europeu. Para tentar diminuir a espera, a empresa projeta aumentar o volume na linha de montagem da fábrica de Martorell, na Espanha. Contudo, concessionários indicam que a única solução imediata para os compradores é recorrer a veículos pré-configurados que já chegam ao estoque do varejo. A saturação da fábrica espanhola afeta igualmente outros projetos construídos sobre a mesma arquitetura. A unidade de Martorell também responde pela fabricação dos modelos Skoda Epiq e Cupra Raval, que utilizam a arquitetura MEB+, equipada com motor elétrico único no eixo dianteiro e tração dianteira. Continua após a publicidade O SUV Skoda Epiq já ultrapassou 35.000 pedidos reservados, enquanto o Cupra Raval também se encontra com a produção esgotada por meses. A alta procura se repete no crossover ID. Cross, enquanto o reestilizado ID.3 Neo mantém prazos de entrega mais curtos, situados entre dois e três meses. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A forte demanda inicial pelos elétricos de entrada ocorre em paralelo a um período de severo ajuste financeiro para a montadora alemã. A empresa conduz um plano de corte de despesas que contempla a demissão de até 100.000 trabalhadores e o encerramento das atividades em diversas plantas industriais no continente. O plano de reestruturação inclui ainda o encerramento gradual da marca Seat após 2030, concentrando investimentos na transição tecnológica do grupo. Publicidade View the full article
  27. O recorde de vendas foi de quase R$ 20 milhões em 3 minutos no quatro loteView the full article
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