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  1. Hoje
  2. Quem perdeu, danificou ou teve furtada a placa do carro em São Paulo pode pedir pela internet a autorização para fabricar uma nova. O pedido é feito no portal do Detran-SP. Conduzir o veículo sem qualquer uma das placas de identificação, ou com alguma delas sem condições de legibilidade e visibilidade, é infração gravíssima prevista no artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro. A punição é multa de R$ 293,47, com sete pontos na CNH e remoção do veículo. Como faço o pedido? O serviço online está disponível para veículos com placas Mercosul e exige conta Gov.br nível prata ou ouro. O motorista escolhe o veículo e indica se precisa da placa dianteira, da traseira ou das duas. A opção digital é exclusiva para pessoa física, com veículo licenciado, sem débitos e sem mudança de categoria ou de município em andamento. Fora dessas condições, e para veículos de empresa, é preciso seguir o procedimento indicado pelo Detran-SP. Continua após a publicidade A segunda via reproduz a identificação que o veículo já tem, com os mesmos caracteres da placa original. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Quanto custa? Para placas Mercosul, o Detran-SP não cobra taxa pela autorização. O preço da placa não é definido pelo órgão e é acertado diretamente entre o motorista e a estampadora. Por isso, vale pedir mais de um orçamento. Continua após a publicidade Posso rodar enquanto espero a placa nova? Não. Mesmo com o pedido já feito, o veículo continua sujeito a multa e remoção. A circulação só deve ser retomada depois da instalação da nova placa. E se a placa perdida ainda era cinza? Nesse caso, o pedido pela internet não se aplica. Furto, roubo, extravio e dano estão entre os casos em que o Detran-SP exige o padrão Mercosul, e o caminho é o serviço de atualização da placa para o novo padrão, feito presencialmente. Continua após a publicidade A primeira etapa é agendar atendimento em um posto do Detran-SP ou do Poupatempo para solicitar a emissão de nova via do CRV. A taxa é de R$ 295,83 com o licenciamento do ano pago, ou de R$ 469,91 sem ele, segundo a carta de serviços de julho de 2026. Emitido o documento, o proprietário baixa a versão digital pelo portal do Detran-SP, pelo app CNH do Brasil ou pelo portal da Senatran e segue para a estampadora. A carta informa prazo de três dias úteis para concluir o serviço, sem especificar a qual etapa ele se refere. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Continua após a publicidade Carros mais baratos do Brasil têm descontos de até R$ 11.015; veja Publicidade View the full article
  3. By Bill Braun, Guest Contributor, Owner, Tune Digital Marketing Many love big shows like SEMA with the sea of people, endless smiling faces, and lots of new gear to show off. When deciding whether to attend or sponsor a show, the inevitable question that follows is how it makes the cash register ring. The decision...View the full article
  4. Escort gave Redline 360c owners up to 24% more detection range with a firmware update as the company marked its 50th anniversary at SEMA 2026. The story began in 1976. Two engineers, Mike Valentine and Jim Jaeger, built a working radar detector prototype inside a Kodak Brownie camera. That same year they founded Cincinnati Microwave....View the full article
  5. Imagens do novo Fiat Argo X sem camuflagem foram publicadas pela página @stellantis_clube e revelam as diferenças estéticas entre o modelo nacional e seu par europeu, o Fiat Grande Panda. A fabricante até promoveu poucas mudanças nos carros produzidos em Betim (MG), mas todas as mudanças promovidas pela filial brasileira deixaram o Argo X com um visual mais careta e conservador diante do projeto original. O que muda no visual do Fiat Argo X em relação ao Grande Panda? O Fiat Argo X brasileiro abandona os elementos assimétricos do irmão europeu para adotar emblemas centralizados na grade e na tampa do porta-malas. Além disso, a carroceria nacional perde o nome estampado em baixo-relevo na base das portas, mas ganha a bandeira italiana no para-choque e pintura preta desde a linha de cintura. <span class="hidden">–</span>@stellantis_clube/Reprodução Fiel às regras de simetria, o hatch nacional garante os faróis com pontilhados de led nas versões mais completas, combinando com a peça quadriculada no local da grade. O legal é que, quando acesas, as luzes drl formam um “X” até mesmo no Grande Panda. Contudo, o logotipo dianteiro da Fiat aparece centralizado, e não deslocado para a direita como na Europa. Já o para-choque dianteiro é idêntico ao europeu e abriga o “Fiat Flag”, as quatro barrinhas com as cores da Itália, na tomada de ar inferior. Vale a pena comprar carro usado de locadora? Continua após a publicidade Na traseira, a marca que no Grande Panda fica em baixo-relevo no lado esquerdo da tampa foi centralizada e aplicada sobre a lataria no carro mineiro. O nome “Argo X” surge na barra preta inferior, mas posicionado no lado esquerdo, invertendo a lógica do projeto original e repetindo o padrão da primeira geração do Argo. Ao menos as lanternas de led com barrinhas verticais preservaram o desenho europeu. <span class="hidden">–</span>@stellantis_clube/Reprodução O mistério sobre as laterais também chegou ao fim com a retirada dos adesivos. A filial brasileira não se aventurou em estampar “Argo X” em baixo-relevo na base das portas e, para a alegria principalmente dos funileiros, manteve apenas os vincos na chapa. Continua após a publicidade As maçanetas são as mesmas do carro europeu, mas acompanham a cor da carroceria em vez de serem sempre pretas. As caixas de roda com molduras plásticas poligonais, o rack de teto e o quadrado na terceira coluna com o logotipo da Fiat em relevo continuam lá, mas o desenho das rodas é diferente – e, ainda assim, ousado. Outra mudança estética aparece na pintura bicolor do modelo brasileiro. Enquanto o Grande Panda não oferece teto preto na Europa, o Fiat Argo X terá esse acabamento no Brasil de forma até exagerada: o limite da cor escura desce até a linha de cintura do veículo, cobrindo todas as colunas e a capota. A cor verde claro usada na Europa também estará disponível no Brasil. Fiat Grande Panda básicoDivulgação/Fiat Continua após a publicidade Por usar a plataforma do Citroën C3, o lançamento da Fiat terá cerca de 4 m de comprimento e 2,54 m de entre-eixos. Quais serão os motores e versões do novo Fiat Argo X no Brasil? A gama do novo Fiat Argo X será dividida entre opções de entrada com motor três cilindros 1.0 Firefly flex aspirado de 75 cv e configurações mais caras com conjunto mecânico híbrido leve de 12 Volts. O propulsor 1.0 turbo T200 está recalibrado para entregar 116 cv e se enquadrar na primeira faixa tributária do programa Mover. Fiat Grande PandaDivulgação/Fiat Continua após a publicidade Nas opções mais simples, o motor três cilindros 1.0 Firefly flex rende até 75 cv e 10,7 kgfm com etanol, trabalhando sempre associado ao câmbio manual de cinco marchas. A expectativa é que essa configuração mecânica equipe as versões de acesso Drive, Audace e Audace Plus, focadas em manter o custo inicial competitivo no segmento de compactos. Já as versões mais caras, chamadas de Drive, Audace e Impetus — provavelmente acompanhadas da sigla MHEV para identificar os híbridos leves da marca —, usarão o motor três cilindros 1.0 T200 com injeção direta. Aliado ao sistema elétrico de 12 Volts e ao câmbio CVT de sete marchas simuladas, o conjunto entrega 116 cv e 20,4 kgfm. Continua após a publicidade Como será o interior e o pacote de equipamentos do Fiat Argo X? A cabine do Fiat Argo X segue sob sigilo visual nas fotos, mas deve abandonar o padrão colorido e ousado do Grande Panda em favor de tons sóbrios e freio de estacionamento por alavanca mecânica. O compartilhamento de peças com Citroën C3, Peugeot 2008 e Jeep Avenger será acompanhado por seis airbags e assistentes de condução semiautônoma. O pacote tecnológico das versões mais equipadas deve incluir frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa, reconhecimento de placas de sinalização e comutação automática dos faróis. Por questão de custo e posicionamento de mercado, o piloto automático adaptativo (ACC) não deverá estar disponível no compacto produzido em Minas Gerais. O interior do Grande Panda, inspiração do novo Argo, na versão PopDivulgação/Fiat O Fiat Argo X será lançado no Brasil em dezembro. Com a chegada da novidade, o atual Fiat Argo não sairá de linha imediatamente, mas dividirá a função de carro de acesso da marca com o Mobi. O veterano já teve sua gama enxugada e na linha 2027 é fabricado apenas na versão Drive 1.0, que custa R$ 98.990. Qual a diferença entre o Fiat Argo X e o Grande Panda? O Fiat Argo X brasileiro adota emblemas centralizados na dianteira e na traseira, perde o nome estampado em baixo-relevo nas portas laterais, ganha o “Fiat Flag” no para-choque e traz pintura preta que engloba o teto e todas as colunas a partir da linha de cintura. Qual é o motor do Fiat Argo X híbrido? As versões híbridas leves (MHEV) combinam o motor três cilindros 1.0 turbo T200 de injeção direta a um sistema elétrico de 12 Volts e câmbio CVT de sete marchas, calibrado para render 116 cv e 20,4 kgfm para obter desconto de IPI no programa Mover. O Fiat Argo antigo vai sair de linha? Não. A primeira geração do Fiat Argo continuará à venda como opção mais barata na versão Drive 1.0. De acordo com a Fiat, será a demanda do mercado o que vai garantir a continuidade da produção do modelo, que é queridinho das locadoras. 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  6. Um carro bem abaixo do ritmo dos demais na faixa da esquerda pode parecer apenas excesso de cautela, mas o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece regras para quem anda devagar demais. O que diz o CTB sobre velocidade mínima? O CTB determina que a velocidade mínima não pode ser inferior à metade da velocidade máxima permitida para a via. Além disso, o motorista não deve obstruir a marcha normal dos demais veículos, sem causa justificada, ao trafegar em velocidade anormalmente reduzida. Na prática, a referência é dividir por dois a velocidade máxima estabelecida para a via. Em uma avenida com limite de 60 km/h, por exemplo, a metade é 30 km/h. Em uma rodovia sinalizada com limite de 110 km/h para aquela categoria de veículo, é 55 km/h. Quando não há sinalização, devem ser considerados os limites máximos previstos no CTB, que variam conforme o tipo de via e de veículo e as condições operacionais do trânsito. Andar abaixo da metade da velocidade é sempre infração? O CTB prevê a infração quando o veículo trafega em velocidade inferior à metade da máxima estabelecida para a via, retardando ou obstruindo o trânsito. A infração não se aplica quando o veículo está na faixa da direita ou quando as condições de tráfego e meteorológicas não permitem circular mais rápido. A multa é de R$ 130,16, e o motorista recebe quatro pontos na CNH. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Assim, o condutor deve ajustar a velocidade às condições da via, do veículo e da carga, às condições meteorológicas e à intensidade do trânsito. É considerado infração deixar de reduzir a velocidade de forma compatível com a segurança do trânsito em situações como: Ao se aproximar de passeatas, aglomerações, cortejos, préstitos e desfiles; Ao ultrapassar ciclista; Nas proximidades de escolas, hospitais e locais com intensa movimentação de pedestres; Sob chuva, neblina, cerração ou ventos fortes; Quando houver má visibilidade; Quando o pavimento estiver escorregadio, defeituoso ou avariado; Em locais sinalizados com advertência de obras ou trabalhadores na pista. Continua após a publicidade A infração é gravíssima ao se aproximar de passeatas, aglomerações, cortejos, préstitos e desfiles, ao ultrapassar ciclista e nas proximidades de escolas, hospitais e locais com intensa movimentação de pedestres. Nos casos de chuva, neblina, cerração ou ventos fortes, má visibilidade, pavimento escorregadio, defeituoso ou avariado e obras ou trabalhadores na pista, a infração é grave. Como funcionam as regras de faixa e ultrapassagem? Quando a pista tem várias faixas no mesmo sentido, as da direita são destinadas aos veículos mais lentos e de maior porte, e as da esquerda, à ultrapassagem e aos veículos mais rápidos. Não respeitar esse processo é infração média. Continua após a publicidade Caso outro motorista manifeste a intenção de ultrapassar, quem está na faixa da esquerda deve se deslocar para a da direita, sem acelerar. A regra não obriga qualquer veículo a sair da faixa da esquerda a todo momento, mas sim quando há outro condutor querendo ultrapassá-lo. Deixar de dar passagem pela esquerda quando solicitado é infração média. Quem fiscaliza a infração? Desde a alteração promovida pela Lei nº 14.599/2023, cabe aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos municípios fiscalizar e autuar pela infração. Essa competência pode ser delegada por convênio. Por isso, o fato de a via ser uma rodovia não atribui automaticamente a fiscalização à Polícia Rodoviária Federal ou ao órgão rodoviário. Continua após a publicidade Segundo o Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito, a infração precisa ser comprovada por equipamento medidor de velocidade. A ficha também prevê que a constatação pode ocorrer sem abordagem. O que fazer se for preciso andar mais devagar? Se as condições da via, da carga ou do trânsito pedirem uma velocidade mais baixa, mantenha-se na faixa da direita e facilite a ultrapassagem. O pisca-alerta deve ser acionado em situações de emergência ou quando o veículo estiver imobilizado. Se o carro apresentar um problema que impeça a circulação, procure um local seguro para parar fora da pista e sinalize o veículo. Continua após a publicidade QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. VW terá novo sedã mais potente que qualquer outro Publicidade View the full article
  7. Yesterday
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  10. Novo tributo começa a ser cobrado em fevereiro de 2027; modelos a gasolina podem pagar o dobro de carros flexView the full article
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  12. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower A Jeep anunciou um recall do Grand Cherokee 4XE, anos-modelo 2023 e 2024, por uma possível falha no sistema de airbags. Segundo a fabricante, um problema no software do módulo de controle desses dispositivos pode atrasar o acionamento dos airbags laterais dianteiros, instalados dentro dos bancos da frente, em determinadas situações, aumentando o risco de ferimentos graves ou até fatais aos ocupantes dos bancos dianteiros. Leia mais: Recall: Ford Maverick 2025 pode quebrar painel em acidente; conserto leva 8 horas Jeep Grand Cherokee 4XE – Foto: Lucca Mendonça O defeito está relacionado ao software do módulo ORC, responsável pelo gerenciamento dos airbags. Em situações extremas, a falha pode comprometer o funcionamento dos dispositivos de proteção, reduzindo sua eficácia em caso de acidente. Jeep Grand Cherokee 4XE – Foto: Lucca Mendonça Para solucionar o problema, a Jeep fará gratuitamente a verificação do módulo e, caso necessário, a atualização do software. O serviço tem duração estimada de uma hora e pode ser agendado desde o dia 3 de novembro de 2026, em qualquer concessionária autorizada da marca. O reparo é gratuito, mas exige agendamento prévio junto à concessionária escolhida. Jeep Grand Cherokee 4XE – Foto: Lucca Mendonça Jeep Grand Cherokee 4XE: chassis envolvidos no recall A convocação envolve unidades do Jeep Grand Cherokee 4XE, anos-modelo 2023 e 2024, com os oito últimos caracteres do chassi compreendidos entre P8823878 e R8621893. A sequência não é contínua, portanto nem todos os veículos dentro desse intervalo estão necessariamente envolvidos. Jeep Grand Cherokee 4XE – Foto: Lucca Mendonça Para verificar se seu veículo faz parte do recall, o proprietário pode consultar o site oficial da Jeep (www.jeep.com.br), entrar em contato pelo WhatsApp (31) 2123-4000 ou ligar para a Central de Serviços ao Cliente, pelo telefone 0800 703 7150. O post Recall: Jeep Grand Cherokee 4XE 2023 e 2024 pode ter delay no airbag apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  13. O ÚLTIMO SALDÃO DA TOPS JÁ É NESTE SÁBADO 🚨 Vocês estão preparados? 📍Nas 2 lojas físicas Av. Conselheiro Carrão, 2720. - Vila Carrão Av. Sapopemba, 3796. - Vila Ivone 🗓️ 07/11 - Sábado das 08:30 às 14:00 +de 200 produtos com até 70% de desconto!!!!View the full article
  14. PRESSÃÃÃO!!! 🔊 A braba da Carreta Cuiabá Motos sabe bem o que é isso! E que espetáculo ela entregou no Insane Sound 2026! Muita potência Taramps, fogos e uma apresentação de respeito. Quem conferiu ela de perto? #taramps #insanesound #somautomotivo #evento #barretos #shortsView the full article
  15. BYD mais barato do país se transforma no modelo mais vendido do varejo no acumulado de janeiro a outubro deste ano desbancando hatches consagrados no mercadoView the full article
  16. Os preços dos carros, assim como a definição de linha de produtos por parte das montadoras, serão impactados pela reforma tributária, que entrará em vigor a partir de 2027. O Imposto Seletivo (IS), também chamado de “imposto do pecado”, será um dos mais relevantes. Ele será um substituto parcial do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e terá o objetivo de desestimular o consumo de bens que prejudicam a saúde ou o meio ambiente, ou seja, no caso dos carros, os mais poluentes. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Na quarta-feira (4), o governo federal publicou a Medida Provisória 1.399/2026, que define as alíquotas do Imposto Seletivo. No entanto, a MP tem que ser aprovada até o final deste ano pelo Congresso para virar lei e ser aplicada em 2027, caso contrário pode se tornar um imbróglio jurídico. “As alíquotas deveriam ter sido definidas respeitando a noventena, 90 dias para o contribuinte se adaptar aos impactos dos tributos… O IS, como é um tributo que ainda será regulamentado de fato e virar lei, ele tem que respeitar a noventena. Se isso não for feito esse ano, tem outro princípio constitucional que é o da anterioridade anual. Isso pode não ocorrer em 2027 e só apenas em 2028”, conforme explica Pedro Poceiro, diretor da Loureiro Poceiro Contabilidade. Continua após a publicidade Quais carros terão alíquota zero? O texto da MP prevê que algumas categorias de veículos terão alíquota zero para o Imposto Seletivo. A lista engloba modelos destinados a pessoas com deficiência, com transtorno do espectro autista e a taxistas. A mudança que mais chamou atenção no texto foi que a alíquota zero vai contemplar os automóveis da lista do programa Carro Sustentável, previsto para ser encerrado este ano, mas que tem um futuro com a regra. Ao todo, são 12 veículos. Todos são equipados com motor 1.0 e câmbio manual. Continua após a publicidade Chevrolet Onix (MT, MT Turbo e Eco); Chevrolet Onix Plus (MT, MT Turbo e Eco); Citroën Basalt (Feel); Citroën C3 (Live Go, Live Plus e Feel Plus); Fiat Argo (Drive 1.0); Fiat Mobi (Like e Trekking); Hyundai HB20 (Comfort 1.0 MT e Limited 1.0 MT); Hyundai HB20S (Comfort 1.0 MT e Limited 1.0 MT); Renault Kardian (Vibe); Renault Kwid (Evolution, Techno e Outsider); Volkswagen Polo (Track, Robust e TSI 1.0 MT); Volkswagen Tera (1.0 MPI). Base no IPI Verde As alíquotas do Imposto Seletivo têm como base as do IPI Verde. “A MP repete a mesma estrutura do IPI Verde, com alíquota base de 6,3 para os automóveis e 3,9 para comerciais leves. Ele tem pontos somados ou subtraídos conforme motorização, combustível, eficiência energética, densidade industrial e itens de segurança”, afirma Felipe Azevedo Maia, sócio fundador do AZM Advogados Associados. Na visão dele, a carga efetiva do IS deve ficar próxima a do IPI. Os melhores carros elétricos até R$ 150.000 para comprar em 2026 Continua após a publicidade Sabendo disso, as montadoras nacionais investiram em opções somente a etanol, por exemplo, caso do Onix e Onix Plus Eco e da VW Saveiro Robust Etanol. Outro movimento observado recentemente partiu da Stellantis, que reduziu a potência do motor T200, que equipa carros da Fiat, Peugeot e Citroën, de 130 cv para 115 cv. Veja abaixo as principais tabelas de alíquotas que serão empregadas no importo seletivo para automóveis de passeio, por potência e por tipo de motorização, de acordo com a MP. Tabela por potência: Continua após a publicidade CV Variação de alíquota (pontos percentuais) <= 74,7 -2,15 <= 89,7 -1,75 <= 97,8 -0,25 <= 115,5 0,0 <= 142,7 +0,75 <= 179,4 +1,5 <= 224,3 +3,0 <= 271,9 +3,5 <= 326,3 +4,0 <= 394,2 +6,25 > 394,2 +6,50 Fonte de tecnologia de propulsão: Critério 1: Fonte de energia e tecnologia de propulsão Variação de alíquota (pontos percentuais) Elétrico -2,0 Híbrido recarregável flex-fuel/etanol -2,0 Híbrido completo flex-fuel/etanol -1,5 Híbrido leve flex-fuel/etanol -1,0 Etanol -0,5 Flex-fuel 0,0 Híbrido recarregável gasolina +2,0 Híbrido completo gasolina +3,0 Híbrido leve gasolina +4,5 Híbrido recarregável diesel +3,0 Híbrido completo diesel +4,0 Híbrido leve diesel +5,5 Gasolina +6,5 Diesel +12,0 Publicidade View the full article
  17. Tudo levava a crer que o primeiro carro híbrido plug-in flex do mundo seria o GWM Haval H6, isso por causa do sucesso e da produção nacional do modelo. Porém, a GWM guardou um segredo a sete chaves e surpreendeu ao revelar que o Tank 300 seria o dono do título, mesmo não sendo produzido no Brasil. Para a estreia do modelo no mercado brasileiro, a marca manteve sua configuração única, sem alterações de equipamentos e visual, que custa R$ 342.000. Porém, para reforçar sua visibilidade, promoveu no Tank 300 a estreia da linha Terraforce, por R$ 350.000, como uma série limitada a 300 unidades. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A linha Terraforce foi desenvolvida no Brasil e se baseia em personalizações feitas pelos compradores ao incorporar elementos que deixam o SUV visualmente mais “extremo”. Ela estará presente em outros modelos off-road da marca, como o futuro Tank 400. Continua após a publicidade Quais são as diferenças do GWM Tank 300 Terraforce flex? Uma das exclusividades do Terraforce é a pintura em cinza fosco, a mesma do Haval H9 – deixa a aparência bastante interessante, mas exige mais cuidados. A pintura, chamada de Cinza Zenith, é a única possível para o Tank 300 Terraforce e não está disponível para a configuração comum do jipão. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Na dianteira, a grade é própria da série limitada, com o nome “Tank” em destaque e a sigla “GWM” em tamanho reduzido, no canto. O acabamento é sempre em preto brilhante. Os faróis seguem full-led com os fachos alto e baixo automáticos, e se mantêm os sensores de estacionamento e a câmera, que compõem o sistema de visão 360°. Continua após a publicidade De lado, há um badge no para-lama que identifica a edição especial. As rodas exclusivas têm desenho off-road com uma borda que simula beadlocks, elementos de segurança que só se vê em carros de fora de estrada extremo, ou rali. No caso do Tank 300 Terraforce, porém, eles são “fake”. Assim como na versão comum, as rodas têm 18 polegadas e pneus 265/60. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Ele passa a ter 1,96 m de altura, ou 6 cm a mais. A “culpada” é a esteira acima do rack de teto, focada em expedições. A prancha suporta até 50 kg com o carro em movimento e 75 kg quando estático. Continua após a publicidade Mas, apesar das modificações estéticas, as principais capacidades do Tank 300 não mudam, como a altura em relação ao solo, de 22,2 cm, a capacidade de imersão, de 70 cm, e os ângulos de ataque, de 32°, e de saída de 33°. O estribo lateral, de importante ajuda para alcançar o veículo, já existia na versão padrão. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Na traseira, a única novidade aparece na proteção do estepe, com o grafismo da série Terraforce. Porém, a traseira guarda um importante detalhe que pode passar despercebido: o logotipo que identifica a motorização híbrida flex. Continua após a publicidade Ele fica posicionado no topo do vidro traseiro e deixa clara a importância da operação brasileira da GWM para a matriz, que batizou a tecnologia de “HyBR-Flex”. As letras “HyBR” fazem referência à palavra “hybrid”, ou “híbrido”, em inglês, mas com destaque para as letras “BR”, em verde e amarelo, em referência ao Brasil. Como é o interior do Tank 300 Terraforce flex? A cabine do SUV tem inspirações declaradas em Mercedes-Benz Classe G e Jeep Wrangler, como o formato vertical, os elementos redondos e a alça à frente do passageiro. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade O acabamento é bom, com mistura de materiais e texturas, e capricho nos encaixes. Há materiais emborrachados no topo do painel e revestimentos de couro Nappa nos bancos e nas portas, mas a porção central do painel mescla plásticos rígidos. Completam as luzes ambiente com diversas opções de cores. Há duas telas de 12,3 polegadas cada. Uma para o quadro de instrumentos, que apresenta boa quantidade de informações, com direito a interface off-road, e outra para a central multimídia, que tem Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de atualização remota (Over-the-Air) e wi-fi para conexão simultânea de até oito dispositivos. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Entre os equipamentos, há carregador de celulares por indução de 50 W com ventilação, ar-condicionado digital de duas zonas, teto solar elétrico, aquecimento do volante, sistema de estacionamento autônomo, seis airbags, ACC, frenagem automática de emergência, alertas de pontos cegos e tráfego cruzado traseiro, e leitura de placas de velocidade. Os bancos dianteiros são elétricos e têm aquecimento, ventilação e massagem. Na versão flex convencional, a ventilação é feita somente nos assentos e há seis modos de massagem. Na série Terraforce, acrescenta-se ventilação nos encostos dos bancos e mais dois modos de massagem. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A lista inclui ainda o Auto Reverse, um sistema que refaz os últimos 50 metros percorridos em marcha reversa (e detecta possíveis novos obstáculos no caminho), além de ACC com adaptação de velocidade em curvas e desvio inteligente de veículos grandes, como caminhões e ônibus, em ultrapassagens. O espaço para os ocupantes do Tank 300 é bom, embora não surpreenda. Pessoas de estatura média viajam com conforto no banco traseiro, que pode acomodar até um ocupante central. A área central do assoalho não é tão pronunciada e o console não invade a área das pernas. Este console, aliás, abriga saídas de ar-condicionado e duas portas USB, ambas do tipo A, o padrão mais antigo. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A marca diz que o porta-malas do modelo tem 863 litros de capacidade – visualmente, parece menor, mesmo que seja grande. Mas há um erro de projeto para o nosso mercado: a tampa traseira tem abertura lateral para a direita, ou seja, para o lado da rua, e não para o da calçada, no Brasil. Como anda e qual é o consumo do Tank 300 híbrido flex? A mecânica do Tank 300 HyBR-Flex tem particularidades, algumas que já vinham do modelo original a gasolina. Uma delas é o motor a combustão, que é um quatro cilindros 2.0 turbo, e não 1.5 como se costuma ter em carros chineses (entenda mais sobre isso aqui). Outra é que ele tem um segundo motor, elétrico, que também fica na dianteira. Ou seja, sua tração 4×4 não é elétrica, mas convencional, por cardã. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Juntos, os motores chegam aos 394 cv de potência e 76,4 kgfm de torque combinados. Os números não mudaram com a transformação do motor a gasolina em flex por ter ciclo Miller, mas foi possível observar, nos nossos testes, que o motor trabalha em rotações mais altas com etanol. O câmbio também é diferente de outros híbridos e não é um DHT, por exemplo, mas um câmbio automático de nove marchas. Testamos o modelo com etanol para entender as vantagens e desvantagens da motorização flex. No desempenho, embora não tenha diferenças divulgadas de potência e torque, o Tank 300 foi mais rápido com etanol: levou 6,3 s para ir de 0 a 100 km/h, contra 6,8 s dos testes feitos com gasolina. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas No dia a dia, a diferença não é notada, já que o modelo de 2.680 kg surpreende com suas acelerações rápidas a partir da inércia e em ultrapassagens. Porém, o etanol cobra o preço: nos nossos testes, com pouca carga de bateria, o consumo urbano foi de 4,3 km/l – com gasolina, 7,7 km/l. No ciclo rodoviário, mais uma curiosidade do Tank 300: a média foi melhor do que no urbano, ao contrário do que se costuma ver em carros híbridos. Foram 6,1 km/l com etanol, contra 7,2 km/l com gasolina. Ainda assim, vale fazer as contas para o uso individual considerando os preços menores do etanol. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Durante os testes e no dia a dia, com bateria com pouca carga, foi possível notar uma interferência maior do motor elétrico em ciclos rodoviários. Porém, com carga cheia, o consumo será muito menor ou até nulo, já que o motor elétrico tem capacidade de tracionar o veículo em uma boa faixa de velocidade e por até 74 km, segundo o Inmetro. Esta é a autonomia elétrica divulgada pela marca considerando a bateria de 37,1 kWh, grande para um carro híbrido. Ela pode ser recarregada a até 6,6 kW em carga lenta e, até 50 kW, em carga rápida. Também é possível fazer com que o motor flex trabalhe como um gerador para carregar a bateria em uma faixa entre 30 e 80%, mas isso elevará o consumo de combustível. Por fim, o Tank 300 também tem a função V2L, que fornece energia para sistemas e dispositivos eletrônicos externos, como para acampamentos. A energia fornecida é de até 3,3 kW. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A dirigibilidade do Tank 300 não tenta enganar. Ela deixa clara a proposta off-road do modelo, embora ele seja completamente apto ao ambiente urbano. O motorista sente que está em um jipão feito sobre chassi, com conjuntos robustos. A suspensão, dos tipos dupla A na dianteira e eixo de torção na traseira, absorve bem a buraqueira da cidade e os acidentados do fora de estrada, e mostra robustez no funcionamento. Os ocupantes podem sentir alguns solavancos pela estrutura do SUV, que passam longe de incomodar. Por outro lado, recomenda-se cuidado em velocidades mais altas e em curvas mais fechadas, já que há uma tendência de inclinação da carroceria, característica natural deste tipo de veículo. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A direção também tem respostas condizentes com a proposta, o peso e a potência do modelo, mas pode ser ajustada em três níveis: leve, conforto ou esportivo. O isolamento acústico do modelo é bom e bloqueia os ruídos mais altos vindos do motor. A prancha da versão Terraforce no teto provoca assovios em velocidades mais altas, mas o tampão do teto solar resolve. Qual é o tipo de tração 4×4 do GWM Tank 300 flex? O GWM Tank 300 é um carro cuja estrutura é de carroceria sobre chassi e a tração 4×4 é do tipo “raiz”, com cardã. Há opções de tração 4×2, 4×4 e 4×4 com reduzida, que permitem nove modos de condução. São eles: Normal (4×2/4×4/4x4L); Neve (4×4); Expert (4×2/4×4); Montanha, Rocha, Lama e Areia, Estrada Acidentada (4x4L). Ele também tem bloqueios eletrônicos dos diferenciais dianteiro e traseiro, e central. 12_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9518 Fernando PiresQuatro Rodas02_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9583 Fernando PiresQuatro Rodas03_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9902 Fernando PiresQuatro Rodas20_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9528 Fernando PiresQuatro Rodas21_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9529 Fernando PiresQuatro Rodas14_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9520 Fernando PiresQuatro Rodas19_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9526 Fernando PiresQuatro Rodas01_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9911 Fernando PiresQuatro Rodas25_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9537 Fernando PiresQuatro Rodas22_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9531 Fernando PiresQuatro Rodas24_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9534 Fernando PiresQuatro Rodas39_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9492 Fernando PiresQuatro Rodas28_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9579 Fernando PiresQuatro Rodas18_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9525 Fernando PiresQuatro Rodas04_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9580 Fernando PiresQuatro Rodas26_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9542 Fernando PiresQuatro Rodas41_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9495 Fernando PiresQuatro Rodas16_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9522 Fernando PiresQuatro Rodas05_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9993 Fernando PiresQuatro Rodas35_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9488 Fernando PiresQuatro Rodas10_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9512 Fernando PiresQuatro Rodas15_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9521 Fernando PiresQuatro Rodas08_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9510 Fernando PiresQuatro Rodas31_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9484 Fernando PiresQuatro Rodas42_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9496 Fernando PiresQuatro Rodas36_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9489 Fernando PiresQuatro Rodas17_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9524 Fernando PiresQuatro Rodas33_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9486 Fernando PiresQuatro Rodas13_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9519 Fernando PiresQuatro Rodas11_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9516 Fernando PiresQuatro Rodas32_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9485 Fernando PiresQuatro Rodas38_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9491 Fernando PiresQuatro Rodas29_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9482 Fernando PiresQuatro Rodas37_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9490 Fernando PiresQuatro Rodas06_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9507 Fernando PiresQuatro Rodas40_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9493 Fernando PiresQuatro Rodas30_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9483 Fernando PiresQuatro Rodas07_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9508 Fernando PiresQuatro Rodas44_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9499 Fernando PiresQuatro Rodas27_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9544 Fernando PiresQuatro Rodas09_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9511 Fernando PiresQuatro Rodas23_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9532 Fernando PiresQuatro Rodas34_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9487 Fernando PiresQuatro Rodas43_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9497 Fernando PiresQuatro Rodas O modelo tem equipamentos e interfaces que prometem fazer da tecnologia mais um auxílio em percursos off-road. Um deles é a interface off-road nas telas, que apresenta parâmetros como bússola, inclinômetro, altitude e pressão atmosférica. Há ainda um sistema de câmeras 360° com chassi transparente, piloto automático off-road e o assistente de manobra para curvas fechadas, que ajuda a reduzir o raio de giro em trilhas mais apertadas. O sistema faz isso freando ou travando a roda traseira interna da curva. Veredicto Apesar do consumo sensível ao uso do etanol, o Tank 300 entrega robustez 4×4 genuína, pacote farto de equipamentos e desempenho de sobra em uma roupagem exclusiva na versão Terraforce flex. Ficha Técnica – GWM Tank 300 HyBR-Flex Terraforce Motor: flex, quatro cilindros 2.0 turbo, injeção direta; elétrico dianteiro; potência combinada, 394 cv; torque combinado, 76,4 kgfm Bateria: íons de lítio, 37,1 kWh; potência de recarga, 6,6 kW (AC), 50 kW (DC) Câmbio: automático, nove marchas, tração 4×4 (com reduzida) Direção: elétrica Suspensão: McPherson (diant.), eixo rígido five-link (tras.) Freios: a disco Pneus: 265/60 R18 Dimensões: comprimento, 4,76 m; largura, 1,93 m; altura, 1,96 m; entre-eixos, 2,75 m; altura em relação ao solo, 22,2 cm; ângulo de ataque, 32°; ângulo de saída, 33°; capacidade de imersão, 70 cm; peso, 2.680 kg; porta-malas, 863 litros; tanque, 70 litros Testes Quatro Rodas – GWM Tank 300 HyBR-Flex Terraforce Aceleração 0 a 100 km/h: 6,3 s 0 a 1.000 m: 27 s / 182,4 km/h Velocidade máxima: 180 km/h (limitada) Retomadas D 40 a 80 km/h: 2,8 s D 60 a 100 km/h: 3,7 s D 80 a 120 km/h: 4,6 s Frenagens 60/80/120 km/h a 0: 15,5/27,6/62,8 m Consumo Urbano: 4,3 km/l Rodoviário: 6,1 km/l Ruído interno Neutro/RPM máx.: 40,1/- dBA 80/120 km/h: 59,8/72,2 dBA Aferição Velocidade real a 100 km/h: 96 km/h Rotação do motor a 100 km/h: 2.400 rpm Volante: 2,7 voltas Seu Bolso Preço básico: R$ 350.000 Garantia: 5 anos Publicidade View the full article
  18. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower De forma um tanto discreta, o Lexus ES 500e chega ao mercado brasileiro, e aqui falamos de um modelo marcante, afinal é o primeiro sedan 100% elétrico da marca no mundo, e também no mercado nacional. Na realidade, ele fará companhia ao ES 350h, híbrido, que estreou por aqui em agosto. A diferença de preço entre eles é de R$ 50 mil: são R$ 500 mil pelo híbrido e, agora, R$ 550 mil pelo novo elétrico. Leia mais: Jetour G700 estreia no Brasil: preço, versões, motorização, autonomia e equipamentos Lexus ES 500e – Foto: divulgação Lexus ES 500e tem jeitão coupé Essa é a sexta geração dos Lexus ES, o modelo mais vendido da marca pelo mundo. Além do design mais arrojado, cheio de recortes, ângulos retos e formas esportivas, ele estreia nova plataforma modular, que permitiu uma carroceria substancialmente maior: agora, o sedanzão passa dos 5,1 m de comprimento, 1,9 m de largura, e chega aos excelentes 2,95 m de distância entre-eixos. O estilo baixo e esguio prevalece: são apenas 1,56 m de altura, enquanto a traseira tem recortes quase coupé. Ele tem porta-malas maior que o do irmão híbrido, próximo dos 500 litros. Tração integral No Lexus Es 500e, há tração integral permanente, graças a dois motores elétricos, um acoplado a cada eixo: são 227 cv de potência e 27,3 mkgf de torque no dianteiro, enquanto o traseiro é mais modesto, com 98 cv e cerca de 17,5 mkgf. No total, a fabricante japonesa fala em 343 cv de potência combinada, número um tanto modesto para seu preço, ainda mais na época de chineses com motorizações superdimensionadas. Ainda assim, pelos números oficiais, seu tempo de aceleração de 0 a 100 km/h é de 5,5 segundos. Lexus ES 500e – Foto: divulgação Por aqui, o Lexus ES 500e traz bateria de tração com pouco menos de 75 kWh de capacidade, com composto de íons de lítio, que permite autonomia de 378 km, pelas medições do Inmetro. A recarga, de acordo com a fabricante, é feita em 28 minutos, considerando a recuperação de 70% da energia (entre 10 e 80%), com potência máxima de 150 kW. Lexus ES 500e – Foto: divulgação Tecnologias no Brasil Gerenciado em tempo real por uma rede avançada de sensores, o sistema de tração integral do Lexus ES 500e distribui a força entre os eixos dianteiro e traseiro em variações contínuas de 100:0 a 0:100, conforme as condições de condução. Além disso, o sedanzão elétrico tem uma função bacana, chamada de Interactive Manual Drive: nela, o Lexus ES 500e pode simular a condução de um modelo a combustão, reproduzindo passagens de marchas (inclusive manuais, feitas por paddle-shifts atrás do volante), sons e outros parâmetros de um sedan a gasolina. Lexus ES 500e – Foto: divulgação Itens de série De série, há suspensões independentes nas quatro rodas com amortecedores de carga ativa, seletor de modos de condução, amplo pacote ADAS, retrovisor interno com câmera digital, câmeras 360º com visão 3D, rodas aerodinâmicas aro 21, instrumentação digital de 12,3 pol., revestimento interno em camurça, head-up display, iluminação ambiente em LED personalizável, multimídia de 14 pol., volante com aquecimento, sistema de som Mark Levinson, 10 airbags, bancos dianteiros climatizados e com ajustes elétricos, portas com abertura eletrônica por botão, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, entre outros. O interior pode ser preto, branco e caramelo. Lexus ES 500e – Foto: divulgação Garantia de até 10 anos Aqui no mercado nacional, o Lexus ES 500e vem com garantia padrão de 5 anos sem limite de quilometragem, que pode ser aumentada para até 10 anos ou 200 mil km, caso as revisões sejam feitas na rede de concessionárias, e não haja alterações que impliquem na perda da garantia do carro. São 15 concessionárias da marca pelo país. O post Lexus ES 500e elétrico é R$ 50 mil mais caro que o híbrido; conheça apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  19. #sqpl #somautomotivo #lowbass #hairtrick #fbaudio #sq #Sextou_é_Low ---------------------------- Para entrar no Grupo de Whatsapp "Low Bass Brasil" onde organizamos os Encontros, mande seu whatsapp no meu e-mail: marcio5alves@yahoo.com.br _________________ A empresa Mega Energy das Baterias LifePo4 de Alto Desempenho é Parceira do Canal. Compre com o Everton SPL Whatsapp (11) 93001-7512. Inscritos aqui do Canal Marcio Low Bass tem desconto! --------------------------- A Empresa Seladin, Mantas Automotivas Acústicas é Parceira do Canal. Obtenha Desconto de 6% para Pessoa Física e 8% para Pessoa Jurídica falando direto com o Representante Nivaldo Whatsapp (11) 97708-5833 dizendo que viu aqui em Nosso Canal Marcio Low Bass! --------------------------- Faça seu projeto com o Felipe Nanba em Diadema-SP Whatsapp (11) 94703-4643. Nesse Astra tem os seguintes equipamentos: - CD Player Original - Conversor RCA Eatech - Processador de Audio Expert X8 Air - Amplificador Soundigital 800.5 Evo6 - Kit 2 Vias Nakamichi NSJ-CS610 - Par Coaxiais Nakamichi NSJ610 - Subwoofer FB Audio 10pol 450W (Caixa Dutada de Fibra Lateral com 35 litros ) ---------------------------- Temos Nosso Curso: "APRENDA TUDO SOM AUTOMOTIVO ONLINE: Acesse qualquer um desses 2 Links para Informações: https://go.hotmart.com/D61464418N ou https://go.hotmart.com/D61464418N?dp=1View the full article
  20. Fã de Ayrton Senna, italiano de 20 anos disputa o GP de São Paulo após conquistar o título e viralizar com uma manobra de ré que terminou numa cercaView the full article
  21. A JLR vai descontinuar globalmente o Evoque e o Velar, modelos de entrada da família Range Rover. Os SUVs sairão de linha até o final de 2027, sem sucessores diretos. A informação foi divulgada pelo site Autocar. Em vez de uma substituição, trata-se de um reposicionamento superior para a submarca. A ideia, a partir de agora, é deixar as linhas Defender e Discovery para atender os consumidores de menor poder aquisitivo. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A JLR quer, como resultado, que a Range Rover gere mais lucro ao concentrar seus esforços em carros mais caros, com margens maiores, em vez de expandir a marca para conquistar mais clientes. Evoque era o chamariz da Land Rover Nos primeiros cinco anos de produção, período entre 2011 e 2016, o Evoque ultrapassou a marca de mais de 520.000 unidades vendidas globalmente. À época, a fábrica de Halewood, na Inglaterra, teve de adotar um regime de produção de 24 horas para dar conta da procura. O Velar, por sua vez, surgiu como uma alternativa maior e mais cara. Range Rover Velar 2026Mauro Balhessa/Quatro Rodas Continua após a publicidade Novo Range Rover GT Para 2027, está previsto o lançamento do Range Rover GT, que vai estrear a plataforma EMOA (Electricified Modular Architecture) e será montado na mesma fábrica onde sai o Evoque atual. Elétrico, este será o modelo mais baixo da história da marca. O novo modelo terá proporções mais próximas às do Range Rover Sport, mas com uma carroceria de teto suavemente inclinado. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Land Rover A mudança de conceito também aparece no interior. As portas sem moldura dão acesso a uma cabine de desenho minimalista, com menos comandos físicos. Ainda assim, a Land Rover não apostou em um painel dominado por telas: há comandos atrás do volante e alguns botões convencionais espalhados pela cabine. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Land Rover As imagens divulgadas mostram o GT com configuração 2+2, na qual os dois bancos traseiros individuais são separados por um console central. O espaço reúne porta-copos, carregadores sem fio, apoio de braço e uma tela sensível ao toque para controlar o ar-condicionado e funções de mídia. Continua após a publicidade Mudanças à vista na JLR também no Brasil Se na Inglaterra as movimentações parecem concretas, no Brasil o futuro da JLR está indefinido. O grupo Chery continua com negociações ativas para ficar com a fábrica de Itatiaia (RJ) da Jaguar Land Rover. Mas ainda nada está cravado. Segundo fontes próximas, os envolvidos sinalizavam que uma resposta sobre um acordo deve ocorrer ainda em 2026 e aguardavam a resolução das eleições brasileiras para um desfecho. A Jaguar Land Rover encerrou a produção do Discovery Sport e Range Rover Evoque na fábrica de Itatiaia (RJ) em junho de 2026. As últimas unidades dos modelos nacionais estão nas concessionárias e deverão durar até o final deste ano. Fábrica da JLR em Itatiaia (RJ)Divulgação/Land Rover Continua após a publicidade Inaugurada há dez anos, a unidade fabril recebeu um aporte inicial superior a R$ 1 bilhão e operava sob o regime SKD, com capacidade instalada para produzir 24.000 veículos por ano. Hoje na ociosidade, os trabalhadores participam de treinamentos de capacitação, reciclagens e atualizações de normas regulamentadoras, de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Itatiaia e Porto Real (Sindireal). Eles aguardam qual será o futuro da planta. A fábrica da JLR no sul-fluminense gera 371 empregos diretos. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Land Rover Continua após a publicidade Há algumas possibilidades em jogo, inclusive com a coexistência da produção da Jaguar Land Rover no local. A JLR poderia até mesmo contratar a Chery para seguir montando seus carros em Itatiaia. As duas empresas são parceiras de longa data na China, onde é a Chery quem fabrica os carros da Land Rover. Além disso, os novos carros da submarca Freelander estão sendo desenvolvidos em parceria com o conglomerado chinês, que também será responsável pela produção e distribuição global dos novos modelos. Publicidade View the full article
  22. A GWM apresentou na China a segunda geração do Wey Lanshan, SUV grande que estreia até o fim deste ano como a derivação de luxo do Haval H10. Wey Lanshan é justamente o nome comercial do Wey 07 na China. Desta vez, porém, o SUV adotou linhas mais quadradas – e muito diferentes. <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM O modelo de base da Haval estreou no mercado chinês em agosto com preço inicial de 201.800 yuans (R$ 164.770 ao câmbio atual) e acumulou 19.281 unidades entregues apenas entre agosto e setembro. Com o novo Lanshan, o grupo chinês busca atrair o consumidor que deseja o porte do H10, mas exige acabamento superior e recursos dinâmicos de categorias mais caras. Qual é o motor do novo GWM Wey Lanshan? O GWM Wey Lanshan de segunda geração utiliza um conjunto mecânico híbrido plug-in composto por um motor 2.0 turbo a gasolina de 247 cv aliado a dois propulsores elétricos e câmbio DHT de quatro marchas. A potência combinada atinge 696 cv, alimentada por baterias de 53,6 kWh ou 66,6 kWh que garantem autonomia elétrica de 220 km a 270 km no ciclo WLTC. <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM Continua após a publicidade A adoção do bloco 2.0 turbo representa o principal ganho mecânico em relação ao Haval H10, que utiliza um motor 1.5 a combustão combinado aos propulsores elétricos para entregar 598 cv e bateria de 42,8 kWh (190 km de alcance WLTP). O torque ainda não foi divulgado pela fabricante. Para lidar com o ganho de peso das baterias de até 66,6 kWh — capacidade equivalente à de veículos puramente elétricos de porte médio —, a engenharia equipou o utilitário com suspensão a ar de câmara dupla. O chassi também recebe sistema de esterçamento das rodas traseiras, recurso que promete reduzir o diâmetro de giro em manobras urbanas e aumentar a estabilidade em velocidade. Continua após a publicidade O que muda no visual e nas dimensões do Wey Lanshan ante o Haval H10? <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM Para diferenciar o Wey Lanshan do Haval H10, os designers criaram uma dianteira própria com grade cromada de grandes proporções, novos faróis de led, rodas de liga leve de 21 polegadas e molduras cromadas. Na fita métrica, o SUV mede 5,14 m de comprimento na configuração de cinco lugares e chega a 5,30 m na versão de seis assentos, mantendo 3,01 m de entre-eixos. As demais medidas da carroceria monobloco contemplam 2,05 m de largura e 1,96 m de altura, preservando o perfil quadrado do projeto original da Haval. Os designers mantiveram a linha de capô elevada, o teto plano, os para-lamas salientes e a tampa do porta-malas com abertura lateral, que carrega o estepe pendurado na parte externa. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM No pacote de assistência à condução (ADAS), o utilitário incorpora um sensor LiDAR posicionado no topo do para-brisa, que trabalha em conjunto com câmeras instaladas nos para-lamas dianteiros. Os preços oficiais da segunda geração do Wey Lanshan e a lista detalhada de equipamentos de cabine serão confirmados perto do início das vendas na China. Publicidade View the full article
  23. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower O BYD King 2027, sedan médio híbrido plug-in (PHEV), entra numa oferta agressiva, que dura até o dia 30 de novembro: na versão GL, o modelo baixa dos R$ 173 mil de tabela cheia para menos de R$ 148 mil, numa condição destinada aos clientes do tipo pessoa física (CPF) ou jurídica (CNPJ). A oferta vale para unidades 2026/2027, em todas as concessionárias da marca no Brasil. Leia mais: BYD Dolphin GT já está no Brasil e pode custar preço de Polo e HB20 BYD King 2027 – Foto: Lucca Mendonça BYD King 2027 mais barato que Virtus Por esse valor promocional de R$ 147.990, o BYD King 2027 acaba saindo mais barato que um Virtus Comfortline 1.0 turboflex, que passa dos R$ 152 mil sem cor metálica nem opcionais. Só que, além de maior, o King integra uma categoria superior (sedans médios), entrega melhor acabamento interno, espaço mais generoso na cabine, pacote mais recheado de equipamentos, além da motorização híbrida plug-in, que o Virtus nem sonha. BYD King 2027 – Foto: Lucca Mendonça Motorização e consumo O BYD King 2027, nessa versão GL, usa motor 1.5 aspirado sob o capô, movido a gasolina, com cerca de 110 cv de potência. Ele trabalha junto de um motor elétrico dianteiro com outros 180 cv, totalizando 209 cv de potência com torque combinado acima dos 32 mkgf. Sua tração é sempre dianteira, e a transmissão é automática dedicada (DHT), que se assemelha a um CVT. Segundo a fabricante, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos, com velocidade máxima de 185 km/h nas melhores condições. BYD King 2027 – Foto: Lucca Mendonça Como é híbrido plug-in, o BYD King 2027, nessa versão GL, usa bateria de tração com 8,3 kWh de capacidade, que permite autonomia elétrica de 35 km, pelas medições do Inmetro. O alcance combinando combustão e eletricidade ronda os 1.175 km, graças ao tanque de combustível com 48 litros de capacidade. Equipamentos de série BYD King 2027 – Foto: Lucca Mendonça De série, essa versão GL do BYD King 2027 traz luxos como rodas de liga-leve aro 17, freios a disco nas quatro rodas, conjunto óptico em LED, sensor crepuscular, painel de instrumentos digital de 8,8”, carregador de celular sem fio, bancos em couro sintético, banco do motorista com ajustes elétricos, piloto automático, freio de mão eletromecânico, função Auto Hold, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros e chave presencial com partida por botão. BYD King 2027 – Foto: Lucca Mendonça O pacote ainda inclui 6 airbags, retrovisores externos com rebatimento elétrico e desembaçador, multimídia rotativa de 12,8”, câmera 360º, conexão com chave NFC, GPS online nativo, opção de internet a bordo, comandos de voz (“Olá BYD”), ar digital automático com saídas traseiras e mais. Condições Os BYD King 2027 em promoção não incluem opcionais nem acessórios, são da versão GL, ano 2026/modelo 2027, com garantia de 6 anos ou 200 mil km para uso particular (6 anos ou 100 mil km para profissional) no caso do carro, ou 8 anos/200 mil km para a bateria de tração (uso particular ou profissional). O post BYD King 2027 híbrido plug-in está mais barato que Virtus em promoção apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  24. Piloto não sofreu ferimentos graves; acidente ocorreu durante preparação do Yangwang U9 Xtreme para superar recordeView the full article
  25. Novo aporte até 2030 eleva a capacidade para 2,3 milhões de motos por ano; marca também abriu museu com 37 modelos feitos no BrasilView the full article
  26. O GWM Ora 5 chegou ao mercado com lote de 2.000 unidades no final de junho. O que a marca aparentemente não esperava era o interesse do público pelo SUV. O modelo apresentou fila de quatro meses e agora começa a aumentar o volume de vendas. No mês de outubro, o Ora 5 foi emplacado 1.598 vezes, bem mais que as 191 vendas de setembro e quase o dobro em relação as 952 de agosto, que era o melhor mês em vendas do SUV. No acumulado do ano, o Ora 5 tem 3.599 vendas, o que fez do modelo o elétrico mais vendido da marca, uma vez que o Ora 03 tem apenas 2.658 unidades. <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM Para além disso, o resultado de outubro colocou o Ora 5 no pódio dos elétricos. O modelo foi o terceiro mais vendido do segmento, atrás do BYD Dolphin Mini com 8.432 vendas e do BYD Dolphin com 5.273 emplacamentos. A GWM se aproveitou da falta de estoque do Geely EX2, que tem quatro meses de fila de espera. Continua após a publicidade O Ora 5 é vendido em versão única no Brasil por R$ 165.990. O SUV tem um único motor elétrico com 204 cv e 26,5 kgfm de torque. Segundo a GWM, o 0 a 100 km/h é feito em 7,7 segundos. A bateria de 58,3 kWh garante 349 km de autonomia, segundo o Inmetro. <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM Continua após a publicidade O SUV tem na lista de equipamentos itens como: ar-condicionado digital e automático, teto panorâmico, comandos de voz com inteligência artificial capaz de responder a mais de 300 comandos, direção elétrica, seis airbags, faróis full-LED, carregador por indução para smartphones com potência de 50 kW, ventilação dos bancos dianteiros, saída de ar e entrada USB-C para o banco traseiro, câmera com projeção em 540° e abertura elétrica do porta-malas. Por fim, o GWM Ora 5 tem condução semiautônoma nível 2+ com frenagem automático de emergência, controle de cruzeiro adaptativo (ACC), assistente de permanência em faixa com função de centralização, alerta de ponto cego, alerta de tráfego cruzado dianteiro e traseiro com frenagem automática, leitor de placas e alerta de abertura das portas. Publicidade View the full article
  27. Clássico por fora, Taramps por dentro! O Opala do Menzinho é a prova de que tradição e tecnologia podem andar juntas. Um projeto cheio de personalidade, que preserva o charme de um clássico e traz toda a potência Taramps na sonorização. E aí, quem também é apaixonado por projetos assim? #taramps #somautomotivo #opala #menzinho #acf #paganiniView the full article
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