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[4r]Projeto de lei exige semafóro com contagem regressiva contra ‘indústria da multa’
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Semáforos com fiscalização eletrônica poderão ser obrigados a exibir um temporizador com contagem regressiva para os condutores. É o que estabelece o Projeto de Lei 2975/26, que tramita na Câmara dos Deputados. A regra condiciona a aplicação de multas à presença e ao perfeito funcionamento do equipamento de contagem. A proposta abrange qualquer cruzamento equipado com radares de velocidade, detectores de avanço de sinal vermelho ou sensores de parada sobre a faixa de pedestres. Pelo texto, o contador deverá informar o tempo restante não apenas para a luz verde, mas também para a vermelha. <span class="hidden">–</span>Lucas Santos/Unsplash Continua após a publicidade O objetivo central é dar previsibilidade aos motoristas. Sem a contagem, a mudança abrupta para o sinal amarelo frequentemente resulta em decisões de risco, provocando acelerações indevidas para “aproveitar” a travessia ou frenagens bruscas que causam colisões traseiras. Transparência contra a indústria da multa A autora do texto, deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), argumenta que a fiscalização eletrônica deve ter caráter educativo e preventivo. Ao fornecer a informação exata de tempo, a medida tenta afastar a percepção popular de que os radares urbanos operam com finalidade puramente arrecadatória. Continua após a publicidade Para que o sistema tenha validade legal, o temporizador precisará ser instalado de forma clara, ostensiva e sincronizada com o ciclo do semáforo. Essa exigência técnica cria uma proteção direta ao motorista contra falhas de manutenção dos órgãos públicos. Quais peças do motor do carro são mais prejudicadas pela gasolina com 32% de etanol? Continua após a publicidade Segundo o projeto, a ausência do display, defeitos de funcionamento, dessincronização com as luzes ou até mesmo a baixa visibilidade do cronômetro impedirão a lavratura do auto de infração. Na prática, o equipamento de fiscalização perde a validade se o temporizador falhar. Embora a tecnologia de temporizadores seja conhecida e tratada pelo projeto como de baixo custo, a aplicação da lei esbarra na realidade da infraestrutura viária brasileira. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) ainda precisará definir os requisitos técnicos exatos desses equipamentos. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade O ponto mais sensível da proposta, porém, é o cronograma de implementação. O texto estabelece que os órgãos executivos de trânsito terão um prazo de apenas 60 dias, após a publicação da lei, para adequar os semáforos já existentes em todo o país. Trata-se de uma janela de tempo consideravelmente curta para que municípios realizem licitações, compras e instalações em milhares de cruzamentos. O projeto segue agora para análise conclusiva pelas comissões de Viação e Transportes e de Constituição e Justiça da Câmara. Publicidade View the full article -
[4r]Longa Duração: Fiat Pulse Hybrid cobra assinatura cara por funções que rivais dão de graça
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Degustação de serviços sempre tem o perigo de você se acostumar com eles e, depois, não conseguir ficar sem. Foi o que aconteceu com os serviços do My Uconnect do Fiat Pulse Hybrid. Recapitulando, nosso carro tem o opcional Fiat Connect Me, que torna o carro compatível com os serviços conectados da Fiat, e que hoje custa R$ 2.990. Quando compramos o carro, ganhamos esse recurso: um ano de serviços completos gratuitos, que permitem desde acompanhar o nível de combustível, eventuais panes, destrancar e dar partida remota ou mesmo localizar o veículo e ter contato direto com serviços de emergência. Estas funções ainda permitem criar alertas de horário de uso, saída de um perímetro de circulação específico ou de limite de velocidade. E também é possível estabelecer um raio máximo de circulação para deixar o carro com um manobrista, por exemplo. Continua após a publicidade O serviço também inclui franquia de dados para o uso do wi-fi a bordo, por meio de uma conexão 4G – que é o que faz com que todo o sistema funcione remotamente, pelo celular. Quando o carro completou um ano, acabou o período de degustação do pacote “Premium” e restou apenas o pacote “Essencial”, que exibe nível de combustível, saúde do óleo, pressão dos pneus, necessidade de alguma manutenção e alerta de recalls. Como nosso carro é de uso compartilhado, é sempre útil saber onde ele está, monitorar o combustível e, muitas vezes, ter conexão de internet melhor que a da rede dos nossos celulares. Continua após a publicidade O serviço da Fiat não é nada barato. O pacote “Smart Control” custa R$ 80/mês, mas não inclui os serviços de emergência, que estão no pacote “Premium”, que custa R$ 100/mês (ou R$ 1.000 no plano anual). Esse valor ao menos inclui uma franquia de dados de internet – que no antigo Jeep Compass do Longa Duração precisava ser pago à parte. Isso ajuda: já na primeira semana usamos essa conexão para participar de uma reunião online após pane em uma rede de telefonia. Mas o serviço equivalente do BYD Dolphin da nossa frota é gratuito – e também inclui franquia de dados. Continua após a publicidade Fiat Pulse – 38.388 km Versão: Impetus T200 Hybrid Motor: 3 cil., diant., transv., 999 cm3, 12 V, aspirado, 130/125 cv a 5.750 rpm, 20,4 kgfm a 1.750 rpm Câmbio: automático, CVT, 7 marchas, tração dianteira Seguro: R$ 1.425 (Perfil Quatro Rodas) Revisões: Até 100.000 km: R$ 8.622 Gastos no mês: Combustível: R$ 854,51 Consumo: No mês: 13,6 km/l com 52,6% de rodagem na cidade Desde dez/24: 12,1 km/l com 44,7% de rodagem na cidade Combustível: flex (gasolina) Publicidade View the full article -
[4r]CNH vencida: veja o novo prazo para renovar a habilitação sem levar multa
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O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) definiu que motoristas que tiveram ou terão a CNH vencida entre 5 de junho e 8 de dezembro de 2026 ganharam um prazo extra para continuar dirigindo. A medida consta na Deliberação nº279, publicada em 9 de setembro, e estende a validade dos documentos até 9 de dezembro de 2026. O prazo é válido em todo o território nacional e o procedimento ocorre de forma automática. Assim, o condutor não precisa ir ao Detran para emitir uma nova carteira ou registrar documento que comprove a nova validade. A Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC) também entrou no novo calendário, valendo para o mesmo período. Após o encerramento da prorrogação, os motoristas ainda terão 30 dias para realizar a renovação da habilitação. As mudanças da nova Lei da CNH Entre as principais alterações da legislação está a previsão de renovação automática da CNH para motoristas cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC). Apesar disso, a lei mantém a obrigatoriedade dos exames de aptidão física e mental e, nos casos previstos, da avaliação psicológica. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Quem não tem direito ao prazo extra? A prorrogação não se aplica a motoristas com o direito de dirigir suspenso, com a CNH cassada ou habilitações com vencimento anterior a 5 de junho de 2026. Continua após a publicidade O que acontece depois dos 30 dias Dirigir com a CNH vencida há mais de 30 dias configura infração grave. O motorista flagrado nessa situação está sujeito a multa de R$ 293,47 e sete pontos na CNH. Além do valor e da pontuação na carteira, o veículo fica retido no local da fiscalização até a apresentação de um condutor habilitado. CNH digital e outros serviços Após a renovação, é possível acessar a versão digital do documento pelo aplicativo CNH do Brasil. A carteira digital tem a mesma validade da versão impressa e pode ser apresentada pelo celular, inclusive quando o condutor estiver sem o documento físico. Continua após a publicidade Além da CNH digital, o aplicativo oferece outros serviços ao motorista e ao proprietário do veículo, como consulta a infrações de trânsito, acompanhamento de cobranças de pedágio no sistema Free Flow e transferência digital de propriedade. Governo Federal aprova aumento do etanol na gasolina Continua após a publicidade QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Publicidade View the full article -
[4r]Flagra: Novo BYD Great Seagull preenche lacuna entre Dolphin Mini e Dolphin GS
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A BYD prepara a expansão da sua linha de compactos com o Great Seagull, um novo hatch elétrico posicionado entre o Dolphin Mini e o Dolphin. O modelo não entra no lugar da atual versão de entrada da marca, mas atua para ampliar a família com uma opção mais espaçosa, mais potente e dotada de sistemas autônomos, respondendo ao avanço de rivais chineses no segmento de acesso. A estratégia de manter o Dolphin Mini em linha enquanto introduz um modelo superior faz sentido comercial. Hoje, o Dolphin Mini tem preço limite de R$ 119.990, enquanto o Dolphin GS salta para R$ 149.990. O Great Seagull pode ocupar justamente essa faixa intermediária, oferecendo mais espaço e desempenho sem canibalizar o irmão menor. A mudança de proposta fica evidente na estrutura do veículo e no salto tecnológico empregado. <span class="hidden">–</span>BYD Fans Club/Reprodução Continua após a publicidade O modelo descarta o motor de 75 cv do Dolphin Mini em favor de um conjunto elétrico dianteiro de 129 cv, que permite atingir a velocidade máxima de 150 km/h. As baterias de lítio-ferro-fosfato (LFP) produzidas pela FinDreams terão capacidade de 30 kWh ou 39,2 kWh. Pelo ciclo chinês CLTC, a autonomia varia entre 320 km e 420 km, o que deve resultar em números mais conservadores quando aferidos pelo ciclo europeu WLTP e pelo Inmetro. <span class="hidden">–</span>BYD Fans Club/Reprodução Continua após a publicidade A tecnologia embarcada também evoluiu. O Great Seagull flagrado recentemente exibe um sensor LiDAR montado no teto, confirmando o suporte ao sistema DiPilot 300. Na prática, o pacote viabiliza condução em piloto automático urbano e rodoviário, estacionamento automático e reconhecimento de semáforos. <span class="hidden">–</span>BYD Fans Club/Reprodução Continua após a publicidade O hatch elétrico também apresenta proporções diferentes. O comprimento chegou a 4,20 m e o entre-eixos atingiu 2,65 m, o que representa um ganho de 15 cm em relação ao Dolphin Mini. Ele é 42,5 cm mais longo que a versão de entrada, encostando nas medidas do Dolphin tradicional, embora seja um carro mais estreito (1,81 m) e visualmente mais alto (1,57 m). O visual traz grade fechada, vincos geométricos pronunciados e a nova cor verde “Ink”. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A cabine abandonou o painel de instrumentos convencional nas unidades de teste, adotando uma solução concentrada na grande central multimídia fixa. O console central ficou mais alto e avança até a altura do volante de dois raios, redesenhando a ergonomia dianteira. Continua após a publicidade No mercado chinês, o atual Seagull parte de 69.800 yuans (cerca de R$ 54.000), enquanto o Great Seagull atuará numa faixa de preço superior. A chegada do modelo ao Brasil, já confirmada, deve acirrar a disputa entre os elétricos na faixa intermediária, entregando nível de conectividade superior ao do modelo de entrada sem cobrar o preço do Dolphin. Publicidade View the full article -
[MTM]Recorde Paulista, Top 3 Mundial “São Joaquim da Barra 2026”
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MTM SÃO JOAQUIM DA BARRA 2026 REÚNE GRANDES DESTAQUES DO SOM AUTOMOTIVO A segunda edição da MTM São Joaquim da Barra 2026, realizada por Augusto, foi mais uma vez um grande sucesso, reunindo os apaixonados pelo som automotivo e veículos rebaixados em um ambiente diferenciado, com ampla área gramada, excelente estrutura e uma energia positiva que marcou todo o evento. Competidores de diversas regiões estiveram presentes para mais uma etapa do campeonato MTM, proporcionando disputas de alto nível e medições impressionantes. O evento manteve o clima de confraternização e amizade que já se tornou uma marca registrada da MTM, atraindo público, equipes e amantes do som durante todo o dia. Entre os grandes momentos da competição, o destaque ficou para Wesly, que conquistou o Recorde Paulista da categoria 8 FALANTES, demonstrando toda a preparação e o potencial do seu projeto. O feito foi celebrado pelos presentes e entrou para a história da etapa como uma das marcas mais importantes do evento. link das fotos O casal Jonas e Sabrina também foi um dos grandes destaques da etapa, levando seus Vectras para a pista e mostrando toda a qualidade e dedicação presentes em seus projetos. Com excelentes resultados ao longo da competição, a dupla chamou a atenção do público e reforçou sua posição entre os competidores mais respeitados do circuito MTM, contribuindo para o alto nível técnico que marcou a etapa de São Joaquim da Barra link dos resultados Outro nome que brilhou na etapa foi Wesley com seu Fiat Stilo, que mais uma vez demonstrou a força de seu projeto e o resultado de muito trabalho e dedicação Outro resultado que merece reconhecimento foi o de Breno, que alcançou expressivos 138,4 dB durante a competição. A excelente marca garantiu ao competidor uma posição entre os melhores projetos do planeta, colocando seu nome no seleto grupo do Top 10 World MTM Na categoria Caixa Bob, a WeltoinSound também foi um dos grandes destaques da etapa, apresentando um projeto de alto nível que chamou a atenção do público e dos competidores. Mais do que números e troféus, a etapa de São Joaquim da Barra foi marcada pela união entre competidores, equipes e organizadores, fortalecendo o espírito de amizade, respeito e paixão pelo som automotivo que move a família MTM. link video no canal do YOUTUBE Nosso muito obrigado a todos os competidores, patrocinadores, apoiadores, ao público presente e a toda a organização do evento por fazerem desta etapa mais um grande sucesso. Nos vemos na próxima competição da MTM! Apoie as marcas que fortalecem nosso esporte: • Taramps • Spyder • Zetta Audio • Audiophonic • Bomber Alto‑Falantes • Eros Alto‑Falantes • Stetsom • Usina Spark • Roadstar Brasil • Bluster Alto‑Falantes • Technoise • Catanduva Sound Car • Banda Audioparts • Ultravox • AJK • Alpine • Powervox • Soundigital O post Recorde Paulista, Top 3 Mundial “São Joaquim da Barra 2026” apareceu primeiro em MTM World. View the full article -
[4r]Rolls-Royce Phantom Extended ganha versão com interior de conchas marítimas
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A Rolls-Royce criou um Phantom Extended único com um acabamento inédito na marca: marchetaria de madrepérola e concha de abalone. Batizado de Phantom Hummingbird, o sedã foi encomendado por um cliente para homenagear a esposa e levou mais de nove meses para ter o interior finalizado. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O projeto foi desenvolvido pelo Escritório Privado da Rolls-Royce em Dubai e utiliza o material marinho para reproduzir as penas iridescentes de um beija-flor. A combinação de madrepérola e abalone cria tons azuis e verdes conforme a incidência da luz. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Rolls-Royce Continua após a publicidade Os motivos de beija-flor aparecem nas mesas de piquenique de madeira posicionadas atrás dos bancos dianteiros. Já a seção “Cachoeira”, localizada entre os bancos traseiros, recebeu um desenho botânico com o mesmo tipo de acabamento. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Rolls-Royce Continua após a publicidade Cada beija-flor é formado por 53 peças, enquanto o motivo botânico reúne 84. O trabalho exigiu seis versões diferentes até chegar ao resultado final, principalmente pela dificuldade de cortar a frágil concha de abalone em partes pequenas o suficiente para serem inseridas na madeira. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Rolls-Royce Continua após a publicidade Para isso, as peças foram cortadas a laser, tiveram as bordas trabalhadas manualmente e receberam verniz depois da montagem. A composição definitiva consumiu 45 horas de trabalho, dentro de um processo que durou mais de nove meses. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Rolls-Royce Continua após a publicidade O restante do interior combina couro Creme Light com detalhes em Moccasin e Tan nos bancos, tapetes Seashell, folheado de Ash Burr e acabamentos em Silver Birch. Do lado de fora, a carroceria tem pintura em dois tons, Wildberry e White Sands, além de uma faixa lateral interrompida por um beija-flor pintado à mão. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Rolls-Royce A base é o Phantom Extended, versão que tem 5,98 metros de comprimento e 3,77 metros de entre-eixos. A Rolls-Royce não revelou quanto cobrou pelo exemplar único. O Phantom Extended convencional, porém, parte de cerca de 600.000 dólares nos Estados Unidos (R$ 3.097.488), antes dos opcionais e personalizações. Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Sem petróleo: conheça cinco caminhões brasileiros movidos a energias alternativas
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Em dia com a descarbonização do transporte no mundo, o Brasil oferece caminhões elétricos, movidos a biometano ou a hidrogênio. Confira cinco modelosView the full article -
Encerramos as inscrições antes do prazo final e isso só foi possível graças à confiança de cada aluno que escolheu fazer parte deste novo capítulo da EMMA Brasil. Nosso muito obrigado a todos que acreditaram na proposta, na seriedade do projeto e na força da capacitação com padrão internacional. Ver todas as vagas preenchidas com antecedência confirma que existe uma comunidade preparada para evoluir, aprender e fortalecer ainda mais o mercado de som automotivo no Brasil. Agora é contagem regressiva. 🇧🇷⭐ Nos vemos em outubro! Sejam todos muito bem-vindos à EMMA Brasil. Good Music Better Life.View the full article
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Celebrar pequenas conquistas não é vaidade: é combustível. Cada meta cumprida, cada evolução e cada passo dado reforça a motivação, alimenta a paixão pelo que fazemos e dá força para continuar construindo algo maior. #celebrarépreciso #meta #realizarsonhos #mraudiodistribuidora #gratidaoView the full article
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[JonalCarro2]Seu carro usado vai desvalorizar? Veja o impacto de elétricos e híbridos na revenda
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Oferta de modelos chineses equipados, guerra de preços nas concessionárias e evolução das baterias alteram as taxas de depreciação e tiram a garantia de boa revenda apenas pelo peso da marcaView the full article -
[CE1]Dynamat Names Reliable Product Marketing as New Mobile Electronics 12volt Representative
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Through the new partnership, Reliable Product Marketing will support Dynamat’s dealer, distributor, and installer relationships throughout...View the full article -
[CE1]Consumers are Complaining About OEM Infotainment Systems
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The finding comes from JD Power's 2026 U.S. Multimedia Quality and Satisfaction Study, part of the larger Component Quality Report portfolio.View the full article - Yesterday
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[RS]NÃO ESPERAVA POR ESSE GRAVE! REAGINDO AO SOM DOS INSCRITOS (667)
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[JonalCarro2]Andar de carro antigo no Brasil é mais perigoso? Entenda
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Jornal do Carro cruzou dados da PRF e encontrou um padrão: quando dois carros de gerações diferentes batem, quem está no mais antigo tem mais chance de ferimentos graves ou mortalidadeView the full article -
São duas formações oficiais, com propósitos diferentes. Introdução ao EMMA: filosofia EMMA, regulamentos, critérios de avaliação e preparação de veículos. R$ 1.000 à vista no Pix, ou em até 12x de R$ 124,11 no cartão. Combo Formação de Juiz: inclui a Introdução e avança para avaliação avançada, julgamento profissional e ética e conduta. R$ 3.100 à vista no Pix, ou em até 12x de R$ 382,67 no cartão. Inscrições até 25/09. Dúvidas: contato@emmabrasil.com.brView the full article
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[EstudoDoAudio]Testei o Processador DSPA 810 Pro da GoldHorn | Projeto 4 Vias SQ
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Neste vídeo vamos falar do GoldHorn DSPA 810 Pro, um Processador de Áudio com Amplificação Integrada de 8x 65Wpk. Faço o unboxing, mostro as conexões, instalo no carro e já fazemos a primeira audição. E confesso: a primeira impressão surpreendeu! O equipamento foi cedido pela R2 Audio para testes e ficará comigo por mais um tempo para fazermos medições, ajustes e testes mais completos. 🔗 R2 Audio: https://www.r2audio.com/ E ainda vem novidade no Projeto 4 Vias SQ: novo subwoofer e novas colunas! #GoldHorn #DSPA810Pro #SomAutomotivo #SQ #ProcessadorDeAudioView the full article -
[4r]GWM Tank 300 ganha série especial que pode assustar o Jeep Wrangler
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O GMW Tank 300 ganhou uma série especial que promete colocar medo em modelos como Jeep Wrangler e Ford Bronco. Trata-se do GWM Tank 300 Hooke Trail, que como o nome sugere, é focado em trilhas. Para isso, a marca não alterou apenas o visual do SUV, mas sim todo o conjunto de suspensão. A suspensão dianteira independente de braços duplos deu lugar a uma suspensão de eixo rígido duplo, o que ajuda a superar rochas, por exemplo. O modelo é baseado no 300L, que tem entre-eixos maior, de 3,01 m, enquanto nessa configuração as longarinas são de 80 mm com novos braços de controle. <span class="hidden">–</span>GWM/Divulgação O SUV ainda tem barra estabilizadora Panhard com buchas reforçadas e barra de direção rígida. Segundo a GWM, com as melhorias, a suspensão está 38% mais firme. O sistema de direção eletro-hidráulico foi revisto e o Tank 300 ganhou função de desconexão eletrônica semiativa da barra estabilizadora, permitindo articulação de 50 cm das rodas dianteiras. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Os dados revelam um ângulo de ataque de 41° e ângulo de saída de 34°, enquanto a altura livre do solo é de 24,5 cm e a capacidade de transpor obstáculos alagados é de 85 cm. Com o novo arranjo de suspensão, o Tank 300 pode utilizar pneus de 35 e até 40 polegadas com algumas modificações. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>GWM/Divulgação O interior recebe estofamento em couro Nappa, mas mantém painel de instrumentos digital de 12,3 polegadas, central multimídia de 15,6 polegadas e bancos aquecidos, ventilados e com função massagem. Entre os opcionais, o comprador pode levar barraca de teto, refrigerador e luzes de LED adicionais. Continua após a publicidade O Tank 300 Hooke Trail é equipado com motor 2.0 turbo de 231 cv e 40,7 kgfm de torque, não há qualquer tipo de eletrificação nessa configuração. O câmbio é automático de nove marchas com tração nas quatro rodas e bloqueio eletrônico dos diferenciais, além de caixa reduzida. Segundo dados do MIIT, futuramente a edição terá uma variante com motor 3.0 V6 turbo, que ainda não teve os dados divulgados. Publicidade View the full article -
[Diy]These Expensive Speakers Look Amazing… Why Has Nobody Heard of Them? ESB Audio 5.6K2X
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Check the price here: https://lasso.to/vtZ204VP2d If you found this video helpful then you can support the channel on Patreon for as little as $3 a month: https://www.patreon.com/DIYAudioGuy Join this channel to get access to exclusive membership perks: https://www.youtube.com/channel/UCUj9z2nkIesDh3sa8575qYw/join Use the code DIYAudio to save: 7% off of Savard (https://lddy.no/1jqmp) 10% off of Custom Speaker Pods (https://customspeakerpods.com/) 7.5% at Sky High Car Audio https://skyhighcaraudio.com/?ref=DIYaudio 5% off from Battery Hookup (https://batteryhookup.com) 10% off at Jag35 (jag35.com/DIYaudio) 5% off at B2 Audio https://www.b2audiousa.com/?ref=DIYaudio 5% off at BigJeff Audio: https://bigjeffaudio.com/?ref=DIYaudio 5% off at Parts Express 5% off at Showtime Electronics. 5% at Sparked Innovations (https://sparkedinnovations.com?ta_aff=NGFLAQXZHN) with the code DIY Check out the DIY Auido Guy Amazon Store: Amazon: https://www.amazon.com/shop/diyaudioguy Support DIY audio content by shopping with these affiliates: Shop for Basshead Gear at Down4Sound: https://lddy.no/1065t Shop for Car and Home Audio at Crutchfield: https://howl.me/cg9bCOKLoK7 Carbide 3D: https://shop.carbide3d.com/DIYAUDIOGUY Connect on social media: Facebook: https://www.facebook.com/DIY-Audio-Guy-111428060245602/ Instagram: https://www.instagram.com/diyaudioguy/ Twitter: https://twitter.com/DIYAudioGuy1 hese Expensive Speakers Look Amazing… Why Has Nobody Heard of Them? ESB Audio 5.6K2X These Expensive Speakers Look the Part — Do They Sound It? ESB Audio 5.6K2X A Premium Car Audio Brand that Knows about? ESB Audio Component Review 6.5 inch sound quality car audio components expensive car audio premium car audio, brand nobody has heard of Chapters: 0:00 Introduction Music By creatormix.com *As an associate/affiliate marketer I may earn a small commission on qualified purchases on Amazon, Crutchfield, Parts Express, customspeakerpods.com, Savard, Amped Up Car Audio, Designer MotorSports, Carbid 3D or Down4Sound. #affiliate #crutchfieldpartner #amazonaffiliateView the full article -
[4r]Romi Isetta: 70 anos do primeiro carro produzido em série no Brasil
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Instalada em Santa Bárbara d’Oeste, interior de São Paulo, a Romi é um dos melhores exemplos de indústria nacional que deu certo. Prestes a completar 100 anos, a empresa criada pelo industrial paulista Américo Emílio Romi surgiu a partir de uma humilde oficina e há 70 anos apresentou o primeiro automóvel brasileiro produzido em série: a Romi-Isetta. Idealizada na Itália, a Isetta foi originalmente produzida pela Iso Autoveicoli S.p.A. e, posteriormente, licenciada para diversos fabricantes ao redor do mundo. A ideia de produzi-la no Brasil foi de Carlos Chiti, enteado e sócio de Emílio Romi. Chiti considerou que aquele automóvel urbano, acessível e adequado à dura realidade da reconstrução pós-guerra, na Europa, também seria plenamente adequado à realidade de um país predominantemente agrário, com sérias pretensões industriais e urbanísticas. A Romi-Isetta transmitia a ilusão de possuir apenas três rodas, em razão da bitola traseira estreitaLeo Sposito/Quatro Rodas Continua após a publicidade Filho de imigrantes italianos, Emílio residia na Itália quando a Primeira Guerra Mundial eclodiu. Ferido em combate, voltou ao Brasil em 1923 após se casar com a viúva Olímpia Gelli Chiti, mãe de Carlos. Acumulou experiência como mecânico na revenda paulistana Alfa Romeo e em uma concessionária Chevrolet, em Americana. Quebra-ventos laterais otimizavam o fluxo de ar no habitáculo. A capota retrátil de lona reduzia o calor em dias mais quentes e funcionava como saída de emergência, em caso de colisãoLeo Sposito/Quatro Rodas Continua após a publicidade Ao lado de Chiti, Emílio funda a oficina Garage Santa Bárbara, em 1929. Produziram máquinas agrícolas, tornos e o primeiro trator nacional, o Toro. Importaram duas Isettas, desmontaram e chegaram à conclusão de que era possível produzir no Brasil: em 1955, embarcam para a Europa e retornam com a concessão da Iso. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade O acesso ao habitáculo era feito pela única porta, à frente do veículo: um único banco comportava dois adultos e uma criança. Refrigerado a ar, o motor monocilíndrico de dois tempos, 198 cc e 9,5 cv estava acoplado a uma transmissão manual de quatro marchas: prometia alcançar 85 km/h e rodar 26 km com 1 litro de gasolina. <span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas Continua após a publicidade Menos de um ano depois, em 30 de junho de 1956, a Romi produziu a primeira unidade da Isetta brasileira: acompanhado de Olímpia, Emílio conduziu o microcarro sob aplausos dos operários. O lançamento oficial ocorreria apenas em setembro: no dia 5 uma frota de Romi-Isetta desfilou sob o comando de Carlos Chiti no então sofisticado Centro de São Paulo. A demanda era reforçada por uma maciça campanha publicitária em revistas e jornais. Em 1957, a carroceria sofreu pequenas alterações e a cilindrada subiu para 236 cc. Uma caravana com 33 exemplares foi de São Paulo ao Rio de Janeiro em janeiro de 1958, sendo recebida por autoridades e personalidades da época. Continua após a publicidade A coluna de direção basculava junto com a porta. Alavanca do câmbio de quatro marchas exigia destreza com a mão esquerdaLeo Sposito/Quatro Rodas O primeiro automóvel nacional era uma das estrelas do primeiro canal de televisão no país, a TV Tupi, onde a Romi-Isetta contracenava com o casal Eva Wilma e John Herbert na série brasileira Alô, Doçura!. Vários empregos indiretos foram gerados na Saturnia (baterias), Sueden (molas), Tecnogeral (chassi/carroceria), Amortex (amortecedores), Same (material elétrico), Orion (peças de borracha), Blindex (para-brisa), Djalma (limpadores de para-brisa), Probel e Plexon (assentos e estofamentos) e Pirelli (pneus). <span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas Em 1959, surge o modelo 300, com melhorias estéticas e motor BMW de quatro tempos com 298 cc; os 3,5 cv a mais representavam um aumento de potência de 40%. O interior redesenhado trouxe um novo volante com três raios. A nacionalização da Romi-Isetta saltava de 70 para 78%. Em 15 de março do mesmo ano, Emílio Romi faleceu em razão de um derrame cerebral. A consagração da Romi-Isetta ocorreu em 2 de fevereiro de 1960, quando Juscelino Kubitschek recebeu a Caravana da Integração Nacional em Brasília: o presidente desfilou de capota aberta. O pequeno motor Iso vinha importado da Itália. Minimalista, o painel era formado por velocímetro, luz do dínamo e indicadores de direção e do farol alto.Leo Sposito/Quatro Rodas A Romi chegou a participar do I Salão do Automóvel, em 1960, mas seu destino já estava selado pelas normas do GEIA (Grupo Executivo da Indústria Automobilística), que exigiam capacidade mínima para quatro passageiros e ao menos duas portas. A falta de incentivos fiscais e subsídios de importação acabou por encerrar sua produção, em 1961. Carlos Chiti e Emílio Romi não foram apenas pioneiros – foram visionários que vislumbraram a transformação de um país agrícola em uma potência industrial regional. A Romi-Isetta foi um dos capítulos mais importantes na história de uma empresa genuinamente nacional, que ainda hoje traz muita prosperidade à comunidade barbarense e ao Brasil. <span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas Ficha Técnica Romi-Isetta 1956 Motor: dois tempos, transversal, 1 cilindro, 198 cm3, alimentado por um carburador simples Potência: 9,5 cv a 4.500 rpm Torque: 1,4 kgfm a 4.200 rpm Câmbio: manual de 4 m., tração traseira Carroceria: fechada, 1 porta, 2 lugares Dimensões: compr., 228 cm; larg., 138 cm; alt., 134 cm; entre-eixos, 150 cm; 350 kg, pneus 4,50 x 10 Preço: com os incentivos previstos: Cr$ 49.000 – R$ 36.913 (IGP-DI FGV). Sem os incentivos: Cr$ 99.820 – R$ 69.973 (IGP-DI FGV) Os bastidores da chegada da Fiat ao Brasil, há 50 anos Agradecimento especial Murais de @CAMILORODRIGUESARTES Publicidade View the full article -
[4r]Geely EX2 Max e MG4 Urban Comfort: qual é o melhor antagonista ao BYD Dolphin?
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O segmento dos hatches elétricos tornou-se um dos mais movimentados do Brasil. Esses modelos têm sido os responsáveis pela popularização dos elétricos no mercado, movimento iniciado pelo BYD Dolphin, em 2023. Com recordes de vendas, o Dolphin virou protagonista e referência para os novos elétricos de entrada que aqui chegam, criando um segmento. O MG MG4 Urban é o mais novo rival e tem montagem nacional já anunciada. Ele estreia encarando o Geely EX2, que também tem produção nacional prometida e acumulou 14.780 unidades emplacadas no primeiro semestre, contra 18.054 do BYD. Aqui esses dois travam uma disputa de antagonistas. Lanternas interligadas e com referências à bandeira do Reino Unido marcam o MG4Fernando Pires/Quatro Rodas O MG4 Urban está disponível em três versões diferentes: Comfort 43 kWh (R$ 129.990), Luxury 43 kWh (R$ 139.990) e Luxury 54 kWh (R$ 149.990), que trazem nos nomes o indicativo da capacidade das baterias de cada uma. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Testamos a versão de entrada, a Comfort, e, para o confronto, convocamos o Geely EX2, na versão Max, a mais completa, que custa R$ 136.800 e é a que mais se aproxima do MG na relação de preço e equipamentos. O Geely tem ainda a versão Pro, de R$ 123.800. Continua após a publicidade O elétrico Geely traz lanternas separadas, e dispensa o limpador do vidro traseiroFernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade MG4 Urban e Geely EX2 têm diferenças significativas, a começar pela aparência. O MG4 Urban exibe traços elegantes, buscando influências europeias por se orgulhar de seu sangue britânico – a MG Motor, hoje controlada pelo grupo chinês SAIC, foi fundada no Reino Unido, em 1924. Na dianteira, o MG4 tem para-choque com grandes aberturas, vincos bem definidos no capô e faróis afilados – estes full-led, com fachos baixo e alto automáticos. Não há sensores de estacionamento ou câmera frontais. De lado, o MG4 traz vincos marcados e maçanetas do tipo convencional, e é o único da categoria com rack de teto. A versão mais barata vem com rodas cobertas por calotas, de 16”. Continua após a publicidade Acabamento do MG4 traz materiais mais refinados e visual mais discretoFernando Pires/Quatro Rodas Na traseira, o sino-britânico traz lanternas que reproduzem a bandeira do Reino Unido (que também aparece na tampa do porta-malas) e há um limpador do vidro. Continua após a publicidade O Geely EX2, por sua vez, reedita a tendência chinesa de design, com aparência mais limpa e, de certa forma, pobre – as superfícies são lisas e simplórias, sem vincos ou volumes elaborados. A dianteira tem faróis em formato de gota, com fachos baixo e alto automáticos, e há câmeras 360o, mas nada de sensores de estacionamento. De lado, para a versão Max, há rodas de liga leve de 16” diamantadas, mas o aplique de estrelas na coluna traseira é de gosto duvidoso. As lanternas de led fogem à regra e não são interligadas. Ainda na traseira, existe uma luz de neblina central. A Geely capricha no acabamento, mas exagera no estilo da iluminaçãoFernando Pires/Quatro Rodas Medidas internas As diferenças nas dimensões dos modelos são, literalmente, grandes. O MG mede 4,40 m de comprimento e 2,75 m de entre-eixos. São 26 cm a mais no comprimento e 10 cm a mais entre os eixos em relação ao Geely. Na largura, o MG4 Urban tem 4 cm a mais, mas, na altura, o Geely é 3 cm maior. Outra discrepância aparece no porta-malas dos elétricos: o MG4 Urban promete um volume de 577 litros, contra os 375 litros do EX2. O EX2, porém, oferece 70 l a mais no porta-malas frontal. Nenhum deles vem com estepe. Tecido dos bancos é simples, mas de qualidade, e há saídas de ar traseiras; espaços são melhores do que no GeelyFernando Pires/Quatro Rodas As disparidades nas medidas também aparecem nas cabines, com óbvia vantagem para o MG4 Urban. Na traseira, há espaço de sobra para as pernas de até três ocupantes e o assoalho é plano. Quem vai atrás, tem à disposição saídas de ar-condicionado e uma porta USB-C. Não imagine, porém, que o Geely seja apertado. Pelo contrário, ele também tem espaço de sobra para seus ocupantes, e saídas de ar. Mas a porta USB, nesse caso, é do tipo A, mais antigo (melhor dos mundo é ter as duas versões). <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Ainda no interior, há mais diferenças de estilo entre os hatches. Como na parte externa, o MG4 Urban mostra linhas mais discretas, ainda que seguindo o mesmo estilo do rival no qual o destaque cabe às telas. No conjunto do painel, há uso predominante do preto, com detalhes plásticos que imitam aço escovado. O nível de acabamento é bom, com uso de materiais de boa textura e, em áreas como a faixa central do painel, revestimento sintético. Nesta versão de entrada, falta iluminação ambiente e os bancos são revestidos de tecido comum, mas de toque macio e que permitem uma convivência aconchegante. Eles têm ajustes mecânicos. Há boa oferta de porta-objetos a bordo. Bancos têm revestimento sintético e o do motorista, ajustes elétricos; há saídas de ar traseiras e bons espaçosFernando Pires/Quatro Rodas Listas de equipamentos O quadro de instrumentos do MG4 é o mesmo para toda a linha, com 7” e apresentação básica de informações. A multimídia tem 12,8”, Android Auto e Apple CarPlay sem fio, wi-fi e navegação nativa, mas perde para as demais versões os comandos de voz (apenas em inglês) e os alto-falantes traseiros, ficando só dois frontais e dois tweeters. Embora tenha a conectividade necessária, a central do MG4 Urban poderia permitir uma melhor usabilidade: os menus são confusos e as respostas são lentas, além do layout desinteressante. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas O EX2 Max tem acabamento semelhante ao do rival, em um padrão bastante alinhado ao segmento. Há plásticos rígidos nas partes superiores, porções com revestimento sintético e macios nas faixas centrais, além de uma mescla de plásticos em preto e cinza brilhante. É um bom resultado. Os melhores carros elétricos até R$ 150.000 para comprar em 2026 Porém, suas linhas são mais arredondadas, ao estilo chinês, e a iluminação ambiente, nas portas e à frente do passageiro, exagerada: há um desenho de uma silhueta de prédios, cuja iluminação pode adotar diferentes cores. Os bancos têm revestimento sintético agradável em cinza-claro e o do motorista vem com ajustes elétricos. Tela de 12,8” do MG4 é de bom tamanho, mas a operação lenta e confusa atrapalha; falta carregador por induçãoFernando Pires/Quatro Rodas As telas são mais chamativas no Geely. Uma tela horizontal de 8,8” responde pelo quadro de instrumentos, mas com informações tão básicas quanto as do MG4 Urban. Sua central multimídia é maior, com 14,6”, e tem melhor qualidade de imagem e um sistema operacional mais moderno e eficiente. No entanto, a conexão com as plataformas Android Auto e Apple CarPlay é feita apenas via cabo. A disputa esquenta quando o assunto é lista de equipamentos. Ambos têm ar digital, faróis full-led automáticos, sensores traseiros, freio de estacionamento eletrônico com auto hold e monitoramento de pressão de pneus. Eles também compartilham alguns itens de auxílio à condução (ADAS), como ACC, alerta de mudança de faixa, frenagem automática de emergência e faróis altos adaptativos. Central do EX2 é melhor, mas Android Auto e CarPlay só funcionam via cabo; há carregador sem fioFernando Pires/Quatro Rodas Mas há vantagens diversas para os dois lados. No caso do Geely, só ele traz, entre as versões comparadas, banco do motorista com ajustes elétricos, câmera 360o, luz ambiente, som com seis alto-falantes e carregador de celulares por indução, além das telas maiores. O MG4, por sua vez, tem conectividade sem fio, alertas de pontos cegos, abertura das portas e de colisão traseira, assistente de permanência em faixa e de tráfego cruzado traseiro, leitura de placa de velocidade e monitoramento de atenção do motorista. Porta-malas do MG4 UrbanFernando Pires/Quatro Rodas Chineses tropicalizados O MG4 Urban causa incômodo com os ruídos que invadem a cabine. Um deles é o alerta para pedestres, um item de segurança, mas é alto o suficiente para ser percebido na cabine. Ele é emitido até ao redor dos 25 km/h e cansa no anda e para do dia a dia. Passada a velocidade, o ruído virtual dá lugar a um som agudo vindo do motor elétrico, emitido durante as acelerações. A versão de entrada do MG4 Urban tem números mais modestos em relação à topo de linha, Luxury. Mas, ainda assim, com vantagem sobre o Geely. O MG tem um motor elétrico dianteiro de 150 cv e 25,5 kgfm (na versão mais cara, são 160 cv e o mesmo torque), suficiente para ir de 0 a 100 km/h em 9,3 segundos. As retomadas, no entanto, foram ligeiramente mais lentas do que no Geely, que pesa 122 kg a menos, mas também tem números significativamente inferiores de potência e torque. Porta-malas do Geely EX2Fernando Pires/Quatro Rodas São 116 cv e 15,3 kgfm fornecidos pelo motor elétrico montado no eixo traseiro. Em nossa pista, o Geely levou 10,2 s para alcançar os 100 km/h. O EX2 tem boas saídas e retomadas, sem esforço para realizar manobras urbanas que precisem de agilidade. Na estrada, os dois são semelhantes, com perda de fôlego em velocidades mais altas – algo comum entre elétricos dessa faixa de potência e torque. Eles também se parecem na condução, com bons acertos de suspensão e direção, ao gosto do brasileiro. Em ambos, a direção é leve e direta, mas ainda mais leve (por isso, um pouco artificial) no Geely. Na suspensão, mais semelhanças, mas com mais uma vantagem para o MG4. Os dois têm ajustes firmes que evitam balanços e inclinação exagerados da carroceria, sem a maciez excessiva de outros carros chineses. MG4 Urban de entrada tem calotasFernando Pires/Quatro Rodas No MG4, no entanto, esse ajuste é ainda mais firme e dá mais estabilidade em relação ao Geely, e quem vai no banco traseiro sente essa diferença com mais clareza. O EX2 também provoca algum efeito de mola no eixo traseiro ao enfrentar irregularidades mais pronunciadas ou passar por lombadas. Algo leve, que não chega a prejudicar a dirigibilidade, que é igualmente agradável para os dois modelos. Rodas de liga leve do EX2Fernando Pires/Quatro Rodas Gestão de energia Para os MG4 Urban Comfort e Luxury 43 kWh, a bateria tem 42,8 kWh e a autonomia homologada é de 299 km. Para a versão Luxury com bateria de 53,9 kWh, a autonomia é de 358 km. As recargas podem ser feitas a até 11 kW em corrente alternada (AC) ou a 82 kW em corrente contínua (DC). No Geely EX2 Max, a bateria tem 39,4 kWh, com autonomia homologada de 289 km – apenas 10 km a menos do que no rival. As maiores reduções aparecem nas potências máximas de recarga do Geely: 6,6 kW em AC, e 70 kW em DC. Os dois têm função V2L, que permite que a bateria seja usada para alimentar dispositivos externos, mas apenas o MG4 Urban traz a função one pedal, ou seja, uma frenagem regenerativa forte o suficiente para permitir a condução apenas com o pedal do acelerador. Isso é bom, mas seus freios deveriam ser melhores: na prova de 120 km/h, o MG4 Urban precisou percorrer 13,6 m a mais que o EX2 antes de parar (veja a ficha de testes). Saídas de ar traseiras do MG4 têm dois difusores e há uma porta USB-CFernando Pires/Quatro Rodas O MG4 Urban Comfort vence o comparativo contra o Geely EX2 Max por ser mais espaçoso, oferecer mais itens de segurança, agradar mais na condução e ter vantagens na hora da recarga, além de ser mais barato. Mas outras ponderações precisam ser feitas. A MG Motor ainda tem operação tímida no país e a nacionalização do MG4 Urban envolve planos menos robustos do que os da Geely. Enquanto o MG4 Urban será montado na fábrica multimarcas da Comexport, em Horizonte (CE), a partir de 2027, em uma estratégia que dispensa os custos de se erguer uma fábrica própria, o Geely EX2 será montado a partir de dezembro deste ano na fábrica da Renault em São José dos Pinhais (PR), ainda em 2026. A Geely comprou 26,4% das operações da Renault do Brasil e estrutura seu pós-venda junto com a francesa. EX2 tem duas saídas de ar, mas a porta USB traseira é do tipo AFernando Pires/Quatro Rodas O Geely também se destaca nos baixos custos de peças (até o fechamento desta edição, a MG não forneceu os preços para o MG4 Urban) e de revisões. Nos três primeiros anos, o proprietário de um Geely EX2 desembolsará, ao todo, R$ 1.310 nas três revisões realizadas. Quem comprar um MG4 Urban pagará R$ 1.773. Veredicto Com mais itens de segurança, mais espaço e menor preço, o MG4 Urban Comfort vence, mas sem tanta folga, dado o bom pacote do Geely EX2 Max. Há ressalvas envolvendo ainda o pós-venda e a operação das marcas. Avaliação CONSTRUÇÃO E ACABAMENTO O MG4 Urban vai melhor em qualidade e visual, evitando exageros do EX2. O Geely mostra superioridade no isolamento acústico: o MG tem altos níveis de ruídos. TECNOLOGIA Enquanto o MG4 Urban foca em segurança, com mais itens de ADAS, o EX2 responde com extras em conforto e tecnologia – mas não abre mão de auxílios básicos para a condução. VIDA A BORDO As maiores dimensões do MG aparecem no interior e ele tem mais espaço para ocupantes e bagagens. Porém, ninguém viaja apertado no Geely, que tem ainda um porta-malas frontal. RENDIMENTO Mais potente e com mais torque, o MG tem melhor desempenho inicial. Entretanto, o Geely surpreende e tem retomadas melhores. COMPORTAMENTO DINÂMICO Ambos os elétricos têm um bom nível de ajuste de suspensão, mas o MG4 encontrou um acerto ainda melhor. Ele também destaca a função one pedal. SEGURANÇA Os dois contam com frenagem de emergência e ACC, mas o MG4 traz mais itens de auxílio, como alertas de pontos cegos e tráfego cruzado, e um airbag central, somando sete. O Geely tem seis. SEU BOLSO Mesmo mais equipado e espaçoso, o MG4 Urban é também mais barato. Mas atente-se ao pós-venda: o Geely oferece custos de propriedade menores. Ficha Técnica GEELY EX2 Motor: elétrico, traseiro, 116 cv, 15,3 kgfm Bateria: íons de lítio, LFP, 39,4 kWh; recarga, 6,6 kW (AC) e 70 kW (DC); autonomia, 289 km (PBEV) Câmbio: aut. 1 marcha, tração traseira Direção: elétrica Suspensão: McPherson (diant.), multilink (tras.) Freios: disco ventilado nas quatro rodas Rodas e pneus: liga leve, 205/60 R16 Dimensões: comprimento, 413,5 cm; largura, 180,5 cm; altura, 158 cm; entre-eixos, 265 cm; vão livre do solo, 16 cm; peso, 1.300 kg; porta-malas, 375 litros; porta-malas dianteiro, 70 litros MG4 URBAN Motor: elétrico, dianteiro, 150 cv, 25,5 kgfm Bateria: íons de lítio, LFP, 42,8 kWh; recarga, 11 kW (AC) e 82 kW (DC); autonomia, 299 km (PBEV) Câmbio: aut. 1 marcha, tração dianteira Direção: elétrica Suspensão: McPherson (diant.), eixo de torção (tras.) Freios: disco ventilado nas quatro rodas Rodas e pneus: liga leve com calotas, 195/60 R16 Dimensões: comprimento, 439,5 cm; largura, 184,2 cm; altura 154,9; entre-eixos, 275 cm; vão livre do solo, 11,7 cm; peso, 1.422 kg; porta-malas, 577 litros Teste comparativo Quatro Rodas Aceleração geely ex2 mg4 urban 0 a 100 km/h 10,2 s 9,3 s 0 a 1.000 m 33,4 s / 137,3 km/h 31,9 s / 161,1 km/h Velocidade máxima 140 km/h 160 km/h Retomadas D 40 a 80 km/h 3,9 s 4 s D 60 a 100 km/h 5,4 s 5,9 s D 80 a 120 km/h 7,2 s 7,9 s Frenagens 60/80/120 km/h a 0 14,8/26,2/61,4 m 17,1/33,7/74,96 m Consumo Urbano 8,6 km/kWh 11 km/kWh Rodoviário 8 km/kWh 7,1 km/kWh Ruído interno Neutro/RPM máx. L.O / – dBA L.O / – dBA 80/120 km/h 63,5 / 69,8 dBA 89,8 / 88,3 dBA Aferição Velocidade real a 100 km/h 98 km/h 99 km/h Rotação do motor a 100 km/h – – Volante 2,7 voltas 2,7 voltas SEU Bolso Preço básico R$ 136.800 R$ 129.990 Garantia 6 anos 7 anos Assistência ao condutor <span class="hidden">–</span>Redação/Quatro Rodas GEELY EX2 Sensor de ré Piloto automático adaptativo Frenagem autônoma Farol alto automático Alerta de saída de faixa Câmera 360° Alerta de pressão dos pneus MG MG4 URBAN Sensor de ré Piloto automático adaptativo Frenagem autônoma Alerta de ponto cego Alerta de saída de faixa Leitura de placas de trânsito Câmera de ré Farol alto automático Alerta de atenção do condutor Ergonomia <span class="hidden">–</span>Reprodução/Quatro Rodas Geely ex2 A: 150,5 cm (diant.) / 144 cm (tras.) B: 96,5 cm (diant.) / 90 cm (tras.) C: 98 cm (diant.) / 101 cm (tras.) MG4 urban A: 152,5 cm (diant.) / 148,4 cm (tras.) B: 97,2 cm (diant.) / 92 cm (tras.) C: 97,9 cm (diant.) / 99 cm (tras.) 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[4r]Novo Nissan Skyline já tem data de estreia – e será antes do que se imagina
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A nova e 14ª geração do Nissan Skyline recebeu teasers oficiais em abril deste ano, quando a marca japonesa apresentou seus planos globais para os próximos anos à imprensa. Agora, o CEO da Nissan, Ivan Espinosa, confirmou a data de lançamento do novo modelo: dezembro de 2026. A declaração foi feita para o jornal japonês Asahi Shimbun. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. “O Skyline será um dos modelos de renascimento da Nissan e de um retorno triunfal no qual temos trabalhado. É um ícone de velocidade como carro, mas também um ícone de velocidade da Nissan, já que este é o primeiro carro sob o novo processo de desenvolvimento acelerado e está previsto para ser lançado ou concluído em 26 meses… Teremos um evento de lançamento em dezembro”, afirmou o CEO da Nissan ao jornal local. Teaser da nova geração do Nissan SkylineDivulgação/Nissan Ivan ressalta que o carro foi desenvolvido em 26 meses, o que significa menos da metade que a atual geração precisou para ser feita, cerca de 55 meses. Isso foi possível devido a utilização de inteligência artificial e ferramentas digitais. Continua após a publicidade “A China está, atualmente, definindo os padrões da indústria para o futuro em termos de tecnologia, competitividade de custos e tempo de desenvolvimento”, afirmou o executivo da montadora à Nikkei, jornal econômico japonês em julho deste ano. O design será bem diferente da atual geração. A frente vai adotar faróis afilados, que lembram os do Ford Mustang da antiga geração, mas com dois feixes verticais. Atrás, seguem as lanternas circulares duplas. Teaser Nissan SkylineNissan/Divulgação Continua após a publicidade O novo Skyline foi desenvolvido para o mercado japonês e fará parte de uma das linhas da marca, chamada de “Heartbeat”, com modelos de identidade Nissan, com “valores emocionais e que carregam inovação”. Nissan GT-R e Z A Nissan anunciou o encerramento da linha do GT-R R35 em agosto de 2025. No entanto, executivos da montadora não só confirmaram um novo Godzilla, como também salientaram que nomes como o Z seguirão no portfólio da marca. As afirmações foram concedidas durante coletiva de imprensa na sede da Nissan, em Yokohama, no Japão, em abril deste ano. “Em relação ao carro esportivo, temos nomes importantes como GT-R, Skyline e Z. Vamos manter os três. Quanto ao GT-R, embora todos desejem um novo, hoje não podemos falar nada sobre isso”, afirmou Eiichi Akashi, diretor de tecnologia da Nissan. Continua após a publicidade Ivan Espinosa salientou a jornalistas britânicos que o próximo GT-R não será elétrico porque atualmente não há baterias suficientemente boas para sustentar o seu desempenho. Último GT-R R35 A última unidade do Nissan GT-R R35 saiu da linha de montagem em Tochigi, no Japão, e era da edição Premium T-Spec, com pintura na cor roxo Midnight. O último Godzilla desta geração foi destinado a um cliente japonês e não foi para um museu. O Japão foi o principal mercado desta geração do esportivo e comprou 37% dos mais de 48.000 carros produzidos nos últimos 18 anos. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Nissan Quando estreou, o motor V6 3.8 biturbo (VR38DETT) do Nissan GT-R gerava 473 cv, mas as evoluções feitas desde 2007 fizeram sua entrega de potência aumentar até 600 cv. Cada motor dos mais de 48.000 carros foi montado artesanalmente por cada um dos nove “takumi”, os artesãos designados a essa tarefa, em um processo que leva seis horas (veja esta história aqui). O supercarro sempre utilizou o câmbio de dupla embreagem com seis marchas e sistema de tração integral. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Nissan O Nissan GT-R chegou a ser vendido de forma oficial no Brasil, mas a grande maioria dos carros que circulam no país chegaram de forma independente. Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Por R$ 145 mil, você vai de Jeep Avenger ou Changan CS55? Veja comparação
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Com portes opostos e mesmo preço, comparamos a versão de entrada do SUV chinês e topo de linha do modelo nacional, que apostam em estratégias distintas para atrair o consumidorView the full article -
Os melhores amplificadores do cenário automotivo também estão com a gente! @banda_audioparts é patrocinadora oficial da Abelvolks 28 anos e a grande referência quando o assunto é amplificador de alta performance! Quer fazer o seu som tocar forte de verdade? Não tem segredo. Acelera com quem domina o mercado. Banda Audioparts: a potência máxima do seu projeto!View the full article
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