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  1. Hoje
  2. Na faculdade de jornalismo, uma professora de estética, Edith Modesto, vivia repetindo para nós, alunos, que precisávamos olhar as criações artísticas “com olhos de enxergar”. A gente achava graça na expressão porque é óbvio que olhos são para enxergar. Mas entendíamos o que ela queria dizer: que era necessário prestar atenção à obra diante de nós. Não há vez em que eu visite uma exposição, espetáculo ou museu que não me lembre desse bordão. Foi graças a esse ensinamento que, depois de um tempo sentado diante de um dos quadros da série As Ninfeias, do pintor Claude Monet, descobri que o pintor retratava não apenas as flores de seu jardim, na casa de Giverny, na França, mas também as raízes submersas dessas plantas aquáticas e os reflexos das folhas na superfície da água. Nunca mais olhei aqueles (e todos os outros) quadros do mesmo jeito. Pensando nos automóveis, já tive vários momentos iluminados como esse diante do quadro do Monet, observando o design das carrocerias, de grades, faróis e também soluções mecânicas criativas que os construtores de antigamente encontravam para os diferentes sistemas como as suspensões, os freios, os comandos de válvulas, diante das limitações construtivas e de materiais que existiam. O Lago das Ninféias, Harmonia Verde (1899)Reprodução/Quatro Rodas Continua após a publicidade Entre essas descobertas relaciono, por exemplo, aqueles carros que traziam o ajuste manual do ponto, por meio de uma chave no volante, o sistema de ignição por tubos aquecidos externamente às câmaras de combustão, o freio Selectration do Gurgel X12 (que permitia frear apenas uma das rodas traseiras para melhor aproveitar a aderência do terreno), a Lancia-Ferrari D50 do Fangio, com dois tanques de combustível nas laterais do carro, o Mercedes 300 SLR com um anteparo traseiro que funcionava como freio aerodinâmico e por aí vai. Mas, para desfrutar desses momentos, é preciso tempo, dedicação, foco, coisas cada dia mais raras hoje em dia. Todo esforço, nesse sentido, é recompensado, como é possível concluir pelos exemplos citados. E isso vale não apenas para aquilo que se pode ver com os olhos, mas para o que se pode captar com os outros sentidos e também com a leitura. Rolar rapidamente a tela do celular pode ser interessante. Mas pouco ou quase nada resta no final do dia. Nada supera a experiência de ver, tocar e imaginar (pensar, concluir e viajar – no caso da leitura de um livro). Continua após a publicidade Deve ser por conta desse vazio dos conteúdos instantâneos que a publicidade ultimamente abusa da palavra “experiência”, nos anúncios. O xampu não é apenas um produto para lavar o cabelo, mas uma experiência para sua vida. Isso acontece com carros, viagens, sapatos, salões de barbeiro. E, viajando um pouco mais, deve ser também o que leva tantas pessoas a se dedicarem aos produtos de antigamente, livros, discos, máquinas fotográficas, relógios, carros e todo tipo de relíquia, que necessitava de mãos para serem feitos e acumulavam histórias e interações, da concepção ao uso. Que exigiam serem vistos, tocados, experimentados com dedicação, atenção. O antigomobilismo, que nunca esteve tão em alta no mundo, está aí para comprovar isso. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro Rodas Publicidade View the full article
  3. Mercedes-AMG Fundada em 1967, a AMG era uma empresa independente que preparava carros da Mercedes para competições. Absorvida pela Daimler-Benz a partir de 1993, tornou-se marca própria do grupo. O SLS, lançado em 2009, foi seu primeiro projeto exclusivo, mas modelos de linha da Mercedes preparados pela AMG nos anos 1990 são muito desejados, sendo o precursor o C 36 AMG, de 1993 (foto abaixo). <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas BMW M Motorsport Desde 1972, a BMW M GmbH centraliza todos os projetos relacionados a corridas e, posteriormente, passou a desenvolver kits e versões superesportivas de modelos da marca. Seu primeiro projeto foi o cupê 3.0 CSL (acima). Modelos icônicos incluem o raro M1, de 1978, e o M3 E30, de 1986. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidade Nissan Nismo A Nismo (Nissan Motorsports) foi fundada em 1984 como a divisão esportiva da Nissan. Tornou-se famosa por desenvolver carros de corrida marcantes (como o Skyline GT-R) e modelos de rua de alto desempenho inspirados nas pistas, sendo o pioneiro o Nissan Skyline R31 GTS-R Nismo, de 1987 (acima). <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Lexus F A Lexus F, lançada em 2006, é a divisão de alto desempenho (o “F” remete a Flagship e ao Circuito de Fuji) da marca, oferecendo engenharia para pistas, performance de ponta e estilo agressivo. Os modelos incluem o sedã IS F (V8, 2008), na foto acima, o supercarro LFA (V10), o GS F e o RC F. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidade Renault Alpine Fundada em 1955 por Jean Rédélé, a Alpine produziu modelos como o A110 (décadas de 1960 e 1970), que dominaram os ralis, enquanto o A442 venceu as 24 Horas de Le Mans em 1978. Foi adquirida pela Renault em 1973, mas saiu de cena e acabou relançada em 2017, com a nova geração do A110 (acima). <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Hyundai N Segundo a Hyundai, a letra N homenageia a região de Namyang, na Coreia do Sul, onde fica o centro de P&D da empresa. O logotipo, porém, foi inspirado nas chicanes da pista alemã de Nürburgring. Sua missão: desenvolver carros de corrida e esportivos de rua como o i30 N (acima). A divisão foi criada em 2012. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidade Volvo Polestar Começou em 1996 como uma equipe de automobilismo que competia com modelos Volvo. Renomeada como Polestar Racing em 2005, tornou-se a parceira oficial da fabricante sueca na criação de carros de corrida e de rua modificados. A Volvo adquiriu a Polestar em 2015, transformando-a em marca própria. <span class="hidden">–</span>FERNANDO PIRES/Quatro Rodas Toyota Gazoo Racing (GR) A Toyota Gazoo Racing (GR) começou em 2007 como um projeto voltado a aprimorar carros e pilotos. Estabelecida como divisão de performance, coleciona sucessos nas pistas – com títulos no WRC, WEC e Dakar – e nas ruas, com modelos como GR Supra, GR Yaris (acima) e GR86. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidade Fiat Abarth Fundada em 1949 pelo austríaco Carlo Abarth, a preparadora se especializou em modelos da Fiat, dando origem a clássicos como o Fiat Abarth 595, de 1963. A Fiat adquiriu a empresa em 1971. No Brasil, o primeiro modelo oficial da divisão foi o Fiat Stilo Abarth, lançado em 2002. Na foto acima, um exemplar clássico dos anos 1960. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Subaru STI A Subaru Tecnica International foi o braço responsável pelas glórias da marca japonesa nas provas de rali. Fundada oficialmente em 1988, a Subaru já disputava ralis desde 1972. Em 1980, ingressou no WRC (Campeonato Mundial de Rali), conquistando os títulos de construtores em 1995 e 1996 com o clássico Impreza WRX. Publicidade View the full article
  4. Yesterday
  5. A Omoda & Jaecoo abriu a ficha técnica do aguardado Omoda 7 SHS-H, nova versão do SUV que busca seduzir os motoristas que querem um híbrido que não dependa de recargas e que está com lançamento no Brasil confirmado para 2027. A estratégia do projeto baseia-se em um conjunto mecânico híbrido pleno como o do Omoda 5, mas com a vantagem de ter uma bateria quase três vezes maior. Isso pode proporcionar não apenas uma maior assistência ao motor a combustão, como também o torque elétrico instantâneo por mais tempo. Como funciona o conjunto mecânico híbrido do Omoda 7? O SUV de tração dianteira entrega potência combinada de 217 cv e torque máximo de 28,1 kgfm – contra 224 cv e 30,1 kgfm do Omoda 5. Seu motor 1.5 turbo com injeção direta gerar 143 cv (135 cv no Brasil) e 21,9 kgfm, a um propulsor elétrico integrado ao câmbio DHT de uma marcha, responsável pelos números de pico e pela tração do carro em boa parte do tempo. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Essa integração com a bateria de 5,1 kWh reflete no desempenho do modelo chinês. Segundo a fabricante, o veículo vai de 0 a 100 km/h em 7,5 s, com a velocidade máxima eletronicamente limitada aos 179 km/h nas rodovias. É mais rápido que a versão híbrida plug-in atualmente à venda no Brasil, o Omoda 7 SHS-P, que cumpre o zero a 100 km/h de 8,4 s de acordo com a marca – mas que fez 8,2 s em nosso teste. Apesar da bateria maior – a capacidade da bateria do Omoda 5 HEV é de 1,8 kWh -, ainda é a energia das reduções de velocidade e frenagens o que recarrega a bateria. Na verdade, o carro pode regenerar ainda mais do que aqueles híbridos com baterias menores. Outra premissa é o carro se comportar como um carro elétrico por mais tempo, especialmente no trânsito urbano. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Junto com a bateria maior, estreiam funções novas para um híbrido pleno. É possível usar a carga do acumulador para ligar equipamentos externos somando até 2200W via V2L. Ele também é capaz de manter a climatização funcionando em longas paradas, como uma pernoite em um camping, ou de manter as câmeras ao redor do carro ativas como parte de um sistema de vigilância do carro. Qual é o consumo de combustível e as dimensões do SUV? Os dados de fábrica apontam consumo combinado de 20,4 km/l no ciclo de testes NEDC. Apoiado por um tanque convencional de 51 litros, a marca garante uma autonomia total superior à marca dos 1.000 km, reforçando a aptidão para quem precisa viajar em família sem paradas constantes para abastecimento ou recarga. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Tanto no design quanto nas dimensões o Omoda 7 HEV é idêntico ao PHEV. O modelo tem 4,66 m de comprimento, 1,87 m de largura, 1,67 m de altura e entre-eixos de 2,72 m. É um SUV médio tradicional, mas com design bastante diferente em um segmento com tantos carros parecidos. O lançamento do Omoda 7 híbrido pleno no Brasil está confirmado para 2027. Como tem bateria menor, a tendência é que assuma um posto de versão de entrada, ocupando a faixa entre os R$ 200.000 e R$ 225.000, onde figuram o GAC GS4 e as versões híbridas plenas do GWM Haval H6. Publicidade View the full article
  6. Em São Paulo, Prefeitura colocou 40% mais coletivos nas ruas no 1º turno; regra do TSE exige transporte gratuito e frequência compatível com a de dias úteis em 25 de outubroView the full article
  7. Um aumenta o volume, o outro responde à altura! 🔊 E assim foi o clima dos rachas de som no Insane Sound 2026! Teve disputa, provocação, muita resenha e, claro, Taramps fazendo parte dessa festa! Agora conta pra gente, qual racha de som chamou mais a sua atenção em Barretos? #taramps #evento #somautomotivo #insanesound #barretos #shortsView the full article
  8. ✅✅✅REPADO EAP P400👉👉👉https://meli.la/1AEJ9fs ✅✅✅CHAVE TORX KIT👉👉👉https://meli.la/1gboSMT ✅✅✅MINI CURSO RAYLAN SOM👉👉👉https://pay.kiwify.com.br/pCtGOQx 🛑🛑🛑COMPRE NA NOVA LOJA DO Raylan Som 👇👇👇👇 ✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y ✅✅✅MINI CURSO RAYLAN SOM👉👉👉https://pay.kiwify.com.br/pCtGOQx ✅ESTRANHO AUDIO PARTS - Use o cupom de desconto 👉👉RAYLLAN5 👈👈e compre direto da fábrica https://loja.estranhoaudioparts.com.br ⭕⭕Meu facebook 👉👉👉https://www.facebook.com/RaylanSom/ °369 ✅Para comprar produtos online segue o link para compra ⭕️AMAZON https://amzn.to/3B5gXlb ⭕️Shopee https://shope.ee/apjpxVjd ⭕️✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y 🔖 Hashtags: #som #somautomotivo #carro #viagem #rayllansom #audio #vendas #negocios #Volkswagen #Fiat #Toyota #Hyundai #JEEP #RENAULT #NISSAN #caixatrio #caixabob #audio Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UCg0mdazek-we_xML7cHrr1g/join 🔴👉Instagram, TikTok , kwai e Facebook→ @raylansom 🔴GRUPO TELEGRAM 👉👉👉LINK DO GRUPO--- https://t.me/joinchat/HAimD4-0PoXFuQz1 Como trocar Reparo driver p400 Eap EstranhoView the full article
  9. La vida nos da sorpresas enormes, pero nunca imaginé que pudiera regalarme grandes padrinos y hermanos. ¡Gracias, José y Toño, por el cariño y los regalos! Más que recuerdos, son símbolos de una amistad que llevaré conmigo toda la vida. ¡Tienen un lugar muy especial en mi corazón! ❤️View the full article
  10. A oferta de serviços extras pela concessionária Fiat Modena, de Taubaté (SP), na revisão do nosso Pulse Hybrid aos 40.000 km, chamou a nossa atenção. O que a fábrica indica é o básico: troca de óleo do motor, do filtro de óleo e do filtro de combustível, pois o filtro de ar do motor é substituído a cada 30.000 km no caso do motor três cilindros 1.0 turbo (o quatro cilindros 1.3 turbo troca a cada 20.000 km). Isso custa R$ 766. Ainda pedimos alinhamento e balanceamento (R$ 150) e troca do filtro do ar-condicionado (R$ 80). No total, R$ 996. Desta vez a concessionária Fiat usou apenas filtros genuínosLeonardo Barboza/Quatro Rodas Continua após a publicidade A Fiat Modena ofereceu primeiro, porém, sua “revisão recomendada” de R$ 1.996, que inclui a revisão básica, alinhamento, lubrificação de portas e janelas, limpeza dos freios, descontaminação do ar-condicionado, aditivo de combustível, flush antes da troca de óleo para “descontaminar o motor” e até um aditivo para o óleo do motor com a promessa de proteger as partes móveis do motor por um ano. Variações do serviço com menos itens custariam R$ 1.736 e R$ 1.197. Vale esclarecer que o manual do Pulse não preconiza nenhum tipo de aditivo, mas é categórico apenas ao proibir o uso de aditivos para combustíveis diferentes de álcool e gasolina, e aditivos para o fluido do câmbio. Continua após a publicidade Procurada, a Fiat disse que “Os itens mencionados (descarbonização do sistema de injeção, limpeza do sistema de lubrificação do motor/flush e tratamento antidesgaste do motor) não integram o escopo padrão das revisões programadas. No entanto, a concessionária possui autonomia para oferecer serviços complementares com base na avaliação técnica do veículo e nas condições de uso identificadas, cabendo ao cliente decidir sobre sua contratação mediante aprovação prévia de orçamento. A eventual recomendação de serviços adicionais pela rede tem por objetivo solucionar potenciais inconvenientes identificados e preservar o regular funcionamento do veículo”. A fabricante também lembrou que a realização das revisões não está condicionada à contratação destes serviços ofertados pela concessionária e que quaisquer dúvidas dos consumidores podem ser sanadas por meio do seu serviço de atendimento ao consumidor. <span class="hidden">–</span>Leonardo Barboza/Quatro Rodas Continua após a publicidade A concessionária preferiu ir além do que a Fiat pede, mas não se atentou que a fabricante indica a troca do fluido de freio a cada 40.000 km ou 24 meses, e nem sequer ofereceu este serviço. O que a Modena fez de diferente foi oferecer um Uber para qualquer ponto de Taubaté, mas dispensamos. O carro ficou pronto em menos de cinco horas e, na entrega, indicaram tudo que foi feito, inclusive que calibraram todos os pneus e estepe, que passaram o scanner em busca de erros eletrônicos e que testaram as baterias. Também deram uma ducha no Pulse como cortesia. Continua após a publicidade Quando verificamos o serviço, vimos que todos os itens substituídos são genuínos, que alinhamento e balanceamento foram feitos, mas o rodízio não inverteu o lado dos pneus dianteiros, ao contrário do que prevê o manual. A concessionária se esforçou, mas não gabaritou o serviço. Fiat Pulse – 42.509 km Versão: Impetus T200 Hybrid Motor: três cilindros 1.0 turbo, diant., transv., 999 cm³, 12V, 130/125 cv a 5.750 rpm, 20,4 kgfm a 1.750 rpm Câmbio: automático, CVT, 7 marchas, tração dianteira Seguro: R$ 1.425 (Perfil Quatro Rodas) Revisões: Até 100.000 km: R$ 8.622 Gastos no mês: Combustível: R$ 2.436 Revisão: R$ 996 Consumo: No mês: 11,5 km/l com 49,7% de rodagem na cidade Desde dez/24: 12,1 km/l com 45,1% de rodagem na cidade Combustível: flex (gasolina) Combustível: flex (gasolina) Publicidade View the full article
  11. Você sabe como calcular a amperagem de bateria necessária para alimentar seu amplificador? Neste vídeo, mostramos uma conta simples usando o MD 8000.1 como exemplo, para ajudar você a dimensionar a alimentação do seu projeto! E aí, seu som está preparado para tocar forte? 👀 #taramps #baterias #alimentação #somautomotivo #amplificador #shortsView the full article
  12. O novo M2 CS chegou ao mercado com o desafio de superar a versão regular do carro, “não CS”, objetivo este claramente atingido desde o momento em que se depara com seu visual. Começa pela grade frontal com elementos exclusivos e tomadas de ar maiores, na cor negra a combinar com o lábio divisor inferior, na base do para-choque. As rodas, aro 19, na frente, e 20, atrás, de desenho específico e em tom bronze, deixam vislumbrar as grandes pinças vermelhas dos freios, que podem estar equipados com discos carbono-cerâmicos, opcionalmente. Há também plástico reforçado com fibra de carbono no teto, nas capas dos retrovisores exteriores, na tampa do porta-malas e no difusor traseiro, igualmente único (o uso desses materiais permitiu reduzir 30 quilos de peso do carro). A carroceria pode ser pedida em quatro diferentes cores metalizadas: Azul Veludo metalizado, Negro Safira metalizado, Cinza Brooklyn e Azul Portimão. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidade O drama acrescido por fora também encontra correspondência no interior, onde voltam a ser frequentes as aplicações em fibra de carbono (nas estruturas dos bancos e no console central, por exemplo) e a predominância da cor negra, além da sigla CS, iluminada, nos painéis das portas. O volante M forrado em Alcantara com marcação em vermelho na posição das 12 horas e as borboletas do câmbio em fibra de carbono arrematam o cockpit. A qualidade de construção também impressiona neste M2 CS que é fabricado pela BMW no México, na planta de San Luis de Potosí. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Mas vamos ao que interessa: a Motorsport melhorou o motor de seis cilindros em linha 3.0 do M2 “normal”, adicionando 5,1 kgfm ao torque máximo, que chega agora a 66,3 kgfm e numa ampla faixa de 2.750 a 5.730 rpm. O acréscimo de potência foi de 50 cv, que totaliza 530 cv a 6.250 rpm, acontecendo o corte de injeção a 7.200 rpm. Além disso, o mapeamento e a resposta do acelerador foram otimizados em todos os modos de condução (que podem ser selecionados através do menu M Setup) para dar lugar a reações ainda mais rápidas às solicitações do pedal da direita. Continua após a publicidade Como resultado, houve um ganho de 0,5 segundo na aceleração de zero a 100 km/h, que passou a ser feita em apenas 3,5 segundos e a velocidade máxima a 302 km/h (limitada eletronicamente!) Volante revestido de Alcantara traz comandos com fibra de carbonoDivulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidade A entrega de potência é quase instantânea e linear até a redline e a resposta do acelerador, notando-se um pouco mais precisa. O câmbio M Steptronic de oito velocidades cumpre bem o seu papel e, no seu programa de funcionamento mais esportivo, o solavanco gerado no momento da passagem de uma mudança acima parece um pouco artificial, pelo que pode ser boa ideia optar por um programa mais suave para restaurar uma cadência mais natural, sem que com isso se comprometa o desempenho. A resposta do motor é incrivelmente consistente, o torque chega sempre com força muito pujante e a sensação de velocidade neste BMW (relativamente) compacto é viciante. Tudo isso devidamente acompanhado por uma banda sonora eloquente, interpretada pelo sistema de escape específico da M com válvulas controladas eletronicamente e as habituais quatro ponteiras de escape em negro mate. Continua após a publicidade Bancos concha têm estrutura de fibra de carbono e detalhes em couro coloridoDivulgação/Quatro Rodas Dentro da cabine, as frequências acústicas esportivas são ampliadas pelo sistema Active Sound Design, sendo a intensidade ainda maior quando o modo Sport ou Sport Plus são ativados através do seletor Driving Experience Control. Entre as modificações técnicas mais significativas, realce ainda para o fato de o motor estar montado com suportes mais rígidos do que os do M2, o que já entra no campo da dinâmica de condução, tal como no caso das molas da suspensão mais firmes e ligeiramente mais curtas (para deixar a carroceria do M2 CS oito milímetros mais perto do asfalto do que na versão “standard”). Por toda parte há sinais que identificam a versão. Em alguns lugares, a esportividade é explícita, noutros apenas sugeridaDivulgação/Quatro Rodas É importante dizer que dirigimos o carro na pista de testes da Michelin (Michelin Laurens Proving Grounds, na Carolina do Sul, nos EUA), com asfalto molhado, estando a unidade dirigida equipada com pneus Michelin Pilot Sport 4S, de rua. Mesmo assim, o M2 não desapontou: a aderência e a precisão da dianteira se mostraram exemplares e as transferências de massas plenamente controladas com o acelerador. Seja como for, tivemos uma importante ajuda do diferencial autoblocante (Active M) mecânico (não do tipo Torsen), ainda que com controle eletrônico através de um atuador interno, que pode variar até 100% a entrega de torque entre as rodas do eixo traseiro, dependendo da aderência dos pneus, da posição do acelerador, dos ângulos da direção e de deriva da carroceria. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas A unidade testada estava equipada com os discos carbono-cerâmicos, que asseguram uma potência de frenagem impressionante e um pedal firme e consistente, com o bônus de uma inferior massa não suspensa. Em suma, o M2 CS dá um claro passo à frente. É mais rápido, mais controlado na sua resposta geral quando dirigido como ele pede e, desse modo, inspira mais confiança do que o M2 “normal”, mesmo numa pista molhada e com pneus de rua. O aro do volante é grosso demais e a sensação inicial de condução não agradará a todos os puristas, mas a forma como o carro se comporta mais perto dos limites e a autoridade dos seus freios carbono-cerâmicos destacam-no. É caro? Sim: 141.100 euros (R$ 833.930), sem opcionais, na Europa. Para o Brasil, a BMW garantiu um lote limitado a 30 unidades, já equipadas com freios carbono-cerâmicos e pneus semipista. Cada uma foi vendida por R$ 980.950. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Com a saída de cena de modelos como o Porsche 718 e o Alpine A110R, o M2 CS é provavelmente o esportivo compacto que mais facilmente irá saciar os ímpetos dos motoristas mais exigentes, tanto em performances como na eficácia de comportamento e diversão que daí pode resultar. Veredicto Um carro para quem leva condução esportiva a sério. ★★★★★ Ficha Técnica – BMW M2 CS Preço: R$ 980.950 Motor: gas., diant. long. 6 cil. em linha, 24V, inj.direta, 2.993 cm³, 530 cv a 6.250 rpm, 66,3 kgfm, entre 2.750 e 5.730 rpm Câmbio: automático, 8 marchas, tração traseira Direção: elétrica Suspensão: junta dupla (double pivot) (diant.), multibraços (tras.) Freios: disco carbono-cerâmico ventilado Pneus: 275/35 R19 (diant.), 285/30 R20 (tras.) Dimensões: compr. 458,7 cm; larg. 188,7 cm; alt. 139,5 cm; entre-eixos 274,7 cm; peso 1.775 kg; porta-malas, 390 l; tanque 52 l Desempenho*: zero a 100 km/h, 3,5 s; velocidade máxima 302 km/h *Dados de fábrica Publicidade View the full article
  13. Os melhores projetos exigem os melhores amplificadores e processadores então tem que ser banda e expertView the full article
  14. Portaria do TSE e do Ministério da Justiça restringe blitzes e abordagens por pendências documentais durante o 2º turno; foco das autoridades será a segurança viáriaView the full article
  15. A Fiat prepara o lançamento de um subcompacto elétrico, que deverá ser “gêmeo” do conceito Citroën 2CV, apresentado durante o Salão do Automóvel de Paris. O visual será inspirado no Fiat Panda, hatch que no Brasil será batizado como Argo X. Ele poderá ser chamado de Koala, segundo informações divulgadas pelo site Autocar. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O Citroën 2CV tem 3,76 m de comprimento, deverá pesar aproximadamente uma tonelada na versão de produção e ter um preço a partir em torno de € 15.000 (ou R$ 84.724 em conversão direta). Seu lançamento está previsto para 2028. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Citroën Koala está tão ‘pronto quanto o 2CV’ “Estamos trabalhando em alguns carros baseados na plataforma do carro elétrico [E-Car]. Estamos preparando um carro pequeno que será baseado no 2CV, e vai ser algo impressionante”, afirmou o novo CEO da Fiat, Arnauld Belloni, durante o Salão de Paris. A declaração foi divulgada pelo site Autocar. Continua após a publicidade O chefe de design François Leboine disse a Autocar que o elétrico da Fiat está tão “pronto quanto o 2CV”, mas que a marca decidiu que o evento parisiense “não era o momento certo” para revelar o modelo. Conceito IppoIsia Roma Design/Divulgação Como será o design do Fiat Koala? O chefe de design da Fiat esclareceu que o novo carro não adotará a receita de estilo neo-retrô do Citroën 2CV. Em vez disso, haverá “uma abordagem muito diferente”. Continua após a publicidade Ele também mencionou que o modelo poderá se inspirar no conceito Ippo. O projeto foi desenvolvido pelos alunos Luca Di Tonto e Alessio Vasta da ISIA Roma Design. Ele venceu o concurso da Fiat “Think Inside the Box/Think Outside the Box”, dedicado a carros do futuro. Conceito IppoIsia Roma Design/Divulgação Fiat e seus ‘animais’ Belloni revelou a Autocar que a Fiat registrou a marca Koala, seguindo a estratégia da empresa de nomear os diferentes modelos da linha Panda em homenagem a diferentes animais, como Panda e Grizzly. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Fiat Mercado de subcompactos elétricos Recentemente, as montadoras enxergaram um potencial no segmento de subcompactos elétricos na Europa, não por acaso outros modelos foram debutados no evento francês. O novo Smart #2, o Renault Twingo E-Tech, Nissan Pixo, Dacia Spring, além do próprio Citroën 2CV foram algumas das novidades. Os bastidores da chegada da Fiat ao Brasil, há 50 anos Continua após a publicidade Na Europa há um conjunto de regras para incentivar os fabricantes a vender carros elétricos com menos de 4,2 m de comprimento. Essa medida é inspirada na estrutura que sustenta os kei cars japoneses, que representam cerca de 40% do mercado interno do país. O objetivo é reduzir os preços para impulsionar a transição generalizada para os automóveis elétricos. smart #2Smart/Divulgação Publicidade View the full article
  16. SIMPLES E HUMILDE. Foi assim que um irmão me descreveu e isso vale mais que qualquer certificado. @navarroexpert Eu não cheguei aqui sozinho. Cheguei com a graxa na mão, com a cultura automotiva no peito e com a filosofia da OFICINA RAIZ: trabalhar sério, respeitar o colega e nunca esquecer de onde veio. Esse certificado do EMMA BRASIL não é meu. É de todo Raiz que acorda cedo, que ensina, que divide conhecimento e que faz a cultura automotiva brasileira acontecer todos os dias. Gratidão a todos que reconhecem essa caminhada. 🙏 E AGORA QUERO TE OUVIR: Quem é o cara SIMPLES E HUMILDE da sua oficina, da sua equipe, que MERECE ser reconhecido? Marca ele aqui nos comentários. Vamos espalhar esse reconhecimento. 👉 Salva esse Reels pra lembrar que humildade e trabalho duro ainda vencem. 👉 Compartilha com aquele parceiro que te inspira. #carros #carrosmodificados #humildade #carView the full article
  17. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower O MG IM6 chegou ao Brasil para disputar espaço entre os SUVs elétricos de alto desempenho, incluindo o BYD Sealion 7. Enquanto o modelo da MG custa R$ 439.990 na versão Performance AWD, com 752 cv de potência, o rival da BYD sai por R$ 339.990, entregando 531 cv. São exatos R$ 100 mil de diferença entre dois utilitários esportivos chineses que apostam em desempenho, tecnologia e equipamentos de conforto para conquistar consumidores. Leia mais: MG IM6: anti-Mustang Mach-E tem duas versões e mais de 750 cv Ambos têm carroceria com estilo coupê, cinco lugares, tração integral e dois motores elétricos, um em cada eixo. Porém, as diferenças vão além dos 221 cv adicionais do MG IM6, envolvendo autonomia, velocidade de recarga, dimensões e recursos tecnológicos. Afinal, vale pagar quase 30% a mais pelo modelo da MG? MG IM6 x BYD Sealion 7: motorização e desempenho O MG IM6 Performance utiliza dois motores elétricos que, combinados, entregam 752 cv de potência e 81,8 kgfm de torque. A força é distribuída entre os dois eixos por meio da tração integral AWD, permitindo acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 3,5 segundos, segundo a fabricante. A velocidade máxima é limitada a 239 km/h. O BYD Sealion 7 também utiliza dois motores elétricos e tração nas quatro rodas, mas desenvolve 531 cv e 70,4 kgfm de torque. Com esse conjunto, acelera de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos e alcança 215 km/h de velocidade máxima. Portanto, o MG tem 221 cv e 11,4 kgfm adicionais, além de completar a prova de aceleração um segundo mais rápido. Na velocidade máxima, a vantagem também é sua, com 24 km/h a mais. Isso não significa que o BYD seja lento: seus 4,5 segundos para atingir 100 km/h são números de carro esportivo. Baterias, autonomia e recarga Outra diferença importante está nas baterias. O MG IM6 Performance utiliza um conjunto de níquel, cobalto e manganês (NCM), com capacidade bruta de 100 kWh. Já o BYD Sealion 7 traz a conhecida bateria Blade, de fosfato de ferro-lítio (LFP), com capacidade bruta de 82,5 kWh. Segundo os dados homologados pelo Inmetro, o MG IM6 oferece autonomia de 400 km, contra 360 km do BYD. São 40 km adicionais, ou aproximadamente 11% de vantagem para o modelo mais caro. Na recarga, a diferença é ainda maior. O MG utiliza arquitetura elétrica de 800 volts, permitindo receber até 396 kW de potência em carregadores rápidos de corrente contínua (DC). O Sealion 7, por sua vez, admite potência máxima de 150 kW em corrente contínua. Em corrente alternada (AC), ambos suportam até 11 kW. Vale lembrar que as potências máximas dependem da disponibilidade de carregadores compatíveis, das condições da bateria e de outros fatores. Portanto, a vantagem do MG IM6 no carregamento rápido pode ser menor em estações que não consigam fornecer toda a potência suportada pelo veículo. Dimensões e capacidades O MG IM6 também é maior que o BYD Sealion 7. São 4,90 metros de comprimento, 1,99 m de largura e 1,67 m de altura, com distância entre-eixos de 2,95 m. O BYD mede 4,83 m de comprimento, 1,92 m de largura, 1,62 m de altura e tem entre-eixos de 2,93 m. Na prática, isso representa uma vantagem de 7,4 cm no comprimento, 6,8 cm na largura, 4,9 cm na altura e 2 cm na distância entre-eixos para o MG, que, por essas e outras, é mais espaçoso. No porta-malas traseiro do MG IM6 Performance vão 646 litros, contra 500 litros do Sealion 7. Ambos também possuem compartimentos dianteiros, com 32 litros no MG e 58 litros no BYD. Somando os dois espaços, são 678 litros no IM6 e 558 litros no Sealion 7. O BYD, entretanto, é mais leve: 2.340 kg, contra 2.410 do MG IM6 Performance, diferença de 70 kg. Os dois utilizam suspensão independente nas quatro rodas, com braços sobrepostos na dianteira e sistema multilink na traseira, além de quatro freios a disco ventilados. Equipamentos e conforto Os dois SUVs oferecem listas extensas de equipamentos de série. Ambos possuem teto panorâmico, ar-condicionado digital de duas zonas, bancos dianteiros com ajustes elétricos, ventilação e aquecimento, aquecimento dos bancos traseiros e do volante, iluminação ambiente, carregador de celular por indução com ventilação, chave presencial e tampa do porta-malas com acionamento elétrico e sensor de presença. O MG IM6 Performance se diferencia principalmente pelos recursos ligados à suspensão e à manobrabilidade. Ele possui suspensão pneumática, amortecimento ativo e direção nas quatro rodas, incluindo um modo caranguejo, que permite deslocamentos diagonais ou laterais do veículo. O conjunto facilita determinadas manobras, especialmente considerando os quase cinco metros de comprimento do SUV. O modelo da MG também oferece estacionamento automático e remoto, câmeras com visão 540° e representação virtual da região abaixo do carro, console central climatizado e bancos traseiros com ajuste de inclinação do encosto, além do sistema de som com 20 alto-falantes. No BYD Sealion 7, aparecem equipamentos como head-up display, que projeta informações no campo de visão do motorista, cortina elétrica para o teto panorâmico e bancos revestidos em couro legítimo. O MG IM6 utiliza revestimento sintético. As diferenças continuam no painel. O MG IM6 combina uma tela de instrumentos de 26,3 polegadas com outra central de 10,5 polegadas, enquanto o BYD possui quadro digital de 10,25 polegadas e central multimídia de 15,6 polegadas. Ambos oferecem conectividade com Apple CarPlay e Android Auto. No mais, o sistema de som do BYD é assinado pela Dynaudio e possui 12 alto-falantes, contra 20 do MG. Já nas conexões físicas, o Sealion 7 disponibiliza quatro entradas USB, enquanto o MG IM6 possui duas USB-C, além de tomadas de 12 volts. Segurança Na segurança, os dois modelos contam com pacotes abrangentes de assistência à condução. Entre os equipamentos compartilhados estão piloto automático adaptativo, frenagem autônoma de emergência, monitoramento de pontos cegos, assistente de permanência em faixa, alerta de colisão frontal e alerta de tráfego cruzado traseiro. O MG IM6 acrescenta recursos como alerta de abertura das portas e estacionamento remoto. Também possui câmera 540° e um sistema específico de visão para noites chuvosas, equipamento que não está presente no Sealion 7. O BYD, por sua vez, oferece sistemas de alerta e frenagem para tráfego cruzado dianteiro, além de alerta de colisão traseira. O modelo também leva vantagem na quantidade de airbags: são nove bolsas, contra sete do MG IM6. Ambos possuem airbag central entre os bancos dianteiros, mas o Sealion 7 acrescenta bolsas laterais específicas para os ocupantes traseiros. Garantia Na cobertura de fábrica, cada modelo apresenta vantagens diferentes. O MG IM6 oferece sete anos ou 150 mil km de garantia para o veículo, enquanto o BYD Sealion 7 tem seis anos ou 200 mil km. Portanto, o MG leva vantagem no prazo, com um ano adicional de cobertura. Já o BYD permite rodar 50 mil km a mais dentro do período de garantia, característica interessante para quem utiliza o carro com frequência. Para as baterias, ambos oferecem oito anos de cobertura, com limite de 160 mil km no MG e 200 mil km no BYD. Veredicto: MG IM6 ou BYD Sealion 7? O MG IM6 Performance é superior em vários aspectos técnicos. Tem 221 cv adicionais, acelera mais rápido, oferece maior autonomia, admite recargas mais potentes e possui porta-malas maior. Também se diferencia pela suspensão pneumática, direção nas quatro rodas e estacionamento remoto. Entretanto, essas vantagens custam R$ 100 mil a mais. O BYD Sealion 7 não oferece o mesmo desempenho ou sofisticação de suspensão, mas entrega 531 cv, aceleração de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos, tração integral e uma lista de equipamentos bastante completa, além de garantia com maior limite de quilometragem. Assim, para quem prioriza desempenho e tecnologias de suspensão, o MG IM6 Performance oferece um conjunto mais avançado. Já o BYD Sealion 7 pode representar uma escolha financeiramente mais interessante, especialmente para quem não considera indispensáveis os 221 cv extras e os demais diferenciais do rival. O post MG IM6 ou BYD Sealion 7: vale pagar R$ 100 mil a mais por 221 cv extras? apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  18. Uma das maiores entraves na adoção em massa de carros elétricos é a preocupação com a degradação das baterias ao longo dos anos. Com o objetivo de contornar a queda de capacidade e adiar o alto custo de reposição, pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Chalmers, na Suécia, desenvolveram uma arquitetura inteligente de gerenciamento capaz de isolar células de bateria defeituosas. Isso seria capaz de estender a vida útil de toda a bateria em até 20%. O que precisa ser diferente em oficinas de carros elétricos e híbridos As baterias de carros elétricos são compostas por várias células, que podem estar separadas em módulos ou não. Esse conjunto funciona de maneira interligada, e uma única célula com defeito ou capacidade reduzida obriga o módulo inteiro a nivelar seu desempenho por baixo, reduzindo a autonomia geral do carro elétrico. O estudo sueco atua sob uma lógica de “seleção natural” para evitar o contágio: o sistema reconfigura as conexões eletrônicas para desviar das células desgastadas, extraindo força e recarregando somente os elementos que ainda estão perfeitamente saudáveis. Continua após a publicidade As células da bateria são interligadas em série e em paraleloDivulgação/Quatro Rodas Desta forma, o módulo de controle eletrônico do carro seria capaz de resolver falhas pontuais sem exigir uma intervenção técnica ou a troca de toda a bateria. Essa arquitetura de comunicação complexa tende a elevar os custos iniciais de fabricação, mas as estimativas de redução no custo total de propriedade sugerem viabilidade econômica em ganho de escala, especialmente para frotistas. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Também haveria ganhos em sustentabilidade, já que a solução evita a reciclagem e a retirada prematura de materiais críticos antes que a bateria esgote de fato sua utilidade. Continua após a publicidade Ganho de longevidade na prática Embora o cenário ideal aponte um ganho total de longevidade de 20%, estimativas conservadoras dos universitários suecos já indicam uma boa vantagem. Usando como exemplo um elétrico equipado com bateria de 80 kWh que percorre em média 12.000 km anuais, a durabilidade projetada de 10 anos ganharia um fôlego extra de 14 meses e 14.000 km adicionais de asfalto. A solução de seleção inteligente das células está em fase experimental em laboratório e ainda depende da aprovação de custos de montadoras para entrar em produção. De olho nos temores pós-garantia de oito anos, o controle de células seria uma alternativa palpável para a próxima geração de elétricos ter durabilidade maior. Publicidade View the full article
  19. A Jeep estuda lançar um SUV elétrico menor que o Avenger para ampliar sua presença no mercado europeu. O modelo de entrada teria preço mais acessível e dimensões compactas, com uma proposta inspirada na simplicidade do Willys militar dos anos 1940, mas adaptada ao uso urbano. A iniciativa faz parte dos planos da marca de ampliar sua gama europeia de três para seis modelos, além de aproveitar fábricas da Stellantis que operam com capacidade ociosa. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Para reduzir os custos de desenvolvimento e produção, a fabricante avalia utilizar plataformas de parceiras chinesas do grupo. Entre as possibilidades estão a Quantum S3, da Dongfeng, e a LEAP 3.5, da Leapmotor. A escolha de uma arquitetura já existente permitiria acelerar o desenvolvimento do projeto, embora sejam necessários ajustes para preservar as características visuais e a proposta da Jeep. <span class="hidden">–</span>Dongfeng/Divulgação Continua após a publicidade Um dos modelos que ajudam a dimensionar a proposta é o Dongfeng Nammi 01, também conhecido como Nammi Box. O hatch elétrico tem 4,03 m de comprimento e serve como referência para um veículo de porte reduzido. Ainda não há, porém, definição sobre as dimensões ou a plataforma que poderia ser utilizada no futuro SUV. Cinco carros médios usados completões com preço de carro compacto Jeep perde vendas na Europa e busca ampliar sua gama A iniciativa ocorre em um momento de retração das vendas da Jeep na Europa. Os emplacamentos da marca caíram 7% no acumulado do ano, enquanto o Avenger registrou recuo de 4%. No mercado global, a Jeep também perdeu volume: passou de 1,41 milhão de veículos vendidos em 2016 para menos de 860.000 unidades em 2025. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep Continua após a publicidade A Stellantis, por sua vez, enfrenta capacidade industrial ociosa de aproximadamente 1 milhão de veículos por ano em suas fábricas europeias. Um SUV elétrico de entrada poderia ajudar a elevar a produção e ampliar o alcance comercial da Jeep. Por outro lado, a empresa precisa evitar que o novo modelo concorra diretamente com outros produtos do grupo ou enfraqueça o posicionamento da marca. O projeto ainda está em uma fase preliminar de avaliação e não tem data de lançamento confirmada. Antes dele, a Jeep prepara a apresentação do Recon, prevista para janeiro de 2027, no Salão de Bruxelas. A próxima geração do Renegade também está nos planos da fabricante, com previsão de chegada em cerca de três anos. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Publicidade View the full article
  20. Seguimos disfrutando de los increíbles proyectos que participaron en el Emma-Carsmeetshiow #emmaspain #caraudiocompeticion #caraudioinstallationView the full article
  21. VOCÊ JÁ CONHECE O FILTRO EX DA EXPERT? 🔊🔥 Na hora de ajustar o crossover, cada detalhe faz a diferença! Enquanto os filtros tradicionais, como Linkwitz-Riley e Butterworth, apresentam diferentes características de resposta, o Filtro EX da Expert traz uma proposta diferenciada! 🚀 Desenvolvido para proporcionar uma soma de até +6 dB na região de cruzamento entre as vias, quando corretamente alinhadas, o Filtro EX oferece novas possibilidades para o ajuste do seu sistema de som. E o melhor: essa é uma tecnologia exclusiva dos processadores Expert! ▶️ Confira no vídeo como funciona o Filtro EX e entenda seus diferenciais! Quer saber mais? Confira o vídeo na íntegra: https://www.youtube.com/live/ogTtRr0Hzps?si=r14EVuDI1dzk8wG4 #BandaAudioparts #ExpertElectronics #FiltroX #SomAutomotivo #ProcessadorDeAudio #Crossover #TecnologiaView the full article
  22. Legislação restringe o transporte de eleitores por particulares, mas permite o deslocamento de familiares, táxis e carros por aplicativo; descumprimento pode resultar em prisão e multaView the full article
  23. A autoescola deixou de ser obrigatória para a primeira CNH na categoria B desde 9 de dezembro de 2025, quando a Resolução nº 1.020 do Contran foi publicada no Diário Oficial da União. Continuam obrigatórios os exames médico e psicológico, a prova teórica, a carga mínima de duas horas de formação prática e o exame de direção no Detran. O que mudou no processo de habilitação? A resolução acabou com a exclusividade das autoescolas na formação de novos condutores. A parte prática pode ser feita em autoescola, com instrutor autônomo autorizado pelo Detran do estado ou em escola pública de trânsito. O que continua obrigatório? Antes da parte teórica, o candidato precisa fazer biometria, exame médico e avaliação psicológica. Depois da aprovação na prova teórica e do cumprimento das etapas exigidas, pode emitir a Licença de Aprendizagem. O documento é exclusivamente digital, fica disponível nos canais oficiais do governo federal e permite começar as aulas práticas. O exame toxicológico é uma exigência separada. A Lei 15.153/2025 o tornou obrigatório na primeira habilitação das categorias A e B. Em São Paulo, por exemplo, a CNH só é emitida depois da confirmação de resultado negativo no exame. Continua após a publicidade Como fazer o curso teórico sem autoescola? O curso teórico deixou de ter carga horária mínima. Ele pode ser feito em autoescola credenciada, presencial ou a distância, ou pelo curso digital gratuito do Ministério dos Transportes, na área Educação do aplicativo CNH do Brasil, com acesso pela conta gov.br. Quem pode atuar como instrutor autônomo? A profissão é regulada pela Lei 12.302/2010. Os Detrans de São Paulo e do Paraná listam os mesmos requisitos: idade mínima de 21 anos, habilitação há pelo menos dois anos, ensino médio, curso específico e nenhuma infração gravíssima nos últimos 60 dias. Ao pedir autorização, o instrutor também deve apresentar certidão negativa de antecedentes criminais, exigência incluída pela resolução. Continua após a publicidade Cada Detran define a forma do pedido, os documentos e a validade da autorização. O candidato deve confirmar se o instrutor está autorizado. Nas aulas, o veículo pode ser do instrutor ou do próprio candidato. Para o exame prático, as condições de uso de veículo próprio são definidas pelo Detran de cada estado. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O aplicativo CNH do Brasil permite consultar instrutores e autoescolas autorizados por localização, com avaliações de alunos anteriores e contato. Preço e horário são combinados diretamente entre aluno e instrutor. Continua após a publicidade Para acessar, abra o aplicativo, clique no ícone do canto superior direito e selecione a opção “Cidadão”. Depois, basta utilizar os filtros de busca para procurar profissionais ou Centros de Formação de Condutores (CFCs) informando um CEP, endereço, estado ou diretamente pelo nome/CPF do instrutor. E se o candidato for reprovado no exame prático? A resolução prevê gratuidade no primeiro reteste e não limita o número de tentativas. A forma de solicitar o reteste é definida por cada Detran. Em São Paulo, o pedido deve ser feito no mesmo dia e local da reprovação, ao presidente da comissão examinadora. O benefício não vale se o exame for interrompido antes do fim por motivo de segurança. Continua após a publicidade Quanto pode custar a primeira CNH? Mesmo sem autoescola, o candidato continua pagando as taxas cobradas no processo de habilitação, que variam por estado. Também paga o exame toxicológico, feito em laboratório credenciado, e as aulas práticas, com preço negociado com o instrutor ou a autoescola. Em São Paulo, segundo a carta de serviços do Poupatempo consultada em outubro de 2026, abrir o processo não tem taxa. À clínica credenciada, o candidato paga R$ 90 pelo exame médico e R$ 90 pela avaliação psicológica. Continua após a publicidade Ao Detran-SP, o candidato paga R$ 52,83 pelo exame teórico e R$ 52,83 pelo exame prático. A CNH impressa custa R$ 137,79, já incluído o envio pelos Correios, e a digital não tem taxa. O que acontece depois da aprovação? O candidato aprovado recebe a Permissão para Dirigir, válida por um ano, conforme o Código de Trânsito Brasileiro. Nesse período, não pode cometer infração grave ou gravíssima nem ser reincidente em infração média. Cumprida essa condição, recebe a CNH definitiva. O antigo prazo de 12 meses para concluir a primeira habilitação deixou de existir com a Resolução nº 1.020 do Contran. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. O que precisa ser diferente em oficinas de carros elétricos e híbridos Publicidade View the full article
  24. Get the sub here: https://lasso.to/KeryvD3gkV If you found this video helpful then you can support the channel on Patreon for as little as $3 a month: https://www.patreon.com/DIYAudioGuy Join this channel to get access to exclusive membership perks: https://www.youtube.com/channel/UCUj9z2nkIesDh3sa8575qYw/join Use the code DIYAudio to save: 7% off of Savard (https://lddy.no/1jqmp) 10% off of Custom Speaker Pods (https://customspeakerpods.com/) 7.5% at Sky High Car Audio https://skyhighcaraudio.com/?ref=DIYaudio 5% off from Battery Hookup (https://batteryhookup.com) 10% off at Jag35 (jag35.com/DIYaudio) 5% off at B2 Audio https://www.b2audiousa.com/?ref=DIYaudio 5% off at BigJeff Audio: https://bigjeffaudio.com/?ref=DIYaudio 5% off at Parts Express 5% off at Showtime Electronics. 5% at Sparked Innovations (https://sparkedinnovations.com?ta_aff=NGFLAQXZHN) with the code DIY Check out the DIY Auido Guy Amazon Store: Amazon: https://www.amazon.com/shop/diyaudioguy Support DIY audio content by shopping with these affiliates: Shop for Basshead Gear at Down4Sound: https://lddy.no/1065t Shop for Car and Home Audio at Crutchfield: https://howl.me/cg9bCOKLoK7 Carbide 3D: https://shop.carbide3d.com/DIYAUDIOGUY Connect on social media: Facebook: https://www.facebook.com/DIY-Audio-Guy-111428060245602/ Instagram: https://www.instagram.com/diyaudioguy/ Twitter: https://twitter.com/DIYAudioGuy1 Chapters: 0:00 Introduction Music By creatormix.com *As an associate/affiliate marketer I may earn a small commission on qualified purchases on Amazon, Crutchfield, Parts Express, customspeakerpods.com, Savard, Amped Up Car Audio, Designer MotorSports, Carbid 3D or Down4Sound. #affiliate #crutchfieldpartner #amazonaffiliateView the full article
  25. Última semana
  26. Um vídeo simples e direto para você aproveitar ao máximo o app 22BassView the full article
  27. Marca de luxo da BYD, a Denza confirmou a expansão no mercado brasileiro com mais produtos. Além do Denza B3, seu SUV de entrada, o superesportivo elétrico Denza Z já está em solo nacional. Fotografado recém-desembarcado no país pela Autorod Motors, o modelo é um dos três novos veículos que a fabricante chinesa pretende lançar até o final do ano, embalada pelo momento de alta nas vendas do Z9 GT. <span class="hidden">–</span>@‌autorodmotors/Quatro Rodas Como o Denza Z atinge os 1.604 cv de potência? A força do esportivo vem de um conjunto formado por três motores elétricos. Há um propulsor dianteiro capaz de entregar 680 cv, que trabalha em conjunto com outros dois traseiros de 462 cv cada. Somados, eles rendem 1.604 cv e 126,5 kgfm de torque. Segundo a fabricante, a versão de rua, oferecida nas carrocerias cupê e conversível, acelera de 0 a 100 km/h em apenas 2,2 segundos e atinge a máxima de 300 km/h. Para quem busca desempenho focado em autódromos, a marca dispõe da configuração Racing. Trata-se de uma variante de pista que promete cumprir a prova de aceleração aos 100 km/h em 1,9 segundo, alcançando até 350 km/h. QUATRO RODAS já dirigiu o modelo no exterior. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>@‌autorodmotors/Quatro Rodas Qual a autonomia e o tempo de recarga da bateria? O conjunto mecânico é alimentado por uma bateria de 76 kWh. A capacidade é contida para um veículo desse porte, indicando uma concessão para evitar o excesso de peso. A fabricante aponta que o cupê entrega autonomia de 408 km no ciclo europeu WLTP, enquanto a versão Racing pode rodar 378 km. Z acelera de 0 a 100 km/h em 2,25 segundos, de acordo com a DenzaDivulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidade A contrapartida para a bateria menor reside na promessa de carregamento ultrarrápido. O Denza Z é compatível com o sistema Flash Charging, que suporta até 1.500 kW de potência. Na prática, a fabricante indica que o proprietário recupera a carga de 10% a 70% em rápidos cinco minutos. Para atingir a marca de 97%, a espera declarada é de nove minutos. Volante multifuncional reúne os comandos dos principais sistemas que o motorista de um esportivo precisa ter à mãoDivulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidade O que esperar da carroceria e do lançamento no Brasil? Com 4,78 metros de comprimento e pesando 2.230 kg, o Denza Z aposta em uma silhueta alongada para otimizar a aerodinâmica em altas velocidades. Na versão cupê, o interior mantém a clássica configuração 2+2, oferecendo espaço para pequenos trajetos no banco traseiro. Carros elétricos te deixam mais enjoado? Isso tem explicação técnica Publicidade View the full article
  28. A General Motors confirmou o início da montagem do Chevrolet Captiva PHEV na fábrica da PACE, em Horizonte (CE). Apesar do começo da operação, a marca ainda não divulga quando o carro chegará às concessionárias. O SUV médio híbrido plug-in compartilha a plataforma e a carroceria do chinês Wuling Starlight S, repetindo as estratégias do Captiva elétrico e do Spark EUV. O SUV será nacionalizado no regime SKD (semi knocked down), utilizando kits de peças parcialmente montadas vindos da Ásia. A movimentação garante à fabricante uma resposta industrial rápida para o avanço dos eletrificados, especialmente entres os SUVS médios, segmento repleto de opções. O conjunto mecânico do Chevrolet Captiva é híbrido plug-in, ou seja, com possibilidade/necessidade de recargas em redes externas. Ele une um motor 1.5 a gasolina aspirado e um elétrico, ambos tracionando as rodas dianteiras, com 204 cv de potência e 31,6 kgfm de torque combinados. O motor elétrico é alimentado por uma bateria de fosfato de ferro-lítio com 20,5 kWh. Segundo dados divulgados pela GM na Argentina, o SUV é capaz de percorrer entre 80 km e 90 km no modo elétrico. A autonomia total combinada pode ultrapassar os 1.000 km com o tanque cheio e a bateria carregada. Continua após a publicidade Para recuperar a energia, a recarga do sistema elétrico pode ser feita em redes residenciais de corrente alternada a até 3,3 kW. Em estações rápidas de corrente contínua, o veículo suporta potência de até 24,6 kW. Continua após a publicidade O Chevrolet Captiva PHEV preserva as dimensões do seu projeto original chinês, com 4,74 m de comprimento, 1,89 m de largura e 2,80 m de distância entre-eixos. O porta-malas comporta 532 litros de bagagem, volume que atinge 1.690 litros com o rebatimento completo dos bancos traseiros. O visual externo difere muito pouco da variante movida apenas a bateria já existente. Foram preservados os faróis divididos com iluminação full-led e a grade dianteira afilada com o logotipo da Chevrolet em preto. A principal alteração estética funcional na carroceria é a adição de uma portinhola extra na lateral direita para o abastecimento de gasolina. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet A cabine acomoda cinco pessoas e tem um painel minimalista, comum a outros modelos chineses e com poucos comandos físicos, destacando o quadro de instrumentos de 8,8 polegadas e a central multimídia, de 15,6 polegadas. O console central elevado divide o espaço frontal, enquanto o volante adota um desenho de dois raios. Continua após a publicidade A lista de itens de série do Chevrolet Captiva PHEV inclui teto solar panorâmico, bancos dianteiros elétricos, rodas de 18 polegadas e sistemas ADAS, como piloto automático adaptativo, frenagem automática e câmeras de 360 graus para manobras. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade Os preços seguem em sigilo, embora o posicionamento de mercado deva aproximar o SUV médio híbrido da faixa dos R$ 200.000. Essa estimativa considera que a versão Captiva EV, elétrica e montada na mesma linha ao lado do hatch Spark EUV, é comercializada por R$ 219.990. Publicidade View the full article
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