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  1. Hoje
  2. A segunda vida do Chevrolet Bolt será muito mais curta do que a General Motors esperava. O hatch elétrico, que já esteve entre os modelos a bateria mais populares dos Estados Unidos, terá sua produção reduzida em cerca de 75% e pode sair de linha novamente no primeiro trimestre de 2027. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Segundo informações da agência Reuters, a GM planejava fabricar 150.000 unidades da nova geração do Bolt. A estimativa atual, contudo, despencou para aproximadamente 35.000 carros produzidos. Oficialmente, a fabricante não confirma os números, limitando-se a declarar que avalia continuamente a demanda dos clientes e a dinâmica do mercado. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet O declínio é um banho de água fria nos planos de eletrificação da marca, especialmente após o enorme esforço industrial para reposicionar o modelo. A geração anterior e o SUV derivado Bolt EUV haviam sido descontinuados justamente para que a fábrica de Orion, no estado de Michigan, abrisse espaço para a montagem de picapes grandes, como a Chevrolet Silverado EV e a GMC Sierra EV. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet Fim dos incentivos fiscais afunda vendas do Chevrolet Bolt O novo Bolt ganhou sobrevida com a transferência de sua linha de montagem para uma nova planta na região de Kansas City, mas a procura pelo elétrico renovado não decolou. Até agosto de 2026, apenas 4.224 unidades haviam sido vendidas nos Estados Unidos. Caso mantenha esse ritmo letárgico, o modelo deve terminar o ano com menos de 9.500 emplacamentos. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet Continua após a publicidade Um dos principais fatores para o encalhe nas lojas foi o fim do incentivo fiscal federal de US$ 7.500 (cerca de R$ 37.464) concedido a compradores de carros elétricos nos EUA até 2025. Sem o repasse governamental, e sem grandes mudanças visuais em relação ao antecessor, o hatch deixou de ser a escolha lógica de custo-benefício. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet Na ponta do lápis, o Bolt parte de US$ 27.600 (R$ 137.611), valor que ainda recebe o acréscimo de uma taxa de destino obrigatória de US$ 1.395 (R$ 6.955). Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet Em termos mecânicos, o conjunto segue competente: traz motor de 210 cv e 23,4 kgfm de torque, alimentado por uma bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) de 65 kWh, arquitetura capaz de garantir até 422 km de autonomia. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet Continua após a publicidade Equinox EV atrai clientes e força retorno da combustão O golpe final nas ambições do hatch ocorre dentro do próprio showroom da marca. Enquanto o Bolt perde espaço, o Equinox EV atrai os holofotes. O SUV elétrico parte de US$ 34.995 (R$ 174.482), antes da taxa de entrega de US$ 1.800 (R$ 8.975). A diferença de preço é facilmente justificada pelo cliente diante do salto em tecnologia, porte e na autonomia estendida para 513 km. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet A produção esvaziada do Bolt já afeta a rotina da fábrica de Kansas City, que não consegue volume suficiente para retomar um segundo turno de operação. A ironia da transição energética é que, para salvar a rentabilidade da planta e preencher a ociosidade, a GM precisará recorrer aos motores a combustão para fabricar as versões térmicas dos SUVs Chevrolet Equinox e Buick Envision no mesmo local. Publicidade View the full article
  3. Não é só de carros que vivem as montadoras no Brasil. Elas estão envolvidas em outros negócios, claro, muitas vezes menos significativos no país, mas que despertam a curiosidade dos amantes automotivos. QUATRO RODAS fez um levantamento no qual mostra o “lado B” dessas empresas. Não foram utilizados bancos de montadoras, assim como seus serviços, nem mesmo peças genuínas, linha de roupas ou cosméticos nesta lista. Motos, ônibus a combustão e caminhões também foram descartados. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. BYD A BYD começou a vender carros de passeio no Brasil em 2022, com a estreia do SUV elétrico de sete lugares Tan. Mas a companhia chegou ao país há mais de dez anos, em 2015, com foco no mercado de energia solar e ônibus elétricos. Chassi de ônibus elétrico, fabricado na fábrica da BYD, em Campinas (SP)Divulgação/BYD Continua após a publicidade Em Campinas (SP), a chinesa produz chassis para ônibus elétricos e módulos fotovoltaicos. Em Manaus (AM), ela tem uma fábrica de baterias destinadas a ônibus elétricos da marca. No transporte sobre trilhos, a BYD fornece trens e sistemas do SkyRail para a Linha 17-Ouro, em São Paulo. “Recentemente, alcançamos a marca de 1.000 chassis de ônibus elétricos produzidos na fábrica de Campinas (SP). É um número que ajuda a mostrar a evolução desse mercado: o primeiro chassi saiu da unidade em 2016 e, hoje, a fábrica já produz cerca de 30 por semana. Em julho, a BYD respondeu por 74,16% dos ônibus elétricos emplacados no Brasil, com 66 dos 89 veículos registrados no mês”, afirma Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e marketing da BYD Auto. Ônibus da BYDDivulgação/BYD Continua após a publicidade Neste ano, a BYD anunciou o investimento de até R$ 500 milhões para ampliar sua atuação em BESS (Battery Energy Storage System, ou Sistema de Armazenamento de Energia em Baterias) no Brasil, um mercado que a empresa considera estratégico para os próximos anos. “À medida que fontes como solar e eólica ganham cada vez mais espaço na matriz elétrica brasileira, o armazenamento passa a ter um papel fundamental para aproveitar melhor essa energia e trazer mais flexibilidade, confiabilidade e estabilidade ao sistema“, explica Baldy. Honda Além de carros e motocicletas, a Honda comercializa equipamentos para utilidades diversas. A sua linha de motores e máquinas tem atuação no Brasil desde 1971, com produção desde 2001 em Manaus (mesma planta da fábrica de motos). Continua após a publicidade Motor Honda GX390 MegaDivulgação/Honda Destaque para os motores de rabeta, muito utilizados na região Norte para mobilidade sobre a água em comunidades ribeirinhas. Além disso, a linha tem motobomba, roçadeira e gerador de energia. A companhia também oferece quadriciclos, com modelos para trabalho, lazer e aplicações no agronegócio. O Honda TRX 420 Fourtrax é o quadriciclo (ATV) mais vendido no Brasil. Continua após a publicidade Honda TRX 420 FourtraxDivulgação/Honda Há ainda a venda do jato executivo HondaJet, que ocorre por meio da empresa Líder Aviação, operadora autorizada no país. No Brasil, existem sete aeronaves entregues. Honda Jet EliteDivulgação/Honda Continua após a publicidade Mitsubishi A Mitsubishi Electric, cujo portfólio é bem abrangente, atua no Brasil desde 1975. Apesar de carregar o mesmo nome e os três diamantes no logotipo, a Mitsubishi Electric e a Mitsubishi Motors não fazem parte do mesmo grupo econômico. Isso remete ao período após a Segunda Guerra Mundial, quando o conglomerado original foi dissolvido por ordem das forças aliadas de ocupação no Japão. Hoje, a marca Mitsubishi não é uma única empresa, mas dezenas de outras totalmente independentes. O portfólio local contempla equipamentos automotivos, robótica, soluções para saneamento, agronegócio e mobilidade urbana, além de serviços de suporte técnico. Seu escritório oficial em Barueri (SP) foi inaugurado em 2012. No país, ela tem forte atuação em automação industrial e CNCs (Controladores Numéricos Computadorizados). Robôs da Mitsubishi ElectricDivulgação/Mitsubishi “Buscamos levar nossas tecnologias para diferentes desafios, apoiando empresas na modernização de processos, no aumento da eficiência e na construção de operações mais conectadas e sustentáveis”, diz Fabiano Lourenço, presidente da Mitsubishi Electric Brasil. No Brasil, a HPE Automotores atua como a representante oficial da Mitsubishi Motors. Pulam, voam e nadam: veja 5 carros com ‘superpoderes’ Toyota A maior montadora do mundo atua no ramo de empilhadeiras e logística. A Toyota Empilhadeiras, estabelecida no Brasil desde 2004, tem filiais espalhadas pelo Brasil e uma unidade na Argentina (Buenos Aires). A sede administrativa da Toyota, situada na região metropolitana de São Paulo, centraliza as operações de vendas e pós-vendas para o território nacional. Empilhadeiras da ToyotaDivulgação/Toyota A fábrica brasileira, com um terreno de 93.000 m² e uma área construída de 31.000 m², está localizada em Artur Nogueira, no interior de São Paulo. Nesta unidade, atualmente, são fabricadas a empilhadeira a combustão da Série 8, a transpaleteira manual LHM e a empilhadeira elétrica patolada SWE140. Hyundai A Hyundai tem algumas divisões que atuam no Brasil e outras que deixaram de existir. Uma delas é a Hyundai Construction Equipament (ou Hyundai CE) Brasil, que vende escavadeiras pesadas, retroescavadeiras e pás carregadeiras utilizadas em obras. A empresa tem uma fábrica em operação em Itatiaia (RJ), inaugurada em 2013. Escavadeira hidráulica Hyundai HX350LDivulgação/Hyundai Outra ainda presente no país é a Hyundai Steel Brazil (HSBR), cuja criação ocorreu em janeiro de 2011 na cidade de Piracicaba (SP), inicialmente como Hyundai Hysco. Seu objetivo é fornecer commodities e atuar como uma artéria logística para o desenvolvimento projetado pelo grupo multinacional no Brasil. As tecnologias da HSBR estão voltadas aos serviços de corte de metais e rolos de aço para a indústria automotiva. Os principais produtos produzidos e comercializados pela empresa são: bobinas de aço, rolos de aço, chapas de aço, blanks de aço e revenda de produtos em aço já estampados. Trens da Hyundai Rotem ainda operam na Linha 4-Amarela do metrô da cidade de São Paulo. Porém, o braço encerrou a sua produção ativa de trens no Brasil em 2024 e a sua antiga fábrica em Araraquara (SP) foi ocupada pela concorrente chinesa CRRC. A Hyundai Elevadores do Brasil teve o mesmo fim que a Hyundai Rotem. Ela encerrou suas atividades no país em 2024. A operação brasileira havia sido iniciada em 2013, com a abertura de uma fábrica em 2014, na cidade de São Leopoldo (RS). Volvo A Volvo CE é a divisão do grupo Volvo dedicada a equipamentos de construção. A empresa mantém operações no Brasil desde a década de 1970, possui sede administrativa em Curitiba (PR) e fábrica em Pederneiras (SP). A lista abrange máquinas elétricas, escavadeiras, carregadeiras de rodas, caminhões articulados, caminhões rígidos e compactadores. Motor marítimo Volvo Penta D2Divulgação/Volvo Outra divisão do grupo com atuação no Brasil é a Volvo Penta. Ela é uma fabricante de motores e sistemas de propulsão. Para embarcações, há motores marítimos, de rabeta e geradores. Mas há parcerias com aplicações em data centers, construção, mineração, setor florestal e armazenamento de energia, entre outros, segundo consta no site oficial brasileiro. Suzuki A Suzuki tem a divisão Marine, na qual comercializa motores de popa no Brasil há quase 50 anos. A empresa oferece uma linha de dois e quatro tempos, variando até 325 cv para as opções topo de linha, com distribuição nacional e atendimento oficial. Os equipamentos são importados do Japão. Motor Suzuki Marine DF325A 4TDivulgação/Suzuki Vale destacar que, assim como ocorre com a Mitsubishi, a Suzuki Veículos é representada no Brasil pela HPE Automotores. Fiat A Fiat tem uma divisão Machinery que atua no Brasil por meio da Nauber Máquinas, distribuidora e importadora exclusiva da divisão de máquinas e ferramentas. A lista engloba: pulverizadores, cortadores de grama, soldadores, motobombas, roçadeiras, tratores, motocultivadores, geradores, kits de ferramentas, motores, guinchos e compressores. Motor Estacionário Fiat Nauber Capo 70Reprodução/Fiat Publicidade View the full article
  4. Equipamentos estão em cinco estradas; homologação não significa que os radares sejam novos nem que já estejam em operaçãoView the full article
  5. If you found this video helpful then you can support the channel on Patreon for as little as $3 a month: https://www.patreon.com/DIYAudioGuy Join this channel to get access to exclusive membership perks: https://www.youtube.com/channel/UCUj9z2nkIesDh3sa8575qYw/join Use the code DIYAudio to save: 7% off of Savard (https://lddy.no/1jqmp) 10% off of Custom Speaker Pods (https://customspeakerpods.com/) 7.5% at Sky High Car Audio https://skyhighcaraudio.com/?ref=DIYaudio 5% off from Battery Hookup (https://batteryhookup.com) 10% off at Jag35 (jag35.com/DIYaudio) 5% off at B2 Audio https://www.b2audiousa.com/?ref=DIYaudio 5% off at BigJeff Audio: https://bigjeffaudio.com/?ref=DIYaudio 5% off at Parts Express 5% off at Showtime Electronics. 5% at Sparked Innovations (https://sparkedinnovations.com?ta_aff=NGFLAQXZHN) with the code DIY Check out the DIY Auido Guy Amazon Store: Amazon: https://www.amazon.com/shop/diyaudioguy Support DIY audio content by shopping with these affiliates: Shop for Basshead Gear at Down4Sound: https://lddy.no/1065t Shop for Car and Home Audio at Crutchfield: https://howl.me/cg9bCOKLoK7 Carbide 3D: https://shop.carbide3d.com/DIYAUDIOGUY Connect on social media: Facebook: https://www.facebook.com/DIY-Audio-Guy-111428060245602/ Instagram: https://www.instagram.com/diyaudioguy/ Twitter: https://twitter.com/DIYAudioGuy1 Chapters: 0:00 Introduction Music By creatormix.com *As an associate/affiliate marketer I may earn a small commission on qualified purchases on Amazon, Crutchfield, Parts Express, customspeakerpods.com, Savard, Amped Up Car Audio, Designer MotorSports, Carbid 3D or Down4Sound. #affiliate #crutchfieldpartner #amazonaffiliateView the full article
  6. Yesterday
  7. Nosso primeiro dia de prática foi marcado por muito conhecimento, troca de experiências e paixão pelo som de alta qualidade! 🔊 Agradecemos a todos que participaram, compartilharam experiências e fizeram parte desse momento especial. Cada aprendizado reforça que um verdadeiro projeto SQ vai muito além dos equipamentos: envolve técnica, dedicação e sensibilidade para ouvir cada detalhe. #SomSQ #SoundQuality #CarAudio #SomAutomotivoView the full article
  8. SPL é uma categoria que é medido o nível de pressão sonora, onde os equipamentos são voltado pra alta potência e um subgrave impressionanteView the full article
  9. O som é forte, mas a parceria também! 🔊 Bom demais encontrar quem faz parte da nossa correria e torce pelo nosso crescimento. 🧡 Valeu pela atenção, pelo apoio e pela parceria de sempre! 👊🔥View the full article
  10. ✅✅✅mini ventilador turbo👉👉👉https://meli.la/2gTjLYE 🛑🛑🛑COMPRE NA NOVA LOJA DO Raylan Som 👇👇👇👇 ✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y ✅✅✅COMPRE AQUI PENDRIVE ATUALIZADO HARD CDS 👉👉👉https://shopee.com.br/product/432600863/18999845796/ ✅ESTRANHO AUDIO PARTS - Use o cupom de desconto 👉👉RAYLLAN5 👈👈e compre direto da fábrica https://loja.estranhoaudioparts.com.br ⭕⭕Meu facebook 👉👉👉https://www.facebook.com/RaylanSom/ °369 ✅Para comprar produtos online segue o link para compra ⭕️AMAZON https://amzn.to/3B5gXlb ⭕️Shopee https://shope.ee/apjpxVjd ⭕️✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y 🔖 Hashtags: #som #somautomotivo #carro #viagem #rayllansom #audio #vendas #negocios #Volkswagen #Fiat #Toyota #Hyundai #JEEP #RENAULT #NISSAN #caixatrio #caixabob #audio Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UCg0mdazek-we_xML7cHrr1g/join 🔴👉Instagram, TikTok , kwai e Facebook→ @raylansom 🔴GRUPO TELEGRAM 👉👉👉LINK DO GRUPO--- https://t.me/joinchat/HAimD4-0PoXFuQz1 Mini Ventilador Soprador Ar Turbo 130000RPM Sem FioView the full article
  11. Aqui o som não é brincadeira, é tradição! Quem conhece a Abelvolks sabe que nossos carros não passam despercebidos! Projetos de tirar o fôlego, estruturas de respeito e a força da @banda_audioparts fazendo parte dessa história. Porque som de verdade não precisa de apresentação. O resultado fala por si! #TemQueRespeitar #SomÉAbelvolksView the full article
  12. Mais que uma concessionária Volkswagen, a Dacon foi uma lenda do automobilismo nacional. Os quatro Karmann-Ghia com motor Porsche da Escuderia Dacon venceram metade das provas que disputaram e consolidaram o prestígio do engenheiro Paulo Goulart junto ao fabricante de Stuttgart. Foi daí que nasceu o PAG Dacon 928. A influência do Porsche 928 é inequívoca. Desenvolvido para o mercado americano, o 928 foi o segundo Porsche com motor dianteiro refrigerado a água (após o 924) e um importante avanço para o fabricante alemão. O nome PAG, de Projects d’Avant Garde, também representava as iniciais de Paulo de Aguiar GoulartFernando Pires/Quatro Rodas Origem do fora de série nacional Para entender o contexto do PAG Dacon 928, é preciso voltar aos anos 1970, período em que a Dacon também representava marcas como BMW, Jaguar e Citroën-Maserati. Tudo ia bem para a revenda paulistana até a publicação do Decreto-Lei nº 1.455/1976, que proibiu as importações e afetou a seleta clientela. Cinco carros médios usados completões com preço de carro compacto Continua após a publicidade Intransponível, a nova restrição fomentou modelos fora de série como Puma e Adamo e incentivou o surgimento de outros como Bianco, Miura e Santa Matilde. Foi então que a Dacon virou grife automotiva: instrumentos, rodas e volantes Porsche tornaram-se obrigatórios nas personalizações realizadas em modelos Brasilia e Passat. –Marco de Bari/Quatro Rodas A década seguinte foi um período difícil, com o país em recessão e com hiperinflação. A solução adotada pela Dacon para sobreviver foi fundar a PAG (Projects d’Avant Garde), empresa sediada em Santana de Parnaíba (SP) para o desenvolvimento de novos modelos. Para diminuir custos, o recém-lançado Gol GT foi escolhido como base para o PAG Dacon 928, em 1984. Continua após a publicidade –Marco de Bari/Quatro Rodas O capô alongado melhorava a aerodinâmica e era tão bem integrado aos para-lamas dianteiros que o para-brisa do Gol passava quase despercebido. Peças de plástico reforçado com fibra de vidro eram adicionadas para modificar a aparência de capota, laterais e portas. A traseira foi inteiramente modificada: a porta de acesso ao porta-malas e os vidros eram exclusivos. Portas redesenhadas continuavam com a estrutura originalFernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Mecânica envenenada Outra exclusividade do PAG Dacon 928 era o bloco: a cilindrada saltou dos 1.781 cm³ para 2.006 cm³ com o uso de pistões de 84 mm e um novo virabrequim com 90,5 mm de curso. Por razões tributárias, a potência declarada permanecia em 99 cv, mas a sensação de torque era evidente. O conjunto interno, do VW Gol, permanecia inalterado para reduzir custos. Encostos de cabeça no banco traseiro eram raríssimos na década de 1980. Ar-condicionado era opcionalFernando Pires/Quatro Rodas O fôlego a mais do motor era bem-vindo para compensar a queda no desempenho causada pelo ar-condicionado, único equipamento oferecido como opcional. O notável comportamento dinâmico era um convite ao excesso de velocidade: a 180 km/h a impressão era de estar a 120 km/h. Continua após a publicidade Ninguém sabe quantos PAG Dacon 928 foram produzidos, mas ele é considerado um dos carros mais raros da marca. O esportivo foi sucedido pelo Nick (1987) e pelo Chubby (1990), mas a PAG encerrou as atividades em 1991, logo após a abertura das importações. A concessionária Dacon resistiu até 1996. –Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Ficha Técnica – PAG Dacon 928 1984 Motor: longitudinal, 4 cilindros em linha, 2.006 cm³, alimentado por um carburador de corpo duplo, 99 cv DIN a 5.400 rpm; 14,9 kgfm a 3.200 rpm Câmbio: manual de 4 marchas, tração dianteira Carroceria: fechada, 2 portas, 5 lugares Dimensões: comprimento, 4,05 m; largura, 1,60 m; altura, 1,37 m; entre-eixos, 2,35 m; peso: 910 kg; pneus: 185/60 HR 14 Motor de 2.000 cc foi oferecido pela Dacon muitos anos antes da própria VWFernando Pires/Quatro Rodas Publicidade View the full article
  13. Como construir e avaliar um verdadeiro projeto de som de alta qualidade? Vamos explorar na prática os fundamentos do SQ: escolha dos equipamentos, instalação, tratamento acústico, ajustes de DSP, palco sonoro, imagem estéreo e fidelidade musical. #SomSQ #SoundQuality #CarAudio #SomAutomotivo #AltaFidelidadeView the full article
  14. @abelvolksoficialView the full article
  15. A Chery anunciou que a marca Jetour terá um reposicionamento no mercado global para atuar estritamente como uma divisão focada no segmento off-road de alto valor agregado. A alteração de rota faz parte da estratégia batizada de “Globalização 3.0”, que visa alinhar as operações domésticas e internacionais do grupo chinês em busca de rentabilidade. A Jetour, que nasceu em 2018 com perfil de viagem, apelo familiar e foco em custo-benefício, agora passa a mirar um consumidor de maior poder aquisitivo que busca aventura sem abrir mão de conforto. O movimento da matriz chinesa altera a percepção do mercado no Brasil, onde a Jetour iniciou oficialmente suas operações de forma independente no primeiro semestre de 2026, vendendo os modelos S06, T1 e T2. Com a nova diretriz, a divisão deixa de focar apenas em volume para assumir um papel complementar ao da Exeed, a outra fabricante de alto padrão comandada pela Chery. Enquanto a Exeed foca no luxo urbano tradicional e no asfalto, a Jetour atuará como a resposta do grupo para o aquecido nicho de utilitários eletrificados voltados para o uso fora de estrada. Jetour G700Henrique Rodriguez/Quatro Rodas Essa guinada mercadológica tem o modelo G700 como vitrine da marca. O utilitário, que será lançado no Brasil ainda em 2026, é um híbrido plug-in construído sobre chassi de longarinas, a mesma base estrutural de caminhonetes médias, o que garante maior resistência no trânsito em trilhas pesadas. O projeto exibe dimensões imponentes, com 5,19 m de comprimento, porte que o coloca em vantagem natural frente a rivais menores em preço, como o GWM Tank 300, e o aproxima das medidas de veículos da categoria full-size. Continua após a publicidade Jetour G700Henrique Rodriguez/Quatro Rodas A engenharia do G700 acompanha a ambição que a Chery projeta para a fase atual da Jetour. O utilitário grandalhão une um motor a combustão a potentes propulsores elétricos para entregar expressivos 904 cv de potência combinada. O conjunto trabalha em harmonia com um grande pacote de baterias de 59,45 kWh de capacidade. Esse volume assegura uma autonomia elétrica declarada de 211 km no ciclo europeu WLTP, alcance que permite rodar pela cidade diariamente no modo elétrico, preservando a autonomia combinada para incursões mais severas. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A tática de reposicionamento evidencia a corrida das fabricantes da China por fatias mais lucrativas e de maior prestígio na indústria automotiva global. A transição definitiva da Jetour para o nicho de alto padrão off-road funciona como uma defesa contra a expansão global da linha Tank, da GWM, e à criação de submarcas especializadas em jipes pela BYD, como a Fang Cheng Bao. O objetivo central é evitar que as marcas da Chery percam espaço para rivais natos de aventura. Continua após a publicidade Li Xueyong, vice-presidente executivo da Chery, assume o comando da divisão da Jetour para consolidar o novo formato. Paralelamente, a marca principal Chery tentará integrar e otimizar as vendas de seus produtos mais racionais na rede internacional. Publicidade View the full article
  16. O primeiro dia de EMMA foi marcado por troca de experiências, histórias e muita paixão pelo som automotivo! 🔊 Um pouco da apresentação do Bruno e Rafael e do trabalho que nos trouxe até aqui, representando a RWB Audio Premium nesse grande evento.🔥 #audiopremium #somdequalidade #sq #goiania #explorarView the full article
  17. Fabricante chinesa apresentará quatro versões do Sitrak C7H na Fenatran 2026, em novembro; preços e início das vendas ainda não foram divulgadosView the full article
  18. O Volkswagen ID.4 acaba de desembarcar para venda no Brasil, antes o SUV só podia ser alugado pelo público brasileiro. No entanto, nos Estados Unidos, o SUV está passando por um recall de 22.524 unidades por risco de incêndio. A informação foi revelada pela Administração Nacional de Segurança Rodoviária (NHTSA) e a solução parcial apresentada pela Volkswagen é uma recomendação para que os proprietários não recarreguem o veículo acima dos 80%. Segundo a marca, os incidentes acontecem acima desse nível de carga. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen “A causa principal é desconhecida, porém, em certas baterias de alta tensão dos veículos afetados, determinados perfis de carregamento, combinados com um estado de carga acima de 80%, podem desencadear a propagação térmica dentro da bateria de alta tensão”, afirmou a VW em um comunicado. Continua após a publicidade Ao todo foram 22 casos relatados por clientes dos Estados Unidos entre 18 de janeiro de 2024 e 7 de agosto de 2026. A marca alemã estima que cerca de 0,1% dos carros convocados para o recall realmente possam ser atingidos pelo problema. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade Os veículos que comparecem às concessionárias terão adesivos colados no painel e na tampa de recarga alertando para não deixar ultrapassar os 80% de carga. Dependendo da versão, segundo a Volkswagen, é possível que atualizações remotas limitem o percentual da bateria. Vale ressaltar que o ID.4 vendido no Brasil é importado diretamente da Alemanha, onde as unidades usam baterias da LG, enquanto o modelo vendido nos Estados Unidos é feito em Chattanooga, no Tennessee, e utiliza baterias fornecidas pela SK On. Publicidade View the full article
  19. Bora Upgrade... Treinamento Juíz Internacional... @emma_brasil_oficial @navarroexpert Navarro / Expert Automotivo O maior padrão mundial de som automotivo chegou ao BRASIL! 🇧🇷🔊 A EMMA BRASIL não é campeonato de barulho. É sobre QUALIDADE. Os 4 objetivos da EMMA aqui: 🏆 1. PADRÃO INTERNACIONAL: Mesmo regulamento 2026 usado na final mundial em Salzburg + faixas de referência gravadas na Alemanha. 🎓 2. FORMAÇÃO DE JUÍZES: Primeira turma oficial de juízes certificados no Brasil. 🔧 3. CAPACITAÇÃO REAL: Para instalador, lojista e entusiasta parar de vender volume e começar a vender técnica e acabamento. 🚗 4. COMPETIÇÕES OFICIAIS: Eventos de SQ e Tuning dentro do padrão global. O lema é claro: QUALIDADE NÃO SE ADIVINHA. SE MEDE. Quer fazer parte da nova história? Primeira turma: 09 a 12 de Outubro em SP. Site: emmabrasil.com.br Me segue que vou mostrar tudo por dentro. 👇 #emmabrasil #soundquality #sq #audioautomotivo #somautomotivo navarroexpert kulturemomentsView the full article
  20. EMMA BRASIL - SEGUNDO DIAView the full article
  21. O editor de arte Fabio Paiva já conhece de cor os 101 km que percorre da sua casa, em Indaiatuba, no interior de São Paulo, até a Editora Abril, na capital. E também já sabe o que fazer para ir e voltar com o BYD Dolphin sem ser obrigado a parar e recarregar o carro na viagem de ida e volta. “Se eu vou a 120 km/h cravado, que é o limite da Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), eu chego bem mais rápido, mas o consumo médio pode ultrapassar os 18 kWh/100 km e o carro entra em São Paulo com 50% de carga”, explica Fabio. Neste cenário, ele costuma fazer uma recarga para deixar a bateria com pelo menos 70% antes de voltar. “O que eu tenho feito é viajar a 100 km/h, com o piloto automático ligado para eu não acelerar por instinto. Nesse ritmo eu não preciso ficar reduzindo e voltando a acelerar por causa de carros mais lentos à frente, e assim o Doplhin chega na Abril com 65% de bateria. Se volto no mesmo ritmo, o mostrador ainda exibe 20% de carga quando chego em casa”, conta o editor de arte, que consegue recarregar na residência usando energia solar – ou seja, não precisa mudar sua rotina para recarregar, de graça, o Dolphin. Continua após a publicidade Os melhores carros elétricos até R$ 150.000 para comprar em 2026 Continua após a publicidade Na prática, a economia de energia é muito mais significativa do que o tempo a mais de viagem, pelo menos na vida dele. Se a 120 km/h a viagem dura 50 minutos, a 100 km/h leva exatamente uma hora, se não pegar trânsito. São 20 minutos a mais na estrada, considerando ida e volta, para não ter que sair do trabalho, se deslocar até um carregador rápido e ficar ali parado por 20 minutos para recuperar 20% de bateria para voltar para casa com uma margem. Numa viagem mais longa, essa redução na velocidade pode ser determinante, por exemplo, para fazer uma parada em um carregador mais potente ou em um posto melhor. Num carro a combustão, essa redução de velocidade também acabaria aumentando a autonomia com um tanque. Continua após a publicidade BYD Dolphin – 47.218 km Versão GS 180 EV Motor elétrico, diant., transversal, síncrono, 95 cv, 18,4 kgfm Câmbio automático, 1 marcha, tração dianteira Revisões até 100.000 km: grátis Seguro R$ 1.570 Consumo No mês: 5,7 km/kWh, com 44,5% de rodagem na cidade Desde jan/24: 6,2 km/kWh, com 48% de rodagem na cidade Carregamento e gastos 454,9 kWh, 15h15min, R$ 493,57 Publicidade View the full article
  22. Novo hatch da Fiat terá seis versões, motores 1.0 aspirado e turbo híbrido leve e visual inspirado no Grande Panda europeuView the full article
  23. Um dos gargalos dos carros elétricos sempre foi o tempo de recarga das baterias. Porém, a Honda quer acabar com isso por meio de uma solução inusitada. Em parceria com a empreiteira japonesa Taisei, a montadora desenvolveu uma tecnologia capaz de recarregar carros elétricos em movimento e sem a utilização de fios. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade Continua após a publicidade O sistema tem como lógica a transferência de energia sem fio por acoplamento magnético sob o pavimento de rodovias — algo parecido com os carregadores wireless (ou por indução) para celulares. As empresas planejam realizar testes de demonstração a partir de 1º de abril de 2027. Mas, desde 2025, a Honda realiza pesquisas e desenvolvimento da chamada Dynamic Wireless Power Transfer (DWPT) ou Transferência Dinâmica de Energia Sem Fio, na tradução. Tecnologia DWPTDivulgação/Honda A DWPT consiste em três componentes principais: a alimentação por corrente contínua no solo, a distribuição baseada em aterramento que conecta múltiplas unidades transmissoras embutidas na rodovia e uma unidade receptora de energia instalada no veículo. Continua após a publicidade O que precisa ser diferente em oficinas de carros elétricos e híbridos Os experimentos e testes de validação ocorrem em uma pista no Campo de Tecnologia Futura do Grupo Taisei/Satte, localizado na província de Saitama, Japão. As avaliações verificam a eficácia, as estruturas de pavimento e os métodos de construção de estradas destinadas a essa finalidade. Continua após a publicidade Módulo de transmissão de energia instalado sob o pavimento das ruas e estradasDivulgação/Honda Segundo a Honda, o piso com sistema de carregamento e as estruturas devem ser capazes de suportar o tráfego de veículos grandes com um peso bruto total de aproximadamente 20 toneladas. Ela deverá ser compatível tanto com automóveis de passeio como em veículos comerciais grandes. A montadora prevê ainda que as instalações devem ser “altamente práticas” e ter a possibilidade de futuras atualizações. Módulo de transmissão de energia e o receptor no carroTaisei/Reprodução Continua após a publicidade A marca não afirma quanto o sistema consegue transmitir de energia por indução magnética. Porém, para o futuro, as empresas preveem a verificação do desempenho em níveis de potência elevados, até 150 kW, para potencial aplicação em veículos comerciais de grande porte. Módulo de transmissão de energia instalado sob o pavimentoTaisei/Reprodução Publicidade View the full article
  24. SUV híbrido plug-in de 370 cv custa R$ 261 mil, tem tração 4x4, bloqueio mecânico do diferencial traseiro e autonomia elétrica de 92 kmView the full article
  25. Um carro pode sair da oficina com a geometria dentro da especificação e, pouco tempo depois, voltar a apresentar volante fora do centro ou desgaste irregular dos pneus. Quando isso acontece, o problema nem sempre está no alinhamento. Quais componentes podem alterar a geometria das rodas? Buchas, pivôs, terminais, barras de direção e braços de suspensão podem ter folgas ou deformações que alteram a posição da roda. Impactos em buracos ou meio-fio estão entre as situações que podem deformar esses componentes. Molas também interferem na altura da suspensão. Quando estão deformadas, quebradas ou foram substituídas por componentes fora da especificação, essa altura pode mudar e, dependendo do projeto, a alteração pode modificar a geometria. Como saber se o problema é o alinhamento ou a suspensão? Volante fora do centro, carro puxando para um lado e desgaste irregular dos pneus podem ter origem tanto na geometria quanto em componentes da suspensão e da direção. Puxar para um lado também pode estar ligado a diferenças de pressão entre os pneus ou ao sistema de freios. Continua após a publicidade Ruídos ao passar por buracos e lombadas ou sensação de folga na direção são motivos para inspecionar o conjunto antes do ajuste. Como os sintomas se sobrepõem, a distinção depende da inspeção da suspensão e da direção, e não apenas da leitura do equipamento de alinhamento. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Por que o carro perde o alinhamento pouco depois do serviço? Quando os valores não se mantêm após o ajuste, a causa pode estar em um componente com folga ou desgaste, em uma peça deformada ou danificada que não foi identificada antes do serviço ou em um novo impacto. Continua após a publicidade Montagem inadequada, componente fora da especificação e alteração na altura da suspensão também podem explicar o problema. Dependendo do tipo e da intensidade da folga, o defeito pode não aparecer na medição feita com o carro parado. Se houver folga ou deformação, o componente precisa ser reparado ou substituído antes de um novo alinhamento. Amortecedor gasto também altera o alinhamento? Nem todo defeito de suspensão afeta a geometria. Um amortecedor com perda de eficiência compromete o controle dos movimentos da carroceria e a aderência dos pneus, mas não necessariamente muda os ângulos medidos no alinhamento. Continua após a publicidade A situação pode ser diferente em suspensões nas quais o conjunto do amortecedor participa do posicionamento da roda. Uma deformação no conjunto ou em seus pontos de fixação, por exemplo após um impacto, pode alterar a cambagem. O que a oficina deve verificar antes do ajuste? Antes do ajuste, a oficina deve analisar folgas em buchas, pivôs e terminais, componentes deformados, sinais de impacto e o estado das molas. A pressão e a condição dos pneus também entram na verificação. Continua após a publicidade QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Toyota decidiu quando vai parar produção do Corolla em Indaiatuba Publicidade View the full article
  26. Ambos lideram os emplacamentos até setembro; mercado de caminhões acumula queda de 3,9% no anoView the full article
  27. #Nakamichi Since 1948, Nakamichi has been defining what pure sound means. This October, we bring nearly eighty years of acoustic heritage to Hong Kong, showcasing our full range of car audio and acoustic solutions at the Hong Kong Electronics Fair 2026. 📅 Date: October 13–16, 2026 📍 Show: Hong Kong Electronics Fair (Autumn Edition) 🏛️ Venue: Hong Kong Convention and Exhibition Centre 📍 Booth: 3E-D02View the full article
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