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[4r]Nova plataforma elétrica da GM é tão eficiente que baterias podem ser 20% menores
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
A General Motors (GM) apresentou a quarta geração de sua plataforma para carros elétricos. A nova base promete reduzir o peso dos automóveis, aumentar a eficiência energética e diminuir a capacidade necessária das baterias. A fabricante ainda não confirmou quais modelos utilizarão a tecnologia nem quando ela chegará ao mercado, mas adiantou suas características técnicas. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O projeto faz parte da estratégia da GM para reduzir os custos de produção de veículos elétricos, especialmente nos SUVs. A proposta é desenvolver modelos capazes de manter ou ampliar a autonomia utilizando baterias menores, um dos componentes mais caros desse tipo de automóvel. Cadillac Escalade IQLDivulgação/Cadillac Segundo a fabricante, a nova geração permitirá reduzir em 15% a massa dos veículos e aumentar em 20% a eficiência energética. A capacidade total das baterias poderá ser 20% menor, enquanto o desempenho aerodinâmico terá uma melhora de 25%. Continua após a publicidade A GM também reformulou os conjuntos de propulsão e os sistemas eletrônicos de potência. Com as alterações, a quantidade de componentes internos de cada motor elétrico será reduzida em 40%, o que deve simplificar a fabricação. Chevrolet Equinox RSDivulgação/Chevrolet Uma das principais mudanças está na adoção de baterias ricas em lítio e manganês (LMR). Segundo a GM, essa composição química tem custo inferior ao das células com alto teor de níquel e oferece densidade energética 33% maior do que a das baterias de fosfato de ferro-lítio (LFP). Continua após a publicidade Zach Walker, diretor de arquitetura global de veículos elétricos da GM, destacou que a redução de 20% na capacidade das baterias, sem comprometer a autonomia, pode representar uma economia significativa no custo dos materiais utilizados na produção. Chevrolet Blazer EV SSDivulgação/Chevrolet As novas células prismáticas também serão integradas estruturalmente aos veículos. A fabricante ainda não esclareceu se utilizará uma configuração de células diretamente no pacote ou uma estrutura modular. Continua após a publicidade De acordo com Walker, a arquitetura permitirá aproveitar melhor o espaço ocupado pelas baterias, possibilitando carrocerias mais baixas e aerodinâmicas sem comprometer o espaço dos ocupantes. Nova arquitetura terá 40 vezes mais poder de processamento <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Além das mudanças na plataforma de veículos elétricos, a GM anunciou uma reformulação de sua arquitetura elétrica e computacional. A fabricante substituirá dezenas de módulos eletrônicos independentes por um sistema centralizado, seguindo uma estratégia semelhante à adotada por Tesla e Rivian. Continua após a publicidade O novo conjunto utilizará uma única unidade central de computação, posicionada próxima à dianteira do veículo. Ela será responsável por gerenciar funções como propulsão, sistemas de segurança, controles do chassi e tecnologias de percepção do ambiente. Cadillac LyriqDivulgação/Cadillac A centralização também permitirá realizar atualizações remotas de software mais abrangentes e integrar diferentes funções do automóvel. Segundo a GM, a capacidade de processamento será suficiente para executar simultaneamente recursos de inteligência artificial na cabine e sistemas de direção autônoma. Continua após a publicidade Em comparação com a arquitetura utilizada atualmente, o novo sistema terá 30% menos fiação, poder de processamento 40 vezes maior e conectividade celular 50% mais rápida. A redução dos cabos também contribuirá para diminuir o peso e a complexidade dos veículos. Cadillac VistiqDivulgação/Cadillac A estreia está prevista para o Cadillac Escalade IQ 2028, que também receberá um novo sistema de condução semiautônoma da fabricante. Posteriormente, a arquitetura eletrônica será incorporada à quarta geração de veículos elétricos e também aos modelos a combustão da GM, começando pelas picapes e pelos SUVs de três fileiras de bancos. Publicidade View the full article -
[4r]Mercedes leva tecnologia da F1 ao GLB 250 com novo motor 1.5 com turbo elétrico
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
A Mercedes-Benz vai levar uma tecnologia utilizada pela equipe AMG na Fórmula 1 para seus carros de passeio. O primeiro modelo a receber a solução será o GLB 250, que substituirá o antigo motor 2.0 por um 1.5 turbo da família M 252 LS, com foco em eficiência e desempenho. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A principal novidade está no turbocompressor elétrico, que promete eliminar uma das limitações dos sistemas convencionais. Enquanto os turbos tradicionais dependem do fluxo dos gases de escape para funcionar, a nova tecnologia utiliza um motor elétrico para acelerar a turbina, permitindo respostas mais rápidas ao acelerador. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Mercedes-Benz Continua após a publicidade No GLB 250, o motor 1.5 terá um pequeno motor elétrico de aproximadamente 7 cv integrado ao eixo do turbocompressor. O componente acelera a hélice compressora em frações de segundo, reduzindo o atraso na entrega de potência, conhecido como turbo lag. O conjunto desenvolve 231 cv com o motor a gasolina e conta com o auxílio de um sistema híbrido leve de 48 V, capaz de fornecer até 31 cv adicionais durante as acelerações. Segundo a fabricante, a nova configuração permite reduzir as emissões de CO2 em aproximadamente 17% em comparação com o motor anterior. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Mercedes-Benz Outra vantagem é a capacidade de recuperar energia. Durante desacelerações ou em determinadas condições de velocidade constante, o fluxo dos gases de escape movimenta a turbina, que passa a funcionar como gerador. O sistema consegue recuperar até 2 kW de energia elétrica, utilizada para recarregar a bateria de 48 V. Continua após a publicidade Para compensar as vibrações características de motores menores, a Mercedes também incorporou dois eixos de balanceamento contra-rotantes do tipo Lanchester. A solução busca preservar o conforto acústico e reduzir as vibrações transmitidas à cabine. Tecnologia promete mais eficiência sem perder desempenho Apesar das mudanças mecânicas, o GLB 250 mantém sua proposta de SUV familiar de luxo, com espaço para até sete ocupantes. O modelo também preserva equipamentos como faróis de LED, central multimídia com telas integradas e sistemas de assistência à condução. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Mercedes-Benz Continua após a publicidade A adoção do turbo elétrico permite que a Mercedes extraia de um motor 1.5 um desempenho semelhante ao de um 2.0, com menor cilindrada e potencial de redução no consumo de combustível. A tecnologia também melhora as respostas em baixas rotações, quando os turbocompressores convencionais costumam apresentar maior demora para atingir a pressão ideal. Por outro lado, o sistema exige componentes de alta precisão e gerenciamento eletrônico mais complexo, capazes de suportar temperaturas elevadas e as exigências elétricas do conjunto. Isso pode tornar sua manutenção mais complexa em comparação com a de um turbocompressor convencional. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Mercedes-Benz O novo motor faz parte da arquitetura modular FAME, desenvolvida pela Mercedes-Benz para atender às normas ambientais mais rigorosas. A expectativa é que a tecnologia seja utilizada em outros modelos compactos e médios da fabricante nos próximos anos, ampliando a eletrificação dos motores a combustão. Publicidade View the full article -
[4r]Fiat Titano tem desconto de R$ 82.100 e sai a preço da Toro em promoção
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
A Fiat Titano Volcano ano-modelo 2026 está com um preço promocional no site da marca que fica no mesmo patamar de versões intermediárias da “irmã menor” Toro. O preço da picape média passou de R$ 268.490 para R$ 186.390, ou seja, R$ 82.100 de redução. A condição é válida para a cor Vermelho Montecarlo, sem opcionais. O pagamento deverá ser à vista e é válido somente com a utilização de veículo seminovo como parte de pagamento a depender da avaliação feita pela concessionária, ou R$ 201.370, à vista, sem a utilização de veículo usado na troca. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A promoção ocorre na modalidade de venda direta, exclusivamente para CNPJ, seja produtor rural ou empresas. Não estão contemplados veículos adquiridos por: PcD, taxista, leilões, frotistas, locadoras e seguradoras. Esta oferta ocorre até o dia 3 de novembro de 2026, ou enquanto durar o estoque de 20 unidades, prevalecendo o que ocorrer primeiro. Continua após a publicidade Como é a Fiat Titano Volcano? A Fiat Titano é equipada com o motor 2.2 turbodiesel, atrelado ao câmbio automático de oito marchas. O conjunto desenvolve 200 cv de potência e 45,8 kgfm de torque, e permite uma aceleração de 0 a 100 km/h em 9,9 s. O consumo no ciclo urbano é de 9,9 km/l, enquanto na estrada é de 10,8 km/l. O tanque de combustível é de 80 litros. Fiat Titano VolcanoDivulgação/Fiat O sistema de tração integral permanente permite a troca automática entre a tração traseira (2H) e a tração integral (4×4). As rodas diamantadas são de liga leve de 17″, têm freios a disco e são calçadas com pneus 265/65 R17. Continua após a publicidade Tudo que você precisa saber para manter um carro blindado A picape tem 5,33 m de comprimento, 1,96 m de largura, 1,85 m de altura e distância entre os eixos de 3,18 m. A distância do solo é de 23,5 cm e os ângulos de entrada e saída são de 29° e 27°, respectivamente. O volume útil da caçamba (até o limite da carroceria) é de 1.210 litros. Continua após a publicidade –A lista de itens de série inclui: câmera de ré, câmera no retrovisor direito para auxílio de manobras, capota marítima, central multimídia com tela de 10″, saídas de ar traseiras e sensor de estacionamento traseiro. Publicidade View the full article -
[FullPower]Oito carros pioneiros criados pela Fiat no Brasil
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Ao longo de seus 50 anos de atuação no Brasil, completados em 2026, a Fiat lançou diversos veículos que ajudaram a criar ou consolidar novas categorias no mercado nacional. Entre eles estão a primeira picape derivada de automóvel, um dos principais responsáveis pela popularização dos carros 1.0 e o primeiro esportivo nacional equipado com motor turbo de fábrica. Leia mais: Fiat Titano papamóvel? Papa vai passear de picape 4×4 no Uruguai Fiat Strada Ranch T200 – Foto: Lucca Mendonça Segundo a fabricante, foram nove pioneirismos desde 1977, embora um deles, atribuído à Toro, também possa ser creditado à Renault. A lista inclui modelos que marcaram diferentes épocas da indústria brasileira, como 147, Uno, Palio Weekend e Strada. Algumas dessas soluções continuam presentes nos veículos atuais, enquanto outras perderam espaço com a evolução do mercado. Fiat 147 Furgão (1977): o pequeno utilitário de carga Fiat 147 Furgão – Foto: divulgação O primeiro exemplo apareceu em 1977, apenas um ano depois da chegada da Fiat ao Brasil. Derivado do 147, o Furgão, também conhecido como Furgoneta, dispensava o banco traseiro e os vidros laterais posteriores para oferecer um compartimento destinado ao transporte de mercadorias. Apesar das dimensões compactas, tinha capacidade para 420 kg ou 1.160 litros de carga. A mecânica era compartilhada com o automóvel de passeio, incluindo o motor 1.0 de 55 cv. O conceito continuou posteriormente com o Uno Furgão, lançado em 1988, e o Novo Uno Furgão, de 2013. Fiat 147 Pickup (1978): a primeira picape derivada de carro Fiat 147 Pickup – Foto: divulgação Em 1978, a Fiat apresentou a 147 Pickup, apontada como a primeira picape brasileira derivada de um automóvel de passeio. O modelo utilizava a estrutura do 147, mas substituía a parte traseira da carroceria por uma pequena caçamba. Inicialmente, a capacidade era de 380 kg ou 600 litros, com uma tampa traseira que se abria lateralmente. Em 1981, a picape passou a utilizar a plataforma da Panorama, aumentando o espaço de carga para 825 litros e a capacidade para 500 kg. Essa evolução também trouxe o nome Fiorino Pickup. Anos depois, o conceito seria aproveitado pela picape derivada do Uno e, principalmente, pela Strada, lançada em 1998. Fiat 147 Fiorino (1980): o furgão derivado de picape Fiat 147 Fiorino – Foto: divulgação A terceira novidade apareceu em 1980, com o Fiat 147 Fiorino. Diferentemente do Furgão de 1977, que mantinha a carroceria básica do hatch, o novo utilitário utilizava uma estrutura traseira fechada, semelhante a um pequeno baú. O compartimento oferecia 2.500 litros de volume e capacidade para transportar até 420 kg. A motorização incluía o propulsor 1.3, com até 62 cv na configuração movida a etanol. Fiat 147 Fiorino – Foto: divulgação A fórmula combinava dimensões reduzidas, espaço para mercadorias e custos operacionais relativamente baixos. Em 1988, o Fiorino passou a utilizar a plataforma do Uno, enquanto uma nova geração, derivada do Novo Uno, chegou em 2014. O modelo continua em produção e permanece como um dos principais representantes dos furgões compactos. Fiat Uno Mille (1990): a popularização dos carros 1.0 Fiat Uno Mille 1990 – Foto: divulgação O Uno Mille, lançado em 1990, foi um dos principais responsáveis pela consolidação dos automóveis modernos com motor de 1.000 cm³ no Brasil. Equipado com um propulsor de 994 cm³ e 48 cv, o modelo aproveitou a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos dessa cilindrada, cuja alíquota passou de 37% para 20%. A mudança permitiu que o Mille se tornasse o automóvel mais barato do país. Em 1993, com a criação do programa federal do carro popular e a redução do IPI a zero para modelos 1.0, suas vendas ganharam ainda mais força. Fiat Uno Mille 1990 – Foto: divulgação O segmento cresceu rapidamente e chegou a representar 70% das vendas nacionais de automóveis em 2001, segundo os números apresentados pela Fiat. A fabricante também destaca que os veículos 1.0 responderam por 54% do mercado entre janeiro e setembro de 2026, conforme dados da Anfavea. A proposta de automóveis compactos e acessíveis continuou na própria linha Fiat, com modelos como Palio, Novo Uno e Mobi. Fiat Uno Turbo (1994): esportivos nacionais com turbo de fábrica Fiat Uno Turbo – Foto: divulgação Em 1994, a Fiat inaugurou outra categoria no mercado brasileiro, desta vez entre os esportivos. O Uno Turbo foi apresentado com motor 1.4 sobrealimentado de 118 cv, capaz de levar o pequeno hatch a velocidades superiores a 190 km/h. Na época, os turbocompressores ainda eram pouco comuns em automóveis nacionais de passeio, aparecendo principalmente em veículos preparados por oficinas independentes. Fiat Uno Turbo – Foto: divulgação Apenas dois meses depois, a própria Fiat ampliou a oferta com o Tempra Turbo. Equipado com motor 2.0 de 165 cv, o sedan alcançava 220 km/h de velocidade máxima, tornando-se um dos carros nacionais mais rápidos de sua época. A fabricante continuou explorando a sobrealimentação em modelos como Marea Turbo, Linea T-Jet, Punto T-Jet, Bravo T-Jet e 500 Abarth. Atualmente, essa tradição esportiva é representada pelos Pulse Abarth e Fastback Abarth. Fiat Palio Adventure (1999): o início dos aventureiros urbanos Fiat Palio Weekend Adventure – Foto: divulgação A Palio Weekend Adventure, apresentada em 1999, é considerada pela Fiat a responsável pela criação do segmento de automóveis aventureiros leves no Brasil. A perua recebeu suspensão elevada em 40 mm, pneus de uso misto, proteções plásticas na carroceria e acessórios externos que remetiam aos utilitários fora de estrada. O motor era o 1.6 de 106 cv. A ideia era oferecer um automóvel familiar com maior altura em relação ao solo e aparência mais robusta, sem os custos e as características de um utilitário com tração 4×4. O conceito acabou se espalhando pela própria linha Fiat, chegando à Strada, Doblò, Idea, Mille, Uno, Palio e Mobi. Fiat Strada (1999): a picape com cabine estendida Fiat Strada Cabine Estendida – Foto: divulgação A Strada, lançada em 1998, trouxe outra novidade ao mercado brasileiro no ano seguinte: a cabine estendida em uma picape compacta. A configuração acrescentava aproximadamente 30 centímetros ao espaço interno, permitindo transportar pequenos objetos atrás dos bancos dianteiros. Também possibilitava maior reclinação dos encostos, melhorando a acomodação dos ocupantes. Fiat Strada Cabine Estendida – Foto: divulgação A solução atendia principalmente aos consumidores que utilizavam a picape tanto para trabalho quanto para deslocamentos pessoais, oferecendo uma alternativa à cabine simples sem comprometer tanto o tamanho da caçamba. O conceito evoluiu ao longo dos anos e permanece na atual geração da Strada, embora a configuração de dois lugares seja comercializada com a denominação Cabine Plus. Fiat Strada (2009): a primeira picape compacta com cabine dupla Fiat Strada Adventure Cabine Dupla – Foto: divulgação Dez anos depois, a Fiat voltou a modificar a Strada ao apresentar uma configuração de cabine dupla, em 2009. A carroceria era aproximadamente 55 centímetros mais longa que a cabine convencional e acrescentava um banco traseiro para dois passageiros. Em 2013, a fabricante introduziu uma terceira porta, instalada no lado direito, para facilitar o acesso aos ocupantes traseiros. A segunda geração da Strada, apresentada em 2020, manteve a opção de cabine dupla, mas passou a oferecer quatro portas convencionais e capacidade para cinco ocupantes. Bônus: Fiat Toro (2016) e a disputa pelo pioneirismo com a Renault Oroch A Fiat também reivindica a criação do segmento de picapes intermediárias, com o lançamento da Toro, em fevereiro de 2016. Entretanto, a Renault Duster Oroch já havia chegado ao mercado brasileiro em 2015, antecipando uma proposta bastante semelhante. Apresentada em setembro daquele ano, a Oroch foi desenvolvida a partir do SUV Duster e tinha 4,69 metros de comprimento. Ficava, portanto, entre as picapes compactas, como Strada e VW Saveiro, e as médias tradicionais, como Toyota Hilux e Chevrolet S10. Fiat Toro 2016 – Foto: divulgação A Toro seguiu a mesma ideia, embora fosse maior, com aproximadamente 4,92 metros de comprimento, ou 22 centímetros a mais que a concorrente francesa. Também oferecia uma cabine dupla com quatro portas e cinco lugares, além de uma caçamba. As semelhanças não se limitavam ao tamanho ou ao público-alvo, já que ambas utilizavam construção monobloco, igual a de carros de passeio, e contavam com suspensão independente nas quatro rodas, que favorecia o conforto e o comportamento dinâmico. Renault Duster Oroch – Foto: divulgação A Oroch utilizava uma plataforma derivada do Duster, enquanto a Toro aproveitava a arquitetura Small Wide, também utilizada por modelos do grupo FCA. A Renault apostava inicialmente em motores flex 1.6 e 2.0, enquanto a Fiat oferecia opções flex e turbodiesel, incluindo versões com tração integral. Portanto, embora a Toro tenha alcançado maior sucesso comercial e ajudado a consolidar a categoria, o pioneirismo cronológico pertence à Renault Oroch, que chegou alguns meses antes e já reunia as principais características de picape intermediária. O post Oito carros pioneiros criados pela Fiat no Brasil apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article -
[EmmaBR]Hora de aproveitar com os amigos aquela paixão que nos une!
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[4r]VW Polo elétrico ou T-Cross elétrico: qual modelo tem mais chances no Brasil?
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Os Volkswagen ID.Polo e ID.Cross são os dois primeiros carros elétricos de volume da empresa para a Europa e, não por acaso, aproveitam-se de nomes fortes em segmentos mais populares. No mercado europeu, o resultado tem sido positivo: o ID.Polo já acumula 40.000 pedidos e aproximadamente um ano de espera. E ambos estão sendo cotados para serem lançados no Brasil. Os dois elétricos da Volkswagen têm preços atraentes para carros elétricos ocidentais. Enquanto o ID.Polo parte de aproximados 25.000 euros (cerca de R$ 152.000 em conversão direta), o ID.Cross parte de 27.000 euros (em torno de R$ 165.000). Isso os aproxima dos preços iniciais de seus respectivos “irmãos” a combustão – o Polo começa em 20.000 euros (R$ 122.000) e, o T-Cross, em 25.000 euros (R$ 152.000). <span class="hidden">–</span>Guilherme Fontana/Quatro Rodas Na Europa, os preços também os colocam frente a frente com a concorrência chinesa, como BYD Dolphin, GWM Ora 03 e MG4 Urban. O mesmo poderá acontecer no Brasil. Embora nenhum deles esteja confirmado, há chances de os modelos chegarem ao mercado brasileiro. Mas qual deles melhor se encaixaria em nosso mercado? Quais os prós e contras de cada um? VW ID.Polo seria a resposta ocidental ao BYD Dolphin VW ID.PoloGuilherme Fontana/Quatro Rodas Continua após a publicidade O Polo elétrico tem visual carismático e de personalidade, além de um formato mais tradicional para quem gosta dos hatches. A dianteira parece sorridente e tem faróis full led, com opção de iluminação matricial IQ.Light. A traseira tem lanternas que invadem a tampa do porta-malas em uma solução menos óbvia do que nos chineses. De lado, o modelo revela suas dimensões menores em relação aos rivais orientais. Ele tem 4,05 metros de comprimento e 2,65 m de entre-eixos – como comparação, o BYD Dolphin tem 4,13 m e 2,70 m, respectivamente. As rodas variam entre as versões, desde calotas para a configuração mais barata, até rodas de 19 polegadas. VW ID.PoloGuilherme Fontana/Quatro Rodas Continua após a publicidade O ID.Polo também capricha no interior. O acabamento é bom desde a versão de entrada, com direito a tecido nas porções superior central do painel, além de outros elementos com variações de texturas e materiais. Há telas de bons tamanhos e alta qualidade. A central multimídia é completa, com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, e layout moderno. O quadro de instrumentos tem informações suficientes para o dia-a-dia e um layout típico de carros alemães, ou seja, de leitura fácil. Um modo “retrô” transforma o layout das telas em instrumentos do passado. O quadro de instrumentos passa a ter mostradores “analógicos” que parecem vindos da década de 1970, com pequenos mostradores digitais e luzes-espia. A multimídia também incorpora o desenho, com a navegação apresentada em uma espécie de TV de tubo. Continua após a publicidade Polo recupera os botões para os comandos do<br />ar-condicionadoDivulgação/Quatro Rodas O pacote tecnológico do Polo elétrico tem grandes variações e, nas versões mais caras, inclui ADAS completo, ar-condicionado de duas zonas, bancos dianteiros e volante aquecidos, câmeras 360°, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, carregador de celulares por indução, entre outros. Há ainda uma faixa de luz na base do para-brisa que envia alertas ao motorista. Caso a navegação esteja ativa com algum endereço, por exemplo, a luz alertará a necessidade de conversão. Para curvas à direita, a luz correrá para a direita. Continua após a publicidade Por fim, o visual e os níveis de equipamentos e acabamentos do ID.Polo dão a ele grandes chances de vingar no Brasil. VW ID.PoloGuilherme Fontana/Quatro Rodas O que atrapalha o ID.Polo no Brasil? A produção é o primeiro entrave para a importação do modelo no mercado brasileiro, já que ele enfrenta uma grande fila de espera na Europa, sua prioridade. Produção nacional está descartada. O preço é o segundo ponto crítico, já que versões mais baratas têm um ponto crítico. Continua após a publicidade Além de perder alguns itens relevantes para o segmento dominado pelos chineses, as versões mais baratas do ID.Polo têm um motor elétrico de 135 cv de potência – a de entrada, Trend, tem 116 cv. Mas a potência está longe de ser um problema, até por dar ao modelo um bom desempenho. De acordo com a Volkswagen, com 116 cv, o modelo leva 10,6 segundos para ir de 0 a 100 km/h; com 135 cv, leva 9,5 segundos. VW ID.PoloGuilherme Fontana/Quatro Rodas O problema está na bateria de 37 kWh que acompanha os motores menos potentes. Ela tem uma boa potência máxima de recarga, de até 88 kW, mas autonomia beira os 330 km em ciclo WLTP. Ou seja, no ciclo do Inmetro, o modelo teria alcance declarado de aproximadamente 230 km, menor do que os seus rivais chineses. A bateria maior, de 52 kWh e que tem autonomia próxima aos 450 km no ciclo WLTP (aproximadamente 315 km no PBEV), só está disponível para as configurações com o motor mais potente, como o de 211 cv. Há ainda a opção GTI, de 226 cv. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Isso faz com que o modelo fique mais caro: a versão mais barata com a bateria de 52 kWh é a Life, que beira os 28.000 euros, ou seja, cerca de R$ 170.000 em conversão direta. O preço considera o modelo sem opcionais, sendo assim oferecido com calotas cobrindo as rodas de ferro. Fica mais caro e menos equipado que a concorrência. O espaço interno também fica atrás dos rivais – como antecipa o entre-eixos menor. Pessoas de até 1,70 m viajam com espaço suficiente no banco traseiro, desde que os ocupantes da dianteira não sejam mais altos do que isso. Quem vai atrás tem portas USB, mas nada de saídas de ar. Por outro lado, o porta-malas do Polo elétrico é grande e tem 441 litros. Por que o ID.Cross tem mais chances no Brasil? A resposta é simples: ele é um SUV. Essa foi a resposta dada por um representante da Volkswagen em um encontro com a imprensa brasileira na sede da marca em Wolfsburg, na Alemanha. E há fundamento, já que o segmento de SUVs segue em pleno aquecimento e o T-Cross tem grande representatividade no mercado nacional. Neste caso, os concorrentes diretos seriam BYD Yuan Pro, GWM Ora 5 e Omoda 5, uma briga um pouco mais tranquila do que contra os hatches citados para o Polo. Ainda assim, o modelo precisaria de preços entre R$ 170.000 e R$ 180.000 para ter argumentos. <span class="hidden">–</span>Guilherme Fontana/Quatro Rodas Como no ID.Polo, o ID.Cross tem visual “simpático”, embora mais robusto. Há faróis full led matriciais com luzes interligando as peças nas versões mais caras, enquanto, na traseira, as lanternas repetem o tema do Polo elétrico, mas só têm interligação (e iluminação no logotipo da VW) na versão de topo. A lateral herda do T-Cross a combustão as linhas mais quadradas, com volumes bem definidos. No interior, também como no ID.Polo, há bom acabamento com tecidos revestindo áreas superiores e centrais do painel, mistura de materiais em outros apliques, e boa montagem. Nas versões mais baratas, por exemplo, os bancos têm revestimento de tecido, mais simples, mas de boa qualidade. <span class="hidden">–</span>Guilherme Fontana/Quatro Rodas Também há telas de bom tamanho e funcionamento moderno, bem como equipamentos de ADAS, com ACC, frenagem automática de emergência, assistente de permanência em faixa, entre outros, além de ar bizona, aquecimento de volante e bancos dianteiros, etc. No quesito espaço, o ponto positivo fica para o bom porta-malas de 475 litros. Preço atrelado à autonomia também travam ID.Cross <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen O T-Cross elétrico tem melhor espaço interno em relação ao Polo movido a bateria. Isso ajuda sua sobrevivência frente aos rivais chineses, mas que ainda têm mais destaque. No ID.Cross, são 4,15 m de comprimento e 2,60 m de entre-eixos, ainda menor do que o Dolphin no último quesito – para comparar com carros menores do que seus rivais diretos. O maior entrave, no entanto, é o mesmo do ID.Polo: uma boa relação de preços, equipamentos e bateria. O modelo de entrada, Trend, é equipado apenas com motor de 135 cv e bateria de 37 kWh, com autonomia estimada em 324 no ciclo WLTP. <span class="hidden">–</span>Guilherme Fontana/Quatro Rodas A bateria maior, de 52 kWh e autonomia de até 427 km, só aparece na versão Life por cerca de 37.000 euros – ou seja, algo em torno de R$ 225.000. Isso faz o modelo perder seu sentido frente aos rivais, especialmente pela perda de equipamentos. Nesta faixa de preço, há SUVs maiores e mais equipados. Há chances reais de ID.Cross e/ou ID.Polo irem ao Brasil? As chances são pequenas, mas existem. Em uma viagem à sede da Volkswagen, tivemos diversos contatos com o ID.Polo, em diferentes situações, em uma aparente intenção de se medir a temperatura da imprensa nacional e do público em relação ao modelo. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Por outro lado, como dito há pouco, houve uma sinalização de que o ID.Cross seria uma escolha mais adequada ao mercado brasileiro simplesmente por ser um SUV. Ainda assim, não há confirmações e pessoas da marca assumem a dificuldade em relação aos preços. Embora sejam modelos baratos na Europa, sofrem com a conversão do Euro para o Real em versões mais adequadas ao Brasil, como nos quesitos equipamentos e autonomia. Seriam modelos bem-vindos ao mercado brasileiro, mas a Volkswagen precisaria encontrar um caminho para alinhar um bom pacote de equipamentos à bateria mais robusta. 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[JonalCarro2]Marca chinesa quer criar um spa no carro com bacia escondida sob o banco
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Pedido de patente da marca da Changan prevê bacia retrátil escondida sob o banco do passageiro; não há confirmação de que o sistema vai chegar a algum modeloView the full article -
[4r]GWM Tank 400 já está no Brasil com 421 cv e tração 4×4 de verdade
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O GWM Tank 400 já começou a chegar ao Brasil pronto para ser entregue aos primeiros compradores. O modelo, que será o SUV off-road mais luxuoso da GWM, foi flagrado pela página @autorodmotors e será lançado nas primeiras semanas de novembro. Trata-se de mais um híbrido plug-in flex, mas com tração mecânica reforçada para o fora de estrada. Diferente dos SUVs híbridos urbanos, o modelo chinês mantém a construção tradicional sobre chassi de longarinas, priorizando o uso severo fora do asfalto. A arquitetura compartilhada, em partes, com o Tank 300 é combinada com acabamento mais refinado. <span class="hidden">–</span>@autorodmotors/Instagram O conjunto mecânico híbrido plug-in Hi4-T trabalha integrado à transmissão automática de nove marchas com conversor de torque, em vez de um câmbio DHT como há nos Haval H6 e H9. O motor a combustão e o propulsor elétrico enviam a força mecanicamente às quatro rodas via cardã, contando com reduzida e bloqueios eletrônicos dos diferenciais dianteiro e traseiro. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM Na calibração focada no Brasil, o modelo utiliza um motor quatro cilindros 2.0 turbo flex com injeção direta. Trabalhando em conjunto com a unidade elétrica, o sistema rende uma potência combinada de 421 cv e 76,5 kgfm. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM Segundo a fabricante, essa configuração permite ao utilitário acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 6,8 s, garantindo uma agilidade incomum para as suas proporções. A bateria de 37,5 kWh aceita recarga rápida de até 103 kW. Continua após a publicidade Qual é o tamanho do Tank 400 e como ele se compara aos rivais? O novo GWM mede 4,99 m de comprimento, 1,96 m de largura, 1,90 m de altura e possui 2,85 m de distância entre os eixos. São medidas superiores às de um Toyota SW4. <span class="hidden">–</span>@autorodmotors/Instagram Por fora, o Tank 400 tem vincos bem definidos, caixas de roda pronunciadas e faróis em led com assinatura visual própria. Na traseira, o estepe é fixado diretamente na tampa do porta-malas para acentuar a proposta aventureira. Já a cabine abandona o aspecto rústico para oferecer acabamento requintado, console emborrachado com base de carregamento duplo, quadro de instrumentos de 12,3 polegadas e uma enorme tela central de 16,3 polegadas figuram entre os equipamentos. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM Publicidade View the full article -
[4r]Honda NSX 1991 de Ayrton Senna é vendido em leilão por R$ 6,3 milhões
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O Honda NSX de 1991 mantido por Ayrton Senna em Portugal foi o grande destaque do leilão da RM Sotheby’s em Londres, no Reino Unido, neste sábado (31). O esportivo japonês foi arrematado por um lance de 871.000 libras (R$ 6,3 milhões em conversão direta e sem impostos) superando as expectativas. Este exemplar do esportivo japonês tem chassi T000233 e tem pintura vermelha Formula Red combinada ao teto preto e à cabine revestida de couro preto. Este exemplar integrava uma frota de três unidades cedidas pela fabricante ao brasileiro. Enquanto os outros dois veículos tinham carroceria preta, o qual um deles permanece no Brasil em posse de sua família. <span class="hidden">–</span>Reprodução/Internet Foi ao volante deste exemplar, que ficava baseado em Lisboa para os deslocamentos do piloto pela Europa, que o tricampeão chegou ao circuito de Estoril para disputar o Grande Prêmio de Portugal de 1991, prova em que largou na terceira posição e cruzou a linha de chegada em segundo lugar. No mesmo ano da conquista do seu terceiro mundial, o carro protagonizou cenas de arrancada no documentário Racing Is In My Blood (1992) e a célebre fotografia em que o brasileiro lava a carroceria com uma mangueira. Continua após a publicidade Como Ayrton Senna ajudou a desenvolver o Honda NSX? Ayrton Senna atuou diretamente na validação dinâmica do Honda NSX em 1989, durante testes no circuito de Suzuka, no Japão. Ao avaliar o protótipo inicial e considerar a estrutura frágil sob carga severa, o piloto exigiu ajustes que levaram a engenharia a ampliar em 50% a rigidez estrutural do monobloco de alumínio e recalibrar a suspensão. O projeto do esportivo havia começado em 1985 sob a chefia do engenheiro Shigeru Uehara, com a meta de estabelecer o primeiro automóvel produzido em série no mundo com carroceria e chassi monobloco integralmente estampados em alumínio. Para dar forma ao modelo, os designers buscaram inspiração no caça militar F-16, desenhando uma cabine avançada que favorecia a visibilidade em 360 graus nos traçados sinuosos. Honda NSX 1991Reprodução/Internet Continua após a publicidade A produção exigiu a inauguração de uma fábrica dedicada em Tochigi, no Japão, em 1990, onde a cadência de montagem era restrita a 25 unidades diárias executadas manualmente. Quando chegou ao mercado japonês em setembro daquele ano, a demanda superou a capacidade produtiva e gerou filas de espera de até três anos, além de servir de laboratório para o nascimento da configuração aliviada NSX-R em 1992. Qual é o motor e o desempenho do Honda NSX de 1991? O Honda NSX de 1991 utiliza o motor central-traseiro C30A, um V6 3.0 aspirado a gasolina desenvolvido especificamente para o cupê e dotado de comando de válvulas variável. Na especificação europeia destinada a Portugal, o propulsor entrega 274 cv de potência e 29 kgfm de torque, alcançando 265 km/h de velocidade máxima com câmbio manual. <span class="hidden">–</span>Reprodução/Internet Continua após a publicidade Embora o catálogo do leilão em Londres não detalhe, o veículo segue o padrão homologado pela marca para a Europa e para os Estados Unidos, onde foi comercializado sob a divisão Acura. O posicionamento transversal do bloco V6 3.0 aspirado entre os eixos permitia um equilíbrio dinâmico superior ao de rivais da época, priorizando a tração em saídas de curva. Qual foi o histórico do Honda NSX após a morte de Ayrton Senna? Após o acidente fatal de Ayrton Senna em Imola, em maio de 1994, o Honda NSX permaneceu em Portugal e recebeu um novo registro de propriedade dez meses depois. O cupê passou pela concessionária portuguesa Nipomotor em 1997, teve compradores no Reino Unido em 2009 e no Japão em 2024, antes de retornar a Londres para o leilão. <span class="hidden">–</span>Reprodução/Internet Continua após a publicidade Durante sua permanência no continente europeu, o esportivo participou das homenagens pelos 25 anos do falecimento do piloto brasileiro no autódromo de Imola, na Itália, em 2019. Naquela cerimônia, o exemplar foi conduzido na pista por Giancarlo Minardi, fundador da antiga equipe de Fórmula 1 e dirigente do circuito italiano, mantendo a quilometragem e a mecânica originais preservadas. Para sustentar o valor milionário perante os colecionadores, o lote inclui um dossiê de autenticidade composto pelo manual de garantia original e pelos registros de propriedade emitidos em Portugal. O pacote documental traz ainda a cópia do fax original emitido pela Honda — posteriormente ratificado pela divisão Honda Motor Europe — que certifica o vínculo direto do chassi com o piloto brasileiro. Publicidade View the full article -
[4r]Carro guinchado: como descobrir onde está, liberar do pátio e o que pode ser cobrado
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Voltar ao lugar onde o carro foi estacionado e não encontrá-lo costuma provocar uma primeira suspeita: furto. Em muitos casos, porém, o veículo foi removido por um órgão de trânsito. A demora pode aumentar os custos, e conhecer as regras ajuda a resolver a situação mais rápido e a evitar cobranças indevidas. Por que um carro pode ser removido? A remoção é uma das medidas administrativas previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e depende da previsão legal aplicável a cada infração. O Código diferencia a remoção, em que o veículo é levado ao depósito, de outras medidas, como a retenção, em que ele fica parado no local até a regularização. Parar em local proibido pela sinalização ou em vaga reservada sem credencial preveem remoção. Estacionar na contramão, todavia, tem apenas multa como penalidade. A remoção também está prevista para quem conduz veículo que não esteja registrado e devidamente licenciado, quando não há condutor habilitado no local para assumir um veículo retido e caso o veículo esteja em estado de abandono. Dá para evitar a remoção na hora? Pelo artigo 271 do CTB, não cabe remoção quando a irregularidade for sanada no local da infração. Se isso não for possível, o veículo pode ser liberado a um condutor regularmente habilitado, desde que ofereça condições de segurança para circular. Nesse caso, o Certificado de Licenciamento Anual é recolhido e o condutor recebe prazo de até 15 dias para regularizar a situação. Essa possibilidade não vale para veículos sem registro ou licenciamento nem para os usados em transporte remunerado irregular. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Como saber para onde o carro foi levado? O CTB determina que o proprietário ou o condutor seja informado, no ato da remoção, sobre as providências necessárias para recuperar o veículo. Se nenhum dos dois estiver presente, a autoridade de trânsito deve expedir a notificação ao proprietário em até dez dias, por correio ou outro meio que assegure a ciência. Se essa tentativa for frustrada, a notificação pode ser feita por edital. A correspondência devolvida por endereço desatualizado ou por recusa em recebê-la é considerada recebida. Em sequência, procure o órgão que pode ter feito a remoção: o Detran, o órgão municipal de trânsito ou a polícia responsável pela via. Muitos órgãos oferecem, em seus sites, uma opção de consulta ou de liberação de veículo removido. Nas remoções feitas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), as providências para a liberação são indicadas no Documento de Recolhimento de Veículo (DRV), entregue no momento da abordagem. Se não houver sinal de remoção, registre um boletim de ocorrência por possível furto. Continua após a publicidade O que é preciso para liberar o veículo? A restituição do veículo removido depende do pagamento prévio de multas, taxas, despesas de remoção e estada e outros encargos previstos em lei. A liberação também depende do reparo de qualquer componente ou equipamento obrigatório que não esteja funcionando. Se o reparo não puder ser feito no depósito, a autoridade responsável poderá autorizar a saída do veículo, transportado, exclusivamente para o conserto, com prazo definido para reapresentação. Os documentos exigidos e os procedimentos de liberação variam conforme o órgão responsável. Em geral, é preciso apresentar documento de identificação e o documento do veículo, além de procuração quando a retirada for feita por terceiros. Continua após a publicidade Remoção indevida dá direito à devolução do que foi pagojcomp/Magnific/Reprodução Quanto pode ser cobrado? Os valores de remoção e estadia são definidos por cada órgão ou ente da Federação e podem ser cobrados por meio de taxa instituída em lei. Eles devem ser consultados na tabela oficial do órgão responsável. Continua após a publicidade O CTB estabelece um limite para essa cobrança. As despesas de remoção e estadia correspondem ao período integral, contado em dias, em que o veículo permaneceu no depósito, mas ficam limitadas a seis meses. O que acontece se o carro não for retirado? O veículo removido e não reclamado pelo proprietário em 60 dias, contados do recolhimento, será avaliado e levado a leilão. Nesse caso, os débitos que incidiam sobre o veículo deixam de acompanhá-lo, mas não desaparecem: continuam podendo ser cobrados do antigo proprietário. Depois de quitadas as despesas e os débitos, eventual saldo fica disponível ao antigo dono. A notificação para a retirada desse valor deve ser expedida em até 30 dias após o leilão, e o prazo para solicitar o dinheiro é de cinco anos. Continua após a publicidade O que fazer ao retirar o carro? Antes de ir ao pátio, confira no site do órgão qual é o formato exigido para os documentos e se é necessário agendar o atendimento. No pátio, antes de sair, confira o estado do veículo e os pertences que estavam dentro dele. Fotografe eventuais danos e registre no local qualquer divergência em relação às condições do carro antes da remoção. Guarde o termo de recolhimento, os comprovantes de pagamento e os protocolos de reclamação. E se a remoção foi indevida? O CTB prevê que, se o proprietário comprovar, administrativa ou judicialmente, que o recolhimento foi indevido ou que houve abuso no período de retenção, o ente público deve devolver as quantias pagas. A infração que motivou a remoção e a eventual multa podem ser contestadas pelos procedimentos administrativos previstos na legislação. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Tudo que você precisa saber para manter um carro blindado Publicidade View the full article -
A @f250_lendaria_ofc tá oficialmente entregue! Depois de muito trabalho, cada detalhe desse projeto ficou do jeito que tinha que ser. Som FULL @zettaaudio , potência FULL @banda_audioparts e @usinaspark garantindo a alimentação de toda essa estrutura. Mais um projeto de respeito que sai da Abelvolks pronto pra fazer história! #TemQueRespeitar #SomÉAbelvolksView the full article
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[RS]COMO INSTALAR PIONEER NO RACK MOVEL EVOX
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[4r]Exclusivo: BYD já testa picape menor que a Mako para não errar contra Fiat Strada e VW Tukan
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A ofensiva BYD entre as picapes não vai parar com a Shark e a Mako, que será lançada no Brasil no começo de 2027. As primeiras mulas de teste daquela que será a picape compacta da marca, dedicada a roubar clientes de Fiat Strada e VW Tukan, já desembarcaram no país e fazem agora sua primeira aparição no mundo. O flagrante é da página @Autorodmotors no Instagram e as imagens antecipam bastante sobre o conceito técnico do utilitário. O mais importante é que os registros deixam evidente que o protótipo em testes não se trata de mais uma unidade de testes da futura BYD Mako. BYD Mako é maior e compartilha frente e portas com o Song ProHenrique Rodriguez/Quatro Rodas A Mako está praticamente pronta: como será o primeiro BYD fabricado apenas no Brasil, a picape aguarda a operação de estamparia ter início na fábrica de Camaçari (BA), que iniciou os processos de pintura e soldagem na última semana. É um derivado do SUV Song Pro. A Mako tem cerca de 4,80 m de comprimento e 2,90 m de entre-eixos, e é bastante característica por ter cabine mais ampla e um caimento maior na última coluna, por ter aproveitado as portas traseiras do Song Pro. Ou seja, trata-se de uma caminhonete de porte médio-compacto (ou seja, uma picape intermediária). Continua após a publicidade Como será o visual e a plataforma da nova picape compacta da BYD? <span class="hidden">–</span>@Autorodmotors/Quatro Rodas A nova picape compacta da BYD utilizará a plataforma e a dianteira do sedã Seal 05, uma reestilização do King vendida na China, e terá portas traseiras exclusivas e caçamba encurtada. Isso explica a dianteira ser tão desproporcional ao resto da carroceria nas mulas de teste, apesar das tomadas de ar extras. Se seu nome tiver que seguir uma espécie de tubarão, Reef pode ser uma opção: o “tubarão-recifal” é bem menor que um Mako. Projeção da picape compacta da BYDHenrique Rodriguez/IA/Quatro Rodas Continua após a publicidade Outra particularidade é que a inédita picape compacta da BYD tem portas traseiras curtinhas, feitas exclusivamente para ela. Também é perceptível como a caçamba é mais curta, ajudando a defender o posto de picape mais barata e utilitária da fabricante no mercado brasileiro. Qual será o tipo de suspensão da picape mais barata da BYD? A picape de entrada da BYD adotará uma suspensão traseira focada no trabalho pesado, possivelmente de eixo rígido ou eixo de torção. O ângulo dos amortecedores sugere ser o mesmo esquema usado no eixo de torção do Dolphin GS, com os amortecedores montados fora das molas. Isso deixa bem claro que não se trata do sistema independente multilink usado na irmã maior Mako. Essa diferença visa garantir robustez no segmento de compactas. <span class="hidden">–</span>@Autorodmotors/Quatro Rodas Continua após a publicidade Strada e Tukan usam eixo rígido, enquanto Saveiro e Montana usam eixo de torção. Só as intermediárias Toro e Renault Niagara têm suspensão independente na traseira. Qual é o conjunto mecânico e a bateria da nova picape compacta? O conjunto mecânico da nova picape compacta será híbrido plug-in (PHEV), herdado da Mako, combinando um motor quatro cilindros 1.5 flex aspirado de 98 cv a um propulsor elétrico e câmbio eCVT. A diferença ficará no tamanho da bateria e na potência combinada final. Projeção da picape compacta da BYDHenrique Rodriguez/IA/Quatro Rodas Continua após a publicidade Um dos desafios da BYD será promover esse distanciamento entre a Mako e sua picape de entrada. Como a montadora não vende carros só a combustão ou híbridos leves (MHEV) ou plenos (HEV), e foca em elétricos e híbridos plug-in (PHEV), a nova picape não fugirá da eletrificação mais pesada. Tomando por exemplo o BYD King, a versão GL tem 209 cv e bateria Blade de 8,3 kWh, oferecendo cerca de 32 km de autonomia elétrica. Já a versão GS tem 235 cv e bateria de 18,3 kWh para rodar até 78 km no modo elétrico. Já o conjunto PHEV de última geração, hoje usado no Dolphin G com potências de 176 cv e 212 cv, pode ser usado, obrigatoriamente flex, para reforçar essa hierarquia da linha. <span class="hidden">–</span>@Autorodmotors/Quatro Rodas Continua após a publicidade A picape de entrada ficaria com a bateria menor, que também é mais leve. Isto, combinado com a suspensão mais robusta, pode favorecer a capacidade de carga na pequena caçamba. Quando a nova picape de entrada da BYD será lançada no Brasil? O lançamento desta nova picape compacta da BYD no mercado brasileiro não acontecerá antes do final de 2027. Embora o desenvolvimento dos modelos aconteça na China, a picape de entrada seguirá os passos da Mako e terá o Brasil como seu principal ambiente de testes dinâmicos. Estes testes são a parte mais importante: os consumidores de picapes compactas são ainda mais exigentes quanto à resistência dos veículos e as submete a situações ainda mais pesadas. Também existe a forte possibilidade de a picape compacta inédita ser fabricada apenas no Brasil, ganhando outros mercados internacionais a partir da linha de montagem da fábrica de Camaçari. Até lá, a Mako deve ajudar a consolidar a presença da BYD entre as caminhonetes. Publicidade View the full article -
[Taramps]Caixa Bob ou caixa trio?
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Caixa Bob ou caixa trio? 🔊🤔 Com o MB 400 BOB de 12” da Taramps, você tem versatilidade para diferentes montagens, com graves de respeito e diversas possibilidades de combinação. Agora conta pra gente: você é do time caixa Bob ou caixa trio? #taramps #somautomotivo #alto-falante #caixabob #caixatrio #shortsView the full article -
[S9garage]#porumbrasilmelhor #s9customs #business #jeep #mitsubishi
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#porumbrasilmelhor #s9customs #business #jeep #mitsubishiView the full article -
Más EMMA. Más competición. Más pasión, más disfrute, más proyecto y un estilo único e inconfundible! 🚗🔊⚡ En EMMA España no hay espacio para sucedáneos ni actitudes improvisadas. Esto es Sound Quality, Multimedia, ESQL,ESPL y Tuning llevado al máximo nivel, bajo reglamentos internacionales y con la máxima exigencia. Cuando hay un proyecto serio, trabajo técnico y una identidad propia, el resultado habla por sí solo en cada vehículo y en cada prueba. La competición de referencia en España sigue marcando el camino. #EMMA #EMMAspain #CarAudio #SoundQualityView the full article
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[4r]Óleo de câmbio dura para sempre? Mito do fluido vitalício causa danos graves
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Diferentemente do lubrificante do motor, que segue prazos e quilometragens rigorosos para a substituição, o fluido de transmissão ainda é cercado de mistério para muitos motoristas. A omissão nos manuais de diversas montadoras fortalece o mito de que o componente seria vitalício. Na prática, essa interpretação leva a descuidos na manutenção e compromete o funcionamento de todo o conjunto mecânico, resultando em consertos caros para o bolso do proprietário. Quando é necessário trocar o óleo do câmbio do carro? A substituição preventiva do fluido de transmissão deve ser feita quando o veículo é submetido ao uso urbano severo, cenário que acelera a oxidação e a perda de aditivos do lubrificante. Wellington Santos, técnico em implantação de tecnologia da Castrol, explica que o óleo perde sua capacidade de lubrificação e controle de atrito no trânsito pesado. As consequências diretas de rodar com o lubrificante vencido e degradado são trancos incômodos ao engatar as marchas, patinação evidente nas arrancadas do veículo, ruídos anormais durante a forte aceleração e o grave superaquecimento de todo o sistema da transmissão. Câmbio automático desmontadoRenato Pizzuto/Quatro Rodas Continua após a publicidade “O termo vitalício não significa ‘nunca trocar’. Significa que, dentro de um cenário ideal, o fluido atenderia à vida projetada da transmissão”, aponta o especialista. Como o uso nas ruas do Brasil raramente reflete as condições ideais de laboratório das montadoras, as inspeções frequentes garantem a proteção das peças mecânicas contra o desgaste prematuro. Um erro comum nas oficinas e concessionárias é avaliar a saúde do lubrificante apenas pelo aspecto visual. Segundo o técnico, há situações em que a coloração do material se mantém aparentemente limpa na vareta, mas as suas propriedades químicas fundamentais já foram completamente degradadas pela rotina de uso. Continua após a publicidade O óleo de câmbio dura até o fim da vida útil do carro? Não. O termo vitalício indica que ele duraria a vida útil do projeto apenas em condições ideais de uso rodoviário contínuo, mas o uso urbano severo exige trocas preventivas para evitar falhas. Continua após a publicidade Como saber se o óleo da transmissão precisa ser trocado? Além da quilometragem preventiva, sinais dinâmicos como trancos nas trocas de marcha, patinação, ruídos e superaquecimento indicam degradação crítica, mesmo que a cor visual do fluido pareça normal. Publicidade View the full article -
[FullPower]BAIC Arcfox T1: quanto custa, o que oferece e qual motor usa
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Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower Geely EX2, BYD Dolphin, MG4 Urban e companhia devem ficar com a vida um pouquinho mais complicada aqui no Brasil. O motivo é a estreia, finalmente, do BAIC Arcfox T1, novo hatch elétrico que chega para peitar justamente esses modelos citados ali atrás. Na realidade, além do T1, é a estreia da própria BAIC por aqui: a marca chinesa, estatal, foi fundada há quase 70 anos, e é uma das grandes do ramo automotivo naquele mercado. Por aqui, começa a vida com 50 concessionárias (planejam 150 até o fim de 2027), e logística de peças (estoque e distribuição) em parceria com a Foton. Leia mais: Jetour G700 estreia no Brasil: preço, versões, motorização, autonomia e equipamentos BAIC Arcfox T1: versões e preços São duas versões do BAIC Arcfox T1 no Brasil: Pro por R$ 130 mil e Max por R$ 140 mil (preços promocionais até 31 de dezembro). Literalmente, os mesmos nomes de versões do seu arquirrival Geely EX2, por coincidência ou não. A receita é clássica: toda a linha usa a mesma motorização, mesmo pack de baterias e mesma construção básica, se diferenciando apenas pelo pacote de equipamentos, detalhes estéticos e nível de acabamento, principalmente. BAIC Arcfox T1 – Foto: divulgação BAIC e Arcfox: quem são? Se você não conhece a Arcfox, calma lá: é uma submarca do Grupo BAIC, dos maiores automotivos lá da China (é estatal, inclusive), e já soma quase dez anos de existência, focando em SUVs menores e carros de passeio elétricos. No caso do Arcfox T1, o design é um ponto que chama a atenção: mais estiloso e retilíneo, lembra mais um hatch médio do que um monovolume (como o Dolphin, por exemplo), e tem até terceira coluna larga, como é comum nos hatches médios. Ainda assim, aposta no amplo espaço interno, proposta familiar e uso urbano, principalmente. Como é o Arcfox T1? O Arcfox T1 é um dos maiores da categoria, com 4,34 m de comprimento, 1,86 m de largura, 1,57 m de altura e entre-eixos de excelentes 2,77 m. Para que se tenha uma ideia, um VW Golf GTI atual mede 4,29 m de comprimento, 1,80 m de largura, 1,47 m de altura e 2,63 m de entre-eixos, o que dá uma ideia sobre o tamanho avantajado do chinês. Seu porta-malas, com quase 460 litros (1.352 com o banco traseiro rebatido), também conta a seu favor, bem como os bancos dianteiros que se reclinam em até 180º, transformando o interior do carro em uma enorme cama. No powertrain do BAIC Arcfox T1, um motor elétrico dianteiro com 95 cv de potência e 18 mkgf de torque, números bem próximos aos dos seus rivais. Enquanto isso, sua bateria tem 42,3 kWh de capacidade, que garante autonomia de 283 km no ciclo PBEV do Inmetro, ou 425 km no CLTC chinês (310 no WLTC). Na China, ele ainda possui versões com 126 cv, mas essas não tem previsão de chegar no Brasil. Ele suporta até 89 kW de potência de recarga e, nessas condições, é possível recuperar cerca de 50% da carga em menos de 25 minutos (em condições ideais). BAIC Arcfox T1 – Foto: divulgação Segundo dados oficiais, o BAIC Arcfox T1 acelera de 0 a 100 km/h em 12,4 segundos, e atinge cerca de 140 km/h de velocidade máxima. Mecanicamente, não ousa: traz suspensões independentes apenas na dianteira (McPherson), enquanto o conjunto traseiro é convencional, por eixo de torção. Os freios a disco estão nas quatro rodas, pelo menos, e ele traz, de série, função V2L (que transforma o carro em um gerador de energia para aparelhos elétricos e eletrônicos), e função V2V (permite recarregar outro carro elétrico através de um cabo específico). Equipamentos De série, desde a versão Pro mais barata, o BAIC Arcfox T1 vem com seletor de modos de condução, freio de mão eletromecânico com função Auto Hold, controle eletrônico de descidas (HDC), chave presencial, partida por botão, partida remota do motor, controle dos vidros pela chave, sensores de chuva e crepuscular, rodas aro 17, estepe convencional, monitor de pressão dos pneus (TPMS), volante multifuncional em couro sintético, painel digital de 8,8 pol., bancos em couro sintético, banco do motorista com ajustes elétricos, 6 airbags, bancos dianteiros com aquecimento, multimídia de 15,6 pol., comandos de voz inteligentes, câmeras 360º, sensores de estacionamento traseiros, faróis e lanternas em LED, ar digital automático com saídas traseiras, entre outros. BAIC Arcfox T1 – Foto: divulgação Na Max, o BAIC Arcfox T1 acrescenta teto-solar panorâmico com cortina elétrica, retrovisores com rebatimento elétrico e aquecimento, retrovisores externos com memória de posição, rodas aro 18, tampa do porta-malas elétrica, alças de teto para o banco traseiro, bancos dianteiros com ventilação e memória de posição, banco traseiro bipartido com regulagem do encosto, sistema de som com mais alto-falantes (6, contra 4 da Pro), sensores de estacionamento dianteiros, Park Assist (estacionamento automático) e pacote ADAS com mais de 10 funções, principalmente. Garantia e cores A previsão é que as primeiras unidades do Arcfox T1 cheguem nas concessionárias no começo de novembro, com as primeiras entregas a partir do dia 11. Sua garantia é de 6 anos ou 150 mil km para o carro, ou 8 anos/150 mil km para bateria de tração e motor elétrico, enquanto as revisões programadas acontecem a cada 20 mil km. Na paleta de cores, quatro tons: branco, prata, cinza e azul claro. O interior pode ser preto com detalhes dourados, ou preto com detalhes brancos. BAIC Arcfox T1 – Foto: divulgação O post BAIC Arcfox T1: quanto custa, o que oferece e qual motor usa apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article -
[4r]Fiat Strada Freedom CD 2027 tem promoção e passa a custar menos que versão de entrada
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A Fiat Strada Freedom Cabine Dupla 2026/2027 está com preço promocional de R$ 108.660, ou seja, com R$ 24.830 de desconto frente ao praticado na tabela, de R$ 133.490. Com a ação, a picape compacta fica mais barata que as versões de entrada com cabine simples: Endurance (R$ 116.990) e Freedom (R$ 123.990). Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Quem pode comprar a Fiat Strada Freedom CD com desconto? O preço está condicionado ao pagamento à vista, na modalidade venda direta, e é destinado a produtores rurais e empresas (com registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica vigente). Não estão contemplados veículos adquiridos por: PcD, taxista, leilões, frotistas, locadoras e seguradoras. O preço promocional é válido para a cor Preto Vulcano, sem opcionais. A campanha tem duração até o dia 3 de novembro, para 20 unidades ou enquanto durar os estoques. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidade Como é o motor e a lista de equipamentos da Strada Freedom CD? As versões de entrada e intermediárias (Endurance, Freedom e Volcano) são equipadas com o motor 1.3 Firefly flex aspirado. Este propulsor entrega 107 cv de potência quando abastecido com etanol e 98 cv com gasolina, com torques de 13,6 kgfm e 13,1 kgfm, respectivamente. Na versão em promoção, a Freedom Cabine Dupla, o câmbio é manual de cinco marchas. Qual a diferença do etanol misturado na gasolina para o que é vendido nos postos? Continua após a publicidade De série, a Fiat Strada tem ar-condicionado, direção elétrica, controle de estabilidade com sistema TC+ (controle de tração avançado) e assistente de partida em rampa (Hill Holder). Em comodidade e exterior, a Freedom CD dispõe de volante com regulagem de altura, luz na caçamba, capota marítima, repetidores de seta nos retrovisores, tomada 12V, rodas de aço de 15 polegadas, chave presencial com telecomando, vidros e travas com acionamento elétrico, vidro traseiro térmico, sensor de pressão dos pneus, protetor de cárter, porta-luvas iluminado, sistema de som preparado com antena, alto-falantes e porta USB para carregamento, apoios de cabeça no banco traseiro e alça de segurança para o passageiro. Continua após a publicidade Em relação à segurança, há airbags duplos frontais e laterais, fixação Isofix para cadeirinhas infantis e estepe de uso temporário. Publicidade View the full article -
[4r]Jetour F700 no Brasil? Marca teme efeito “Shark”, mas quer ouvir concessionários e clientes
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A Jetour F700 apareceu em registros de patente no Brasil nas últimas semanas e foi mostrada na China em evento recheado de jornalistas brasileiros. Essas aparições geraram expectativa nos fãs da marca nas redes sociais. No entanto, a chegada da picape não é tão simples assim. Apesar de ser derivada do G700, SUV topo de linha da marca que acaba de chegar ao Brasil, a fabricante enxerga a F700 com mais barreiras para penetrar no mercado brasileiro. Não por conta do produto, mas sim pelo comportamento mais conservador do público em relação às picapes médias tradicionais. Henrique Sampaio, Diretor de Marketing Produto e PR da Jetour Brasil, esclareceu que inicialmente a picape não estava nos planos, mas que todo o burburinho recente e a reação dos clientes ao modelo mudaram um pouco a postura. Agora, segundo o executivo, a empresa está ouvindo os concessionários e avaliando as possibilidades. Bateria de carro elétrico dura mais que o previsto; veja o que analisar nos usados Continua após a publicidade Apesar disso, Sampaio destacou que não querem um produto para micar no mercado brasileiro, “como aconteceu com outra picape híbrida plug-in”, sem citar marcas. O grande exemplo da fala está em outra fabricante chinesa, a BYD, que trouxe a Shark ao mercado nacional, mas não conseguiu repetir o mesmo volume de vendas de outros produtos. Continua após a publicidade Qual é o conjunto mecânico, a potência e o consumo da Jetour F700? A Jetour F700 é uma picape híbrida plug-in vendida na China que combina um motor a combustão 2.0 turbo a gasolina com dois propulsores elétricos, um em cada eixo, para entregar 904 cv e 115,7 kgfm de torque. O câmbio é um DHT, específico para veículos eletrificados, com duas marchas. Esse conjunto mecânico faz a picape acelerar de 0 a 100 km/h em cinco segundos. A bateria do sistema híbrido plug-in, fornecida pela CATL, tem 35,4 kWh de capacidade, o que assegura uma autonomia elétrica de 150 km, conforme o ciclo CLTC. A autonomia combinada atinge 1.300 km e o consumo de combustível declarado é de 12,5 km/l. Continua após a publicidade Quais são as dimensões e a capacidade de carga da picape da Jetour? A Jetour F700 mede 5,49 m de comprimento, 2,05 m de largura, 1,98 m de altura e possui 3,35 m de distância entre-eixos. Apesar das grandes dimensões externas, a capacidade de carga útil varia entre 181 kg e 223 kg, patamar muito abaixo dos 1.000 kg que servem como referência tradicional entre as picapes médias vendidas no mercado brasileiro. Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Rodovias federais podem ganhar ciclovias em trechos urbanos, prevê projeto
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Proposta em análise na Câmara quer que espaços para bicicletas sejam considerados no projeto das estradas, mas construção não será obrigatóriaView the full article -
[4r]Volkswagen suspende o projeto do Golf elétrico para reduzir prejuízos
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A Volkswagen decidiu suspender temporariamente o desenvolvimento do ID. Golf, futura versão elétrica de seu tradicional hatch médio. A decisão foi comunicada aos funcionários da fábrica de Wolfsburg, na Alemanha, após a divulgação dos resultados financeiros da montadora, que apontaram a necessidade de reduzir custos operacionais. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A interrupção não significa o cancelamento definitivo do modelo, mas representa mais uma mudança nos planos de eletrificação da fabricante. A prioridade agora é recuperar a rentabilidade da principal unidade produtiva da marca, que não conseguiu atingir as metas financeiras estabelecidas para o período. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade Com isso, os investimentos destinados ao ID. Golf foram congelados até que a Volkswagen consiga estabilizar suas contas. O adiamento também ocorre em meio à desaceleração da demanda por veículos elétricos na Europa e ao aumento da concorrência entre as fabricantes. A decisão não deixa a Volkswagen sem representantes no segmento de hatches elétricos. Atualmente, o ID.3 ocupa essa posição no mercado europeu, permitindo que a empresa adie a chegada do Golf sem abrir mão da categoria. O que muda nos planos da Volkswagen? O ID. Golf deverá utilizar a plataforma SSP, nova arquitetura modular do Grupo Volkswagen desenvolvida para substituir gradualmente as bases MEB e PPE. A tecnologia prevê um sistema elétrico de 800 V, além de melhorias na eficiência energética e na integração dos componentes eletrônicos. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade A fabricante também mantém uma parceria com a norte-americana Rivian para o desenvolvimento de sistemas eletrônicos e softwares destinados às próximas gerações de veículos. Entretanto, os ajustes no cronograma da plataforma SSP já haviam afetado os planos da empresa, empurrando a estreia do Golf elétrico para o final da década. Enquanto isso, a fábrica de Wolfsburg continuará produzindo as versões a combustão e híbridas do Golf convencional. A intenção é manter o modelo no catálogo durante a transição para os elétricos, aproveitando sua participação no mercado europeu. Divulgação/VolkswagenDivulgação/Volkswagen Continua após a publicidade A Volkswagen também pretende concentrar investimentos em veículos elétricos menores e mais acessíveis, que apresentam maior potencial de vendas. A estratégia inclui uma nova geração de modelos urbanos, desenvolvidos com foco na redução dos custos de produção. Com a suspensão do ID. Golf, a montadora passa a priorizar projetos considerados mais viáveis financeiramente, enquanto busca aproveitar melhor as plataformas já existentes. Por enquanto, não há uma nova data confirmada para a retomada do desenvolvimento do hatch elétrico. Publicidade View the full article -
[4r]Drone da PRF flagra motoristas na BR-101: quais infrações viram multa e como recorrer
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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) flagrou diversos motoristas cometendo infrações na BR-101, em Itajaí (SC), durante uma fiscalização com drone realizada na semana de 12 de outubro de 2026, segundo comunicado divulgado no dia 16. Entre as irregularidades identificadas estavam trânsito pelo acostamento, uso de celular ao volante e falta de cinto de segurança. Segundo a corporação, o equipamento amplia o campo de visão dos policiais e permite fiscalizar o trecho sem provocar mais lentidão no trânsito. O que diz a lei sobre multa sem abordagem? O art. 280 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) admite diferentes meios de comprovar uma infração. Entre eles estão a declaração da autoridade ou do agente de trânsito, aparelhos eletrônicos, equipamentos audiovisuais e outros recursos tecnológicos regulamentados pelo Contran. Quando não é possível parar o veículo, o CTB prevê que o agente registre o fato no auto com os dados do carro. A Resolução Contran nº 909/2022 trata especificamente da fiscalização por sistemas de videomonitoramento. Nesses casos, a infração precisa ser detectada no momento em que ocorre, e o agente deve informar no auto como a constatou. A via também precisa estar sinalizada para esse tipo de fiscalização. As regras que se aplicam a cada autuação dependem da forma como a infração foi constatada. Quanto custa cada infração? Transitar pelo acostamento (art. 193 do CTB) é infração gravíssima, com multa multiplicada por três, de R$ 880,41, e sete pontos na CNH. Segurar ou manusear o celular ao volante (art. 252, parágrafo único) também é infração gravíssima, com multa de R$ 293,47 e sete pontos. Já deixar de usar o cinto de segurança (art. 167) é infração grave, com multa de R$ 195,23 e cinco pontos. Continua após a publicidade Em quanto tempo a notificação precisa ser expedida? Pelo art. 281 do CTB, o auto é arquivado se a notificação da autuação não for expedida em até 30 dias. O prazo conta para o envio, não para a chegada. A notificação vai pelo correio ou, para quem aderiu, pelo sistema de notificação eletrônica da Senatran. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade Quem responde pela infração se o carro não foi parado? A notificação da autuação é enviada ao proprietário do veículo. O art. 257 do CTB, porém, distingue as responsabilidades do proprietário e do condutor. Infrações decorrentes de atos praticados na direção do veículo, como as três flagradas em Itajaí, cabem ao condutor. Quando o condutor não é identificado no momento da infração, o proprietário pode indicá-lo no prazo informado na notificação. Se a identificação não for feita nesse prazo, o Código prevê, para esses casos, a atribuição da responsabilidade ao proprietário. O que precisa constar no auto de infração? O art. 280 do CTB exige, entre outros dados: Continua após a publicidade A tipificação da infração; Local, data e hora; Placa, marca e espécie do veículo. O inciso V do mesmo artigo prevê a identificação do órgão e da autoridade ou agente autuador, ou do equipamento que comprovar a infração. O que será registrado depende de como a constatação foi feita. No videomonitoramento, a Resolução 909/2022 exige ainda que o campo de observação informe a forma de constatação. Continua após a publicidade Quais pontos podem ser questionados na defesa? A primeira etapa é a defesa da autuação, com prazo indicado na notificação. Nela, confira se os dados do auto estão corretos e completos. Se a autuação foi feita por videomonitoramento, verifique se o meio de constatação está informado e se havia sinalização no trecho. O art. 193 tipifica a circulação pelo acostamento como infração. Já o art. 29, inciso V, que trata das normas de circulação, admite o trânsito de veículos nos acostamentos apenas para entrar ou sair de imóveis ou de áreas especiais de estacionamento. Quem estava nessa situação pode alegá-la na defesa, com provas. Continua após a publicidade O motorista pode pedir acesso às imagens que embasaram a autuação. A ausência de gravação, porém, não significa por si só que a autuação seja inválida, já que o CTB admite outros meios de comprovação, como a declaração do agente. Se a defesa for negada, cabe recurso à Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari) e, depois, à instância indicada na decisão. Um erro formal pode levar ao arquivamento do auto, mas isso não torna a defesa um caminho garantido. Assim, quem receber uma notificação deve conferir os dados do auto, o prazo para defesa e os elementos disponíveis para comprovar a infração antes de decidir se vai recorrer. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Por que alguns carros chineses não têm limpador traseiro? Publicidade View the full article -
[4r]Combustível adulterado: sinais no carro, como checar o posto e onde denunciar
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O carro começa a engasgar, perde força nas subidas ou passa a consumir mais combustível do que o habitual. Quando os sintomas aparecem pouco depois de abastecer, é natural desconfiar do produto colocado no tanque. É importante saber quais sinais observar, como verificar a qualidade do produto e o que fazer para proteger o veículo e os direitos do consumidor. Quais sinais podem indicar problema no combustível? Combustível de má qualidade pode provocar falhas e engasgos no motor, perda de potência, dificuldade de partida e funcionamento irregular em marcha lenta. Em alguns casos, a luz da injeção acende no painel. O momento em que os sintomas aparecem é uma pista, não uma prova. Problemas na ignição, na injeção, em sensores ou no sistema de alimentação também podem surgir depois de um abastecimento. O aumento de consumo tem muitas causas possíveis, como calibragem dos pneus, condições de trânsito, uso do ar-condicionado e manutenção atrasada, e não deve ser associado automaticamente a combustível irregular. Adulterado, contaminado ou fora da especificação? Combustível fora da especificação é aquele que não atende aos parâmetros de qualidade definidos pela ANP, por qualquer motivo. A adulteração é uma das causas possíveis e envolve a mistura intencional de substâncias não permitidas ou em proporção irregular. A contaminação pode ocorrer sem intenção, por exemplo com a presença de água ou impurezas durante o transporte ou o armazenamento. Continua após a publicidade Em qualquer uma dessas situações, o consumidor pode reclamar e solicitar a apuração do caso. A eventual responsabilização do fornecedor dependerá das circunstâncias e das provas reunidas. O que fazer se o carro apresentar problemas depois de abastecer? Se houver falhas severas, cheiro forte de combustível, fumaça ou risco de o motor apagar no trânsito, pare em um local seguro e solicite assistência, em vez de insistir na viagem. Continua após a publicidade Guarde a nota fiscal, que deve identificar o posto, a data, o produto e o volume abastecido. Leve o carro a uma oficina e informe a data e o local do último abastecimento. Peça que a oficina registre por escrito os códigos de falha lidos no sistema eletrônico e os resultados do diagnóstico, e não apenas o orçamento do reparo. Não tente retirar combustível do tanque por conta própria. Se houver necessidade de preservar uma amostra para análise, peça orientação à oficina ou à autoridade responsável. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade Posso pedir um teste no posto? O consumidor pode pedir ao posto os testes de qualidade previstos nas normas da ANP. Se suspeitar da qualidade da gasolina, peça o teste da proveta, que verifica a proporção de etanol anidro na mistura. O percentual deve respeitar o definido pela legislação vigente. No caso do etanol hidratado, as bombas têm um termodensímetro, que auxilia na avaliação de características do produto. Também é possível observar o aspecto do combustível, que deve estar límpido e sem impurezas. Esses procedimentos são específicos para determinados combustíveis e características, e não permitem avaliar todos os produtos nem todos os tipos de irregularidade. Continua após a publicidade O teste da proveta e o termodensímetro verificam características específicas e não identificam todas as formas de adulteração ou contaminação. Um resultado aparentemente normal não significa que o combustível esteja livre de irregularidades. A confirmação depende de análise laboratorial, como as realizadas pela fiscalização da ANP. Como consultar o posto e denunciar à ANP? Desde julho de 2026, a ANP disponibiliza o aplicativo ANP com VC – Postos, que lista os postos autorizados na região e mostra detalhes como produtos comercializados, CNPJ, endereço, autorização e fornecedor do combustível. Cada posto recebe uma nota de 0 a 5, calculada com base no histórico de fiscalizações, com peso maior para infrações mais recentes. Continua após a publicidade A nota, porém, não é uma certificação de qualidade permanente. Ela resume o histórico disponível e não garante que o combustível vendido em determinado momento esteja dentro das especificações. O mesmo aplicativo tem dois canais de denúncia: um para preços abusivos e outro para infrações em geral, como suspeita de combustível irregular. Ao denunciar, informe a data e o horário do abastecimento, o tipo de combustível, o número da bomba, se possível, e o que motivou a suspeita, como a recusa do posto em fazer os testes. Quem paga o conserto? Pelo Código de Defesa do Consumidor, o fornecedor responde pelos danos causados por produtos com vícios de qualidade, e o posto pode ser responsabilizado pela venda de combustível fora da especificação. Para buscar o ressarcimento, o consumidor precisa reunir provas: a nota fiscal, o diagnóstico da oficina com os códigos de falha, os orçamentos e notas do conserto e, quando houver, o resultado de testes, análises ou fiscalizações. Sem acordo, é possível recorrer ao Procon e à Justiça. Antes de abastecer em um posto desconhecido, consulte no aplicativo da ANP a autorização, a nota e o histórico disponível. No local, verifique se as bombas estão lacradas e identificadas e peça sempre a nota fiscal, mesmo em abastecimentos pequenos. Preços muito abaixo da média da região merecem atenção, mas não são, sozinhos, um indício conclusivo de fraude. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Novo Porsche 911 Turbo S é híbrido com 711 cv e vem ao Brasil Publicidade View the full article
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