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  1. Hoje
  2. A linha Xiaomi Skynomad marca a estreia da gigante chinesa da tecnologia entre os SUVs grandes e, também, entre os carros com motor a combustão. Apresentados nas configurações N70 e N90, os modelos utilizam motor a combustão exclusivamente como gerador, entregando porte generoso e preços bastante competitivos na China. A decisão pela autonomia estendida foca no uso familiar para quem quer alcance elétrico longo, mas ainda evita depender inteiramente da infraestrutura de recarga. <span class="hidden">–</span>Xiaomi/Divulgação Para movimentar veículos pesados sem adotar baterias com tamanho e capacidades inviáveis financeiramente, a fabricante optou por um motor 1.5 turbo a gasolina da Changan, capaz de gerar 152 cv. Esse motor não possui qualquer ligação mecânica com os eixos. A tração fica a cargo de unidades elétricas montadas na traseira, com opção de motores duplos para compor o sistema integral, alimentados por baterias de 52 kWh ou 76 kWh. <span class="hidden">–</span>Xiaomi/Divulgação Continua após a publicidade A adoção de baterias dessa magnitude resulta em um pacote denso e pesado. Para efeito de comparação, a bateria de 76 kWh tem capacidade semelhante à de modelos totalmente elétricos, como o Volvo XC40. Marcas chinesas têm contornado as concessões dinâmicas do peso extra com calibragens eletrônicas, buscando manter o comportamento equilibrado e seguro no uso rodoviário. A compensação aparece na autonomia prometida pelo conjunto. O Xiaomi Skynomad N70 equipado com a bateria maior roda até 505 km usando apenas eletricidade, segundo o padrão chinês CLTC. O conjunto de química NMC (níquel, manganês e cobalto) aceita carregamento em redes de corrente contínua (DC), recuperando a carga de 20% a 80% em 18 minutos. Espaço interno e propostas distintas <span class="hidden">–</span>Xiaomi/Divulgação Continua após a publicidade O compartilhamento de plataforma mascara propostas diferentes entre as carrocerias. O N70 mede 4,96 m de comprimento e 2,95 m de distância entre-eixos, garantindo área útil ampla para cinco passageiros. Para estimular a versatilidade, os assentos dianteiros giram 180 graus, integrando-se à segunda fileira para transformar a cabine em um espaço de convivência. <span class="hidden">–</span>Xiaomi/Divulgação Já o N90 eleva o volume para focar no transporte de famílias maiores. O comprimento salta para 5,28 m, sendo consideravelmente mais longo do que rivais nacionais de sete lugares como o Jeep Commander (52 cm a mais). O entre-eixos cresce para 3,08 m e a altura passa de 1,78 m para 1,82 m. Esse acréscimo de massa frontal reduz a autonomia elétrica da versão maior para 464 km. Continua após a publicidade Preços e impacto no mercado O que mais instiga a concorrência com outras fabricantes chinesas é o preço. O Xiaomi Skynomad N70 com a bateria de 76 kWh começa em 259.900 yuan (R$ 195.700). É um posicionamento agressivo para um utilitário que beira os cinco metros de comprimento. <span class="hidden">–</span>Xiaomi/Divulgação O modelo de topo Xiaomi Skynomad N90 Max custa a partir de 299.900 yuan (R$ 225.800). Essa faixa de preço o coloca no mesmo degrau financeiro de um BYD Song Plus, mas oferecendo espaço e porte de categorias superiores. Ainda restritos ao mercado doméstico, os SUVs já recebem encomendas de pré-venda, com as entregas iniciais agendadas para o final deste trimestre. Publicidade View the full article
  3. A gasolina com 32% de etanol começa a ser vendida nos postos em todo Brasil a partir deste sábado, 1º de agosto. Antes, a gasolina tinha 30% do biocombustível. A medida foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Segundo especialistas ouvidos por QUATRO RODAS, a nova mistura vai impactar principalmente os 11% de carros que circulam no Brasil que não são modelos flex – isso corresponde a 5,5 milhões de carros, de acordo com o Sindipeças. Governo Federal aprova aumento do etanol na gasolina Impacto nas peças e no consumo O desgaste acelerado poderá atingir componentes vitais do sistema de injeção dos carros movidos exclusivamente a gasolina, especialmente em veículos importados ou sem adaptação para maior quantidade de etanol. Bicos injetores com sinais de carbonizaçãoRenato Pizzutto/Quatro Rodas O volume maior de álcool aumenta a corrosão e diminui a vida útil de mangueiras de combustível, retentores, filtros e bicos injetores que não foram preparados para o combustível vegetal. Para os motores que não foram projetados para a tecnologia flex, a queima dessa mistura desbalanceada pode se traduzir em falhas ou quebras. Quais peças poderão ser mais prejudicadas com a nova gasolina: Mangueiras do sistema de combustível; ⁠Filtro de combustível; ⁠Bicos injetores; ⁠Retentores. Continua após a publicidade O motorista perceberá os efeitos no comportamento dinâmico do carro. O funcionamento irregular começa com a dificuldade na partida a frio, logo acompanhada por uma marcha lenta instável e por perda perceptível de potência nas acelerações. A eletrônica embarcada também deverá sofrer, já que os sistemas de diagnóstico (OBD) interpretam a leitura do excesso de etanol como uma falha de injeção, acendendo a “luz de injeção”, que indica anomalia no painel de instrumentos. Até mesmo os modelos flex podem apresentar confusão de leitura no módulo eletrônico. Filtro de combustívelLeonardo Barbosa/Quatro Rodas O setor sucroalcooleiro projeta que pode haver uma redução de até 2% no preço da gasolina, que resultaria em centavos, mas essa queda pode ser atenuada futuramente na bomba devido a movimentações no custo de transporte, margens do posto e distribuidora e na variação do preço do petróleo. A economia prometida também seria afetada pelo rendimento em km/l, que será pior, exigindo reabastecimentos mais frequentes que anulam a vantagem financeira inicial. Continua após a publicidade Alternativa no posto de combustível A saída mais segura para os donos de carros a gasolina, sejam modelos de coleção ou importados sem preparação flex, é a gasolina premium. Esse combustível mantém a especificação E25, com 25% de etanol anidro na mistura, e evita dores de cabeça com falhas no sistema de alimentação ou de emissões. No entanto, trata-se de um combustível mais caro e com disponibilidade restrita na rede de postos. Outro mito, divulgado na internet, é a redução na proporção de álcool do tanque por conta própria. A medida não resolve o problema e é uma prática condenada pela engenharia, pois o combustível pode destruir componentes essenciais como a sonda lambda e o catalisador. Reduzir o etanol na gasolina com soluções caseiras não é aconselhado por especialistasMarcello Casal jr./Agência Brasil Críticas à gasolina E32 Para as montadoras e importadoras, o problema está na ausência de tempo hábil para adaptação e na falta de uma margem de segurança técnica. A Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa) prevê um risco real de motores quebrarem nas ruas pela falta de calibração adequada das matrizes estrangeiras. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública para suspender o aumento do teor de etanol na gasolina. O argumento do MPF é de que o governo utilizou ensaios anteriores, focados na mistura de 30% (E30), como base para aprovar o novo índice. A justificativa governamental apoiou-se na margem de tolerância de 2% adotada nesses testes antigos. Contudo, a procuradoria argumenta que essas avaliações mediram apenas parâmetros de desempenho e dirigibilidade, sem validar o uso contínuo e obrigatório do padrão E32. Gasolina premium pode ser alternativa para carros antigos e importadosMarcelo Camargo/Agência Brasil O que diz o governo e o setor sucroalcooleiro? O Ministério de Minas e Energia diz que os testes realizados com o Instituto Mauá de Tecnologia indicam que a nova mistura não gera impactos mecânicos relevantes. O principal argumento do governo federal para aumentar a mistura de etanol na gasolina é a redução da dependência do petróleo importado. Atualmente, há uma volatilidade no preço do petróleo. A atualização do teor da mistura vai fazer com que o país deixe de importar 900 milhões de litros de gasolina por ano, segundo a pasta. Continua após a publicidade A União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), maior organização que representa o setor, rebate as críticas contra à nova mistura. O argumento tem como base, justamente, que os testes para a gasolina E32 são os mesmos utilizados para a gasolina E30. “O que mudou do E30 para o E32, em termos de teste. Absolutamente nada. São os mesmos testes, o mesmo protocolo, e inclusive com participação de todos que estão aí criticando“, afirma Luciano Rodrigues, diretor de inteligência setorial da Unica. Posto de combustívelTânia Rêgo/Agência Brasil Publicidade View the full article
  4. Entenda como o lançamento do plug in mais acessível do País pode frear a alta do mercado de usados e mexer no bolso do consumidorView the full article
  5. A Mitsubishi Triton híbrida está mais perto de virar realidade. A fabricante prepara um aporte financeiro na Tailândia, principal polo produtor e exportador da marca e o foco será a fabricação de veículos eletrificados.Seugndo o site Nikkei Asia, a empresa fará um investimento de 16 bilhões de baht (cerca de R$ 2,4 bilhões) para adequar suas linhas de montagem até 2030. A informação foi reforçada em um comunicado do governo tailandês. O documento diz que a Mitsubishi vai investir em “veículos com tecnologia elétrica” e que “estuda a possibilidade de produzir e exportar picapes elétricas, incluindo o Pajero, usando a Tailândia como base de produção”. Como é uma tradução direta do tailandês, pode haver um erro, considerando que a Mitsubishi disse que não desenvolveria ou produziria carros elétricos, optando por trabalhar com a Nissan e a Foxtron nesta área. Mitsubishi Triton HPE-S 2025Fernando Pires/Quatro Rodas A atual plataforma da picape foi conceibida prevendo alguma eletrificação, mas exige adaptações no assoalho para acomodar grandes pacotes de baterias sem comprometer a suspensão original e o tanque de combustível. A estratégia inicial da fabricante aponta para soluções com motorização híbrida plena ou plug-in, descartando no curto prazo um modelo 100% elétrico. Para entregar a eletrificação sem perder capacidade de reboque e carga útil, a montadora avalia opções diferentes. A solução mais rápida e barata é o desenvolvimento de um sistema híbrido pleno, que aproveita grande parte da estrutura atual do chassi sem exigir um redesenho da porção central. Uma variante híbrida plug-in exigiria uma bateria maior, o que pode levar a mudanças na base para conseguir posicionare ssa bateria. Continua após a publicidade Outra barreira envolve a escolha do motor a combustão. Enquanto concorrentes apostam em motores a gasolina combinados com eletricidade, a marca estuda manter a tradição com um motor 2.4 turbodiesel associado a um sistema elétrico de tração. O caminho do diesel eletrificado é mais complexo na calibração de emissões e eleva os custos de produção, mas agrada a mercados como o brasileiro e o australiano, onde picapes médias movidas a gasolina têm pouca aceitação comercial. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A chegada de uma caminhonete eletrificada japonesa tenta responder a um cenário em que a concorrência já ganhou espaço. Rivais diretas já oferecem opções com sistema híbrido plug-in, caso da BYD Shark e da Ford Ranger, além da GWM com modelos eletrificados em outros mercados. Há também opções com sistema híbrido leve, como a Toyota Hilux, que será oferecido no Brasil a partir do ano que vem, junto com a renovação da picape. Continua após a publicidade Protótipo da nova geração do Pajero FullReprodução/Carscoops O pacote de investimentos também contempla o projeto da nova geração do Pajero, modelo que historicamente compartilha arquitetura, painel e motores com a picape. O novo utilitário esportivo de sete lugares deve herdar as mesmas soluções mecânicas e eletrônicas, retomando o nome clássico. A estreia global do SUV acontecerá nas próximas semanas. Publicidade View the full article
  6. 🎵 Sextou. Hora de apertar o PLAY. A semana foi intensa. Agora é hora de baixar os vidros, escolher uma boa playlist e deixar a música assumir o volante. Não importa se o destino é uma viagem, um encontro com os amigos ou apenas a volta para casa. Porque, para quem ama música, o caminho também faz parte da experiência. Na R2audio, acreditamos que um sistema de qualidade não existe para tocar mais alto. Ele existe para fazer você sentir mais. Para ouvir aquela respiração antes do refrão. Perceber um instrumento que nunca tinha notado. Ou simplesmente redescobrir uma música que sempre esteve na sua playlist. Hoje, a nossa escolha é “Drive” – Incubus. Porque algumas músicas parecem ter sido feitas para pegar a estrada sem pressa. E você? 🎧 Qual é a primeira música que vai tocar no seu carro neste final de semana? Deixe nos comentários. Quem sabe ela não aparece na próxima Playlist R2audio. 🎧 Playlist R2audio #001 Música da semana: Drive – Incubus #R2audio #sextou #sq #playlistView the full article
  7. Carros híbridos e elétricos podem até estar em alta, mas outro tipo parece nunca sair de moda: os carros flex. Passados 23 anos desde a estreia do primeiro modelo movido a gasolina e etanol no Brasil, o Volkswagen Gol, eles tornaram-se quase que padrão para o mercado brasileiro. Não por acaso, sempre figuram entre as promessas de novas marcas no país (como a GWM, que acaba de tornar flex o Haval H6) e aparecem até entre marcas de luxo, como a BMW, com o Série 3 nacional. Versão tem as partes plásticas inferiores na cor da carroceriaFernando PIres/Quatro Rodas E isso não escapa às tradicionais. Após dois anos de mercado, o Jeep Compass Blackhawk, versão esportiva com motor 2.0 turbo e que custa R$ 278.990, vira flex. Levamos o SUV para a nossa pista para atestar se a novidade provoca mudanças de consumo e desempenho com gasolina, combustível utilizado como padrão nos nossos testes. Porém, abrimos uma brecha para uma avaliação ainda mais completa: testamos o modelo também com etanol para fazer as contas se o combustível mais barato compensa e se a novidade faz sentido. O motor 2.0 turbo Hurricane com quatro cilindros não teve alterações em suas credenciais. Ele segue com 272 cv de potência a 5.200 rpm e 40,8 kgfm de torque a 3.000 rpm, independente do combustível utilizado. De acordo com a marca, para receber etanol no tanque, o Compass Blackhawk adotou nova bomba de combustível, velas de ignição e injetores, além de modificações no sistema de admissão e no turbo. O mapeamento do motor e do câmbio, o mesmo automático de nove marchas, também foram alterados. Espaço interno do Compass é suficiente, mas já há concorrentes mais atraentes; porta-malas tem 476 l e abertura elétricaFernando PIres/Quatro Rodas <span class="hidden">–</span>Fernando PIres/Quatro Rodas <span class="hidden">–</span>Fernando PIres/Quatro Rodas Continua após a publicidade As mudanças deram ainda mais fôlego ao SUV de pegada esportiva. Suas saídas e retomadas são rápidas, e as acelerações empolgam a ponto de nos fazer esquecer que estamos em um Jeep Compass, que nasce como um SUV médio convencional e não provoca muitas emoções nas versões com motor 1.3 turbo flex de 176 cv e 27,5 kgfm. O bom desempenho é reforçado pela tração 4×4 (com reduzida e seletor de terrenos, entre areia, neve e automático) e pelos pneus mais largos (235/45 R19), que segura o ímpeto do modelo de sair de dianteira, e pela maior sensibilidade do acelerador. O câmbio tem trocas ágeis e certeiras para todo tipo de condução, das mais empolgantes às mais tranquilas. E, sim, é totalmente possível guiar um Compass Blackhawk sem exigir dele tanta esportividade, mas apenas como um SUV de bom desempenho para situações corriqueiras. A suspensão tem ajuste exclusivo em relação às versões com motor 1.3 para dar conta do fôlego extra. Ao contrário do que se espera, o Compass não se torna duro na versão mais potente. Há uma clara firmeza para mantê-lo estável, mas uma maciez extra nas absorções, além de um curso maior nos amortecedores, que evita efeitos de “chicote” e pancadas secas nas compressões. A direção, por sua vez, está mais leve e direta, sem transmitir a sensação de peso das configurações convencionais. Motor flex gasta mais, mas compensa no bolsoFernando PIres/Quatro Rodas Tudo isso, porém, já era sentido no Blackhawk a gasolina. Agora surgem as comparações para entender se a transformação do modelo em flex faz sentido. Nos nossos testes, o modelo a gasolina foi de 0 a 100 km/h em 6,8 s. O flex levou 6,7 s com gasolina e 6,6 s com etanol, ou seja, ele está mais rápido mesmo com gasolina. As médias de consumo do antigo modelo foram de 9,3 km/l na cidade e 13,3 km/l na estrada. Aqui, ele cobra caro. Com gasolina, o 2.0 turbo flex chegou aos 8 km/l na cidade e 12,1 km/l na estrada, já com significativas pioras, que vão além com etanol. Neste caso, as médias caíram para 6,3 km/l na cidade e 9,1 km/l na estrada. Continua após a publicidade Fizemos as contas considerando os preços de R$ 6,62/litro para a gasolina e R$ 4,13/litro para o etanol, seguindo as médias nacionais divulgadas pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) entre os dias 14 e 20 de junho de 2026. Ao dividir o valor do litro do combustível pelo consumo do veículo, com gasolina, o Compass flex tem o custo de R$ 0,83/km na cidade e R$ 0,55/km na estrada. Com etanol, os custos caem para R$ 0,65/km na cidade e R$ 0,45/km na estrada. Ou seja, apesar de o consumo com etanol assustar, ele é o mais vantajoso graças ao menor custo por litro. Mas vale o alerta: é necessário fazer as contas já que, caso o etanol tenha um valor mais próximo do cobrado pela gasolina (acima de 70% do valor da gasolina), ele deixa de ser vantajoso. Acabamento agrada, mas visual já não se destacaFernando PIres/Quatro Rodas ALÉM DAS CONTAS Por ser a versão mais cara do Compass, a Blackhawk tem diferenciais na aparência e o pacote mais completo da gama. Por fora, o SUV dispensa qualquer detalhe cromado e os substitui por acabamentos em preto brilhante. Grade, detalhes nos para-choques, frisos das janelas e logotipos são sempre em preto para destacar as pretensões esportivas do modelo. Para não dizer que não há cromados, o único detalhe com o acabamento que faz por merecer são das duas chamativas saídas de escape na base do para-choque traseiro, que, ao menos por ora, são exclusivas da versão. As rodas de 19 polegadas são pretas com verniz fosco, e o desenho aberto deixa à mostra as capas vermelhas das pinças de freio – a disco nas quatro rodas. Continua após a publicidade O interior também aposta no preto, tom presente inclusive nas colunas e na forração do teto. O painel tem materiais emborrachados no topo, bem como os painéis de porta. Ao centro há uma faixa macia com revestimento sintético, o mesmo visto em apoios de braço e no volante. Os bancos diferenciam–se pela mescla de outros tecidos, como camurça, e por padrões diferentes de cortes e costuras. O nome Blackhawk aparece no encosto dos bancos dianteiros. Por falar neles, há ajustes elétricos, mas ficam devendo aquecimento e ventilação. Há comandos no console central e seletor de terrenos; console traseiro tem saídas de ar-condicionado, portas USB e tomadaFernando PIres/ <span class="hidden">–</span>Fernando PIres/Quatro Rodas <span class="hidden">–</span>Fernando PIres/Quatro Rodas A versão topo de linha não tem opcionais, ou seja, todos os itens são de série. E a lista é boa. Ele tem faróis de led com fachos baixo e alto automáticos, faróis de neblina de led com função curva, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmera de ré, freio de estacionamento eletrônico com função auto hold, ar bizona, teto solar panorâmico com abertura, porta-malas com abertura elétrica automática por gestos, sensor de chuva, sistema de estacionamento semiautônomo, sete airbags e monitoramento de pressão dos pneus. Continua após a publicidade A lista segue com piloto automático adaptativo, frenagem automática de emergência com detecção de veículos, pedestres e ciclistas, assistente de permanência em faixa, detector de fadiga, alerta de tráfego cruzado traseiro, alertas de pontos cegos e leitura de placas de velocidade. No quesito multimídia, o modelo tem uma central com tela de 10,1” já considerada pequena para os padrões atuais. Mais do que isso, o layout e o funcionamento lento já parecem antiquados, embora ela tenha Android Auto e Apple CarPlay sem fio. O quadro de instrumentos mede 10,25” e está um passo à frente em modernidade para a multimídia, com diferentes opções de mostradores e personalização de informações. A lista se completa com carregador de celular por indução, entradas USB-A e USB-C, e um sistema de som certificado pela Beats com 506 watts de potência e oito alto-falantes, além de um subwoofer, com boa qualidade sonora e graves pronunciados. É um pacote farto, mas o Compass Blackhawk fica devendo um sistema discreto, que já está presente no Commander equivalente: um sistema de câmeras 360o. Teto solar e rodas de 19” são de série; duas ponteiras de escape funcionais e capas vermelhas nos freios diferenciam a versãoFernando PIres/Quatro Rodas <span class="hidden">–</span>Fernando PIres/Quatro Rodas <span class="hidden">–</span>Fernando PIres/Quatro Rodas Continua após a publicidade No espaço interno o SUV vai bem, mas não impressiona. Atrás, duas pessoas de estatura média viajam com conforto suficiente. Incluir um terceiro ocupante na posição central pode gerar problemas no espaço lateral e para as pernas, já que o túnel central do assoalho é alto e o console central invade a área destinada às pernas. No console, ao menos, há duas portas USB, tomada e saídas de ar-condicionado. O porta-malas de 476 litros vai bem. O Jeep Compass Blackhawk flex mantém suas melhores virtudes em acabamento, tecnologia e, principalmente, desempenho. Caso você não abra mão da gasolina, ficará mais caro para abastecê-lo. Mas ele cumpre a função de um carro flex: tem uso mais vantajoso com etanol nos preços atuais, e melhora (ainda mais) o desempenho. Porém, seu preço é alto comparado a modelos mais modernos e, como muitos, híbridos, que entregam desempenho semelhante e menor consumo de combustível. O preço também recai sobre o projeto já antigo do Compass, que começa a demonstrar a idade em visual, tecnologia embarcada e espaço interno. Veredicto As médias de consumo podem assustar, mas revelam que ele cumpre sua função: é vantajoso ser abastecido com etanol (nos preços atuais) e fica (ainda) mais rápido. Uma vantagem a mais ao SUV de temperamento esportivo. ★★★★ Avaliações CONSTRUÇÃO E ACABAMENTO O Compass tem construção sólida e carroceria bem montada. Por dentro, o acabamento mescla revestimentos sintéticos e camurça, com materiais emborrachados.★★★★ TECNOLOGIA A lista inclui todos os itens necessários em conforto e segurança, mas deve em pontos de tecnologia. A multimídia já está defasada e poderia ter o sistema de câmeras 360° do Commander.★★★☆ VIDA A BORDO Ele já demonstra idade quando o assunto é aproveitamento de espaço interno. Há conforto, mas poderia levar os ocupantes traseiros com mais folga.★★★☆ RENDIMENTO O desempenho de carro esportivo dá ao Blackhawk muita personalidade diante das demais versões. Ele diverte e pode enganar muitos no trânsito.★★★★★ COMPORTAMENTO DINÂMICO A suspensão tem ajuste exclusivo e conversa bem com o desempenho reforçado. É confortável e firme na medida, com absorções refinadas. ★★★★ SEGURANÇA A versão de topo tem pacote de ADAS completo, além de sete airbags. Os pneus mais largos e a tração 4×4 também podem ser considerados auxiliares na segurança do SUV.★★★★★ SEU BOLSO Abastecer o modelo com gasolina ficou mais caro, mas os preços atuais do etanol tornam-se vantajosos para uso, apesar de médias de consumo assustarem. O carro, porém, é caro.★★★☆ Ficha Técnica – Jeep Compass Blackhawk Flex Motor: diant., transv., 4 cil., 16V, 1.994 cm³, inj. direta, flex, 272 cv a 5.200 rpm, 40,8 kgfm a 3.000 rpm Câmbio: aut., 9 marchas, tração 4×4 Direção: elétrica; diâm. de giro, 11,3 m Suspensão: McPherson (diant.), multilink (tras.) Freios: disco vent. (diant.), sólido (tras.) Pneus: 235/45 R19 Dimensões: comprimento, 440,4 cm; largura, 181,9 cm; altura, 164 cm; entre-eixos, 263,6 cm; distância do solo, 19,8 cm; ângulo de ataque, 21,7°; ângulo de saída, 28,5°; porta-malas, 476 litros; peso, 1.720 kg; tanque, 55 litros Teste Quatro Rodas – Jeep Compass Blackhawk Flex Aceleração gasolina Etanol 0 a 100 km/h 6,7 s 6,6 s 0 a 1.000 m 27,1 s / 195,1 km/h 26,8 s / 199,6 km/h Velocidade máxima 228 km/h* Retomadas D 40 a 80 km/h 2,8 s 2,7 s D 60 a 100 km/h 3,6 s 3,4 s D 80 a 120 km/h 4,4 s 4,2 s Frenagens 60/80/120 km/h a 0 15,4/27,5/63,4 m Consumo Urbano 8 km/l 6,3 km/l Rodoviário 12,1 km/l 9,1 km/l Ruído interno Neutro/RPM máx. 39,6 / 61,3 dBA 40,7 / 61,9 dBA 80/120 km/h 65 / 64,4 dBA 69,7 / 68,9 dBA Aferição Velocidade real a 100 km/h 99 km/h Rotação do motor a 100 km/h 1.750 rpm Volante 2,5 voltas Preço básico R$ 278.990 Garantia 5 anos Assistência ao condutor <span class="hidden">–</span>Redação/Quatro Rodas Farol alto automático Sensor de estacionamento Piloto automático adaptativo Prevenção de saída de faixa Frenagem autônoma Alerta de saída de faixa Alerta de ponto cego Câmera traseira Ergonomia <span class="hidden">–</span>Redação/Quatro Rodas A: 153 cm (diant.) / 149 cm (tras.) B: 94,5 cm (diant.) / 90 cm (tras.) C: 99,5 cm (diant.) / 90 cm (tras.) Publicidade View the full article
  8. Marca chinesa traz modelos de vários portes para testes no País com meta de emissão zero de poluentesView the full article
  9. A frase “quanto mais bate, mais cresce” é perfeita para definir o sucesso do Corolla Cross. Basea-do na plataforma GA-C (arquitetura TNGA), ele compartilha quase todas as virtudes do Corolla sedã, mas apresenta falhas que seu público literalmente ignorou. Esqueça o eixo de torção na traseira, o abafador aparente, o freio de estacionamento por pedal e o acabamento espartano. Neste caso, espaço para quatro adultos, o porta-malas de 440 litros e a confiabilidade da marca falaram mais alto. São 4,46 m de comprimento, 1,82 m de largura, 1,62 m de altura e 2,64 m de entre-eixos (6 cm a menos que o Corolla). É porte de SUV médio, na mesma categoria do Jeep Compass. Elogios ao espaço interno e ao amplo porta-malasFernando Pires/Quatro Rodas A versão de maior sucesso é a XRE com motor 2.0 flex, sete airbags, central multimídia, câmera de ré, sensor de estacionamento, faróis automáticos, faróis de neblina de led, luz de frenagem emergencial e sistema Isofix. Seu motor de 177 cv e 21,4 kgfm está acoplado ao câmbio CVT que emula dez marchas: seu comportamento vivaz é evidenciado pela aceleração de 0 a 100 km/h em 10,5 s, sem comprometer as médias de 12 km/l, na cidade, e 15,4 km/l , na estrada. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Quem não gosta do acerto macio da suspensão deve optar pela versão esportiva GR-S. Baseada na XRE, ela recebeu reforços estruturais para aumentar a rigidez do monobloco e suspensões com molas mais firmes e amortecedores com maior carga. Continua após a publicidade E quem estiver com a grana curta deve procurar pela versão de entrada XR, sabendo que um eventual desconto ocorrerá pela ausência de equipamentos como piloto automático, borboletas para trocas de marchas sequenciais e sensor de chuva. Só a XRX tem bancos bege, ajuste elétrico e espuma mais macia para o motoristaFernando Pires/Quatro Rodas Espaço traseiro não é apertado; há saídas de ar e portas USB independentes aliFernando Pires/Quatro Rodas Se desempenho não for prioridade vale optar pelas versões híbridas, impulsionadas pelo conjunto formado pelo motor 1.8 flex e dois elétricos. Combinados, geram 123 cv e vão de 0 a 100 km/h em 13,4 s. A queda no desempenho é compensada pelo maior rendimento: são nada menos que 18,3 km/l em regime urbano e 16,9 km/l no rodoviário. Mas fique atento: apenas a topo de linha XRX conta com ar-condicionado bizona, bancos em imitação de couro bege, teto solar, painel digital e banco do motorista com ajustes elétricos. Reestilizado em 2024, o Corolla Cross recebeu nova grade frontal e faróis full-led. Continua após a publicidade Toyota Corolla Cross XRX HybridFernando Pires/Quatro Rodas O modelo 2025 tem visual idêntico ao zero-km (2026), além do freio de estacionamento eletrônico, painel 100% digital e multimídia de 9” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio. Recalibrado para atender novas normas de emissões, o motor 2.0 flex sofreu leve redução de potência (de 177 cv para 175 cv). Problemas e defeitos do Toyota Corolla Cross Bicos injetores I O sistema de injeção direta/indireta (motor M20A-FKB 2.0) é sensível à qualidade do etanol. Dificuldades na partida e queda no rendimento são indícios de bicos obstruídos. Bicos injetores II O motor 2ZR-FXE 1.8 que equipa as versões híbridas sofre menos com o etanol de baixa qualidade, mas bomba e filtro costumam durar menos com etanol: o ideal é alternar com gasolina. Câmbio eCVT Transeixo híbrido que deve ter seu fluido verificado a cada 48.000 km e substituído aos 190.000 km. Como o uso em trânsito intenso é considerado condição adversa, é melhor antecipar a troca. Continua após a publicidade Arrefecimento I O motor a combustão e o capacitor do elétrico compartilham o mesmo radiador, mas seus reservatórios são independentes: a substituição do fluido Super Long Life Coolant (SLLC) deve ser realizada a cada cinco anos ou 160.000 km. Arrefecimento II O correto funcionamento do sistema de refrigeração das baterias depende de um filtro de ar que não pode estar saturado. Recomenda–se sua inspeção a cada 10.000 km e substituição a cada 30.000 km. Por se tratar de um item barato, a troca preventiva não estoura o orçamento de manutenção. A Voz do dono Nome: Alexandre Bassi Idade: 45 anos Profissão: comerciante Cidade: Telêmaco Borba (PR) O que eu adoro: “A suspensão é tão macia que lembra um Ford Landau que tive: isola as ondulações no asfalto sem comprometer a segurança na estrada. A solidez típica de um Corolla nos traz tranquilidade.” O que eu odeio: “Os 123 cv combinados são insuficientes para proporcionar um bom desempenho na estrada, especialmente em subidas de serra. É praticamente metade do que oferece um BYD Song Plus.” Continua após a publicidade Preço médio dos Toyota Corolla Cross usados* <span class="hidden">–</span>Reprodução/Quatro Rodas Preço das peças do Toyota Corolla Cross <span class="hidden">–</span>Reprodução/Quatro Rodas Nós dissemos <span class="hidden">–</span>Reprodução/Quatro Rodas Março de 2021 “A mecânica híbrida é rigorosamente a mesma do Corolla, com o 1.8 flex que trabalha no eficiente ciclo Atkinson para gerar 101 cv e dois motores elétricos instalados dentro da transmissão com 72 cv. (…) O desempenho também é muito próximo ao do sedã: o Corolla Cross Hybrid até consegue entregar arrancadas vigorosas quando em baixa velocidade, mas suas reações ficam mais lentas conforme a velocidade cresce.” Pense também em um… <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Jeep Compass Seu motor 1.3 Turbo Flex (T270) entrega 27,5 kgfm e 185 cv, o que faz a diferença em retomadas na estrada com o carro cheio. A qualidade de construção do interior é nitidamente superior, com materiais mais suaves ao toque e um refinamento incomum no segmento. Fica devendo apenas um porta–malas maior (410 litros contra 440 l do Corolla Cross) e um pouco mais de espaço no banco traseiro. Publicidade View the full article
  10. Primeiro elétrico da Ferrari conquista chineses e profissionais da tecnologia e vende cerca de 500 unidades, segundo fontesView the full article
  11. Best Buy is in the process of removing old demo displays in hundreds of stores and switching to stacking product on shelves.View the full article
  12. Saiba como funciona e quais são as diferenças entre veículos MHEV, HEV, PHEV, REEV e BEV e descubra qual solução eletrificada é a ideal para a sua rotinaView the full article
  13. Sistema de sonido en BMW X1 de última generación compuesto por amplificación MATCH UP 10 DSP que se encarga de controlar un sistema de tres vías delantero con woofers Helix I5, medios y tweeter I7 completamente activo, traseros y canal central I3, más otro amplificador MATCH 1FX monofónico para un subwoofer ubicado en el doble fondo del maletero. Como el vehículo en cuestión equipaba de origen el sistema básico, no llevaba ni altavoz de agudos ni la ubicación prevista por lo que sustituimos por piezas originales en las cuatro puertas para que la integración sea perfecta. El mando Conductor instalado en la consola central nos permite ajustar el volumen del subwoofer o cambiar diferentes presets de sonido. #audiotechfischer , #helix , #caraudio , #match , #bmwView the full article
  14. Yesterday
  15. A indústria automotiva japonesa quer reduzir a distância para as fabricantes chinesas com uma estratégia inusitada: a padronização de componentes entre marcas rivais. A proposta é compartilhar peças não percebidas pelos consumidores para cortar custos e, assim, direcionar investimentos a tecnologias consideradas mais importantes. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A iniciativa ganha força em um momento de forte pressão sobre as montadoras japonesas em mercados estratégicos. Na China, as vendas da Toyota recuaram 17% no primeiro semestre deste ano, enquanto a Honda registrou queda de 35%. O avanço dos carros elétricos chineses também ameaça a participação das marcas tradicionais no Sudeste Asiático e na Austrália. Toyota Yaris Cross 2026Divulgação/Toyota A China já ultrapassou o Japão como o maior exportador mundial de automóveis. Apesar de manter uma posição forte na Europa e em outros mercados, a Toyota enfrenta um cenário mais difícil no país asiático, onde as fabricantes locais ampliaram sua presença com modelos elétricos de preços mais competitivos. Continua após a publicidade Para reagir, Koji Sato, CEO da Toyota e presidente da Associação Japonesa de Fabricantes de Automóveis, defende a criação de padrões comuns para componentes utilizados pelas principais marcas do país. A ideia é estabelecer um “padrão japonês” que também possa ser adotado por fornecedores de diferentes partes do mundo. <span class="hidden">–</span>FERNANDO PIRES/Quatro Rodas Entre os itens que poderiam seguir especificações comuns estão aço, plásticos e chicotes elétricos. Segundo Sato, os fornecedores produzem atualmente 70.000 variações diferentes de chicotes. Reduzir essa quantidade simplificaria a produção e diminuiria os custos industriais para as fabricantes. Continua após a publicidade A economia obtida com a padronização seria destinada a áreas mais relevantes para quem compra um carro atualmente. Entre elas estão softwares, sistemas de carregamento ultrarrápido e uma oferta mais ampla de opções de propulsão. <span class="hidden">–</span>Murilo Góes/Toyota O compartilhamento de componentes já é uma prática comum na indústria. O Grupo Volkswagen, por exemplo, utiliza a plataforma MQB em diferentes modelos e marcas, enquanto projetos desenvolvidos em conjunto resultaram em carros como BMW Z4 e Toyota Supra. Continua após a publicidade Outro caso é o Fiat 124 Spider, desenvolvido a partir de uma parceria com a Mazda e baseado no MX-5. A diferença é que a proposta defendida por Sato ampliaria esse conceito para componentes utilizados por diversas fabricantes japonesas, em vez de concentrá-lo em projetos específicos. Fiat 124 SpiderDivulgação/Fiat Durante uma reunião anual com fornecedores da Toyota, Sato resumiu a urgência da situação ao afirmar que as fabricantes japonesas precisam mudar para continuar competitivas. “Se as coisas não mudarem, não sobreviveremos”, declarou. O executivo evitou citar diretamente as montadoras chinesas, preferindo tratar o desafio como uma questão de competitividade internacional. Para ele, a cooperação entre empresas que tradicionalmente disputam o mesmo mercado pode ser a saída para enfrentar as transformações que atingem toda a indústria automotiva. Publicidade View the full article
  16. ✅✅✅LINK DA PLACA MP3 NO MERCADO LIVRE👉👉👉https://meli.la/2C9y9Ak ✅✅✅LINK DA PLACA MP3 ALIEXPRESS 👉👉👉https://s.click.aliexpress.com/e/_c42jiLof 🛑🛑🛑COMPRE NA NOVA LOJA DO Raylan Som 👇👇👇👇 ✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y ✅✅✅COMPRE AQUI PENDRIVE ATUALIZADO HARD CDS 👉👉👉https://shopee.com.br/product/432600863/18999845796/ ✅ESTRANHO AUDIO PARTS - Use o cupom de desconto 👉👉RAYLLAN5 👈👈e compre direto da fábrica https://loja.estranhoaudioparts.com.br ⭕⭕Meu facebook 👉👉👉https://www.facebook.com/RaylanSom/ °369 ✅Para comprar produtos online segue o link para compra ⭕️AMAZON https://amzn.to/3B5gXlb ⭕️Shopee https://shope.ee/apjpxVjd ⭕️✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y 🔖 Hashtags: #som #somautomotivo #carro #viagem #rayllansom #audio #vendas #negocios #Volkswagen #Fiat #Toyota #Hyundai #JEEP #RENAULT #NISSAN #caixatrio #caixabob #audio Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UCg0mdazek-we_xML7cHrr1g/join 🔴👉Instagram, TikTok , kwai e Facebook→ @raylansom 🔴GRUPO TELEGRAM 👉👉👉LINK DO GRUPO--- https://t.me/joinchat/HAimD4-0PoXFuQz1 😨Avaliando som dos Meus Inscritos (665)View the full article
  17. A inovação do Som Automotivo,seja um EXPERT você tambémView the full article
  18. Já conseguem imaginar o que está por vir? - - - - - #somautomotivoView the full article
  19. Procede a informação de que qualquer colisão de veículo híbrido acarreta classificação “média monta”, em um Boletim de Ocorrência? Benedito Velloso, São Lourenço (MG) O corretor de seguros Ettore Loreto, da Loretolife Seguros, afirma que não é dessa maneira que as seguradoras trabalham. “Não há nenhum tipo de regra, norma ou circular determinando que os híbridos são tratados de forma diferente dos outros veículos a combustão”, explica o especialista. A classificação de um sinistro não possui relação com a tecnologia de propulsão que o automóvel utiliza, seja ele movido a gasolina, diesel ou eletricidade. O que determina a classificação do sinistro é o impacto que o acidente teve no veículo. A média monta acontece quando há danos moderados em peças estruturais e mecânicas, mas que ainda podem ser reparados. Exige-se, no entanto, a emissão de Certificado de Segurança Veicular (CSV) por meio de inspeção ligada ao Inmetro e vistoria de identificação veicular em órgão credenciado pelo Detran. Por fim, é feito o registro no documento e no histórico do carro – que faz o carro perder valor. Se um automóvel híbrido pleno, híbrido leve ou híbrido plug-in sofre uma colisão de baixa gravidade no trânsito, o processo de funilaria e pintura ocorre sem que o carro seja condenado burocraticamente. Como esses carros carregam sistemas de alta tensão, inversores e um pacote de baterias, criou-se a percepção equivocada de que qualquer colisão afetaria a estrutura elétrica, encarecendo o orçamento a ponto de inviabilizar o conserto. “Eu mesmo já tive clientes com veículos híbridos que foram reparados normalmente sem a classificação de média monta”, exemplifica o especialista em seguros. Publicidade View the full article
  20. Com trocas rápidas e foco em eficiência, o sistema DCT combina sofisticação e desempenho, mas exige atenção à manutençãoView the full article
  21. O MB 400S de 8 polegadas da Taramps foi desenvolvido para entregar médios mais limpos, definidos e com presença. Com até 200W RMS e resposta de frequência de 60 Hz a 4.000 Hz, ele pode ser utilizado em sistemas automotivos, caixas frontais, projetos de quatro vias, paredões e caixas Bob. Mais clareza para completar o seu sistema. Taramps, O Som que Comanda! #taramps #som #somautomotivo #altofalante #audio #shortsView the full article
  22. A Ferrari atingiu a meta de vendas de 2026 para a Luce, após dois meses de lançamento do carro, segundo divulgado pelo Financial Times. O objetivo era comercializar 500 unidades do elétrico, à venda por 550.000 euros ou R$ 3.206.115 na cotação atual. A estreia da Luce ocorreu sob forte polêmica na ótica dos puristas e gerou uma forte declaração de Luca di Montezemolo, ex-presidente da Ferrari, contra o produto, e memes na internet à época. As principais razões estão no visual, considerado distante da identidade tradicional da marca, e pela adoção de um conjunto elétrico em substituição aos consagrados motores a combustão. Após a apresentação da Luce, as ações da empresa recuaram 8% na Bolsa de Milão e 5,3% na Bolsa de Nova York. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O design do carro foi concebido pelo estúdio LoveFrom, contratado pela Ferrari para desenhar o sedã de quatro portas. A decisão inusitada carrega a assinatura de Sir Jony Ive, líder do estúdio e ex-designer da Apple. Ive foi o responsável por popularizar o polêmico “notch”, o entalhe superior nas telas do iPhone a partir de 2017. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Ferrari Como é a Ferrari Luce? Primeiro carro elétrico da história da Ferrari, o superesportivo tem arquitetura inédita, quatro portas, quatro motores (um em cada roda) e capacidade para cinco ocupantes. O conjunto de propulsores entrega potência máxima de 1.050 cv. Eles são alimentados por uma bateria de 122 kWh integrada ao assoalho. O carro utiliza um sistema elétrico de 800 V, o que ajuda o veículo a suportar recargas rápidas de até 350 kW, e ainda promete uma autonomia superior a 530 km com a carga completa. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Ferrari Apesar do peso em ordem de marcha de 2.260 kg, a resposta instantânea da eletricidade permite aceleração de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos, 0 a 200 km/h em 6,8 segundos, enquanto a velocidade máxima é superior a 310 km/h. A ausência do túnel central de transmissão libera volume para a cabine de cinco assentos. O interior combina telas de informações co-desenvolvidas com a Samsung Display e comandos físicos usinados. Os acabamentos mesclam couro premium, vidro temperado e alumínio reciclado. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Ferrari Publicidade View the full article
  23. Recurso temporário será disponibilizado em mais de 70 países para veículos compatíveis com os sistemas BMW Operating System 7, 8, 8.5, 9 e X; marca também participa do novo filme da Sony Pictures com os modelos iX3 e Série 5View the full article
  24. Momento curiosidade: Coaxial Profissional Beyma 8CX300Neo - para quem queria uma solução top para caixas residenciais, com motor Neo, tá aí o produto que você procurava! Obrigado a Beyma pela recepção e quem quiser comprar pode chamar diretamente a Mundi Áudio que o pessoal tem estoque a pronta entrega 😃View the full article
  25. Perto de receber uma troca na motorização, o Jeep Compass teve seu preço reduzido para R$ 147.990 na versão de entrada Sport. O desconto de R$ 27.000 sobre o preço anterior de R$ 174.990 vai ajudar a marca a limpar o estoque antes da mudança de linha e deixar o carro mais competitivo diante da nova realidade do segmento, com cada vez mais opções disponíveis. A condição especial é listada no site oficial da Jeep, válida até o dia 4 de agosto. Vale somente para a versão Sport, na cor preto Carbon e sem pacotes opcionais. Jeep Compass SportDivulgação/Jeep É um valor que deixa o Compass com um custo-benefício bem atraente. Está na faixa de preço dos SUVs compactos, ficando até mais barato do que alguns. O Volkswagen T-Cross 200 TSI sai por R$ 152.890, enquanto o Hyundai Creta Comfort é vendido por R$ 156.590. Fica competitivo até ao considerar os crossovers de entrada. A versão de entrada do Compass passa a custar apenas R$ 1.800 a mais do que o Volkswagen Tera High, vendido a R$ 146.190. A proximidade de valores se repete em relação ao Renault Kardian Iconic, tabelado em R$ 146.590, e ao Fiat Pulse Impetus, por R$ 151.490. Continua após a publicidade Quais peças do motor do carro são mais prejudicadas pela gasolina com 32% de etanol? Por enquanto, o SUV utiliza o motor 1.3 turbo flex T270 associado ao câmbio automático de seis marchas e tração dianteira. O conjunto acelera de 0 a 100 km/h em 8,8 s. Segundo o Inmetro, as médias de consumo com gasolina são de 10,1 km/l na cidade e 12,1 km/l na estrada. Com etanol, os números passam para 7,3 km/l e 8,6 km/l, respectivamente. A partir da linha 2027, este conjunto receberá um sistema híbrido leve de 48V, igual ao utilizado por Renegade e Commander. O arranjo mecânico garante maior capacidade de absorção de impactos em pisos irregulares e melhor estabilidade em mudanças de trajetória. Nas dimensões, o SUV mede 4,40 m de comprimento, 1,81 m de largura, 1,63 m de altura e 2,63 m de entre-eixos, acompanhado por um porta-malas de 410 l. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. No interior, a versão preserva o padrão do restante da linha, com revestimento de toque suave na parte superior do painel e das portas. A central multimídia Uconnect conta com tela de 8,4 polegadas e conectividade sem fio para Apple CarPlay e Android Auto, operando em conjunto com o quadro de instrumentos analógico com tela digital de 7 polegadas. A lista de equipamentos de série inclui seis airbags, freios a disco nas quatro rodas com ABS, controles de tração e estabilidade, faróis integrais em LED e rodas de liga leve de 18 polegadas. O pacote é completado por ar-condicionado digital de duas zonas, chave presencial, freio de estacionamento eletrônico com função Auto Hold, câmera de ré e sensor de estacionamento traseiro. Publicidade View the full article
  26. Dona de marcas como Fiat, Jeep, Peugeot e Ram reverte prejuízo registrado um ano antes, aumenta receita em 13% e vê vendas crescerem na América do Norte e na EuropaView the full article
  27. Conversamos com especialistas em mercado e design automotivo para analisar as expectativas do novo lançamentoView the full article
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