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[4r]Marcopolo Nomade é uma casa 4×4 com preço de Porsche e duas cozinhas
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Enquanto imobiliárias destacam em seus anúncios quando um imóvel tem vista indevassável e recebe o sol da manhã, a Marcopolo, fabricante brasileira de ônibus e trens, agora pode proporcionar qualquer nascer do sol, em qualquer lugar do mundo. O Nomade é um motorhome de fábrica, que não é uma adaptação ou transformação. É uma casa pronta, com o conforto de um apartamento moderno, mas sobre um chassi com tração 4×4 e câmbio automático, para ir a qualquer lugar, por mais isolado que seja. Continua após a publicidade O mercado de motorhomes cresce bastante no Brasil desde a pandemia da Covid 19, mas 90% deste mercado é atendido por veículos transformados, feitos ou a partir de vans comerciais muitas vezes entregues pelos próprios clientes. A Marcopolo enxergou a oportunidade de criar um motorhome de fábrica, sob os mesmos processos e critérios que usa em seus ônibus, e com vantagens como possibilidade de utilizar sua rede em outros países. Nomade tem confortos – e o preço – de um apartamento novo na forma de micro-ônibusFernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade O Nomade é construído sobre um chassi Agrale com modificações exclusivas para esta aplicação. A carroceria, embora parecida com a de alguns micro-ônibus Volare, tem design exclusivo, com faróis e lanternas de led, além de reforços estratégicos em seu monobloco para garantir a integridade da parte chamada casa. Assim como os ônibus, o motorhome também precisou ser aprovado em simulações e testes de colisão. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade Chame um arquiteto Além dos opcionais, os clientes podem escolher também a planta que querem. Neste carro, que é um dos primeiros protótipos, há uma área de convivência com cozinha integrada, banheiro com divisão entre sanitário e box, e um quarto no fundo, passível de se transformar em suíte porque a porta do sanitário pode isolar a área traseira do motorhome, garantindo maior privacidade. É possível fazer diferente, unificando as partes do banheiro, usando cama menor ou na transversal, modificando a quantidade de armários. Além disso, o dinete é capaz de correr 1 metro para fora, ampliando o espaço de circulação. Após testes, a Marcopolo preferiu projetar seu próprio sistema elétrico de movimentação do dinete, em vez de usar um sistema importado, que julgou não ser robusto o suficiente. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A carroceria tem 7,5 m de comprimento e a área total é de 12 m2. Para otimizar o espaço, a mesa é telescópica: desce eletricamente e forma outra cama com o uso do encosto dos bancos. A iluminação acima usa pontos de fibra óptica que imitam estrelas, como nos Rolls-Royce, e as janelas têm persianas retráteis e mosquiteiros. Continua após a publicidade As luzes podem ser controladas por interruptores inteligentes, por assistentes como a Alexa, ou por um painel que controla os reservatórios de água (suja e limpa), aquecedor, gás (cujo botijão fica em um compartimento específico), sistema de gravação de câmeras de segurança, sistemas de energia e de aquecimento, tanto da água quanto da cabine: o piso pode ser aquecido e há um aquecedor a diesel para o ar. Também há ar-condicionado para a sala de jantar e para o quarto, no teto. Toldo permite usar a cozinha externa do Nomade mesmo em dias de chuva, além de dar o acesso a compartimentosFernando Pires/Quatro Rodas No teto também vão instalados painéis solares com 750 W (com a energia armazenada em baterias de lítio), a antena de internet via satélite da Starlink e, do lado direito, um toldo com acionamento elétrico. Painel do Nomade é revestido de vinil macio. No quarto, há armários suspensos, tomadas USB e base de recarga sem fioFernando Pires/Quatro Rodas Os principais equipamentos extrapolam aquilo que se espera de um veículo. A lista inclui central multimídia, câmeras 360o e base de carregamento sem fio, e pode trazer retrovisores digitais. Mas também há uma pequena máquina de lavar no porta-malas, espelho com termômetro e alto-falante Bluetooth no banheiro, além de geladeira (que abre para os dois lados), adega, forno, micro-ondas e até um depurador acima do fogão, que está bem espaçado da pia de inox com torneira monocomando. Tudo otimizado para esta aplicação, com travas especiais. Ainda há uma cozinha externa acondicionada na carroceria, com direito a TV de 32” em compartimento com fechamento hermético. Bancos giram para compor uma sala, mas a mesa vira uma camaFernando Pires/Quatro Rodas Conforto a bordo A parte motor deste motorhome é o chassi Agrale com um quatro-cilindros 3.8 turbo diesel da Cummins, com 175 cv e 61,2 kgfm. Neste protótipo, a tração 4×4 tem acionamento manual, mas os carros seguintes foram fabricados com seletor eletrônico. O que também faz toda a diferença no uso é a suavidade, pois a vibração e o ruído do motor foram muito bem isolados. O motorista não se sente em um automóvel, mas o conforto do câmbio automático faz toda a diferença para quem está pensando em fazer uma longa jornada. Ajuda também a relação de diferencial que foi alongada para reduzir as rotações em rodovias. A boa estabilidade vem da robustez da estrutura, silenciosa com o carro em movimento. Os bancos dianteiros, aliás, são giratórios. Banheiro é mais amplo que o de um avião, com direito a caixa de som Bluetooth no espelho. Área do banho é toda impermeávelFernando Pires/Quatro Rodas O preço de um Marcopolo Nomade é o mesmo de um Porsche dos sonhos bem configurado. Custa a partir de R$ 1,5 milhão, mas os opcionais e a liberdade de personalização não permitem definir um valor máximo. Para muitos, o sonho é poder ter um veículo que pode ser autossuficiente por dias em qualquer lugar. A empresa de Caxias do Sul não diz quantos Nomade já vendeu, mas todas as unidades que produzirá em 2026 já estão vendidas e as primeiras já foram entregues – e podem já estar em lugares remotos do continente. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Veredicto O Nomade é mais caro que outros motorhomes, mas é uma solução completa com um nível de autonomia que realmente permite fazer longas expedições e passar alguns dias isolado. Como cuidar de casa Na qualidade de uma casa ambulante, o manual de utilização do Nomade é, também, um manual de como cuidar da casa. Ele detalha cada sistema de infraestrutura do veículo, que requer revisões anuais e manutenções periódicas dos seus sistemas, que podem ser feitas pelo próprio “dono da casa”. Há desde esquemas elétricos e hidráulicos, a indicação das vassouras e dos produtos de limpeza adequados para cada acabamento. Também há recomendações para melhor utilização da energia do veículo e para a conexão dos seus sistemas em campings. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Ficha Técnica: Preço inicial: R$ 1.500.000 Motor: diesel, quatro cilindros, 3.760 cm³, 175 cv e 61,2 kgfm entre 1.100 e 1.500 rpm Câmbio: aut., 6 m., tração 4×4 Direção: hidráulica Suspensão: duplo A (diant.), multilink de cinco braços (tras.) Freios: disco ventilado (diant. e tras.) Pneus: 235/75 R17,5 Dimensões: comprimento 750 cm; largura 230 cm; altura 320 cm; entre-eixos 318 cm, peso 8.700 kg; PBT, 9.200 kg; tanque, 150 litros; tanque de água, 300 litros; tanque de água de reúso, 40 litros Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Picape V8 e Uno Mille: veja os carros que podem salvar Fiuk da falência
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Cantor e ator se desfez de sedã de luxo, picape V8 e hatch popular em estado de zero-quilômetro para quitar pendências financeiras e abrir a loja FiukarView the full article -
[4r]Bentley Supersports é o carro mais leve e agressivo da marca para se andar nas ruas
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Pegar um carro e deixá-lo mais esportivo segue alguns princípios básicos: aumentar a potência, melhorar a capacidade de colocar os cavalos extras no chão (com acerto de chassi, pneus melhores e mais eficiência aerodinâmica para colar o carro ao asfalto) e reduzir o peso. Foi exatamente isso que a Bentley fez sob a supervisão de seu novo CEO, Frank-Steffen Walliser, recrutado da Porsche em 2024. Ele chegou à marca britânica com o DNA certo para deixar sua marca neste que é o primeiro Bentley desenvolvido desde que assumiu o comando da empresa. E isso fica evidente. Começando pelo último ponto, o peso: este é o Bentley mais leve dos últimos 85 anos. Ele é quase meia tonelada mais leve que o Continental GT e também o primeiro modelo desta linha a ficar abaixo dos 2.000 kg. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley A principal contribuição para essa dieta veio do conjunto mecânico. Não há componentes do sistema de tração nas quatro rodas, como o sempre pesado eixo de transmissão. O teto, feito de alumínio nos Continental GT convencionais, foi substituído por uma peça mais leve de fibra de carbono, o que também ajuda a baixar o centro de gravidade do carro. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade No interior, os dois bancos traseiros, suas respectivas colunas e os chicotes do sistema de áudio foram eliminados. Materiais de isolamento acústico também foram retirados de todo o habitáculo. Alguns sistemas de assistência ao motorista também ficaram de fora do Supersports, já que este é um GT muito mais voltado às pistas. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley Na ligação entre peso e aerodinâmica, quase todos os novos elementos externos da carroceria são feitos de fibra de carbono e trabalham em busca do mesmo objetivo. Todos têm uma função prática de reduzir peso e melhorar a aerodinâmica. Nenhum está ali apenas por estética. Continua após a publicidade Juntos, esses apêndices geram mais de 300 kg de carga aerodinâmica em relação a um Continental GT Speed a 250 km/h. Ao mesmo tempo, ajudam a otimizar a distribuição de peso entre os eixos, que começa em 54% na dianteira e 46% na traseira com o carro parado. Com o aumento da velocidade, a carga aerodinâmica faz a traseira “ganhar peso”. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley O para-choque dianteiro inferior é novo e incorpora um splitter frontal, o maior já instalado em um Bentley de rua. O componente também traz dois novos canais de refrigeração de cada lado, responsáveis por reduzir a temperatura dos freios e do motor. Continua após a publicidade A nova grade de malha de alumínio foi cortada a laser e tem desenho exclusivo. Há ainda novos perfis atrás das rodas dianteiras e saias laterais para reduzir a sustentação do carro em acelerações mais fortes e melhorar o fluxo de ar pelas laterais. Essa também é a função do novo difusor traseiro, que trabalha em conjunto com um aerofólio fixo no topo da tampa do porta-malas. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley No habitáculo, foram usados revestimentos de fibra de carbono e uma combinação de couro natural e sintético Dinamica. A segunda fileira foi substituída por uma estrutura monocoque de fibra de carbono, revestida em couro. Continua após a publicidade Como já foi dito, a maior redução de peso veio do conjunto mecânico. Não existe aqui um sistema híbrido plug-in, que exigiria uma pesada bateria, e a tração é exclusivamente traseira. É o primeiro Continental GT homologado para as ruas a abrir mão da tração nas quatro rodas. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley O V8 4.0 biturbo recebeu virabrequim reforçado, cabeçotes aprimorados e turbos com maior pressão. O resultado é o motor Bentley com a maior potência específica da história: 166,5 cv/l ou 666 cv, além de 81,6 kgfm de torque. Continua após a publicidade Ele trabalha com o conhecido câmbio automatizado de dupla embreagem e oito marchas da ZF, usado em toda a linha Bentley, mas com embreagens reforçadas e uma nova estratégia de trocas. Elas são mais rápidas e dão atenção especial às reduções durante as frenagens para melhorar a estabilidade do Supersports. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley O motor respira por um sistema de escapamento de titânio desenvolvido com a especialista Akrapovič. O som é bem mais expressivo que o de qualquer outro Bentley e, como faz questão de destacar Mathias Raabe, diretor técnico da marca, é “tudo natural”. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 3,7 segundos, enquanto a velocidade máxima chega a 310 km/h. A potência é enviada exclusivamente às rodas traseiras por meio de um diferencial eletrônico de deslizamento limitado, o eLSD. A bitola traseira é 16 mm maior que a de um Continental GT. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley O eLSD trabalha em conjunto com o sistema de vetorização de torque por frenagem para melhorar a entrada em curvas e a tração. A direção nas rodas traseiras foi mantida para garantir máxima agilidade e estabilidade, enquanto os ajustes da direção, suspensão, gerenciamento de tração e controle eletrônico de estabilidade são novos. As configurações do controle de estabilidade permitem ao motorista escolher entre diferentes níveis de intervenção. Há desde uma atuação mínima até o Modo Dinâmico, que permite determinado nível de derrapagem e sobresterço dentro dos limites definidos pelo sistema, além da possibilidade de desligamento total. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley Há três novas configurações de chassi. Touring equivale ao modo Sport do Continental GT Speed, mas combina esse ajuste com maior altura livre do solo, de 104 mm, amortecimento mais macio e som de escapamento mais discreto. O modo Bentley é mais esportivo, com mudanças na estratégia do câmbio, na resposta do acelerador e no chassi. As válvulas do escapamento se abrem para melhorar o som e o launch control fica disponível. Já o modo Sport, que deixa o carro 1 cm mais baixo, extrai o máximo das respostas do chassi e do conjunto mecânico. Para rodar na cidade ou entrar e sair de algumas garagens, a função Lift permite elevar a dianteira em 5,5 cm. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley A suspensão usa braços duplos de alumínio na dianteira e eixo traseiro multibraço, além de molas pneumáticas e novos amortecedores de câmara dupla, controlados individualmente nas fases de compressão e extensão. O Bentley Dynamic Ride, sistema que controla eletronicamente a estabilidade da carroceria, pode aplicar até 132,6 kgfm de torque de resistência à rolagem em cada eixo em apenas 0,3 segundo. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley A frenagem fica por conta do maior sistema de freios já instalado em um automóvel de produção. São discos de carbono-silício-carboneto de 440 mm na dianteira, com pinças de dez pistões, e discos de 410 mm com pinças de quatro pistões na traseira. As pinças são pretas de série, com opção de pintura vermelha. O Supersports usa novas rodas de liga leve de alumínio forjado e usinado de 22″, desenvolvidas em parceria com a especialista Manthey Racing. Há duas opções de pneus: Pirelli P Zero de série e o novo Trofeo RS de alta performance como opcional. Com os Trofeo RS, as alterações no chassi e a redução de peso permitem ao Supersports fazer curvas aproximadamente 30% mais rápido que um Continental GT Speed, com força lateral máxima de até 1,3 g. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley Antes de entrar na pista de Laguna Seca, o atual CEO da Bentley confirmou a importância do momento: “Este carro é mais do que apenas o Bentley mais focado no motorista de todos os tempos. É o retorno da nossa marca à produção de automóveis mais extremos e, pessoalmente, é o primeiro projeto completo desde que entrei na Bentley Motors”. Mas não resisti a uma pequena provocação. Perguntei a Walliser se não seria uma homenagem à história do Supersports limitar a produção a 666 unidades, cerca de 200 destinadas a clientes na Europa, em vez de 500. Afinal, o Supersports de 2017 tinha 710 cv e esse também foi o número de carros produzidos. Sorrindo, o CEO admitiu que “a pergunta faz todo sentido, mas entendemos que 500 unidades seria o volume que seria rapidamente esgotado pelos potenciais clientes e ajudaria na valorização futura do veículo, por haver menos carros do que o mercado facilmente absorveria”. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley E foi assim que entrei na pista de Laguna Seca, perto da baía de Monterey, onde havia terminado no dia anterior a Semana do Automóvel. São 3,6 km e 11 curvas, algumas bastante desafiadoras, especialmente a famosa Corkscrew, totalmente cega na entrada de uma descida vertiginosa e cuja referência para apontar o carro é um pinheiro no horizonte. Logo no fim da reta dos boxes, fica fácil perceber que, entre a impressionante capacidade de frenagem dos maiores discos usados em qualquer carro de rua e a drástica redução de peso, o Supersports impressiona tanto ao perder velocidade quanto ao ganhá-la. E isso não é pouca coisa, considerando que ele chega aos 100 km/h em apenas 3,7 segundos. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley O câmbio tem uma resposta mais esportiva no Supersports, retardando as trocas para marchas mais altas e antecipando as reduções, especialmente no modo Sport. É também nesse modo que o motor assume uma sonoridade mais grave e presente. Claro que sentir os freios respondendo com enorme potência ajuda a ganhar confiança ao longo das poucas voltas que pude dar com o Supersports. Isso também foi possível graças à aderência reforçada dos pneus Pirelli Trofeo RS usados nos dois carros disponíveis para essa atividade na Califórnia. Eles são a opção mais esportiva para este modelo. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley Não foi possível avaliar o comportamento da suspensão em pisos ruins, já que não houve condução em estradas. Ainda assim, dá para perceber que o rodar é bastante firme e que os movimentos laterais da carroceria são muito bem controlados. Mesmo com o controle de estabilidade impossibilitado de ser desligado — uma limitação definida pela Bentley —, fica claro que a traseira tem mais “vida” do que a do Continental GT Speed com tração nas quatro rodas, convidando a momentos mais divertidos nas curvas. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley Também dá para imaginar que a excelente aderência do eixo dianteiro contribuirá para permitir ainda mais brincadeiras com este Supersports quando as rédeas estiverem mais soltas. O capacete obrigatório na pista sempre torna a experiência mais claustrofóbica e reduz o contato visual com o habitáculo, mas o ambiente interno é bastante conhecido do restante da família Continental. Os materiais são excelentes, com predomínio de fibra de carbono, Alcantara, couro e alumínio, e os acabamentos são refinados na parte superior do painel e das portas. A ressalva fica para o plástico cru e menos sofisticado do que deveria no console central, onde estão concentrados praticamente todos os comandos manuais. Entre eles está o seletor giratório dos modos de condução, que faria mais sentido no volante em um carro que frequentará circuitos ou que convida a uma condução mais esportiva em estradas públicas. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley Uma mulher como inspiração O novo Supersports nasceu de uma ideia apresentada em setembro de 2024, quando uma pequena equipe de engenheiros começou a teorizar sobre o comportamento dinâmico de um Continental GT com tração traseira e menos de duas toneladas. A construção de um protótipo foi aprovada, e ele chegou à pista apenas seis semanas depois para demonstrar suas qualidades. Convenceu a todos. E assim nasceu o novo Supersports. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley Logo ficou claro que seria necessário um nome-código para manter o projeto em segredo. A equipe buscou inspiração no passado da Bentley e na história de Mildred Mary Petre. Nascida em 1895, ela foi recordista em terra, no mar e no ar como piloto de carros, barcos e aviões. Em 1929, conduziu sozinha um Bentley 4½ Litre no circuito de Montlhéry, na França, durante 24 horas. Ela manteve uma velocidade média de 144 km/h e estabeleceu um novo recorde de resistência. Um feito impressionante até para os padrões atuais e ainda mais extraordinário na década de 1920. Em homenagem ao seu espírito destemido, a pequena equipe de desenvolvimento batizou o novo projeto de Mildred. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley Linhagem de apenas três mosqueteiros O nome Supersports é a evolução moderna de uma das denominações mais evocativas da história da Bentley: “Super Sports”, usada pela primeira vez em um modelo da marca há 101 anos. O primeiro Super Sports foi lançado em 1925 e era baseado no modelo 3 Litre. Tinha motor aprimorado e chassi mais curto e, portanto, mais leve. Foi o primeiro Bentley capaz de superar os 160 km/h. Ali também ficou estabelecido o segundo critério que define um “Super Sports”: a raridade. Foram produzidos apenas 18 exemplares. Adormecido por décadas, o nome Supersports, agora escrito em uma única palavra, ressurgiu em 2009 em uma versão de topo da primeira geração do Continental GT, capaz de alcançar 328 km/h. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley Foi a primeira variante de dois lugares da família Continental, 100 kg mais leve e o Bentley mais focado na condução, com genes de pista. Em 2017, ele foi superado por um sucessor ainda mais rápido e empolgante, desenvolvido a partir da segunda geração do Continental GT. Assim como o primeiro Continental Supersports, usava um W12 6.0 biturbo, mas agora com 710 cv, o que o tornou o Bentley mais potente de todos os tempos. Foram produzidas 710 unidades, em referência à potência. O novo Supersports muda a abordagem. Em vez de focar na velocidade máxima, sua missão é envolver o motorista ao máximo por meio de uma combinação entre redução de peso — a mais substancial da história da Bentley — e um novo motor mais potente. Publicidade View the full article -
🔊 VW Gol GTi 1990 - Modernidade e Alta Definição no Ícone dos Anos 90. Como atualizar o sistema de som de um clássico absoluto mantendo a originalidade e a estética de época intocadas? Desenvolvemos um projeto sob medida para este Gol GTi, aliando a delicadeza dos detalhes à força bruta nos graves. Instalamos os aclamados alto-falantes coaxiais de 4 polegadas da Blam Audio (Linha Relax) integrados nos locais originais do painel e das laterais, combinados com o imbatível Subwoofer Audison APS 10 D (Prima) de 10”, empurrado exclusivamente por um amplificador mono Alpine Linha R. 🛠️ O Diferencial do Projeto: * 100% Originalidade Preservada: Os falantes Blam Relax foram instalados exatamente nos locais originais de fábrica, sem cortes ou furações extras, mantendo as telas originais do GTi. * Graves de Respeito com a Força Alpine: O subwoofer Audison APS 10 D foi acomodado em uma caixa selada de alta performance, recebendo toda a potência e o controle dinâmico que só o amplificador mono Alpine Linha R consegue entregar. * Instalação Reversível: Chicotes e conexões desenvolvidos sem alterar a fiação original do carro. Toda a integridade desse clássico colecionável foi mantida intacta. 🎵 O Resultado Final: O equilíbrio perfeito! Os falantes Blam de 4" entregaram uma definição de médios e agudos impressionante no palco dianteiro, enquanto o combo Audison + Alpine preencheu o carro com um grave absurdamente firme, encorpado e de altíssimo impacto. Um som moderno, refinado e potente dentro de uma lenda nacional. 🏆 Confiança Audio Design: Oferecemos GARANTIA PERMANENTE em nossas montagens. Desde 1994, são mais de 30 anos projetando obras-primas em áudio automotivo, acabamentos e acessórios premium. Traga seu clássico ou moderno para quem é referência no mercado! #golgti #vwgolgti #vw #vwquadrados #golgtiquadradoView the full article
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[4r]Vendas de carros 0km crescem quase 20% em 2026; veja os 15 carros mais vendidos em agosto
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O mercado brasileiro de veículos novos segue em alta. O mês de agosto de 2026 encerrou com 262.052 emplacamentos, o que representa um crescimento de 22% em relação a agosto de 2025, quando 214.769 veículos foram emplacados. Apesar disso, o oitavo mês do ano registrou recuo de 0,9% em comparação com julho de 2026. No acumulado do ano, a alta chega a 19,3%, com 1.883.332 unidades vendidas contra 1.578.172 no mesmo período do ano passado. A queda perante julho ocorreu essencialmente pelo menor número de dias úteis no mês: foram 23 em julho e 21 em agosto. Com isso, a média diária ficou em 12.479 unidades em agosto, contra 11.492 em julho. Ajustado ao calendário, o recuo de 0,9% se converte em crescimento de 8,6%. <span class="hidden">–</span>Rafa Neddermeyer/Agência Brasil Continua após a publicidade Segundo a Bright Consultoria, a estabilidade no índice de confiança do consumidor, o avanço dos eletrificados — que já representam 24,3% do mercado — e a expansão das marcas chinesas, responsáveis por 23,1% das vendas totais, explicam o crescimento. Soma-se a isso a preferência do consumidor por um modelo chinês zero-km no lugar de um seminovo. Chevrolet segura BYD A BYD mantém ritmo de crescimento no Brasil, registrando variação positiva de 0,4% no mês. Mesmo com o recuo de 0,6% nas vendas da Chevrolet, a fabricante manteve a terceira posição no mercado, possivelmente impulsionada pelos bônus oferecidos no fim do mês. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet Continua após a publicidade A liderança permanece isolada com a Fiat, que não deve ter o posto ameaçado em 2026. A Volkswagen ocupou a segunda posição em agosto. Ambas as fabricantes tiveram leve recuo de 0,1% no total de vendas. O maior avanço no mês foi da Hyundai, quinta colocada, com variação positiva de 2,1%. Confira as marcas mais vendidas em agosto: Continua após a publicidade Rank Marca Emplacamentos Variação (p.p.) 1 FIAT 48.427 -0,1 2 VW 41.403 -0,1 3 GM 27.504 -0,6 4 BYD 24.441 +0,4 5 HYUNDAI 17.017 +2,1 6 TOYOTA 13.561 -0,6 7 GWM 9.825 +0,2 8 RENAULT 9.784 -0,3 9 HONDA 9.678 0 10 JEEP 9.027 0 11 GEELY 7.525 +0,1 12 NISSAN 6.429 -0,1 13 CHERY 6.014 -0,5 14 FORD 4.706 -0,2 15 OMODA 3.616 +0,4 Os 15 carros mais vendidos de agosto de 2026 A Fiat Strada manteve a liderança de vendas em agosto, com 13.796 unidades emplacadas. A picape abriu vantagem sobre Volkswagen Polo (10.472) e Volkswagen Tera (10.338), que ocuparam a segunda e a terceira posições, respectivamente. <span class="hidden">–</span>Divugação/Fiat Continua após a publicidade O BYD Dolphin Mini alcançou a quinta colocação no mercado nacional, com 8.299 emplacamentos. A Hyundai apresentou recuperação com o Creta em sétimo lugar e o HB20 na 15ª posição. O volume de vendas diretas teve papel relevante: representou 48,8% dos emplacamentos do Creta e 77,8% das vendas do HB20. O líder nessa modalidade foi o Fiat Mobi, com 98,6% das 5.587 unidades comercializadas via vendas diretas. Rank Marca Modelo Emplacamentos Emplacamentos VD % VD 1 FIAT STRADA 13.796 8.772 63,6% 2 VW POLO 10.472 6.933 66,2% 3 VW TERA 10.338 5.778 55,9% 4 FIAT ARGO 8.811 6.721 76,3% 5 BYD DOLPHIN MINI 8.299 2.479 29,9% 6 GM ONIX 7.635 4.080 53,4% 7 HYUNDAI CRETA 7.354 3.591 48,8% 8 VW T CROSS 6.815 4.105 60,2% 9 BYD DOLPHIN 6.740 776 11,5% 10 GWM HAVAL H6 6.433 1.167 18,1% 11 GEELY EX2 5.805 316 5,4% 12 FIAT TORO 5.707 2.619 45,9% 13 FIAT MOBI 5.587 5.509 98,6% 14 GM TRACKER 5.326 1.249 23,4% 15 HYUNDAI HB20 5.309 4.131 77,8% Publicidade View the full article -
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[4r]VW Tera se transforma em ‘Tengo’ para ser fabricado na África do Sul
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Volkswagen Tengo ou mais conhecido como Tera, este será o nome adotado pela marca alemã para produzir o SUV de entrada na África do Sul. O nome foi escolhido em votação após derrotar outras três opções: Tavi, Tiva e Tion. A apresentação do Tengo aconteceu durante a celebração de 75 anos da Volkswagen na África do Sul. Todos os nomes tinham algum significado cultural para o povo, sendo que Tengo está ligado a qualidades como força, resiliência e propósito. Para fabricar o Tengo na África do Suk, o investimento realizado foi de R$ 1,26 bilhão. O modelo será feito em Kariega, onde marca mantém sua fábrica há 75 anos. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Na mesma planta são feitos o Volkswagen Polo e o Polo Vivo, este é a geração anterior do hatch que foi mantida em linha mesmo com a chegada da configuração que conhecemos. Vale lembrar que o Tera, Tengo para os sul-africanos, compartilha muitos componentes com o Polo. Continua após a publicidade A estreia acontecerá somente em 2027 e espera-se que o posicionamento seja similar ao do aplicado no Brasil, portanto, um SUV de entrada. Por lá, a linha de modelos dessa categoria é um pouco maior do que no Brasil. Atualmente o T-Cross faz a porta de entrada da marca, com o Taigo, que é uma variante do Nivus, logo acima. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade No entanto, os consumidores sul-africanos ainda podem comprar o novo T-Roc, o Tayron, que é a atual geração do Tiguan vendida no Brasil, e o Touareg, SUV grande que deixou de ser ofertado no nosso mercado em 2019. Em comparação com o Tera, o Tengo mantém o visual, no entanto, segundo o site BusinessDay, teve a suspensão revista para suportar as condições locais. Ele será oferecido em três configurações, mas não será dotado do motor 1.0 turbo. Em seu lugar, o Grupo Volkswagen África adotará o conhecido motor 1.6 MSI, que pode ser acoplado a uma transmissão manual de cinco marchas ou automática de seis posições. Publicidade View the full article -
[4r]Governo da China notifica Geely por inconsistência no entre-eixos do EX2
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O governo chinês, por meio do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China (MIIT), notificou montadoras por irregularidades em seus carros. Trata-se dos resultados da inspeção anual de 2025 de conformidade de produção de veículos de nova energia. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O comunicado engloba sete modelos de carros em quatro categorias de não conformidade. As constatações estão relacionadas a carros selecionados e não constituem um recall de toda a frota. Geely EX2 Geely EX2 ProFernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade O caso da Geely envolve o modelo EX2, que na China é vendido com o nome Xingyuan. De acordo com o MIIT, a distância entre-eixos da unidade analisada excede a margem de erro permitida (1%) em relação à declarada. O comunicado não especificou a distância entre os eixos medida, nem mesmo a diferença encontrada. Continua após a publicidade BYD Qin L DM-i BYD Qin L DM-iDivulgação/BYD Outro caso de carro de passeio envolve a BYD e o modelo Qin L DM-i, um híbrido plug-in equipado com o motor DM 5.0. Sobre este carro, o MIIT afirmou que o consumo de combustível do veículo testado, no modo de carregamento contínuo (CS), excedeu o valor declarado. Para o carro da BYD, o comunicado também não consta especificidades da diferença. Continua após a publicidade A condição de teste está ligada ao modo CS, que é uma condição de operação na qual a bateria de alta tensão é mantida dentro de sua faixa de carga enquanto o motor a combustão fornece a principal fonte de energia. Resposta do MIIT Para as empresas que apresentarem problemas de consistência na produção durante as inspeções, o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação adotou medidas correspondentes, dependendo da gravidade das circunstâncias, de acordo com as disposições pertinentes das leis locais. Continua após a publicidade Pode ocorrer: determinação de retificação, a suspensão ou revogação dos anúncios de produtos relevantes e a suspensão da transmissão eletrônica dos certificados de qualificação de produtos relevantes. A nota não concede detalhes se Geely e BYD foram penalizadas ou como foram. “Todos os fabricantes de veículos rodoviários devem aprender com esta lição, tirar conclusões dela, implementar seriamente os requisitos relevantes para a gestão de acesso de fabricantes e produtos de veículos rodoviários, resistir resolutamente à concorrência irracional, fortalecer ainda mais a gestão da cadeia de suprimentos, aprimorar a capacidade de garantir a consistência da produção, melhorar o nível de consistência, qualidade e segurança da produção e salvaguardar efetivamente a ordem do mercado de concorrência justa e os direitos e interesses legítimos dos consumidores”, ressalta o MIIT em comunicado. Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Aceleramos (e vimos nascer) o caminhão mais potente fabricado no Brasil
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Scania 770S V8 tem coração sueco e é produzido em São Bernardo do Campo. Conheça o veículo mais potente fabricado em terras brasileirasView the full article -
[4r]Flagra: Chevrolet Sonic 2028 testa motor híbrido leve mais ‘forte’ que do Jeep Avenger
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O Chevrolet Sonic ainda é novidade no mercado brasileiro, mas a General Motors já prepara evoluções para o modelo – ele ganhará, em 2027, uma motorização com sistema híbrido leve. Para isso, a marca tem reforçado os testes do novo conjunto e QUATRO RODAS flagrou uma unidade em processo de homologação. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Na unidade flagrada quem rouba a cena não são as camuflagens do Sonic, que cobrem áreas como capô, maçanetas, teto, rack e rodas, e não têm propósito algum, já que o SUV compacto já está à venda e não terá qualquer mudança visual com a nova motorização. As atenções ficam para o reboque com lastros, teste incomum de se ver em vias públicas. <span class="hidden">–</span>Diogo Dias/Quatro Rodas Continua após a publicidade O que se esconde é o novo sistema híbrido leve (MHEV) adicionado aos já conhecidos motores flex 1.0 e 1.2 turbo. Trata-se de um sistema de 48 Volts que, no caso do Sonic, será uma importante vantagem frente a concorrentes como Fiat Pulse e Jeep Avenger, que têm conjuntos MHEV de 12 Volts. Ou seja, no GM a adição será mais eficiente nos auxílios que melhoram o desempenho e reduzem o consumo de combustível. A General Motors já confirmou que trabalha no conjunto para seus modelos nacionais. Embora a marca não aponte quais serão, já se sabe que o sistema estará ao menos em Sonic, Montana e Tracker, este que será o primeiro a recebê-lo. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas O movimento é uma resposta ao avanço da concorrência dos três modelos, que têm ganhado motorizações eletrificadas. O Sonic precisa da novidade para enfrentar os fortes rivais, assim como o Tracker, que ainda tem números satisfatórios de vendas, mas já necessita de um fôlego. Continua após a publicidade A Montana tem vendas tímidas, mas pegaria carona para responder não apenas à Toro MHEV, mas também à Volkswagen Tukan, que estreia em 2027 possivelmente já com o sistema híbrido leve. Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Fiat Argo X terá seis versões no Brasil e é visto em testes com calotas e faróis
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Flagra revela detalhes da versão intermediária Audace do novo hatch; gama terá motores 1.0 Firefly e 1.0 turbo híbridoView the full article -
[JonalCarro2]“Ano da Hilux”: Toyota prepara nova geração, versão elétrica e híbrida para 2027
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Marca japonesa prepara uma sequência de lançamentos para 2027, incluindo Hilux elétrica, SW4 renovado e uma nova picape monobloco produzida no BrasilView the full article -
[JonalCarro2]Carro elétrico usado: o que você precisa saber antes de comprar
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Especialistas explicam como avaliar bateria, garantia, histórico de manutenção e infraestrutura de recarga antes de comprar um eletrificado usadoView the full article -
[CE1]ELETTROMEDIA Unveils The New Audison Marine Division
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Cannes Yachting Festival 2026, 9-11 September, PAN 112 Press Release (UNEDITED): Milan, ITA – Elettromedia, the Italian multinational group specializing in the development and manufacturing of high-performance audio systems for the automotive, marine, powersports, and professional audio industries, will make its debut at the Cannes Yachting Festival, one of the world’s most prestigious events dedicated […]View the full article -
[CE1]12-Volt Selling Online - Pros and Cons
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If over 50 percent of car audio sales are transacted online, should you be selling from your website or via a 3rd party marketplace...View the full article -
[AutoMotivo TV]Tudo que você precisa saber antes de comprar seu ESCORT XR3
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Tudo que você precisa saber antes de comprar seu ESCORT XR3. Aqui neste video todas as principais características de duas versões: a 1.6CHT e a 1.8 AP CONVERSÍVEL Com @motorsportx garageView the full article - Yesterday
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[JonalCarro2]Juros mais baixos e média de preço menor impulsionam venda de carros no Brasil
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Estudo aponta alta no comércio de novos e usados, mas acende alerta para inadimplência e inflação no 2º semestreView the full article -
[JonalCarro2]Em testes no Brasil, Leapmotor A05 estreia na China como rival do Geely EX2
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Hatch da Stellantis também é chamado de B03 e chega ao mercado Chinês mais barato que EX2 e com direção autônomaView the full article -
[4r]Os melhores carros esportivos até 500 cv para comprar em 2026
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1º Porsche 911 Carrera S U m Porsche 911 Carrera S é uma opção segura para quem busca um esportivo com presença, usável no dia a dia e envolvente ao volante. Seu motor seis-cilindros boxer 3.0 turbo tem 450 cv e o câmbio é um PDK de oito marchas. A mágica está em, com esse conjunto, ser capaz de chegar aos 100 km/h em 3,5 s. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidade 2º BMW M2 Coupé Track 480 Cv U m dos grandes rivais dos Porsche 911, o BMW M2 também é fel à tração traseira e tem motor seis-cilindros, mas um 3.0 biturbo com 480 cv e instalado na dianteira. O câmbio é automático de oito marchas e há modo de condução para drift, alinhado com a suspensão adaptativa. Chega aos 100 km/h em 3,9 s. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidade 3º Porsche 911 Carrera T O “T” no nome vem de Touring e destaca uma preocupação com redução de peso, o que elimina parte do isolamento acústico e leva ao uso de vidros mais fnos. O mais legal é que seu câmbio padrão é um manual de seis marchas, sendo o PDK com sete um opcional. Seu 3.0 turbo gera 394 cv. Veja os campeões de todas as categorias do Melhor Compra 2026 Publicidade View the full article -
[4r]Jaecoo 5 perde vendas e potenciais compradores reclamam ao CEO por ‘painel de moto’
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O Jaecoo 5 foi um dos destaques do Festival Interlagos e será o maior lançamento da Omoda & Jaecoo no Brasil este ano, como parte de forte ofensiva aos tradicionais VW T-Cross, Honda HR-V, Nissan Kicks, Chevrolet Tracker e Hyundai Creta. Porém, um detalhe desagradou aos possíveis compradores do modelo, que apelaram em uma carta à matriz. Alguns deles dizem ter desistido da compra. QUATRO RODAS teve acesso a uma nota enviada por um grupo de interessados no novo Jaecoo 5 a executivos do alto escalão da Omoda & Jaecoo, como Mr. Peng Hu, CEO da Omoda & Jaecoo no Brasil. Nela, a principal reclamação é direcionada ao quadro de instrumentos do SUV no Brasil, considerado simples para o segmento. Consultada, a Omoda & Jaecoo disse que não comentará sobre os detalhes do produto. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo Trata-se de um quadro de cristal líquido do tipo TFT, com mostradores e indicadores digitais, apenas por luzes. Não é, de fato, uma tela com computador de bordo e/ou outras apresentações, como mapas e possibilidade de personalizações, como já é comum em modelos de segmentos inferiores. O visual remete ao visto no atual HB20, por exemplo. Todos os concorrentes diretos do modelo têm, no entanto, telas mais atraentes, assim como o próprio Jaecoo 5 em outros mercados, como o europeu. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. De acordo com a mensagem, diversos potenciais clientes tiveram percepções negativas com o equipamento, com alguns deles reconsiderando ou já desistindo da compra. Entre as novas opções estão o BYD Atto 2 e o GWM Ora 5, além do “primo” Omoda 5. As reações incluem falas como “parece um painel de moto”, “eu cancelaria a compra por causa dessa tela” e “acho que vou ficar com meu carro por mais tempo e esperar por uma versão atualizada”. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo Entre as questões apresentadas estão não apenas o tamanho ou o visual do equipamento, mas também a limitação das informações, a necessidade de se desviar o olhar da estrada para acesso a algumas funções (como ADAS) e, por fim, a percepção de simplicidade da versão brasileira em relação a outros mercados e em relação a proposta de modernidade da marca. Há ainda o pedido para que a marca reavalie o item para futuros lotes do modelo – embora isso possa causar um problema de desvalorização para as primeiras unidades comercializadas. Continua após a publicidade Por outro lado, a “comunidade” do Jaecoo 5 diz que o modelo tem proposta positiva em geral por seus atributos em design, tamanho e sistema híbrido, e que ainda há clientes acreditando que as vantagens se sobressaem ao quadro de instrumentos simplório. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo O Jaecoo 5 tem seu lançamento no Brasil confirmado para ainda este ano, com a pré-venda sendo iniciada em novembro, em duas versões (Prestige e Comfort). Com 4,38 m de comprimento e 2,62 m de entre-eixos, a expectativa é de que o modelo custe ente R$ 150.000 e R$ 180.000. Continua após a publicidade Sua mecânica combina um motor 1.5 turbo de 135 cv e 20,4 kgfm a outro elétrico, este com 204 cv e 31,6 kgfm. Juntos, os motores entregam 224 cv e 30,1 kgfm, suficientes para impulsionar o SUV de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos. De acordo com o Inmetro, o consumo prometido para o modelo é de 15,5 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada. Por ser um híbrido pleno (HEV), o modelo tem uma pequena bateria de 1,83 kWh que não permite recargas por redes externas. Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Fiuk vende Mercedes C280 1995 por R$ 51 mil; o negócio valeu a pena?
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Clássico estava anunciado abaixo da Tabela Fipe e foi vendido duas horas após a publicação; modelo tem motor seis cilindros de 193 cv e 140 mil km.View the full article -
[4r]Ford Mustang Dark Horse SC único no Brasil tem 795 cv e até rodas de fibra de carbono
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O Ford Mustang Dark Horse SC desembarcou no Brasil em exemplar único para acelerar no circuito de Interlagos, em São Paulo, durante o Festival Interlagos. Foi lá, no templo do automobilismo brasileiro, onde pudemos ter um primeiro contato com o esportivo – que, retornou ao estande da marca logo em seguida. O Mustang Dark Horse SC foi desenvolvido em parceria com a divisão Ford Racing para ocupar o espaço deixado pelo antigo Shelby GT500, situando-se exatamente entre o Dark Horse convencional vendido no mercado brasileiro e o Mustang GTD – que é um carro GT3 legalizado para as ruas. Em termos práticos, o Dark Horse SC funciona como a opção mais potente da linha sem exigir o investimento exorbitante cobrado pelo GTD. A marca trabalhou para transformar o muscle car em um carro funcional para voltas rápidas em autódromos, favorecendo sua estabilidade e aerodinâmica, mas também o arrefecimento dos seus sistemas sob regime severo. <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Quatro Rodas Continua após a publicidade Não é por acaso que o capô seja, todo feito de alumínio e fixado com travas, tenha uma grande saída de ar. O fluxo de ar que passa por ali otimiza o arrefecimento do motor e paralelamente ajudava na aerodinâmica. A remoção de uma proteção nesta saída de ar do capô também proporcionou um aumento no downforce e cria uma área aberta 60% maior. No assoalho, painéis inferiores direcionam o fluxo de ar para resfriar os freios e o eixo traseiro. Para a traseira, a unidade importada ao Brasil ainda tem o aerofólio de fibra de carbono, que é um dos opcionais disponíveis para a versão. Só esta peça gera 281 kg de sustentação negativa a 290 km/h. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade Grande parte das mudanças estéticas foram motivadas pelo motor, um V8 5.2 supercharged em vez de um 5.0 aspirado, que foi calibrado para render 795 cv e 91,3 kgfm. São 35 cv e cerca de 4,8 kgfm a mais em comparação ao antigo GT500, além de uma vantagem de 295 cv sobre o Dark Horse convencional. <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Quatro Rodas Continua após a publicidade A força é enviada às rodas traseiras por meio de uma transmissão automatizada de dupla embreagem com sete marchas fornecida pela Tremec. Este era exatamente o mesmo câmbio do GT500. Diferente do modelo básico, a Ford optou por não disponibilizar o câmbio manual de seis marchas para esta versão, justificando a decisão pela busca de tempos menores em pistas fechadas. O conjunto mecânico inclui ainda um cardã feito em fibra de carbono e diferencial traseiro com sistema próprio de arrefecimento. Dinâmica e aerodinâmica de pista O supercharger ainda cai muito bem em um motor V8. Compressores mecânicos elevam a admissão de ar conforme a rotação do motor, de forma mais progressiva do que um turbocompressor faria. Ao mesmo tempo, o compressor deixa o motor livre para trabalhar em altíssimas rotações. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Quatro Rodas O conta-giros, aliás, toma grande parte do quadro de instrumentos. Pudera, o Dark Horse SC consegue explorar o fôlego do motor V8 até além dos 8.000 rpm antes de reduzir para tomar a curva seguinte. Neste momento, o esforço passa a ser dos freios Brembo com pinças dianteiras monobloco com seis pistões na dianteira e com quatro pistões na traseira. Não é por acaso que a aerodinâmica do carro força a passagem de ar por eles. A dinâmica das últimas encarnações do Ford Mustang em nada tem a ver com as mais antigas. O cupê é naturalmente bom de pilotar, mas os aprimoramentos desta versão deixaram ele plantado no asfalto e muito mais responsivo na pista, não só em termos de aceleração mas também nas respostas aos comandos da direção. Continua após a publicidade Essa percepção pode ser explicada pela suspensão com amortecedores MagneRide adaptativos, que têm calibração eletrônica e molas com maior rigidez específicos para o SC. Mas as mudanças vão muito além. <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Quatro Rodas Peças de aço, como os braços de controle dianteiros e as mangas de eixo, deram lugar a peças de alumínio forjado, adicionando também uma barra de amarração superior em magnésio. O carro que está no Brasil ainda tem rodas de fibra de carbono, o que também contribui com uma redução da massa não suspensa, melhorando as respostas da suspensão. As próprias rodas mais leves também podem podem melhorar a aceleração do carro e as respostas da direção. A bitola bitola dianteira alargada em 1,3 cm aumenta o suporte do carro em curvas, enquanto os pneus Michelin Pilot Sport Cup 2 R nas medidas 305/30 R20 à frente e 315/30 R20 atrás fazem o carro grudar no asfalto. Esses pneus sempre acompanham as rodas de fibra de carbono. O nível de precisão deste Mustang faz ele chegar às sensações entregues por alguns supercarros com motores tão grandes quanto V10 e V12, ou de um Porsche 911 GT3, todos eles aspirados. Só que o ronco grave deste motor V8 dá um outro tempero às acelerações. A Ford, no entanto, não divulga o tempo de 0 a 100 km/h do Dark Horse SC. <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Quatro Rodas Foi uma volta rápida, mas chamou a minha atenção o acabamento em Alcantara no volante e nas portas, elementos que o SC herda do Mustang GTD. A cabine ainda tem fibra de carbono no painel. Nos Estados Unidos, o Ford Mustang Dark Horse SC parte dos US$ 108.485 (cerca de R$ 607.000 em conversão direta). Quando equipado com o Track Pack, salta para US$ 144.985 (aproximadamente R$ 811.000). No Brasil, o Mustang Dark Horse convencional custa R$ 649.000. A Ford não fala em trazer a versão mais potente ao Brasil, mas confirmou o relançamento do Mustang GT Performance como opção mais barata – o preço ficará ao redor dos R$ 550.000. Publicidade View the full article
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