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  3. O Hyundai Bayon 2027 está a caminho do Brasil para disputar mercado com Volkswagen Tera, Fiat Pulse, Renault Kardian e Chevrolet Sonic. Apresentado mundialmente em 12 de outubro, durante o Salão do Automóvel de Paris, o SUV compacto tem estreia nacional esperada para 2027, possivelmente no primeiro semestre. Unidades camufladas do modelo já foram flagradas em testes no país, conforme registros divulgados pelo perfil @placaverde, no Instagram. Leia mais: Hyundai HB20: o que esperar para o futuro do hatch no Brasil? Na gama da Hyundai, a novidade deverá ficar abaixo do Creta, ampliando a presença da fabricante sul-coreana entre os SUVs de entrada. Embora a estreia brasileira esteja prevista para o próximo ano, ainda não há confirmação de preços, versões ou motorizações para o mercado nacional. Na Europa, o Bayon será oferecido com motores turbo a gasolina e, posteriormente, uma configuração híbrida. Aqui no Brasil, a grande aposta vai para o motor 1.0 turboflex de três cilindros com injeção direta, que hoje rende 115 cv de potência com 17,5 mkgf de torque, e vem acoplado ao câmbio automático de seis marchas. Hyundai Bayon 2027 – Foto: divulgação Hyundai Bayon 2027 tem porte de SUV compacto Com 4,24 metros de comprimento, 1,81 m de largura e 2,60 m de entre-eixos, o Hyundai Bayon 2027 tem dimensões próximas às de outros SUVs compactos vendidos no Brasil. Sua altura varia entre 1,55 m e 1,57 m, dependendo da configuração. O porta-malas comporta 440 litros nas versões exclusivamente a combustão, capacidade que supera a de alguns concorrentes diretos. Portanto, ele será maior do que os principais rivais, que rondam os 4,10 ou 4,15 m de comprimento com distância entre-eixos ao redor dos 2,50 m ou 2,55 m, e porta-malas quase sempre na casa dos 350 litros. Hyundai Bayon 2027 – Foto: divulgação O visual segue a identidade de design denominada Arte do Aço, adotando superfícies angulosas, vincos destacados e elementos de aparência robusta. Na frente, uma faixa horizontal de iluminação acompanha os faróis principais de LED, instalados em posição mais baixa. O para-choque também recebe detalhes que procuram reforçar a identidade de SUV. Hyundai Bayon 2027 – Foto: divulgação O perfil lateral traz caixas de rodas com molduras escuras, colunas com acabamento preto, barras longitudinais no teto e rodas de liga leve que podem chegar a 18 polegadas. Atrás, as lanternas horizontais acompanham o formato da carroceria, enquanto o para-choque tem desenho anguloso. A gama internacional prevê pinturas foscas e combinações de carroceria com teto preto. Hyundai Bayon 2027 – Foto: divulgação Cabine aposta em tecnologia e espaço interno Por dentro, o novo Bayon utiliza um painel de linhas horizontais, com destaque para o conjunto de duas telas de 12,3 polegadas. Uma funciona como quadro de instrumentos digital, enquanto a outra concentra os recursos da central multimídia. Dependendo da versão, ambas ficam reunidas sob uma superfície curva. Entre os equipamentos disponíveis no mercado europeu estão Android Auto e Apple CarPlay sem fio, carregamento de celular por indução, entradas USB-C e sistema de áudio Bose com oito alto-falantes. O SUV também pode receber a tecnologia Digital Key 2, que permite utilizar smartphones e relógios inteligentes compatíveis como chave do veículo. A lista de conforto inclui ar-condicionado digital de duas zonas, bancos dianteiros aquecidos e ventilados, iluminação ambiente e teto solar panorâmico com abertura elétrica. Para quem viaja atrás, estão previstos encostos reclináveis, saídas próprias de ventilação, apoio de braço central e até aquecimento dos bancos, conforme a configuração. Na segurança, o Hyundai Bayon 2027 poderá oferecer controle de cruzeiro adaptativo, frenagem automática de emergência, monitoramento de pontos cegos, assistente de permanência em faixa e câmeras com visão de 360 graus. Hyundai Bayon 2027 – Foto: divulgação Quais serão os motores do Hyundai Bayon 2027? A linha europeia terá duas opções de potência para o motor 1.0 turbo de três cilindros, com injeção direta de gasolina. A configuração de entrada desenvolve 90 cv, enquanto a mais potente entrega 115 cv. Ambas podem utilizar câmbio manual de seis marchas ou transmissão automatizada de dupla embreagem com sete velocidades. Dependendo da combinação mecânica, o SUV alcança velocidades máximas entre 167 e 180 km/h, com aceleração de 0 a 100 km/h realizada em 10,8 a 14,1 segundos. Hyundai Bayon 2027 – Foto: divulgação Outra novidade será a motorização híbrida convencional, prevista para integrar a linha durante 2027. Ela combina um motor 1.6 GDI a gasolina com uma unidade elétrica, entregando 138 cv de potência conjunta. Nesse caso, a transmissão será automatizada de dupla embreagem e seis marchas. Os números de desempenho dessa configuração ainda não foram divulgados. Para o Brasil, uma das possibilidades é a adoção do motor 1.0 turboflex já utilizado pela Hyundai em outros modelos nacionais. Esse conjunto entrega 115 cv com gasolina ou etanol e torque de 17,5 kgfm, trabalhando com transmissão automática de seis marchas. Entretanto, a fabricante ainda não confirmou a escolha para o Bayon brasileiro. Hyundai Bayon N Line terá visual esportivo Hyundai Bayon 2027 – Foto: divulgação Além das configurações tradicionais, o SUV contará com uma versão N Line, destinada a quem procura acabamento de aparência mais esportiva. As modificações incluem para-choques exclusivos, detalhes externos em preto brilhante, rodas de liga leve de 18 polegadas com desenho específico e difusor traseiro com duas saídas de escapamento integradas. Na cabine, a versão utiliza bancos com revestimento próprio, combinando tecido e camurça, além de acabamentos diferenciados. A proposta é oferecer uma identidade visual mais esportiva, sem necessariamente representar uma mudança na motorização. Quando chega ao Brasil? Hyundai Bayon 2027 – Foto: divulgação O lançamento do Hyundai Bayon no Brasil é esperado para 2027, com possibilidade de ocorrer ainda durante o primeiro semestre. Os flagras de unidades camufladas indicam que o SUV já passa por avaliações em território nacional. Enquanto os modelos destinados à Europa serão produzidos na Turquia, a expectativa é de fabricação nacional na unidade de Piracicaba, no interior de São Paulo, onde a Hyundai já faz HB20, I20 e Creta. Também permanecem indefinidos os preços e a quantidade de versões para o Brasil. O post Hyundai Bayon 2027: anti-Tera e Pulse já roda em testes no Brasil apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  4. Hoje
  5. O lançamento do Omoda 4 no mercado brasileiro sofreu um revés e agora está previsto não para os primeiros meses do próximo ano, mas apenas para o segundo semestre de 2027. O atraso ocorre em meio à indefinição sobre a produção nacional do veículo, o que envolveria a compra da fábrica da Jaguar Land Rover em Itatiaia (RJ), ainda dependente de negociações com o governo local. Com a importação confirmada para a estreia, o SUV chegará mais refinado e caro do que o planejado originalmente. Sem uma fábrica local para garantir o volume de vendas esperado, conjunto híbrido com motor 1.0 turbo ficará para um segundo momento. A tendência é que o O4 seja lançado com o mesmo conjunto híbrido pleno do irmão mais caro, o Omoda 5. Unidades de teste camufladas já rodam pelas rodovias brasileiras para adaptar a calibração do conjunto às condições e ao combustível brasileiros. <span class="hidden">–</span>@gaboveb/Reprodução A mudança de rota afeta diretamente o posicionamento da novidade no Brasil. A expectativa inicial era de um modelo na faixa dos R$ 130.000 para brigar com VW Tera, Renault Kardian e Fiat Pulse. Agora, a estratégia mecânica superior deve elevar os preços para a faixa de R$ 140.000 a R$ 150.000. <span class="hidden">–</span>@gaboveb/Reprodução Continua após a publicidade Qual é a motorização e o consumo do novo Omoda 4? O SUV compacto foi apresentado no Salão de Paris, na última semana, com motorização híbrida plena formada por um quatro cilindros 1.5 turbo de 143 cv e dois motores elétricos. O sistema entrega potência combinada de 224 cv e 30 kgfm, acoplado a uma transmissão de marcha única. Segundo a fabricante, o consumo atinge 19 km/l na Europa. A expectativa é que o motor 1.5 já seja flex no lançamento. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo Uma pequena bateria de 1,83 kWh trabalha para recuperar a energia de frenagens e desacelerações do utilitário. Isso permite que o modelo rode trechos curtos no trânsito ou arranque movido apenas a eletricidade, sem depender de recarga externa na tomada. A autonomia com o tanque cheio pode chegar a 900 km. Continua após a publicidade Quilometragem de carro usado: como ver o histórico no Detran-SP Como o espaço interno do Omoda 4 supera o próprio Omoda 5? O projeto do Omoda 4 utiliza a plataforma T1X e entrega 2,70 m de entre-eixos, superando em 9 cm a medida do Omoda 5. Além disso, o porta-malas acomoda 400 litros. Na prática, trata-se de um veículo com porte de SUV médio que será posicionado no segmento de entrada. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo Continua após a publicidade As dimensões gerais também favorecem a habitabilidade da cabine, com 4,42 m de comprimento, 1,86 m de largura e 1,57 m de altura. Para se ter uma ideia da vantagem estratégica frente aos concorrentes nacionais já estabelecidos, o utilitário chinês supera o entre-eixos de um Volkswagen T-Cross em exatos 5 cm. Design ousado é arma do SUV chinês <span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo O habitáculo traz botão de partida escondido sob uma capa protetora vermelha, recurso herdado da aviação de combate e popularizado por esportivos da Lamborghini. Por fora, as linhas geométricas da dianteira e os recortes da grade remetem sutilmente ao visual do superesportivo Urus. Continua após a publicidade A iluminação externa aposta em faróis afilados em led na dianteira e lanternas traseiras formadas por um padrão em zig-zag luminoso, seguindo a identidade visual que será vista nas ruas com o futuro Omoda 7. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo O minimalismo dita o tom do interior, que elimina botões físicos e centraliza as funções em duas telas horizontais. O motorista tem um quadro de instrumentos de 8,8 polegadas, enquanto a central multimídia de 13,2 polegadas agrupa comandos de climatização, inteligência artificial e entretenimento. Continua após a publicidade Para melhorar o aproveitamento do console central, a alavanca de câmbio foi deslocada para a coluna de direção. Ainda não há confirmação se equipamentos de conforto, como o teto solar panorâmico e o pacote completo de assistência à condução (ADAS), estarão presentes em todas as versões vendidas por aqui. Com informações de Renan Rodrigues Omoda 4 DivulgaçãoOmoda & JaecooOmoda 4 DivulgaçãoOmoda & JaecooOmoda 4 DivulgaçãoOmoda & JaecooOmoda 4 DivulgaçãoOmoda & JaecooOmoda 4 DivulgaçãoOmoda & JaecooOmoda 4 DivulgaçãoOmoda & JaecooOmoda 4 DivulgaçãoOmoda & JaecooOmoda 4 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-012-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-006-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-016-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-007-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-009-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-011-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-003-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-015-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-017-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-008-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-013-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-001-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-001-20260917071320-1600x1067 (1) DivulgaçãoOmoda & Jaecooomoda-4-2026-010-20260917071320-1600x1067 DivulgaçãoOmoda & Jaecoo Quando o Omoda 4 será lançado no Brasil? A estreia do SUV compacto no mercado brasileiro está prevista para acontecer entre os meses de julho e agosto de 2027. Qual é o preço estimado do Omoda 4? Devido à necessidade de importação inicial com um conjunto mecânico mais potente, estima-se que o modelo chegue com valores entre R$ 140.000 e R$ 150.000. O Omoda 4 é maior que o Omoda 5? Sim, na distância do entre-eixos. O Omoda 4 possui 2,70 m de entre-eixos, entregando uma vantagem de 9 cm em relação ao Omoda 5, o que garante mais espaço interno para as pernas dos ocupantes traseiros. Publicidade View the full article
  6. Carros híbridos plenos (HEV) costumam ter baterias pequenas, com algo entre 0,8 kWh e 2 kWh. Mas o Grupo Chery, por meio da Omoda, aposta em uma bateria maior e ainda capaz de se autorecarregar sem tomada, para aumentar ainda mais a autonomia. O novo conjunto mecânico estreará em uma nova versão do Omoda 7 que será lançada no Brasil em 2027. Previsto para estrear em 2027, o Omoda 7 SHS-H é um híbrido pleno (HEV) com bateria de 5 kWh de capacidade, mais que o dobro dos 1,83 kWh que equipa o irmão menor Omoda 5 HEV. Se este é capaz de rodar quase 1.200 km sem reabastecer, o Omoda 7 HEV poderia ter seu alcance elevado até os 1.500 km. Como a bateria de 5 kWh altera o desempenho do Omoda 7 SHS-H? <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas O grande segredo técnico do Omoda 7 SHS-H reside justamente nos 5 kWh disponíveis para o motor elétrico. É uma capacidade equivalente àquela disponível para o Mercedes-AMG C 63 S E Performance, um híbrido plug-in (PHEV) com bateria de 6,1 kWh (com cerca de 4,84 kWh utilizáveis). A engenharia da Chery teria encontrado meios de tornar a regeneração do seu conjunto eficiente a ponto de dispensar a recarga externa. Quanto custa a bateria de um carro híbrido e quando deve ser trocada? Continua após a publicidade Esse ganho de capacidade permite que o SUV rode em modo elétrico por distâncias muito superiores aos convencionais um ou dois quilômetros comuns a outros HEV – como o próprio Omoda 5. Com isso, o motor a combustão pode atuar ainda mais tempo como gerador de eletricidade em uma faixa de operação com consumo otimizado. A redução no peso, por conta da bateria menor, também contribui para um melhor consumo. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Até o momento a Omoda não divulgou detalhes sobre os motores. No Omoda 5 HEV combina-se um 1.5 turbo com injeção direta e 135 cv a um motor elétrico de 204 cv, com entrega combinada de 224 cv. Com mais energia disponível, é possível que o motor elétrico atue por mais tempo em conjunto com o motor a combustão, elevando a potência combinada. Para efeito de comparação, hoje o Omoda 7 é vendido no Brasil na versão SHS-P, com com conjunto híbrido plug-in alimentado por uma bateria de 18,4 kWh (13,4 kWh extras) e consegue entregar até 279 cv com a mesma combinação de motores 1.5 turbo de 135 cv e elétrico de 204 cv, mas com câmbio DHT de três marchas (o Omoda 5 HEV tem apenas uma marcha). Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas O Omoda 7 SHS-H custará menos que os atuais R$ 254.990 cobrados pela versão Luxury. Ou seja, há potencial para que a nova configuração estreie no Brasil numa faixa de preço entre os R$ 199.990 do GWM Haval H6 HEV One e os R$ R$ 225.000 do H6 HEV2. Publicidade View the full article
  7. O Grupo Chery confirmou a estreia da Lepas no Brasil no segundo semestre de 2027. Com uma proposta mais refinada de equipamentos e acabamento, a Lepas será posicionada um degrau acima da Omoda e da Jaecoo, atuando de forma paralela à Icaur. Uma diferença importante é que todos os seus carros serão híbridos flex. A marca tem três SUVs híbridos flex previstos para o Brasil: os L4, L6 e L8. Os três veículos serão importados sempre com motorização híbrida plug-in (PHEV) e tecnologia flex, permitindo o uso de etanol ou gasolina. Quanto custa a bateria de um carro híbrido e quando deve ser trocada? Apesar da definição da gama de produtos, a ordem de chegada dos carros ao longo do segundo semestre de 2027 ainda não está cravada. A empresa ainda tem pela frente o desafio de posicionar cada modelo em meio às suas quatro marcas, sendo que o conjunto mecânico será praticamente o mesmo. Conheça cada um dos três modelos a seguir. Como é o Lepas L8? Lepas L8Lepas/Divulgação Continua após a publicidade O utilitário topo de linha da Lepas é baseado no Chery Tiggo 9, recém lançado no Brasil, mas encurtado em 13 cm, para 4,69 metros. Isso porque só tem capacidade para cinco passageiros, mas ainda preserva os 2,80 m de distância entre-eixos. O maior refinamento é sugerido pela central multimídia de 13,2 polegadas com tela vertical e um quadro de instrumentos digital de 10,2 polegadas. O pacote de segurança embarcada traz assistentes ADAS, bancos com massagem e sete airbags. Lepas L8Lepas/Divulgação Continua após a publicidade Seu conjunto mecânico, é bastante conhecido. Assim como o Jaecoo 7 e o Omoda 7, terá um motor 1.5 turbo de 135 cv e 22,4 kgfm, que neste caso será flex desde o lançamento, combinado a um motor elétricao de 204 cv. Juntos, entregam 279 cv e 37,2 kgfm. A bateria também é a mesma, com 18,4 kWh, a autonomia elétrica ficaria ao redor dos 80 km. Como é o Lepas L6? Lepas L6Lepas/Divulgação O SUV intermediário L6 mede 4,55 m de comprimento e 2,70 m de entre-eixos, tendo um porte pouco maior que os de Jaecoo 7 e Chery Tiggo 7 Pro. Ele será posicionado logo abaixo do L8 e deve ocupar uma faixa de preço imediatamente acima a do Jaecoo 7, que varia entre R$ 189.990 e 256.990. Continua após a publicidade Lepas L6Lepas/Divulgação Nos mercados onde já atua, o Lepas L6 está disponível em versão elétrica, com motor de 242 cv e 28 kgfm, com autonomia declarada de 450 km no ciclo WLTP graças à bateria de 67,1 kWh. Mas também existe a versão PHEV, que usa exatamente o mesmo conjunto do Lepas L8. Continua após a publicidade Como é o Lepas L4? <span class="hidden">–</span>Lepas/Divulgação O modelo de entrada tem 4,40 m e os mesmos 2,70 m do L6, mas será posicionado como compacto. O catálogo internacional do L4 oferece desde o simples motor 1.5 aspirado de 109 cv com câmbio manual de cinco marchas até variantes elétricas com 218 cv e opções de baterias de 61,1 kWh ou 67,1 kWh. No Brasil, ainda poderia usar o mesmo conjunto 1.5 turbo HEV presente no Omoda 5 e que está previsto para chegar ao Omoda 7 em 2027. Continua após a publicidade Lepas L4 EVLepas/Divulgação Quando a Lepas começará a vender carros no Brasil? A estreia da operação comercial da marca no território nacional está confirmada para o segundo semestre de 2027. Quais são os modelos confirmados para o país? A fabricante trará a família de SUVs formada por L4, L6 e L8, todos com motorização híbrida plug-in (PHEV) e sistema flex. Qual é a relação de mercado da Lepas com a Caoa Chery? A Lepas é uma marca pertencente ao Chery International Group, operando em estrutura focada no segmento premium, atuando acima da Omoda Jaecoo e em paralelo com a iCaur. A operação delas não tem qualquer relação com a Caoa, que representa e monta apenas carros da marca Chery no Brasil. Publicidade View the full article
  8. Fabricante estreou a gama de motores Super de 11 litros no Brasil dando origem a novos modelos pesados e semipesadosView the full article
  9. A quick car sound-deadening test! Can you hear the difference? Drop your thoughts in the comments! #Nakamichi #CarAudio #SoundDeadening #CarSoundproofing #realworldtestView the full article
  10. If you got an email from me lately, it's legit. CEoutlook has teamed up with ME Magazine to spotlight this year's award honorees, from the Top 50 Retailers and Top 50 Installers to the Top 20 Sales Professionals, Top 10 Trusted Techs, and Top 5 Rookies. We sent each of them a few questions, and...View the full article
  11. A Jeep deu detalhes dos seus próximos passos para a Europa, que incluem dois novos SUVs compactos e um médio-grande. A lista engloba a chegada da nova geração do Renegade, além de um modelo inédito para a região e o possível retorno da marca Willys. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Segundo a marca, a meta é explorar diversas opções de motorização, necessidades e preferências para seus consumidores durante os próximos anos. Um exemplo disso é que ela promete configurações 4×4 em toda a linha, assim como eletrificação. Com isso, a Jeep tem como objetivo expandir seu portfólio local para até seis modelos e ter uma gama que cubra 90% do mercado europeu. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Stellantis Continua após a publicidade Novo Jeep Renegade Em 2030, o Velho Continente terá a próxima geração do Jeep Renegade, marcando o retorno do SUV compacto à região – ele saiu de linha oficialmente na Europa em novembro de 2025, apesar de aparecer ainda em alguns sites, como no configurador da marca na França. Continua após a publicidade A próxima geração tem como objetivo reforçar a posição da marca em um dos principais segmentos de SUVs da Europa e apresentar a Jeep a um público mais amplo. Desde o seu lançamento em 2014, mais de 610.000 unidades de Renegade foram comercializadas naquele continente. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep Novos carros para a Europa Continua após a publicidade A Jeep promete ainda que retornará ao segmento D-SUV na Europa com um novo modelo médio-grande, cujo lançamento está previsto para 2028. Por fim, apresentou um teaser provocativo de um Willys (foto de destaque), o que remete a um possível retorno do nome. Na imagem está a silhueta da sombra de um carro sobre a caixa, que aparece escrito “Not fragile” ou não frágil. O executivo da marca não confirmou o lançamento do modelo, mas indica o estudo de um modelo compacto e eletrificado. Também não se tem mais detalhes sobre o nome Willys, se pode rebatizar um novo modelo ou uma linha completa. Continua após a publicidade “Estamos confirmando nosso plano para 2030, baseado em veículos compactos, eletrificados e capazes, inspirados no icônico DNA da Jeep, como o Renegade, enquanto continuamos a oferecer aos nossos clientes a liberdade de ir aonde a vida os levar”, disse Xavier Peugeot, diretor da Jeep na Europa. Publicidade View the full article
  12. Pneus desgastados, faróis quebrados e trincas no para-brisa podem chamar a atenção durante uma fiscalização na estrada. Mas quais problemas são considerados infrações e o que a legislação prevê para cada caso? O que significa ter o carro retido? Na retenção, o veículo fica parado até que a irregularidade seja corrigida. Quando não é possível resolver o problema no local e o carro oferece condições de segurança para circular, ele pode ser entregue a um condutor habilitado, com o Certificado de Licenciamento Anual recolhido e prazo de até 30 dias para a regularização, conforme o artigo 270 do CTB. Quais defeitos levam à retenção? O artigo 230 do CTB prevê retenção para quem circula sem equipamento obrigatório ou com ele ineficiente ou inoperante (inciso IX), com equipamento em desacordo com as regras do Contran (inciso X) ou em mau estado de conservação que comprometa a segurança (inciso XVIII). Os três enquadramentos são infrações graves, com multa de R$ 195,23 e 5 pontos na CNH. Defeitos no sistema de iluminação ou sinalização e lâmpadas queimadas são tratados separadamente pelo inciso XXII do artigo 230. A infração é média, com multa de R$ 130,16 e quatro pontos na CNH, sem previsão específica de retenção nesse inciso. O enquadramento, porém, depende da irregularidade constatada: se o problema também caracterizar outra infração prevista no CTB, a medida administrativa poderá ser diferente. Continua após a publicidade Quando o pneu é considerado careca? A Resolução Contran nº 913/2022 proíbe circular com pneus cujo desgaste tenha atingido os indicadores ou cuja profundidade remanescente da banda seja inferior a 1,6 mm. Nesses casos, a infração pode ser enquadrada como mau estado de conservação, com retenção do veículo. Quais danos no para-brisa são proibidos? A Resolução Contran nº 960/2022 proíbe trincas e fraturas circulares na área crítica de visão do motorista, que nos carros é a metade esquerda da região varrida pelos limpadores, e numa faixa de 2,5 cm junto às bordas. Fora dessas regiões, são admitidos até dois danos: trinca de até 10 cm e fratura circular de até 4 cm. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Quando o veículo pode ser removido ao pátio? A remoção pode ocorrer quando a infração prevê essa medida, como o licenciamento vencido e as placas sem condições de legibilidade. Ambas são infrações gravíssimas previstas no artigo 230 do CTB. Em caso de retenção, o veículo também pode ser removido se não houver condutor habilitado no local ou se não tiver condições de seguir em segurança. Nas infrações com remoção, o CTB permite liberar o veículo seguro a condutor habilitado, com prazo de até 15 dias para a regularização. Essa liberação não se aplica ao veículo com licenciamento vencido. Continua após a publicidade Em 15 de outubro de 2026, um Chevrolet Corsa fiscalizado pela PRF na BR-153, em Hidrolândia (GO), tinha pneus carecas, para-brisa e faróis quebrados, iluminação inoperante, placas ilegíveis e licenciamento vencido desde 2023. A carretinha que ele puxava também estava com pneus carecas. O carro e a carretinha foram removidos ao pátio. No depósito, a liberação depende da regularização das pendências, incluindo o reparo dos equipamentos obrigatórios com defeito, e do pagamento das despesas de remoção e estada e dos demais débitos exigíveis. Como conferir o carro antes de viajar? O CTB determina que o condutor verifique os equipamentos obrigatórios antes de circular. Continua após a publicidade Pneus: procure o indicador de desgaste (TWI), um pequeno ressalto no fundo dos sulcos da banda de rodagem. Se a superfície do pneu estiver na mesma altura do indicador, é hora de trocá-lo; Código DOT: confira a marcação na lateral do pneu, que indica a semana e o ano de fabricação; Iluminação: teste faróis, lanternas, setas, luz de freio e luz de ré; Para-brisa: verifique se há trincas ou outros danos; Placas: confira se estão legíveis. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Continua após a publicidade Quanto custa a bateria de um carro híbrido e quando deve ser trocada? Publicidade View the full article
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  14. 🔥 O coração da nave..View the full article
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  16. Poderia ser só mais um SUV exclusivo para o mercado chinês registrado pela Volkswagen no Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China (MIIT), mas o T-Roc L interessa muito ao Brasil. O SUV médio com entre-eixos alongado servirá de base para o substituto do Volkswagen Taos, que terá fabricação nacional. A Volkswagen trabalha intensamente para adequar a fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, visando a produção de novos SUVs médios a partir de 2028. Um desses veículos inéditos será o responsável direto pelo fim das importações do atual Taos fabricado no México. <span class="hidden">–</span>MIIT/Reprodução Segundo fontes de QUATRO RODAS, a fabricante estuda a concorrência enquanto prepara a nova linha de montagem. Caoa Chery Tiggo 7, GWM Haval H6 e até modelos de sete lugares, como o Jeep Commander, circulam dentro da fábrica paulista. Assim como o Haval H6, o novo Taos terá versões com motorização híbrida flex. Continua após a publicidade Assim como todos os outros fabricantes, a marca alemã roda com os modelos concorrentes e depois os desmonta. Servem tanto como referência dinâmica quanto para a fabricante entender as tecnologias do rival e como foi possível reduzir custos em processos de fabricação, o chamado teardown. Vale a pena comprar carro usado de locadora? Continua após a publicidade Como é o visual e qual o tamanho do novo Volkswagen T-Roc L? O Volkswagen T-Roc L antecipa as proporções do novo SUV médio nacional, adotando a arquitetura mais recente do grupo. O modelo mede 4,64 metros de comprimento, 1,84 m de largura, 1,62 m de altura e 2,73 m de entre-eixos, o que representa uma vantagem bem-vinda de 5 cm frente ao Taos. <span class="hidden">–</span>MIIT/Reprodução A carroceria do veículo é mais esguia e apresenta vincos laterais contínuos. Além disso, conta com balanços reconfigurados, registrando um ângulo de ataque de 18º e ângulo de saída de 16º, medidas que são ruins para o off-road. O visual do interior não foi detalhado nas fotos do registro oficial. Continua após a publicidade Qual é a motorização do novo SUV revelado na China? A homologação oficial no mercado chinês revela duas opções de conjunto mecânico. O modelo oferece o motor de quatro cilindros 1.5 turbo de 160 cv e o quatro cilindros 2.0 turbo de 186 cv. Ambos estão associados ao câmbio automatizado DSG de dupla embreagem com sete marchas e atingem 200 km/h. <span class="hidden">–</span>MIIT/Reprodução Quais são as opções mecânicas esperadas para o modelo no Brasil? Para o mercado brasileiro, o novo SUV médio terá uma estratégia diferente, priorizando uma motorização híbrida. O modelo vai combinar o propulsor turboflex a um sistema elétrico projetado para reduzir as emissões e o consumo de combustível diário no tráfego urbano das grandes cidades. Continua após a publicidade Agora o esforço da fabricante também está em nacionalizar o motor de quatro cilindros 1.5 turbo associado a níveis de eletrificação. Nas versões de acesso, o modelo utilizará sistema híbrido leve (MHEV) de 48 volts, com cerca de 150 cv. O arranjo estreia antes na futura picape Tukan. Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Quatro Rodas (@quatro_rodas) Além do conjunto híbrido leve (MHEV) de 48V, a marca confirmou um conjunto híbrido pleno (HEV). Ele funcionará com o motor de quatro cilindros 1.5 turbo, podendo entregar 130 cv e 25,5 kgfm ou 150 cv e 25,5 kgfm. O sistema dispensa tomadas e já é testado em mulas da carroceria do Taos. Continua após a publicidade Na prática, o substituto do Taos terá os mesmos motores do projeto SAGA, um SUV cupê médio que já roda em testes no Brasil e que também será feito no ABC Paulista. Enquanto o SAGA apelará aos designers, o substituto do Taos aposta na eletrificação contra as marcas chinesas de SUVs médios. Publicidade View the full article
  17. 🛑🛑🛑COMPRE NA NOVA LOJA DO Raylan Som 👇👇👇👇 ✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y ✅✅✅MINI CURSO RAYLAN SOM👉👉👉https://pay.kiwify.com.br/pCtGOQx ✅ESTRANHO AUDIO PARTS - Use o cupom de desconto 👉👉RAYLLAN5 👈👈e compre direto da fábrica https://loja.estranhoaudioparts.com.br ⭕⭕Meu facebook 👉👉👉https://www.facebook.com/RaylanSom/ °369 ✅Para comprar produtos online segue o link para compra ⭕️AMAZON https://amzn.to/3B5gXlb ⭕️Shopee https://shope.ee/apjpxVjd ⭕️✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y 🔖 Hashtags: #som #somautomotivo #carro #viagem #rayllansom #audio #vendas #negocios #Volkswagen #Fiat #Toyota #Hyundai #JEEP #RENAULT #NISSAN #caixatrio #caixabob #audio Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UCg0mdazek-we_xML7cHrr1g/join 🔴👉Instagram, TikTok , kwai e Facebook→ @raylansom 🔴GRUPO TELEGRAM 👉👉👉LINK DO GRUPO--- https://t.me/joinchat/HAimD4-0PoXFuQz1 Que é isso Mandem Mais! veja os som dos Inscritos (670)View the full article
  18. Oiii, meus linnndos! ❤️ Dona Enedina, a nossa querida Vem com a Veia, marcou presença no Insane Sound 2026! E claro, acompanhada do seu famoso Corsa. Teve encontro com a galera, muita alegria e aquele carinho especial de quem acompanha a Veinha nas redes sociais e também faz questão de prestigiar ela de pertinho! Agora conta pra gente, quem aí também é fã da Veinha? ❤️ #taramps #insanesound #vemcomaveia #barretos #somautomotivo #shortsView the full article
  19. Por: Lucca Mendonça – Especial para Fullpower Durante a campanha promocional Se é Picape, é Fiat, a marca italiana preparou algumas ofertas interessantes para Strada, Toro e Titano, suas três caminhonetes. Em um bom exemplo, a Fiat Strada Cabine Dupla 2027, na versão Freedom 1.3 manual, recebe descontão de R$ 24.830, e baixa dos R$ 133,5 mil para exatos R$ 108.660. A condição, válida apenas para vendas diretas (via fabricante), para clientes CNPJ e produtores rurais, vai até 3 de novembro, em todo o Brasil. Leia mais: Segunda geração da Fiat Strada alcança meio milhão de unidades produzidas Fiat Strada Cabine Dupla 2027 – Foto: divulgação Fiat Strada Cabine Dupla 2027 a preço de Argo Por esse preço promocional, a Fiat Strada Cabine Dupla 2027, na versão Freedom 1.3 manual, acaba saindo a preço de Argo Trekking manual que, com cor metálica e opcionais, passa dos R$ 109 mil. Porém, além de ter maior valor agregado, a picapinha tem caçamba de 844 litros, capacidade de carga de 650 kg, e, dependendo, um pacote de equipamentos mais recheado, com itens indisponíveis no Argo, caso dos airbags laterais, por exemplo. Motorização e consumo Nessa versão, a Fiat Strada Cabine Dupla 2027 usa motor 1.3 Firefly com quatro cilindros e aspiração natural, entregando 98/107 cv de potência com 13,2/13,7 mkgf de torque (gas/eta), aliado ao câmbio manual de cinco marchas. Pelos dados oficiais, ela cumpre a prova de aceleração de 0 a 100 km/h em 11,8 segundos, e atinge os 171 km/h de velocidade máxima quando bebe etanol (12,7s e 166 km/h com gasolina). Apesar da proposta profissional, ela ainda é capaz de atingir médias de consumo satisfatórias, segundo as medições do Inmetro: são 8,9 km/l na cidade e 10,0 km/l na estrada com etanol, enquanto com gasolina falamos de 12,5 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada. Seu tanque de combustível é grande, com 55 litros, o que permite ampla autonomia: até 550 km com etanol ou 786 km com gasolina, ambos considerando uso rodoviário (estrada). Equipamentos Fiat Strada Cabine Dupla 2027 – Foto: divulgação De série, a Fiat Strada Cabine Dupla 2027, na versão Freedom 1.3 manual, traz ajuste de altura do banco do motorista, rodas aro 15 com calotas, maçanetas e parachoques pintados na cor da carroceria, monitor de pressão dos pneus (TPMS), 4 airbags, ar-condicionado, capota marítima, direção elétrica, computador de bordo, caçamba com iluminação dedicada, vidros dianteiros elétricos, travas elétricas, proteção interna da caçamba, entre outros. Fiat Strada Cabine Dupla 2027 – Foto: divulgação Condições Os exemplares da Fiat Strada Cabine Dupla 2027, na versão Freedom 1.3 manual, em promoção, são 2026/2027, e não contam com acessórios nem opcionais. Além disso, as unidades são pintadas de preto. Condição válida para veículos adquiridos na modalidade venda direta, exclusivamente para clientes CNPJ e/ou produtores rurais. Não estão contemplados veículos adquiridos por PCDs, taxistas, leilões, frotistas, locadoras e seguradoras. O post Fiat Strada Cabine Dupla 2027 está mais barata que Argo em oferta apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  20. Lançamento do novo sub 1800 protech😍🔉💪View the full article
  21. Falta de seta em diversos momentos da direção é um grande causador de sinistros e desavençasView the full article
  22. A Jeep conclui a eletrificação de sua gama nacional com a chegada do Jeep Compass 2027 às concessionárias brasileiras. Após Commander e Renegade adotarem a tecnologia, o SUV médio finalmente incorpora o conjunto mecânico híbrido leve (MHEV) de 48V associado ao motor quatro cilindros 1.3 turboflex nas versões intermediárias. A mudança busca enquadrar o utilitário esportivo nas metas de emissões e consumo do Proconve L8, preservando as configurações de acesso com motor a combustão pura e a opção esportiva topo de linha. A tabela de preços do modelo parte de R$ 174.990 na configuração Sport e alcança R$ 278.990 na versão Blackhawk com tração 4×4. Preços do Jeep Compass 2027 Jeep Compass Sport Flex 2027 – R$ 174.990 Jeep Compass Longitude Flex 2027 – R$ 199.990 Jeep Compass Longitude Night Eagle MHEV 2027 – R$ 206.990 Continua após a publicidade Jeep Compass Série S MHEV 2027 – R$ 233.990 Jeep Compass Blackhawk Hurricane 4×4 2027 – R$ 278.990 <span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep Quais são as novidades visuais e internas do Jeep Compass 2027? O Jeep Compass 2027 traz novas rodas de liga leve aro 18 nas versões Sport e Longitude, e aro 19 nas opções Night Eagle, Série S e Blackhawk, além da nova cor Slash Gold. Por dentro, o acabamento ganha revestimento em tecido suede no painel e nas portas das configurações mais caras. Continua após a publicidade O habitáculo mantém a arquitetura digital com quadro de instrumentos de 10,25 pol e tela multimídia de 10,1 pol nas variantes superiores. A Stellantis padronizou as texturas dos assentos e das laterais, buscando elevar a percepção de qualidade sem alterar as dimensões da cabine ou o espaço destinado às pernas na segunda fileira. Como funciona a motorização híbrida do Jeep Compass 2027? O Jeep Compass 2027 adota nas versões Longitude Night Eagle e Série S um conjunto mecânico híbrido leve (MHEV) de 48V associado ao motor quatro cilindros 1.3 turboflex de 176 cv e 27,5 kgfm. Um pequeno motor elétrico e uma bateria auxiliar apoiam as arrancadas e alimentam os componentes elétricos de bordo. Continua após a publicidade Segundo dados da fabricante, a eletrificação leve proporciona redução de até 11% no consumo de combustível urbano em relação ao modelo estritamente térmico. O sistema também garante benefícios práticos em grandes centros, como isenção do rodízio municipal na cidade de São Paulo e descontos no IPVA em seis estados. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Nas opções Sport e Longitude convencionais, o Compass mantém o motor quatro cilindros 1.3 turboflex de 176 cv e 27,5 kgfm com câmbio automático de seis marchas e tração dianteira 4×2. O topo da gama segue reservado à versão Blackhawk, equipada com o bloco 2.0 Hurricane quatro cilindros turbo de 272 cv e 40,8 kgfm, transmissão automática de nove marchas e tração 4×4. Continua após a publicidade Outro ponto relevante da gama 2027 é a presença do pacote de assistência à condução (ADAS nível 2) em todas as versões. O sistema agrega frenagem autônoma de emergência, controle de cruzeiro adaptativo com função Stop&Go, assistente de centralização em faixa, leitor de placas de trânsito e comutação automática dos faróis. Quais são os preços e versões do Jeep Compass 2027? O Jeep Compass 2027 é vendido em cinco versões com preços entre R$ 174.990 e R$ 278.990. A gama começa na opção Sport Flex e segue pelas variantes Longitude Flex, Longitude Night Eagle MHEV, Série S MHEV e a esportiva Blackhawk Hurricane 4×4, distribuindo as três propostas mecânicas do catálogo nacional. Continua após a publicidade A lista de equipamentos e preços sugeridos para o mercado brasileiro fica estruturada da seguinte forma: <span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep Jeep Compass Sport Flex 2027 – R$ 174.990 Motor 1.3 turboflex de 176 cv, câmbio de seis marchas, seis airbags, faróis e lanternas full-led, central multimídia de 8,4 pol com espelhamento sem fio, quadro de instrumentos digital de 10,25 pol, ar-condicionado de duas zonas, rodas de liga leve aro 18 e pacote ADAS nível 2. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep Jeep Compass Longitude Flex 2027 – R$ 199.990 Soma sensores de estacionamento dianteiros, assistente de estacionamento semiautônomo (Park Assist), retrovisor interno eletrocrômico, central multimídia de 10,1 pol com comando de voz avançado e novas rodas de liga leve aro 18. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep Jeep Compass Longitude Night Eagle MHEV 2027 – R$ 206.990 Repete a lista de itens da Longitude convencional, mas substitui a propulsão pelo conjunto híbrido leve de 48V com 176 cv. Adiciona rodas de liga leve aro 19 exclusivas e emblemas exteriores escurecidos. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep Jeep Compass Série S MHEV 2027 – R$ 233.990 Adiciona monitoramento de pontos cegos, alerta de tráfego cruzado traseiro, sistema de som de 506W com subwoofer, teto solar panorâmico, forração do teto em preto, molduras plásticas externas na cor da carroceria, detalhes em suede no interior e rodas aro 19. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep Jeep Compass Blackhawk Hurricane 4×4 2027 – R$ 278.990 Traz motor 2.0 turbo a gasolina de 272 cv e 40,8 kgfm, câmbio automático de nove marchas, tração integral 4×4 com seletor de terrenos e controle de descida, pinças de freio vermelhas e revestimento interno mesclando couro e suede. Publicidade View the full article
  23. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower Demorou, mas o Jeep Compass 2027 finalmente foi lançado. E, como esperado, ele trouxe uma boa novidade mecânica: tecnologia híbrida-leve (MHEV) de 48 Volts para duas de suas versões. Além disso, há mudanças nas rodas e equipamentos de série, enquanto a tabela de preços permanece praticamente a mesma: Sport por R$ 175 mil, Longitude por R$ 200 mil, Longitude Night Eagle por R$ 207 mil (MHEV), Série S por R$ 234 mil e Blackhawk 4×4 por R$ 279 mil. Essa última, aliás, continua com motor 2.0 Hurricane turboflex e tração nas quatro rodas. Leia mais: Avaliação: GWM Haval H6 HEV2 e os motivos para ele vender tanto Jeep Compass 2027 agora é híbrido-leve Com mais de 560 mil unidades vendidas no Brasil, o Jeep Compass 2027 marca a estreia da motorização MHEV, híbrida-leve, que já está presente no Avenger, Renegade e Commander. Basicamente, só faltava ele. Oferecida apenas nas versões T270 mais caras, ela une o motor 1.3 turboflex de quatro cilindros e injeção direta, com seus 176 cv de potência e 27,5 mkgf de torque (gas/eta), associado ao câmbio automático de seis marchas. O sistema híbrido-leve une motor de arranque, alternador e compressor do ar-condicionado, criando um motor elétrico adicional de 15 cv e 4 mkgf extras, que ajuda o 1.3 turboflex na missão de mover o carro em determinadas situações. Jeep Compass 2027 na versão Série S – Foto: divulgação Esse motor se alimenta de uma bateria de tração pequena, com menos de 1 kWh de capacidade, instalada sob o assoalho, que é recarregada automaticamente durante a condução, seja pelo motor a combustão ou com a força de frenagens e desacelerações. Tal tecnologia livra o Jeep Compass 2027 do rodízio municipal de SP, e também garante a ele alguns benefícios fiscais em certos Estados brasileiros. Segundo a fabricante, ele ainda fica até 11% mais econômico nas melhores situações. Jeep Compass 2027 na versão Longitude Night Eagle – Foto: divulgação Consumo e desempenho Pelas médias oficiais, na versão Longitude Night Eagle MHEV, o Jeep Compass 2027 consegue fazer média de 8,0 km/l na cidade e 8,7 km/l na estrada com etanol, enquanto com gasolina são 11,2 km/l na cidade e 11,8 km/l na estrada. Essas versões seguem com tanque de combustível de 55 litros, e, no desempenho, aceleram de 0 a 100 km/h em 9,7 segundos, com velocidade máxima pouco acima dos 200 km/h. Jeep Compass 2027 na versão Longitude – Foto: divulgação Já outras versões, sem eletrificação, trazem números diferentes. O Jeep Compass 2027 na versão Sport, por exemplo, tem consumo de 7,3 km/l na cidade e 8,6 km/l na estrada com etanol, ou então 10,1 km/l na cidade e 12,1 km/l na estrada com gasolina, enquanto o desempenho é similar ao das MHEV. Por fim, o Jeep Compass 2027 na versão esportiva Blackhawk é o mais rápido da linha (6,3s no 0 a 100 km/h e 228 km/h de máxima), e também o mais beberrão: faz 6,0 km/l na cidade e 7,6 km/ na estrada com etanol, ou 8,5 km/l na cidade e 11,0 km/l na estrada com gasolina. A Blackhawk traz, como diferenciais, a tração 4×4 com reduzida, bloqueio de diferencial e câmbio automático de nove marchas, como antes. Jeep Compass 2027 na versão Blackhawk 4×4 – Foto: divulgação Outras novidades do Jeep Compass 2027 No mais, o Jeep Compass 2027 traz novas rodas em todas as suas versões, variando entre aro 18 e 19, bem como interior com acabamento melhorado para toda a linha, com destaque para as mais completas, que ganham mais partes da cabine em camurça. O SUV segue com porta-malas de 476 litros, cerca de 4,4 m de comprimento, entre-eixos de 2,64 m, suspensões independentes nas quatro rodas e todos os freios a disco. Ganhou, também, a opção de cor dourada metálica para a carroceria, tonalidade que, até então, era exclusiva dos Renegade e Commander. Jeep Compass 2027 na versão Sport – Foto: divulgação Jeep Compass 2027: itens de série Desde a versão Sport T270, o Jeep Compass 2027 vem com ar digital automático dual zone com saídas traseiras, bancos em couro sintético, multimídia de 8,4 pol. com conexões sem fio, conjunto óptico full-LED, modo Sport de condução, instrumentação digital de 10,2 pol. (inédito para essa versão), sensores de chuva e crepuscular, câmera de ré, sensores de estacionamento traseiros, chave presencial, partida por botão, freio de mão eletromecânico com função Auto Hold, piloto automático com limitador de velocidade, rodas aro 18, 6 airbags, Start & Stop e afins. Jeep Compass 2027 na versão Longitude Night Eagle – Foto: divulgação Na Longitude T270, entram em cena sensores de estacionamento dianteiros, retrovisor interno fotocrômico, Park Assist (estacionamento semiautônomo), multimídia de 10,1 pol. com assistente de voz inteligente, além de pacote ADAS com alerta de colisão, frenagem autônoma de emergência, alerta de saída de faixa ativo, assistente de permanência na faixa, farol alto automático, monitores de ponto-cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, piloto automático adaptativo (ACC) com função anda e para, detector de fadiga do condutor e leitor de placas de velocidade. Jeep Compass 2027 na versão Blackhawk 4×4 – Foto: divulgação A Longitude Night Eagle do Jeep Compass 2027 soma a tecnologia híbrida-leve de 48 Volts (MHEV), pacote visual escurecido, emblemas em preto brilhante e rodas aro 19 escurecidas. Na Série S MHEV acrescenta teto-solar panorâmico, sistema de som Beats, rodas aro 19 exclusivas, interior escurecido com revestimento em camurça e partes da carroceria pintadas, principalmente. Por fim, a Blackhawk é a única 4×4 com reduzida, seletor de tipos de terreno, bloqueio de diferencial, saída de escape com cano duplo, interior personalizado em couro e camurça e pinças de freio vermelhas, além das rodas aro 19 escurecidas. O post Jeep Compass 2027 híbrido-leve: quanto custa, o que oferece e qual motor usa apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  24. Taramps HV 50~80 Chipeo BT Mais potência, tecnologia e controle para o seu sistema HV. O novo Taramps HV 50~80 Chipeo BT chega trazendo novos recursos para tornar a configuração, o ajuste e o monitoramento do sistema muito mais práticos. Com conectividade Bluetooth, o amplificador permite acessar diferentes funções diretamente pelo smartphone, ampliando as possibilidades de controle e configuração do sistema. Entre os recursos do novo HV 50~80 Chipeo BT, estão: Conectividade Bluetooth, com regulagens via aplicativo; DSP integrado, com ajustes e presets; Multímetro pelo aplicativo, permitindo o monitoramento da tensão do HV, da tensão de 12 V e da tensão de saída do amplificador; Saída LINK, permitindo a interligação de vários amplificadores; Tecnologia Flexible Power, proporcionando maior versatilidade de utilização; Além de outros recursos desenvolvidos para oferecer mais controle, praticidade e possibilidades na configuração do seu projeto. #taramps #amplificador #potencia #somautomotivo #altavoltagem #HV #Chipeo #bluetoothView the full article
  25. MB 400 BOB - Para caixa Bob, caixa trio e muito som O MB 400 BOB é um woofer de 12 polegadas desenvolvido para aplicações em caixas Bob e caixas trio, trazendo versatilidade para diferentes tipos de montagem e um resultado que surpreende. Ele entrega o grave que esse tipo de caixa precisa e combina com diferentes configurações, dando liberdade para montar o sistema de acordo com a proposta do projeto. Você pode usar com drivers fenólicos e tweeters, combinar com drivers de titânio ou montar junto com alto-falantes full range. É uma opção para quem busca uma caixa prática, eficiente e com um conjunto que entrega resultado, seja em projetos mais simples ou em configurações mais completas. MB 400 BOB. Na caixa Bob ou na caixa trio, é Taramps no projeto. #lançamento #alto-falante #taramps #caixabob #caixatrio #somautomotivoView the full article
  26. O som do seu carro acaba de ganhar inteligência. X12 AiR com ExpertLab: o app mede o seu sistema, a IA propõe ganho, crossover e delay e explica o porquê de cada ajuste. Quem aprova é você. 32 bits · 96 kHz · 12 canais Manda pra aquele amigo que ainda alinha som só no ouvido. App desenvolvido pela @ai.algorithma #somautomotivo #caraudio #x12air #expertlab #inteligenciaartificialView the full article
  27. O BYD Dolphin híbrido já está no Brasil. Unidades do hatch plug-in (PHEV) desembarcaram no Espírito Santo com e sem camuflagem, conforme as imagens da página @autorodmotors. Previsto para estrear no mercado nacional em 2027 já com tecnologia flex, o hatch híbrido iniciará agora seus testes de rodagem no Brasil. Com nome de um dos carros de maior sucesso da BYD no Brasil, o Dolphin G fará a ponte entre os elétricos de acesso e a linha de SUVs da marca. O modelo será a principal arma da fabricante chinesa na faixa de preço onde enfrentará os futuros lançamentos com sistema híbrido leve de Volkswagen e Stellantis. <span class="hidden">–</span>@autorodmotors/Reprodução O batismo com a letra “G”, abreviação de “Genius”, marca a estreia da quinta geração da arquitetura híbrida plug-in da empresa, chamada de DM 5.0. No Brasil, de acordo com o jornalista Jorge Moraes, o Dolphin híbrido poderá ser chamado de “Dolphin GT” para se distanciar melhor das versões elétricas. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade Quando chegar às lojas brasileiras no próximo ano, o hatch unirá sua motorização híbrida de nova geração mecânica ao uso do etanol. Com isso, o modelo ficará um passo à frente até mesmo do conjunto previsto para o utilitário Atto 2 híbrido plug-in flex, prometido em junho mas que ainda não começou a ser entregue. <span class="hidden">–</span>@autorodmotors/Reprodução Por conta da expectativa por um grande volume de vendas, o Dolphin híbrido será fabricado em Camaçari (BA). A unidade está prestes a iniciar operações de manufatura mais complexas, com áreas de estamparia e pintura operando no local, permitindo que a unidade deixe de se limitar apenas a processos de montagem com peças importadas. O BYD Atto 2 e a picape Mako serão os primeiros BYD fabricados ali. Continua após a publicidade Como funciona o conjunto mecânico híbrido DM 5.0 do BYD Dolphin? Sistema híbrido DM 5.0Divulgação/BYD O conjunto do BYD Dolphin G prioriza a tração elétrica na maior parte do tempo, utilizando o motor quatro cilindros 1.5 aspirado como gerador de energia. Essa arquitetura entrega potência combinada de 176 cv na versão de entrada Active e chega a 212 cv nas configurações Boost, Comfort e Sport, mantendo sempre o torque máximo de 21,4 kgfm e aceleração de zero a 100 km/h em 8,3 segundos. Estes dados são para a configuração europeia, movida apenas a gasolina e eletricidade. BYD Dolphin GDivulgação/BYD Continua após a publicidade Para alcançar esses números, o conhecido bloco quatro cilindros 1.5 16V aspirado passou por atualizações. Agora ele trabalha com alta taxa de compressão de 16:1, além de incorporar bomba de óleo variável e sistema de refrigeração duplo. Na configuração de entrada Active, ele rende até 95 cv e 12,2 kgfm, enquanto nas opções superiores sua calibração prioriza o ciclo de eficiência, gerando 70 cv e os mesmos 12,2 kgfm. O principal motor de tração é o elétrico síncrono de ímã permanente, capaz de produzir sozinho 163 cv e 21,4 kgfm. Segundo a fabricante, essa lógica de operação evita hesitações em retomadas e garante que a gasolina seja consumida apenas nas faixas ideais de rendimento. Independentemente da faixa de potência combinada, todas as versões atingem a velocidade máxima limitada de 180 km/h. BYD Dolphin GDivulgação/BYD Continua após a publicidade A eficiência geral também é beneficiada pela integração dos três controladores eletrônicos do sistema em uma peça única, agilizando o processamento de comandos. Além disso, a engenharia reestruturou o gerenciamento térmico com resfriamento direto da bateria e controle inteligente da cabine. Na prática, a solução reduz o desperdício energético sob frio ou calor severos, aliviando a demanda da bateria. Quanto custa a bateria de um carro híbrido e quando deve ser trocada? Qual é o consumo e a autonomia elétrica do BYD Dolphin G? Na Europa, o BYD Dolphin G promete um consumo combinado pelo ciclo europeu WLTP de até 27,9 km/l nas versões de entrada e de 26,6 km/l nas opções topo de linha, variando conforme o peso do veículo. Com o tanque cheio e a carga completa, a autonomia total declarada atinge 1.018 km na configuração básica e chega a 1.040 km nos catálogos superiores, permitindo rodar de 40 km a 105 km apenas com eletricidade. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD Esses índices dependem diretamente das duas opções de baterias Blade oferecidas pela montadora. A versão de entrada utiliza um acumulador de cerca de 7,4 kWh, que garante 40 km de alcance puramente elétrico no padrão WLTP. Nessa configuração mais leve, a potência de recarga em corrente alternada (AC) é limitada a 3,3 kW, exigindo três horas na tomada para elevar o nível de energia de 15% a 100%. Já as três versões mais caras — Boost, Comfort e Sport — recebem uma bateria maior, com 18,3 kWh de capacidade, que amplia a autonomia sem queimar combustível para até 105 km. Esse pacote aceita recargas em corrente alternada de até 6,6 kW e suporta estações rápidas de corrente contínua (DC) de até 39 kW. Em eletropostos rápidos, o sistema leva 26 minutos para recuperar a carga de 10% a 80%. O que muda no tamanho, visual e suspensão do BYD Dolphin híbrido? <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD O BYD Dolphin G cresceu para acomodar o sistema híbrido e convencer como carro familiar, atingindo 4,16 m de comprimento, 1,82 m de largura, 1,57 m de altura e 2,61 m de entre-eixos, com porta-malas de 425 litros. Apesar do porte próximo ao de hatches médios, o modelo adota suspensão traseira por eixo de torção em todas as versões, abrindo mão do sistema independente multibraços presente nos elétricos Dolphin Plus e Dolphin SE. Para diferenciar o híbrido dos irmãos puramente elétricos, os designers criaram uma carroceria inédita. Na dianteira, os faróis afilados são conectados por uma faixa central e o logotipo da marca subiu para o capô. Na traseira, a barra das lanternas em led atravessa toda a tampa do bagageiro abrigando o emblema da empresa, acompanhada por um limpador no vigia superior. Rebater o banco traseiro bipartido amplia o bagageiro para 1.225 litros. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD Por dentro, o estúdio de design apostou em um painel de linhas horizontais limpas, saídas de ar discretas e seletor de marchas alojado na coluna de direção. O motorista visualiza um quadro de instrumentos digital de 8,8 polegadas, enquanto a central multimídia pode ter tela de 10,1 ou 12,8 polegadas. A principal evolução de conectividade é a integração nativa com o sistema Google para navegação por mapas e comandos por assistente de voz. A divisão de acabamento externo inclui rodas de liga leve de 16 polegadas nas versões Active e Boost, subindo para aro 18 bicolor na Comfort e 18 em preto brilhante na Sport. A partir do catálogo Comfort, o hatch incorpora head-up display, teto panorâmico com cortina elétrica, câmera 360 graus, luzes de cortesia nos retrovisores, bancos com revestimento que mescla tecido e couro vegano, além de ajustes elétricos de posição e lombar para o motorista. BYD Dolphin GDivulgação/BYD <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD O pacote tecnológico das versões superiores contempla ainda aquecimento para bancos e volante, além da função V2L, que transforma o carro em fonte de energia para aparelhos externos. Na segurança ativa, o sistema ADAS reúne controle de cruzeiro adaptativo, alerta de ponto cego e assistente de manutenção em faixa. Quando o BYD Dolphin híbrido será lançado no Brasil? O BYD Dolphin GT tem lançamento confirmado para o mercado brasileiro em 2027. O modelo estreará nas concessionárias já equipado com motorização híbrida plug-in flex e com produção nacional, em Camaçari (BA). <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD Qual é a autonomia e o consumo do BYD Dolphin GT? Segundo dados do ciclo WLTP, o BYD Dolphin GT entrega autonomia total combinada de 1.018 km na versão de entrada Active e de até 1.040 km nas configurações superiores. O consumo médio declarado é de até 27,9 km/l na opção com bateria menor e de 26,6 km/l nas versões com acumulador maior. Qual é a diferença de tamanho entre o BYD Dolphin GT e o Dolphin elétrico? O BYD Dolphin G é maior e tem visual próprio, medindo 4,16 m de comprimento, 1,82 m de largura, 1,57 m de altura e 2,61 m de entre-eixos. O porta-malas comporta 425 litros (ou 1.225 litros com os bancos rebatidos), medidas que o aproximam dos hatches médios tradicionais. Publicidade View the full article
  28. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower A vida do Hyundai HB20 tende a mudar daqui pra frente no Brasil. Como a marca coreana já tem o I20 convivendo numa faixa de preços similar ao do hatch veterano, e ainda pretende lançar o SUV pequeno Bayon para o ano que vem (rival de Tera, Pulse, Sonic, Kardian e afins), será preciso readequar a linha do Hyundai HB20 para que os três irmãos não briguem entre eles. É um movimento da fabricante corena para evitar a chamada canibalização, jargão comum no meio automotivo que indica quando um modelo está roubando vendas de outro dentro da mesma marca. Leia mais: Copa HB20 chega à centésima corrida! Hyundai HB20 Platinum – Foto: divulgação Hyundai HB20 vai focar nas versões de entrada A própria marca coreana já indica que, já em 2027, a vida do Hyundai HB20 será concentrada nas versões 1.0 de aspiração natural e transmissão manual, ou seja, as mais baratas. Nessa toada é possível, inclusive, que as turboflex automáticas saiam de cena, passando o bastão de forma definitiva para I20 e Bayon, mais modernos e caros. Nas palavras da Hyundai, “o foco para o HB20 em 2027 passará a ser as versões com motorização aspirada, que são totalmente produzidas em Piracicaba (SP)”. Hyundai HB20 Limited – Foto: Lucca Mendonça Além disso, também está prevista para o próximo ano uma nova versão do Hyundai HB20 que, de acordo com a fabricante, deve reunir pacotes de tecnologia e conforto mais completos para as opções de entrada do segmento, custando menos de R$ 100 mil. Vale lembrar que, hoje, o hatch é vendido em duas versões com motor 1.0 aspirado e câmbio manual: a Comfort de R$ 96,5 mil e a Limited, completinha, de R$ 100,3 mil. As turboflex automáticas variam entre R$ 122,7 mil e R$ 132,5 mil. Hyundai HB20 Comfort – Foto: divulgação CNPJ e motoristas de app Outra mudança importante nos rumos do Hyundai HB20 é a presença maior nas vendas diretas, CNPJ, microempresários, motoristas de app e afins. A expectativa da empresa, inclusive, é que o hatch participe ativamente das vendas neste nicho ao longo de 2027, aproveitando políticas de incentivo como as do Move Brasil, por exemplo. Hyundai HB20 Limited – Foto: divulgação Versões turboflex e sedan: futuro incerto Curiosamente, além das versões turboflex automáticas que tendem a deixar o mercado ao longo do ano que vem, outro que ficou de fora dos comunicados da empresa foi o Hyundai HB20S, o sedan da família. Sem nunca ter alcançado o sucesso do hatch, ele até acumula bons emplacamentos na categoria, mas sofre com a derrocada dos sedans, que perdem cada vez mais mercado para os SUVs de entrada. É possível que ele seja outro aposentado para abrir espaço para a produção do Bayon, que também sairá de Piracicaba (SP). Aquele, aliás, é o único grande polo produtivo de veículos da Hyundai no Brasil, fazendo desde o HB20 mais barato até o Creta mais caro. Hyundai HB20 Sedan – Foto: divulgação HB20 vai seguir ao lado do I20 No fim das contas, para quem pensava no fim de linha do Hyundai HB20 logo após a chegada do I20, aparentemente o hatch chegará aos próximos anos firme e forte, focado nas versões de entrada e na motorização mais simples. Essa é uma estratégia comum no segmento: o Polo Track sobrevive assim na linha da VW, o Argo atual continuará em linha depois da chegada do Argo X na gama da Fiat, e, no caso da Chevrolet, o Onix de primeira geração seguiu em produção por cerca de dois anos após a estreia do modelo que conhecemos hoje. Pouco deve mudar nos Hyundai HB20 futuros se comparados ao carro atual. Continuarão usando o bom e velho motor 1.0 Kappa de aspiração natural, com 75/80 cv de potência e 9,6/10,2 mkgf de torque (gas/eta), aliado a transmissão manual de cinco velocidades. No pacote de série, deverá manter, pelo menos, 6 airbags, piloto automático com limitador de velocidade, multimídia de 8 pol. com conexões sem fio, direção elétrica, vidros e travas elétricas. Hoje, nas opções 1.0 aspiradas mais completas, ele pode vir também com câmera de ré, sensores de estacionamento traseiros, chave presencial, partida por botão, retrovisores elétricos, volante multifuncional e mais. Hyundai HB20 Limited – Foto: Lucca Mendonça Ele também manterá a garantia de 5 anos sem limite de quilometragem, uma de suas marcas registradas, bem como o baixo custo de manutenção: a Hyundai afirma que, até os 60 mil km, ele é, historicamente, o mais barato de ser mantido dentre os concorrentes. Essas e outras novidades para o Hyundai HB20, na realidade, fazem parte das comemorações dos 15 anos de lançamento do modelo no Brasil, agora em 2027. O post Hyundai HB20: o que esperar para o futuro do hatch no Brasil? apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
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