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  2. O segmento dos hatches elétricos tornou-se um dos mais movimentados do Brasil. Esses modelos têm sido os responsáveis pela popularização dos elétricos no mercado, movimento iniciado pelo BYD Dolphin, em 2023. Com recordes de vendas, o Dolphin virou protagonista e referência para os novos elétricos de entrada que aqui chegam, criando um segmento. O MG MG4 Urban é o mais novo rival e tem montagem nacional já anunciada. Ele estreia encarando o Geely EX2, que também tem produção nacional prometida e acumulou 14.780 unidades emplacadas no primeiro semestre, contra 18.054 do BYD. Aqui esses dois travam uma disputa de antagonistas. Lanternas interligadas e com referências à bandeira do Reino Unido marcam o MG4Fernando Pires/Quatro Rodas O MG4 Urban está disponível em três versões diferentes: Comfort 43 kWh (R$ 129.990), Luxury 43 kWh (R$ 139.990) e Luxury 54 kWh (R$ 149.990), que trazem nos nomes o indicativo da capacidade das baterias de cada uma. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Testamos a versão de entrada, a Comfort, e, para o confronto, convocamos o Geely EX2, na versão Max, a mais completa, que custa R$ 136.800 e é a que mais se aproxima do MG na relação de preço e equipamentos. O Geely tem ainda a versão Pro, de R$ 123.800. Continua após a publicidade O elétrico Geely traz lanternas separadas, e dispensa o limpador do vidro traseiroFernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade MG4 Urban e Geely EX2 têm diferenças significativas, a começar pela aparência. O MG4 Urban exibe traços elegantes, buscando influências europeias por se orgulhar de seu sangue britânico – a MG Motor, hoje controlada pelo grupo chinês SAIC, foi fundada no Reino Unido, em 1924. Na dianteira, o MG4 tem para-choque com grandes aberturas, vincos bem definidos no capô e faróis afilados – estes full-led, com fachos baixo e alto automáticos. Não há sensores de estacionamento ou câmera frontais. De lado, o MG4 traz vincos marcados e maçanetas do tipo convencional, e é o único da categoria com rack de teto. A versão mais barata vem com rodas cobertas por calotas, de 16”. Continua após a publicidade Acabamento do MG4 traz materiais mais refinados e visual mais discretoFernando Pires/Quatro Rodas Na traseira, o sino-britânico traz lanternas que reproduzem a bandeira do Reino Unido (que também aparece na tampa do porta-malas) e há um limpador do vidro. Continua após a publicidade O Geely EX2, por sua vez, reedita a tendência chinesa de design, com aparência mais limpa e, de certa forma, pobre – as superfícies são lisas e simplórias, sem vincos ou volumes elaborados. A dianteira tem faróis em formato de gota, com fachos baixo e alto automáticos, e há câmeras 360o, mas nada de sensores de estacionamento. De lado, para a versão Max, há rodas de liga leve de 16” diamantadas, mas o aplique de estrelas na coluna traseira é de gosto duvidoso. As lanternas de led fogem à regra e não são interligadas. Ainda na traseira, existe uma luz de neblina central. A Geely capricha no acabamento, mas exagera no estilo da iluminaçãoFernando Pires/Quatro Rodas Medidas internas As diferenças nas dimensões dos modelos são, literalmente, grandes. O MG mede 4,40 m de comprimento e 2,75 m de entre-eixos. São 26 cm a mais no comprimento e 10 cm a mais entre os eixos em relação ao Geely. Na largura, o MG4 Urban tem 4 cm a mais, mas, na altura, o Geely é 3 cm maior. Outra discrepância aparece no porta-malas dos elétricos: o MG4 Urban promete um volume de 577 litros, contra os 375 litros do EX2. O EX2, porém, oferece 70 l a mais no porta-malas frontal. Nenhum deles vem com estepe. Tecido dos bancos é simples, mas de qualidade, e há saídas de ar traseiras; espaços são melhores do que no GeelyFernando Pires/Quatro Rodas As disparidades nas medidas também aparecem nas cabines, com óbvia vantagem para o MG4 Urban. Na traseira, há espaço de sobra para as pernas de até três ocupantes e o assoalho é plano. Quem vai atrás, tem à disposição saídas de ar-condicionado e uma porta USB-C. Não imagine, porém, que o Geely seja apertado. Pelo contrário, ele também tem espaço de sobra para seus ocupantes, e saídas de ar. Mas a porta USB, nesse caso, é do tipo A, mais antigo (melhor dos mundo é ter as duas versões). <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Ainda no interior, há mais diferenças de estilo entre os hatches. Como na parte externa, o MG4 Urban mostra linhas mais discretas, ainda que seguindo o mesmo estilo do rival no qual o destaque cabe às telas. No conjunto do painel, há uso predominante do preto, com detalhes plásticos que imitam aço escovado. O nível de acabamento é bom, com uso de materiais de boa textura e, em áreas como a faixa central do painel, revestimento sintético. Nesta versão de entrada, falta iluminação ambiente e os bancos são revestidos de tecido comum, mas de toque macio e que permitem uma convivência aconchegante. Eles têm ajustes mecânicos. Há boa oferta de porta-objetos a bordo. Bancos têm revestimento sintético e o do motorista, ajustes elétricos; há saídas de ar traseiras e bons espaçosFernando Pires/Quatro Rodas Listas de equipamentos O quadro de instrumentos do MG4 é o mesmo para toda a linha, com 7” e apresentação básica de informações. A multimídia tem 12,8”, Android Auto e Apple CarPlay sem fio, wi-fi e navegação nativa, mas perde para as demais versões os comandos de voz (apenas em inglês) e os alto-falantes traseiros, ficando só dois frontais e dois tweeters. Embora tenha a conectividade necessária, a central do MG4 Urban poderia permitir uma melhor usabilidade: os menus são confusos e as respostas são lentas, além do layout desinteressante. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas O EX2 Max tem acabamento semelhante ao do rival, em um padrão bastante alinhado ao segmento. Há plásticos rígidos nas partes superiores, porções com revestimento sintético e macios nas faixas centrais, além de uma mescla de plásticos em preto e cinza brilhante. É um bom resultado. Os melhores carros elétricos até R$ 150.000 para comprar em 2026 Porém, suas linhas são mais arredondadas, ao estilo chinês, e a iluminação ambiente, nas portas e à frente do passageiro, exagerada: há um desenho de uma silhueta de prédios, cuja iluminação pode adotar diferentes cores. Os bancos têm revestimento sintético agradável em cinza-claro e o do motorista vem com ajustes elétricos. Tela de 12,8” do MG4 é de bom tamanho, mas a operação lenta e confusa atrapalha; falta carregador por induçãoFernando Pires/Quatro Rodas As telas são mais chamativas no Geely. Uma tela horizontal de 8,8” responde pelo quadro de instrumentos, mas com informações tão básicas quanto as do MG4 Urban. Sua central multimídia é maior, com 14,6”, e tem melhor qualidade de imagem e um sistema operacional mais moderno e eficiente. No entanto, a conexão com as plataformas Android Auto e Apple CarPlay é feita apenas via cabo. A disputa esquenta quando o assunto é lista de equipamentos. Ambos têm ar digital, faróis full-led automáticos, sensores traseiros, freio de estacionamento eletrônico com auto hold e monitoramento de pressão de pneus. Eles também compartilham alguns itens de auxílio à condução (ADAS), como ACC, alerta de mudança de faixa, frenagem automática de emergência e faróis altos adaptativos. Central do EX2 é melhor, mas Android Auto e CarPlay só funcionam via cabo; há carregador sem fioFernando Pires/Quatro Rodas Mas há vantagens diversas para os dois lados. No caso do Geely, só ele traz, entre as versões comparadas, banco do motorista com ajustes elétricos, câmera 360o, luz ambiente, som com seis alto-falantes e carregador de celulares por indução, além das telas maiores. O MG4, por sua vez, tem conectividade sem fio, alertas de pontos cegos, abertura das portas e de colisão traseira, assistente de permanência em faixa e de tráfego cruzado traseiro, leitura de placa de velocidade e monitoramento de atenção do motorista. Porta-malas do MG4 UrbanFernando Pires/Quatro Rodas Chineses tropicalizados O MG4 Urban causa incômodo com os ruídos que invadem a cabine. Um deles é o alerta para pedestres, um item de segurança, mas é alto o suficiente para ser percebido na cabine. Ele é emitido até ao redor dos 25 km/h e cansa no anda e para do dia a dia. Passada a velocidade, o ruído virtual dá lugar a um som agudo vindo do motor elétrico, emitido durante as acelerações. A versão de entrada do MG4 Urban tem números mais modestos em relação à topo de linha, Luxury. Mas, ainda assim, com vantagem sobre o Geely. O MG tem um motor elétrico dianteiro de 150 cv e 25,5 kgfm (na versão mais cara, são 160 cv e o mesmo torque), suficiente para ir de 0 a 100 km/h em 9,3 segundos. As retomadas, no entanto, foram ligeiramente mais lentas do que no Geely, que pesa 122 kg a menos, mas também tem números significativamente inferiores de potência e torque. Porta-malas do Geely EX2Fernando Pires/Quatro Rodas São 116 cv e 15,3 kgfm fornecidos pelo motor elétrico montado no eixo traseiro. Em nossa pista, o Geely levou 10,2 s para alcançar os 100 km/h. O EX2 tem boas saídas e retomadas, sem esforço para realizar manobras urbanas que precisem de agilidade. Na estrada, os dois são semelhantes, com perda de fôlego em velocidades mais altas – algo comum entre elétricos dessa faixa de potência e torque. Eles também se parecem na condução, com bons acertos de suspensão e direção, ao gosto do brasileiro. Em ambos, a direção é leve e direta, mas ainda mais leve (por isso, um pouco artificial) no Geely. Na suspensão, mais semelhanças, mas com mais uma vantagem para o MG4. Os dois têm ajustes firmes que evitam balanços e inclinação exagerados da carroceria, sem a maciez excessiva de outros carros chineses. MG4 Urban de entrada tem calotasFernando Pires/Quatro Rodas No MG4, no entanto, esse ajuste é ainda mais firme e dá mais estabilidade em relação ao Geely, e quem vai no banco traseiro sente essa diferença com mais clareza. O EX2 também provoca algum efeito de mola no eixo traseiro ao enfrentar irregularidades mais pronunciadas ou passar por lombadas. Algo leve, que não chega a prejudicar a dirigibilidade, que é igualmente agradável para os dois modelos. Rodas de liga leve do EX2Fernando Pires/Quatro Rodas Gestão de energia Para os MG4 Urban Comfort e Luxury 43 kWh, a bateria tem 42,8 kWh e a autonomia homologada é de 299 km. Para a versão Luxury com bateria de 53,9 kWh, a autonomia é de 358 km. As recargas podem ser feitas a até 11 kW em corrente alternada (AC) ou a 82 kW em corrente contínua (DC). No Geely EX2 Max, a bateria tem 39,4 kWh, com autonomia homologada de 289 km – apenas 10 km a menos do que no rival. As maiores reduções aparecem nas potências máximas de recarga do Geely: 6,6 kW em AC, e 70 kW em DC. Os dois têm função V2L, que permite que a bateria seja usada para alimentar dispositivos externos, mas apenas o MG4 Urban traz a função one pedal, ou seja, uma frenagem regenerativa forte o suficiente para permitir a condução apenas com o pedal do acelerador. Isso é bom, mas seus freios deveriam ser melhores: na prova de 120 km/h, o MG4 Urban precisou percorrer 13,6 m a mais que o EX2 antes de parar (veja a ficha de testes). Saídas de ar traseiras do MG4 têm dois difusores e há uma porta USB-CFernando Pires/Quatro Rodas O MG4 Urban Comfort vence o comparativo contra o Geely EX2 Max por ser mais espaçoso, oferecer mais itens de segurança, agradar mais na condução e ter vantagens na hora da recarga, além de ser mais barato. Mas outras ponderações precisam ser feitas. A MG Motor ainda tem operação tímida no país e a nacionalização do MG4 Urban envolve planos menos robustos do que os da Geely. Enquanto o MG4 Urban será montado na fábrica multimarcas da Comexport, em Horizonte (CE), a partir de 2027, em uma estratégia que dispensa os custos de se erguer uma fábrica própria, o Geely EX2 será montado a partir de dezembro deste ano na fábrica da Renault em São José dos Pinhais (PR), ainda em 2026. A Geely comprou 26,4% das operações da Renault do Brasil e estrutura seu pós-venda junto com a francesa. EX2 tem duas saídas de ar, mas a porta USB traseira é do tipo AFernando Pires/Quatro Rodas O Geely também se destaca nos baixos custos de peças (até o fechamento desta edição, a MG não forneceu os preços para o MG4 Urban) e de revisões. Nos três primeiros anos, o proprietário de um Geely EX2 desembolsará, ao todo, R$ 1.310 nas três revisões realizadas. Quem comprar um MG4 Urban pagará R$ 1.773. Veredicto Com mais itens de segurança, mais espaço e menor preço, o MG4 Urban Comfort vence, mas sem tanta folga, dado o bom pacote do Geely EX2 Max. Há ressalvas envolvendo ainda o pós-venda e a operação das marcas. Avaliação CONSTRUÇÃO E ACABAMENTO O MG4 Urban vai melhor em qualidade e visual, evitando exageros do EX2. O Geely mostra superioridade no isolamento acústico: o MG tem altos níveis de ruídos. TECNOLOGIA Enquanto o MG4 Urban foca em segurança, com mais itens de ADAS, o EX2 responde com extras em conforto e tecnologia – mas não abre mão de auxílios básicos para a condução. VIDA A BORDO As maiores dimensões do MG aparecem no interior e ele tem mais espaço para ocupantes e bagagens. Porém, ninguém viaja apertado no Geely, que tem ainda um porta-malas frontal. RENDIMENTO Mais potente e com mais torque, o MG tem melhor desempenho inicial. Entretanto, o Geely surpreende e tem retomadas melhores. COMPORTAMENTO DINÂMICO Ambos os elétricos têm um bom nível de ajuste de suspensão, mas o MG4 encontrou um acerto ainda melhor. Ele também destaca a função one pedal. SEGURANÇA Os dois contam com frenagem de emergência e ACC, mas o MG4 traz mais itens de auxílio, como alertas de pontos cegos e tráfego cruzado, e um airbag central, somando sete. O Geely tem seis. SEU BOLSO Mesmo mais equipado e espaçoso, o MG4 Urban é também mais barato. Mas atente-se ao pós-venda: o Geely oferece custos de propriedade menores. Ficha Técnica GEELY EX2 Motor: elétrico, traseiro, 116 cv, 15,3 kgfm Bateria: íons de lítio, LFP, 39,4 kWh; recarga, 6,6 kW (AC) e 70 kW (DC); autonomia, 289 km (PBEV) Câmbio: aut. 1 marcha, tração traseira Direção: elétrica Suspensão: McPherson (diant.), multilink (tras.) Freios: disco ventilado nas quatro rodas Rodas e pneus: liga leve, 205/60 R16 Dimensões: comprimento, 413,5 cm; largura, 180,5 cm; altura, 158 cm; entre-eixos, 265 cm; vão livre do solo, 16 cm; peso, 1.300 kg; porta-malas, 375 litros; porta-malas dianteiro, 70 litros MG4 URBAN Motor: elétrico, dianteiro, 150 cv, 25,5 kgfm Bateria: íons de lítio, LFP, 42,8 kWh; recarga, 11 kW (AC) e 82 kW (DC); autonomia, 299 km (PBEV) Câmbio: aut. 1 marcha, tração dianteira Direção: elétrica Suspensão: McPherson (diant.), eixo de torção (tras.) Freios: disco ventilado nas quatro rodas Rodas e pneus: liga leve com calotas, 195/60 R16 Dimensões: comprimento, 439,5 cm; largura, 184,2 cm; altura 154,9; entre-eixos, 275 cm; vão livre do solo, 11,7 cm; peso, 1.422 kg; porta-malas, 577 litros Teste comparativo Quatro Rodas Aceleração geely ex2 mg4 urban 0 a 100 km/h 10,2 s 9,3 s 0 a 1.000 m 33,4 s / 137,3 km/h 31,9 s / 161,1 km/h Velocidade máxima 140 km/h 160 km/h Retomadas D 40 a 80 km/h 3,9 s 4 s D 60 a 100 km/h 5,4 s 5,9 s D 80 a 120 km/h 7,2 s 7,9 s Frenagens 60/80/120 km/h a 0 14,8/26,2/61,4 m 17,1/33,7/74,96 m Consumo Urbano 8,6 km/kWh 11 km/kWh Rodoviário 8 km/kWh 7,1 km/kWh Ruído interno Neutro/RPM máx. L.O / – dBA L.O / – dBA 80/120 km/h 63,5 / 69,8 dBA 89,8 / 88,3 dBA Aferição Velocidade real a 100 km/h 98 km/h 99 km/h Rotação do motor a 100 km/h – – Volante 2,7 voltas 2,7 voltas SEU Bolso Preço básico R$ 136.800 R$ 129.990 Garantia 6 anos 7 anos Assistência ao condutor <span class="hidden">–</span>Redação/Quatro Rodas GEELY EX2 Sensor de ré Piloto automático adaptativo Frenagem autônoma Farol alto automático Alerta de saída de faixa Câmera 360° Alerta de pressão dos pneus MG MG4 URBAN Sensor de ré Piloto automático adaptativo Frenagem autônoma Alerta de ponto cego Alerta de saída de faixa Leitura de placas de trânsito Câmera de ré Farol alto automático Alerta de atenção do condutor Ergonomia <span class="hidden">–</span>Reprodução/Quatro Rodas Geely ex2 A: 150,5 cm (diant.) / 144 cm (tras.) B: 96,5 cm (diant.) / 90 cm (tras.) C: 98 cm (diant.) / 101 cm (tras.) MG4 urban A: 152,5 cm (diant.) / 148,4 cm (tras.) B: 97,2 cm (diant.) / 92 cm (tras.) C: 97,9 cm (diant.) / 99 cm (tras.) 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  3. A nova e 14ª geração do Nissan Skyline recebeu teasers oficiais em abril deste ano, quando a marca japonesa apresentou seus planos globais para os próximos anos à imprensa. Agora, o CEO da Nissan, Ivan Espinosa, confirmou a data de lançamento do novo modelo: dezembro de 2026. A declaração foi feita para o jornal japonês Asahi Shimbun. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. “O Skyline será um dos modelos de renascimento da Nissan e de um retorno triunfal no qual temos trabalhado. É um ícone de velocidade como carro, mas também um ícone de velocidade da Nissan, já que este é o primeiro carro sob o novo processo de desenvolvimento acelerado e está previsto para ser lançado ou concluído em 26 meses… Teremos um evento de lançamento em dezembro”, afirmou o CEO da Nissan ao jornal local. Teaser da nova geração do Nissan SkylineDivulgação/Nissan Ivan ressalta que o carro foi desenvolvido em 26 meses, o que significa menos da metade que a atual geração precisou para ser feita, cerca de 55 meses. Isso foi possível devido a utilização de inteligência artificial e ferramentas digitais. Continua após a publicidade “A China está, atualmente, definindo os padrões da indústria para o futuro em termos de tecnologia, competitividade de custos e tempo de desenvolvimento”, afirmou o executivo da montadora à Nikkei, jornal econômico japonês em julho deste ano. O design será bem diferente da atual geração. A frente vai adotar faróis afilados, que lembram os do Ford Mustang da antiga geração, mas com dois feixes verticais. Atrás, seguem as lanternas circulares duplas. Teaser Nissan SkylineNissan/Divulgação Continua após a publicidade O novo Skyline foi desenvolvido para o mercado japonês e fará parte de uma das linhas da marca, chamada de “Heartbeat”, com modelos de identidade Nissan, com “valores emocionais e que carregam inovação”. Nissan GT-R e Z A Nissan anunciou o encerramento da linha do GT-R R35 em agosto de 2025. No entanto, executivos da montadora não só confirmaram um novo Godzilla, como também salientaram que nomes como o Z seguirão no portfólio da marca. As afirmações foram concedidas durante coletiva de imprensa na sede da Nissan, em Yokohama, no Japão, em abril deste ano. “Em relação ao carro esportivo, temos nomes importantes como GT-R, Skyline e Z. Vamos manter os três. Quanto ao GT-R, embora todos desejem um novo, hoje não podemos falar nada sobre isso”, afirmou Eiichi Akashi, diretor de tecnologia da Nissan. Continua após a publicidade Ivan Espinosa salientou a jornalistas britânicos que o próximo GT-R não será elétrico porque atualmente não há baterias suficientemente boas para sustentar o seu desempenho. Último GT-R R35 A última unidade do Nissan GT-R R35 saiu da linha de montagem em Tochigi, no Japão, e era da edição Premium T-Spec, com pintura na cor roxo Midnight. O último Godzilla desta geração foi destinado a um cliente japonês e não foi para um museu. O Japão foi o principal mercado desta geração do esportivo e comprou 37% dos mais de 48.000 carros produzidos nos últimos 18 anos. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Nissan Quando estreou, o motor V6 3.8 biturbo (VR38DETT) do Nissan GT-R gerava 473 cv, mas as evoluções feitas desde 2007 fizeram sua entrega de potência aumentar até 600 cv. Cada motor dos mais de 48.000 carros foi montado artesanalmente por cada um dos nove “takumi”, os artesãos designados a essa tarefa, em um processo que leva seis horas (veja esta história aqui). O supercarro sempre utilizou o câmbio de dupla embreagem com seis marchas e sistema de tração integral. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Nissan O Nissan GT-R chegou a ser vendido de forma oficial no Brasil, mas a grande maioria dos carros que circulam no país chegaram de forma independente. Publicidade View the full article
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  11. O Jeromão já entrou no clima do Insane Sound 2026 com a Taramps! 🔊 📍 9, 10 e 11 de outubro | Barretos - SP Quem aí também já tá no modo Insane? #taramps #jeromão #insanesound #barretos #evento #shortsView the full article
  12. Revelado no Salão do Automóvel de 2018, o Jimny Sierra começou a ser importado do Japão no final de 2019 (já como modelo 2020). Com 3,64 m de comprimento, 1,64 m de largura e 2,25 m entre os eixos, o jipinho se consolidou como o 4×4 “raiz” mais acessível do país, ideal para quem anda sozinho e necessita de um fora de estrada compacto, ágil, robusto e eficiente no trânsito urbano. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A receita é simples e infalível: chassi reforçado e ainda separado da carroceria, tração 4×4 parcial (não é integral) e eixos rígidos. A novidade ficou por conta do câmbio automático e recursos como central multimídia, controle de estabilidade (ESP) e controle de descida em declives (HDC). Continua após a publicidade A praticidade é mais uma de suas virtudes, mas impõe concessões: com espaço interno adequado para duas pessoas, o Jimny Sierra não tem vocação familiar. O espaço no banco traseiro melhorou quando comparado à geração anterior, mas o porta-malas foi reduzido de 113 para 85 litros. Continua após a publicidade Sob o capô estava o motor K15B 1.5, gasolina, totalmente em alumínio, com duplo comando de válvulas acionado por corrente (com variação no comando de admissão) de 108 cv a 6.000 rpm e 14,1 kgfm a 4.000 rpm. Angulo de ataque aumentou de 35 para 37 grausFernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade São números modestos, mas suficientes para embalar seus 1.135 kg de 0 a 100 km/h em 15 segundos. O consumo urbano de 12,3 km/l é satisfatório e quase tão bom quanto os 12,9 km/l que ele faz na estrada. O único opcional da versão de entrada 4You é o câmbio automático. Daí a preferência do mercado pela versão 4Style, que tem ar-condicionado digital, rodas aro 16 de liga leve, faróis e lanternas de led, bancos com detalhes de couro, capa rígida para o estepe, teto em black piano e aerofólio. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Em 2023, a 4Sport é baseada na 4You e incorpora snorkel para transposição de terrenos alagados, pneus Pirelli Scorpion, rodas pretas, bagageiro no teto, peito de aço para proteção do motor, protetores laterais das caixas de ar e ganchos de ancoragem. Continua após a publicidade No ano seguinte surge a versão 4Expedition ainda mais adequada ao fora de estrada: o bagageiro no teto recebeu uma escada traseira para facilitar o acesso e a suspensão elevada em cerca de 2 polegadas melhorou o vão livre e os ângulos de ataque e saída. O Jimny Sierra só deixou de ser importado devido à impossibilidade de atender aos novos limites de emissões exigidos pelo Proconve L8, situação que acabou por valorizar ainda mais os exemplares seminovos. A simplicidade do projeto facilita a manutenção por oficinas independentes. Como a maioria das peças não é encontrada a pronta entrega criou-se uma grande oferta delas no mercado paralelo. Onde o bicho pega Cabeçote O motor K15B requer verificação periódica na folga das válvulas, que devem ser ajustadas a cada três anos ou 45.000 km. Embreagem Como o torque máximo surge a elevados 4.000 rpm, é normal que o conjunto sofra desgaste acentuado no fora de estrada, principalmente com a atuação do diferencial autoblocante. Tração 4×4 Falhas no funcionamento são causadas por danos nas linhas pneumáticas, válvulas solenóides ou retentores dos cubos de roda. Direção Está sujeita a vibração e trepidação excessiva do volante entre 40-50 km/h ou 60-70 km/h. O problema é causado pelo desgaste prematuro dos rolamentos do pino mestre, desgaste de buchas, amortecedor de direção solto e pneus desbalanceados. Suspensão Muitos Jimny Sierra receberam kits para elevação da suspensão, situação que torna a direção vaga e imprecisa devido à alteração no ângulo de cáster. Experimente o exemplar antes de fechar negócio para certificar-se de que a correção de cáster foi realizada pela oficina. A voz do dono Nome: Ulisses Moreira de Souza Idade: 38 anos Profissão: auditor fiscal Cidade: Cuiabá (MT) O que eu adoro: “O visual é coerente com sua capacidade fora de estrada: é robusto e valente sem abrir mão de comodidades como ar-condicionado, câmbio automático, multimídia e auxílios eletrônicos de tração e estabilidade.” O que eu odeio: “É um jipe adequado a solteiros ou casais sem filhos: o bagageiro de teto é obrigatório quando os bancos traseiros estão ocupados. Falta torque nas trilhas e potência na estrada: um motor de 2 litros seria ideal.” Preço médio dos Suzuki Jimny usados* <span class="hidden">–</span>Reprodução/Quatro Rodas Preço das peças do Suzuki Jimny <span class="hidden">–</span>Reprodução/Quatro Rodas Nós dissemos: <span class="hidden">–</span>Reprodução/Quatro Rodas Novembro de 2019 “Longe do asfalto, o novo Jimny se mostrou mais rápido que o antecessor e com maior disposição de vencer os obstáculos, principalmente com a marcha reduzida engatada, modo em que o Jimny se transforma em um filhote de trator (…). A direção ficou mais leve com a assistência elétrica, mas continua a exigir um giro maior do volante nas curvas devido ao tradicional sistema de esferas recirculantes.” Pense também em um <span class="hidden">–</span>Pedro Bicudo/Quatro Rodas Jeep Wrangler Apesar de pertencer a uma categoria e faixa de preço distinta, ele é outro off-road “raiz”, com sua icônica carroceria separada do chassi e eixos rígidos. É indicado principalmente para quem não se acostuma às limitações urbanas do Jimny: ele oferece muito mais espaço e motorizações (2.0 turbo ou V6) mais adequadas para longas viagens em rodovias. Portas e teto removíveis fazem a alegria de quem aprecia passeios ao ar livre. Publicidade View the full article
  13. Quando o proprietário empresta o carro e ele é multado sem abordagem policial (como em um radar de velocidade), a infração fica registrada inicialmente no cadastro do veículo. Porém, pelo aplicativo CNH do Brasil, o proprietário consegue indicar o condutor responsável e acompanhar se a pontuação foi devidamente transferida para a carteira de quem estava na direção diretamente pelo celular. A transferência da pontuação exige a confirmação do motorista indicado. Ao receber a notificação do processo pelo aplicativo, o condutor precisa aceitar a indicação em até 30 dias. Caso ele recuse ou o prazo expire sem resposta, o procedimento é cancelado e os pontos são atribuídos à CNH do proprietário do carro (ambos precisam ter nível prata ou ouro no gov.br). Como consultar no aplicativo? Abra o aplicativo CNH do Brasil e selecione a aba Infrações. Escolha a opção de busca por Veículo para ver as multas registradas no automóvel ou por Infrator para checar o histórico da sua carteira. Toque na autuação desejada para conferir os detalhes da infração. Em “Por Veículo”, toque no botão “Real Infrator” e clique na opção “Indico”. Digite o CPF do motorista que cometeu a infração. Continua após a publicidade Ainda assim, nem todas as infrações admitem a transferência da pontuação: só é possível transferir multas relacionadas à condução do veículo (como excesso de velocidade ou avançar o sinal). Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade Infrações de responsabilidade do proprietário não podem ser alteradas ou transferidas, permanecendo sob responsabilidade do dono do automóvel. Assim, os pontos vão direto para a CNH do condutor. E se você costuma emprestar o carro frequentemente para a mesma pessoa, é possível cadastrá-la como Condutor Principal no aplicativo. Para isso, basta acessar a aba “Veículos” &gt; “Principal Condutor” e digitar o CPF do motorista. Após a aceitação, todas as futuras multas de trânsito sem abordagem terão os pontos atribuídos à CNH dele. Continua após a publicidade QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Bateria de carro elétrico dura mais que o previsto; veja o que analisar nos usados Publicidade View the full article
  14. COORDENADOR DA EMMA ACADEMY 🎓 É com satisfação que apresentamos William Santiago como novo Coordenador da EMMA Academy no Brasil. William chega para fortalecer um dos pilares da EMMA: conhecimento, formação e desenvolvimento técnico. Uma nova etapa para preparar profissionais e elevar cada vez mais o padrão do som automotivo brasileiro. Bem-vindo à EMMA Brasil, William! 🇧🇷 #EMMABrasil #EMMAAcademy #CarAudio #SomAutomotivo #FormaçãoProfissionalView the full article
  15. Com o melhor amplificador do 🌎 @banda_audiopartsView the full article
  16. Protech Competition em ação!View the full article
  17. Desde a última segunda-feira (14), uma mudança no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) aumentou o peso bruto total de veículos para motoristas com a CNH B. Se antes essa categoria estava restrita a modelos com peso máximo de 3.500 kg, agora é possível dirigir modelos de até 4.250 kg. Mas há uma regra importante: eles precisam ser elétricos ou híbridos. Portanto, picapes como RAM 2500 ou 3500, além de modelos como Ford F250, não entram na nova norma – a não ser que, em algum momento, versões híbridas cheguem ao país. A medida tem como objetivo equacionar um problema técnico imposto pela eletrificação: o peso adicional das baterias dos eletrificados. O limite anterior foi criado em 1997 e não havia sofrido alterações até então. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Em um mercado com marcas chinesas cada vez mais presentes, podemos ver em breve alguns modelos chineses que se enquadram nessa nova regra. Confira abaixo 5 SUVs chineses híbridos com mais de 3.500 kg que podem chegar ao Brasil. GWM Tank 700 Hi4-T – 3.630 kg Versão convencional do GWM Tank 700 hi4-TDivulgação/GWM Continua após a publicidade O Tank 700 é um SUV off-road posicionado como topo de linha da família Tank. Para isso, tem 5,11 metros de comprimento, 2,12 m de largura, 1,98 m de altura e generosos 3 m de entre-eixos. O peso em ordem de marcha é de 3.195 kg, mas o preso bruto total de 3.630 kg impediria sua venda no Brasil com a regra anterior. O Tank 700 Hi4-T usa um motor 3.0 V6 biturbo de 360 cv combinado a um motor elétrico para chegar aos 523 cv e 86,6 kgfm de torque. O câmbio é automático de nove marchas. O 0 a 100 km/h é feito em 5 segundos. A autonomia elétrica é de 100 km e o consumo médio declarado é de 33,6 km/l. O modelo esteve no Salão do Automóvel de São Paulo em 2025. Zeekr 9X – 3.660 kg <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Quatro Rodas Continua após a publicidade O Zeekr 9X tem jeitão de Rolls-Royce Cullinan, muito por conta da exagerada grade cromada na dianteira e do visual quadrado. No interior, a marca adotou os melhores materiais possíveis e o posicionou como seu carro mais caro. O SUV tem 5,23 metros de comprimento e 3,17 m de entre-eixos para levar até seis pessoas em três fileiras de assentos individuais. Recheado de equipamentos, com direito a suspensão a ar de bolsas duplas, amortecedores adaptativos CCD e barra estabilizadora ativa de 48 V, o peso total chega aos 3.660 kg, que agora é abrigado pela CNH B. A motorização combina um 2.0 turbo de 278 cv a três motores elétricos, sendo um dianteiro de 394 cv e dois traseiros de 503 cv, resultando em 1.400 cv ao todo. A autonomia elétrica é de impressionantes 380 km, graças a bateria de 70 kWh. Dongfeng M-Hero1 – 3.920 kg DFM MHero 1DFM/Divulgação Continua após a publicidade A Dongfeng, que estreou no Brasil sob a sigla DFM, trouxe ao festival interlagos um de seus monstros do off-road. Trata-se do M-Hero 917, que pode ser chamado também de M-Hero 1. O SUV tem 5,09 metros de comprimento, 2,08 m de largura, 1,93 m de altura e 2,95 m de entre-eixos. O peso bruto total, dependendo das configurações, pode chegar a 3.920 kg. Uma das versões mais interessantes é elétrica com chassi de longarinas. Há um motor elétrico por roda e potência combinada de 1.088 cv e 142 kgfm de torque. A bateria tem 142,7 kWh e autonomia de até 500 km pelo ciclo WLTP. O 0 a 100 km/h é feito em 4,2 segundos. Há uma versão EREV, ou seja, elétrico com extensor de autonomia, neste caso há um motor 1.5 turbo e três elétricos para chegar aos 816 cv. Jetour G700 – 3.736 kg Jetour G700Henrique Rodriguez/Quatro Rodas Continua após a publicidade Outro modelo que desfilou no Brasil durante o Festival Interlagos foi o Jetour G700. O SUV topo de linha da marca tem 5,19 m de comprimento e 2,87 m de entre-eixos. A marca ostentou modelos de cinco ou seis lugares, mas ainda estava em dúvida com relação a viabilidade justamente pelo PBT, que pode chegar a 3.736 kg a depender do nível de equipamentos. O SUV combina um motor 2.0 turbo de 211 cv e 34,7 kgfm de torque a dois propulsores elétricos, um em cada eixo. O dianteiro entrega 286 cv e 36,7 kgfm, enquanto o traseiro tem 408 cv e 44,3 kgfm de torque. Em conjunto, a força é de 905 cv e 115,7 kgfm de torque. O SUV chega aos 100 km/h em apenas 4,8 segundos. BYD Yangwang U8 – 4.170 kg YangWang U8 é novo SUV de luxo da BYD.Divulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidade O caso mais emblemático para a nova regra é o BYD Yangwang U8, que já foi cogitado para o mercado brasileiro e foi mostrado ao público durante o Festival Interlagos de 2025 – e talvez estivesse apenas aguardando por essa movimentação de leis. QUATRO RODAS já teve a oportunidade de testar o modelo que se destaca pela capacidade off-road. Com 5,32 metros de comprimento e 3,05 m de entre-eixos, o modelo mira carros como o Defender 130. Recheado de equipamentos, com direito a radares a lase, sensores ultrassônicos e 13 câmeras, o U8 pode chegar aos 4.170 kg de PBT. Ainda assim, o 0 a 100 km/h é feito em apenas 3,6 s, graças ao conjunto com quatro motores elétricos que entregam 1.196 cv e 130,5 kgfm de torque. Para garantir 1.000 km de autonomia, o modelo tem um motor 2.0 turbo para gerar energia com os 75 litros de gasolina do tanque. Publicidade View the full article
  18. 🇧🇷🌎 BRASIL É DESTAQUE NA EMMA GLOBAL! A EMMA Global acaba de destacar oficialmente a nova fase da EMMA Brasil em seu site internacional. 🔗 Matéria completa - Link na Bio. De 09 a 12 de outubro, São Paulo recebe nosso primeiro programa oficial de treinamento, com Introdução ao EMMA e Formação de Juízes, conduzidos por juízes internacionais da Espanha e do México. Mais um passo para conectar o Brasil à comunidade mundial EMMA. Um novo capítulo está começando.🇧🇷 #EMMABrasil #EMMAGlobal #CarAudio #SomAutomotivo #SoundQualityView the full article
  19. A Renault Geely do Brasil anunciou que terá dois SUVs híbridos Renault no mercado brasileiro em 2027. Um deles será fruto da parceria entre a francesa e a chinesa, utilizando a plataforma do EX5 EM-i, que passa a ser produzido no país. Porém, a marca já fala sobre outras possibilidades de compartilhamento e garante que a aliança não gerará modelos “gêmeos”. Para o próximo ano, um dos SUVs confirmados será algo inédito para o Brasil. Ele será um Renault com a mesma plataforma GEA (Global Intelligent Electric Architecture) do EX5 EM-i, a configuração híbrida do modelo. A expectativa é de que seja a segunda geração do SUV cupê Arkana, segundo apurou o jornalista Marlos Ney Vidal, do site Autos Segredos. Deste ângulo, o Geely remete ao Porsche Cayenne; lanternas usam solução clichêFernando Pires/Quatro Rodas O outro pode ser a versão híbrida do Renault Boreal. Ele ganhará o conjunto já confirmado para a picape Niagara, que também o adotará no próximo ano. Ainda não se sabe como será a configuração, mas espera-se que seja algo como uma evolução de um sistema híbrido leve, cujo motor elétrico tracionará as rodas. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Mas há mais planos guardados pela empresa. Um deles pode ser um compacto eletrificado da Renault feito a partir do Geely EX2, que passará a ser fabricado no Brasil no próximo mês de dezembro. Continua após a publicidade Geely Monjaro dá origem ao Renault Koleos vendido no BrasilDivulgação/Geely Por outro lado, apesar das colaborações de plataforma e tecnologia, e do compartilhamento das linhas de produção em São José dos Pinhais (PR), Renault e Geely não terão modelos “gêmeos” com logotipos trocados – os ditos rebadges. Continua após a publicidade Por que carro elétricos não têm painéis solares no teto para recarregar as baterias? A confirmação vem do próprio presidente da Renault Geely no Brasil, Ariel Montenegro. Segundo Ariel durante um encontro restrito com jornalistas brasileiros, do qual QUATRO RODAS participou, a parceria entre Renault e Geely no Brasil não seguirá o modelo visto na Coreia do Sul, que dá origem ao Renault Koleos – nascido como Geely Monjaro e transformado sem grandes alterações. Segundo Ariel, “cada marca terá a sua identidade. “Não teremos rebadges [entre as marcas] no Brasil”, completou. Publicidade View the full article
  20. Novo Denza Z9S estreia na próxima semana na China com recarga de 10% a 70% em 5 minutos e promessa de alcance de 1.100 kmView the full article
  21. A lei do Move Brasil foi sancionada pelo presidente Lula na última segunda-feira (14). A medida garante a sequência ao programa de renovação de frota, o qual oferece condições especiais de financiamento de veículos a motoristas de aplicativo, taxistas e entregadores de aplicativos. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A nova regulamentação apresenta uma redução de exigência para os motoristas de aplicativo. Ela reduz de 12 para seis meses o período mínimo de atividade na mesma plataforma. O condutor deverá comprovar a atividade e a realização de ao menos 100 corridas nesse período. Motorista de aplicativo dirige na Avenida Brigadeiro Luís Antônio durante chegada da frente friaRovena Rosa/Agência Brasil Continua após a publicidade A ideia do governo com a nova regra é obter mais aderência ao programa, que começou com problemas na liberação de créditos. Agora, quem teve a inscrição rejeitada por não atender ao critério, poderá tentar novamente. Segundo o governo federal, o prazo de resposta ao pedido de habilitação no programa será de até dez dias após o cadastro no gov.br. Os melhores carros elétricos até R$ 150.000 para comprar em 2026 Continua após a publicidade Entrantes O texto prevê que os recursos também poderão ser utilizados para a aquisição de veículos leves destinados a transporte escolar e de cargas. Essas modalidades foram inseridas pelo Congresso Nacional ao aprovar a lei que unificou as duas Medidas Provisórias editadas pelo governo federal em maio e junho deste ano. A última versão aprovada também prevê que o Move Brasil passará a financiar adaptações veiculares destinadas a pessoas com deficiência (PcD). Financiamento Para todos os veículos, foram mantidos os juros em 12,6% ao ano para homens e 11,5% ao ano para mulheres. Em relação às prestações, há uma permissão de que os bancos adotem um sistema de amortização variável, com diferenciação das parcelas iniciais e finais. Veja abaixo as condições do programa para taxistas e motoristas de aplicativos. Carros elegíveis: modelos zero-quilômetro, movidos a etanol, flex, elétricos e híbridos com preço até R$ 200.000 (valor da nota fiscal). Prazos: carência de até seis meses para começar a pagar o principal da dívida e parcelamento em até 84 vezes. Quem pode participar: motoristas de app com cadastro ativo há pelo menos seis meses e que tenham realizado ao menos 100 corridas nesse período na mesma plataforma; taxistas devem ter licenças e registros ativos e com regularidade fiscal, bem como motoristas cooperativos. Aprovação: o governo ressalta que ser elegível para o programa não garante a aprovação do financiamento. A concessão do crédito depende da análise realizada pela instituição financeira, critérios de risco e condições de contratação. Continua após a publicidade Como solicitar o financiamento? Para solicitar o financiamento, os interessados devem realizar um cadastro por meio da plataforma gov.br/movebrasil. Em até cinco dias, o motorista recebe uma resposta via caixa postal do gov.br, informando se está apto ou não a participar. Em caso de aprovação, o motorista pode procurar uma concessionária que comercialize carros elegíveis ao programa. Os condutores habilitados também podem pedir o financiamento diretamente em instituições financeiras. Continua após a publicidade Trânsito na cidade de São Paulo Continua após a publicidade Carros elegíveis para o Move Brasil: Marca Modelo Combustível BYD Atto 2 Híbrido Flex BYD Dolphin Elétrico BYD Dolphin Mini Elétrico BYD King Híbrido Gasolina BYD Song Pro Flex Híbrido Gasolina GAC Aion ES Elétrico GAC Aion UT Elétrico GAC Aion Y Elétrico GAC GS4 HÍbrido Gasolina Chevrolet Captiva Elétrico Chevrolet Montana Flex Chevrolet Onix Flex Chevrolet Onix Etanol Chevrolet Onix Plus Flex Chevrolet Onix Plus Etanol Chevrolet Sonic Flex Chevrolet Spark EUV Elétrico Chevrolet Spin Flex Chevrolet Spin Flex Chevrolet Tracker Flex GWM ORA 03 Elétrico Honda City Hachback Flex Honda City Sedan Flex Honda HR-V Flex Honda WR-V Flex Hyundai Creta Flex Hyundai HB20 Flex Hyundai HB20S Flex Hyundai i20 Flex Hyundai Kona Híbrido Gasolina Nissan Kait Flex Nissan Kicks Flex Nissan Versa Flex Geely EX2 Elétrico Geely EX5 EM-i Híbrido Gasolina Renault Boreal Flex Renault Duster Flex Renault Kardian Flex Renault Kwid Flex Publicidade View the full article
  22. Continente tem um déficit de 35 mil carregadores para caminhões e frota elétrica do transporte de cargas europeu não passa dos 3%View the full article
  23. Orçamento dá acesso a minivans de sete lugares, SUVs com porta-malas de 475 litros e sedãs médios com foco em conforto e segurançaView the full article
  24. A Toyota confirmou a produção de uma inédita picape movida a células de hidrogênio. Trata-se da Hilux FCEV, que está prevista para chegar ao mercado europeu em 2028 e deverá ser oferecida junto a opções com motorização a diesel e elétrica. O anúncio ocorreu durante o Salão Internacional de Transportes (IAA Transportation) em Hannover, Alemanha, nesta semana. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A fabricante promete que o modelo terá uma autonomia superior a 400 km (WLTP) e capacidade de reboque de até 2.500 kg. Em termos de comparação, a Hilux elétrica tem uma autonomia de 257 km (WLTP) e pode rebocar entre 1.600 e 2.000 kg, dependendo da configuração. A Hilux atual a diesel tem capacidade para rebocar até 3.500 kg. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Toyota Continua após a publicidade Em relação ao design, no teaser revelado pela marca (foto de destaque) a picape média ganhou nova assinatura luminosa, com luzes diurnas segmentadas. Apesar da inovação, o modelo deverá ser destinado a poucos. Há atualmente 179 postos de abastecimento de hidrogênio em operação na Europa, segundo dados do Observatório Europeu de Hidrogênio. Continua após a publicidade Qual a diferença do etanol misturado na gasolina para o que é vendido nos postos? Protótipos da Hilux FCEV Não é de hoje que a Toyota fala em hidrogênio (lembra do Mirai?). Em relação à Hilux, a montadora começou o projeto na picape em 1º de julho de 2022, com a apresentação de alguns protótipos desenvolvidos na fábrica da empresa em Derby, Inglaterra. Para isso, recebeu aporte financeiro do governo do Reino Unido para ajuda com os custos do projeto. Os testes no mundo real foram iniciados em 2024 com dez protótipos. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Toyota Mecanicamente, o protótipo da Hilux FCEV recebeu o mesmo conjunto do Mirai. A picape era impulsionada por um motor elétrico de 182 cv e 30,6 kgfm. Com isso, ela desfruta dos principais benefícios dos carros elétricos, como o torque instantâneo, ruído baixíssimo do motor e a emissão zero, já que no final do processo o carro libera apenas água. A autonomia da Hilux nos testes era de 600 km. Continua após a publicidade O combustível ficava armazenado em três tanques que somam 7,8 kg de capacidade, situados dentro do chassi de longarinas. Já a pilha com 330 células de combustível era montada sob o eixo traseiro. A bateria de íons de lítio, que armazenava a energia gerada pelas células, ficava localizada abaixo da caçamba, para não diminuir o espaço da cabine. Ainda não se sabe se o modelo de produção seguirá os mesmos princípios. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Toyota Continua após a publicidade Publicidade View the full article
  25. Última semana
  26. A Ferrari 296 GT Modificata é o que o acontece quando os engenheiros de uma fabricante se livram das regras oficias das competições e levam um esportivo ao extremo. Baseado no 296 GT3 Evo que compete no World Endurance Championship (WEC), o esportivo foi projetado com aerodinâmica e mecânica mais livres para atuar nas etapas do programa Club Competizioni GT. O resultado é uma máquina impressionante e que tem como destino a garagem de um ricaço que quer se divertir nas pistas. Mas há uma importante restrição: o supercarro não é homologado para competições normais, muito menos para andar nas ruas. Ferrari 296 GT Modificata DivulgaçãoFerrariFerrari 296 GT Modificata DivulgaçãoFerrariFerrari 296 GT Modificata DivulgaçãoFerrariFerrari 296 GT Modificata DivulgaçãoFerrariFerrari 296 GT Modificata DivulgaçãoFerrariFerrari 296 GT Modificata DivulgaçãoFerrariFerrari 296 GT Modificata DivulgaçãoFerrariFerrari 296 GT Modificata DivulgaçãoFerrariFerrari 296 GT Modificata DivulgaçãoFerrari Para começar, a fabricante extraiu mais força do motor V6 a 120 graus em posição central-traseira. Com 2.9 de cilindrada, o conjunto agora entrega 730 cv a 7.500 rpm e 81,6 kgfm de torque a 5.000 rpm. A ausência do balanço de performance (BoP), exigido nas corridas tradicionais para nivelar o grid, permitiu um ganho de 130 cv em relação ao modelo de corrida original, alcançando a marca de 244 cv de potência específica. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Ferrari Continua após a publicidade Para suportar o novo fluxo, o motor recebeu modificações no virabrequim, nos comandos de válvulas e nos turbocompressores. A bomba de combustível de baixa pressão é inédita, assim como o sistema de escape. A transmissão sequencial de seis marchas ganhou relações encurtadas para aproveitar o novo mapa de potência em conjunto com uma embreagem de carbono. O aumento de potência exigiu uma aerodinâmica revista. A dianteira ganhou um capô com aberturas maiores para dissipar o calor do radiador central e um difusor inferior redesenhado. O objetivo desse difusor é melhorar o fluxo de ar para o assoalho, aumentando a força descendente (downforce) gerada pela carroceria. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Ferrari Continua após a publicidade Na traseira, o carro traz uma asa montada em um pilar central único, acompanhada por um flap de 5 mm e placas laterais estruturais inspiradas no protótipo 499P. Na prática, a marca afirma que essas alterações garantem voltas até três segundos mais rápidas no circuito de Fiorano do que a 296 GT3 Evo. O modelo mede 5,03 m de comprimento, 2,23 m de largura e 1,08 m de altura, com entre-eixos de 2,66 m. O peso seco é de 1.330 kg. Para manter o rendimento constante, os discos de freio dianteiros de 40 cm e os traseiros de 33 cm são feitos de aço e receberam nova refrigeração. Entradas de ar no para-choque ajudam a resfriar o conjunto de forma mais eficiente. O sistema ABS também foi recalibrado para atender desde pilotos iniciantes até os mais experientes em longas sessões de pista. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Ferrari Continua após a publicidade O interior perde a configuração monoposto de corrida. Com a reestruturação do santantônio, a fabricante adicionou um segundo banco. A intenção é permitir que o proprietário divida a experiência em pista com convidados ou conte com as instruções de um treinador ao lado. O sistema de intercomunicador interno e o rádio vêm de série. Apesar de não poder participar de diversas categorias do automobilismo, há uma competição em que o proprietário poderá se divertir com o esportivo. A aquisição da novidade inclui a participação em 12 etapas do Club Competizioni GT ao longo de dois anos. O calendário de 2027 prevê eventos em pistas como Spa-Francorchamps, Fuji e Indianápolis. O pacote do carro já inclui telemetria de fábrica com sensores de pressão de pneus, temperatura dos amortecedores e câmeras internas. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A Ferrari não divulgou o valor oficial, mas esportivos de pista dessa estirpe costumam superar os 4 milhões de euros (cerca de R$ 24 milhões em conversão direta). O modelo disputará a atenção de bilionários com máquinas como o Porsche 911 GT3 R rennsport e a McLaren Senna GTR. Publicidade View the full article
  27. 🛑🛑🛑COMPRE NA NOVA LOJA DO Raylan Som 👇👇👇👇 ✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y ✅✅✅MINI CURSO RAYLAN SOM👉👉👉https://pay.kiwify.com.br/pCtGOQx ✅ESTRANHO AUDIO PARTS - Use o cupom de desconto 👉👉RAYLLAN5 👈👈e compre direto da fábrica https://loja.estranhoaudioparts.com.br ⭕⭕Meu facebook 👉👉👉https://www.facebook.com/RaylanSom/ °369 ✅Para comprar produtos online segue o link para compra ⭕️AMAZON https://amzn.to/3B5gXlb ⭕️Shopee https://shope.ee/apjpxVjd ⭕️✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y 🔖 Hashtags: #som #somautomotivo #carro #viagem #rayllansom #audio #vendas #negocios #Volkswagen #Fiat #Toyota #Hyundai #JEEP #RENAULT #NISSAN #caixatrio #caixabob #audio Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UCg0mdazek-we_xML7cHrr1g/join 🔴👉Instagram, TikTok , kwai e Facebook→ @raylansom 🔴GRUPO TELEGRAM 👉👉👉LINK DO GRUPO--- https://t.me/joinchat/HAimD4-0PoXFuQz1 Quanto GASTEI no meu Som Automotivo com medio de 12 Polegadas 👉Olha essa Ideia que TiveView the full article
  28. Lista reúne modelos que podem ser encontrados na mesma faixa de valores dos novos modelos da marca da maçaView the full article
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