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futurista

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  1. cara dá uma olhada nesse meu tópico http://stforum.com.br/index.php?showtopic=...389&hl=binaural Quem quiser saber mais a respeito do assunto procure na net pelo termo binaural. falou!
  2. Eu queria entender o motivo dessas relaçoes entre dimensoes, mas sei q se deve evitar paredes q tenham medidas multiplas umas das outras e evitar paralelismo entre as paredes. a minha cx pro meu sub vai ser assim: vou evitar paralelismo das paredes superior e inferior, e da frontal e traseira como se ve no desenho. Pra quebrar um pouco o paralelismo das paredes laterais vou colocar uma escora horizontal interna, nao exatamente no centro da parede, mas mais pro lado.
  3. ops,agora li diretio.
  4. Qual seria melhor forma de fazermos as divisões de freqüências: no player, nos amplificadores, um Xover ativo antes dos amplificadores ou Xover passivo ?? Supondo que seja para um sistema de 3 vias: um subwoofer, um mid e um tweeter com 2 ou 3 amplificadores.
  5. pelo q eu li, essas proporçoes de dimensoes sao para evitar ondas estacionarias, mas elas influenciariam na qualidade do som?
  6. nao seria melhor pegar um amplificador com Xover incorporado?
  7. engraçado, meu player pioneer no FIE tem 3 opçoes de escolha de corte: 100hz, 160hz e 250Hz. 250Hz???q coincidencia!! o primeiro texto fala tb em 250hz!! hummm, acho q nao é coincidencia hein.
  8. Poisé, a questao é q temos 2 fontes sonoras (altofalantes) tentando simular uma. Toda a explicaçao do texto foi feita com apenas uma unica fonte sonora. Com apenas uma fonte sonora os graficos mostraram dificuldade em se perceber a direcionalidade, com 2 falantes acho q a coisa iria piorar! mas é só uma opiniao minha. Home teathers usam apenas um falante de graves. E quem projeta eles com certeza é gente com experiencia teorica e pratica. Mas o cara q tem o grave em estero nao vai ganhar nada passando pra mono. E o contrario tb vale (na minha opiniao). É util ates da montagem do som, depois q montou já era. edit: ops, sepacheco ganhou melhor resposta a transientes. :ol []s
  9. o site do cara é http://students.fct.unl.pt/users/ascb/ouvido.html Aqui outro texto menor de http://www.eca.usp.br/prof/iazzetta/tutor/...o/binaural.html " A percepção de direção está ligada tanto à relação de fase do som ao chegar nos ouvidos quanto a intensidade relativaEm frequências mais altas, o ouvido que está na faixa de sombra do som recebe uma intensidade relativamente menor já que as ondas não podem dar a volta na cabeça. Nas frequências médias, existe uma diferença de fase devida ao tempo para dar essa volta, o que combinado com a diferença de intensidade proporciona uma localização aproximada do som. Em frequências graves, a onda circunda o ouvido e a diferença de fase é mínima o que dificulta a percepção de direção (acima de 300Hz sofre o efeito de sombra do ouvido; abaixo e 300Hz, diferença de tempo na chegada do som)."
  10. Faz um tempo foi comentado aqui no forum sobre a percepçao stereo de graves, mas nao lembro se a galera havia chego numa conclusao final. Bem, pesquisei bastante na net e achei alguma coisa, e resolvi compartilhar as informaçoes. O texto é dum aluno de Eng. Física na FCT/UNL, portugal. Vou colocar aqui o trecho sobre binaural: (se quiser saber mais sobre ouvido humano visita o site do cara, o artigo é super completo). "Localização espacial A percepção espacial de um som ou seja a sua localização consiste em descobrir o azimute, a altura (ou elevação e a profundidade) tendo como referencia o ouvinte, como mostra a figura : Fig. 18 – Localização espacial de um som Quando uma fonte sonora se encontra mais à esquerda ou mais à direita do ouvinte isso implica que o som que chega a um dos ouvidos mais depressa do que o outro. Consideremos a cabeça como uma esfera de raio r como mostra a figura seguinte: Fig. 19 – Distância adicional percorrida pela onda em relação a um dos ouvidos É possível encontrar a diferença temporal de cada um dos sinais, dada por: Numa experiência efectuada por Mertens e Fendderson em que se considerando que r assumia o valor de 8,75 cm e sendo a velocidade do som aproximadamente 340 m/s obteve-se então o seguinte gráfico que contrapõe valores experimentais e teóricos: Fig. 20 – “Delay” nos tempos de chegada versus azimute. Curvas teóricas e práticas Ao considerar que a fonte sonora se encontra a 90º, ou seja direccionada em relação a um dos ouvidos obteve-se que (ms). A nossa cabeça, bem como as orelhas, o pavilhão auditivo, o canal auditivo e o tímpano constituem um obstáculo ao som, causando difracção e absorção do som e funcionando como um filtro que depende da posição da fonte sonora relativa à cabeça e aos ouvidos. A figura seguinte mostra as diferenças de intensidade para diferentes frequências à medida que fonte sonora se move dos 0º até aos 180º. Fig. 21 – Diferenças de intensidade em função do azimute para 4 frequências distintas Para cada posição da fonte sonora a diferença da intensidade captada pelo ouvido é dependente da frequência, sendo estas diferenças mais significativas para frequências acima dos 250 Hz. Pequenos movimentos instintivos permitem ao ouvinte localizar mais pormenorizadamente a fonte sonora. A figura a seguinte demonstra a variação da intensidade sonora em função do ângulo de incidência, variando dos 0º até aos 180º : Fig. 22 – Diferença de intensidade em função do ângulo da fonte sonora Note-se que a diferença máxima de intensidade sonora é verificada não aos 90º mas sim aos 60º com o valor de 7 dB. A precisão da localização encontra-se entre 1º e 2º, sendo que esta também depende do ângulo de incidência. Neste caso foram utilizadas como fontes sonoras ruído branco com a duração de 100 ms: Fig. 23 – Zonas de incerteza no plano horizontal A localização no plano vertical é menos precisa do que a horizontal, sendo que os únicos factores que intervêm neste processo são algumas assimetrias do corpo humano e dos auriculares. A incerteza da localização situa-se entre os 15º e os 20º para uma fonte situada acima da cabeça. A figura seguinte mostra a importância que desempenha a frequência do som na localização Fig. 24 – Localização vertical Constata-se que frequências centrais de certas zonas do espectro impõem uma direcção aparente ao ouvido tal que: Sinais na região dos 8 kHz parecem surgir de cima Sinais na região dos 1 kHz parecem surgir detrás Sinais na região dos 3 kHz parecem surgir de frente Esta noção pode ser então criada artificialmente. Por exemplo o efeito de ter o som a ser elevado pode ser recriado através de uma pré-acentuação na região dos 8 kHz
  11. sumiram os desenhos!!!!!
  12. alguem tem fotos de construçao de indutores?
  13. Mas qual é o nivel de distorçao de um bom classe D ? eu até procuraria na net, mas alguem posta aí sites de fabricantes de amplificadores classe D pra gente dar uma pesquisada.
  14. Já vi muita gente falar dessa classe de amplificadores, mas qual o motivo? Eles sao mais indicados para subwoofers?
  15. massa, mais um tutorial guardado no meu pc.
  16. os fabricantes de falantes geralmente nao recomendam uma configuraçao de caixa pro falante em questao? eles poderiam fornecer a distorçao do falante pra caixa q eles recomendam.
  17. esclarecendo pra quem nao sabe ou esqueceu sobre ressonancia, eu postei um topico falando um pouco a respeito: http://stforum.com.br/index.php?showtopic=...56&hl=harmonico
  18. muito bom , tava mesmo procurando na net esses graficos de audibilidade, sensibilidade e pressao. agora falta ler tudo isso, texto grandinho
  19. e é possivel descobrir exatamente a freq de ressonancia dum carro?
  20. o esquema, eu acho, é fazer com q o o sistema cx/falante reproduza com mais intensidade a freq de ressonancia do carro. isso se consegue ajustando o tamanho da caixa e regulando o duto.
  21. o interior de uma cx é caotico, temos reflexao, absorçao, inversao de fase,de tudo. consideraçoes: a)nem toda onda q bate e volta inverte de fase 180 graus. ou seja, temos ondas q batem e voltam do mesmo jeito q foram ou voltaram ou q estao indo (?!??) b)para um subwoofer é interessante reforço numa freq de 180hz? 360? 540hz? Claro q nao! aí é q está a vantagem de evitar paredes paralelas para uma cx (q para um portamals como o palio,temos uma largura de 0,9m) evita-se reforço de frequencias indesejadas dentro da caixa,para um sub woofer! (qto maior a cx, mais baixas serao as freqs de ressonancia.) peguei vcs hein, pensaram q eu queria provar q paredes paralels sao boas, ahammm!!!
  22. eu nao estou dizendo q é bom ou ruim, sei lá se isso é bom!!!?!
  23. a galera comenta muito aqui q devemos evitar paredes paralelas nas caixas de som pra evitar ondas estacionarias, cancelamento, etc, mas ninguem explica direito: Paredes paralelas favorecem o surgimento de ondas estacionarias, ou seja, ressonancia. e o q é ressonancia? é uma ampliaçao. as ondas q vao se encontram com as q vem, causando interferencia uma na outra. De acordo com a distancia entre as paredes paralelas da caixa, teremos várias possiveis freqs de ressonancia. Abaixo fórmula usadas no meu livro de fisica para uma corda vibrando (q seria como uma onda), acho q podemos aplicar essa formula para ondas sonoras tb: f=n X v / (2 X L) onde f é a freq de ressonacia, n é um numero natural, v é a veloc. do som, L é a distancia entre as paredes paralelas da cx. Por exemplo, uma cx com 0,9m de largura, teremos: f=n X 188Hz. Esse é o modo fundamental ou primeiro harmonico da caixa (n igual a 1). É a freq mais baixa de ressonacia da cx.. Portanto, paredes paralelas favorecem a ampliaçao e nao o cancelamento de ondas. Pra quem quiser estudar sobre isso, pegue o livro "fundamentos de fisica 2", gravitaçao, ondas e termodinamica. autor: hallyday resnick walker. []s.
  24. tirar miolos das portas e fazer por controle é uma boa, mas nos carros de 3 e 5 portas o larápio pode entrar pelo porta-malas. eu fico muito encucado com essas peliculas blindadas, será q funcionam mesmo? como pode um material tao fino ser tao resistente?
  25. a carcaça deles tem um visual muito "agressivo" mesmo, show de bola com o ima pra fora.

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